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Adaptações do Crescimento
Celular e Diferenciação
Prof. Esp. Nivaldo Jr.
Adaptações são alterações reversíveis em número, tamanho,
fenótipo, atividade metabólica ou das funções celulares em
resposta às alterações no seu meio.
As adaptações fisiológicas normalmente representam
respostas celulares à estimulação normal pelos hormônios ou
mediadores químicos endógenos.
Adaptações patológicas são respostas ao estresse que
permitem às células modularem sua estrutura e função
escapando, assim, da lesão. Tais adaptações podem ter várias
formas distintas.
Tipos de adaptações
Hipertrofia
Atrofia
Hiperplasia
Metaplasia
1
2
3
4
5 Hipoplasia
Hipertrofia
A hipertrofia é um aumento do tamanho das células que resulta em
aumento do tamanho do órgão, ou seja, não existem células novas,
apenas células maiores, contendo quantidade aumentada de
proteínas estruturais e de organelas. Isso ocorre quando as células
possuem capacidade limitada de se dividir.
A hipertrofia pode ser fisiológica ou patológica e é causada pelo
aumento da demanda funcional ou por fatores de crescimento
ou estimulação hormonal específica.
―Tipos de adaptações
Exemplos de hipertrofias fisiológicas:
– Aumento na demanda funcional, vista na hipertrofia muscular
estriada esquelética, no exercício físico.
– Aumento da mama e do útero, induzido por hormônio, durante
a gravidez.
Exemplos de hipertrofias patológicas:
– Aumento cardíaco que ocorre com hipertensão ou doença
de valva aórtica.
– Hipertrofia do rim na hidronefrose.
Hiperplasia
É caracterizada por aumento do número de células devido à
proliferação de células diferenciadas e substituição por
células-tronco do tecido, ou seja, é uma resposta adaptativa
em células capazes de replicação. Ocorre simultaneamente
com a hipertrofia e sempre em resposta ao mesmo estímulo.
A hiperplasia pode ser fisiológica ou patológica.
Em ambas as situações, a proliferação celular é
estimulada por fatores de crescimento que são
produzidos por vários tipos celulares.
A hiperplasia fisiológica pode ser de 2 tipos:
1- Hormonal: exemplificada pela proliferação do epitélio glandular
da mama feminina na puberdade e durante a gravidez.
2- Compensatória: na qual cresce tecido residual após a remoção
ou perda da porção de um órgão. Por exemplo, quando o fígado é
parcialmente removido, a atividade mitótica das células restantes
inicia-se 12 horas depois, restaurando o fígado ao seu peso
normal.
Hiperplasia patológica é causada, na maioria das vezes, por
estimulação excessiva hormonal ou por fatores do
crescimento.
Como, por exemplo, na hiperplasia endometrial pela ação do
estrogênio.
Atrofia
É caracterizada por diminuição do tamanho da célula, pela perda de
substância celular. Quando um número suficiente de células está
envolvido, todo o tecido ou órgão diminui em tamanho, tornando-se
atrófico. Ressalta-se que, embora as células atróficas tenham sua
função diminuída, elas não estão mortas.
As causas da atrofia podem ser por: diminuição da carga de trabalho,
perda da inervação, diminuição do suprimento sanguíneo, nutrição
inadequada, perda da estimulação endócrina e envelhecimento.
Embora alguns desses estímulos sejam fisiológicos, como a perda da
estimulação hormonal na menopausa, e outros patológicos, como a
desnervação, as alterações celulares fundamentais são idênticas.
Elas representam uma retração da célula para um tamanho menor no
qual a sobrevivência seja ainda possível, então um novo equilíbrio é
adquirido entre o tamanho da célula e a diminuição do suprimento
sanguíneo, da nutrição ou da estimulação trófica.
Os mecanismos da atrofia consistem em uma combinação de síntese
proteica diminuída e degradação proteica aumentada nas células, assim:
– A síntese de proteínas diminui por causa da redução da atividade
metabólica.
– A degradação das proteínas celulares ocorre, principalmente,
pela via ubiquitina-proteossoma.
– E, em muitas situações, a atrofia é acompanhada também pelo
aumento da autofagia, que resulta no aumento do número de
vacúolos autofágicos. A autofagia é o processo no qual a célula
privada de nutrientes digere seus próprios componentes no intuito
de encontrar nutrição e sobreviver.
Metaplasia
É uma alteração reversível na qual um tipo celular adulto, epitelial
ou mesenquimal, é substituído por outro tipo celular adulto. Nesse
tipo de adaptação celular, uma célula sensível a determinado
estresse é substituída por outro tipo celular mais capaz de suportar
o ambiente hostil. Acredita-se que a metaplasia surja por uma
reprogramação de células-tronco que se diferenciam ao longo de
outra via, em vez de uma alteração fenotípica de células já
diferenciadas.
.
A metaplasia pode resultar em redução das funções ou tendência
aumentada para transformação maligna
Exemplo de metaplasia:
-Mudança escamosa que ocorre no epitélio respiratório em fumantes
habituais de cigarros (epitélio ciliado para epitélio escamoso).
Na patologia, um dos indicadores da alteração da diferenciação é
o exame anatomopatológico, em que as células tumorais
predominantes podem ser classificadas de acordo com seu grau de
diferenciação:
– Indiferenciadas ou pouco diferenciadas: células que perderam suas
características de especialização e pouco se parecem com as células
normais do organismo.
– Moderadamente diferenciadas: células que mantém algum grau de
especialização e que têm alguma similaridade com as células
normais do organismo.
– Bem diferenciadas: células que preservam muitas características
de especialização e que têm boa semelhança com as células
normais do organismo.
Hipoplasia
É a diminuição da população celular de um tecido, órgão ou parte do
corpo.
Pode ser fisiológica (e.g.: involução do timo na puberdade e das
gônadas no climatério; dos órgãos no envelhecimento por aumento
da apoptose, etc.), ou patológica (e.g.: anemias hipoplásicas por
hipoplasia da medula óssea, devido aos agentes tóxicos e infecções;
hipoplasias pulmonar ou renal durante a embriogênese; hipoplasia
linfóide na AIDS; hipoplasia do timo nas crianças com doenças
crônicas, desnutridas, etc).

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Adaptações do Crescimento Celular e Diferenciação.pdf

  • 1. Adaptações do Crescimento Celular e Diferenciação Prof. Esp. Nivaldo Jr.
  • 2. Adaptações são alterações reversíveis em número, tamanho, fenótipo, atividade metabólica ou das funções celulares em resposta às alterações no seu meio.
  • 3. As adaptações fisiológicas normalmente representam respostas celulares à estimulação normal pelos hormônios ou mediadores químicos endógenos. Adaptações patológicas são respostas ao estresse que permitem às células modularem sua estrutura e função escapando, assim, da lesão. Tais adaptações podem ter várias formas distintas.
  • 5. Hipertrofia A hipertrofia é um aumento do tamanho das células que resulta em aumento do tamanho do órgão, ou seja, não existem células novas, apenas células maiores, contendo quantidade aumentada de proteínas estruturais e de organelas. Isso ocorre quando as células possuem capacidade limitada de se dividir. A hipertrofia pode ser fisiológica ou patológica e é causada pelo aumento da demanda funcional ou por fatores de crescimento ou estimulação hormonal específica. ―Tipos de adaptações
  • 6. Exemplos de hipertrofias fisiológicas: – Aumento na demanda funcional, vista na hipertrofia muscular estriada esquelética, no exercício físico. – Aumento da mama e do útero, induzido por hormônio, durante a gravidez.
  • 7. Exemplos de hipertrofias patológicas: – Aumento cardíaco que ocorre com hipertensão ou doença de valva aórtica. – Hipertrofia do rim na hidronefrose.
  • 8. Hiperplasia É caracterizada por aumento do número de células devido à proliferação de células diferenciadas e substituição por células-tronco do tecido, ou seja, é uma resposta adaptativa em células capazes de replicação. Ocorre simultaneamente com a hipertrofia e sempre em resposta ao mesmo estímulo.
  • 9. A hiperplasia pode ser fisiológica ou patológica. Em ambas as situações, a proliferação celular é estimulada por fatores de crescimento que são produzidos por vários tipos celulares.
  • 10. A hiperplasia fisiológica pode ser de 2 tipos: 1- Hormonal: exemplificada pela proliferação do epitélio glandular da mama feminina na puberdade e durante a gravidez. 2- Compensatória: na qual cresce tecido residual após a remoção ou perda da porção de um órgão. Por exemplo, quando o fígado é parcialmente removido, a atividade mitótica das células restantes inicia-se 12 horas depois, restaurando o fígado ao seu peso normal.
  • 11. Hiperplasia patológica é causada, na maioria das vezes, por estimulação excessiva hormonal ou por fatores do crescimento. Como, por exemplo, na hiperplasia endometrial pela ação do estrogênio.
  • 12. Atrofia É caracterizada por diminuição do tamanho da célula, pela perda de substância celular. Quando um número suficiente de células está envolvido, todo o tecido ou órgão diminui em tamanho, tornando-se atrófico. Ressalta-se que, embora as células atróficas tenham sua função diminuída, elas não estão mortas.
  • 13. As causas da atrofia podem ser por: diminuição da carga de trabalho, perda da inervação, diminuição do suprimento sanguíneo, nutrição inadequada, perda da estimulação endócrina e envelhecimento. Embora alguns desses estímulos sejam fisiológicos, como a perda da estimulação hormonal na menopausa, e outros patológicos, como a desnervação, as alterações celulares fundamentais são idênticas. Elas representam uma retração da célula para um tamanho menor no qual a sobrevivência seja ainda possível, então um novo equilíbrio é adquirido entre o tamanho da célula e a diminuição do suprimento sanguíneo, da nutrição ou da estimulação trófica.
  • 14. Os mecanismos da atrofia consistem em uma combinação de síntese proteica diminuída e degradação proteica aumentada nas células, assim: – A síntese de proteínas diminui por causa da redução da atividade metabólica. – A degradação das proteínas celulares ocorre, principalmente, pela via ubiquitina-proteossoma. – E, em muitas situações, a atrofia é acompanhada também pelo aumento da autofagia, que resulta no aumento do número de vacúolos autofágicos. A autofagia é o processo no qual a célula privada de nutrientes digere seus próprios componentes no intuito de encontrar nutrição e sobreviver.
  • 15. Metaplasia É uma alteração reversível na qual um tipo celular adulto, epitelial ou mesenquimal, é substituído por outro tipo celular adulto. Nesse tipo de adaptação celular, uma célula sensível a determinado estresse é substituída por outro tipo celular mais capaz de suportar o ambiente hostil. Acredita-se que a metaplasia surja por uma reprogramação de células-tronco que se diferenciam ao longo de outra via, em vez de uma alteração fenotípica de células já diferenciadas. .
  • 16. A metaplasia pode resultar em redução das funções ou tendência aumentada para transformação maligna Exemplo de metaplasia: -Mudança escamosa que ocorre no epitélio respiratório em fumantes habituais de cigarros (epitélio ciliado para epitélio escamoso).
  • 17. Na patologia, um dos indicadores da alteração da diferenciação é o exame anatomopatológico, em que as células tumorais predominantes podem ser classificadas de acordo com seu grau de diferenciação: – Indiferenciadas ou pouco diferenciadas: células que perderam suas características de especialização e pouco se parecem com as células normais do organismo.
  • 18. – Moderadamente diferenciadas: células que mantém algum grau de especialização e que têm alguma similaridade com as células normais do organismo. – Bem diferenciadas: células que preservam muitas características de especialização e que têm boa semelhança com as células normais do organismo.
  • 19. Hipoplasia É a diminuição da população celular de um tecido, órgão ou parte do corpo. Pode ser fisiológica (e.g.: involução do timo na puberdade e das gônadas no climatério; dos órgãos no envelhecimento por aumento da apoptose, etc.), ou patológica (e.g.: anemias hipoplásicas por hipoplasia da medula óssea, devido aos agentes tóxicos e infecções; hipoplasias pulmonar ou renal durante a embriogênese; hipoplasia linfóide na AIDS; hipoplasia do timo nas crianças com doenças crônicas, desnutridas, etc).