1
A criação de uma identidade
Nacional
D. Afonso Henriques primeiro Rei de Portugal.
2
D. João I – Mestre de Avis
Infante D. Henrique
D. Fernando I – Rei
de Portugal
3
D. Sebastião
D. Filipe I de
Portugal – II de
Espanha
D. Filipe II de
Portugal – III de
Espanha
D. Filipe III de
Portugal – Iv de
Espanha
4
D. João IV D. Carlos I
D. Manuel II
5
Professor - Manuel de
Arriaga 1º Presidente da
República Portuguesa
Professor – António de
Oliveira Salazar
6
Dr. Mário Soares
• Foi rápida a ocupação muçulmana da Península
Ibérica no ano 711 d.C., e a reconquista pelos
visigodos foi francamente mais lenta. Este
processo gradual originou o nascimento de
pequenos reinos que iam sendo alargados à
medida que a reconquista era bem sucedida.
Primeiro, o Reino da Galiza, que viria a dividir-
se entre os filhos de Afonso III da Galiza quando
morreu. Assim nasciam os reinos de Leão e,
mais tarde, de Navarra e Aragão, Portugal e de
Castela.
7
• Alguns anos mais tarde, em 1096,
descontente com as políticas bélicas do
conde Raimundo de Borgonha, o rei
Afonso VI de Leão e Castela entrega o
governo do Condado Portucalense a um
primo de Raimundo, o conde D. Henrique
de Borgonha, juntamente com a sua outra
filha, a infanta D. Teresa, passando
Henrique a ser conde de Portucale.
8
• Deste condado, nasceria o reino de Portugal. D. Henrique
governou no sentido de conseguir uma completa autonomia
para o seu condado e deixou uma terra portucalense muito
mais livre do que aquela que recebera. Aquando a morte de
D. Henrique (1112), sucede-lhe a viúva deste, D. Teresa, no
governo do condado durante a menoridade do seu filho
Afonso Henriques de Borgonha. Inicialmente, o pensamento
de D. Teresa foi idêntico ao do seu marido: fortalecer a vida
portucalense, conseguir a independência para o condado. D.
Teresa começou (1121) a intitular-se rainha, mas os muitos
conflitos diplomáticos e a influência que concedeu a alguns
nobres galegos (principalmente a Fernão Peres) na gerência
dos negócios públicos prejudicou o seu esforço de tal
maneira a que D. Teresa foi obrigada a abdicar das suas
pretensões, e mudar de política.
9
• Aos catorze anos de idade (1125), o jovem
Afonso Henriques, com o apoio da nobreza
portuguesa da época, arma-se a si próprio
cavaleiro – segundo o costume dos reis –
tornando-se assim guerreiro independente. A
posição de favoritismo em relação aos nobres
galegos e a indiferença para com os fidalgos e
eclesiásticos portucalenses por parte de sua
mãe, D. Teresa, originou a revolta destes, sob
chefia do seu filho, D. Afonso Henriques.
10
• A luta entre D. Afonso Henriques e sua mãe
desenrola-se, até que a 24 de Junho de 1128 se
trava a batalha de São Mamede (em
Guimarães) e D. Teresa é expulsa da terra que
dirigira durante 15 anos. Uma vez vencida, D.
Afonso Henriques toma conta do condado,
declarando-o reino independente, dado que ele
era neto de Afonso VI, Imperador de toda a
Hispânia, passando a assinar todos os
documentos oficiais não como conde, mas sim
como rei.
11
• Continuou, no entanto, a lutar contra as forças do seu
primo, o rei Afonso VII de Leão e Castela (inconformado
com a perda das terras portuguesas, pois à semelhança
de seu pai, Afonso VI, ele também se intitulava como
Imperador), enquanto paralelamente travava lutas contra
os muçulmanos. Em 1139, depois de uma estrondosa
vitória na batalha de Ourique contra um forte
contingente mouro, D. Afonso Henriques afirma-se como
rei de Portugal, e com o apoio dos nobres portugueses,
é aclamado como rei soberano.
12
• Nascia, pois, em 1139, o Reino de Portugal e a sua
primeira dinastia e Casa Real: os Borgonha. D. Afonso
Henriques, torna-se rei, o rei Afonso I de Portugal.
Contudo, o estatuto de independência carecia de
reconhecimento, o qual só foi feito por parte do Reino de
Leão e Castela a 5 de Outubro de 1143, data em que o
rei Afonso VII assinou o Tratado de Zamora, que
assinalaria a separação entre os reinos. Desde então, D.
Afonso Henriques (Afonso I) procurou consolidar a
independência por si declarada.
13
• Fez importantes doações à Igreja e
fundou diversos conventos. Dirigiu-se ao
papa Inocêncio II e declarou Portugal
tributário da Santa Sé, tendo reclamado
para a nova monarquia a protecção
pontifícia. Em 1179 o papa Alexandre III,
através da Bula Manifestis Probatum,
confirma e reconhece a Portugal como
país independente e soberano protegido
pela Igreja Católica.
14
A crise de 1383 1385
15
D. João I –
Mestre de AvisD. Fernando I – Rei de
Portugal
16
Estátua de D. Nunes Álvares Pereira –
Junto ao Mosteiro dos Geónimos
D. Nunes Álvares Pereira
17
Local da Batalha de TrancosoDistrito da Guarda
Distritos de Portugal
Batalha de Aljubarrota
18
19
• A morte de D. Sebastião, em Alcácer
Quibir, sem deixar descendência e outros
motivos de natureza vária que não cabem
neste pequeno resumo, concorreram para
a perda da Independência de Portugal.
20
• Sem um sucessor directo, a coroa passou para Filipe II de Espanha. Este,
aquando da tomada de posse, nas cortes de Leiria, em 1580, prometeu
zelar pelos interesses do País, respeitando as leis, os usos e os costumes
nacionais. Com o passar do tempo, essas promessas foram sendo
desrespeitadas, os cidadãos nacionais foram perdendo privilégios e
passaram a uma situação de subalternidade em relação a Espanha. Esta
situação leva a que se organize um movimento conspirador para a
recuperação da independência, onde estão presentes elementos do clero e
da nobreza.
21
• A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos introduz-se no
Paço da Ribeira, onde reside a Duquesa de Mântua, representante
da coroa espanhola, mata o seu secretário Miguel de Vasconcelos
e vem à janela proclamar D. João, Duque de Bragança, rei de
Portugal. Termina, assim, 60 anos de domínio espanhol sobre
Portugal. A revolução de Lisboa foi recebida com júbilo em todo o
País. Restava, agora, defender as fronteiras de Portugal de uma
provável retaliação espanhola. Para o efeito, foram mandados
alistar todos os homens dos 16 aos 60 anos e fundidas novas
peças de artilharia.
22
D. Carlos I
e o regicídio
23
D. Manuel II
24

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Criação de uma identidade nacional CEF B9

  • 1. 1 A criação de uma identidade Nacional D. Afonso Henriques primeiro Rei de Portugal.
  • 2. 2 D. João I – Mestre de Avis Infante D. Henrique D. Fernando I – Rei de Portugal
  • 3. 3 D. Sebastião D. Filipe I de Portugal – II de Espanha D. Filipe II de Portugal – III de Espanha D. Filipe III de Portugal – Iv de Espanha
  • 4. 4 D. João IV D. Carlos I D. Manuel II
  • 5. 5 Professor - Manuel de Arriaga 1º Presidente da República Portuguesa Professor – António de Oliveira Salazar
  • 7. • Foi rápida a ocupação muçulmana da Península Ibérica no ano 711 d.C., e a reconquista pelos visigodos foi francamente mais lenta. Este processo gradual originou o nascimento de pequenos reinos que iam sendo alargados à medida que a reconquista era bem sucedida. Primeiro, o Reino da Galiza, que viria a dividir- se entre os filhos de Afonso III da Galiza quando morreu. Assim nasciam os reinos de Leão e, mais tarde, de Navarra e Aragão, Portugal e de Castela. 7
  • 8. • Alguns anos mais tarde, em 1096, descontente com as políticas bélicas do conde Raimundo de Borgonha, o rei Afonso VI de Leão e Castela entrega o governo do Condado Portucalense a um primo de Raimundo, o conde D. Henrique de Borgonha, juntamente com a sua outra filha, a infanta D. Teresa, passando Henrique a ser conde de Portucale. 8
  • 9. • Deste condado, nasceria o reino de Portugal. D. Henrique governou no sentido de conseguir uma completa autonomia para o seu condado e deixou uma terra portucalense muito mais livre do que aquela que recebera. Aquando a morte de D. Henrique (1112), sucede-lhe a viúva deste, D. Teresa, no governo do condado durante a menoridade do seu filho Afonso Henriques de Borgonha. Inicialmente, o pensamento de D. Teresa foi idêntico ao do seu marido: fortalecer a vida portucalense, conseguir a independência para o condado. D. Teresa começou (1121) a intitular-se rainha, mas os muitos conflitos diplomáticos e a influência que concedeu a alguns nobres galegos (principalmente a Fernão Peres) na gerência dos negócios públicos prejudicou o seu esforço de tal maneira a que D. Teresa foi obrigada a abdicar das suas pretensões, e mudar de política. 9
  • 10. • Aos catorze anos de idade (1125), o jovem Afonso Henriques, com o apoio da nobreza portuguesa da época, arma-se a si próprio cavaleiro – segundo o costume dos reis – tornando-se assim guerreiro independente. A posição de favoritismo em relação aos nobres galegos e a indiferença para com os fidalgos e eclesiásticos portucalenses por parte de sua mãe, D. Teresa, originou a revolta destes, sob chefia do seu filho, D. Afonso Henriques. 10
  • 11. • A luta entre D. Afonso Henriques e sua mãe desenrola-se, até que a 24 de Junho de 1128 se trava a batalha de São Mamede (em Guimarães) e D. Teresa é expulsa da terra que dirigira durante 15 anos. Uma vez vencida, D. Afonso Henriques toma conta do condado, declarando-o reino independente, dado que ele era neto de Afonso VI, Imperador de toda a Hispânia, passando a assinar todos os documentos oficiais não como conde, mas sim como rei. 11
  • 12. • Continuou, no entanto, a lutar contra as forças do seu primo, o rei Afonso VII de Leão e Castela (inconformado com a perda das terras portuguesas, pois à semelhança de seu pai, Afonso VI, ele também se intitulava como Imperador), enquanto paralelamente travava lutas contra os muçulmanos. Em 1139, depois de uma estrondosa vitória na batalha de Ourique contra um forte contingente mouro, D. Afonso Henriques afirma-se como rei de Portugal, e com o apoio dos nobres portugueses, é aclamado como rei soberano. 12
  • 13. • Nascia, pois, em 1139, o Reino de Portugal e a sua primeira dinastia e Casa Real: os Borgonha. D. Afonso Henriques, torna-se rei, o rei Afonso I de Portugal. Contudo, o estatuto de independência carecia de reconhecimento, o qual só foi feito por parte do Reino de Leão e Castela a 5 de Outubro de 1143, data em que o rei Afonso VII assinou o Tratado de Zamora, que assinalaria a separação entre os reinos. Desde então, D. Afonso Henriques (Afonso I) procurou consolidar a independência por si declarada. 13
  • 14. • Fez importantes doações à Igreja e fundou diversos conventos. Dirigiu-se ao papa Inocêncio II e declarou Portugal tributário da Santa Sé, tendo reclamado para a nova monarquia a protecção pontifícia. Em 1179 o papa Alexandre III, através da Bula Manifestis Probatum, confirma e reconhece a Portugal como país independente e soberano protegido pela Igreja Católica. 14
  • 15. A crise de 1383 1385 15 D. João I – Mestre de AvisD. Fernando I – Rei de Portugal
  • 16. 16 Estátua de D. Nunes Álvares Pereira – Junto ao Mosteiro dos Geónimos D. Nunes Álvares Pereira
  • 17. 17 Local da Batalha de TrancosoDistrito da Guarda Distritos de Portugal
  • 19. 19
  • 20. • A morte de D. Sebastião, em Alcácer Quibir, sem deixar descendência e outros motivos de natureza vária que não cabem neste pequeno resumo, concorreram para a perda da Independência de Portugal. 20
  • 21. • Sem um sucessor directo, a coroa passou para Filipe II de Espanha. Este, aquando da tomada de posse, nas cortes de Leiria, em 1580, prometeu zelar pelos interesses do País, respeitando as leis, os usos e os costumes nacionais. Com o passar do tempo, essas promessas foram sendo desrespeitadas, os cidadãos nacionais foram perdendo privilégios e passaram a uma situação de subalternidade em relação a Espanha. Esta situação leva a que se organize um movimento conspirador para a recuperação da independência, onde estão presentes elementos do clero e da nobreza. 21
  • 22. • A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos introduz-se no Paço da Ribeira, onde reside a Duquesa de Mântua, representante da coroa espanhola, mata o seu secretário Miguel de Vasconcelos e vem à janela proclamar D. João, Duque de Bragança, rei de Portugal. Termina, assim, 60 anos de domínio espanhol sobre Portugal. A revolução de Lisboa foi recebida com júbilo em todo o País. Restava, agora, defender as fronteiras de Portugal de uma provável retaliação espanhola. Para o efeito, foram mandados alistar todos os homens dos 16 aos 60 anos e fundidas novas peças de artilharia. 22
  • 23. D. Carlos I e o regicídio 23