Profª - Ana Raquel ESPIROMETRIA PROVA DE FUNÇÃO PULMONAR
HISTÓRICO DA ESPIROMETRIA SÉC XIX, 1846 HUTCHINSON
HISTÓRICO DA ESPIROMETRIA EM 1940 TIFFENEAU
TESTES FUNCIONAIS ESPIROMETRIA (VEF 1  E CVF) CURVA FLUXO VOLUME PFE ( PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO)
ESPIROMETRIA LATIN: SPIRO: RESPIRAR, METRUM: MEDIDA REPRESENTAÇÃO NUMÉRICA DE VOLUMES E CAPACIDADES PULMONARES
ESPIROMETRIA Definição: Teste que serve para medir o ar que  entra e sai dos pulmões. Pode ser realizado: Respiração lenta Monobras Espiratórias Forçadas Função: Prevenção  Diagnóstico Quantificação dos distúrbios ventilatórios.
Indicação: Diagnóstico de Dispnéia  Quantificação da Função Pulmonar Avaliação da eficácia da terapêutica Medicina do Trabalho Reabilitação Avaliação de risco cirúrgico
ESPIROGRAFIA REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE VOLUMES E CAPACIDADES PULMONARES (CURVA FLUXO VOLUME)
PARÂMETROS IMPORTANTES CI: CAPACIDADE INSPIRATÓRIA É O VOLUME MÁXIMO QUE PODE SER INSPIRADO APÓS UMA EXPIRAÇÃO NORMAL, E COMPOSTA PELA SOMA DO VC COM O VRI.
 
PARÂMETROS ESPIROMÉTRICOS CRF: CAPACIDADE RESIDUAL FUNCIONAL É O COLUME DE AR REMANESCENTE NOS PULMÕES APÓS UMA EXPIRAÇÃO NORMAL, É COMPOSTA PELA SOMA DE VRE COM O VR. NÃO PODE SER OBTIDA POR UM ESPIROMETRIA SIMPLES.
 
PARÂMETROS ESPIROMÉTRICOS CV: CAPACIDADE VITAL É O VOLUME MÁXIMO DE AR QUE PODE SER EXPIRADO APÓS UMA INSPIRAÇÃO MÁXIMA, É COMPOSTA PELA SOMA DE VRI, VC E VRE.
 
 
PARÂMETROS DE ESPIROMETRIA CPT: CAPACIDADE PULMONAR TOTAL É A QUANTIDADE DE AR CONTIDA NOS PULMÕES APÓS UMA INSPIRAÇÃO MÁXIMA, PODE SER ENTENDIDA COMO A SOMA DOS QUATRO VOLUMES VRI, VRE, VC E VR.
 
 
ESPIROMETRIA DINÂMICA ENVOLVE ALÉM DOS VOLUMES E CAPACIDADES PULMONARES, A VELOCIDADE COM QUE O AR DEIXA OS PULMÕES, ISTO É O FLUXO AÉREO OU FLUXO INSPIRATÓRIO.
ESPIROMETRIA DINÂMICA CVF: CAPACIDADE VITAL FORÇADA CONSISTE EM INSPIRAR O MÁXIMO POSSÍVEL, E M SEGUIDA EXPIRAR O MAIS RAPIDAMENTE E PROFUNDAMENTE POSSÍVEL
ESPIROMETRIA DINÂMICA CVF: CAPACIDADE VITAL FORÇADA
ESPIROMETRIA DINÂMICA VEF 1 : VOLUME EXPIRADO MÁXIMO NO PRIMEIRO SEGUNDO DA EXPIRAÇÃO FORÇADA É O VOLUME MÁXIMO QUE UM INDIVÍDUO CONSEGUE EXPIRAR NO PRIMEIRO SEGUNDO DE UMA EXPIRAÇÃO MÁXIMA.
ESPIROMETRIA DINÂMICA VEF 1 : VOLUME EXPIRADO MÁXIMO NO PRIMEIRO SEGUNDO DA EXPIRAÇÃO FORÇADA
ESPIROMETRIA DINÂMICA ÍNDICE DE TIFFENEAU   VEF1/CVF
ESPIROMETRIA DINÂMICA PFE: PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO MÁXIMO
ESPIROMETRIA DINÂMICA FEF 25%: SIGNIFICA ¼ DO FLUXO ESPIRATÓRIO FORÇADO QUE SAI DOS PULMÕES. FEF 50%: VELOCIDADE DO AR QUE DEIVA AS VIAS ÁREAS INFERIORES PARTE CENTRAL DURANTE A EXPIRAÇÃO FORÇADA.
ESPIROMETRIA DINÂMICA FEF 75%: VELOCIDADE QUE O ÚLTIMO ¼ DE AR DEIXA AS VIAS AÉREAS INFERIORES DURANTE A EXPIRAÇÃO FORÇADA. FEF 25-75%: REPRESENTA A VELOCIDADE QUE O AR SAI EXCLUSIVAMENTE DOS BRÔNQUIOS.
ESPIROMETRIA DINÂMICA FEF 75-85%: REPRESENTA A VELOCIDADE QUE O AR QUE SE ENCONTRA NA PARTE MAIS DISTAL , SAI DOS PULMÕES. VVM: É O VOLUME MÁXIMO DE AR QUE PODE SER RESPIRADO, COM O MAIOR ESFORÇO VOLUNTÁRIO POSSÍVEL, EM UM PERÍODO DE 12  A 15s.
 
INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS OBSTRUTIVO CVF PODE ESTAR NORMAL  VEF1/CVF = diminuído  TFEF  25,75% = aumento VEF1= diminuído FEF  25,75% =diminuído Obstrução Acentuada= aumenta VR
INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS OBSTRUTIVO
INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS OBSTRUTIVO GRAVE
INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS RESTRITIVO CVF diminuída VEF1/CVF = normal TFEF  25,75% =normal VEF1= diminuído FEF  25,75% =diminuído
INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS RESTRITIVO
INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS Misto CVF diminuída VEF1/CVF = diminuída TFEF  25,75% =diminída VEF1= diminuído FEF  25,75% =diminuído
INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS MISTO
Uma obstrução traqueal intratorácica determina a figura com linhas sólidas (trapézio) A correção cirúrgica permitiu o registro das linhas interrompidas, que verifica a normalidade do Fluxo/Volume. Fonte: Tisi.
Curvas de Fluxo/Volume em Enfisema e Asma Fonte: Tisi.
Obstrução da via aérea pela asma ou bronquite crônica como um ramo expiratório cônico e fluxos inspiratórios reduzidos. Fonte: Tisi.
No enfisema, os fluxos expiratórios são diminuídos subtamente, mas os fluxos inspiratórios são relativamente bem preservados. Fonte: Tisi.
A obstrução rígida de uma via aérea maior pode produzir uma curva oval. Fonte: Tisi.
Fluxos inspiratórios são reduzidos na fraqueza diafragmática ou na obstrução trtaqueal extra torácica. Fonte: Tisi.
QUANTIFICAÇÃO DO DISTÚRBIO Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia DISTÚRBIO VEF1 CV(F) VEF1/CV(F)% LEVE 60%-LI 60%-LI 60%-LI MODERADA 41%-59% 51 - 59% 41 - 59% GRAVE ≤ 40% ≤ 50% ≤ 40%
AVALIAÇÃO DO PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO MÁXIMO PFE(PEAK EXPIRATORY FLOW) 1959 B.M WRIGHT MACNERROW, BENNETT, GREGG, ANDERSON ET AL
AVALIAÇÃO DO PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO MÁXIMO INDICAÇÕES: ASMA, BRONQUITE CRÔNICA, ENFISEMA PULMONAR VANTAGENS:  AVALIAÇÃO DOMICILIAR E OCUPACIONAÇL DA ASMA, AVALIAR COM SEGURANÇA A GRAVIDADE DA OBSTRUÇÃO BRÔNQUICA POSSIBILITA AVALIAÇÃO DA REVERSIBILIDADE DA OBSTRUÇÃO. MONITORIZAÇÃO. PERMITE REPETITIVIDADE, PORTÁTIL.
AVALIAÇÃO DO PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO MÁXIMO TÉCNICA: PACIENTE SENTADO, RELIZA UMA INSPIRAÇÃO PROFUNDA ATÉ A CPT EM SEGUIDA REALIZA UMA EXPIRAÇÃO MÁXIMA E FORÇADA EM 1 S.
VENTILOMETRIA INSTRUMENTO: VENTILÔMETRO
VENTILOMETRIA INDICAÇÕES: AVALIAÇÃO PULMONAR, DESMAME. PARÂMETROS OBTIDOS DIRETOS: VE CV CI CE INDIRETOS:  VC: VE/FR VVM
VENTILOMETRIA VALOR DA CAPACIDADE VITAL: 45 A 50 ml/kg diminuição da ventilação profunda 30 a 45 ml/kg diminuição da tosse reflexa, da tose voluntária, retenção de secreções. 30 a 25 ml/kg diminuição da ventilação semi profunda, do mecanismo de suspiro da eficiência muscular.
VENTILOMETRIA FÓRMULA PREDITIVA PARA CAPACIDADE VITAL CV: 65 ml/KG HOMENS: CV= 0,05211-0,22 x A- 3,60 x H MULHERES: CV= 0,4111- 0,018 x A – 2,69 x H CV: capacidade vital H: altura A: idade em anos
MANOVACUOMETRIA CLANTON E ASSOCIADOS CITADO POR CARLOS  A. AZEREDO RELATA: “ Um dos métodos de avaliação dos músculos respiratórios que são de utilidade prática para os Fisioterapeutas são a medida das pressões inspiratórias e expiratórias estáticas.” CARLOS A AZEREDO, 2002. “ na verdade a medida da força dos músculos respiratórios  é útil quando não há suspeita de nenhuma fraqueza muscular respiratória como fator etiológico dos baixos volumes pulmonares, da hipoventilação alveolar ou limitação do exercício.”
MANOVACUOMETRIA INSTRUMENTO: MANOVACUÔMETRO
MANOVACUOMETRIA MEDE A FORÇA QUE OS MÚSCULOS INSPIRATÓRIOS E EXPIRATÓRIOS PODEM GERAR COMO PRESSÃO.
MANOVACUOMETRIA REALIZAÇÃO DA TÉCNICA 1- PACIENTE EM POSIÇÃO ORTOSTÁTICA, SENTADA OU SEMI CURVADA 2- OS LÁBIOS SÃO PRESSIONADOS SOBRE UM LARGO BOCAL RÍGIDO, CONECTADO A UMA VÁLVULA TRIDIRECIONAL 3- CLIPES NASAIS FIXADOS NAS NARINAS
MANOVACUOMETRIA 4-Mensuração da Pimáx: Expiração completa até o VR ou a nível da CRF, em seguida inspiração profunda e sustentada por mais de 1 s. 5-Mensuração da Pemáx: Inspiração até a CPT, em seguida expiração máxima sustentada.
MANOVACUOMETRIA VANTAGENS:  PERMITE O DIAGNÓSTICO DA IRA DIAGNÓSTICO PRECOCE DE FRAQUEZA MUSCULAR AVALIAÇÃO DA MECÂNICA VENTILATÓRIA INDICAÇÃO DE ENTUBAÇÃO DESMAME  EXTUBAÇÃO PERMITE REALIZAR TREINAMENTO MUSCULAR
MANOVACUOMETRIA VALORES NORMAIS EM ADULTOS JOVENS Pimáx: - 90 a – 120 cmH2O Pemáx: + 100 a + 150 cmH2O
MANOVACUOMETRIA MENSURAÇÃO DE PACIENTES ENTUBADOS MARINI ET AL SUGERE UM MÉTODO:” 1/3 do vc de repouso é repassado para tot(espaço morto) aumenta o drive fisiológico da respiração após 2 min retira-se o ventilador e oclui-se a via aérea com uma válvula unidirecional por 20 a 25 seg permitindo apenas que o paciente expire. desta forma o paciente é obrigado a realizar um esforço inspiratório para deflagrar o ciclo respiratório, assim será medida a Pimáx.”
MANOVACUOMETRIA OUTROS TIPOS DE MENSURAÇÃO DA Pimáx SNIIFF PRESSURE (soluços inspiratórios): RÁPIDO ESFORÇO INSPIRATÓRIO REALIZADO PELO NARIZ E/OU BOCA.
MANOVACUOMETRIA FRAQUEZA MUSCULAR:  Pimáx: -40 a –75cmH2O 1-DISPNÉIA PROFUNDA 2-DIMINUIÇÃO PROGRESSIVA DA CAPACIDADE DE TOSSE 3-AUMENTO DO TRABALHO EM VENTILAÇÃO PROFUNDA 4-AUMENTO DA FR 5-DIMINUIÇÃO DA CV ENTRE 20 A 40%
MANOVACUOMETRIA FADIGA MUSCULAR:  Pimáx: -40cmH2O 1- REDUÇÃO DA CPT 2- CV < 50% DO PREVISTO 3- REDUÇÃO DA VENT. ALVEOLAR 4-COMPROMETIMENTO DA TOSSE 5- RESPIRAÇÃO PARADOXAL
MANOVACUOMETRIA FALÊNCIA MUSCULAR:  Pimáx: <-20cmH2O 1- CV<15ml/kg 2- VC<5-7ml/kg 3- PEMÁX:< +30-35 cmH2O 4- NECESSIDADE DE SUPORTE VENTILATÓRIO
VENTILOMETRIA VVM: VENTILAÇÃO VOLUNTÁRIA MÁXIMA INDICADO: PROGNÓSTICO DE FADIGA OU MEDIDA DA CAPACIDADE  DE ENDURANCE DESCRIÇÃO DA TÉCNICA *LEVAR PARA A SEQUÊNCIA VENTILOMETRIA

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Fisioterapia respiratoriaa=manuvacometria

  • 1. Profª - Ana Raquel ESPIROMETRIA PROVA DE FUNÇÃO PULMONAR
  • 2. HISTÓRICO DA ESPIROMETRIA SÉC XIX, 1846 HUTCHINSON
  • 3. HISTÓRICO DA ESPIROMETRIA EM 1940 TIFFENEAU
  • 4. TESTES FUNCIONAIS ESPIROMETRIA (VEF 1 E CVF) CURVA FLUXO VOLUME PFE ( PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO)
  • 5. ESPIROMETRIA LATIN: SPIRO: RESPIRAR, METRUM: MEDIDA REPRESENTAÇÃO NUMÉRICA DE VOLUMES E CAPACIDADES PULMONARES
  • 6. ESPIROMETRIA Definição: Teste que serve para medir o ar que entra e sai dos pulmões. Pode ser realizado: Respiração lenta Monobras Espiratórias Forçadas Função: Prevenção Diagnóstico Quantificação dos distúrbios ventilatórios.
  • 7. Indicação: Diagnóstico de Dispnéia Quantificação da Função Pulmonar Avaliação da eficácia da terapêutica Medicina do Trabalho Reabilitação Avaliação de risco cirúrgico
  • 8. ESPIROGRAFIA REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE VOLUMES E CAPACIDADES PULMONARES (CURVA FLUXO VOLUME)
  • 9. PARÂMETROS IMPORTANTES CI: CAPACIDADE INSPIRATÓRIA É O VOLUME MÁXIMO QUE PODE SER INSPIRADO APÓS UMA EXPIRAÇÃO NORMAL, E COMPOSTA PELA SOMA DO VC COM O VRI.
  • 10.  
  • 11. PARÂMETROS ESPIROMÉTRICOS CRF: CAPACIDADE RESIDUAL FUNCIONAL É O COLUME DE AR REMANESCENTE NOS PULMÕES APÓS UMA EXPIRAÇÃO NORMAL, É COMPOSTA PELA SOMA DE VRE COM O VR. NÃO PODE SER OBTIDA POR UM ESPIROMETRIA SIMPLES.
  • 12.  
  • 13. PARÂMETROS ESPIROMÉTRICOS CV: CAPACIDADE VITAL É O VOLUME MÁXIMO DE AR QUE PODE SER EXPIRADO APÓS UMA INSPIRAÇÃO MÁXIMA, É COMPOSTA PELA SOMA DE VRI, VC E VRE.
  • 14.  
  • 15.  
  • 16. PARÂMETROS DE ESPIROMETRIA CPT: CAPACIDADE PULMONAR TOTAL É A QUANTIDADE DE AR CONTIDA NOS PULMÕES APÓS UMA INSPIRAÇÃO MÁXIMA, PODE SER ENTENDIDA COMO A SOMA DOS QUATRO VOLUMES VRI, VRE, VC E VR.
  • 17.  
  • 18.  
  • 19. ESPIROMETRIA DINÂMICA ENVOLVE ALÉM DOS VOLUMES E CAPACIDADES PULMONARES, A VELOCIDADE COM QUE O AR DEIXA OS PULMÕES, ISTO É O FLUXO AÉREO OU FLUXO INSPIRATÓRIO.
  • 20. ESPIROMETRIA DINÂMICA CVF: CAPACIDADE VITAL FORÇADA CONSISTE EM INSPIRAR O MÁXIMO POSSÍVEL, E M SEGUIDA EXPIRAR O MAIS RAPIDAMENTE E PROFUNDAMENTE POSSÍVEL
  • 21. ESPIROMETRIA DINÂMICA CVF: CAPACIDADE VITAL FORÇADA
  • 22. ESPIROMETRIA DINÂMICA VEF 1 : VOLUME EXPIRADO MÁXIMO NO PRIMEIRO SEGUNDO DA EXPIRAÇÃO FORÇADA É O VOLUME MÁXIMO QUE UM INDIVÍDUO CONSEGUE EXPIRAR NO PRIMEIRO SEGUNDO DE UMA EXPIRAÇÃO MÁXIMA.
  • 23. ESPIROMETRIA DINÂMICA VEF 1 : VOLUME EXPIRADO MÁXIMO NO PRIMEIRO SEGUNDO DA EXPIRAÇÃO FORÇADA
  • 24. ESPIROMETRIA DINÂMICA ÍNDICE DE TIFFENEAU VEF1/CVF
  • 25. ESPIROMETRIA DINÂMICA PFE: PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO MÁXIMO
  • 26. ESPIROMETRIA DINÂMICA FEF 25%: SIGNIFICA ¼ DO FLUXO ESPIRATÓRIO FORÇADO QUE SAI DOS PULMÕES. FEF 50%: VELOCIDADE DO AR QUE DEIVA AS VIAS ÁREAS INFERIORES PARTE CENTRAL DURANTE A EXPIRAÇÃO FORÇADA.
  • 27. ESPIROMETRIA DINÂMICA FEF 75%: VELOCIDADE QUE O ÚLTIMO ¼ DE AR DEIXA AS VIAS AÉREAS INFERIORES DURANTE A EXPIRAÇÃO FORÇADA. FEF 25-75%: REPRESENTA A VELOCIDADE QUE O AR SAI EXCLUSIVAMENTE DOS BRÔNQUIOS.
  • 28. ESPIROMETRIA DINÂMICA FEF 75-85%: REPRESENTA A VELOCIDADE QUE O AR QUE SE ENCONTRA NA PARTE MAIS DISTAL , SAI DOS PULMÕES. VVM: É O VOLUME MÁXIMO DE AR QUE PODE SER RESPIRADO, COM O MAIOR ESFORÇO VOLUNTÁRIO POSSÍVEL, EM UM PERÍODO DE 12 A 15s.
  • 29.  
  • 30. INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS OBSTRUTIVO CVF PODE ESTAR NORMAL VEF1/CVF = diminuído TFEF 25,75% = aumento VEF1= diminuído FEF 25,75% =diminuído Obstrução Acentuada= aumenta VR
  • 31. INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS OBSTRUTIVO
  • 32. INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS OBSTRUTIVO GRAVE
  • 33. INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS RESTRITIVO CVF diminuída VEF1/CVF = normal TFEF 25,75% =normal VEF1= diminuído FEF 25,75% =diminuído
  • 34. INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS RESTRITIVO
  • 35. INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS Misto CVF diminuída VEF1/CVF = diminuída TFEF 25,75% =diminída VEF1= diminuído FEF 25,75% =diminuído
  • 36. INTERPRETAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS MISTO
  • 37. Uma obstrução traqueal intratorácica determina a figura com linhas sólidas (trapézio) A correção cirúrgica permitiu o registro das linhas interrompidas, que verifica a normalidade do Fluxo/Volume. Fonte: Tisi.
  • 38. Curvas de Fluxo/Volume em Enfisema e Asma Fonte: Tisi.
  • 39. Obstrução da via aérea pela asma ou bronquite crônica como um ramo expiratório cônico e fluxos inspiratórios reduzidos. Fonte: Tisi.
  • 40. No enfisema, os fluxos expiratórios são diminuídos subtamente, mas os fluxos inspiratórios são relativamente bem preservados. Fonte: Tisi.
  • 41. A obstrução rígida de uma via aérea maior pode produzir uma curva oval. Fonte: Tisi.
  • 42. Fluxos inspiratórios são reduzidos na fraqueza diafragmática ou na obstrução trtaqueal extra torácica. Fonte: Tisi.
  • 43. QUANTIFICAÇÃO DO DISTÚRBIO Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia DISTÚRBIO VEF1 CV(F) VEF1/CV(F)% LEVE 60%-LI 60%-LI 60%-LI MODERADA 41%-59% 51 - 59% 41 - 59% GRAVE ≤ 40% ≤ 50% ≤ 40%
  • 44. AVALIAÇÃO DO PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO MÁXIMO PFE(PEAK EXPIRATORY FLOW) 1959 B.M WRIGHT MACNERROW, BENNETT, GREGG, ANDERSON ET AL
  • 45. AVALIAÇÃO DO PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO MÁXIMO INDICAÇÕES: ASMA, BRONQUITE CRÔNICA, ENFISEMA PULMONAR VANTAGENS: AVALIAÇÃO DOMICILIAR E OCUPACIONAÇL DA ASMA, AVALIAR COM SEGURANÇA A GRAVIDADE DA OBSTRUÇÃO BRÔNQUICA POSSIBILITA AVALIAÇÃO DA REVERSIBILIDADE DA OBSTRUÇÃO. MONITORIZAÇÃO. PERMITE REPETITIVIDADE, PORTÁTIL.
  • 46. AVALIAÇÃO DO PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO MÁXIMO TÉCNICA: PACIENTE SENTADO, RELIZA UMA INSPIRAÇÃO PROFUNDA ATÉ A CPT EM SEGUIDA REALIZA UMA EXPIRAÇÃO MÁXIMA E FORÇADA EM 1 S.
  • 48. VENTILOMETRIA INDICAÇÕES: AVALIAÇÃO PULMONAR, DESMAME. PARÂMETROS OBTIDOS DIRETOS: VE CV CI CE INDIRETOS: VC: VE/FR VVM
  • 49. VENTILOMETRIA VALOR DA CAPACIDADE VITAL: 45 A 50 ml/kg diminuição da ventilação profunda 30 a 45 ml/kg diminuição da tosse reflexa, da tose voluntária, retenção de secreções. 30 a 25 ml/kg diminuição da ventilação semi profunda, do mecanismo de suspiro da eficiência muscular.
  • 50. VENTILOMETRIA FÓRMULA PREDITIVA PARA CAPACIDADE VITAL CV: 65 ml/KG HOMENS: CV= 0,05211-0,22 x A- 3,60 x H MULHERES: CV= 0,4111- 0,018 x A – 2,69 x H CV: capacidade vital H: altura A: idade em anos
  • 51. MANOVACUOMETRIA CLANTON E ASSOCIADOS CITADO POR CARLOS A. AZEREDO RELATA: “ Um dos métodos de avaliação dos músculos respiratórios que são de utilidade prática para os Fisioterapeutas são a medida das pressões inspiratórias e expiratórias estáticas.” CARLOS A AZEREDO, 2002. “ na verdade a medida da força dos músculos respiratórios é útil quando não há suspeita de nenhuma fraqueza muscular respiratória como fator etiológico dos baixos volumes pulmonares, da hipoventilação alveolar ou limitação do exercício.”
  • 53. MANOVACUOMETRIA MEDE A FORÇA QUE OS MÚSCULOS INSPIRATÓRIOS E EXPIRATÓRIOS PODEM GERAR COMO PRESSÃO.
  • 54. MANOVACUOMETRIA REALIZAÇÃO DA TÉCNICA 1- PACIENTE EM POSIÇÃO ORTOSTÁTICA, SENTADA OU SEMI CURVADA 2- OS LÁBIOS SÃO PRESSIONADOS SOBRE UM LARGO BOCAL RÍGIDO, CONECTADO A UMA VÁLVULA TRIDIRECIONAL 3- CLIPES NASAIS FIXADOS NAS NARINAS
  • 55. MANOVACUOMETRIA 4-Mensuração da Pimáx: Expiração completa até o VR ou a nível da CRF, em seguida inspiração profunda e sustentada por mais de 1 s. 5-Mensuração da Pemáx: Inspiração até a CPT, em seguida expiração máxima sustentada.
  • 56. MANOVACUOMETRIA VANTAGENS: PERMITE O DIAGNÓSTICO DA IRA DIAGNÓSTICO PRECOCE DE FRAQUEZA MUSCULAR AVALIAÇÃO DA MECÂNICA VENTILATÓRIA INDICAÇÃO DE ENTUBAÇÃO DESMAME EXTUBAÇÃO PERMITE REALIZAR TREINAMENTO MUSCULAR
  • 57. MANOVACUOMETRIA VALORES NORMAIS EM ADULTOS JOVENS Pimáx: - 90 a – 120 cmH2O Pemáx: + 100 a + 150 cmH2O
  • 58. MANOVACUOMETRIA MENSURAÇÃO DE PACIENTES ENTUBADOS MARINI ET AL SUGERE UM MÉTODO:” 1/3 do vc de repouso é repassado para tot(espaço morto) aumenta o drive fisiológico da respiração após 2 min retira-se o ventilador e oclui-se a via aérea com uma válvula unidirecional por 20 a 25 seg permitindo apenas que o paciente expire. desta forma o paciente é obrigado a realizar um esforço inspiratório para deflagrar o ciclo respiratório, assim será medida a Pimáx.”
  • 59. MANOVACUOMETRIA OUTROS TIPOS DE MENSURAÇÃO DA Pimáx SNIIFF PRESSURE (soluços inspiratórios): RÁPIDO ESFORÇO INSPIRATÓRIO REALIZADO PELO NARIZ E/OU BOCA.
  • 60. MANOVACUOMETRIA FRAQUEZA MUSCULAR: Pimáx: -40 a –75cmH2O 1-DISPNÉIA PROFUNDA 2-DIMINUIÇÃO PROGRESSIVA DA CAPACIDADE DE TOSSE 3-AUMENTO DO TRABALHO EM VENTILAÇÃO PROFUNDA 4-AUMENTO DA FR 5-DIMINUIÇÃO DA CV ENTRE 20 A 40%
  • 61. MANOVACUOMETRIA FADIGA MUSCULAR: Pimáx: -40cmH2O 1- REDUÇÃO DA CPT 2- CV < 50% DO PREVISTO 3- REDUÇÃO DA VENT. ALVEOLAR 4-COMPROMETIMENTO DA TOSSE 5- RESPIRAÇÃO PARADOXAL
  • 62. MANOVACUOMETRIA FALÊNCIA MUSCULAR: Pimáx: <-20cmH2O 1- CV<15ml/kg 2- VC<5-7ml/kg 3- PEMÁX:< +30-35 cmH2O 4- NECESSIDADE DE SUPORTE VENTILATÓRIO
  • 63. VENTILOMETRIA VVM: VENTILAÇÃO VOLUNTÁRIA MÁXIMA INDICADO: PROGNÓSTICO DE FADIGA OU MEDIDA DA CAPACIDADE DE ENDURANCE DESCRIÇÃO DA TÉCNICA *LEVAR PARA A SEQUÊNCIA VENTILOMETRIA