adapaçoes celulares.dkslaklwkekdkdllelll
• Resposta celular ao estresse fisiológico ou a um
estímulo patológico.
• Um novo estado de equilíbrio é alcançado,
permitindo a sobrevivência e a atividade
funcional da célula
ADAPTAÇÃO CELULAR
Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças.
• Dependendo dos estímulos, a célula ativa mecanismos
moleculares que acabam alterando os genes que comandam a
diferenciação celular.
MECANISMO DA ADAPTAÇÃO CELULAR
Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças.
CONSEQUENCIAS DA ADAPTAÇÃO CELULAR
Possibilidades:
1. O estímulo PARA
e a célula volta ao
normal
(Homeostase
restaurada).
2. O estímulo piora
e acontece lesão
celular
MECANISMO DA ADAPTAÇÃO CELULAR
Fig. Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças. 9ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016
• 3 maneiras de proliferação celular, e cada uma
delas possibilita uma capacidade de
adaptação diferente
1.Tecidos Lábeis
2.Tecidos Estáveis
3.Tecidos Permanentes
CAPACIDADE DEADAPTAÇÃO CELULAR
Capacidade de Proliferação
dos Tecidos:
1. Tecido de divisão contínua (LÁBEIS):
 Sempre estão no Ciclo Celular.
 Tecidos que estão expostos a estímulos
lesivos constantemente.
 Pele, Mucosas, TGI, Boca e Útero
Permanecem em repouso ou baixo nível de
replicação.
Podem se dividir rapidamente em resposta a
lesões (regeneração).
Fígado, Rins, Músculo Liso e Pâncreas.
2. Tecidos quiescentes (Estáveis):
3. Tecidos Não-divisores:
 Células que não realizam mitose depois de seu
desenvolvimento embrionário.
 A morte celular resulta em substituíção por
tecido conjuntivo, não regenera.
 Células Nervosas, Músculo Esquelético e
Cardíaco.
 Adaptações são alterações reversíveis no tamanho, número, fenótipo,
atividade metabólica ou funções das células, em resposta a modificações
em seu meio ambiente. Tais adaptações podem assumir várias formas
distintas.
•FISIOLÓGICA = as células respondem a estimulações normais de hormônios e
mediadores químicos internos.
Ex.: Gravidez
•PATOLÓGICA = resposta ao estresse de um estímulo lesivo, que faz com que ela
modifique sua estrutura ou função para escapar da lesão.
Ex.: Aumento do músculo cardíaco na Insuficiência Cardíaca.
CONCEITOS
PRINCIPAIS ADAPTAÇÕES CELULARES
PRINCIPAIS ADAPTAÇÕES CELULARES
A. ATROFIA
B. HIPERTROFIA
C. HIPERPLASIA
D. METAPLASIA
5. DISPLASIA
MOHAN, H. Textbook of Pathology. 6. ed. [S.l.]: JP Medical Ltd, 2010.
• Aumento do tamanho das células, resultando em aumento do
tamanho do órgão que ela compõe, em resposta ao aumento
da carga de trabalho.
• É uma procura de equilíbrio entre a demanda e capacidade
funcional da célula.
• Célula fica maior devido aumento de organelas e proteínas
estruturais, isso acontece em células incapazes de se dividir.
Não produzem células novas.
HIPERTROFIA
HIPERTROFIA
• Pode ser fisiológica (útero na gravidez) ou patológica
(aumento do coração devido hipertensão).
• Mais comum em: músculo estriado cardíaco
(sobrecarga hemodinâmica crônica causado
pela hipertensão arterial ou valvas deficientes
por exemplo) e músculo esqueléticos
(musculação).
HIPERTROFIA
Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças. 9ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016
HIPERTROFIA
Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças.
Ihttps://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Heart_left_ve
ntricular_hypertrophy_sa.jpg
Ihttps://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Heart_left_ve
ntricular_hypertrophy_sa.jpg
• Ocorre o crescimento do tecido por aumento do número de células e não
apenas do tamanho da célula em si. Estímulos excessivos em sua
atividade, levando à mitose celular.
• Pode ser fisiológica, ocorre por aumento hormonal para a função celular
exigida naquela determinada situação ou patológica que ocorre a
proliferação de células maduras induzidas por fatores de crescimento.
1. Fisiológica:
• Hiperplasia Hormonal – o hormônio aumenta a proliferação do
epitélio glandular da mama na puberdade ou gravidez.
• Hiperplasia Compensatória – ocorre quando um tecido é removido
ou lesado – se um pedaço do fígado for retirado, as células do órgão
começam a aumenta a atividade mitótica, até restaurá-lo ao seu
tamanho normal.
HIPERPLASIA
1. Fisiológica:
• Hiperplasia da Medula Óssea:
⚬ Resposta rápida a deficiência de células sanguíneas completamente
diferenciadas.
⚬ Exemplos:
■ Hemorragia aguda.
■ Destruição prematura das hemácias (hemólise).
⚬ Mecanismo:
■ Alças de feedback envolvendo o fator de crescimento eritropoetina
são ativadas.
■ Estimula o crescimento de células progenitoras das hemácias.
■ Aumenta a produção de hemácias em até oito vezes.
HIPERPLASIA
1. Fisiológica:
• Hiperplasia da Medula Óssea:
⚬ Resposta rápida a deficiência de células sanguíneas completamente
diferenciadas.
⚬ Exemplos:
■ Hemorragia aguda.
■ Destruição prematura das hemácias (hemólise).
⚬ Mecanismo:
■ Alças de feedback envolvendo o fator de crescimento eritropoetina
são ativadas.
■ Estimula o crescimento de células progenitoras das hemácias.
■ Aumenta a produção de hemácias em até oito vezes.
HIPERPLASIA
HIPERPLASIA
2. Patológica:
•Geralmente causada por estimulação hormonal excessiva ou
inadequadas dos fatores de crescimento
•Hiperplasia patológica é um solo fértil para surgimento
posterior de proliferação cancerosa.
• Exemplo: Hiperplasia Endometrial:
• Induzida por hormônios.
• Processo normal:
■ Após a menstruação, ocorre um surto rápido de atividade
proliferativa no endométrio.
■ Estimulada por hormônios hipofisários e pelo estrogênio
ovariano.
■ Parada pela progesterona cerca de 10 a 14 dias antes do
fim do ciclo menstrual.
HIPERPLASIA
2. Patológica:
⚬ Desequilíbrio hormonal:
■ Perturbação no equilíbrio entre estrogênio e progesterona.
■ Resulta em aumentos absolutos ou relativos na quantidade de
estrogênio.
■ Causa hiperplasia das glândulas endometriais.
⚬ Consequência:
■ Causa comum de sangramento menstrual anormal.
• Exemplo: Hiperplasia Nodular Prostática:
⚬ Resposta ao estímulo hormonal androgênico.
• Características:
⚬ Anormais, mas controladas.
⚬ Hiperplasia regride se o estímulo hormonal for retirado.
HIPERPLASIA
https://drfernandozapparoli.com.br/hiperplasia
-prostatica-benigna/
https://es.123rf.com/photo_133804960_glándula-mamaria-
mama-no-lactante-y-congestionada-anatomía-femenina-
ilustración-vectorial.html
https://www.abc.med.br/p/saude-da-
mulher/502675/hiperplasia-endometrial-o-que-e-quais-sao-as-
causas-e-os-tipos-como-sao-feitos-o-diagnostico-e-o-
tratamento.htm
ATROFIA
Redução do tamanho de um órgão ou tecido resultante da
diminuição do tamanho e do número de células.
• FISIOLÓGICO = perda de estimulação hormonal na menopausa ou
diminuição do tamanho do útero após o parto.
• PATOLÓGICO = por desuso, desnervação, isquemia (ex: atrofia
senil)
Dim. atividade metabólica – dim. síntese de proteína – aum.
degradação proteica
• Atrofia por desuso: redução da carga de trabalho.
• Atrofia por desenervação: a função normal de um músculo
esquelético depende de seu suprimento nervoso.
• Diminuição do suprimento sanguíneo (isquemia): pode ser
consequência de doença oclusiva arterial que acaba causando
atrofia tecidual.
• Nutrição inadequada: desnutrição protéico-calórica está associada
ao uso do músculo esquelético como fonte de energia, após a
exaustão das outras fontes de reservas (tecido adiposo).
TIPOS DE ATROFIA
• Perda da estimulação endócrina: perda da estimulação estrogênica
durante a menopausa, nas mamas, útero (endométrio) e ovários,
produz uma atrofia fisiológica destes órgãos.
• Atrofia senil (envelhecimento): este processo está associado a
perda celular, mais visto em tecidos de células permanentes como
coração e cérebro.
• Por Pressão/Compressão: um tumor benigno crescente pode
comprimir o tecido circundante, causando atrofia isquêmica devido
a diminuição do suprimento sanguíneo pela pressão realizada pelo
tecido em expansão.
TIPOS DE ATROFIA
ATROFIA
Alterações celulares associadas à atrofia:
•Diminuição do tamanho da célula e das organelas,
reduzindo as necessidades metabólicas para
sobrevivência.
•No músculo atrófico, há menos mitocôndrias,
miofilamentos e menor quantidade de retículo
endoplasmático rugoso (RER).
•No início, as células e tecidos atróficos têm função
diminuída, mas a morte celular é mínima.
•A atrofia pode progredir até a morte celular por apoptose,
especialmente em órgãos endócrinos após privação
hormonal.
ATROFIA
Mecanismos da Atrofia:
Degradação das proteínas celulares:
• Ocorre principalmente pela via ubiquitina-proteossomo.
• A deficiência de nutrientes e o desuso podem ativar ligases de
ubiquitina, marcando proteínas para degradação nos proteossomos.
• Essa via também está associada à proteólise acelerada em condições
catabólicas, como a caquexia do câncer.
Autofagia e atrofia:
• A atrofia pode ser acompanhada por aumento da autofagia, identificada
pelo número elevado de vacúolos autofágicos.
• A autofagia é o processo em que células, privadas de alimento, digerem
seus próprios componentes para reduzir a demanda nutricional.
• Alguns restos celulares podem resistir à digestão e persistir como
corpos residuais limitados por membrana, como os grânulos de
lipofuscina que conferem uma coloração acastanhada ao tecido (atrofia
parda).
ATROFIA
Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das
doenças.
https://fisioterapia22.rssing.com/chan-4389110/all_p26.html
https://www.istockphoto.com/br/foto/atrofia-
de-pernas-gm186807837-177370
https://www.minhavida.com.br/materia
s/materia-13927
Alteração reversível por estímulo estressante, no qual um tipo
de célula é substituída por outro tipo de célula, mais capaz de
suportar o estresse.
•Ex.: epitélio respiratório de um fumante – células epiteliais
normais colunares e ciliadas da traqueia e brônquios são
substituídas por células epiteliais escamosas estratificadas.
•Ex: Cálculos nos ductos excretores de glândulas salivares,
pâncreas ou vias biliares podem induzir metaplasia escamosa
METAPLASIA
• Impacto e Consequências:
• A metaplasia epitelial mais comum é a colunar para a
escamosa (trato respiratório).
Estas células escamosa são mais resistentes do que as normais
frágeis, porém, se perde mecanismos de proteção (secreção
de mucos, cílios que removem materiais particulados).
• Se o estímulo estressante persistir por mais tempo,
podem predispor a transformação cancerosa no epitélio
metaplásico, como o câncer de pulmão
• Portanto, a forma mais comum de câncer no trato respiratório
é formada de células escamosas.
METAPLASIA
• Esôfago de Barrett
• Metaplasia Escamosa para Colunar, onde o epitélio escamoso do esôfago é
substituído por células colunares tipo intestinais devido ao refluxo do
ácido gástrico.
• Áreas com metaplasia escamosa para colunar podem desenvolver cânceres
glandulares (adenocarcinomas).
• Metaplasia do Tecido Conjuntivo:
• Formação de cartilagem, osso ou tecido adiposo em tecidos que
normalmente não os contêm.
• Exemplo é a miosite ossificante, onde ocorre a formação de osso no
músculo após uma hemorragia intramuscular.
• Não é interpretada como resposta adaptativa e pode ser resultado de lesão
celular ou tecidual.
METAPLASIA
METAPLASIA
Troca de uma célula adulta por OUTRO tipo de célula
adulta.
METAPLASIA
Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças.
METAPLASIA
Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças.
Metaplasia do epitélio colunar (à esquerda) para epitélio
escamoso (à direita) em um brônquio.
METAPLASIA
https://www.eumedicoresidente.com.br/post/esofago-de-barrett
https://www.mskrad.com.br/post/miosite-ossificante
Origem das Células Metaplásicas:
• A metaplasia não resulta de uma alteração no fenótipo de um tipo celular já
diferenciado, mas sim da reprogramação de células-tronco presentes nos tecidos
normais ou de células mesenquimais indiferenciadas no tecido conjuntivo.
• Em uma alteração metaplásica, essas células precursoras se diferenciam ao longo de
um novo caminho.
Estímulos para Diferenciação de Células-Tronco:
• A diferenciação de células-tronco para uma linhagem particular é provocada por
sinais gerados por citocinas, fatores de crescimento e componentes da matriz
extracelular no ambiente celular.
• Estímulos externos promovem a expressão de genes que direcionam as células para
uma via de diferenciação específica.
METAPLASIA
Papel do Ácido Retinóico na Metaplasia:
• A deficiência ou excesso de vitamina A (ácido retinóico) pode
causar metaplasia, mostrando uma relação direta entre a
desregulação de um fator de transcrição e a metaplasia.
• O ácido retinóico regula a transcrição do gene através de
receptores retinoides nucleares, influenciando a diferenciação de
células progenitoras derivadas de células-tronco teciduais.
Outros Mecanismos de Metaplasia:
• Ainda não se conhece completamente como outros estímulos
externos causam metaplasia, mas é evidente que eles também
alteram a atividade dos fatores de transcrição que regulam a
diferenciação celular.
METAPLASIA
DISPLASIA

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  • 2. • Resposta celular ao estresse fisiológico ou a um estímulo patológico. • Um novo estado de equilíbrio é alcançado, permitindo a sobrevivência e a atividade funcional da célula ADAPTAÇÃO CELULAR Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças.
  • 3. • Dependendo dos estímulos, a célula ativa mecanismos moleculares que acabam alterando os genes que comandam a diferenciação celular. MECANISMO DA ADAPTAÇÃO CELULAR Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças.
  • 4. CONSEQUENCIAS DA ADAPTAÇÃO CELULAR Possibilidades: 1. O estímulo PARA e a célula volta ao normal (Homeostase restaurada). 2. O estímulo piora e acontece lesão celular
  • 5. MECANISMO DA ADAPTAÇÃO CELULAR Fig. Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças. 9ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016
  • 6. • 3 maneiras de proliferação celular, e cada uma delas possibilita uma capacidade de adaptação diferente 1.Tecidos Lábeis 2.Tecidos Estáveis 3.Tecidos Permanentes CAPACIDADE DEADAPTAÇÃO CELULAR
  • 7. Capacidade de Proliferação dos Tecidos: 1. Tecido de divisão contínua (LÁBEIS):  Sempre estão no Ciclo Celular.  Tecidos que estão expostos a estímulos lesivos constantemente.  Pele, Mucosas, TGI, Boca e Útero
  • 8. Permanecem em repouso ou baixo nível de replicação. Podem se dividir rapidamente em resposta a lesões (regeneração). Fígado, Rins, Músculo Liso e Pâncreas. 2. Tecidos quiescentes (Estáveis):
  • 9. 3. Tecidos Não-divisores:  Células que não realizam mitose depois de seu desenvolvimento embrionário.  A morte celular resulta em substituíção por tecido conjuntivo, não regenera.  Células Nervosas, Músculo Esquelético e Cardíaco.
  • 10.  Adaptações são alterações reversíveis no tamanho, número, fenótipo, atividade metabólica ou funções das células, em resposta a modificações em seu meio ambiente. Tais adaptações podem assumir várias formas distintas. •FISIOLÓGICA = as células respondem a estimulações normais de hormônios e mediadores químicos internos. Ex.: Gravidez •PATOLÓGICA = resposta ao estresse de um estímulo lesivo, que faz com que ela modifique sua estrutura ou função para escapar da lesão. Ex.: Aumento do músculo cardíaco na Insuficiência Cardíaca. CONCEITOS
  • 12. PRINCIPAIS ADAPTAÇÕES CELULARES A. ATROFIA B. HIPERTROFIA C. HIPERPLASIA D. METAPLASIA 5. DISPLASIA MOHAN, H. Textbook of Pathology. 6. ed. [S.l.]: JP Medical Ltd, 2010.
  • 13. • Aumento do tamanho das células, resultando em aumento do tamanho do órgão que ela compõe, em resposta ao aumento da carga de trabalho. • É uma procura de equilíbrio entre a demanda e capacidade funcional da célula. • Célula fica maior devido aumento de organelas e proteínas estruturais, isso acontece em células incapazes de se dividir. Não produzem células novas. HIPERTROFIA
  • 14. HIPERTROFIA • Pode ser fisiológica (útero na gravidez) ou patológica (aumento do coração devido hipertensão). • Mais comum em: músculo estriado cardíaco (sobrecarga hemodinâmica crônica causado pela hipertensão arterial ou valvas deficientes por exemplo) e músculo esqueléticos (musculação).
  • 15. HIPERTROFIA Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças. 9ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016
  • 16. HIPERTROFIA Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças. Ihttps://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Heart_left_ve ntricular_hypertrophy_sa.jpg Ihttps://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Heart_left_ve ntricular_hypertrophy_sa.jpg
  • 17. • Ocorre o crescimento do tecido por aumento do número de células e não apenas do tamanho da célula em si. Estímulos excessivos em sua atividade, levando à mitose celular. • Pode ser fisiológica, ocorre por aumento hormonal para a função celular exigida naquela determinada situação ou patológica que ocorre a proliferação de células maduras induzidas por fatores de crescimento. 1. Fisiológica: • Hiperplasia Hormonal – o hormônio aumenta a proliferação do epitélio glandular da mama na puberdade ou gravidez. • Hiperplasia Compensatória – ocorre quando um tecido é removido ou lesado – se um pedaço do fígado for retirado, as células do órgão começam a aumenta a atividade mitótica, até restaurá-lo ao seu tamanho normal. HIPERPLASIA
  • 18. 1. Fisiológica: • Hiperplasia da Medula Óssea: ⚬ Resposta rápida a deficiência de células sanguíneas completamente diferenciadas. ⚬ Exemplos: ■ Hemorragia aguda. ■ Destruição prematura das hemácias (hemólise). ⚬ Mecanismo: ■ Alças de feedback envolvendo o fator de crescimento eritropoetina são ativadas. ■ Estimula o crescimento de células progenitoras das hemácias. ■ Aumenta a produção de hemácias em até oito vezes. HIPERPLASIA
  • 19. 1. Fisiológica: • Hiperplasia da Medula Óssea: ⚬ Resposta rápida a deficiência de células sanguíneas completamente diferenciadas. ⚬ Exemplos: ■ Hemorragia aguda. ■ Destruição prematura das hemácias (hemólise). ⚬ Mecanismo: ■ Alças de feedback envolvendo o fator de crescimento eritropoetina são ativadas. ■ Estimula o crescimento de células progenitoras das hemácias. ■ Aumenta a produção de hemácias em até oito vezes. HIPERPLASIA
  • 20. HIPERPLASIA 2. Patológica: •Geralmente causada por estimulação hormonal excessiva ou inadequadas dos fatores de crescimento •Hiperplasia patológica é um solo fértil para surgimento posterior de proliferação cancerosa. • Exemplo: Hiperplasia Endometrial: • Induzida por hormônios. • Processo normal: ■ Após a menstruação, ocorre um surto rápido de atividade proliferativa no endométrio. ■ Estimulada por hormônios hipofisários e pelo estrogênio ovariano. ■ Parada pela progesterona cerca de 10 a 14 dias antes do fim do ciclo menstrual.
  • 21. HIPERPLASIA 2. Patológica: ⚬ Desequilíbrio hormonal: ■ Perturbação no equilíbrio entre estrogênio e progesterona. ■ Resulta em aumentos absolutos ou relativos na quantidade de estrogênio. ■ Causa hiperplasia das glândulas endometriais. ⚬ Consequência: ■ Causa comum de sangramento menstrual anormal. • Exemplo: Hiperplasia Nodular Prostática: ⚬ Resposta ao estímulo hormonal androgênico. • Características: ⚬ Anormais, mas controladas. ⚬ Hiperplasia regride se o estímulo hormonal for retirado.
  • 23. ATROFIA Redução do tamanho de um órgão ou tecido resultante da diminuição do tamanho e do número de células. • FISIOLÓGICO = perda de estimulação hormonal na menopausa ou diminuição do tamanho do útero após o parto. • PATOLÓGICO = por desuso, desnervação, isquemia (ex: atrofia senil) Dim. atividade metabólica – dim. síntese de proteína – aum. degradação proteica
  • 24. • Atrofia por desuso: redução da carga de trabalho. • Atrofia por desenervação: a função normal de um músculo esquelético depende de seu suprimento nervoso. • Diminuição do suprimento sanguíneo (isquemia): pode ser consequência de doença oclusiva arterial que acaba causando atrofia tecidual. • Nutrição inadequada: desnutrição protéico-calórica está associada ao uso do músculo esquelético como fonte de energia, após a exaustão das outras fontes de reservas (tecido adiposo). TIPOS DE ATROFIA
  • 25. • Perda da estimulação endócrina: perda da estimulação estrogênica durante a menopausa, nas mamas, útero (endométrio) e ovários, produz uma atrofia fisiológica destes órgãos. • Atrofia senil (envelhecimento): este processo está associado a perda celular, mais visto em tecidos de células permanentes como coração e cérebro. • Por Pressão/Compressão: um tumor benigno crescente pode comprimir o tecido circundante, causando atrofia isquêmica devido a diminuição do suprimento sanguíneo pela pressão realizada pelo tecido em expansão. TIPOS DE ATROFIA
  • 26. ATROFIA Alterações celulares associadas à atrofia: •Diminuição do tamanho da célula e das organelas, reduzindo as necessidades metabólicas para sobrevivência. •No músculo atrófico, há menos mitocôndrias, miofilamentos e menor quantidade de retículo endoplasmático rugoso (RER). •No início, as células e tecidos atróficos têm função diminuída, mas a morte celular é mínima. •A atrofia pode progredir até a morte celular por apoptose, especialmente em órgãos endócrinos após privação hormonal.
  • 27. ATROFIA Mecanismos da Atrofia: Degradação das proteínas celulares: • Ocorre principalmente pela via ubiquitina-proteossomo. • A deficiência de nutrientes e o desuso podem ativar ligases de ubiquitina, marcando proteínas para degradação nos proteossomos. • Essa via também está associada à proteólise acelerada em condições catabólicas, como a caquexia do câncer. Autofagia e atrofia: • A atrofia pode ser acompanhada por aumento da autofagia, identificada pelo número elevado de vacúolos autofágicos. • A autofagia é o processo em que células, privadas de alimento, digerem seus próprios componentes para reduzir a demanda nutricional. • Alguns restos celulares podem resistir à digestão e persistir como corpos residuais limitados por membrana, como os grânulos de lipofuscina que conferem uma coloração acastanhada ao tecido (atrofia parda).
  • 28. ATROFIA Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças. https://fisioterapia22.rssing.com/chan-4389110/all_p26.html https://www.istockphoto.com/br/foto/atrofia- de-pernas-gm186807837-177370 https://www.minhavida.com.br/materia s/materia-13927
  • 29. Alteração reversível por estímulo estressante, no qual um tipo de célula é substituída por outro tipo de célula, mais capaz de suportar o estresse. •Ex.: epitélio respiratório de um fumante – células epiteliais normais colunares e ciliadas da traqueia e brônquios são substituídas por células epiteliais escamosas estratificadas. •Ex: Cálculos nos ductos excretores de glândulas salivares, pâncreas ou vias biliares podem induzir metaplasia escamosa METAPLASIA
  • 30. • Impacto e Consequências: • A metaplasia epitelial mais comum é a colunar para a escamosa (trato respiratório). Estas células escamosa são mais resistentes do que as normais frágeis, porém, se perde mecanismos de proteção (secreção de mucos, cílios que removem materiais particulados). • Se o estímulo estressante persistir por mais tempo, podem predispor a transformação cancerosa no epitélio metaplásico, como o câncer de pulmão • Portanto, a forma mais comum de câncer no trato respiratório é formada de células escamosas. METAPLASIA
  • 31. • Esôfago de Barrett • Metaplasia Escamosa para Colunar, onde o epitélio escamoso do esôfago é substituído por células colunares tipo intestinais devido ao refluxo do ácido gástrico. • Áreas com metaplasia escamosa para colunar podem desenvolver cânceres glandulares (adenocarcinomas). • Metaplasia do Tecido Conjuntivo: • Formação de cartilagem, osso ou tecido adiposo em tecidos que normalmente não os contêm. • Exemplo é a miosite ossificante, onde ocorre a formação de osso no músculo após uma hemorragia intramuscular. • Não é interpretada como resposta adaptativa e pode ser resultado de lesão celular ou tecidual. METAPLASIA
  • 32. METAPLASIA Troca de uma célula adulta por OUTRO tipo de célula adulta. METAPLASIA Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças.
  • 33. METAPLASIA Robbins & Cotran: patologia. Bases patológicas das doenças. Metaplasia do epitélio colunar (à esquerda) para epitélio escamoso (à direita) em um brônquio.
  • 35. Origem das Células Metaplásicas: • A metaplasia não resulta de uma alteração no fenótipo de um tipo celular já diferenciado, mas sim da reprogramação de células-tronco presentes nos tecidos normais ou de células mesenquimais indiferenciadas no tecido conjuntivo. • Em uma alteração metaplásica, essas células precursoras se diferenciam ao longo de um novo caminho. Estímulos para Diferenciação de Células-Tronco: • A diferenciação de células-tronco para uma linhagem particular é provocada por sinais gerados por citocinas, fatores de crescimento e componentes da matriz extracelular no ambiente celular. • Estímulos externos promovem a expressão de genes que direcionam as células para uma via de diferenciação específica. METAPLASIA
  • 36. Papel do Ácido Retinóico na Metaplasia: • A deficiência ou excesso de vitamina A (ácido retinóico) pode causar metaplasia, mostrando uma relação direta entre a desregulação de um fator de transcrição e a metaplasia. • O ácido retinóico regula a transcrição do gene através de receptores retinoides nucleares, influenciando a diferenciação de células progenitoras derivadas de células-tronco teciduais. Outros Mecanismos de Metaplasia: • Ainda não se conhece completamente como outros estímulos externos causam metaplasia, mas é evidente que eles também alteram a atividade dos fatores de transcrição que regulam a diferenciação celular. METAPLASIA