O documento discute visões realistas e idealistas das relações internacionais, com os realistas enfatizando o poder do Estado-nação e os interesses nacionais, em contraste com as visões utópicas idealistas. Também contrasta visões céticas e globalistas da globalização, com os céticos enfatizando a soberania estatal e os globalistas argumentando que a globalização enfraquece os Estados-nação. Por fim, argumenta que, apesar da globalização, os Estados-nação permanecem como atores centrais nas relações internacionais.