O documento discute o autismo como uma diferença neurológica, enfatizando a inadequação das abordagens clínicas para apoiar pessoas autistas. Apresenta estratégias de ensino e intervenção, destacando a importância de ambientes naturais, comunicação clara e o uso de recursos visuais para facilitar a aprendizagem e interação. Enfatiza a necessidade de adaptação e antecipação nas atividades para atender às necessidades específicas dos alunos autistas.