2. O que é SAE
Metodologia científica que vem sendo cada vez mais
implementada na prática assistencial conferindo
maior segurança aos pacientes, melhoria da qualidade
da assistência e maior autonomia aos profissionais de
enfermagem.
Sistematização da Assistência de enfermagem
Tanure e Pinheiro
(2010)
4. A implementação da SAE é fundamental por contribuir para a
melhoria da qualidade da assistência de enfermagem (Marques;
Carvalho, 2005), para a caracterização
conhecimentos da profissão (Jesus, 2002)
do
corpo de e
por
trazer
implicações positivas para o paciente e para equipe de
enfermagem (Mendes; Bastos, 2003).
Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) por meio da Resolução
358/2009
Tem preconizado que a assistência de enfermagem
deve ser sistematizada
implantando-se o processo de enfermagem(PE)
Concepção de que a enfermagem como ciência deve estar pautada em
uma ampla estrutura teórica, aplicada à prática por meio do PE
Deve ser guiado Teoria de Enfermagem (tornar mais
operacionalizáveis os resultados da assistência
Almeida, 2004, Farias; Nóbrega, 2000; Tannure; Chianca,2006
5. Santos e Nóbrega (2004)......
Os enfermeiros desejam ampliar a SAE na prática de modo
que produza resultados que possam se mensurados,
permitindo ampliação dos conhecimentos e melhoria da
qualidade da assistência e do registro das informações de
enfermagem.
Favorecer maior contato entre enfermeiros e clientes
vínculo
No entanto..........
6. Existe na prática assistencial a necessidade de se capacitar
enfermeiros de modo que esse contato seja mais efetivo e que as
ações sejam sistematizadas
Precisam cada vez mais de conhecimentos a cerca de :
1. Teorias de enfermagem
2. Processo de enfermagem
3. Semiologia
4.Fisiologia
5. Patologia
+
habilidades necessárias para gerenciarem as
unidades
7. As tentativas de organizar o conhecimento na enfermagem datam da
década de 1950 avanço considerável na construção e na
organização dos modelos teóricos da enfermagem
A partir dos estudos de Horta (1979) no final da década de 1960 que a
atenção dos enfermeiros brasileiros começou a ser direcionada para a
SAE.
Enfatizou-se o planejamento da assistência na tentativa de tornar
autônoma a profissão e de caracterizá-la como ciência, por meio da
implantação da SAE
8. Final da década de 1980 Decreto-Lei 94406/87 (Brasil, 1986)
Regulamenta o exercício profissional da enfermagem no País
Definiu
Atividade privativa do enfermeiro, entre outras, a elaboração da prescrição
de enfermagem maior incorporação da SAE à prática........empenho
para que PE se concretize efetivamente na prática assistencial
Vamos conhecer um
pouco de história???
Enfermage
m
..........
..........
SA
E
9. SAE...
..........
..........
Preocupação da enfermagem com a questão teórica nasce com
Florence Nightingale........afirmava que a enfermagem requeria
conhecimentos distintos daqueles da medicina.
Definiu premissas em que a profissão deveria basear-se,
estabelecendo um conhecimento de enfermagem direcionado
às pessoas, às condições em que elas viviam e em como o
ambiente poderia atuar, positivamente ou não, sobre a saúde
delas. (Nightingale, 1989)
.....Idealizou uma profissão embasada em reflexões e questionamentos, tendo por
objetivo edificá-la sob um arcabouço de conhecimentos científicos diferentes do
modelo biomédico....
Mesmo assim a enfermagem acabou por assumir uma orientação dirigida pelo
imediatismo, baseando-se em práticas, de modo intuitivo e não sistematizado.
Centrando ações mais na doença do que no paciente.
Quase
estagnação da muitas
enfermagem - perdurou por
10. Florence Nightingale foi um marco na enfermagem moderna.
Considerada a primeira teórica de enfermagem a delinear o que
considera a meta de enfermagem e o domínio da prática.
(McEWEN, 2009)
Descreve o papel da enfermeira como pessoa capaz de colocar o
paciente na melhor condição possível para a natureza agir,
facilitando assim as leis da natureza, bem como que a
enfermeira é capaz de facilitar esse processo, alterando o
ambiente interno e externo, para melhor satisfazer as
necessidades do corpo, mente, espírito do paciente.
(King; Gates. 2007)
Ao escrever Notes on Nursing (1859) deixou clara a importância da
observação detalhada dos doentes e do ambiente, bem como o registro dessas
observações para desenvolver o conhecimento sobre os fatores que influenciaram
na promoção da cura.
Vitoriosa ..... Porém as teorias de enfermagem
somente despontaram após a década de 1950
11. .....Enfermagem acostumou-se a depender de
conhecimentos e de conceitos preexistentes que lhe
ditassem o que fazer e como fazer, e na maioria das
vezes não refletiam sobre por que fazer e quando
fazer
? .......
.......
..............
Mas.........
Sob influência de vários fatores (guerras mundiais, movimentos
femininos, desenvolvimentos das ciências e da educação, modificações
socio-econômicas e políticas)
Questionar.....
Status quo da prática de enfermagem e a refletir
sobre ela
12. ....Enfermeiras norte-americanas questionaram e refletiram sobre a situação
profissional a que estavam inseridas ....
Surgiu a consciência da necessidade de as enfermeiras serem mais bem
preparadas, por meio de aprimoramentos da educação em enfermagem, de modo a
alcançar melhoria do cuidado prestado à população.
.....percebeu-se a necessidade de se desenvolver um corpo específico de
organização de conhecimentos sobre a profissão, difundindo-se a preocupação
com o significado da enfermagem e com o seu papel social.
As primeiras atividades de enfermagem incluíram inúmeras funções de outras
áreas profissionais e o foco de atenção das enfermeiras era voltado para medidas
de alívio e de manutenção de um ambiente higiênico (limpo e organizado).
1940... Com o surgimento dos estudos psicossociais nos currículos, o cuidado de
enfermagem começou a ser enfatizado como um processo interpessoal.
1950... Iniciou-se foco da enfermagem na assistência holística
14. Transformações causadas pela segunda guerra mundial fizeram com
que as enfermeiras norte-americanas se organizassem em associações e
iniciassem discussões sobre as necessidades e as dificuldades
relativas à profissão.
Marco na história
Despertou a necessidade de desenvolvimento de um corpo de
conhecimentos específicos e organizados para a enfermagem
...1950 as teóricas Hildegard E. Peplau, Virginia Henderson, Faye Glenn
Abdellah e Dorothea E. Johnson....
Enfocaram papel do enfermeiro
Necessidades dos doentes diagnóstico de enfermagem
≠
diagnóstico
15. ...Década de 60 as teorias de enfermagem procuravam relacionar
fatos e estabelecer as bases para uma ciência de enfermagem
....nova fase da evolução histórica da profissão. Nos EUA verbas
federais foram liberadas para estudos de enfermagem em nível de
doutorado conhecimento da profissão.
Desenvolvimento de diversos modelos conceituais
para retratar ......
conceitos, descrever, explicar, prever o fenômeno,
determinar o
campo mantendo a consonância domínio da
profissão....
Houve busca .....
1. quem era o enfermeiro?
2. quem era a pessoa-alvo do cuidado?
3. quais conceitos deveriam orientar o modelo de assistência de
enfermagem?
4. como poderia torná-los conhecidos para os profissionais, de modo que
pudessem guiar a prática clínica mantendo a consonância com as
16. ....Na segunda metade dos anos 1960 – Wanda de Aguiar Horta
Primeira enfermeira brasileira a abordar teoria em campo
profissional
Embasou-se na teoria da motivação humana de Abarham Maslow e
na teoria de João Mohana para elaborar a Teoria da Necessidade
Humanas Básicas (NHB)
NHB
...........................
.....................
Surge no Brasil uma nova visão da Enfermagem (Horta, 1979)
Leopardi (1990) afirma que as teorias são tão importantes para a assistência profissional
quanto:
1. técnica
2. comunicação
3. interação
Guia do contexto assistencial
17. O uso das teorias de enfermagem oferece
estrutura e organização ao
conhecimento da enfermagem,
proporciona um meio sistemático de
coletar dados para se descrever, explicar
e prever prática, promover a prática
relacional e sistemática, torna a prática
direcionada para metas, resultados,
determina a finalidade da prática de
enfermagem e promove um cuidado
coordenado e menos fragmentado.
(Mcewen, 2009)
18. Estruturação das Teorias de Enfermagem
Conjunto de afirmações sistemáticas, relacionadas com questões importantes de
uma disciplina que são comunicadas de modo coerente. (Meleis, 2007)
Uma teoria sugere uma direção de como ver fatos ou eventos. (Hickman, 2000)
De modo que se
responsabilizá-los
possa
pelos
serem
pacientes,
cuidados a
prestados aos
não mais executados de
maneira empírica.
19. Componentes das teorias de
enfermagem
Contexto Conteúdo Processo
Ambiente em que
ocorre a assistência
de enfermagem
O assunto da teoria Método pelo qual a
enfermagem atua
+
elementos fundamentais que representam o
conteúdo da disciplina
Enfermagem Saúde
Pessoa Ambiente
Metaparadigma da
enfermagem
20. Metaparadígma
Ilustra
1. Qual é o público receptor dos cuidados de
enfermagem
2. Qual a finalidade da assistência de
enfermagem (saúde)
3. Em qual ambiente essa assistência é prestada
4. Como ela deve ser prestada
(papel do Enfermeiro)
21. Segundo Hickman (2000) as teorias são classificadas
em quatro níveis de acordo com sua finalidade
Nível I- Isolamento de fatores : Ex Enfermeiro descreve aparecimento
de hiperemia na região sacral do paciente
Nível II – Relacionamento de fatores: Ex. Enfermeiro associa a hiperemia
aos fatos de o paciente estar acamado, ser obeso e estar fazendo uso de
fármacos vasoativos.
Nível III – Relacionamento de situações (preditivas) Ex. Enfermeiro
prevê que é necessária uma intervenção rápida para que haja a regressão
dessa hiperemia; caso contrário a evolução será prejudicial ao paciente.
Nível IV – Produtora de situações (prescritiva). Ex. O Enfermeiro atua
prescrevendo ações para a minimizar a evolução dessa lesão, entre elas
mudança de decúbito, uso de colchão especial, hidratação da pele...
22. Escolha de uma teoria
1. Precisa conhecer a realidade do setor que trabalha
2. Perfil dos enfermeiros dessa unidade
3. Clientela atendida
Enfermeiro de ESF
4. Deve sistematizar a assistência utilizando marco conceitual
uma teoria que conceitue pessoa como o indivíduo,
a família e/ou comunidade
5. Que conceitue ambiente em que a pessoa vive
6. Que conceitue saúde de acordo com as diretrizes do
Programa de Saúde da Família
7. Que conceitue Enfermeiro como um agente de promoção da
saúde
24. Vantagens de estabelecer SAE na prática são incontestáveis
Estudos sobre SAE no Brasil só se
destacaram no final dos anos de 1980
quando o decreto-Lei 94496/87 que
regulamenta o exercício de enfermagem
no país, definiu como atividade privativa
do enfermeiro, dentre outras, a
elaboração da prescrição de
enfermagem (Brasil, 1986)
25. Nóbrega e Silva (2009) questionaram:
Como o enfermeiro realiza consulta sem
seguir um método científico?
Como prescrever sem antes coletar dados
e diagnosticar problemas ou
necessidades específicas do paciente?
?
26. Para prescrever precisa nortear suas ações pelos
diagnósticos das necessidades de saúde, das condições de bem-
estar e das condições que possam vir a comprometer
o
paciente.
Diagnóstico de Enfermagem (DE)
A coleta de dados que levará aos DE deverá ser
direcionada por uma teoria de enfermagem
Modelo Médico
27. Atualmente
Implantação das Teorias de Enfermagem na
ução
prática tem sido uma constante
Após a divulgação da Resolução 272/200
COFEN, atualmente revogada pela Resol
358/2009
Determina que a implantação da SAE seja
incumbência privativa do enfermeiro e
ressalta a importância e obrigatoriedade
da sua implantação.
Obrigatório 2 do
28. Na resolução apresenta o método científico que deve ser
utilizado para a SAE
Processo de Enfermagem (PE)
PE é um método que favorece a prestação do cuidado de modo
organizado.
Compreende etapas que devem ser previamente estabelecidas:
1.Coleta de dados
2.Diagnóstico
3.Planejamento
4.Implementação do cuidado de enfermagem
5.Avaliação dos resultados obtidos.
29. Segunda metade dos anos 1960 Wanda de Aguiar Horta
com base em sua teoria apresentou um modelo de processo
de enfermagem com os passos:
1. Histórico de enfermagem
2. Diagnóstico de enfermagem
3. Plano assistencial
4. Plano de cuidados ou prescrição de enfermagem
5. Evolução
6. Prognóstico de Enfermagem
30. Investigação
Diagnóstico
Planejamento
Implementação
Avaliação
• Diagnosticar problemas reais
• Prever problemas potenciais
• Identificar potencialidades
• Avaliar prontidão para agir
• Intervir
• Reavaliar
• Modificar se indicado
• Avaliar atual estado de saúde
• Avaliar a exatidão do diagnóstico
• Avaliar a apropriação das metas
• Determinar o alcance das metas
• Identificar os fatores que promoveram
ou impediram o alcance das metas
31. Processo
de
Enfermagem
A implantação do Processo de Enfermagem
associada a uma teoria, pode culminar
numa assistência mais efetiva, com
condições de participação do paciente no
planejamento do cuidado.
Carraro, 2001
32. Aspectos Legais
Resolução do COFEN – 272/2002 – determina ao enfermeiro
privativamente (COFEN, 2009)
Artigo 1º - a implantação, planejamento, organização, execução e
avaliação do processo de enfermagem
Além disso cita que:
Artigo 2º - a implementação da SAE deve ocorrer em toda instituição
da saúde pública e privada.
Artigo 3º - a SAE deve ser registrada formalmente no prontuário do
paciente/cliente/usuário
LEI
1. O que deve ser feito
2. Por que deve ser feito
3. Por quem deve ser feito
4. Como deve ser feito
5. Com que deve ser feito
6. Para que deve ser feito
33. Resolução 272/2004 Dispõe sobre a
Sistematização da Assistência de
Enfermagem - SAE - nas instituições de
saúde brasileiras.
34. CONSIDERANDO a institucionalização da SAE como prática de
um processo de trabalho adequado às necessidades da
comunidade e como modelo assistencial a ser aplicado em todas
as áreas de assistência à saúde pelo enfermeiro;
CONSIDERANDO que a implementação da SAE constitui,
efetivamente, melhora na qualidade da Assistência de
Enfermagem;
CONSIDERANDO os estudos elaborados pela CTA/Cofen, nos
autos do PAD-Cofen Nº 48/97;
35. Artigo 4º Os Corens, em suas respectivas jurisdições,
deverão promover encontros, seminários, eventos, para
subsidiar técnica e cientificamente os profissionais de
da
Enfermagem, na implementação da Sistematização
Assistência de Enfermagem - SAE;
Artigo 5º É de responsabilidade dos
Corens, em suas respectivas jurisdições, zelar pelo
cumprimento desta norma.
Artigo 6º Os casos omissos, serão resolvidos pelo
Cofen.
Artigo 7º A presente resolução entra em vigor na data de
sua publicação, revogando disposições em contrário.
36. Artigo 2º A
Sistematização da Assistência
implementação da
de
Enfermagem - SAE - deve ocorrer em
toda instituição da saúde, pública e
privada.
37. R E S O L V E:
Art. 1º Ao Enfermeiro incumbe:
I - Privativamente: A implantação, planejamento,
organização, execução e avaliação do processo
de enfermagem, que compreende as seguintes
etapas:
38. . Histórico de enfermagem
• Exame Físico
• Diagnóstico de Enfermagem
• Prescrição da Assistência de Enfermagem
• Evolução da Assistência de Enfermagem
• Relatório de Enfermagem
Parágrafo único: Nos casos de Assistência Domiciliar - HOME
CARE - este prontuário deverá permanecer junto ao
paciente/cliente/usuário assistido, objetivando otimizar o andamento
do processo, bem como atender o disposto no Código de Defesa do
Consumidor.
39. O conhecimento na enfermagem:
padrões de conhecimento e importância no cuidar
Conhecimento na
enfermagem
Silencioso
Modelo biomédico = teoria
de escolha do cuidar em
enfermagem
23/11/2010 39
40. Wanda Horta – 1971
“GENTE QUE CUIDA DE GENTE”
Experiências próximas
Aquelas que são naturalmente
utilizadas, sem esforço, para definir
aquilo que seus semelhantes vêem,
sentem, pensam e imaginam que ele
próprio entenderia facilmente se
outros o utilizassem da mesma
maneira
Experiências
distantes
Aquela onde
especialistas
de qualquer tipo
utilizam
para levar a cabo seus
objetivos científicos,
filosóficos e/ou práticos
TEORIAS
Geertz - 1999
Soluções para problemas (processo
cuidativo) relacionados ao paciente /
família / comunidade
PRÁTICA
23/11/2010 40
41. PROCESSO DE ENFERMAGEM
•Instrumento que provê um guia
sistematizado para o desenvolvimento de
um estilo de pensamento que direciona
os julgamentos clínicos necessários para
o cuidado de enfermagem.
Processo de
enfermagem
Instrumento
Uso adequado
ou não
23/11/2010 41
42. Se usado
adequadamente
Ajuda o enfermeiro a
desenvolver um estilo de
pensamento
Norteiam os
julgamentos clínicos
necessários aos
cuidados de
enfermagem
Prevê que a assistência de
enfermagem seja pautada na
avaliação do paciente
Exige atividade
intelectual do enfermeiro
Fornece dados para o
diagnóstico
Diagnósticos
direcionam a definição de metas a serem
alcançadas
23/11/2010 42
43. SISTEMA DE ASSISTÊNCIA DE
ENFERMAGEM
Histórico de
enfermagem
Evolução
enfermagem
Prescrição de
enfermagem
Indivíduo
Família
Comunidade
Diagnóstico de
enfermagem
23/11/2010 43
44. • Demanda raciocínio
e utilização do saber,
do fazer e dos dados
do paciente
Que se transformam em
ações sob a coordenação
do profissional de saúde
(enfermeiro, obstetriz,
gerontólogo e outros)
POR QUE UTILIZAR A
SAE?????
23/11/2010 44
45. Consulta de Enfermagem:
1. histórico (entrevista)
2. Exame físico
3. Diagnóstico
4. Prescrição
5. Evolução de enfermagem.
46. 1- Investigação ou Histórico de Enfermagem:
primeiro passo para determinar o estado de saúde do paciente.
Consiste em uma coleta de dados contínua, planejada e
sistemática de informações, por meio de um roteiro para
levantamento de dados de um indivíduo, família ou
comunidade sobre o estado de saúde, a fim de monitorar
evidências de problemas de saúde e fatores de risco que
possam contribuir para os problemas de saúde.
47. 1. Percepção do paciente
2. Percepção de um problema de saúde
3. Observação da família
4. Observação do enfermeiro
5. Observação do relato de outros membros da equipe de saúde
6. Observação de registros dos prontuários dos pacientes
(exames laboratoriais, de imagem, terapêutica proposta
Devem ser completas, precisas e concisas
48. Dados devem ser compostos por entrevista , exame físico e
dados do prontuário
Durante a entrevista o enfermeiro tem oportunidade de:
1. Apresentar-se ao paciente, explicar seu papel e o de outras pessoas
durante a assistência;
2. Estabelecer uma noção da assistência ao paciente como indivíduo;
3. Estabelecer uma relação terapêutica com o paciente;
4. Determinar os objetivos e expectativas do paciente em relação ao
sistema de cuidado da saúde
5. Obter dicas sobre que partes da fase de coleta de dados exigem
investigação profunda adicional
50. Profª Drª Rosemeire Sartori de Albuquerque
Critérios
Permitem definir o que se quer chamar de qualidade
Embasam a avaliação
Qualidade = ausência de defeitos
OMS= saúde não se restringe a ausência de doença, pois devem
ser levados em conta diversos outros fatores biopsicossociais
(emprego, salário, hereditariedade.
Constituição brasileira (1988) introduz noção de direito à saúde,
mas amplo que o direito a assistência à saúde ou o acesso aos
serviços.
Qualidade de vida
51. Profª Drª Rosemeire Sartori de Albuquerque
Subjetividade está necessariamente presente na
tomada de decisões relacionadas à seleção das
fontes de critérios
3 atores cujos critérios deveriam ser
muito
que
é
importantes
qualidade
na definição
do em
saúde ou
assistência em saúde
1. Cidadãos (usuários diretos dos serviços ou não)
2. Técnicos envolvidos com a prestação de ações
assistenciais ou voltadas à saúde/qualidade de vida
3. Tomadores de decisões (administradores ocupados com a
alocação de recursos, políticos envolvidos com definições
de prioridades....)
52. Profª Drª Rosemeire Sartori de Albuquerque
Saúde
Pessoas cuidando de pessoas
Influências de variações naturais dos indivíduos
Cuidadores
Cuidados
Definir o que é aceitável e o que não é
53. Profª Drª Rosemeire Sartori de Albuquerque
Mau humor entre
suas
....Natural
indivíduos em
relações sociais.....
quando se trata de
prestar assistência aos
que procuram serviços
Inadmissível
54. Carga horária
Quantidade de trabalho
Disponibilidade de
recursos
Cuidados com......
+ Treinamento e supervisão
55. Profª Drª Rosemeire Sartori de Albuquerque
Instrumentos Básicos de Enfermagem
Comunicação
Observação
Criatividade
Trabalho em Equipe
Destreza manual
habilidade psicomotora
Sistematização da Assistência de Enfermagem - SAE
Método Científico
Observação
58. INSTRUMENTOS BÁSICOS
DE ENFERMAGEM
OBSERVAÇÃO
AÇÃO DE
OBSERVAR
EFEITO DE
OBSERVAR
OLHAR
COM
ATENÇÃO
É O PODER
DE VER,
NOTAR E
PERCEBER
EXAMINAR
CONTEMPLAR
ATRAVÉS DA
ATENÇÃO
DIRIGIDA
Profª Rosemeire Sartori de alb
59. FLORENCE NIGHTINGALE
“Sem o costume de observar de
maneira rápida e atilada,
nós, enfermeiros, seremos
inúteis, mesmo com toda
nossa
abnegação”
1o passo para os cuidados de enfermagem
Profª Rosemeire Sartori de alb
60. OBSERVAÇÃO
TIPOS:
1 Meios utilizados: sistemática
e assistemática
2 Participação do observador:
participante, não participante
3Número de observadores:
individual e em equipe
4 Lugar onde se realiza:
vida real e laboratório
Profª Rosemeire Sartori de alb
61. • Observações assistemática ou não
estruturada: são aquelas que realizamos
espontaneamente, sem utilizarmos meios
técnicos especiais, roteiros ou perguntas
específicas.
• Observação sistemática, estruturada ou
planejada: é aquela que fazemos para
responder a propósitos preestabelecidos,
ou seja, sabemos de antemão o quê, como e
quando vamos observar.
Meios utilizados
Profª Rosemeire Sartori de alb
62. Participação do Observador
• Não-Participante: o observador é um
espectador. O observador toma contato
com a realidade a ser observada, mas não
se integra a ela , não participa.
• Participante: é aquela que acontece quando
o observador, propositadamente ou não,
integra-se ao grupo ou ao contexto que
está observando
Profª Rosemeire Sartori de alb
63. Número de Observadores
• Observação individual: a observação
individual é aquela feita por uma única
pessoa.
• Observação em equipe: é utilizado quando
nos referimos à observação feita por
diversas pessoas e cada qual observa um
aspecto da mesma situação
Profª Rosemeire Sartori de alb
64. Lugar onde se realiza
• Observação na vida real: quando a
observação é registrada no momento em
que ocorre, denomina-se observação na vida
real.
• Observação em laboratório: é aquela
realizada dentro de condições
estabelecidas, onde os fatores que podem
interferir na ocorrência de um fato ou
fenômeno são controlados.
Profª Rosemeire Sartori de alb
65. Estarmos frente a um
fenômeno que sempre
vemos ou encontramos não
assegura que este seja
conhecido. Ou seja, estar
habituado a um fato não
implica que conheçamos
todos os seus aspéctos.
66. • Observamos o mundo através de todos os
órgãos dos sentidos: olfato, audição,
gustação,visão e tato;
• Nossas percepções podem sofrer
influências de experiências, expectativas,
motivações e emoções podendo alterar o
resultado de nossas observações;
• Observar em enfermagem implica a
percepção de estímulos externos e internos
captados através dos órgãos dos sentidos.
OBSERVAÇÃO
Profª Rosemeire Sartori de alb
67. Percepção e
Observação
Confirmar idéias preconcebidas????
Perceber = ato de captar sentimentos subjetivos + receber
informações externar e internas ao indivíduo através dos
órgãos dos sentidos – interpretá-las.
Mudamos nossos sentimentos de acordo com a
percepção afetiva
Paciente -cliente
68. Sexto Sentido
Estado de alerta? - algo está fora do padrão normal!
Sobrenatural??
Teoria de gestalt - Ciência do ser humano unitário
“Martha Rogers”
“... O todo é muito mais do que a soma de duas partes”
Arranjar o todo harmoniosamente - ...aquilo que destoa da
hamonia do todo gera no observador uma sensação de
incômodo.
70. UTILIZAÇÃO:
• formarmos opiniões a respeito de
situações e pessoas;
• tomada de decisões;
• prever acontecimentos;
• avaliar necessidades, emoções e
motivações de outras pessoas.
OBSERVAÇÃO
Profª Rosemeire Sartori de alb
72. HABILIDADE DE OBSERVAR
“ A OBSERVAÇÃO É SUSCETÍVEL A ERRO”
• SABER O QUE PROCURA;
• CONCENTRAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS ÓRGÃOS
DOS SENTIDOS;
• CONHECIMENTO DO OBSERVADOR;
• ESTAR ATENTO A DETALHES;
• EVITAR POSTURA TENDENCIOSA
Profª Rosemeire Sartori de alb
73. Observação na AE
“A partir da observação treinada e
sistematizada que o profissional da
área de enfermagem coletará dados
que lhe permitirão chegar a um
diagnóstico da situação que se
apresentar à sua frente. Assim,
poderá escolher qual o método mais
adequado que deverá utilizar,
objetivando resultados positivos na
arte da ciência do cuidar “.
Profª Rosemeire Sartori de alb
74. PORTO,
1999
“ só se acha o
que se
procura e só se
procura
o que se
conhece”
Profª Rosemeire Sartori de alb
79. após ter
Enfermeiro
colhidos
no
histórico e exame
analisado os dados
físico,
identificará os problemas de enfermagem, as
necessidades básicas afetadas e
dependência, fazendo julgamento
grau
de
clínico
sobre as respostas do indivíduo, da família e
comunidade, aos problemas, processos de
vida vigentes ou potenciais.
2. Diagnóstico de Enfermagem:
80. Padrão da terminologia em enfermagem
Desde séc. XX tentativas foram realizadas de adoção de padrões de
terminologia na enfermagem, como classificação dos problemas de
enfermagem
1950 Abdellah descreveu 21 problemas e os objetivos terapêuticos de
enfermagem, tendo como foco as necessidades dos clientes e os problemas
de enfermagem.
1953 Vera Fry – identificou cinco áreas de necessidades do cliente, que
consideram o domínio da enfermagem e o foco para os diagnósticos de
enfermagem.
1966 Henderson identificou lista de 14 necessidades humanas básicas,
tendo como objetivo descrever os cuidados de que qualquer pessoa
necessita, independentemente do diagnostico e do tratamento médico
81. Atualmente , organizações de enfermagem por todo o mundo tem
reforçado a necessidade de um padrão de terminologia em enfermagem
para descrever, comparar, comunicar os cuidados de enfermagem (OPAS,
2001)
Uma terminologia padronizada constitui conteúdos normatizados que
incluem os termos que representam de forma consistente os
diagnósticos, intervenções e resultados de enfermagem esperados e que
estão ao alcance da prática da enfermagem.
Incluem normas de segurança e confidencialidade (Westra, 2008)
No Brasil foi introduzida por Wanda de
Aguiar Horta 1960
82. Alguns sistemas de classificação
1. Diagnóstico de Enfermagem (North American Nursing Diagnosis
Association - NANDA )
2. Classificação das Intervenções de Enfermagem ( Nursing
|Interventions Classification – NIC)
3.Classificação de resultados de Enfermagem ( Nursing
Outcomes Classification – NOC)
4. Classificação Internacional para a prática de Enfermagem -
CIPE
83. Grupo de Norte
Americana de Diagnósticos
de Classificação de
Diagnósticos de Norte
de
Americanas
-
Associação –
North
American Nursing Diagnoses Association
–
Enfermagem
Enfermagem
NANDA.
2002 – denominada NANDA Internacional (I)
A primeira publicação da NANDA foi a Taxonomia I e em 2001 houve a
publicação de uma nova estrutura de classificação dos diagnósticos
denominada Taxonomia II que é atualizada bianualmente
Traduzida em 17 idiomas (33 países)
84. Taxonomia II divide-se em três níveis :
Domínios: esfera de estudo ou interesse.
Classes: divisão de pessoas por qualidade, grau ou
categoria
Diagnósticos de Enfermagem: julgamento
clínico sobre as respostas dos indivíduos, famílias ou
comunidade a problemas de saúde potenciais
86. Diagnóstico de
enfermagem PROCESSO DE
ENFERMAGEM
Inferências
Ex: integridade de pele
prejudicada
É por isso definido, também,
como processo de julgamento
clínico
Habilidades mentais
Observação
23/11/2010
86
87. ESTRUTURA DO DIAGNÓSTICO DE
ENFERMAGEM
O enunciado completo de um diagnóstico contém o
título (nome, rótulo) do mesmo, um conjunto de
características definidoras e um ou mais fatores
relacionados
ELEMENTOS CONTEÚDO EXEMPLO
Título Expressão sucinta que
designa qual é a
resposta da pessoa
Excesso de volume de
líquidos
Características
definidoras
Conjunto de sinais e
sintomas
(indicadores)que
sustentam a firmação de
qua resposta expressa
no título está presente
-Queixa de falta de ar;
-Estertores;
-Ganho de peso;
-Edema;
-Balanço hídrico positivo
Fatores relacionados Fator do ambiente,
pessoa ou integração de
ambos que favorecem a
ocorrência da resposta
Ingestão inadvertida de
alimentos com alto
conteúdo de sódio
Diagnóstico:
excesso de volume
de líquidos
87
88. Frente a esses saberes, deve-se sempre
ser perguntado:
• Eu sei o que estou fazendo?
• Eu faço o que eu sei que devo fazer?
• O que é isso?
• Como isso funciona?
• Isso é certo?
• Isso é responsável?
• O que isso significa?
• Quão significativo isso é?
23/11/2010 88
89. Diagnóstico de Enfermagem e a Taxonomia II da North
American Nursing Diagnosis Association - NANDA
Descrevem conjunto de sinais e sintomas que indicam um
problema de saúde real ou potencial, que pode ser
identificado e solucionado pelo enfermeiro.
Uma linguagem comum na
enfermagem pode refletir em
melhoria na documentação
da assistência.
90. Eixo do Sistema Multiaxial da Taxonomia II da
NANDA
Eixo 1 Conceito diagnostico
Eixo 2 Sujeito do diagnóstico (indivíduo, família, comunidade)
Eixo 3 Julgamento (prejudicado, ineficaz)
Eixo 4 Localização (regiões do corpo)
Eixo 5 Idade (neonato, idoso)
Eixo 6 Tempo (agudo, crônico, contínuo, intermitente)
Eixo 7 Situação do diagnostico (risco, real de bem-estar, de promoção da
saúde
13 domínios, 47 classes e 187 diagnósticos
91. Domínios Classes
1. Promoção da saúde Consciência da saúde, controle da saúde
2. Nutrição Ingestão, digestão, absorção, metabolismos, hidratação
3. Eliminação/ troca Sistema urinário, gastrointestinal, tegumentar e
respiratório
4. Atividade/repouso Sono/repouso, atividade/exercício, equilíbrio de
energia, respostas cardiovasculares,/pulmonares,
autocuidado
5. Percepção/cognição Atenção, orientação, sensação/percepção, cognição,
comunicação
6. Autopercepção Autoconceito, autoestima, imagem corporal
7. Relacionamentos de
papel
Papeis de cuidador, relações familiares, desempenho de
papel
92. Domínios Classes
8. Sexualidade Identidade sexual, função sexual, reprodução
9.
Enfrentamento/tolerância
ao estresse
Respostas pós traumáticas, respostas de
enfrentamentos, estresse neurocomportamental
10. Princípios de vida Valores, crenças, coerências entre valor/crença/ação
11. Segurança/proteção Infecção, lesão física, violência, riscos ambientais,
processos defensivos, termorregulação
12. Conforto Conforto físico, conforto ambiental, conforto social
13. Crescimento e
desenvolvimento
Crescimento, desenvolvimento
93. Estrutura de um diagnóstico de Enfermagem
1.Identificação das características definidoras
2.História e evolução de fatores relacionados
3.Escolha do título do diagnostico
94. Características Definidoras
São sinais, sintomas, ou manifestações de indivíduos, famílias e
comunidades que podem ser descritas como “evidenciadas por” ou
“caracterizadas por”
Diagnóstico de enfermagem real: julgamento clínico apoiado por
c
c
aracterísticas definidoras (dor aguda relacionada a incisão cirúrgica
aracterizada por relato verbal e expressão facial de dor.
iagnostico de enfermagem de promoção da saúde: julgamento clínico d
otivação e do desejo de aumentar seu bem estar
iagnóstico de enfermagem de risco: descreve respostas humanas às
Os diagnósticos de enfermagem derivam de um
D agrupamento de características definidoras, a presença
a m de apenas uma delas é insuficiente para definição de
Dum diagnóstico
condições de saúde que podem desenvolver
Diagnostico de enfermagem de bem estar: descreve respostas humanas
a nível de bem-estar com disposição para aumento e melhora
96. Exemplo de característica definidoras:
Integridade tissular prejudicada relacionada
física e circulação alterada evidenciada
a imob
por
ilização
feridas
com
troc
an
área de solapamento
(8cm)
térica direita
na região
Capacidade adaptativa intracraniana diminuída
relacionada a lesões cerebrais evidenciadas por PIC
(pressão intra-craniana) de 25mmHg, PPC
(pressão de perfusão cerebral ) de 55mmHg
97. Fatores de Risco
Fatores ambientais e elementos fisiológicos, psicológicos,
genéticos ou químicos que aumentam a vulnerabilidade de
um indivíduo, de uma família ou de uma comunidade a um
evento insalubre.
Risco de infecção relacionado a procedimentos invasivos
(sonda vesical de demora, tubo endotraqueal, acesso
venoso central em subclávia direita)
Risco de integridade de pele prejudicada relacionado a
imobilização física, idade avançada e proeminência
ósseas.
98. Título do diagnóstico
Estabelece descrição clara e precisa; delineia o significado do
problema e ajuda a diferenciá-lo de diagnósticos parecidos.
Deve refletir a combinação
Características
definidoras
Mínimo duas
Fatores
relacionados
99. Título do diagnostico: padrão respiratório ineficaz
Conceito: inspiração e/ou expiração que não proporciona
ventilação adequada
Título diagnóstico: amamentação interrompida
Conceito: quebra na continuidade do processo de
amamentação de incapacidade ou de não ser aconselhável
colocar a criança no peito para mamar.
Título diagnóstico: risco de aspiração
Conceito: estar em risco de entrada de secreções
gastrintestinais, secreções orofaríngeas, sólidos ou fluidos
nas vias traqueobrônquicas.
100. Como redigir um diagnóstico
Diagnóstico de enfermagem real
problema
Fator relacionado
Características
definidoras
Diagnóstico de enfermagem de risco
Fator relacionado
de risco
+
+
+
101. Como redigir um diagnóstico
Diagnóstico de enfermagem de
Promoção de Saúde
Diagnóstico de enfermagem de
Bem-estar
Julgamento
clínico e desejo de
aumentar o bem
estar
Características
definidoras
Respostas humanas de
bem -estar
Características
definidoras
+
+
102. Exemplos de Diagnósticos de enfermagem
Diagnósticos
reais ou atuais
Diagnósticos de
riscos ou potenciais
Diagnósticos de
bem- estar
a
e
ferida com
Integridade
tissular
prejudicada,
relacionada
mobilização
física
circulação
alterada,
evidenciada
por
á
r
e
a
de solapamento
(8cm) na região
trocantérica
direita
Risco para integridade
da pele
relacionada
prejudicada
à
imobilização física e
circulação alterada
Comportamento de
busca de saúde
relacionado a auto
estima elevada,
evidenciado por
desejo expresso
de buscar um nível
mais alto de bem
estar
103. Dicas importantes.......
O título do diagnostico, assim como a definição, será fornecido pela
NANDA, e sempre deve ser escrito na íntegra, conforme
encontrado nessa taxonomia
Em cada diagnóstico de enfermagem só pode haver um título
diagnóstico
Risco de integridade da pele prejudicada relacionada ao
débito cardíaco diminuído
Dois títulos diagnósticos em um mesmo diagnóstico de
enfermagem
104. Dicas importantes......
Para escrever os diagnósticos devem-se usas as seguintes
expressões
Relacionado a ou associado a para ligar o fator ao título
Caracterizada por ou evidenciada por para ligar a
característica definidora ao fator de risco
105. Como encontrar os títulos diagnósticos na NANDA
Composta por Domínios e em cada um encontram-se classes, inseridos
nessas classes estão os títulos diagnósticos
Pós identificar as características definidoras do cliente e separá-lo por
necessidades orgânicas encontre o domínio referente a elas e nele a
classe mais adequada e em seguida o título diagnostico mais adequado
a essa classe
Domínio nutrição
Classe digestão Classe ingestão Classe absorção
Título
Padrão ineficaz
de alimentação
do lactente
Hidratação
desequilibra
da mais que
as
necessidades
corporais
Nutrição
desequilibrada
, menos do
que as
necessidades
corporais
Deglutição
prejudicada
Risco de
nutrição
desequilibrada
mais do que as
necessidades
corporais
106. Os títulos estão listados em ordem alfabética e na
margem da taxonomia estão as letras do alfabeto
devidamente identificadas
Procurar os títulos diagnósticos de risco e déficit nas
palavras subsequentes e não nas letra R e D.
Risco de infecção: listado na letra I, não na letra
R Risco de aspiração: listado na letra A, não na R
Déficit no autocuidado para alimentação: está na letra A, não na letra D
Déficit no auto cuidado para banho/higiene: visto na letra A, não na letra
D
107. Diagnóstico
de
enfermagem
Nome:
item DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM:
CARACTERÍSTICAS DEFINIDORAS -
FATORES RELACIONADOS - FATORES DE
RISCO
Dia
Hora
1 ANSIEDADE: Assustada, preocupada,
nervosa, ansiosa, incerteza, irritabilidade,
tensão facial, tremor das mãos- ameaça a
função do papel ao estado de saúde, ameaça
de morte, estresse.
2 DOR AGUDA: Gestos protetores e
evidência observada de dor - episiotomia,
incisão cirúrgica, contração uterina, papila
mamária, mamas, outros:
3 RISCO PARA
INFECÇÃO
MATERNA/FETAL: bolsa
rota espontânea, ruptura alta, artificial às
do dia / / ,
abortamento incompleto ou auto-
induzido, sorologias positivas para
EVOLUÇÃO: P= PRESENTE; ME=MELHORADO; PI=PIORADO; I=INALTERADO; R=RESOLVIDO DI: DIAS DE
INTERNAÇÃO
108. Diagnóstico
de
enfermagem
Nome:
item DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM: CARACTERÍSTICAS
DEFINIDORAS -
FATORES RELACIONADOS - FATORES DE RISCO
Dia
Hora
4 RISCO PARA LESÃO
( ) MATERNA: Necessidade de induzir o
parto com ocitocina/misoprostol por motivos
médicos - Hiperestimulação, atonia, DPP,
infecção.
( ) FETAL : Insuficiência
uteroplacentária, infecção.
5 RISCO PARA TRABALHO DE PARTO E
NASCIMENTO PREMATURO: Contrações
uterinas antes da 37ª semana de gestação em
um intervalo menor que 10 minutos, dilatação
e esvaecimento da cérvix - Ruptura das
membranas, infecção materna.
6 MOBILIDADE FÍSICA PREJUDICADA:
Limitação em se mover, desconforto e
109. 3- Planejamento da Assistência
Plano de ações para se alcançarem
resultados em relação a um diagnóstico de
enfermagem. (Bachion,2002)
1. Promover comunicação entre os cuidadores
2. Direcionar o cuidado e a documentação
3. Criar registro que possa ser utilizado em avaliações,
pesquisas, e
processos legais
4. Fornecer a documentação das necessidades de atendimento de
saúde com a finalidade de retorno financeiro
110. Enfermagem e sua equipe determinam quais problemas ou
necessidades são urgentes e precisam de atendimento imediato e
aqueles cujo atendimento poderá ser a médio e longo prazo.
Problemas urgentes = interferem na estabilidade do cliente
levando-o a risco de morte
Os resultados esperados elaborados por meio das prescrições tornam-se
indicadores do sucesso no plano estabelecido
111. é o conjunto de medidas decididas pelo Enfermeiro, que
direciona e coordena a assistência de Enfermagem ao
paciente de forma individualizada e contínua, objetivando a
prevenção, promoção, proteção, recuperação e manutenção
COFEN (2008)
4. Implementação
Prescrição de Enfermagem
Classificação da intervenções de
enfermagem – NIC- NOC
NIC foi criada pela necessidade da classificação das intervenções
de enfermagem para padronizar a linguagem usadas pelos
enfermeiros
113. PRESCRIÇÃO DE
ENFERMAGEM
Nesta etapa o enfermeiro decide acerca das condutas
a serem implementadas
Assistência
individualizada
Qualidade do
atendimento
113
114. Normas para execução da prescrição de enfermagem
1. É realizada em impresso próprio;
2. A sequência dos itens prescritos não é rígida;
3. Deve ser realizada a cada 24 horas, para todos
os pacientes ou sempre que houver necessidade de uma
nova conduta;
4. Sempre que houver uma alteração, a mesma deve
ser precedida de uma evolução;
5. O cuidado prestado é dado por todas as categorias
profissionais de enfermagem e deve ser checado e
rubricado por quem o realiza
6. Não deve ser feita prescrição de enfermagem para
pacientes que tem suas necessidades atendidas pelos
padrões assistenciais da unidade
23/11/2010
114
115. 7. Deve ser especificado o horário ou turno para
cumprimento das prescrições;
8. Se a conduta prescrita não for executada, deve ser
circulada e justificada no impresso Anotação de
Enfermagem;
9. Em caso de suspensão de uma prescrição,
o
enfermeiro deverá
horários demarcados e justificar a suspensão
colocar um traço sobre os
na
evolução de enfermagem
10. A ação a ser realizada (verbo no infinitivo)
A adoção dessas normas contribui para que haja um
direcionamento da assistência prestada, uma organização
no trabalho e uma homogeneidade quanto à execução
técnica da prescrição em diferentes unidades do hospital
23/11/2010
115
116. Itens necessários em uma prescrição de enfermagem
Prescrições devem ser completas e objetivas
O que
fazer
Como
fazer
Quando
fazer
Onde
fazer
Com que
frequência
fazer
Por
quanto
tempo
fazer ou
quanto
fazer
Os médicos prescrevem os tratamentos
Os Enfermeiros devem prescrever os cuidados
≠
117. Exemplos de prescrições......
MonitorarXa saturação de O2
Monitorar a saturação de O2, com oxímetro de pulso,
anotar valores reais de 1/1 hora e comunicar valores
abaixo de 92% ao enfermeiro de plantão
118. Anotar diurese de 1/1 hora
Anotar a diurese e o aspecto da urina de 1/1 hora e
comunicar valores reais abaixo de 50ml/h ou acima de
200ml/h ao enfermeiro de plantão
119. acesso
Trocar curativo do venosos central a cada 24hs.
Trocar curativo de acesso venosos central na subclávia
direita a cada 24 hs e sempre que estiver sujo, úmido ou
solto. Limpar a área com clorexidine degermante e
remover a solução com SF a 0,9% (10ml). Realizar o
curativo com gaze e Micropore. Anotar no curativo
realizado, a data da punção e a data do curativo. Caso
detecte sinais flogísticos (dor, calor, rubor, edema ou
disfunção) solicite avaliação do enfermeiro.
120. Prescrição
de
enfermagem
Nome:
Diagnóstico Prescrição de Enfermagem Dia
Hora
1, Estimular a permanência de familiares
1, 2 Estimular deambulação
1, 2 Orientar técnicas de relaxamento e
massagem de conforto em região
lombossacral
1, 2 Incentivar uso de bola, banco e chuveiro,
exercícios
1, 2 Esclarecer dúvidas conforme necessidade
expressa
1, 2, 3, 4 Avaliar: local / intensidade / qualidade /
duração / prejuízos advindos da dor
3, 5 Realizar controle hídrico
Observar retenção urinária/ aspecto da
121. Nome:
Diagnóstico Prescrição de Enfermagem Dia
Hora
4, 6 Manter em cama de grade
2, 4 Estimular/ auxiliar/ supervisionar
deambulação
Prescrição
de
enfermagem
122. 5ª Etapa do Processo de Enfermagem
Evolução de Enfermagem
• É o registro realizado após a avaliação do estado geral
do paciente
• Tem como objetivo nortear o planejamento da assistência a ser
prestada e informar o resultado das condutas implementadas
• A evolução mostra os efeitos, as repercussões e
as
conseqüências dos cuidados prestados em relação a
determinados parâmetros preestabelecidos indica a
e
manutenção, a modificç!ao ou a
suspensão da prescrição
anterior, é onde ocorre a avaliação propriamente dita.
122
123. .
Evolução de Enfermagem:
é o registro feito pelo Enfermeiro após a avaliação
Desse registro
do estado geral do paciente.
novos identificados, um
constam os problemas
resumo sucinto dos resultados dos cuidados
prescritos e os problemas a serem abordados nas
24 horas subsequentes.
123
125. ue
v
d
issão, quais os objetivos, as metas e resultados
q
ocê tem de apresentar no fim de um prazo
eterminado.
⚫Portanto se você tem um plano de trabalho
definido.
Necessidades do Gestor
m Não basta saber o que fazer! É preciso saber
se está fazendo o que deve ser feito.
Você sabe o que está fazendo?
⚫A resposta só pode ser sim, se você sabe qual
a
126. alinhados com os objetivos e metas de sua
Organização. E se contribuem com o resultado dela.
⚫Portanto, se seu plano de trabalho está aderente ao
Planejamento da Organização.
Necessidades do Gestor
Você está fazendo o que deve ser feito?
⚫A resposta só pode ser sim, se seus projetos estão
Não basta fazer o que deve ser feito! É preciso
saber se está sendo bem feito.
127. stá completamente detalhado e organizado.
⚫Portanto, se você tem seu processo de
trabalho
Necessidades do Gestor
O que você faz está sendo bem feito
⚫ Você só pode saber se seu trabalho é bem feito se
ele e
Não basta achar que o trabalho é bem feito. É
preciso provar que é.
mapeado.
128. a
c
valiar periodicamente o seu processo para
omparar com as métricas.
⚫Portanto, se você tem indicadores de desempenho.
Necessidades do Gestor
Como provar que o trabalho é bem feito?
⚫A única possibilidade é ter métricas de referência e
Um bom gestor não demonstra seu
trabalho só com palavras, ele também usa
números.
129. Profª Drª Rosemeire Sartori de Albuquerque
saber
Saber como fazer
Mostrar que sabe fazer
130. Evolução de Enfermagem
Chave para
excelência no
oferecimento de
cuidados de saúde
Para adquirir conhecimento é preciso estudar, mas para
adquirir sabedoria, é preciso observar.
Marilyn vos
Savant
131. Normas para execução
1. É feita exclusivamente pelo enfermeiro
2. É realizada em impresso próprio e sempre precedida de
data e horário e finalizada com assinatura e COREN
do enfermeiro. A data deve ser colocada na primeira
evolução de entrada.
3. Para elaborar a evolução, deve ser realizada a entrevista,
exame físico e consultar: evolução e prescrição médica
e de enfermagem anteriores, listagem de
problemas, pedidos e resultados de exames
complementares
23/11/2010 131
132. 4. Deve prever um conteúdo mínimo, definido por
unidade, respeitado a experiência da equipe e o perfil
da clientela
5. Deve conter identificação dos problemas novos,
resposta dos pacientes aos cuidados prestados
e resolução dos problemas abordados
6. A evolução de alta deve documentar a avaliação das
condições gerais apresentadas pelo paciente
ao deixar o hospital. Incluir as orientações
dadas por ocasião da alta, direcionadas para o
autocuidado no domicílio e a indicação ou
não da consulta de
enfermagem
23/11/2010 132
133. 7. Deve conter dados que subsidiem a consulta de
retorno ambulatorial
8. Em transferências entre unidades, deve especificar
as condições gerais do paciente no momento da
saída, cabendo a unidade que o recebe validar as
informações, acrescentando dados essenciais ao
cuidado a ser prestado
23/11/2010 133
134. 23/11/2010 134
Ao realizar diariamente a evolução,
deve-se:
1. acrescentar novos problemas detectados
2. especificar a solução de antigos problemas
3.Centro-cirúrgico: especificar as
condições do paciente no impresso da
evolução
135. Conteúdo das evoluções de clínica médica,
cirúrica, pediátrica, hospital-dia e diálise
Admissão:
•Entrevista // Exame físico
•Orientações ministradas
Evolução diária:
•Dias de internação ou tempo de permanência e diagnóstico médico
•Dia de pós-operatório e cirurgia realizada
•Exame físico (condições físicas e emocionais)
•Resultado dos cuidados prescritos
•Problemas novos identificados ou a serem abordados
•Alimentação, hidratação e eliminação
•Sono e repouso
135
136. Evolução diária (cont)
•Sinais vitais
•Condição e tempo de permanência de sondas, drenos e cateteres,
•Resultados de exames laboratoriais
•Orientação para o autocuidado
Evolução de saída:
•Condições físicas e emocionais do paciente
•Orientações ministradas ou entrega do folheto específico
•Indicação ou não da consulta de retorno ambulatorial
136
137. Anotações de Enfermagem
São todas as informações relatadas pelos pacientes além
das observações realizadas pela equipe de enfermagem
quanto aos sinais e sintomas que conduzem a alternativas
para solucionar os problemas identificados, direcionar o
planejamento das intervenções de enfermagem e,
posteriormente, avaliar os resultados.
Devem conter informações descritivas, completas, claras e
objetivas
(Ochoa-Vigo et al, 2001)
138. O Conselho Regional de Enfermagem de São
Paulo- COREN-SP (2009)
Define anotação de enfermagem como parte
integrante do registro de enfermagem e que
deve incluir todos os eventos importantes que
ocorrem no dia a dia do cliente,
considerando-se questões como:
139. Quando anotar? Sempre que as ações de assistência forem
executadas
Onde anotar? Impressos próprios, segundo cada Instituição
Como anotar? Registro de forma clara e objetiva, com data e
horário específico, com identificação (nome,
COREN-SP e carimbo) da pessoa que fez a
anotação. Letra legível, sem rasuras. Na vigência
de anotação errada colocar entre vírgulas a palavra
“digo” e anotar imediatamente o texto correto
Para que anotar? Historiar e mapear o cuidado prestado: facilitar o
rastreamento das ocorrências com o cliente a
qualquer momento e reforçar a responsabilidade
do profissional envolvido no processo de
assistência de enfermagem
Quem deve anotar? Enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem
140. Resolução COREN-SP-DIR/001/2000, normatiza no Estado de São
Paulo os princípios gerais para ações que constituem a documentação
de enfermagem resolve:
Artigo 1º- o registro deve ser claro, objetivo, preciso, com letra legível e sem
rasuras
Artigo 2º - após o registro, deve constar a identificação do autor constando
nome COREN-SP e carimbo.
Artigo 3º- O registro deve constar em impresso devidamente identificado com
dados dos clientes ou pacientes, e complementado com data e hora.
Artigo 4º - O registro deve conter subsídios para permitir a continuidade do
planejamento dos cuidados de enfermagem nas diferentes fases e para o
planejamento assistencial da equipe de enfermagem
Artigo 5º - O registro deve possibilitar e favorecer elementos administrativos e
clínicos para auditoria de enfermagem
Artigo 6º - O registro deve fazer parte do prontuário do paciente e servir de
fonte de dados para processos administrativos, legal, de ensino e pesquisa.
Artigo 7º - Os registros podem ser: manual- escrito a tinta e nunca a lápis,
eletrônico- de acordo coma legislação vigente.
141. Cuidados...
1. A cor da tinta deve ser padronizada pela instituição
2. O uso de corretores, borrachas ou linhas cruzadas para ocultar o registro não é
permitido, por suas implicações legais.
3. Em caso de engano na anotação usar a palavra “digo” entre vírgulas. Se o texto
for extenso escrever ao lado da anotação em letra tipográfica e maior que a
cursiva “SEM EFEITO”
4. Termos como gírias, clichês e rótulos devem ser evitados a não ser em uma
citação direta do cliente ou familiar.
5. De acordo com a Resolução COFEN 191/1996, ao término da anotação deve
constar nome do profissional e a anotação da sigla COREN procedida da
Unidade da Federação onde está sediado o Conselho Regional, seguida do
número de inscrição e da categoria da pessoa por sigla (TE, AE) separados os
elementos por hífen.
6. Para estagiários de enfermagem, antes do nome segue a sigla “EST” seguida da
sigla da instituição de ensino.
7. Não pular linhas de uma anotação para outra nem deixar espaços em branco ou
passar traços entre o final da anotação e o nome do profissional
8. Evitar jargões: passou bem o plantão, sem queixas, sem intercorrências,
dormiu bem....
142. Modelos de anotações....
09hs- Admitida na unidade, transportada em cadeira de
rodas, acompanhada pelo filho. Verificado sinais vitais; foi
orientada quanto as rotinas da unidade. Isabel Chaves-
COREN-SPxxxxx-TE. 10h30min- Realizada punção venosa
periférica com cateter sobre agulha nº22 em veia basílica de
braço D. Instalado soro e administrado itens 3 e 4 da
prescrição médica. Isabel Chaves-COREN-SP-xxxx-TE.
11h30min- Recusou o almoço, refere falta de apetite, tomou
somente o suco. Apresentou T=38,5ºC, comunicado
enfermeira Lucia Silva e medicada conforme item 5 da
prescrição médica. Isabel Chaves-COREN-SP-xxxx-TE. 13h-
Com T=36,5ºC. Izabel Chaves COREN-SP-xxxx-TE.
143. 12h- Retornou do CC, sonolenta, respondendo aos
estímulos verbais. Mantendo acesso venoso periférico por
cateter sobre agulha em veia cefálica de braço E, cateter de
o2 2l/min, curativo limpo e seco em região abdominal.
Verificados sinais vitais que se apresentam dentro dos
parâmetros normais. Colocado na cama em DDH e grades
de cama elevadas. Regina Souza- COREN-SP-xxxx-AE. 13h-
Refere dor contínua e intensa em região cirúrgica (EVA=9),
comunicado enfermeria Lucia Silva e medicado conforme
item 6 da prescrição médica. Regina Souza- COREN-SP-
xxxx-AE. 13:30h- Refere melhora de dor. (EVA=3). Regina
Souza- COREN-SP-xxxx-AE. 15h- Apresentou micção
espontânea, 200ml de aspécto claro. Realizada higiene
íntima. Regina Souza- COREN-SP-xxxx-AE
144. Anotação
de
enfermagem NOME: REGISTRO: ENFERMARIA/ LEITO:
ESCALA DE DOR Branda= Leve, suportável, esquecida
O
Sem dor
1-3
Branda
3-4
Moderada
5-6
Forte
7-8
Muito forte
9-10
Insuportável
Moderada= leve, porém se freqüente incomoda;
Forte= alterações fisionômicas e de sinais vitais. Sem necessidade de
intervenção medicamentosa;
Muito Forte= alterações fisionômicas e de sinais vitais. Necessária
intervenção medicamentosa;
Insuportável= limitante, freqüente descontrole emocional, podendo se
necessário uso de sedação.
H
ORA
CONTROLES E DADOS VITAIS OUTROS DÉBITO DE DRENAGEM ASSINATURA
COREN
DOR ASS / COREN PA GLICEMIA CAPILAR DIURESE SONDAS DRENOS
VALOR LOCAL DE PUNÇÃO
PROCEDIMENTOS INVASIVOS
DATA DA
INSTALAÇÃO
Nº DE DIAS ASPECTO ASSINATURA/COREN
144
FOLHA DE CONTROLES E ANOTAÇÕES DE ENFERMAGEM
145. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• CIANCIARULLO TI et al. Sistema de Assistência de Enfermagem:
evolução e tendências. São Paulo: Icone. 2001.
• Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação
– 2001 – 2002 / organizado por North American Nursing
Association; trad. Jeanne Liliane Marlene Michel – Porto Alegre:
Artmed, 2002.
• Johnson M, Maas M, Moorhead S. Classificação dos resultados
de enfermagem; trad. Regina Garcez. 2 ed. Porto Alegre: Artmed,
2004.
• McCloskey JC, Bulechek GM. Classificação das intervenções
de enfermagem; trad. Regina Garcez. 3 ed. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
23/11/2010 145
146. Apesar da adoção de
alguns critérios que
facilitam a orientação dos
profissionais de saúde
para uso do SAE, este pode
ser utilizado de inúmeras
formas e formulados sob
diferentes perspectivas,
visando sempre a
qualidade da assistência
prestada
23/11/2010
146