O documento descreve o movimento concretista no Brasil nos anos 1950-1960, começando com os irmãos Campos e o poeta Décio Pignatari em São Paulo. O concretismo rompeu com a poesia tradicional ao usar experimentos formais com espaço gráfico, sonoridade e visualidade. Dois desdobramentos posteriores foram o neoconcretismo de Ferreira Gullar e a vanguarda nova de Mário Chamie.