O texto discute a relação entre fé e saber na sociedade contemporânea, destacando a tensão entre a secularização e as tradições religiosas em um mundo cada vez mais moderno. A ascensão do terrorismo, motivado por convicções religiosas, exemplifica a complexidade do diálogo entre ciência e religião. O autor argumenta que a secularização não é um processo linear e que a convivência pacífica entre diferentes visões de mundo é essencial para evitar conflitos culturais.