O documento discute como o Ocidente utilizou religião, política e ciência para moldar a mentalidade africana durante o colonialismo, buscando torná-la mais aceitável aos interesses dos colonizadores. Através da análise de etnocentrismo e logocentrismo, o texto argumenta que essa 'reforma da mente nativa' levou à desvalorização da cultura africana e à obliteração de sua identidade. Além disso, aborda a necessidade de uma nova abordagem na antropologia cultural africana que reconheça e valorize tanto as tradições locais quanto influências ocidentais, promovendo a subjectivação dos africanos como sujeitos históricos.