3. I. Introdução
1. Apresentação: Ética cristã como trinitária + bibliografia;
2. O problema da definição e fundamentação ética;
3. Várias visões sobre a ética.
II. Ética teológica
4. A bondade da criação e a Imagem de Deus;
5. Excurso: A virtude pode ser ensinada? A ética platônica
6. Teologia Bíblica da Lei Natural I: Noé, Abraão e Isaías;
7. Teologia Bíblica da Lei Natural II: Moisés e Paulo;
8. Os efeitos éticos da queda.
9. Excurso II: Imperativo categórico: Kant e a autonomia da razão
Aulas
3
4. III. Ética Cristológica
10.Ética em Marcos e Mateus;
11.Ética em Lucas-Atos e João;
12.Ética paulina I: A nova criação em Cristo;
13.Ética paulina II: A cruz paradigmática;
14.Ética paulina III: A comunidade redimida;
Aulas
4
5. IV. Ética pneumatológica
15.A capacitação do Espírito;
16.A inauguração do Scathon;
17.O fruto do Espírito;
V. Aplicações práticas.
18. Homossexualidade.
19. Aborto.
20. Conclusão
Aulas
5
7. Bibliografia básica
Geisler, Norman. Ética cristã: opções e questões
contemporâneas. Trad. Alexandros Meimaridis e Djair Dias Filho.
2ºed. São Paulo: Vida Nova, 2010.
Marcondes, Danilo. Textos Básicos de Ética de Platão a Foucault.
4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 2008.
Lewis, C. S. Ética para viver melhor: diferentes atitudes para agir
corretamente. Trad. Cláudia Ziller. 1.ed. São Paulo: Planeta,
2017.
7
8. Bibliografia complementar
Hays, Richard B. The Moral Vision of the New Testament :
Community, Cross, New Creation : A Contemporary Introduction
to New Testament Ethics. San Francisco: HarperSanFrancisco,
1996.
Wright, Christopher J. H. Old testament ethics
for the people of god. Downers Grove: InterVarsity Press, 2004.
VanDrunen, David. Divine Covenants and Moral Order (Emory
University Studies in Law and Religion) (p. 40). Wm. B.
Eerdmans Publishing Co.. Edição do Kindle.
8
11. O certo está nas mãos dos mais fortes.
Trasímaco, filósofo grego, afirmou que “justiça é
o interesse do mais forte”. O certo é definido
em termos de poder (por exemplo, poder
político em Maquiavél);
A moral são os costumes. A ética se torna
sinônimo de étnico. Cai naquilo que Hume
chama de falácia do ser-dever;
O homem é a medida. Protágoras ensina isso. O
que é certo é certo para mim.
Qual é o fundamento da ética?
11
12. > O certo é a moderação. Visão grega
especialmente exposta por Aristóteles.
Exemplo: a coragem é o meio termo entre
medo e agressão;
> Não existe o que é certo. A. J. Ayer ensina que
todo dever é sentir. Exemplo: “você não deve
ser cruel” significa “eu não gosto de crueldade”;
> O certo é o que dá prazer. Atribui-se aos
epicureus (Séc. IV a.C.) a origem da filosofia
hedonista;
Qual é o fundamento da ética?
12
13. > O certo é o bem maior para a raça humana.
Jeremy Bentham (1748-1832) sugeriu que o
bem deve ser entendido em termos
quantitativos.
> O bem é indefinível. Posição de G. E. Moore
(1873-1958);
> O bem é fundamentado em Deus.
Qual é o fundamento da ética?
13
15. Há leis morais que não sejam apenas
subjetivas, mas sim obrigatórias a todos os
seres humanos?
Antinomismo: nega todas as leis morais;
Generalismo: nega as leis universais, mas afirma as
gerais;
Situacionismo: Afirma uma só lei universal;
Introdução
15
16. Há leis morais que não sejam apenas
subjetivas, mas sim obrigatórias a todos os
seres humanos?
Absolutismo não qualificado: Conflitos morais nunca são
conflitantes
Absolutismo conflitante: somos responsáveis pelo
menor de dois males;
Absolutismo graduado: somos responsáveis em seguir o
maior mandamento dentre os dois (conflito) e não somos
culpados por não seguir o menor.
Introdução
16
17. > Mentir não é nem certo nem errado: não existem leis;
> Mentir é normalmente errado: não existem leis
universais;
> Mentir é certo algumas vezes: existe somente uma lei
universal;
> Mentir é sempre errado: não existe conflito absoluto;
> Mentir é perdoável: existem muitas leis conflitantes;
> Mentir é certo algumas vezes: existem leis maiores.
Exemplos
17
19. Existe uma ordem ética interna e externa no
ser humano.
> Gn. 1. 26 - 31 (ordem externa e interna);
> Herman Dooyeweerd e o aspecto ético da
criação.
Introdução
19
20. > VanDrunen, David. Divine Covenants and Moral Order (Emory
University Studies in Law and Religion) (p. 40). Wm. B.
Eerdmans Publishing Co.. Edição do Kindle.
> a imagem consistia em ser o representante
físico / visível de Deus na terra, a quem foi
confiada uma comissão oficial e judicial real
para exercer domínio na terra em
conhecimento, justiça e santidade, com o
objetivo de entronização escatológica na era
por vir.
A bondade da criação e a Imago Dei
20
21. > A imagem, entendida nestes termos, não é uma
realidade ontológica estática, mas um ofício
dinâmico, historicamente / teleologicamente /
escatologicamente orientado que implica ser
equipado para uma tarefa, realizar a tarefa e
atingir um objetivo. Isso definiu a natureza
humana como criado originalmente. O que os
seres humanos foram feitos para ser e para o
que eles foram feitos não pode ser separado e,
portanto, a natureza humana era
inerentemente ética.
A bondade da criação e a Imago Dei
21
23. Conhecer bem e mal como julgamento
moral/judicial dos reis (2Sm. 14.17; 19.35; 1Re.
3.9; Is. 7. 14-15). A árvore era o local de
julgamento contra todos que ficassem contra
Deus e sua Palavra. (Ver G. K. Beale, Teologia
bíblica do Novo Testamento, p.51-52);
Conhecer o bem e o mal
23
25. > Essa tese, defendida por Sócrates, é recorrente no
diálogo. Aparece inicialmente no debate com Polo
(469b, 474b - 481a) e é retomada na discussão com
Cálicles (508e - 509d). Sócrates procura mostrar que o
indivíduo que comete injustiças e causa danos a outro
será visto como injusto e perverso. Isso será negativo
para sua reputação e convívio na sociedade, e,
portanto, acabará causando-lhe dano. Não se pode ser
feliz fazendo o Mal, por isso é preferível sofrer uma
injustiça a praticá-la. Aquele que faz o Mal, ao ser
punido, expia sua culpa, fica quite com a sociedade e
consegue voltar a ser feliz. É a posição defendida por
Sócrates nas passagens citadas.
GÓRGIAS É melhor sofrer uma injustiça do que praticá-la
25
26. > Mênon é um diálogo posterior a Górgias e tem
como ponto de partida o questionamento sobre
se é possível ensinar a virtude (areté). A
resposta platônica é negativa: a virtude não
pode ser ensinada; ou já a trazemos conosco ou
nada será capaz de incuti-la em nós. Assim, a
virtude deve ser inata. Porém, encontra-se
adormecida em cada uma das pessoas, e o
papel do filósofo consiste exatamente em
despertá-la.
Mênon
26
27. > A doutrina da reminiscência, ou anamnese, é o
modo pelo qual o inatismo platônico é explicado
neste diálogo. Nesta primeira passagem, logo no
início do diálogo, temos um embate entre Sócrates e
Mênon acerca da natureza da virtude. Mênon
apresenta exemplos do que seria a virtude e
Sócrates argumenta contra essa tentativa de definir
a virtude, ou qualquer conceito, por meio de
exemplos. Necessitamos de uma definição geral que
possa tornar os exemplos compreensíveis como
casos particulares de um tipo geral. Seria um
conceito, que devemos buscar. Mas onde?
Mênon
27
28. Esboço de uma crítica cristã.
A virtude é inata por causa da Imagem de Deus
em nós;
É corrompida pelo pecado;
Quando não salva: a graça comum de Deus
Mênon
28
30. Deus estabeleceu a aliança noaica pós diluviana
com toda a humanidade para preservar (mas
não redimir) o mundo caído, dando
continuidade à lei natural estabelecida na
criação.
A lei noaica é protológica porque ainda regula a
vida humana na presente ordem ainda não
consumada.
A aliança com Noé
30
31. > É uma ética minimalista, mas ainda expressa
uma ordem maior na criação que os seres
humanos precisam discernir, e também coloca
todos com responsabilidade ética diante de
Deus. Ela permanece até o fim do mundo.
> É uma aliança de graça comum. Fundamenta a
ética na aliança e não na autonomia. Leva em
conta os efeitos do pecado e a origem divina da
lei natural, é universal e não-redentiva.
A aliança com Noé
31
32. Obrigações.
Ser frutífero e multiplicar;
Não comer carne com sangue;
Lei de talião;
Exemplo: Gn. 18-19 x 20.
A aliança com Noé
32
34. Deus não deu muitas especificações éticas para
Abraão.
Mas deu a seus descendentes, para serem uma
teocracia, vivendo na terra prometida.
A aliança mosaica era para fazer Israel experimentar
e recapitular a experiência de criação, provação e
queda de Adão, servindo como um microcosmo de
toda a humanidade. Ela mostra a desobediência
inevitável de Israel e sua necessidade do Messias,
que sofre a punição da lei em nosso lugar, dando-
nos as bênçãos prometidas.
A Lei Mosaica e a lei natural
34
35. Vai além da lei natural pois proclama a graça
perdoadora de Deus através do sistema
sacrificial e sacerdotal.
A lei natural não escrita foi decodificada em
formas concretas na lei mosaica (muitas
similaridades com as leis dos países vizinhos)
A lei mosaica é protológica e não escatológica,
mas tem redenção à medida que apontava para
Cristo.
A Lei Mosaica e a lei natural
35
36. > “No Sinai não foi a lei “nua” que foi dada, mas
um reflexo do pacto das obras [ou seja, o pacto
da criação] revivido, por assim dizer, no
interesse do pacto da graça continuado no
Sinai.” Geerhardus Vos, Redemptive History and
Biblical Interpretation: The Collected Shorter
Writings of Geerhardus Vos, ed. Richard B.
Gaffin Jr. (Phillipsburg, NJ: Presbyterian and
Reformed, 1980), p. 255.
A Lei Mosaica e a lei natural
36
37. > Dt. 4.1-8;
> A lei mosaica é funcional e substancialmente
similar à lei natural:
> Similaridades funcionais: Prover conhecimento,
instigar o pecado e pronunciar julgamento.
A Lei Mosaica e a lei natural
37
42. Immanuel Kant (1724-1804) foi um dos mais
influentes pensadores da ética no período
moderno. Sua proposição de uma ética de
princípios e seu racionalismo encontram
importantes seguidores no pensamento
contemporâneo, que, neste campo, se
desenvolveu em grande medida a partir da
influência de sua obra
Kant: Introdução
42
43. Na Fundamentação da metafísica dos costumes Kant
formula seu célebre princípio do imperativo categórico,
“age somente de acordo com aquela máxima pela qual
possas ao mesmo tempo querer que ela se torne uma lei
universal”. Este princípio determina que a ação moral é
aquela que pode ser universalizada. Trata-se assim de um
princípio formal, isto é, independentemente do que
fazemos, nossa ação será ética se puder ser
universalizada. Por exemplo: devemos cumprir o que
prometemos e manter nossa palavra porque esperamos
que as outras pessoas também o façam, e se não fazerem
toda a prática de fazer promessas desmorona.
Kant: Introdução
43
44. Mas ninguém pode racionalmente desejar isso,
pois mesmo aquele que viola as suas promessas
espera que os outros as cumpram e que
suponham que ele mesmo as cumprirá. Do
contrário, promessas não terão efeito algum.
Agir moralmente é, portanto, agir de acordo
com este princípio.
Kant: Introdução
44
45. > Em 1784, Kant publica um texto em resposta a um pastor
que havia questionado o conceito de Esclarecimento.
> O Esclarecimento é a saída do homem da condição de
menoridade autoimposta. Menoridade é a incapacidade
de servir-se de seu entendimento sem a orientação de
um outro. Esta menoridade é autoimposta quando a
causa da mesma reside na carência não de
entendimento, mas de decisão e coragem em fazer uso
de seu próprio entendimento sem a orientação alheia.
Sapere aude! Tenha coragem em servir-te de teu próprio
entendimento! Este é o mote do Esclarecimento.
Kant: Introdução
45
46. Kant, por exemplo, em A religião nos limites da
simples razão (IV, Parte 2, Seção 4), de 1793,
considera, em contraposição a Abraão, que uma
pessoa que conclui que Deus a ordena a agir de
forma não ética deve por algum motivo estar
errada.
Kant: Introdução
46
48. Marcos possui poucos textos explicitamente
sobre ética. Por isso, precisamos adentrar o
mundo narrativo do autor;
Mc. 8.29; 1.1: nós, leitores, sabemos quem é
Jesus, mas ninguém nesse Evangelho sabe, com
exceção dos demônios; Portanto não é uma
história de detetive, mas como em Édipo Rei, o
suspense da história está entre a tensão entre o
conhecimento dos leitores e a ignorância dos
atores (Hays, Moral vision of the New
Testament, p. 75);
Marcos e Mateus
48
49. Os discípulos são descritos de forma negativa:
(1) para desacreditar os líderes de Jerusalém e
legitimizar esse evangelho (Weeden)? (2) para
encorajar os cristãos a buscarem perdão (via
experiência vicária com os discípulos) e
permanecerem fiéis (Robert Tannehill)?
Discipulado: seguindo o Messias crucificado
(8.29-38; 10. 42-45)
Marcos e Mateus
49
50. Mundo narrativo de Marcos como contexto para
ação.
1. O mundo marcano foi rasgado por Deus: desde os céus
foram abertos (schizomenous) no batismo de Jesus
(1.10) até os rasgar (eschiste) do véu em dois na
crucificação (15.38), Deus poderosamente irrompeu na
ordem criada (cumprindo Is. 63. 15-64.4)
2. Por causa disso, o tempo foi abreviado (o tempo se
cumpriu, peplerotai ho kairos, 1.15). A palavra
imediatamente (euthys) aparece 11 vezes nesse Ev.
Marcos e Mateus
50
51. Mundo narrativo de Marcos como contexto para
ação.
3. A invasão de Deus reverteu as posição de quem está
dentro e fora;
4. Marcos redefine o poder e o valor do sofrimento;
5. A vida moral em Marcos é profundamente irônica. A
revelação de Deus é oculta, trazendo reversões e
surpresas, os discípulos repetidamente falham em
entender a vontade de Deus;
6. Marcos (no final curto), nos chama a uma resposta ativa.
Marcos e Mateus
51
52. Mateus.
Jesus é revelado como libertador, Rei e Criador
encarnado (Charles L. Quarles, A theology of
Matthew, 2013).
Perfeição, hermenêutica da misericórdia e
perdão.
Marcos e Mateus
52
53. Mundo narrativo de Mateus como contexto para
ação.
1. É um mundo que tem estabilidade e significado por
causa da presença autoritativa de Jesus;
2. Embora o julgamento final seja certo, o presente é o
tempo da missão da igreja em fazer discípulos de todas
as nações;
3. O julgamento final de Deus será baseado em obras
concretas. De nada vale uma ortodoxia confessional sem
obediência à vontade de Deus (Mt. 7)
Marcos e Mateus
53
54. Mundo narrativo de Mateus como contexto para
ação.
4. A sinagoga é caracterizada por conflito invejo enquanto
a igreja é caracterizada por humildade, paciência,
perdão e cuidado com o s”pequenos”.
5. A igreja é um local de segurança espiritual onde as
pessoas podem agir com confiança moral. A diferença
entre os de fora e os de dentro é clara, portanto,
aqueles que estão dentro da nova comunidade
conhecem os mistério do reino dos céus.
Marcos e Mateus
54
56. Cristologia de Lucas:
1. O Servo capacitado pelo Espírito;
2. O profeta semelhante a Moisés (novo êxodo);
3. O mártire Justo.
Jesus é o paradigma da igreja (a igreja cheia de
graça e do Espírito, vira o mundo de ponta
cabeça)
Lucas e João
56
57. > A existência cristã não é individualista mas é
entendida dentro da história da redenção. A
igreja é a continuação de Israel, vivendo uma
jornada de êxodo, caracterizada por alegria e
louvores em meio ao sofrimento. Tudo isso
capacitada pelo Espírito Santo, e onde o Espírito
está, aí há liberdade
Lucas e João
57
58. João: amor ao próximo.
O mundo de João é caracterizado por
polaridades binárias (luz-trevas; vida-morte,
verdade-mentira, bem e mal).
Os discípulos de Jesus são marcados por amor e
solidariedade;
A presença do Consolador guiando a
comunidade de crentes provê conforto e
confiança moral para a comunidade
Lucas e João
58
59. A palavra de Deus subverte a concepção de
poder do mundo (ex. Pilatos)
Essa subversão do poder é apenas uma
manifestação de uma visão irônica do mundo
(Ex. O levantar de Jesus como glorificação;
Caifas disse: é melhor um morrer pelo povo do
que toda a nação perecer, 11.49-50).
Por último, a encarnação desconstrói o
dualismo. O mundo jás no maligno, mas João
não é doceta ou hostil contra a criação
Lucas e João
59
61. O fundamento da ética paulina é o ato salvífico de
Deus na morte e ressurreição de Cristo (graça e
não mérito).
2Co. 5.17 – Is. 65. 17-19
1Ts. 3.12-13; 5.23-24; (escatologia futura e
ética)
2Co. 3.18; 5.21; 6.1-10 (escatologia presente e
ética)
Romanos 8: já e ainda não.
Ética paulina
61
62. Conclusão:
A escatologia paulina afirma paradoxos como alegria e
sofrimento;
A igreja está engajada em um conflito cósmico;
O senso de iminência da volta de Cristo aprofunda ao
invés de negar os imperativos éticos
Deu está preparando e santificando seu povo para o
grande dia
O evangelho de Paulo proclama salvação para toda a
criação, não sendo uma esperança extramundana de
escape da realidade material
A ética é vista sob um referencial escatológico.
Ética paulina
62
63. O cristão deve agir de acordo com sua nova
natureza em Cristo, no poder do Espírito.
Gálatas 5.1, 25;
Romanos 6.
Indicativo e imperativo
63
67. A ética de Paulo não é individualista, mas
sempre visa a comunidade de crentes.
Paulo enfatiza a unidade e a comunhão da
igreja (Ef. 2. 11-21; 4. 1-7; Gl. 6. 14-15).
Romanos 12
Ética paulina
67
68. Conclusão: três fundamentos para a obediência
no evangelho de Paulo:
A união com Cristo nos transforma para
vivermos em novidade de vida
Porque Deus nos libertou do império das trevas
através da cruz, devemos colocar nossa
lealdade para aquele que nos libertou
Porque o Espírito está trabalhando na
comunidade de fé, o fruto do Espírito deve se
manifestar na vida da comunidade.
Ética paulina
68
70. > Rm. 14,17
> Gl. 3.1-5
> Cl. 1.9-14 (Is. 11.1-2; Cl. 2. 16, 17, 20-23)
> Andando no e pelo Espírito. Gl. 5.13-6.10; (5.16)
> Santificação (1Ts. 4. 1-8; 2Ts. 2.13) 1. Mortificar
os pecados e 2. Reproduzir a vida de Cristo em
nós
Ética pneumatológica
70
74. O fruto do Espírito
Leitura e breve análise de Gálatas 5.22;
74
75. Esboço
Contexto maior de Gálatas.
A. Introdução: A cruz e a nova era (1.1 – 10).
B. A verdade do Evangelho (1.11 – 2.21).
C. Uma defesa do Evangelho (3.2 – 5.12).
B´ . A vida no Evangelho (5.13 – 6.10).
A´. Conclusão: A cruz e a Nova Criação (6.11 –
18).
75
76. Contexto imediato:
I. O padrão básico da nova vida: Servir uns aos
outros em amor (5.13-15)
II. Implementando (suprir, praticar) a nova vida:
Andando pelo Espírito (5.16-24)
A: Garantia sobre a carne (5.16-17)
B: Quem é guiado pelo Espírito não está sob a lei (5.18)
C: As obras da carne (5.19-21)
C´:O fruto do Espírito (5.22-23)
B´: Nenhuma lei fica contra o Espírito (5.23b)
A´: Garantia sobre a carne (5.24)
76
77. O pano de fundo:
> Isaías 32.15-20
> Isaías 57. 15-19
> Gálatas 4.4-6 (Is. 32 ; Is. 48. 16-17)
> Outros panos de fundo.
> Isaías 11.1-2.
> Isaías 44.3-4
> Isaías 27. 1-6
> Isaías 51.3
77
79. Argumentos bíblicos a favor da
homossexualidade
O pecado de Sodoma e gomorra não era a
homossexualidade, mas a falta de hospitalidade;
O pecado de Sodoma e Gomorra era o egoísmo (Ez.
16.49)
Levítico não se aplica (Lv. 18.22)
A homossexualidade estava ligada à idolatria
As condenações paulinas são apenas opiniões
pessoais
1Co. 6.9 fala apenas de homossexuais injustos
A heterossexualidade não é normal aos homossexuais
(Rm 1)
Davi e Jonatas eram homossexuais
79
81. Argumentos a favor do Aborto
> O fôlego não é o início da nossa vida;
> Adão foi um caso exclusivo;
> Autoconsciência não é necessária para caracterizar o
ser humano (sono profundo e coma);
> Um embrião não é uma extensão de sua mãe
81
83. Conclusão
> A ética cristã baseia-se na vontade de Deus.
> A ética cristã é absoluta.
> A ética cristã baseia-se na revelação de Deus.
> A ética cristã é prescritiva (prescreve o que deve ser
feito e não o que é)?
> Deontológica, teleológica ou doxológica?
83