A segregação urbana no Brasil é caracterizada pela marginalização de grupos sociais em áreas periféricas, como favelas e cortiços, resultante de fatores econômicos e raciais. Além disso, a desigualdade no acesso a oportunidades e serviços perpetua a segregação e a reprodução de desigualdades raciais e sociais, enquanto a gentrificação e a autossegregação afetam o conhecimento das novas gerações sobre a diversidade urbana. Apesar de avanços em certas áreas, o Brasil ainda enfrenta altos índices de segregação, semelhantes a contextos de apartheid.