EBD CPAD Lições bíblicas 4° trimestre 2015 lição 5 Caim era do maligno.
“[...] Que nos
amemos uns aos
outros. Não como
Caim, que era do
maligno e matou
a seu irmão
[...]” (1Jo 3.11,12).
Quem ama de
verdade não
se deixa
dominar nem
pela inveja
nem pelo
ódio.
Gênesis 4.1-10
• 1 — E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu, e
teve a Caim, e disse: Alcancei do Senhor um varão.
• 2 — E teve mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de
ovelhas, e Caim foi lavrador da terra.
• 3 — E aconteceu, ao cabo de dias, que Caim trouxe do
fruto da terra uma oferta ao SENHOR.
• 4 — E Abel também trouxe dos primogênitos das suas
ovelhas e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel
e para a sua oferta.
• 5 — Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E
irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o seu semblante.
• 6 — E o SENHOR disse a Caim: Por que te iraste? E por que
descaiu o teu semblante?
Gênesis 4.1-10
• 7 — Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E, se
não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e para ti será o seu
desejo, e sobre ele dominarás.
• 8 — E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que,
estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu
irmão Abel e o matou.
• 9 — E disse o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E
ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão?
• 10 — E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu
irmão clama a mim desde a terra.
O capítulo 4 de Gênesis
apresenta a triste história do
primeiro homicídio da Terra.
Caim, o primeiro homem
nascido de mulher, matou o
próprio irmão depois que
teve sua oferta recusada por
Deus. O que deveria ser uma
ocasião de ações de graças
enlutou a família de Adão.
Caim demonstrou, dessa
forma, que era do maligno,
que tinha um coração e
atitudes que desagradavam
a Deus
O nascimento de Caim foi acolhido com
ações de graças a Deus. Ao contemplar o
filhinho, exclamou Eva: “Alcancei do Senhor
um varão” (Gn 4.1). Eva considerou que seu
primeiro filho foi um presente de Deus. A
seguir, nasceu Abel, o segundo filho, e a
partir daí a narrativa bíbica vai apresentar
as profissões de cada um dos irmãos: Caim
se tornou um lavrador, e Abel, um pastor.
Satanás, pelo que inferimos dos fatos, não
teve muito esforço em aliciar o primeiro
filho de Adão. Dessa forma, Caim entra
para a História Sagrada como o primeiro
discípulo declarado do Diabo, cuja lista
seria longa e enfadonha: Faraó, Herodes,
Stalin, e alguns contemporâneos nossos.
1. A semente da mulher.
Já homem feito, pôs-
se Caim a trabalhar a
terra, conforme o
Senhor havia
ordenado (Gn 1.26-
28). E, pelo que
depreendemos, ele foi
muito bem-sucedido
como agricultor. A
Terra, embora
amaldiçoada pela
transgressão de seu
pai, não lhe negou
colheita alguma. Solo
arável não lhe faltava
naquele mundo sem
fronteira.
2. O agricultor.
Apesar de seu sucesso profissional,
Caim não se voltou a Deus em
espírito e em verdade (Jo 4.23).
Antes, deixou-se cooptar pelo
Diabo. Este, sempre oportunista, fez
daquele jovem o seu principal
aliado, objetivando frustrar a
redenção da humanidade.
Mas Satanás estava enganado.
Embora sagaz, pouco sabia dos reais
planos de Deus para a nossa
salvação. Enquanto isso, ia o jovem
Abel tangendo o seu gado na graça
divina.
3. A apostasia de Caim.
A Escritura diz que,
passado algum
tempo, Caim e Abel
trouxeram, do
fruto do seu
trabalho, uma
oferenda ao
Senhor.
“E aconteceu, ao cabo de dias, que Caim trouxe do fruto
da terra uma oferta ao Senhor” (Gn 4.3). É provável que
ele tenha aprendido a cultuar a Deus com o seu pai,
Adão, pelo menos, exteriormente. Do fruto de sua
colheita, separou uma oferta ao Criador. Podem ter sido
frutas, legumes ou cereais, oferendas válidas (Lv 23.10).
Abel também pôs-se a cultuar o Senhor, oferecendo-
lhe as primícias do rebanho (Gn 4.4). Diz o texto sagrado
que Deus atentou para o sacrifício de Abel, mas rejeitou
o de Caim (Gn 4.5). O problema não estava na oferta,
mas no ofertante. Tanto a oferta de animais, como a de
frutos da terra, eram igualmente aceitáveis no culto
divino. Não nos esqueçamos de que o Senhor viria a
reprovar até mesmo a oferta animal ao tornar-se esta
formal e impiedosa (Jr 6.20).
1. O sacrifício rejeitado.
Por que o Senhor reprovou o sacrifício
de Caim? Porque o seu culto não
passava de uma mera formalidade.
Como se não bastasse, apresentava-
se a Deus com a alma tomada pelo
ódio. Naquele instante, indaga-lhe o
Senhor: “Por que te iraste? E por que
descaiu o teu semblante?” (Gn 4.6).
Por esse motivo, recomenda-nos
Paulo: “Quero, pois, que os homens
orem em todo o lugar, levantando
mãos santas, sem ira nem contenda”
(1Tm 2.8).
Na Igreja de Deus não pode haver
espaço para homens iracundos e
contenciosos, que farão da obra do
Senhor uma causa de ganho pessoal.
Deus não se agrada de pessoas que
agem dessa forma.
2. A atitude interior reprovada
Se Caim o quisesse, poderia reverter aquela
situação, dominando o seu coração homicida. Eis
o que lhe aconselha o amoroso Deus: “Se bem
fizeres, não haverá aceitação para ti? E, se não
fizeres bem, o pecado jaz à porta, e para ti será o
seu desejo, e sobre ele dominarás” (Gn 4.7).
Caim racionaliza o seu pecado. Recusando-se a
fazer o bem, permitiu que Satanás lhe tornasse
mal o coração. Neste, o homicídio foi um processo
que, germinado pela inveja, frutificou numa ira
assassina (Tg 1.13-15). Se não quisermos pecar
contra Deus, não permitamos que o pecado nos
germine na alma. Arranquemos, pois, as ervas
daninhas que Satanás nos lança no íntimo.
3. O pecado sempre presente.
O crime de Caim foi
doloso. Além de
mover um ódio
doentio contra o
irmão,
dissimuladamente
levou-o até a cena
do crime, onde
veio a matá-lo.
Narra o autor sagrado que,
estando ambos no campo, longe
dos olhos dos pais, Caim insurgiu-
se contra Abel e o matou (Gn 4.8).
Assassino dissimulado e cruel,
aproveitou-se da confiança de seu
irmão para matá-lo. Esse fato
deve nos servir de aviso: até que
ponto estamos nutrindo
sentimentos perniciosos contra
nossos irmãos a ponto de planejar
contra eles o mal ou coisa pior?
Que Deus nos faça refletir sobre
nossas atitudes e não nos deixe
ser pessoas como Caim.
1. O crime.
Quando inquirido por Deus acerca do
paradeiro do irmão, Caim desculpa-se,
como se estivesse noutro lugar,
quando da morte de Abel: “Não sei;
sou eu guardador do meu irmão?” (Gn
4.9). O seu álibi é energicamente
destruído pelo justo Senhor: “Que
fizeste? A voz do sangue do teu irmão
clama a mim desde a terra” (Gn 4.10).
Há muito sangue clamando no mundo.
A pergunta não haverá de ser
emudecida: “Onde está Abel, teu
irmão?” (Gn 4.9). O que
responderemos? De fato, somos
chamados a demonstrar amor e
respeito uns pelos outros, pois somos
guardadores de nossos irmãos.
2. O álibi.
Como a administração da
justiça ainda não havia sido
delegada à comunidade
humana, o Senhor põe um
sinal em Caim, para que
ninguém viesse reivindicar-lhe
o sangue de Abel (Gn 4.15).
Caim, de fato, não foi
penalizado com a morte, mas
ficou marcado para o resto de
seus dias, dando início a uma
geração de assassinos,
devassos e inimigos de Deus.
3. A marca do crime.
O exemplo de Caim deve nos fazer lembrar de que precisamos ter uma
vida íntegra diante de Deus e demonstrar amor e respeito para com o
nosso próximo.
Abel foi o primeiro crente a ser arrolado entre os heróis da fé. Quanto
a Caim, foi o primeiro ser humano a ter o nome riscado do Livro da
Vida.
O que lhe faltava? Uma vida que agradasse a Deus e o exercício do
amor fraternal. Quando não se ama como Jesus amou, o homicídio
torna-se corriqueiro na vida do homem. Por isso, há tantos homicídios
em nosso meio. Homicídios espirituais, morais e emocionais.
Lembremo-nos das palavras de João: “Porque esta é a mensagem que
ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros. Não
como Caim, que era do maligno e matou a seu irmão. E por que causa
o matou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas”
(1Jo 3.11,12).
PARA REFLETIR
1)O que levou Caim a odiar Abel?
O fato da oferta de Abel ser aceita e a dele não.
2) Como era o culto de Caim?
3)Por que o ofertório de Caim foi reprovado?
4) Que desculpa deu Caim ao Senhor?
5) Quais as características da geração de Caim?
Uma geração perversa e contumaz.
Porque seu coração era mau, cheio de inveja e ódio.
Ele afirmou estar em outro lugar quando da morte de Abel.
O culto de Caim era para satisfazer o seu ego.
EBD CPAD Lições bíblicas 4° trimestre 2015 lição 5 Caim era do maligno.

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EBD CPAD Lições bíblicas 4° trimestre 2015 lição 5 Caim era do maligno.

  • 2. “[...] Que nos amemos uns aos outros. Não como Caim, que era do maligno e matou a seu irmão [...]” (1Jo 3.11,12).
  • 3. Quem ama de verdade não se deixa dominar nem pela inveja nem pelo ódio.
  • 4. Gênesis 4.1-10 • 1 — E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu, e teve a Caim, e disse: Alcancei do Senhor um varão. • 2 — E teve mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra. • 3 — E aconteceu, ao cabo de dias, que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. • 4 — E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta. • 5 — Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o seu semblante. • 6 — E o SENHOR disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante?
  • 5. Gênesis 4.1-10 • 7 — Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E, se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e para ti será o seu desejo, e sobre ele dominarás. • 8 — E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel e o matou. • 9 — E disse o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão? • 10 — E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra.
  • 6. O capítulo 4 de Gênesis apresenta a triste história do primeiro homicídio da Terra. Caim, o primeiro homem nascido de mulher, matou o próprio irmão depois que teve sua oferta recusada por Deus. O que deveria ser uma ocasião de ações de graças enlutou a família de Adão. Caim demonstrou, dessa forma, que era do maligno, que tinha um coração e atitudes que desagradavam a Deus
  • 7. O nascimento de Caim foi acolhido com ações de graças a Deus. Ao contemplar o filhinho, exclamou Eva: “Alcancei do Senhor um varão” (Gn 4.1). Eva considerou que seu primeiro filho foi um presente de Deus. A seguir, nasceu Abel, o segundo filho, e a partir daí a narrativa bíbica vai apresentar as profissões de cada um dos irmãos: Caim se tornou um lavrador, e Abel, um pastor. Satanás, pelo que inferimos dos fatos, não teve muito esforço em aliciar o primeiro filho de Adão. Dessa forma, Caim entra para a História Sagrada como o primeiro discípulo declarado do Diabo, cuja lista seria longa e enfadonha: Faraó, Herodes, Stalin, e alguns contemporâneos nossos. 1. A semente da mulher.
  • 8. Já homem feito, pôs- se Caim a trabalhar a terra, conforme o Senhor havia ordenado (Gn 1.26- 28). E, pelo que depreendemos, ele foi muito bem-sucedido como agricultor. A Terra, embora amaldiçoada pela transgressão de seu pai, não lhe negou colheita alguma. Solo arável não lhe faltava naquele mundo sem fronteira. 2. O agricultor.
  • 9. Apesar de seu sucesso profissional, Caim não se voltou a Deus em espírito e em verdade (Jo 4.23). Antes, deixou-se cooptar pelo Diabo. Este, sempre oportunista, fez daquele jovem o seu principal aliado, objetivando frustrar a redenção da humanidade. Mas Satanás estava enganado. Embora sagaz, pouco sabia dos reais planos de Deus para a nossa salvação. Enquanto isso, ia o jovem Abel tangendo o seu gado na graça divina. 3. A apostasia de Caim.
  • 10. A Escritura diz que, passado algum tempo, Caim e Abel trouxeram, do fruto do seu trabalho, uma oferenda ao Senhor.
  • 11. “E aconteceu, ao cabo de dias, que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor” (Gn 4.3). É provável que ele tenha aprendido a cultuar a Deus com o seu pai, Adão, pelo menos, exteriormente. Do fruto de sua colheita, separou uma oferta ao Criador. Podem ter sido frutas, legumes ou cereais, oferendas válidas (Lv 23.10). Abel também pôs-se a cultuar o Senhor, oferecendo- lhe as primícias do rebanho (Gn 4.4). Diz o texto sagrado que Deus atentou para o sacrifício de Abel, mas rejeitou o de Caim (Gn 4.5). O problema não estava na oferta, mas no ofertante. Tanto a oferta de animais, como a de frutos da terra, eram igualmente aceitáveis no culto divino. Não nos esqueçamos de que o Senhor viria a reprovar até mesmo a oferta animal ao tornar-se esta formal e impiedosa (Jr 6.20). 1. O sacrifício rejeitado.
  • 12. Por que o Senhor reprovou o sacrifício de Caim? Porque o seu culto não passava de uma mera formalidade. Como se não bastasse, apresentava- se a Deus com a alma tomada pelo ódio. Naquele instante, indaga-lhe o Senhor: “Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante?” (Gn 4.6). Por esse motivo, recomenda-nos Paulo: “Quero, pois, que os homens orem em todo o lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda” (1Tm 2.8). Na Igreja de Deus não pode haver espaço para homens iracundos e contenciosos, que farão da obra do Senhor uma causa de ganho pessoal. Deus não se agrada de pessoas que agem dessa forma. 2. A atitude interior reprovada
  • 13. Se Caim o quisesse, poderia reverter aquela situação, dominando o seu coração homicida. Eis o que lhe aconselha o amoroso Deus: “Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E, se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e para ti será o seu desejo, e sobre ele dominarás” (Gn 4.7). Caim racionaliza o seu pecado. Recusando-se a fazer o bem, permitiu que Satanás lhe tornasse mal o coração. Neste, o homicídio foi um processo que, germinado pela inveja, frutificou numa ira assassina (Tg 1.13-15). Se não quisermos pecar contra Deus, não permitamos que o pecado nos germine na alma. Arranquemos, pois, as ervas daninhas que Satanás nos lança no íntimo. 3. O pecado sempre presente.
  • 14. O crime de Caim foi doloso. Além de mover um ódio doentio contra o irmão, dissimuladamente levou-o até a cena do crime, onde veio a matá-lo.
  • 15. Narra o autor sagrado que, estando ambos no campo, longe dos olhos dos pais, Caim insurgiu- se contra Abel e o matou (Gn 4.8). Assassino dissimulado e cruel, aproveitou-se da confiança de seu irmão para matá-lo. Esse fato deve nos servir de aviso: até que ponto estamos nutrindo sentimentos perniciosos contra nossos irmãos a ponto de planejar contra eles o mal ou coisa pior? Que Deus nos faça refletir sobre nossas atitudes e não nos deixe ser pessoas como Caim. 1. O crime.
  • 16. Quando inquirido por Deus acerca do paradeiro do irmão, Caim desculpa-se, como se estivesse noutro lugar, quando da morte de Abel: “Não sei; sou eu guardador do meu irmão?” (Gn 4.9). O seu álibi é energicamente destruído pelo justo Senhor: “Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra” (Gn 4.10). Há muito sangue clamando no mundo. A pergunta não haverá de ser emudecida: “Onde está Abel, teu irmão?” (Gn 4.9). O que responderemos? De fato, somos chamados a demonstrar amor e respeito uns pelos outros, pois somos guardadores de nossos irmãos. 2. O álibi.
  • 17. Como a administração da justiça ainda não havia sido delegada à comunidade humana, o Senhor põe um sinal em Caim, para que ninguém viesse reivindicar-lhe o sangue de Abel (Gn 4.15). Caim, de fato, não foi penalizado com a morte, mas ficou marcado para o resto de seus dias, dando início a uma geração de assassinos, devassos e inimigos de Deus. 3. A marca do crime.
  • 18. O exemplo de Caim deve nos fazer lembrar de que precisamos ter uma vida íntegra diante de Deus e demonstrar amor e respeito para com o nosso próximo. Abel foi o primeiro crente a ser arrolado entre os heróis da fé. Quanto a Caim, foi o primeiro ser humano a ter o nome riscado do Livro da Vida. O que lhe faltava? Uma vida que agradasse a Deus e o exercício do amor fraternal. Quando não se ama como Jesus amou, o homicídio torna-se corriqueiro na vida do homem. Por isso, há tantos homicídios em nosso meio. Homicídios espirituais, morais e emocionais. Lembremo-nos das palavras de João: “Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros. Não como Caim, que era do maligno e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas” (1Jo 3.11,12).
  • 19. PARA REFLETIR 1)O que levou Caim a odiar Abel? O fato da oferta de Abel ser aceita e a dele não. 2) Como era o culto de Caim? 3)Por que o ofertório de Caim foi reprovado? 4) Que desculpa deu Caim ao Senhor? 5) Quais as características da geração de Caim? Uma geração perversa e contumaz. Porque seu coração era mau, cheio de inveja e ódio. Ele afirmou estar em outro lugar quando da morte de Abel. O culto de Caim era para satisfazer o seu ego.