Quitéria Paravidino
Aulas 19 e 20
Justiça de Salomão
Exame de paternidade ou
maternidade
 Bebê ainda está dentro do
útero (líquido amniótico)
 Bebê já nascido (placenta
ou sangue)
 Pais vivos (em ambos os
casos acima)
 Pais falecidos (extração de
DNA da medula de um
osso longo como o fêmur
ou fio de cabelo)
Introdução
 São eles: Ácido Ribonucleico (RNA) e Ácido
desoxirribonucleico (DNA).
 São polímeros constituídos de unidades chamada
nucleotídeos.
 Importância: RNA e DNA constituem o material
genético dos seres vivos.
 Informação necessária para a formação de um novo
organismo a cada geração.
 Os ácidos nucléicos (DNA e RNA) foram
descobertos no núcleo de piócitos (células
de pus), em 1869, pelo bioquímico suiço
Friedrich Miescher.
 Por volta de 1920 foi desenvolvido um
corante que se liga especificamente ao DNA
(vermelho).
 A demonstração convincente que o DNA é
material genético veio dos experimentos a
seguir.
O experimento de Griffith - 1927
 Trabalho com Streptococcus pneumoniae.
 Duas linhagens de pneumococos: designadas L e R.
 As cepas L formam colônias lisas, são capsuladas e
virulentas (causam a doença.)
 As cepas R formam colônias rugosas, não possuem
cápsula e não são virulentas.
 A intenção de Griffith era desenvolver uma vacina.
CONCLUSÃO: Um componente químico de uma célula é
capaz de transformar geneticamente outra célula.
O experimento de Avery, MacLeod
e Mac Carthy - 1944
 A maioria dos cientistas não acreditava que o DNA era
material genético.
 As bactérias possuem genes.
CONCLUSÃO: A transformação só ocorreu na presença de DNA.
Logo, o DNA é o material hereditário.
 Modelo de dupla hélice
foi proposto por James
Watson e Francis Crik
em 1953.
 Suas hipóteses se
basearam nos trabalhos
de Maurice Wilkins e
Rosalind Franklin
(cristalografia de raio X)
e de Erwin Chargaff.
Capacidades básicas
 Produzir cópias de si mesmo  indispensável par a
transmissão da informação.
 Controlar a produção de proteínas  ordenando os
aminoácidos e controlando toda a atividade celular..
áCidos nucleicos.1
GENE (Unidade hereditária)
é
Um segmento de DNA
(contém informações)
codifica
A síntese de proteínas
Proteínas
influenciam
A expressão final
das características
áCidos nucleicos.1
 São polinucleotídeos.
 Os monômeros dos ácidos nucléicos são os
nucleotídeos.
 Cada nucleotídeo é constituído pela união
de 3 substâncias: ácido fosfórico + pentose +
base nitrogenada.
Nucleotídeo
Fosfato
Pentose
Base
nitrogenada
Nucleosídeo
Pentose
Base
nitrogenada
Fosfato
 Derivado do ácido fosfórico.
 Faz a ligação entre as
pentoses de dois
nucleotídeos sucessivos em
uma cadeia de
polinucleotídeos.
 Faz com que o nucleotídeo
seja negativamente
carregado.
P
Pentoses
Bases nitrogenadas
 São moléculas orgânicas que apresentam uma
estrutura em anel de carbono e nitrogênio.
 São classificadas em púricas ou pirimídicas.
Bases Púricas
Bases Pirimídicas
 Para formar ácidos nucléicos, os nucleotídeos
são unidos através dos fosfatos com C3’ ou C5’
da pentose através de ligações éster
(fosfodiéster).
 Estas são chamadas de ligações glicosídicas.
 A base nitrogenada se liga ao C1’ da pentose.
 Se a base for pirimidínica a ligação se faz com
o N-1.
 Se a base for púrica esta ligação se faz com o
N-9.
 Estas são chamadas de N-glicosídica.
áCidos nucleicos.1
Esqueleto de pentose-fosfato de DNA
Esqueleto de pentose-fosfato do RNA
áCidos nucleicos.1
O DNA NAS CÉLULAS EUCARIOTAS
áCidos nucleicos.1
 DNA e RNA são encontrados no núcleo de células
eucariotas, no citoplasma das células procariotas,
nas mitocôndrias e cloroplastos.
 Na grande maioria dos vírus, ocorre o DNA ou o
RNA.
 No núcleo da células eucariotas, o DNA está
associado a proteínas básicas – histonas –
formando a cromatina.
 Os cromossomos são filamentos de cromatina
espiralizados contendo uma sucessão de genes.
O DNA em procariotos
A estrutura do DNA
 O esqueleto fosfato-pentose
da cadeia polinucleotídica se
enrola do lado de fora da
dupla hélice.
 As bases nitrogenadas estão
voltadas para o centro.
 As duas cadeias estão unidas
por pontes de H entre as bases
especificamente pareadas:
áCidos nucleicos.1
áCidos nucleicos.1
áCidos nucleicos.1
 Cada par consiste de uma base púrica (A ou G) e
uma base pirimídica (T ou C).
 Esse padrão é conhecido como pares de bases
complementares.
 A molécula de DNA apresenta diâmetro uniforme.
 É destra (isto é, gira para a direita, como a maioria
dos parafusos);
 É antiparalela (as duas fitas correm em direções
opostas).
áCidos nucleicos.1
Algumas características do DNA e
do RNA
DNA RNA
Localização Principalmente no
núcleo
No núcleo e no citoplasma
Bases pirimídicas Citosina e timina Citosina e uracila
Bases púricas Adenina e guanina Adenina e guanina
Pentose Desoxirribose Ribose
Enzima que
hidrolisa
Desoxirribonuclease Ribonuclease
Papel nas células Informação genética Síntese de proteínas
A replicação do DNA
 Para poder exercer a função de hereditariedade, o DNA
produz cópias idênticas de si mesmo, por um processo
chamado de replicação ou duplicação.
 A replicação do DNA precede cada divisão celular.
Necessidades:
 Cada cadeia do DNA
precisa atuar como molde
para o pareamento de
bases complementares
(por isso é
semiconservativa);
 Um complexo enzimático
para catalisar as reações;
 Uma fonte de energia
química (ATP) é
necessária para conduzir
essa reação altamente
endoergônica.
Experimentos de Meselson e Sthal
áCidos nucleicos.1
 % A = % T e % C = % G
 %A + % C = %T + %G
 % A + % T + % C + % G = 100%
 A/T = 1 e C/G = 1
 A + G/ T + C = 1
Relação de Chargaff
 A síntese de cada nova fita de DNA ocorre nas duas
direções, a partir da origem de replicação.
 Para cada origem de replicação existem dois pontos
(forquilhas de replicação) nos quais as novas
cadeias são formadas.
Nos procariotos há uma única origem
Nos eucariotos há centenas de
origens
A replicação consiste de 4 tarefas
 1ª TAREFA: desenrolar e separar as fitas do DNA (enzimas
girase e helicase).
 2ª TAREFA: mantê-las separadas e protegidas (proteínas de
ligação fita simples –SSB).
 3ª TAREFA: adição de nucleotídeos na extremidade 3’ de cada
fita (enzima DNA-pol III).
 Sentido da síntese 5’  3’.
 Os nucleotídeos são unidos entre si pela enzima DNA ligase.
 4ª TAREFA: prevenir erros na replicação (enzima DNA-pol I)
A forquilha de replicação
áCidos nucleicos.1
áCidos nucleicos.1
Xerodermia pigmentosa
• É uma doença que ocorre em
indivíduos ainda jovens onde a
DNA-pol I não remove porções
danificadas do DNA pela ação
dos raios UV.
• Estes indivíduos desenvolvem
numerosos tumores cancerosos
de pele, que espalham-se por
todo corpo, levando-os à
morte.
Sobrevivendo!
Os papéis biológicos do DNA:
copiar e executar
DNA
Replicação
(núcleo)
Transcrição
(núcleo)
DNA
RNA PROTEÍNA
Tradução
(citoplasma)
DNA RNA
Produz
Que
determina a Sequência de
aminoácidos na
proteína
Forma da proteína
Que
determina a
Função da proteínaCaracterística genética
O DNA faz RNA
 A TRANSCRIÇÃO GÊNICA
 O processo por meio do qual a ordem de bases é
passada do DNA para o RNA é chamado de
transcrição.
 A transcrição é realizada por um complexo enzimático
cuja enzima chave é a RNA polimerase, composta de
várias subunidades e que realiza a polimerização do
RNA a partir de um molde de DNA.
 Em procariotos existe apenas um tipo de RNA
polimerase enquanto nos eucariontes existem três.
áCidos nucleicos.1
A transcrição também
ocorre no sentido 5’3’
 Ao contrário da replicação, envolve certos trechos
do DNA, os genes, e ocorre durante toda a vida
normal da célula.
 É o primeiro passo para a expressão gênica, que
significa a transformação do que é informação
(DNA) para o que é uma característica do
organismo.
 Esse processo ocorre em três etapas principais, a
iniciação, o alongamento e o término, cada um
contendo fatores específicos.
INICIAÇÃO DA TRANSCRIÇÃO
 Enzimas específicas desfazem da dupla-hélice do
DNA.
 Este processo ocorre apenas no gene que deverá ser
transcrito.
 A síntese de RNA começa em regiões do DNA
chamadas de promotoras - sequências específicas
reconhecidas pela RNA-pol - que direcionam a
transcrição dos genes.
 Essas sequências podem ser bastante variáveis,
porém, mantêm conservadas regiões responsáveis
pela função promotora.
Alongamento
 A RNA-pol atua apenas em uma das fitas de DNA.
 A fita utilizada é sempre a mesma e denominada
fita codificante ou ativa.
 A RNA-pol encaixa ribonucleotídeos, produzindo
uma única fita de RNA, complementar à fita de
DNA que serve de molde.
 Por isso é importante que a RNA-pol atue em
apenas uma fita, pois RNAs diferentes serão
produzidos a partir da transcrição de fitas distintas
do DNA.
 O pareamento será A → U, C → G, T → A e G → C.
 Quando pelo menos dois ribonucleotídeos são
colocados, a RNA-pol estabelece uma ligação entre
eles: a molécula de RNA foi iniciada.
 À medida que o RNA vais sendo sintetizado, o DNA
é despareado à sua frente.
Término
 O RNA recém-formado vai se desligando do DNA que
lhe serviu de molde.
 Quando chega ao final do gene (há uma sequência que
o indica) a RNA-pol se desprende do DNA e a
molécula de RNA é liberada.
 A molécula de DNA é pareada e se fecha.
 OBSERVAÇÃO: para cada tipo de RNA há uma
RNA-pol diferente.
áCidos nucleicos.1

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áCidos nucleicos.1

  • 3. Exame de paternidade ou maternidade  Bebê ainda está dentro do útero (líquido amniótico)  Bebê já nascido (placenta ou sangue)  Pais vivos (em ambos os casos acima)  Pais falecidos (extração de DNA da medula de um osso longo como o fêmur ou fio de cabelo)
  • 4. Introdução  São eles: Ácido Ribonucleico (RNA) e Ácido desoxirribonucleico (DNA).  São polímeros constituídos de unidades chamada nucleotídeos.  Importância: RNA e DNA constituem o material genético dos seres vivos.  Informação necessária para a formação de um novo organismo a cada geração.
  • 5.  Os ácidos nucléicos (DNA e RNA) foram descobertos no núcleo de piócitos (células de pus), em 1869, pelo bioquímico suiço Friedrich Miescher.  Por volta de 1920 foi desenvolvido um corante que se liga especificamente ao DNA (vermelho).  A demonstração convincente que o DNA é material genético veio dos experimentos a seguir.
  • 6. O experimento de Griffith - 1927  Trabalho com Streptococcus pneumoniae.  Duas linhagens de pneumococos: designadas L e R.  As cepas L formam colônias lisas, são capsuladas e virulentas (causam a doença.)  As cepas R formam colônias rugosas, não possuem cápsula e não são virulentas.  A intenção de Griffith era desenvolver uma vacina.
  • 7. CONCLUSÃO: Um componente químico de uma célula é capaz de transformar geneticamente outra célula.
  • 8. O experimento de Avery, MacLeod e Mac Carthy - 1944  A maioria dos cientistas não acreditava que o DNA era material genético.  As bactérias possuem genes.
  • 9. CONCLUSÃO: A transformação só ocorreu na presença de DNA. Logo, o DNA é o material hereditário.
  • 10.  Modelo de dupla hélice foi proposto por James Watson e Francis Crik em 1953.  Suas hipóteses se basearam nos trabalhos de Maurice Wilkins e Rosalind Franklin (cristalografia de raio X) e de Erwin Chargaff.
  • 11. Capacidades básicas  Produzir cópias de si mesmo  indispensável par a transmissão da informação.  Controlar a produção de proteínas  ordenando os aminoácidos e controlando toda a atividade celular..
  • 13. GENE (Unidade hereditária) é Um segmento de DNA (contém informações) codifica A síntese de proteínas Proteínas influenciam A expressão final das características
  • 15.  São polinucleotídeos.  Os monômeros dos ácidos nucléicos são os nucleotídeos.  Cada nucleotídeo é constituído pela união de 3 substâncias: ácido fosfórico + pentose + base nitrogenada.
  • 18. Fosfato  Derivado do ácido fosfórico.  Faz a ligação entre as pentoses de dois nucleotídeos sucessivos em uma cadeia de polinucleotídeos.  Faz com que o nucleotídeo seja negativamente carregado. P
  • 20. Bases nitrogenadas  São moléculas orgânicas que apresentam uma estrutura em anel de carbono e nitrogênio.  São classificadas em púricas ou pirimídicas.
  • 23.  Para formar ácidos nucléicos, os nucleotídeos são unidos através dos fosfatos com C3’ ou C5’ da pentose através de ligações éster (fosfodiéster).  Estas são chamadas de ligações glicosídicas.  A base nitrogenada se liga ao C1’ da pentose.  Se a base for pirimidínica a ligação se faz com o N-1.  Se a base for púrica esta ligação se faz com o N-9.  Estas são chamadas de N-glicosídica.
  • 28. O DNA NAS CÉLULAS EUCARIOTAS
  • 30.  DNA e RNA são encontrados no núcleo de células eucariotas, no citoplasma das células procariotas, nas mitocôndrias e cloroplastos.  Na grande maioria dos vírus, ocorre o DNA ou o RNA.  No núcleo da células eucariotas, o DNA está associado a proteínas básicas – histonas – formando a cromatina.  Os cromossomos são filamentos de cromatina espiralizados contendo uma sucessão de genes.
  • 31. O DNA em procariotos
  • 32. A estrutura do DNA  O esqueleto fosfato-pentose da cadeia polinucleotídica se enrola do lado de fora da dupla hélice.  As bases nitrogenadas estão voltadas para o centro.  As duas cadeias estão unidas por pontes de H entre as bases especificamente pareadas:
  • 36.  Cada par consiste de uma base púrica (A ou G) e uma base pirimídica (T ou C).  Esse padrão é conhecido como pares de bases complementares.  A molécula de DNA apresenta diâmetro uniforme.  É destra (isto é, gira para a direita, como a maioria dos parafusos);  É antiparalela (as duas fitas correm em direções opostas).
  • 38. Algumas características do DNA e do RNA DNA RNA Localização Principalmente no núcleo No núcleo e no citoplasma Bases pirimídicas Citosina e timina Citosina e uracila Bases púricas Adenina e guanina Adenina e guanina Pentose Desoxirribose Ribose Enzima que hidrolisa Desoxirribonuclease Ribonuclease Papel nas células Informação genética Síntese de proteínas
  • 39. A replicação do DNA  Para poder exercer a função de hereditariedade, o DNA produz cópias idênticas de si mesmo, por um processo chamado de replicação ou duplicação.  A replicação do DNA precede cada divisão celular.
  • 40. Necessidades:  Cada cadeia do DNA precisa atuar como molde para o pareamento de bases complementares (por isso é semiconservativa);  Um complexo enzimático para catalisar as reações;  Uma fonte de energia química (ATP) é necessária para conduzir essa reação altamente endoergônica.
  • 43.  % A = % T e % C = % G  %A + % C = %T + %G  % A + % T + % C + % G = 100%  A/T = 1 e C/G = 1  A + G/ T + C = 1 Relação de Chargaff
  • 44.  A síntese de cada nova fita de DNA ocorre nas duas direções, a partir da origem de replicação.  Para cada origem de replicação existem dois pontos (forquilhas de replicação) nos quais as novas cadeias são formadas.
  • 45. Nos procariotos há uma única origem
  • 46. Nos eucariotos há centenas de origens
  • 47. A replicação consiste de 4 tarefas  1ª TAREFA: desenrolar e separar as fitas do DNA (enzimas girase e helicase).  2ª TAREFA: mantê-las separadas e protegidas (proteínas de ligação fita simples –SSB).  3ª TAREFA: adição de nucleotídeos na extremidade 3’ de cada fita (enzima DNA-pol III).  Sentido da síntese 5’  3’.  Os nucleotídeos são unidos entre si pela enzima DNA ligase.  4ª TAREFA: prevenir erros na replicação (enzima DNA-pol I)
  • 48. A forquilha de replicação
  • 51. Xerodermia pigmentosa • É uma doença que ocorre em indivíduos ainda jovens onde a DNA-pol I não remove porções danificadas do DNA pela ação dos raios UV. • Estes indivíduos desenvolvem numerosos tumores cancerosos de pele, que espalham-se por todo corpo, levando-os à morte.
  • 53. Os papéis biológicos do DNA: copiar e executar DNA Replicação (núcleo) Transcrição (núcleo) DNA RNA PROTEÍNA Tradução (citoplasma)
  • 54. DNA RNA Produz Que determina a Sequência de aminoácidos na proteína Forma da proteína Que determina a Função da proteínaCaracterística genética
  • 55. O DNA faz RNA  A TRANSCRIÇÃO GÊNICA
  • 56.  O processo por meio do qual a ordem de bases é passada do DNA para o RNA é chamado de transcrição.  A transcrição é realizada por um complexo enzimático cuja enzima chave é a RNA polimerase, composta de várias subunidades e que realiza a polimerização do RNA a partir de um molde de DNA.  Em procariotos existe apenas um tipo de RNA polimerase enquanto nos eucariontes existem três.
  • 58. A transcrição também ocorre no sentido 5’3’
  • 59.  Ao contrário da replicação, envolve certos trechos do DNA, os genes, e ocorre durante toda a vida normal da célula.  É o primeiro passo para a expressão gênica, que significa a transformação do que é informação (DNA) para o que é uma característica do organismo.  Esse processo ocorre em três etapas principais, a iniciação, o alongamento e o término, cada um contendo fatores específicos.
  • 60. INICIAÇÃO DA TRANSCRIÇÃO  Enzimas específicas desfazem da dupla-hélice do DNA.  Este processo ocorre apenas no gene que deverá ser transcrito.  A síntese de RNA começa em regiões do DNA chamadas de promotoras - sequências específicas reconhecidas pela RNA-pol - que direcionam a transcrição dos genes.  Essas sequências podem ser bastante variáveis, porém, mantêm conservadas regiões responsáveis pela função promotora.
  • 61. Alongamento  A RNA-pol atua apenas em uma das fitas de DNA.  A fita utilizada é sempre a mesma e denominada fita codificante ou ativa.  A RNA-pol encaixa ribonucleotídeos, produzindo uma única fita de RNA, complementar à fita de DNA que serve de molde.  Por isso é importante que a RNA-pol atue em apenas uma fita, pois RNAs diferentes serão produzidos a partir da transcrição de fitas distintas do DNA.
  • 62.  O pareamento será A → U, C → G, T → A e G → C.  Quando pelo menos dois ribonucleotídeos são colocados, a RNA-pol estabelece uma ligação entre eles: a molécula de RNA foi iniciada.  À medida que o RNA vais sendo sintetizado, o DNA é despareado à sua frente.
  • 63. Término  O RNA recém-formado vai se desligando do DNA que lhe serviu de molde.  Quando chega ao final do gene (há uma sequência que o indica) a RNA-pol se desprende do DNA e a molécula de RNA é liberada.  A molécula de DNA é pareada e se fecha.  OBSERVAÇÃO: para cada tipo de RNA há uma RNA-pol diferente.