O documento aborda a evolução da antropologia brasileira, destacando seu foco nas populações marginalizadas a partir do século XX. Discute a crítica às hierarquias raciais e o papel da mestiçagem na formação da sociedade brasileira, além de mencionar a mudança de interesse para temas urbanos e contemporâneos. A partir da década de 1960, a antropologia começou a se alinhar mais com movimentos sociais em defesa das populações discriminadas.