Exame
Físico da
Criança
Enf. Alefy santos de Lima
Pós-graduando de Urgência, Emergência e UTI
Pós-graduando de Auditoria em Serviços de Saúde
1
ENTREVISTAS COM OS PAIS
•Identificar os motivos da consulta, a história do
problema atual, relações entre o problema atual e
eventuais problemas do passado;
•Estudo das condições familiares ou ambientais,
pregressas ou atuais, que possam estar ou não
interferindo no problema atual;
•História pessoal (eventos durante a gravidez,
condições de nascimento, eventos perinatais,
desenvolvimento, alimentação, vacinação, doenças);
2
•Abordagem integral: avaliação do crescimento, do
desenvolvimento (neurológico e psicoafetivo), da
alimentação, da imunização, do ambiente físico,
saúde oral, saúde sensorial (visão e audição);
•Prescrição pediátrica: os itens da prescrição devem
corresponder aos problemas identificados na
abordagem integral. Como conteúdo mínimo, deve-se
abordar: alimentação, imunização,
orientações/recomendações educacionais (promoção
de saúde, psicoprofilática) e medicamentos.
3
MEDIDAS ANTOPOMÉTRICAS
1. Principais tipos de medidas antropométricas nos serviços de
saúde:
Peso;
Estatura;
Comprimento (para crianças menores de 2 anos);
Altura ou (para crianças maiores de 2 anos e adultos);
Perímetro cefálico.
4
PESO
Nunca se deve pesar crianças com fraldas, roupas
pesadas, segurando objetos, com pulseiras, presilhas
ou adereços no cabelo e pescoço.
Também é fundamental que a superfície onde a
balança esteja apoiada seja a mais reta possível, e a
balança seja tarada a cada medida.
5
6
PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2
ANOS OU COM ATÉ 16 KG
1º PASSO – destravar a balança;
2º PASSO – verificar se a balança está calibrada (a
agulha do braço e o fiel devem estar na mesma linha
horizontal). Caso contrário, calibrá-la, girando
lentamente o calibrador;
3º PASSO – esperar até que a agulha do braço e o fiel
estejam nivelados;
7
8
• 4º PASSO – após constatar que a balança está calibrada, ela
deve ser travada;
• 5º PASSO – despir a criança com o auxílio da
mãe/responsável;
• 6º PASSO – colocar a criança sentada ou deitada no centro
do prato, de modo a distribuir o peso igualmente; destravar a
balança, mantendo a criança parada o máximo possível
nessa posição. Orientar a mãe/ responsável a manter-se
próximo sem tocar na criança e no equipamento; 9
PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2
ANOS OU COM ATÉ 16 KG
10
3/9/20XX Título da Apresentação 11
PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2
ANOS OU COM ATÉ 16 KG
•7º PASSO – mover o cursor maior sobre a escala
numérica para marcar os quilos;
•8º PASSO – depois mover o cursor menor para marcar
os gramas;
•9º PASSO – esperar até que a agulha do braço e o fiel
estejam nivelados;
12
13
PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2
ANOS OU COM ATÉ 16 KG
•10º PASSO – travar a balança, evitando, assim, que
sua mola desgaste, assegurando o bom funcionamento
do equipamento;
•11º PASSO – realizar a leitura de frente para o
equipamento, com os olhos no mesmo nível da escala,
a fim de visualizar melhor os valores apontados pelos
cursores;
14
15
PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2
ANOS OU COM ATÉ 16 KG
•12º PASSO – anotar o peso na ficha da Vigilância
Alimentar e Nutricional - SISVAN/prontuário;
•13º PASSO – retirar a criança e retornar os cursores ao
zero na escala numérica;
•14º PASSO – marcar o peso no Cartão da Criança.
16
PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS
apresentar a balança pediátrica eletrônica, enfatizando
a população e a faixa etária para as quais é utilizada
(crianças de 0 - 2 anos);
descrever as partes do equipamento: visor e prato da
balança.
lembrar que:
a balança deve estar apoiada sobre uma superfície
plana, firme e lisa;
o prato da balança deve ser forrado com uma proteção
(papel descartável ou fralda) antes da balança ser
zerada. 17
18
19
PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS
• 1º PASSO – a balança deve estar ligada antes da criança ser
colocada sobre a mesma. Esperar que a balança chegue ao
zero;
• 2º PASSO – despir a criança com o auxílio da
mãe/responsável;
• 3º PASSO – colocar a criança despida no centro do prato da
balança, sentada ou deitada, de modo que o peso fique
distribuído. Manter a criança parada (o máximo possível)
nessa posição. Orientar a mãe/responsável a manter-se
próximo, sem tocar na criança e no equipamento;
20
21
PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS
•4º PASSO – aguardar que o valor do peso esteja fixado
no visor e realizar a leitura;
•5º PASSO – anotar o peso na ficha da Vigilância
Alimentar e Nutricional - SISVAN/prontuário. Retirar a
criança;
•6º PASSO – marcar o peso no Cartão da Criança.
22
PESANDO CRIANÇAS MAIORES DE 2
ANOS
DOIS TIPOS DE BALANÇAS PLATAFORMA MAIS
UTILIZADOS NA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE:
• Balança plataforma mecânica
•Balança plataforma eletrônica
23
3/9/20XX Título da Apresentação 24
3/9/20XX Título da Apresentação 25
26
MEDINDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS
1. ESTATURA
•Medindo crianças menores de 2 anos;
•Estadiômetro ou Antropômetro Horizontal.
27
MEDINDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS
• abordar a existência de diferentes tipos de antropômetros;
• apresentar o antropômetro horizontal, descrevendo a
população e a faixa etária para as quais é utilizado (crianças
de 0 – 2 anos);
• descrever as partes do equipamento: parte fixa, parte móvel,
escala numérica, ponto para leitura da medida;
• enfatizar que o antropômetro deve estar apoiado em
uma superfície plana, firme e lisa;
• ressaltar que a fita métrica de costura não deve ser
utilizada, pois tende a esgarçar e desgastar com o
tempo, alterando, assim, a medida. Recomendar o uso
de fita métrica inelástica, que apresenta uma maior
durabilidade.
28
29
30
MEDINDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS
1º PASSO – deitar a criança no centro do antropômetro, descalça e com a cabeça
livre de adereços;
2º PASSO – manter, com a ajuda da mãe/responsável:
• cabeça apoiada firmemente contra a parte fixa do equipamento, com o pescoço reto
e o queixo afastado do peito;
• os ombros totalmente em contato com a superfície de apoio do antropômetro;
• os braços estendidos ao longo do corpo;
3º PASSO – as nádegas e os calcanhares da criança devem estar em pleno contato
com a superfície que apóia o antropômetro;
31
32
MEDINDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS
4º PASSO – pressionar cuidadosamente os joelhos da criança para baixo com
uma das mãos, de modo que eles fiquem estendidos; juntar os pés, fazendo
um ângulo reto com as pernas. Levar a parte móvel do equipamento até as
plantas dos pés, com cuidado para que não se mexam.
5º PASSO – realizar a leitura do comprimento quando estiver seguro de que a
criança não se moveu da posição indicada;
6º PASSO – anotar o valor obtido na ficha da Vigilância Alimentar e Nutricional
- SISVAN/prontuário. Retirar a criança.
3/9/20XX Título da Apresentação 33
MEDINDO CRIANÇAS MAIORES DE 2
ANOS
34
PERÍMETRO CEFÁLICO
• Como o crescimento e as dimensões corporais, em todas as idades,
refletem a saúde e o bem estar de indivíduos e populações, podem,
então, as medidas antropométricas ser usadas como indicadores de
saúde, performance e sobrevivência.
• Como o crescimento cerebral se dá predominantemente nos três (3)
primeiros anos de vida, tal fato fez com que o estudo do perímetro
cefálico deve ser restrito a esse período.
35
36
COMPRIMENTO E PERÍMETRO CEFÁLICO
37
O EXAME FÍSICO NA CRIANÇA
 CABEÇA
O crânio pode ser dolicocéfalo, quando o diâmetro longitudinal é
maior que o látero-lateral, sendo esta forma característica do
longilíneo.
Crânio de breve líneos é o braquicéfalo, cujo diâmetro látero-lateral é
maior que o diâmetro longitudinal.
Indivíduos normolíneos têm normocéfalos, ou seja, o diâmetro látero-
lateral e longitudinal são aproximadamente equivalentes.
crânio (tamanho do crânio em relação à face, lesões, cistos sebáceos,
hematomas e nódulos no couro cabeludo, distribuição e alteração na
cor dos cabelos, higiene e presença de parasitas - realizar palpação
do crânio), face (coloração da pele e presença de lesões).
38
• Couro cabeludo
É importante a verificação de inflamações, infecções e
infestações parasitárias no couro cabeludo.
Gânglios na região occipital, cervical superior, retro-
auricular ou pré-auricular podem ser reflexos de
inflamações ou infecções no couro cabeludo.
39
NOS OLHOS DEVEMOS OBSERVAR :
Pálpebras: Se o mesmo (a) faz uso de protose palpebral;
nódulos e lesões, edema;
globo ocular está protuso/exoftalmia ou
afundamento/enoftalmia;
Esclerótica: coloração/icterícia, hemorragia;
Pupilas: isocóricas ou anisocóricas, diâmetro,
fotorreagência. 40
AULA 3 - Exame Físico da Criança.pptx
42
NARIZ
No nariz devemos observar a forma, tamanho,
movimento das asas do nariz, secreções, lesões, ou
epistaxe;
Nos seios paranasais devemos realizar a palpação
para detectar a hipersensibilidade.
43
OUVIDOS
Nos ouvidos deve-se observar a forma, higiene,
presença de cerume e quantidade, lesões e sinais
flogísticos.
Realizar a palpação na investigação de dor.
44
BOCA
• Na boca, observar a coloração da mucosa oral, hálito,
lábios, gengivas, dente, uso de próteses;
• Na língua deve apresentar superfície rugosa, recoberta por
papilas e levemente esbranquiçada superfície lisa,
hiperimeada e hipertrofia das papilas;
• Avaliar também, a úvula, palato mole, orofaringe e
amígdalas (apresentam-se pequenas ou ausentes nos
adultos, exceto em casos de inflamação).
45
PESCOÇO
No pescoço, verificar a mobilidade, simetria, aumento
da tireoide, veias jugulares, pulo carotídeo, palpar
linfonodos e se apresenta sensibilidade a dor, ou
gânglios.
46
TORAX
Deve-se observar a simetria das mamas,
movimentação da caixa torácica;
Realizar a palpação em busca anormalidades.
47
GENITÁLIAS E RETO
Observar anormalidade presentes, sinais de irritações
alérgicas, leucorreia, sangramento e fissuras no reto.
48
MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES
Extremidades: verificação de pulsos (MS s e MI s
bilateralmente), integridade da pele (leões, curativos),
mobilidade, perfusão, temperatura, presença de
dispositivos intravenosos (gotejamento e composição da
medicação infundida), uso de próteses ou órteses;
Verificar as articulações dos membros inferiores no recém
nascido.
49
MANOBRA DO ARRASTO
Quando os membros superiores estão fletidos.
RN em decúbito dorsal traciona-se os braços que estão fletidos, a
cabeça que inicialmente está inclinada para trás desloca-se para a
posição mediana e após cai para frente. É reflexo até o 3º mês de vida.
50
MANOBRA DE TOBLER
Seguro pelos pés, cabeça para baixo vê-se a flexão
dos membros.
51
Verificar se a criança possui estímulos de marcha
52
FORÇA MUSCULAR E ESTÍMULOS DE SUCÇÃO
53
SINAIS VITAIS
Anotar ao final da evolução do exame físico os valores
dos sinais vitais, estes podem ser descritos no final ou
no início do documento, ou então distribuídos com seus
sistemas correspondentes.
Frequência cardíaca (FC); Frequência Respiratória (FR),
Temperatura (T) e Saturação de Oxigênio (SaO2).
Cadernet
a da
Criança
AULA 3 - Exame Físico da Criança.pptx
A Caderneta da Criança, que possui versão para
meninos e meninas, está em sua terceira edição e o
Ministério da Saúde acabou de anunciar a distribuição
de 10 milhões de exemplares para maternidades
públicas e privadas de todo o país.
Desde 2005 todo recém-nascido do Brasil recebe
essa ferramenta com informações para um crescimento
saudável e seguro.
A principal novidade desta nova edição é a inclusão
da escala M-CHAT-R/F, instrumento prático que auxilia
na identificação de sinais de risco para Transtorno do
Espectro Autista (TEA) entre crianças de 16 a 30 meses.
Além disso, a caderneta conta com informações para
pais e cuidadores de crianças com deficiência e
orientações sobre sinais de albinismo.
57
A Caderneta da Criança: Passaporte da Cidadania é um
documento importante e único no qual devem ficar registradas
todas as informações sobre o atendimento à criança nos
serviços de saúde, de educação e de assistência social para o
acompanhamento desde o momento do seu nascimento até os
9 anos de idade.
Ao registrarem as informações na Caderneta da Criança, os
profissionais compartilham esses dados com a família e
facilitam a integração das ações sociais. 58
A recomendação é que os pais levem sempre a
Caderneta da Criança quando forem com seu filho
aos serviços de saúde, em todas as campanhas de
vacinação, quando forem matriculá-lo na creche ou
na escola ou quando procurarem os serviços de
assistência social.
59
Os principais itens que constam na Caderneta de Saúde:
• Nome e Informações da Criança;
• Dados sobre gravidez e parto;
• Informações do Recém-nascido;
• Dados da Triagem Neonatal, que inclui Sinal de Ortolani, Teste
do Reflexo Vermelho, Teste do Pezinho e Triagem Auditiva;
• Informações sobre saúde ocular, auditiva e bucal;
• Intercorrência clínica e tratamentos efetuados;
• Dicas de saúde e dez passos para alimentação saudável;
• Acompanhamento do crescimento com gráficos;
• Imunização (esquema vacinal).
60
REFERÊNCIAS
• Fonte: Brasil 61 - https://brasil61.com/n/caderneta-da-crianca-
quais-novidades-e-como-conseguir-bras226738;
• https://brasil61.com/n/caderneta-da-crianca-quais-novidades-
e-como-conseguir-bras226738;
61

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  • 1. Exame Físico da Criança Enf. Alefy santos de Lima Pós-graduando de Urgência, Emergência e UTI Pós-graduando de Auditoria em Serviços de Saúde 1
  • 2. ENTREVISTAS COM OS PAIS •Identificar os motivos da consulta, a história do problema atual, relações entre o problema atual e eventuais problemas do passado; •Estudo das condições familiares ou ambientais, pregressas ou atuais, que possam estar ou não interferindo no problema atual; •História pessoal (eventos durante a gravidez, condições de nascimento, eventos perinatais, desenvolvimento, alimentação, vacinação, doenças); 2
  • 3. •Abordagem integral: avaliação do crescimento, do desenvolvimento (neurológico e psicoafetivo), da alimentação, da imunização, do ambiente físico, saúde oral, saúde sensorial (visão e audição); •Prescrição pediátrica: os itens da prescrição devem corresponder aos problemas identificados na abordagem integral. Como conteúdo mínimo, deve-se abordar: alimentação, imunização, orientações/recomendações educacionais (promoção de saúde, psicoprofilática) e medicamentos. 3
  • 4. MEDIDAS ANTOPOMÉTRICAS 1. Principais tipos de medidas antropométricas nos serviços de saúde: Peso; Estatura; Comprimento (para crianças menores de 2 anos); Altura ou (para crianças maiores de 2 anos e adultos); Perímetro cefálico. 4
  • 5. PESO Nunca se deve pesar crianças com fraldas, roupas pesadas, segurando objetos, com pulseiras, presilhas ou adereços no cabelo e pescoço. Também é fundamental que a superfície onde a balança esteja apoiada seja a mais reta possível, e a balança seja tarada a cada medida. 5
  • 6. 6
  • 7. PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS OU COM ATÉ 16 KG 1º PASSO – destravar a balança; 2º PASSO – verificar se a balança está calibrada (a agulha do braço e o fiel devem estar na mesma linha horizontal). Caso contrário, calibrá-la, girando lentamente o calibrador; 3º PASSO – esperar até que a agulha do braço e o fiel estejam nivelados; 7
  • 8. 8
  • 9. • 4º PASSO – após constatar que a balança está calibrada, ela deve ser travada; • 5º PASSO – despir a criança com o auxílio da mãe/responsável; • 6º PASSO – colocar a criança sentada ou deitada no centro do prato, de modo a distribuir o peso igualmente; destravar a balança, mantendo a criança parada o máximo possível nessa posição. Orientar a mãe/ responsável a manter-se próximo sem tocar na criança e no equipamento; 9 PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS OU COM ATÉ 16 KG
  • 10. 10
  • 11. 3/9/20XX Título da Apresentação 11 PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS OU COM ATÉ 16 KG •7º PASSO – mover o cursor maior sobre a escala numérica para marcar os quilos; •8º PASSO – depois mover o cursor menor para marcar os gramas; •9º PASSO – esperar até que a agulha do braço e o fiel estejam nivelados;
  • 12. 12
  • 13. 13 PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS OU COM ATÉ 16 KG •10º PASSO – travar a balança, evitando, assim, que sua mola desgaste, assegurando o bom funcionamento do equipamento; •11º PASSO – realizar a leitura de frente para o equipamento, com os olhos no mesmo nível da escala, a fim de visualizar melhor os valores apontados pelos cursores;
  • 14. 14
  • 15. 15 PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS OU COM ATÉ 16 KG •12º PASSO – anotar o peso na ficha da Vigilância Alimentar e Nutricional - SISVAN/prontuário; •13º PASSO – retirar a criança e retornar os cursores ao zero na escala numérica; •14º PASSO – marcar o peso no Cartão da Criança.
  • 16. 16
  • 17. PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS apresentar a balança pediátrica eletrônica, enfatizando a população e a faixa etária para as quais é utilizada (crianças de 0 - 2 anos); descrever as partes do equipamento: visor e prato da balança. lembrar que: a balança deve estar apoiada sobre uma superfície plana, firme e lisa; o prato da balança deve ser forrado com uma proteção (papel descartável ou fralda) antes da balança ser zerada. 17
  • 18. 18
  • 19. 19 PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS • 1º PASSO – a balança deve estar ligada antes da criança ser colocada sobre a mesma. Esperar que a balança chegue ao zero; • 2º PASSO – despir a criança com o auxílio da mãe/responsável; • 3º PASSO – colocar a criança despida no centro do prato da balança, sentada ou deitada, de modo que o peso fique distribuído. Manter a criança parada (o máximo possível) nessa posição. Orientar a mãe/responsável a manter-se próximo, sem tocar na criança e no equipamento;
  • 20. 20
  • 21. 21 PESANDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS •4º PASSO – aguardar que o valor do peso esteja fixado no visor e realizar a leitura; •5º PASSO – anotar o peso na ficha da Vigilância Alimentar e Nutricional - SISVAN/prontuário. Retirar a criança; •6º PASSO – marcar o peso no Cartão da Criança.
  • 22. 22
  • 23. PESANDO CRIANÇAS MAIORES DE 2 ANOS DOIS TIPOS DE BALANÇAS PLATAFORMA MAIS UTILIZADOS NA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE: • Balança plataforma mecânica •Balança plataforma eletrônica 23
  • 24. 3/9/20XX Título da Apresentação 24
  • 25. 3/9/20XX Título da Apresentação 25
  • 26. 26 MEDINDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS 1. ESTATURA •Medindo crianças menores de 2 anos; •Estadiômetro ou Antropômetro Horizontal.
  • 27. 27 MEDINDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS • abordar a existência de diferentes tipos de antropômetros; • apresentar o antropômetro horizontal, descrevendo a população e a faixa etária para as quais é utilizado (crianças de 0 – 2 anos); • descrever as partes do equipamento: parte fixa, parte móvel, escala numérica, ponto para leitura da medida;
  • 28. • enfatizar que o antropômetro deve estar apoiado em uma superfície plana, firme e lisa; • ressaltar que a fita métrica de costura não deve ser utilizada, pois tende a esgarçar e desgastar com o tempo, alterando, assim, a medida. Recomendar o uso de fita métrica inelástica, que apresenta uma maior durabilidade. 28
  • 29. 29
  • 30. 30 MEDINDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS 1º PASSO – deitar a criança no centro do antropômetro, descalça e com a cabeça livre de adereços; 2º PASSO – manter, com a ajuda da mãe/responsável: • cabeça apoiada firmemente contra a parte fixa do equipamento, com o pescoço reto e o queixo afastado do peito; • os ombros totalmente em contato com a superfície de apoio do antropômetro; • os braços estendidos ao longo do corpo; 3º PASSO – as nádegas e os calcanhares da criança devem estar em pleno contato com a superfície que apóia o antropômetro;
  • 31. 31
  • 32. 32 MEDINDO CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS 4º PASSO – pressionar cuidadosamente os joelhos da criança para baixo com uma das mãos, de modo que eles fiquem estendidos; juntar os pés, fazendo um ângulo reto com as pernas. Levar a parte móvel do equipamento até as plantas dos pés, com cuidado para que não se mexam. 5º PASSO – realizar a leitura do comprimento quando estiver seguro de que a criança não se moveu da posição indicada; 6º PASSO – anotar o valor obtido na ficha da Vigilância Alimentar e Nutricional - SISVAN/prontuário. Retirar a criança.
  • 33. 3/9/20XX Título da Apresentação 33
  • 35. PERÍMETRO CEFÁLICO • Como o crescimento e as dimensões corporais, em todas as idades, refletem a saúde e o bem estar de indivíduos e populações, podem, então, as medidas antropométricas ser usadas como indicadores de saúde, performance e sobrevivência. • Como o crescimento cerebral se dá predominantemente nos três (3) primeiros anos de vida, tal fato fez com que o estudo do perímetro cefálico deve ser restrito a esse período. 35
  • 37. 37
  • 38. O EXAME FÍSICO NA CRIANÇA  CABEÇA O crânio pode ser dolicocéfalo, quando o diâmetro longitudinal é maior que o látero-lateral, sendo esta forma característica do longilíneo. Crânio de breve líneos é o braquicéfalo, cujo diâmetro látero-lateral é maior que o diâmetro longitudinal. Indivíduos normolíneos têm normocéfalos, ou seja, o diâmetro látero- lateral e longitudinal são aproximadamente equivalentes. crânio (tamanho do crânio em relação à face, lesões, cistos sebáceos, hematomas e nódulos no couro cabeludo, distribuição e alteração na cor dos cabelos, higiene e presença de parasitas - realizar palpação do crânio), face (coloração da pele e presença de lesões). 38
  • 39. • Couro cabeludo É importante a verificação de inflamações, infecções e infestações parasitárias no couro cabeludo. Gânglios na região occipital, cervical superior, retro- auricular ou pré-auricular podem ser reflexos de inflamações ou infecções no couro cabeludo. 39
  • 40. NOS OLHOS DEVEMOS OBSERVAR : Pálpebras: Se o mesmo (a) faz uso de protose palpebral; nódulos e lesões, edema; globo ocular está protuso/exoftalmia ou afundamento/enoftalmia; Esclerótica: coloração/icterícia, hemorragia; Pupilas: isocóricas ou anisocóricas, diâmetro, fotorreagência. 40
  • 42. 42 NARIZ No nariz devemos observar a forma, tamanho, movimento das asas do nariz, secreções, lesões, ou epistaxe; Nos seios paranasais devemos realizar a palpação para detectar a hipersensibilidade.
  • 43. 43 OUVIDOS Nos ouvidos deve-se observar a forma, higiene, presença de cerume e quantidade, lesões e sinais flogísticos. Realizar a palpação na investigação de dor.
  • 44. 44 BOCA • Na boca, observar a coloração da mucosa oral, hálito, lábios, gengivas, dente, uso de próteses; • Na língua deve apresentar superfície rugosa, recoberta por papilas e levemente esbranquiçada superfície lisa, hiperimeada e hipertrofia das papilas; • Avaliar também, a úvula, palato mole, orofaringe e amígdalas (apresentam-se pequenas ou ausentes nos adultos, exceto em casos de inflamação).
  • 45. 45 PESCOÇO No pescoço, verificar a mobilidade, simetria, aumento da tireoide, veias jugulares, pulo carotídeo, palpar linfonodos e se apresenta sensibilidade a dor, ou gânglios.
  • 46. 46 TORAX Deve-se observar a simetria das mamas, movimentação da caixa torácica; Realizar a palpação em busca anormalidades.
  • 47. 47 GENITÁLIAS E RETO Observar anormalidade presentes, sinais de irritações alérgicas, leucorreia, sangramento e fissuras no reto.
  • 48. 48 MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES Extremidades: verificação de pulsos (MS s e MI s bilateralmente), integridade da pele (leões, curativos), mobilidade, perfusão, temperatura, presença de dispositivos intravenosos (gotejamento e composição da medicação infundida), uso de próteses ou órteses; Verificar as articulações dos membros inferiores no recém nascido.
  • 49. 49 MANOBRA DO ARRASTO Quando os membros superiores estão fletidos. RN em decúbito dorsal traciona-se os braços que estão fletidos, a cabeça que inicialmente está inclinada para trás desloca-se para a posição mediana e após cai para frente. É reflexo até o 3º mês de vida.
  • 50. 50 MANOBRA DE TOBLER Seguro pelos pés, cabeça para baixo vê-se a flexão dos membros.
  • 51. 51 Verificar se a criança possui estímulos de marcha
  • 52. 52 FORÇA MUSCULAR E ESTÍMULOS DE SUCÇÃO
  • 53. 53 SINAIS VITAIS Anotar ao final da evolução do exame físico os valores dos sinais vitais, estes podem ser descritos no final ou no início do documento, ou então distribuídos com seus sistemas correspondentes. Frequência cardíaca (FC); Frequência Respiratória (FR), Temperatura (T) e Saturação de Oxigênio (SaO2).
  • 56. A Caderneta da Criança, que possui versão para meninos e meninas, está em sua terceira edição e o Ministério da Saúde acabou de anunciar a distribuição de 10 milhões de exemplares para maternidades públicas e privadas de todo o país. Desde 2005 todo recém-nascido do Brasil recebe essa ferramenta com informações para um crescimento saudável e seguro.
  • 57. A principal novidade desta nova edição é a inclusão da escala M-CHAT-R/F, instrumento prático que auxilia na identificação de sinais de risco para Transtorno do Espectro Autista (TEA) entre crianças de 16 a 30 meses. Além disso, a caderneta conta com informações para pais e cuidadores de crianças com deficiência e orientações sobre sinais de albinismo. 57
  • 58. A Caderneta da Criança: Passaporte da Cidadania é um documento importante e único no qual devem ficar registradas todas as informações sobre o atendimento à criança nos serviços de saúde, de educação e de assistência social para o acompanhamento desde o momento do seu nascimento até os 9 anos de idade. Ao registrarem as informações na Caderneta da Criança, os profissionais compartilham esses dados com a família e facilitam a integração das ações sociais. 58
  • 59. A recomendação é que os pais levem sempre a Caderneta da Criança quando forem com seu filho aos serviços de saúde, em todas as campanhas de vacinação, quando forem matriculá-lo na creche ou na escola ou quando procurarem os serviços de assistência social. 59
  • 60. Os principais itens que constam na Caderneta de Saúde: • Nome e Informações da Criança; • Dados sobre gravidez e parto; • Informações do Recém-nascido; • Dados da Triagem Neonatal, que inclui Sinal de Ortolani, Teste do Reflexo Vermelho, Teste do Pezinho e Triagem Auditiva; • Informações sobre saúde ocular, auditiva e bucal; • Intercorrência clínica e tratamentos efetuados; • Dicas de saúde e dez passos para alimentação saudável; • Acompanhamento do crescimento com gráficos; • Imunização (esquema vacinal). 60
  • 61. REFERÊNCIAS • Fonte: Brasil 61 - https://brasil61.com/n/caderneta-da-crianca- quais-novidades-e-como-conseguir-bras226738; • https://brasil61.com/n/caderneta-da-crianca-quais-novidades- e-como-conseguir-bras226738; 61