Comunicação, Tecnologia e Educação Grupo: Márcia Tommasi Maria Marlene Michele Messias Simone Nunes  Vanessa Albuquerque Rio, 22/10/08
Baseado no texto de Maria L. Belloni e Maria J. Subtil “ DOS AUDIOVISUAIS À MULTIMÍDIA: ANÁLISE HISTÓRICA DAS DIFERENTES DIMENSÕES DE USO DOS  AUDIOVISUAIS  NA ESCOLA”
A gênese dos  audiovisuais na escola Conceito remonta-se ao século XVII – “realismo pedagógico”. Contrários à organização, à estrutura e aos métodos empregados na escola. Percepção sensorial/empirista: origem do conhecimento e das idéias. Intuição: também é reconhecida como base da instrução.  “ Moderno ensino audiovisual” é entendido como o ensino que possibilita ilustrar e tornar concreto o ensino para crianças.
Representantes da corrente intuitiva: Comênio (1592-1670), Pestalozzi (1782-1852), Herbart (1776-1841), Maria Montessori (1870-1952) e Rousseau (1712-1758). Teóricos afirmam importância em partir do sensível para chegar ao intelectual. A gênese dos  audiovisuais na escola
EXERCITA-SE A INTELIGÊNCIA EXERCITA-SE A MEMÓRIA EXERCITA-SE O  SENTIDO DAS CRIANÇAS Fase 1 Fase 2 Fase 3 A gênese dos  audiovisuais na escola :  DIAGRAMA DE PROGRESSO Fase 4 EXERCITA-SE O JUÍZO
1950 – início das publicações ou reedições de trabalhos sobre os  audiovisuais  internacional e nacionalmente. A gênese dos  audiovisuais na escola
1970 – começo da inserção dos  audiovisuais  nas relações pedagógicas no Brasil. Modelo educacional vigente: Tecnicista. Esse “considerava a eficiência do ensino uma decorrência do uso adequado e planejado de métodos e técnicas instrucionais. (...) tal concepção busca aplicar aos processos educacionais as técnicas de organização do trabalho típicas do modelo fordista de produção industrial”(Subtil e Belloni, 2002, p. 50). O processo de ensino/aprendizagem com os  audiovisuais
Segunda Guerra Mundial (1939-1945): Destaque para os  audiovisuais. Motivo do destaque: preocupação com “implantação e integração dos recursos audiovisuais à prática em razão do sucesso do uso desses meios técnicos* no treinamento de um grande contingente de homens e mulheres para os trabalhos de guerra”(Subtil e Belloni, 2002, p. 50). O processo de ensino/aprendizagem com os  audiovisuais
Meios técnicos* = principalmente retroprojetores, projetores e filmes educativos.  Inicia-se movimento de expansão:  das publicações sobre os audiovisuais, dos debates sobre os audiovisuais,  das pesquisas sobre os audiovisuais,  da criação de centros destinados ao estudo e à implementação dos audiovisuais, e da produção de equipamentos com vistas a um grande mercado consumidor. O processo de ensino/aprendizagem com os  audiovisuais
O processo de ensino/aprendizagem com os  audiovisuais Denominações dos audiovisuais em dois momentos:  Décadas de 1970 e meados dos anos 1980 A partir da segunda metade da década de 1980 e especialmente na década seguinte
O processo de ensino/aprendizagem com os  audiovisuais Material audiovisual Técnicas audiovisuais Recursos audiovisuais Auxiliares do ensino Denominações de 1970 a metade de 1980 Recursos de ensino Meios de comunicação Técnicas pedagógicas Recursos plurissensoriais Mass media Recursos intuitivos
O processo de ensino/aprendizagem com os  audiovisuais Tecnologias educacionais Meios de comunicação educacionais Mídias Multimídia Denominações da segunda metade de 1980 e na década seguinte Novas tecnologias educacionais Tecnologias de informação e comunicação (TIC) Denominações Mais próprias à disseminação social do avanço técnico
Visão do papel do professor e a dimensão dos  audiovisuais: “ transmissores de conhecimentos, “ desencadeadores de uma aprendizagem ativa, e “ mediadores no processo de interação professor/aluno/conhecimento”. O processo de ensino/aprendizagem com os  audiovisuais
Revisando os termos  audiovisuais , as autoras afirmam que eles nada mais são do que os meios habituais de comunicação de massa O processo de ensino/aprendizagem com os  audiovisuais Rádio Cinema Televisão
 
Dimensão sensorial/empirista como decorrência do “ensino intuitivo e realista” A percepção  do mundo através dos sentidos favorece a aprendizagem por experiências sensoriais, intermediadas pelo professor. Aprendizagem: mediante gosto, olfato, tato, audição, visão. Retenção das informações: lendo, escutando, vendo, vendo e escutando, ouvindo e discutindo, dizendo e realizando. “ A percepção é elemento fundamental como base para a memorização,[...] porque não há formação científica sem retenção do que se entendeu”(Norbis,  apud  Belloni, 2002).
Audiovisuais três categorias de materiais: Experiência sensorial concreta e direta   – ex.: utilização de sucata, desde que transformado em algo significativo  para a construção do conhecimento. Experiência representativa  – ex.: dramatização, assistir à tv ( nível intermediário entre o concreto e o simbólico, mostra as vivências que não podem ser ‘diretamente vividas’). Simbolização  – relega o empírico e o concreto, faz uso dos símbolos verbais, icônico, substitui algo abstrato ou ausente. “ A  vivência empírica e as experiências com materiais concretos e audiovisuais seriam a condição essencial para a aquisição de conceitos por parte do aluno, para levá-lo à abstração. [...] Essa hierarquização desconsidera que as operações mentais e a construção do conhecimento são  produzidas pelo intercâmbio entre sensorial /empírico e simbólico permeadas pelo afetivo e nas interações entre os sujeitos”. (Subtil e Belloni, 2002, pp. 53 e 54).
Cone de Experiências -  Edgar Dale (Amálgama de técnicas e/ou materiais com métodos e procedimentos didáticos) -Imediatamente vivencial (concreto) -Simbólico abstrato * Experiência direta * Experiência simulada * Dramatização * Demonstração * Excursão * Exposição *  Televisão * Cinema * Rádio * Fotografias *Símbolos visuais * Símbolos verbais *Discos
“ Ensino intuitivo e realista” Ensino próximo à realidade  através de materiais concretos, mas acrescida de modernização com uso de tecnologia, com a finalidade de motivar os alunos e diminuir o atraso educacional em relação ao desenvolvimento tecnológico.
Idéia central: “eficiência do ensino” – 1970. Tecnologia Educacional: “Forma sistemática de planejar, implementar e avaliar o processo total da aprendizagem e da instrução, em termos de objetivos específicos baseados nas pesquisas sobre a aprendizagem da comunicação humana, empregando uma combinação de recursos humanos e materiais, com o objetivo de obter uma instrução mais efetiva” (Oliveira,  apud  Belloni, 2002, pp. 56-57).  Perspectiva tecnicista e os auxiliares da eficiência do ensino
Prevalecem as técnicas e os métodos de ensino sobre os conteúdos e as relações pedagógicas Utilizam-se os audiovisuais / meios técnicos na escola como o modelo industrial fordista e taylorista. Nova disciplina: –  tecnologia educacional:  para formação de educadores (os professores e os  especialistas pedagogos). –  função:  intervir no  processo de ensino para aumentar sua eficiência. Perspectiva tecnicista e os auxiliares da eficiência do ensino
Os audiovisuais recebem funções como:  auxiliar de ensino, ajuda visual, auxiliares didáticos,etc. Crítica às praticas educativas com caráter tecnicista. 1982- Associação Brasileira de Tecnologia Educacional  busca estabelecer novas bases da educação, que considere  os benefícios da tecnologia educacional, pois quando se questionava o tecnicismo, se descartavam os meios técnicos. As TIC trouxeram à tona os benefícios da tecnologia. Perspectiva tecnicista e os auxiliares da eficiência do ensino
 
Audiovisuais e a inovação  técnica ou pedagógica?  (instrumentos e métodos) Os instrumentos e métodos usados pelo professor, para auxiliar na aprendizagem, influenciam diretamente no processo de aprendizagem, de conhecimento, de memorização e de percepção dos alunos.
Percepção e efeitos Desde a década de 1950, em todo o mundo, as técnicas audiovisuais não são facilmente aceitas na educação, visto que podem alterar as situações psicopedagógicas em andamento.
Informação e comunicação Os  audiovisuais  como indutores da intuição e da percepção são negados, pois os meios técnicos não corrigiam, e sim reproduziam os erros e defeitos do ensino tradicional.
A crescente sofisticação das TIC  Os audiovisuais como auxiliares para os educadores deve ser bem pensado para que ele não se torne um verbalismo mais elegante e sofisticado do que aquele já pensado na pedagogia tradicional, em que há destaque para o verbalismo.
 
Audiovisual como condição para uma boa comunicação pedagógica. Para comunicação ocorrer é preciso interação entre emissor, receptor e meio. O meio facilita essa comunicação e elimina o excesso de verbalismo. As autoras estudas apresentam duas direções para essa dimensão comunicacional. Dimensão comunicacional dos audiovisuais
Papel do professor na transmissão do saber com a nova tecnologia: assegurar a criação de condições para a comunicação em sala de aula, ou melhor, para facilitar o acúmulo de conceitos pelos alunos. Isso seria válido pois os alunos, atualmente, estão submetidos à influência das técnicas de comunicação de massa e são resultados dessa vivência. Para isso, será necessário o uso de MEIOS COMBINADOS, ou seja, RECURSOS AUDIOVISUAIS que se reforcem mutuamente. Conhecidos hoje como MULTIMÍDIA. Dimensão comunicacional dos audiovisuais = Processo comunicacional  unidirecional  =
Essa outra direção perceberia a educação como possibilidade de aprendizagem de capacidades. A estratégia fundamental seria a comunicação, por meio do uso de instrumentos audiovisuais, mas com o cuidado de educar para a decodificação das mensagens e para a comunicação circular, não unidirecional.  Com as NTIC será possível a geração de novos modos de comunicação adequados aos novos suportes, mas para sua utilização em sala de aula, será preciso que os professores e pedagogos sejam preparados tecnicamente. Dimensão comunicacional dos audiovisuais = Processo comunicacional  interativo  =
 
Década de 1980: Tanto a tecnologia educacional quanto as questões dos audiovisuais sofrem uma revisão conceitual que se refletirá na terminologia. “ Técnicas” e “recursos audiovisuais”  vão sendo substituídos por  “ mídias”, “meios de comunicação” e “tecnologias educacionais”. Tecnologias na educação hoje
Tecnologia na educação hoje Década de 1990: O caráter  técnico/instrumental  presente nas concepções iniciais dos audiovisuais passa a ser substituído, pela idéia de que esses materiais possui um  caráter comunicacional inerente e permitem aos sujeitos a produção da comunicação , portanto não se qualificam como meros auxiliares.
Tecnologia na educação hoje Segundo Pretto (1996), as novas tecnologias da comunicação são fundamentais para a educação e não apenas um instrumento pedagógico.  Contrariando esse ponto de vista, Subtil e Belloni (2002) dizem que o fundamento da educação deve ser a pesquisa, o desenvolvimento do espírito científico e da ética. As NTIC devem ser meios.
Tecnologia na educação hoje Segundo Babin (1989), a “geração audiovisual”, exigiria uma educação em “estéreo”, isto é, em diversos canais (contrapondo-se à idéia de “mono”, um só canal).
Tecnologia na educação hoje Toda tecnologia que nos cerca e nos constitui vão transformando rapidamente as estruturas simbólicas e o sistema de significação. Nesse novo ambiente, a escola nos parece um lugar estranho com sua fixação na oralidade e nos meios impressos.
Tecnologia na educação hoje Com o decorrer do tempo foi se afirmando que instrumentos e materiais têm o poder de “inovar”, “renovar”, “modernizar”, enfim, adequar a sala de aula aos avanços da técnica e da ciência.
Tecnologia na educação hoje Para além dessa ou daquela corrente pedagógica e para dimensionar adequadamente a questão, é importante entender que a relação ensino/aprendizagem deve se constituir numa inter-relação entre sujeitos (professor/aluno, aluno/professor), que pode ser ou não mediada pelas mídias ou tecnologias em busca da autonomia na produção de conhecimentos.
 
O texto nos fez repensar a importância da tecnologia nos últimos anos. Acreditamos na importância desse texto nos cursos de formação de professores e pedagogos. Consideramos os audiovisuais ferramentas facilitadoras e de apoio ao professor, mas não como substitutos do professor. Considerações Finais
Nessa perspectiva os audiovisuais podem potencializar os sentidos, mas devem ser mediados pelo professor. Percebemos a necessidade de se pensar a tecnologia como um meio abrangente a todas as classes, a fim de se evitar a exclusão digital. Percebemos também a importância de projetos de instrução das novas tecnologias para professores, a fim de que ele acompanhe as novidades e as leve para a sala de aula. Considerações Finais
Concordamos que a experiência dos jovens devem ser respeitadas no processo de aprendizagem. Assim, entendemos que a escola não deve estar longe das inovações tecnológicas ou das diversas outras novidades. Deve, fazer o movimento contrário, ou seja, trazer as novidades para dentro da escola. Considerações Finais
Por tudo aqui exposto, acreditamos que estamos experimentando um novo paradigma educacional, diante do qual o texto aqui apresentado vale a pena ser discutido entre os educadores, professores ou pedagogos. Considerações Finais
SUBTIL Maria José; BELLONI, Maria Luiza. Dos audiovisuais à multimídia: análise histórica das diferentes dimensões de uso dos  audiovisuais  na escola.  In: BELLONI, Maria Luiza.  (Org.).  A formação na sociedade do espetáculo . SP: Edições Loyola, 2002. Referência Bibliográfica

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Dos audiovisuais à multimídia: análise história das diferentes dimensões de uso na escola

  • 1. Comunicação, Tecnologia e Educação Grupo: Márcia Tommasi Maria Marlene Michele Messias Simone Nunes Vanessa Albuquerque Rio, 22/10/08
  • 2. Baseado no texto de Maria L. Belloni e Maria J. Subtil “ DOS AUDIOVISUAIS À MULTIMÍDIA: ANÁLISE HISTÓRICA DAS DIFERENTES DIMENSÕES DE USO DOS AUDIOVISUAIS NA ESCOLA”
  • 3. A gênese dos audiovisuais na escola Conceito remonta-se ao século XVII – “realismo pedagógico”. Contrários à organização, à estrutura e aos métodos empregados na escola. Percepção sensorial/empirista: origem do conhecimento e das idéias. Intuição: também é reconhecida como base da instrução. “ Moderno ensino audiovisual” é entendido como o ensino que possibilita ilustrar e tornar concreto o ensino para crianças.
  • 4. Representantes da corrente intuitiva: Comênio (1592-1670), Pestalozzi (1782-1852), Herbart (1776-1841), Maria Montessori (1870-1952) e Rousseau (1712-1758). Teóricos afirmam importância em partir do sensível para chegar ao intelectual. A gênese dos audiovisuais na escola
  • 5. EXERCITA-SE A INTELIGÊNCIA EXERCITA-SE A MEMÓRIA EXERCITA-SE O SENTIDO DAS CRIANÇAS Fase 1 Fase 2 Fase 3 A gênese dos audiovisuais na escola : DIAGRAMA DE PROGRESSO Fase 4 EXERCITA-SE O JUÍZO
  • 6. 1950 – início das publicações ou reedições de trabalhos sobre os audiovisuais internacional e nacionalmente. A gênese dos audiovisuais na escola
  • 7. 1970 – começo da inserção dos audiovisuais nas relações pedagógicas no Brasil. Modelo educacional vigente: Tecnicista. Esse “considerava a eficiência do ensino uma decorrência do uso adequado e planejado de métodos e técnicas instrucionais. (...) tal concepção busca aplicar aos processos educacionais as técnicas de organização do trabalho típicas do modelo fordista de produção industrial”(Subtil e Belloni, 2002, p. 50). O processo de ensino/aprendizagem com os audiovisuais
  • 8. Segunda Guerra Mundial (1939-1945): Destaque para os audiovisuais. Motivo do destaque: preocupação com “implantação e integração dos recursos audiovisuais à prática em razão do sucesso do uso desses meios técnicos* no treinamento de um grande contingente de homens e mulheres para os trabalhos de guerra”(Subtil e Belloni, 2002, p. 50). O processo de ensino/aprendizagem com os audiovisuais
  • 9. Meios técnicos* = principalmente retroprojetores, projetores e filmes educativos. Inicia-se movimento de expansão: das publicações sobre os audiovisuais, dos debates sobre os audiovisuais, das pesquisas sobre os audiovisuais, da criação de centros destinados ao estudo e à implementação dos audiovisuais, e da produção de equipamentos com vistas a um grande mercado consumidor. O processo de ensino/aprendizagem com os audiovisuais
  • 10. O processo de ensino/aprendizagem com os audiovisuais Denominações dos audiovisuais em dois momentos: Décadas de 1970 e meados dos anos 1980 A partir da segunda metade da década de 1980 e especialmente na década seguinte
  • 11. O processo de ensino/aprendizagem com os audiovisuais Material audiovisual Técnicas audiovisuais Recursos audiovisuais Auxiliares do ensino Denominações de 1970 a metade de 1980 Recursos de ensino Meios de comunicação Técnicas pedagógicas Recursos plurissensoriais Mass media Recursos intuitivos
  • 12. O processo de ensino/aprendizagem com os audiovisuais Tecnologias educacionais Meios de comunicação educacionais Mídias Multimídia Denominações da segunda metade de 1980 e na década seguinte Novas tecnologias educacionais Tecnologias de informação e comunicação (TIC) Denominações Mais próprias à disseminação social do avanço técnico
  • 13. Visão do papel do professor e a dimensão dos audiovisuais: “ transmissores de conhecimentos, “ desencadeadores de uma aprendizagem ativa, e “ mediadores no processo de interação professor/aluno/conhecimento”. O processo de ensino/aprendizagem com os audiovisuais
  • 14. Revisando os termos audiovisuais , as autoras afirmam que eles nada mais são do que os meios habituais de comunicação de massa O processo de ensino/aprendizagem com os audiovisuais Rádio Cinema Televisão
  • 15.  
  • 16. Dimensão sensorial/empirista como decorrência do “ensino intuitivo e realista” A percepção do mundo através dos sentidos favorece a aprendizagem por experiências sensoriais, intermediadas pelo professor. Aprendizagem: mediante gosto, olfato, tato, audição, visão. Retenção das informações: lendo, escutando, vendo, vendo e escutando, ouvindo e discutindo, dizendo e realizando. “ A percepção é elemento fundamental como base para a memorização,[...] porque não há formação científica sem retenção do que se entendeu”(Norbis, apud Belloni, 2002).
  • 17. Audiovisuais três categorias de materiais: Experiência sensorial concreta e direta – ex.: utilização de sucata, desde que transformado em algo significativo para a construção do conhecimento. Experiência representativa – ex.: dramatização, assistir à tv ( nível intermediário entre o concreto e o simbólico, mostra as vivências que não podem ser ‘diretamente vividas’). Simbolização – relega o empírico e o concreto, faz uso dos símbolos verbais, icônico, substitui algo abstrato ou ausente. “ A vivência empírica e as experiências com materiais concretos e audiovisuais seriam a condição essencial para a aquisição de conceitos por parte do aluno, para levá-lo à abstração. [...] Essa hierarquização desconsidera que as operações mentais e a construção do conhecimento são produzidas pelo intercâmbio entre sensorial /empírico e simbólico permeadas pelo afetivo e nas interações entre os sujeitos”. (Subtil e Belloni, 2002, pp. 53 e 54).
  • 18. Cone de Experiências - Edgar Dale (Amálgama de técnicas e/ou materiais com métodos e procedimentos didáticos) -Imediatamente vivencial (concreto) -Simbólico abstrato * Experiência direta * Experiência simulada * Dramatização * Demonstração * Excursão * Exposição * Televisão * Cinema * Rádio * Fotografias *Símbolos visuais * Símbolos verbais *Discos
  • 19. “ Ensino intuitivo e realista” Ensino próximo à realidade através de materiais concretos, mas acrescida de modernização com uso de tecnologia, com a finalidade de motivar os alunos e diminuir o atraso educacional em relação ao desenvolvimento tecnológico.
  • 20. Idéia central: “eficiência do ensino” – 1970. Tecnologia Educacional: “Forma sistemática de planejar, implementar e avaliar o processo total da aprendizagem e da instrução, em termos de objetivos específicos baseados nas pesquisas sobre a aprendizagem da comunicação humana, empregando uma combinação de recursos humanos e materiais, com o objetivo de obter uma instrução mais efetiva” (Oliveira, apud Belloni, 2002, pp. 56-57). Perspectiva tecnicista e os auxiliares da eficiência do ensino
  • 21. Prevalecem as técnicas e os métodos de ensino sobre os conteúdos e as relações pedagógicas Utilizam-se os audiovisuais / meios técnicos na escola como o modelo industrial fordista e taylorista. Nova disciplina: – tecnologia educacional: para formação de educadores (os professores e os especialistas pedagogos). – função: intervir no processo de ensino para aumentar sua eficiência. Perspectiva tecnicista e os auxiliares da eficiência do ensino
  • 22. Os audiovisuais recebem funções como: auxiliar de ensino, ajuda visual, auxiliares didáticos,etc. Crítica às praticas educativas com caráter tecnicista. 1982- Associação Brasileira de Tecnologia Educacional busca estabelecer novas bases da educação, que considere os benefícios da tecnologia educacional, pois quando se questionava o tecnicismo, se descartavam os meios técnicos. As TIC trouxeram à tona os benefícios da tecnologia. Perspectiva tecnicista e os auxiliares da eficiência do ensino
  • 23.  
  • 24. Audiovisuais e a inovação técnica ou pedagógica? (instrumentos e métodos) Os instrumentos e métodos usados pelo professor, para auxiliar na aprendizagem, influenciam diretamente no processo de aprendizagem, de conhecimento, de memorização e de percepção dos alunos.
  • 25. Percepção e efeitos Desde a década de 1950, em todo o mundo, as técnicas audiovisuais não são facilmente aceitas na educação, visto que podem alterar as situações psicopedagógicas em andamento.
  • 26. Informação e comunicação Os audiovisuais como indutores da intuição e da percepção são negados, pois os meios técnicos não corrigiam, e sim reproduziam os erros e defeitos do ensino tradicional.
  • 27. A crescente sofisticação das TIC Os audiovisuais como auxiliares para os educadores deve ser bem pensado para que ele não se torne um verbalismo mais elegante e sofisticado do que aquele já pensado na pedagogia tradicional, em que há destaque para o verbalismo.
  • 28.  
  • 29. Audiovisual como condição para uma boa comunicação pedagógica. Para comunicação ocorrer é preciso interação entre emissor, receptor e meio. O meio facilita essa comunicação e elimina o excesso de verbalismo. As autoras estudas apresentam duas direções para essa dimensão comunicacional. Dimensão comunicacional dos audiovisuais
  • 30. Papel do professor na transmissão do saber com a nova tecnologia: assegurar a criação de condições para a comunicação em sala de aula, ou melhor, para facilitar o acúmulo de conceitos pelos alunos. Isso seria válido pois os alunos, atualmente, estão submetidos à influência das técnicas de comunicação de massa e são resultados dessa vivência. Para isso, será necessário o uso de MEIOS COMBINADOS, ou seja, RECURSOS AUDIOVISUAIS que se reforcem mutuamente. Conhecidos hoje como MULTIMÍDIA. Dimensão comunicacional dos audiovisuais = Processo comunicacional unidirecional =
  • 31. Essa outra direção perceberia a educação como possibilidade de aprendizagem de capacidades. A estratégia fundamental seria a comunicação, por meio do uso de instrumentos audiovisuais, mas com o cuidado de educar para a decodificação das mensagens e para a comunicação circular, não unidirecional. Com as NTIC será possível a geração de novos modos de comunicação adequados aos novos suportes, mas para sua utilização em sala de aula, será preciso que os professores e pedagogos sejam preparados tecnicamente. Dimensão comunicacional dos audiovisuais = Processo comunicacional interativo =
  • 32.  
  • 33. Década de 1980: Tanto a tecnologia educacional quanto as questões dos audiovisuais sofrem uma revisão conceitual que se refletirá na terminologia. “ Técnicas” e “recursos audiovisuais” vão sendo substituídos por “ mídias”, “meios de comunicação” e “tecnologias educacionais”. Tecnologias na educação hoje
  • 34. Tecnologia na educação hoje Década de 1990: O caráter técnico/instrumental presente nas concepções iniciais dos audiovisuais passa a ser substituído, pela idéia de que esses materiais possui um caráter comunicacional inerente e permitem aos sujeitos a produção da comunicação , portanto não se qualificam como meros auxiliares.
  • 35. Tecnologia na educação hoje Segundo Pretto (1996), as novas tecnologias da comunicação são fundamentais para a educação e não apenas um instrumento pedagógico. Contrariando esse ponto de vista, Subtil e Belloni (2002) dizem que o fundamento da educação deve ser a pesquisa, o desenvolvimento do espírito científico e da ética. As NTIC devem ser meios.
  • 36. Tecnologia na educação hoje Segundo Babin (1989), a “geração audiovisual”, exigiria uma educação em “estéreo”, isto é, em diversos canais (contrapondo-se à idéia de “mono”, um só canal).
  • 37. Tecnologia na educação hoje Toda tecnologia que nos cerca e nos constitui vão transformando rapidamente as estruturas simbólicas e o sistema de significação. Nesse novo ambiente, a escola nos parece um lugar estranho com sua fixação na oralidade e nos meios impressos.
  • 38. Tecnologia na educação hoje Com o decorrer do tempo foi se afirmando que instrumentos e materiais têm o poder de “inovar”, “renovar”, “modernizar”, enfim, adequar a sala de aula aos avanços da técnica e da ciência.
  • 39. Tecnologia na educação hoje Para além dessa ou daquela corrente pedagógica e para dimensionar adequadamente a questão, é importante entender que a relação ensino/aprendizagem deve se constituir numa inter-relação entre sujeitos (professor/aluno, aluno/professor), que pode ser ou não mediada pelas mídias ou tecnologias em busca da autonomia na produção de conhecimentos.
  • 40.  
  • 41. O texto nos fez repensar a importância da tecnologia nos últimos anos. Acreditamos na importância desse texto nos cursos de formação de professores e pedagogos. Consideramos os audiovisuais ferramentas facilitadoras e de apoio ao professor, mas não como substitutos do professor. Considerações Finais
  • 42. Nessa perspectiva os audiovisuais podem potencializar os sentidos, mas devem ser mediados pelo professor. Percebemos a necessidade de se pensar a tecnologia como um meio abrangente a todas as classes, a fim de se evitar a exclusão digital. Percebemos também a importância de projetos de instrução das novas tecnologias para professores, a fim de que ele acompanhe as novidades e as leve para a sala de aula. Considerações Finais
  • 43. Concordamos que a experiência dos jovens devem ser respeitadas no processo de aprendizagem. Assim, entendemos que a escola não deve estar longe das inovações tecnológicas ou das diversas outras novidades. Deve, fazer o movimento contrário, ou seja, trazer as novidades para dentro da escola. Considerações Finais
  • 44. Por tudo aqui exposto, acreditamos que estamos experimentando um novo paradigma educacional, diante do qual o texto aqui apresentado vale a pena ser discutido entre os educadores, professores ou pedagogos. Considerações Finais
  • 45. SUBTIL Maria José; BELLONI, Maria Luiza. Dos audiovisuais à multimídia: análise histórica das diferentes dimensões de uso dos audiovisuais na escola. In: BELLONI, Maria Luiza. (Org.). A formação na sociedade do espetáculo . SP: Edições Loyola, 2002. Referência Bibliográfica