EDUCAÇÃO INFANTIL
Plano de Ensino
 Objetivo Geral: Conhecer, compreender e analisar criticamente como se
organiza a prática pedagógica na instituição de Educação Infantil,
contextualizando as observações do estágio à fundamentação teórica da
disciplina.
 Ementa: Aborda o surgimento da infância, e as diferentes concepções de
criança que marcaram distintas práticas pedagógicas, na atenção a essa
etapa. Estuda o lugar da criança nas instituições de educação infantil e as
particularidades desse nível de ensino, propiciando subsídios para o
planejamento de práticas pedagógicas pautadas nas Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Infantil e demais documentos
oficiais. Contempla Estágios Supervisionados em Fundamentos da
Educação Infantil II
Plano de Ensino
Conteúdo Programático:
 O espaço como fator de aprendizagem: conceito de espaço e ambiente;
princípios e critérios da organização do espaço na Educação Infantil;
 A criança pequena e a construção do conceito de tempo; rotina como
tempo didático da Educação Infantil; princípios norteadores da rotina na
Educação Infantil e as modalidades organizativas (atividades permanentes,
seqüência de atividades, atividades de passagem, atividades diversas e
simultâneas e trabalho com projetos);
 Os diferentes momentos da rotina: os processos de adaptação/inserção (e
acolhimento); roda de conversa; roda de história; momento das refeições;
momentos dos cuidados com o corpo e higienização; momento do
repouso/sono; projetos.
A HISTÓRIA DA CRIANÇA
Da Idade Média aos Tempos Modernos
O surgimento do sentimento da infância
“Sentimento da infância corresponde à uma consciência da
particularidade infantil” (Áries)
A HISTÓRIA DA CRIANÇA
Sentimentos de Infância
 Paparicação,
 Consciência da inocência e da fraqueza da infância,
 Domesticação da criança
A HISTÓRIA DA CRIANÇA
Idade Média
 A criança não existia, ou seja, quando a criança não precisava
mais dos cuidados da mãe/ama ela já ingressava na vida
adulta, sem transição.
 Adulto em miniatura: estado de transição para a vida adulta
por volta dos 3 anos de idade.
A HISTÓRIA DA CRIANÇA
Idade Média
 Todas as crianças à partir dos 7 anos eram colocadas em
famílias estranhas (Famílias Preceptoras) para aprenderem
serviços domésticos forma de educação comum para
ricos e pobres.
A HISTÓRIA DA CRIANÇA
Séculos XVI e XVII
 Multiplicação de escolas com a finalidade de aproximar as
crianças das famílias;
 Configuração da escola e a configuração da família.
 Objetivo principal da escola não era a educação da infância,
mas uma escola técnica sem separação por idades.
 Os escolares eram vistos como pertencentes do mesmo
mundo dos soldados, dos criados, e de um modo geral, dos
mendigos.
 Foi necessária a pressão dos educadores para separar o escolar
do adulto boêmio.
A HISTÓRIA DA CRIANÇA
À partir do século XVIII
 A escola única foi substituída por um sistema de ensino duplo
condição social.
 O Liceu ou colégio burgueses.
 A Escola (primário) povo.
A HISTÓRIA DA CRIANÇA
Século XX: O século da criança
 Jurídico
 Pedagógico
 Psicológico
 Médico
HOJE
Quem está educando as crianças?
Discussão em grupo
 Em sua opinião, qual o aspecto da “História Social da
Criança” mais interessa à população atual? Justifique.
 Como as constantes demostrações de violência na atualidade
podem ser vistas à luz da história?
 Qual a importância do educador no que tange à mudanças de
posturas comportamentais e sociais com relação ao
educando?
 Quem são as crianças de hoje?
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
 Educação Infantil é a primeira etapa para a educação básica.
 Creches: 0 a 3 anos
 Pré-escola: 4 a 5 anos
 É dever do Estado garantir a oferta de Educação Infantil
pública, gratuita e de qualidade, sem requisito de seleção.
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
 Criança = sujeito histórico e de direitos que, nas interações,
relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua
identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia,
deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e
constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo
cultura.
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
 Currículo = Conjunto de práticas que buscam articular as
experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos
que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental,
científico e tecnológico, de modo a promover o
desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade.
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
 Proposta pedagógica ou projeto político pedagógico é o
plano orientador das ações da instituição e define as metas
que se pretende para a aprendizagem e o desenvolvimento
das crianças que nela são educados e cuidados. É elaborado
num processo coletivo, com a participação da direção, dos
professores e da comunidade escolar.
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
Matrícula e faixa etária:
 É obrigatória a matrícula na Educação Infantil de crianças que
completam 4 ou 5 anos até o dia 31 de março do ano em que
ocorrer a matrícula.
 As crianças que completam 6 anos após o dia 31 de março
devem ser matriculadas na Educação Infantil.
 A frequência na Educação Infantil não é pré-requisito para a
matrícula no Ensino Fundamental.
 As vagas em creches e pré-escolas devem ser oferecidas
próximas às residências das crianças.
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
Jornada:
 É considerada Educação Infantil em tempo parcial, a jornada
de, no mínimo, quatro horas diárias e, em tempo integral, a
jornada com duração igual ou superior a sete horas diárias,
compreendendo o tempo total que a criança permanece na
instituição.
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
 As propostas pedagógicas de Educação Infantil devem
respeitar os seguintes princípios:
 Éticos: da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e
do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes
culturas, identidades e singularidades.
 Políticos: dos direitos de cidadania, do exercício da
criticidade e do respeito à ordem democrática.
 Estéticos: da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da
liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas
e culturais.
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
Concepção de Proposta Pedagógica
 Na observância das Diretrizes, a proposta pedagógica das
instituições de Educação Infantil deve garantir que elas
cumpram plenamente sua função sociopolítica e pedagógica:
 Oferecendo condições e recursos para que as crianças
usufruam seus direitos civis, humanos e sociais;
 Assumindo a responsabilidade de compartilhar e
complementar a educação e cuidado das crianças com as
famílias;
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
 Possibilitando tanto a convivência entre crianças e entre adultos
e crianças quanto à ampliação de saberes e conhecimentos de
diferentes naturezas;
 Promovendo a igualdade de oportunidades educacionais entre as
crianças de diferentes classes sociais no que se refere ao acesso a
bens culturais e às possibilidades de vivência da infância;
 Construindo novas formas de sociabilidade e de subjetividade
comprometidas com a ludicidade, a democracia, a
sustentabilidade do planeta e com o rompimento de relações de
dominação etária, socioeconômica, étnico-racial, de gênero,
regional, linguística e religiosa.
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
Objetivos da Proposta Pedagógica
 A proposta pedagógica das instituições de Educação Infantil
deve ter como objetivo garantir à criança acesso a processos
de apropriação, renovação e articulação de conhecimentos e
aprendizagens de diferentes linguagens, assim como o direito
à proteção, à saúde, à liberdade, à confiança, ao respeito, à
dignidade, à brincadeira, à convivência e à interação com
outras crianças.
 Palavras chaves: autonomia, o brincar, auto-estima, saúde,
bem estar
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
Organização de Espaço,Tempo e Materiais
 A educação em sua integralidade, entendendo o cuidado
como algo indissociável ao processo educativo;
 A indivisibilidade das dimensões expressivo-motora, afetiva,
cognitiva, linguística, ética, estética e sociocultural da
criança;
 A participação, o diálogo e a escuta cotidiana das famílias, o
respeito e a valorização de suas formas de organização;
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
 O estabelecimento de uma relação efetiva com a comunidade
local e de mecanismos que garantam a gestão democrática e a
consideração dos saberes da comunidade;
 O reconhecimento das especificidades etárias, das
singularidades individuais e coletivas das crianças,
promovendo interações entre crianças de mesma idade e
crianças de diferentes idades;
 Os deslocamentos e os movimentos amplos das crianças nos
espaços internos e externos às salas de referência das turmas
e à instituição;
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
 A acessibilidade de espaços, materiais, objetos, brinquedos e
instruções para as crianças com deficiência, transtornos
globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação;
 A apropriação pelas crianças das contribuições histórico-
culturais dos povos indígenas, afrodescendentes, asiáticos,
europeus e de outros países da América.
EDUCAÇÃO INFANTIL APRESENTAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
Proposta Pedagógica e Diversidade
 As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil
deverão prever condições para o trabalho coletivo e para a
organização de materiais, espaços e tempos que assegurem:
 O reconhecimento, a valorização, o respeito e a interação das
crianças com as histórias e as culturas africanas, afro-brasileiras,
bem como o combate ao racismo e à discriminação;
 A dignidade da criança como pessoa humana e a proteção contra
qualquer forma de violência – física ou simbólica – e negligência
no interior da instituição ou praticadas pela família, prevendo os
encaminhamentos de violações para instâncias competentes.
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A
EDUCAÇÃO INFANTIL
 Educação Infantil das crianças filhas de agricultores
familiares, extrativistas, pescadores artesanais, ribeirinhos,
assentados e acampados da reforma agrária, quilombolas,
caiçaras, povos da floresta deve respeitar calendários,
festividades, aspectos culturais, de linguagem e de
comportamento.
ROTINA DA EDUCAÇÃO INFANTIL
 Processos de Adaptação/Inserção e acolhimento;
 Roda da Conversa;
 Momentos de Cuidado e Estimulação;
 Momentos da Refeição;
 Momentos de cuidados com o corpo e higienização;
 Momentos de Repouso/sono.
ROTINA DA EDUCAÇÃO INFANTIL
 Dentro da Rotina da Educação Infantil tem que se pensar em:
 Atividades Permanentes;
 Atividades Diversificadas;
 Trabalho com Projetos.
 Também interfere na Rotina da Educação Infantil a forma
como o professor organiza o ESPAÇO e utiliza os
RECURSOS MATERIAIS disponíveis.
ATIVIDADES PERMANENTES
 São atividades essenciais para a aprendizagem dos alunos.
Devem ser realizadas regularmente. Por não estarem
vinculadas a um projeto, possuem mais flexibilidade e
autonomia.
 Organizar diariamente diferentes atividades tais como: cantos
para desenhar, para ouvir música, para pintar, para olhar
livros, para modelar, para jogos de regras, entre outros,
favorecem a construção da autonomia infantil.
ATIVIDADES DIVERSIFICADAS
 A proposta de cantos de atividades diversificadas é uma das
modalidades de organização do tempo didático.
 Os cantos de atividades diversificadas apresentam um
momento da rotina, em que as
crianças podem escolher o que vão fazer a partir de um leque
de opções oferecidas e
organizadas pelo professor em vários cantos da sala.
 Elas podem escolher, por exemplo, entre desenhar, ler um
livro, jogar um jogo, ou brincar de casinha, carrinho, médico,
supermercado,etc no canto do faz-de-conta.
Sequencias de atividades
 Perseguem objetivos mais específicos de aprendizagem.
 Sua duração pode variar de dias a semanas e várias sequências
podem ser trabalhadas durante o ano, de acordo com o
planejado ou com as necessidades da classe.
 A sequência didática apresenta desafios cada vez maiores aos
alunos, permitindo a construção do conhecimento.
 Pensar nas sequências de atividades implica planejar
experiências que se organizam em etapas diferenciadas e com
graus de dificuldades diversos .
EDUCAÇÃO INFANTIL APRESENTAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO
Projetos
 Os projetos de trabalho constituem um planejamento de
ensino e aprendizagem vinculado a uma concepção da
escolaridade em que se dá importância não só à aquisição de
estratégias cognitivas de ordem superior, mas também ao
papel do estudante como responsável por sua própria
aprendizagem.
 Pode ser realizada de maneira individual ou grupal, e seus
resultados deverão ser públicos, para favorecer um
conhecimento partilhado.
ROTINA DA EDUCAÇÃO INFANTIL
 Cuidar
 Educar
 Dialogar
 Intencionalidade
 O brincar
 A autonomia
 O espaço
O BRINCAR
 A brincadeira é a atividade essencial da criança. É uma ação
que ocorre no plano da representação (ou seja, ter imagem
mental e conseguir tornar presente, algo ausente), isto
implica que aquele que brinca tenha o domínio da
LINGUAGEM SIMBÓLICA.
 Para brincar é preciso apropriar-se de elementos da realidade
e atribuir-lhes novos significados.
 A criança expressa no brincar o que ela está sentindo.
O BRINCAR
Fort e da
 Ao ver o seu neto brincando com um carretel e dizendo Fort
e da, Freud notou que o ato de brincar associado à
verbalização elevava aquela criança à posição de sujeito.
 A linguagem leva a criança a descobrir o simbólico, ou seja,
ao brincar a criança se torna onipotente, podendo assim
resolver conflitos internos através da substituição – o neto de
Freud usa neste caso um carretel para simbolizar a ausência
da mãe, criando um elo entre seu conflito pessoal e o ato de
brincar.
O BRINCAR
 Na brincadeira a criança tem a chance de analisar seus
sentimentos com um certo distanciamento, isso permite a ela
resolva seus problemas num outro contexto, o que
consequentemente geraria um crescimento emocional
imensurável.
 Brincando a criança amplia seu vocabulário, desenvolve sua
psicomotricidade, incorpora valores morais, aprende a
cooperar, a dividir, a trabalhar em equipe. Brincando nossos
alunos experimentam várias situações – se transformam em
mamães e papais, em jogadores de futebol, em super heróis.
Desenvolvem sua auto-estima, sua criatividade e criticidade.
O BRINCAR
 No brincar acontecem trocas, confrontos e negociações –
desequilíbrio e equilíbrio – e concomitantemente construção
de conhecimento individual e coletivo. A atividade lúdica
prepara para vida, permite ao sujeito testar possíveis ações e
sentir o resultado dessas em sua vida.
EDUCAÇÃO INFANTIL APRESENTAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO

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EDUCAÇÃO INFANTIL APRESENTAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO

  • 2. Plano de Ensino  Objetivo Geral: Conhecer, compreender e analisar criticamente como se organiza a prática pedagógica na instituição de Educação Infantil, contextualizando as observações do estágio à fundamentação teórica da disciplina.  Ementa: Aborda o surgimento da infância, e as diferentes concepções de criança que marcaram distintas práticas pedagógicas, na atenção a essa etapa. Estuda o lugar da criança nas instituições de educação infantil e as particularidades desse nível de ensino, propiciando subsídios para o planejamento de práticas pedagógicas pautadas nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil e demais documentos oficiais. Contempla Estágios Supervisionados em Fundamentos da Educação Infantil II
  • 3. Plano de Ensino Conteúdo Programático:  O espaço como fator de aprendizagem: conceito de espaço e ambiente; princípios e critérios da organização do espaço na Educação Infantil;  A criança pequena e a construção do conceito de tempo; rotina como tempo didático da Educação Infantil; princípios norteadores da rotina na Educação Infantil e as modalidades organizativas (atividades permanentes, seqüência de atividades, atividades de passagem, atividades diversas e simultâneas e trabalho com projetos);  Os diferentes momentos da rotina: os processos de adaptação/inserção (e acolhimento); roda de conversa; roda de história; momento das refeições; momentos dos cuidados com o corpo e higienização; momento do repouso/sono; projetos.
  • 4. A HISTÓRIA DA CRIANÇA Da Idade Média aos Tempos Modernos O surgimento do sentimento da infância “Sentimento da infância corresponde à uma consciência da particularidade infantil” (Áries)
  • 5. A HISTÓRIA DA CRIANÇA Sentimentos de Infância  Paparicação,  Consciência da inocência e da fraqueza da infância,  Domesticação da criança
  • 6. A HISTÓRIA DA CRIANÇA Idade Média  A criança não existia, ou seja, quando a criança não precisava mais dos cuidados da mãe/ama ela já ingressava na vida adulta, sem transição.  Adulto em miniatura: estado de transição para a vida adulta por volta dos 3 anos de idade.
  • 7. A HISTÓRIA DA CRIANÇA Idade Média  Todas as crianças à partir dos 7 anos eram colocadas em famílias estranhas (Famílias Preceptoras) para aprenderem serviços domésticos forma de educação comum para ricos e pobres.
  • 8. A HISTÓRIA DA CRIANÇA Séculos XVI e XVII  Multiplicação de escolas com a finalidade de aproximar as crianças das famílias;  Configuração da escola e a configuração da família.  Objetivo principal da escola não era a educação da infância, mas uma escola técnica sem separação por idades.  Os escolares eram vistos como pertencentes do mesmo mundo dos soldados, dos criados, e de um modo geral, dos mendigos.  Foi necessária a pressão dos educadores para separar o escolar do adulto boêmio.
  • 9. A HISTÓRIA DA CRIANÇA À partir do século XVIII  A escola única foi substituída por um sistema de ensino duplo condição social.  O Liceu ou colégio burgueses.  A Escola (primário) povo.
  • 10. A HISTÓRIA DA CRIANÇA Século XX: O século da criança  Jurídico  Pedagógico  Psicológico  Médico
  • 11. HOJE Quem está educando as crianças?
  • 12. Discussão em grupo  Em sua opinião, qual o aspecto da “História Social da Criança” mais interessa à população atual? Justifique.  Como as constantes demostrações de violência na atualidade podem ser vistas à luz da história?  Qual a importância do educador no que tange à mudanças de posturas comportamentais e sociais com relação ao educando?  Quem são as crianças de hoje?
  • 13. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL  Educação Infantil é a primeira etapa para a educação básica.  Creches: 0 a 3 anos  Pré-escola: 4 a 5 anos  É dever do Estado garantir a oferta de Educação Infantil pública, gratuita e de qualidade, sem requisito de seleção.
  • 14. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL  Criança = sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.
  • 15. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL  Currículo = Conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade.
  • 16. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL  Proposta pedagógica ou projeto político pedagógico é o plano orientador das ações da instituição e define as metas que se pretende para a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças que nela são educados e cuidados. É elaborado num processo coletivo, com a participação da direção, dos professores e da comunidade escolar.
  • 17. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Matrícula e faixa etária:  É obrigatória a matrícula na Educação Infantil de crianças que completam 4 ou 5 anos até o dia 31 de março do ano em que ocorrer a matrícula.  As crianças que completam 6 anos após o dia 31 de março devem ser matriculadas na Educação Infantil.  A frequência na Educação Infantil não é pré-requisito para a matrícula no Ensino Fundamental.  As vagas em creches e pré-escolas devem ser oferecidas próximas às residências das crianças.
  • 18. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Jornada:  É considerada Educação Infantil em tempo parcial, a jornada de, no mínimo, quatro horas diárias e, em tempo integral, a jornada com duração igual ou superior a sete horas diárias, compreendendo o tempo total que a criança permanece na instituição.
  • 19. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL  As propostas pedagógicas de Educação Infantil devem respeitar os seguintes princípios:  Éticos: da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades.  Políticos: dos direitos de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática.  Estéticos: da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais.
  • 20. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Concepção de Proposta Pedagógica  Na observância das Diretrizes, a proposta pedagógica das instituições de Educação Infantil deve garantir que elas cumpram plenamente sua função sociopolítica e pedagógica:  Oferecendo condições e recursos para que as crianças usufruam seus direitos civis, humanos e sociais;  Assumindo a responsabilidade de compartilhar e complementar a educação e cuidado das crianças com as famílias;
  • 21. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL  Possibilitando tanto a convivência entre crianças e entre adultos e crianças quanto à ampliação de saberes e conhecimentos de diferentes naturezas;  Promovendo a igualdade de oportunidades educacionais entre as crianças de diferentes classes sociais no que se refere ao acesso a bens culturais e às possibilidades de vivência da infância;  Construindo novas formas de sociabilidade e de subjetividade comprometidas com a ludicidade, a democracia, a sustentabilidade do planeta e com o rompimento de relações de dominação etária, socioeconômica, étnico-racial, de gênero, regional, linguística e religiosa.
  • 22. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Objetivos da Proposta Pedagógica  A proposta pedagógica das instituições de Educação Infantil deve ter como objetivo garantir à criança acesso a processos de apropriação, renovação e articulação de conhecimentos e aprendizagens de diferentes linguagens, assim como o direito à proteção, à saúde, à liberdade, à confiança, ao respeito, à dignidade, à brincadeira, à convivência e à interação com outras crianças.  Palavras chaves: autonomia, o brincar, auto-estima, saúde, bem estar
  • 23. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Organização de Espaço,Tempo e Materiais  A educação em sua integralidade, entendendo o cuidado como algo indissociável ao processo educativo;  A indivisibilidade das dimensões expressivo-motora, afetiva, cognitiva, linguística, ética, estética e sociocultural da criança;  A participação, o diálogo e a escuta cotidiana das famílias, o respeito e a valorização de suas formas de organização;
  • 24. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL  O estabelecimento de uma relação efetiva com a comunidade local e de mecanismos que garantam a gestão democrática e a consideração dos saberes da comunidade;  O reconhecimento das especificidades etárias, das singularidades individuais e coletivas das crianças, promovendo interações entre crianças de mesma idade e crianças de diferentes idades;  Os deslocamentos e os movimentos amplos das crianças nos espaços internos e externos às salas de referência das turmas e à instituição;
  • 25. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL  A acessibilidade de espaços, materiais, objetos, brinquedos e instruções para as crianças com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação;  A apropriação pelas crianças das contribuições histórico- culturais dos povos indígenas, afrodescendentes, asiáticos, europeus e de outros países da América.
  • 27. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Proposta Pedagógica e Diversidade  As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil deverão prever condições para o trabalho coletivo e para a organização de materiais, espaços e tempos que assegurem:  O reconhecimento, a valorização, o respeito e a interação das crianças com as histórias e as culturas africanas, afro-brasileiras, bem como o combate ao racismo e à discriminação;  A dignidade da criança como pessoa humana e a proteção contra qualquer forma de violência – física ou simbólica – e negligência no interior da instituição ou praticadas pela família, prevendo os encaminhamentos de violações para instâncias competentes.
  • 28. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL  Educação Infantil das crianças filhas de agricultores familiares, extrativistas, pescadores artesanais, ribeirinhos, assentados e acampados da reforma agrária, quilombolas, caiçaras, povos da floresta deve respeitar calendários, festividades, aspectos culturais, de linguagem e de comportamento.
  • 29. ROTINA DA EDUCAÇÃO INFANTIL  Processos de Adaptação/Inserção e acolhimento;  Roda da Conversa;  Momentos de Cuidado e Estimulação;  Momentos da Refeição;  Momentos de cuidados com o corpo e higienização;  Momentos de Repouso/sono.
  • 30. ROTINA DA EDUCAÇÃO INFANTIL  Dentro da Rotina da Educação Infantil tem que se pensar em:  Atividades Permanentes;  Atividades Diversificadas;  Trabalho com Projetos.  Também interfere na Rotina da Educação Infantil a forma como o professor organiza o ESPAÇO e utiliza os RECURSOS MATERIAIS disponíveis.
  • 31. ATIVIDADES PERMANENTES  São atividades essenciais para a aprendizagem dos alunos. Devem ser realizadas regularmente. Por não estarem vinculadas a um projeto, possuem mais flexibilidade e autonomia.  Organizar diariamente diferentes atividades tais como: cantos para desenhar, para ouvir música, para pintar, para olhar livros, para modelar, para jogos de regras, entre outros, favorecem a construção da autonomia infantil.
  • 32. ATIVIDADES DIVERSIFICADAS  A proposta de cantos de atividades diversificadas é uma das modalidades de organização do tempo didático.  Os cantos de atividades diversificadas apresentam um momento da rotina, em que as crianças podem escolher o que vão fazer a partir de um leque de opções oferecidas e organizadas pelo professor em vários cantos da sala.  Elas podem escolher, por exemplo, entre desenhar, ler um livro, jogar um jogo, ou brincar de casinha, carrinho, médico, supermercado,etc no canto do faz-de-conta.
  • 33. Sequencias de atividades  Perseguem objetivos mais específicos de aprendizagem.  Sua duração pode variar de dias a semanas e várias sequências podem ser trabalhadas durante o ano, de acordo com o planejado ou com as necessidades da classe.  A sequência didática apresenta desafios cada vez maiores aos alunos, permitindo a construção do conhecimento.  Pensar nas sequências de atividades implica planejar experiências que se organizam em etapas diferenciadas e com graus de dificuldades diversos .
  • 35. Projetos  Os projetos de trabalho constituem um planejamento de ensino e aprendizagem vinculado a uma concepção da escolaridade em que se dá importância não só à aquisição de estratégias cognitivas de ordem superior, mas também ao papel do estudante como responsável por sua própria aprendizagem.  Pode ser realizada de maneira individual ou grupal, e seus resultados deverão ser públicos, para favorecer um conhecimento partilhado.
  • 36. ROTINA DA EDUCAÇÃO INFANTIL  Cuidar  Educar  Dialogar  Intencionalidade  O brincar  A autonomia  O espaço
  • 37. O BRINCAR  A brincadeira é a atividade essencial da criança. É uma ação que ocorre no plano da representação (ou seja, ter imagem mental e conseguir tornar presente, algo ausente), isto implica que aquele que brinca tenha o domínio da LINGUAGEM SIMBÓLICA.  Para brincar é preciso apropriar-se de elementos da realidade e atribuir-lhes novos significados.  A criança expressa no brincar o que ela está sentindo.
  • 38. O BRINCAR Fort e da  Ao ver o seu neto brincando com um carretel e dizendo Fort e da, Freud notou que o ato de brincar associado à verbalização elevava aquela criança à posição de sujeito.  A linguagem leva a criança a descobrir o simbólico, ou seja, ao brincar a criança se torna onipotente, podendo assim resolver conflitos internos através da substituição – o neto de Freud usa neste caso um carretel para simbolizar a ausência da mãe, criando um elo entre seu conflito pessoal e o ato de brincar.
  • 39. O BRINCAR  Na brincadeira a criança tem a chance de analisar seus sentimentos com um certo distanciamento, isso permite a ela resolva seus problemas num outro contexto, o que consequentemente geraria um crescimento emocional imensurável.  Brincando a criança amplia seu vocabulário, desenvolve sua psicomotricidade, incorpora valores morais, aprende a cooperar, a dividir, a trabalhar em equipe. Brincando nossos alunos experimentam várias situações – se transformam em mamães e papais, em jogadores de futebol, em super heróis. Desenvolvem sua auto-estima, sua criatividade e criticidade.
  • 40. O BRINCAR  No brincar acontecem trocas, confrontos e negociações – desequilíbrio e equilíbrio – e concomitantemente construção de conhecimento individual e coletivo. A atividade lúdica prepara para vida, permite ao sujeito testar possíveis ações e sentir o resultado dessas em sua vida.