CADERNO
DE APOIO
AO PROFESSOR
–6.oANO
HistóriaeGeografiadePortugal
ANA OLIVEIRA • FRANCISCO CANTANHEDE • MARÍLIA GAGO
Planificações a longo
e a médio prazo
Planos de aula
Soluções do caderno
de atividades e do livro
de fichas diferenciadas
Editávelefotocopiável©Texto|HGP6.
o
Ano



Introdução........................................................................................................... 3
ConstruiroPensamentoHistórico .................................................................. 4
Pensarhistoricamente ........................................................................................ 4
Metasnohorizonte ............................................................................................ 4
MetasCurriculares ....................................................................................................... 5
PlanificaçãoaLongoPrazo...................................................................................... 16
PlanificaçãoaMédioPrazo..................................................................................... 17
PlanosdeAula ............................................................................................................. 39
SoluçõesdoCadernodeAtividades..................................................................... 98
SoluçõesdoLivrodeFichasDiferenciadas ...................................................... 117




Índice
2 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano 3
Introdução
Caros colegas,
Educar é com certeza um dos desafios mais fascinantes da Humanidade.
Perspetivando este desafio, propomos neste Caderno de Apoio ao Professor alguns materiais norteadores
do processo de ensino-aprendizagem e partilhamos convosco algumas ideias que consideramos relevantes.
Como forma de desenvolver as competências dos alunos propomos um plano anual de estruturação das
experiências de aprendizagem baseado em competências, conteúdos e metas.
Para um olhar mais aprofundado, partilhamos convosco planos de aula para que as nossas intencio-
nalidades educativas sejam o mais explícitas possível.
Finalmente, disponibilizamos ainda as soluções do Caderno de Atividades e do Livro de Fichas Diferen-
ciadas.
Desejamos que este percurso conjunto promova o sucesso dos nossos alunos. É essa a nossa meta.
Bom trabalho,
Os autores
4 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
Construir o Pensamento Histórico
O processo de ensino-aprendizagem, à luz dos diplomas orientadores para o 2.
o
ciclo, encontra-se numa
linha que promove a construção do conhecimento pelos alunos através das aprendizagens que consideram
significativas, promovidas e orientadas pelo professor que se afirma como um investigador social.
Quando os alunos chegam às salas de aula e se deparam com as novas realidades propostas para estudo
pelos professores, trazem consigo uma panóplia de vivências e experiências que formam e enformam o modo
como entendem o mundo e, nomeadamente, o mundo escolar.
Este conjunto de ideias que os alunos transportam consigo e que tem origem em vários meios (família,
meios de comunicação, experiências com os colegas…) deve ser reconstruído de forma contínua para se
promover a sua clarificação, adequação e complexificação. Assim, as ideias prévias dos alunos podem e devem
ser explicitadas para que, de forma clara, se possa confrontá-las com outras mais sofisticadas, promovendo
mudanças conceptuais.
O aluno é assim agente do seu próprio conhecimento e monitoriza o modo como aprende e faz sentido da
realidade, numa lógica de metacognição. Este modo de conceber o processo de ensino-aprendizagem comunga
dos princípios do construtivismo social.
Pensar historicamente
A realidade histórica é construída com base em questões colocadas às fontes históricas para a inferência de
evidências que permitam compreender as realidades em estudo. Deste modo, para que a realidade faça
sentido é fulcral que se compreenda como se constrói o conhecimento histórico, utilizando de forma adequada
e adaptada a própria metodologia da ciência histórica. O trabalho do historiador baseia-se na tentativa de
resolução de problemas, colocando perguntas às realidades que pretende compreender. Para a resolução
desses problemas/perguntas, o historiador mune-se de fontes históricas, diversas em suporte e em estatuto,
para obter evidências que lhe permitam tecer a teia histórica.
A construção da História por parte dos alunos, orientada por testes princípios metodológicos basilares,
permitirá que estes façam sentido do tempo e possam usar o pensamento histórico que desenvolvem nas suas
tomadas de decisão e orientação temporal.
Metas no horizonte
A disciplina de História e Geografia de Portugal conjuga duas ciências sociais, a História e a Geografia, e
pretende desenvolver competências nos alunos ao nível da compreensão histórica e geográfica, focalizadas
fundamentalmente no contexto nacional.
Nas páginas seguintes apresentam-se as Metas Curriculares de História e Geografia de Portugal para
o 6.
o
ano.
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Ano 5
Metas Curriculares
Metas Curriculares de História e Geografia
2.o
Ciclo do Ensino Básico
6. o
Ano
Portugal do século XVIII ao século XIX
O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
1. Conhecer e compreender as características do império português dos séculos XVII e XVIII
1. Conhecer a dimensão geográfica do império português no século XVIII, por comparação ao império luso do
século XVI e aos restantes impérios europeus.
2. Referir a colónia do Brasil como o principal território ultramarino português no século XVII.
3. Destacar o açúcar brasileiro como o principal produto de exportação colonial.
4. Relacionar a quebra dos lucros do açúcar com a intensificação da procura de ouro pelos bandeirantes.
5. Relacionar as fronteiras atuais do Brasil com as incursões dos bandeirantes a partir dos finais do século XVII.
6. Reconhecer a riqueza proporcionada a Portugal, na primeira metade do século XVIII, pela descoberta de
ouro no Brasil.
7. Caracterizar a vida dos escravos, salientando as condições a que eram submetidos (desde o seu resgate e
transporte do continente africano até ao seu dia-a-dia nos engenhos de açúcar).
8. Reconhecer nas características étnicas culturais, linguísticas, religiosas do Brasil atual a miscigenação entre
ameríndios, africanos e europeus.
2. Conhecer e compreender as características do poder político no tempo de D. João V
1. Definir «monarquia absoluta».
2. Referir a concentração de poderes de D. João V.
3. Comparar a concentração de poderes de um rei absoluto com a divisão de poderes existente no atual
regime democrático.
4. Comparar a justificação divina para o exercício do poder absoluto com a legitimidade do poder pelo voto na
democracia atual.
5. Evidenciar o fausto da corte, as embaixadas, as cerimónias públicas e as grandes construções como manifestações
do poder absoluto.
3. Conhecer a sociedade portuguesa no século XVIII
1. Reconhecer a manutenção da divisão da sociedade em grupos e dos profundos contrastes sociais existentes.
2. Identificar nas cerimónias públicas e na lei o reflexo da forte estratificação social da época.
3. Referir a burguesia como grupo enriquecido pelo comércio internacional mas mantendo o seu estatuto de
não privilegiado.
4. Referir as formas de ascensão social no século XVIII.
5. Sublinhar o papel da Inquisição na perseguição aos «cristãos-novos», destacando a intolerância religiosa
dessa época.
6 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
4. Conhecer aspetos da arte no tempo de D. João V
1. Identificar as principais características da arte Barroca.
2. Identificar alguns exemplos de arte Barroca em Portugal, especialmente ao nível do património edificado.
5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal
1. Descrever o terramoto de 1755 e a ação imediata do Marquês de Pombal.
2. Identificar características urbanísticas da Lisboa Pombalina.
3. Identificar as principais medidas de desenvolvimento económico adotadas no reinado de D. José I.
4. Relacionar a quebra das remessas de ouro do Brasil e as elevadas importações portuguesas em meados
do século XVIII com a introdução de novas manufaturas.
5. Indicar sucintamente as reformas no ensino, o fim da distinção entre «cristão-novo» e «cristão-velho» e a
proibição da escravatura na metrópole.
A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
1. Conhecer e compreender a revolução francesa e as invasões napoleónicas
1. Localizar no espaço e no tempo a grande revolução de 1789 e a onda revolucionária que provocou na
Europa e na América.
2. Referir os princípios políticos e sociais defendidos pelos revolucionários franceses, destacando o fim do
absolutismo e dos privilégios do clero e da nobreza.
3. Reconhecer a construção de um Império na Europa por Napoleão Bonaparte.
4. Identificar o «bloqueio continental» como uma forma de enfraquecer a Inglaterra.
5. Indicar os motivos que levaram Napoleão a invadir Portugal.
6. Descrever sucintamente as três invasões napoleónicas, salientando os seus episódios mais marcantes.
7. Referir a fuga da família real e da corte para o Brasil aquando da primeira invasão.
8. Referir a resistência popular e a ajuda militar inglesa na luta contra a ocupação francesa.
2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820
1. Relacionar as destruições provocadas pelas invasões, a permanência do rei no Brasil e o domínio inglês em
Portugal com o descontentamento generalizado dos vários grupos sociais.
2. Descrever sucintamente o triunfo de uma revolução liberal em Portugal em 1820, destacando os seus
principais protagonistas.
3. Justificar o apoio dos burgueses aos ideais revolucionários.
4. Referir a realização de eleições para as Cortes Constituintes, cujo objetivo era a elaboração de uma
Constituição.
5. Reconhecer a Constituição como a Lei fundamental de um Estado.
3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820
1. Referir o princípio da separação de poderes, a igualdade perante a lei e o princípio da soberania nacional, por
oposição ao absolutismo.
2. Reconhecer o caráter «revolucionário» da Constituição de 1822, salientando, ainda assim, os seus limites, por
referência ao voto verdadeiramente universal atual.
3. Descrever sucintamente o processo de Independência do Brasil.
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Ano 7
4. Conhecer o longo processo de afirmação da Monarquia Liberal
1. Justificar a oposição de largos setores da nobreza e do clero à nova ordem política e social.
2. Descrever a solução encontrada por D. Pedro para resolver o problema de sucessão ao trono, após a morte de
D. João VI.
3. Referir o desrespeito do regente D. Miguel pela ordem liberal e a sua aclamação como rei absoluto, em 1828,
salientando o período de repressão que se seguiu.
4. Reconhecer a divisão da sociedade portuguesa entre absolutistas (apoiantes de D. Miguel) e liberais
(apoiantes de D. Pedro).
5. Descrever sucintamente a guerra civil de 1832-1834, salientando episódios marcantes do triunfo de D. Pedro
e da Monarquia Constitucional.
Portugal na segunda metade do século XIX
1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produtivas portuguesas na segunda metade
do século XIX
1. Relacionar a dependência de Portugal face ao exterior e a estabilidade política conseguida em meados do
século XIX com as tentativas de modernização da economia portuguesa.
2. Referir as principais medidas tomadas pelos liberais para a modernização da agricultura portuguesa.
3. Referir o alcance limitado do desenvolvimento industrial do país, verificado neste período, destacando as
principais zonas industriais na segunda metade do século XIX num país maioritariamente rural.
2. Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos meios de transporte operado pela Regeneração e os
seus efeitos
1. Referir a ausência de uma rede de transportes e comunicação como um entrave ao desenvolvimento do país
até meados do século XIX.
2. Reconhecer a expansão da rede ferroviária, viária e o desenvolvimento dos meios de comunicação na
segunda metade do século XIX.
3. Apontar o Estado como o grande impulsionador da rede de transportes e comunicação da segunda metade do
século XIX, destacando a ação de Fontes Pereira de Melo.
4. Referir as consequências económicas e sociais do desenvolvimento das vias de comunicação, dos transportes e
dos meios de comunicação.
5. Estabelecer uma relação entre os investimentos realizados com recurso aos mercados internacionais com a
grave crise financeira de 1890-92.
3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça
1. Enumerar medidas tomadas ao nível do ensino, destacando os seus objetivos e limites.
2. Indicar o pioneirismo português na abolição da pena de morte, destacando a existência da pena capital em
vários países do mundo na atualidade.
3. Relacionar as ideias liberais com a abolição da pena de morte, da escravatura nas colónias e das penas
corporais.
4. Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo rural verificado na segunda metade do século XIX
1. Apontar as razões da diminuição da mortalidade e do consequente aumento da população verificado neste
período.
2. Relacionar a mecanização da agricultura, o crescimento da população e a melhoria dos transportes com o
êxodo rural e emigração verificados neste período.
3. Localizar os destinos do êxodo rural e da emigração neste período.
8 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda
metade do século XIX
1. Conhecer a organização social liberal, por oposição à sociedade do século XVIII.
2. Reconhecer o caráter eminentemente rural da economia e sociedade portuguesa.
3. Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientando preocupações que continuam a
existir no urbanismo atual.
4. Referir o surgimento do proletariado como novo grupo social, destacando as suas duras condições de
vida e de trabalho.
5. Relacionar as difíceis condições de vida do proletariado com a criação das primeiras associações de
operários e as primeiras formas de luta.
6. Conhecer as características da arte da segunda metade do século XIX
1. Reconhecer a «Arquitetura do Ferro» como a grande novidade da arquitetura do século XIX.
2. Identificar as principais construções da «Arquitetura do Ferro» em Portugal.
3. Identificar exemplos marcantes da arquitetura de inspiração em estilos do passado (revivalista).
4. Enumerar algumas figuras da literatura do século XIX.
Portugal do século XX
Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional
1. Indicar os motivos do crescente descrédito da instituição monárquica.
2. Relacionar os interesses das potências industriais europeias em África com a Conferência de Berlim e com o
projeto português do Mapa Cor-de-Rosa.
3. Relacionar o projeto do Mapa Cor-de-Rosa com o Ultimato Inglês.
4. Relacionar a humilhação sentida pelo povo português face à cedência ao Ultimato Inglês com o aumento
dos apoiantes da causa republicana.
5. Referir o regicídio de 1908 como fator para a queda da monarquia.
6. Descrever os principais episódios do 5 de Outubro de 1910, salientando o apoio popular à insurreição
militar republicana.
7. Localizar no tempo o período da I República.
2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus símbolos
1. Diferenciar Monarquia e República quanto ao chefe de Estado, à legitimidade do seu mandato e à duração
do mesmo.
2. Conhecer os símbolos da República Portuguesa.
3. Caracterizar o regime republicano a partir da Constituição de 1911, salientando semelhanças e diferenças
relativamente à Constituição da Monarquia Constitucional.
4. Indicar o parlamento como o órgão político mais importante na I República.
5. Reconhecer a manutenção de limitações no sufrágio durante a I República, por comparação à situação atual.
3. Conhecer as principais realizações da I República
1. Indicar as principais medidas de caráter social tomadas durante a I República.
2. Referir medidas tomadas pela I República no sentido de diminuir a influência da Igreja junto da população.
3. Salientar o alcance das medidas sociais e educativas tomadas durante a I República.
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Ano 9
4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da ditadura militar em 1926
1. Referir a instabilidade governativa e a crise económica e social como fatores decisivos para o fim da
I República.
2. Indicar os motivos da entrada de Portugal na I Guerra Mundial.
3. Indicar os efeitos da participação de Portugal na I Guerra Mundial e sua relação com o golpe militar do «28 de
Maio» de 1926.
4. Justificar a grande adesão dos militares e da população de Lisboa ao movimento antidemocrático
chefiado pelo General Gomes da Costa.
5. Localizar no tempo o período da Ditadura Militar.
6. Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da liberdade política e o cercear de liberdades individuais.
O Estado Novo (1933-1974)
1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo
1. Referir o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo Ministro das Finanças António de
Oliveira Salazar.
2. Relacionar o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo ministro das finanças António de
Oliveira Salazar com a sua rápida ascensão no poder.
3. Indicar as medidas tomadas por Salazar para resolver o problema financeiro do país.
4. Salientar na Constituição de 1933 a supremacia do poder executivo e a existência de um partido único.
5. Reconhecer o carácter ditatorial do Estado Novo.
2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão para com os
opositores
1. Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando a máxima «Deus, Pátria e Família»
e a obediência.
2. Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa e da propaganda como formas de difusão dos ideais do
Estado Novo.
3. Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo.
4. Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo nos meios utilizados o desrespeito
pelas liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos.
5. Referir a existência de prisões políticas, destacando a colónia penal do Tarrafal.
6. Reconhecer na atualidade a existência de regimes com características ditatoriais onde diariamente são
desrespeitados os Direitos Humanos.
3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo
1. Comparar a imagem de prosperidade e paz social dada pelo regime com as difíceis condições de vida da grande
maioria dos portugueses e com a opressão.
2. Referir a oposição à ditadura através de ações clandestinas e de obras artísticas, destacando alguns dos autores
mais marcantes.
3. Reconhecer a candidatura do General Humberto Delgado à Presidência da República (1958) como o grande
momento de oposição à ditadura, descrevendo o seu desfecho.
4. Referir a manutenção do regime opressivo após a substituição de Salazar por Marcelo Caetano, apesar das
expectativas de «abertura do regime».
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Ano
4. Conhecer e compreender a manutenção do colonialismo português e a Guerra Colonial
1. Referir a intransigência do Estado Novo relativamente à sua política colonial num contexto internacional hostil
à posse de colónias.
2. Relacionar essa intransigência com a perda do Estado Português da Índia (1960) e com o início da Guerra
Colonial em Angola (1961), Guiné (1963) e Moçambique (1964).
3. Caracterizar a guerra colonial, salientando a guerrilha e o apoio das populações autóctones aos movimentos
que lutavam pela independência.
4. Reconhecer os efeitos da guerra, salientando o número de soldados mobilizados, as vítimas dos dois lados do
conflito e os problemas associados à guerra que persistem ainda hoje.
O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
1. Conhecer e compreender as causas do golpe militar do 25 de Abril de 1974
1. Relacionar as difíceis condições de vida da maioria dos portugueses, a opressão política e a manutenção da Guerra
Colonial com a «grande debandada» dos portugueses e com o crescente descontentamento dos militares.
2. Descrever sucintamente os acontecimentos da revolução militar e os seus protagonistas.
3. Sublinhar a forte adesão popular e o caráter não violento da «revolução dos Cravos».
2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime e da
descolonização
1. Reconhecer no programa do Movimento das Forças Armadas, o fim da ditadura e o início da construção da
democracia.
2. Referir as eleições de 1975 como um marco fundamental para a construção do Regime Democrático.
3. Reconhecer na Constituição de 1976 a consagração dos direitos e liberdades fundamentais.
4. Relacionar o 25 de Abril com a descolonização e com o fim do Império.
5. Explicar os problemas verificados com a descolonização portuguesa, destacando a questão dos «retornados» e
a questão timorense.
6. Referir a transferência de soberania de Macau para a China (1999) e a autodeterminação de Timor Lorosae
(2002) como marcos formais do fim do Império português.
7. Conhecer a dimensão do território português e os novos países surgidos após a descolonização.
3. Conhecer os órgãos de poder democráticos
1. Identificar a existência de poder central, regional e local.
2. Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas funções.
3. Descrever o funcionamento dos órgãos de poder central e as funções de cada um.
4. Destacar a efetiva separação de poderes e o sufrágio livre e universal como conquistas de Abril.
5. Identificar formas de participação cívica e democrática além dos atos eleitorais.
4. Analisar algumas conquistas, dificuldades e desafios que Portugal enfrenta no nosso tempo
1. Reconhecer a democratização do país como fator de prestígio internacional para Portugal.
2. Reconhecer a entrada de Portugal na Comunidade Económica Europeia (CEE) como um contributo para a
consolidação da democracia portuguesa e para a modernização do país.
3. Enumerar aspetos que comprovem a modernização do país após a adesão à CEE.
4. Exemplificar progressos verificados nas condições de vida dos portugueses, nomeadamente no maior acesso à
saúde e educação.
5. Constatar a maior igualdade de géneros existente na atualidade, apesar do caminho que ainda há a percorrer.
6. Reconhecer outras dificuldades que Portugal enfrenta nos nossos dias: desemprego, morosidade da justiça,
assimetrias sociais, abandono escolar, fraco envolvimento cívico.
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Ano 11
Espaços em que Portugal se Integra
1. Conhecer a União Europeia (UE) como uma das organizações internacionais em que Portugal se integra
1. Identificar os países que constituem a UE.
2. Referir os principais objetivos que presidiram à criação da UE.
3. Identificar os sucessivos alargamentos da UE.
4. Identificar as principais instituições europeias.
2. Conhecer outras organizações internacionais em que Portugal se integra
1. Identificar os principais objetivos da criação da ONU.
2. Referir alguns dos estados não membros da ONU.
1. 3. Identificar algumas das organizações que integram a ONU (UNICEF, FAO, UNESCO…).
3. Localizar os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).
4. Localizar os países da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP).
5. Referir alguns dos grandes objetivos dos PALOP e da CPLP.
6. Localizar países da Organização do Tratado ao Atlântico Norte (NATO).
7. Referir os principais objetivos da NATO.
Portugal Hoje
A População Portuguesa
1. Compreender a importância dos recenseamentos na recolha de informação sobre a população
1. Definir recenseamento da população.
2. Referir informações que se podem consultar nos recenseamentos da população.
3. Localizar diferentes divisões administrativas do território nacional a diferentes escalas (Distritos, NUTS II e III,
municípios).
4. Inferir sobre a importância dos recenseamentos na gestão e ordenamento do território.
2. Conhecer a evolução da população em Portugal e compreender a sua relação com o crescimento natural
1. Definir população total ou absoluta.
2. Caracterizar a evolução da população portuguesa desde o primeiro recenseamento geral da população (1864).
3. Identificar o crescimento natural como o principal fator responsável pela evolução da população.
4. Distinguir natalidade de taxa de natalidade e mortalidade de taxa de mortalidade.
5. Definir crescimento natural.
6. Caraterizar a evolução da natalidade em Portugal.
7. Identificar fatores responsáveis pela diminuição da natalidade em Portugal nas últimas décadas.
8. Caracterizar a evolução da mortalidade em Portugal.
9. Identificar fatores responsáveis pela diminuição da mortalidade em Portugal nas últimas décadas.
3. Compreender o contributo do saldo migratório na evolução da população em Portugal
1. Distinguir emigração de imigração.
2. Definir saldo migratório.
3. Caracterizar a evolução da emigração em Portugal.
4. Localizar as principais áreas de destino da emigração portuguesa.
5. Identificar as principais causas e consequências da emigração em Portugal.
6. Descrever a evolução da imigração em Portugal.
7. Localizar os principais países de origem da imigração em Portugal.
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Ano
4. Compreender a distribuição da população em Portugal
1. Distinguir densidade populacional de população total.
2. Interpretar mapas com a distribuição regional da população total/densidade populacional em meados do
século XX e na atualidade.
3. Identificar os principais fatores responsáveis pelo acentuar de contrastes na distribuição da população na
atualidade.
5. Conhecer a evolução da população portuguesa por grupos etários
1. Identificar os 3 grupos etários.
2. Caracterizar a evolução recente da população jovem, da adulta e da idosa, tendo por base dados estatísticos.
3. Identificar fatores responsáveis pela evolução dos três grupos etários.
6. Conhecer e compreender as consequências do duplo envelhecimento da população em Portugal
1. Definir esperança média de vida à nascença.
2. Caraterizar a evolução da esperança média de vida à nascença, identificando os principais fatores responsáveis
pelo seu incremento.
3. Referir os principais fatores que contribuem para o duplo envelhecimento da população.
4. Localizar as área mais afetadas pelo duplo envelhecimento da população e as respetivas consequências.
5. Apresentar medidas com o objetivo de subverter o duplo envelhecimento.
Os lugares onde vivemos
1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos de vida
1. Definir povoamento.
2. Caraterizar o povoamento rural e o urbano.
3. Definir modo de vida.
4. Caraterizar os modos de vida predominantes no espaço rural e no espaço urbano
5. Reconhecer a crescente interpenetração entre modos de vida rurais e urbanos.
6. Reconhecer a crescente complementaridade e interdependência entre o espaço rural e o espaço urbano.
2. Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e das áreas urbanas
1. Comparar a evolução da população rural e da população urbana em Portugal, nas últimas décadas.
2. Definir taxa de urbanização.
3. Definir êxodo rural.
4. Relacionar a crescente taxa de urbanização com o êxodo rural.
5. Localizar as principais áreas urbanas em Portugal.
6. Identificar os principais problemas das áreas urbanas e das áreas rurais em Portugal.
7. Apontar soluções para os problemas identificados nas áreas urbanas e nas áreas rurais em Portugal.
3. Compreender a atratividade exercida pelas áreas urbanas
1. Distinguir área atrativa de área repulsiva.
2. Interpretar a distribuição regional dos equipamentos ligados à saúde, educação, cultura, desporto,
audiovisuais (…).
3. Justificar a atratividade das áreas urbanas pela maior disponibilidade na oferta de emprego e concentração de
equipamento de saúde, educação, lazer (…).
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Ano 13
Atividades que desenvolvemos
1. Conhecer a repartição das atividades económicas por sectores
1. Definir setor de atividade económica.
2. Distinguir população ativa de população inativa.
3. Distinguir taxa de atividade de taxa de desemprego.
4. Distinguir atividades produtivas de não produtivas.
5. Comparar as atividades económicas integradas nos setores primário, secundário e terciário.
2. Compreender a evolução da distribuição da população por setores de atividade em Portugal
1. Caraterizar a evolução da população ativa integrada nos três setores de atividade.
2. Enumerar fatores que explicam a diminuição da população ativa integrada no sector primário e no setor
secundário.
3. Identificar consequências da diminuição da população ativa integrada no sector primário e no setor
secundário.
4. Identificar fatores que explicam o aumento da população ativa integrada no sector terciário.
5. Identificar consequências do aumento da população ativa integrada no sector terciário.
6. Localizar as áreas onde predominam atividades ligadas aos diferentes setores.
7. Identificar as atividades dominantes na área envolvente à escola.
3. Conhecer e compreender as características da agricultura em Portugal
1. Definir agricultura.
2. Caraterizar os principais tipos de agricultura praticados em Portugal.
3. Descrever as transformações recentes ocorridas na agricultura portuguesa.
4. Localizar os principais tipos de agricultura e alguns dos produtos cultivados.
5. Identificar os principais obstáculos à modernização da agricultura portuguesa.
6. Identificar a atividade agrícola praticada na área de residência.
4. Compreender a importância da floresta em Portugal
1. Referir as principais funções das florestas.
2. Localizar a distribuição das principais espécies florestais a nível nacional.
3. Identificar os principais problemas que afetam a floresta.
5. Compreender a atividade piscatória em Portugal
1. Caraterizar os principais tipos de pesca praticados em Portugal.
2. Identificar as principais áreas de pesca e os portos de desembarque do pescado.
3. Referir alguns dos problemas que afetam a pesca portuguesa e possíveis soluções.
4. Identificar aspetos positivos e negativos da aquacultura.
6. Compreender a evolução da indústria em Portugal
1. Definir indústria.
2. Identificar diferentes tipos de indústria.
3. Caraterizar a evolução da indústria em Portugal.
4. Localizar as principais áreas industriais em Portugal.
5. Identificar os principais problemas associados à atividade industrial e possíveis soluções.
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Ano
7. Compreender a crescente importância das energias renováveis em Portugal
1. Referir os tipos de energia mais utilizados em Portugal.
2. Distinguir energias renováveis de energias não renováveis, dando ênfase aos principais impactes da sua utilização.
3. Localizar as principais áreas de produção de energia renovável em Portugal.
4. Enumerar os principais fatores responsáveis pela crescente importância das energias renováveis em Portugal.
5. Identificar práticas adequadas a uma racionalização dos consumos energéticos.
8. Compreender o comércio em Portugal
1. Distinguir importação de exportação.
2. Descrever a evolução das importações e das exportações em Portugal.
3. Caracterizar os tipos de produtos importados/exportados e os parceiros comerciais.
4. Referir as consequências do desigual valor das importações e exportações em Portugal.
5. Identificar novas formas de comercializar produtos e de pagar serviços.
9. Compreender a crescente importância dos serviços entre as atividades económicas em Portugal
1. Definir serviços.
2. Identificar os diferentes tipos de serviços.
3. Localizar as áreas de maior oferta de serviços.
4. Explicar os contrastes regionais na oferta de serviços (saúde, educação, cultura, desporto…).
5. Justificar a crescente importância do setor dos serviços na criação de emprego.
O mundo mais perto de nós
1. Compreender a importância dos transportes na sociedade atual
1. Distinguir rede de transporte de modo de transporte.
2. Referir a importância das redes de transporte no mundo atual.
3. Comparar as vantagens e as desvantagens da utilização dos diferentes modos de transporte (rodoviário, ferroviário,
marítimo, aéreo e fluvial).
4. Caracterizar a distribuição das diferentes redes de transporte em Portugal.
5. Relacionar a distribuição das redes de transporte com a distribuição da população e atividades económicas.
6. Discutir os impactes do desenvolvimento da rede de transportes.
2. Conhecer e compreender a importância das telecomunicações na sociedade atual
1. Definir rede de telecomunicação.
2. Referir as vantagens da utilização dos serviços de telecomunicação.
3. Associar o desenvolvimento dos serviços de telecomunicação com o processo de globalização e aparecimento do
conceito de «aldeia global».
4. Discutir a importância do desenvolvimento das telecomunicações nas atividade humanas e qualidade de vida.
Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano 15
Lazer e Património
1. Compreender a desigual distribuição da prática do lazer e do turismo a nível nacional
1. Definir lazer.
2. Localizar as áreas com maior oferta de equipamento culturais e desportivos diversos (teatros, cinemas, museus,
bibliotecas, pavilhões desportivos…)
3. Justificar a desigual oferta na distribuição de equipamento culturais e desportivos.
4. Identificar o turismo como uma atividade de lazer.
5. 5. Identificar diferentes tipos de turismo em Portugal: balnear/ de montanha/religioso/termal/ em espaço rural/de
aventura/radical/ histórico-cultural/ de natureza (…).
6. Localizar as áreas de maior atração/procura turística em Portugal, destacando os fatores que justificam a sua
atratividade/procura.
7. Identificar atividades de lazer e turismo na região onde reside.
2. Compreender a importância da preservação do património
1. Identificar diferentes tipos de património.
2. Localizar diferentes áreas de proteção da natureza.
3. Explicar a importância das áreas protegidas na preservação do património ambiental.
4. Identificar medidas de preservação do património.
16 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
Planificação a Longo Prazo
Número de aulas previstas
(3 x 45 minutos / semana)
1.
o
Período
c. 13 semanas
2.
o
Período
c. 10 semanas
3.
o
Período
c. 10 semanas TOTAIS
Aulas previstas
(ano letivo 2015/2016)
39 30 30 99
Aulas
(de desenvolvimento dos conteúdos,
de acordo com a organização
do manual)
25 18 16 59
Aulas de preparação e correção
de avaliação
2 2 2 6
Avaliação sumativa* 4 4 4 12
Domínios e subdomínios
Aulas previstas
(45 minutos)
D. Portugal do século XVIII ao século XIX
1. O Império Português, o poder absoluto, a sociedade
de ordens e a arte no século XVIII
2. A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos
em Portugal
3. Portugal na segunda metade do século XIX
7
6
12
1.
o
Período
E. Portugal do século XX
1. Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar
de 1926
2. O Estado Novo (1933-1974)
3. O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
4. Espaços em que Portugal se integra
5
6
5
2
2.
o
Período
F. Portugal Hoje
1.1 A População Portuguesa
1.2 Os lugares onde vivemos
1.3 Atividades que desenvolvemos
1.4 O mundo mais perto de nós
1.5 Lazer e Património
3
4
7
1
1
3.
o
Período
Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano 17
Planificação
a
Médio
Prazo
Domínio
–
Portugal
do
século
XVIII
ao
século
XIX
Subdomínio
–
O
império
português,
o
poder
absoluto,
a
sociedade
de
ordens
e
a
arte
no
século
XVIII
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Conhecer
e
compreender
as
características
do
império
português
dos
séculos
XVII
e
XVIII
1.1
Conhecer
a
dimensão
geográfica
do
império
português
no
século
XVIII,
por
comparação
ao
império
luso
do
século
XVI
e
aos
restantes
impérios
europeus.
1.2
Referir
a
colónia
do
Brasil
como
o
principal
território
ultramarino
português
no
século
XVII.
1.3
Destacar
o
açúcar
brasileiro
como
o
principal
produto
de
exportação
colonial.
1.4
Relacionar
a
quebra
dos
lucros
do
açúcar
com
a
intensificação
da
procura
de
ouro
pelos
bandeirantes.
1.5
Relacionar
as
fronteiras
atuais
do
Brasil
com
as
incursões
dos
bandeirantes
a
partir
dos
finais
do
século
XVII.
1.6
Reconhecer
a
riqueza
proporcionada
a
Portugal,
na
primeira
metade
do
século
XVIII,
pela
descoberta
de
ouro
no
Brasil.
1.7
Caracterizar
a
vida
dos
escravos,
salientando
as
condições
a
que
eram
submetidos
(desde
o
seu
resgate
e
transporte
do
continente
africano
até
ao
seu
dia-a-dia
nos
engenhos
de
açúcar).
1.8
Reconhecer
nas
características
étnicas
culturais,
linguísticas,
religiosas
do
Brasil
atual
a
miscigenação
entre
ameríndios,
africanos
e
europeus.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
10
e
11,
relativamente
ao
império
português
e
à
sociedade
de
ordens.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
12
e
13,
deverá
construir
o
seu
conhecimento
acerca
do
território
e
dos
recursos
do
Império
Português
no
século
XVIII,
e
das
riquezas
do
Brasil.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«bandeirantes»,
e
a
conhecer
a
Expressão
com
História
«Ir
para
o
quinto
dos
Infernos»,
nas
páginas
12
e
13,
respetivamente.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
14
e
15,
irá
construir
o
seu
conhecimento
acerca
dos
movimentos
da
população
e
do
tráfico
de
escravos.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«tráfico
de
pessoas»
e
«tráfico
negreiro»,
e
a
conhecer
História
e
«Direitos
Humanos»,
nas
páginas
14
e
15,
respetivamente.
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos
1.
o
período
18 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
2.
Conhecer
e
compreender
as
características
do
poder
político
no
tempo
de
D.
João
V
3.
Conhecer
a
sociedade
portuguesa
no
século
XVIII
4.
Conhecer
aspetos
da
arte
no
tempo
de
D.
João
V
2.1
Definir
«monarquia
absoluta».
2.2
Referir
a
concentração
de
poderes
de
D.
João
V.
2.3
Comparar
a
concentração
de
poderes
de
um
rei
absoluto
com
a
divisão
de
poderes
existente
no
atual
regime
democrático.
2.4
Comparar
a
justificação
divina
para
o
exercício
do
poder
absoluto
com
a
legitimidade
do
poder
pelo
voto
na
democracia
atual.
2.5
Evidenciar
o
fausto
da
corte,
as
embaixadas,
as
cerimónias
públicas
e
as
grandes
construções
como
manifestações
do
poder
absoluto.
3.1
Reconhecer
a
manutenção
da
divisão
da
sociedade
em
grupos
e
dos
profundos
contrastes
sociais
existentes.
3.2
Identificar
nas
cerimónias
públicas
e
na
lei
o
reflexo
da
forte
estratificação
social
da
época.
3.3
Referir
a
burguesia
como
grupo
enriquecido
pelo
comércio
internacional
mas
mantendo
o
seu
estatuto
de
não
privilegiado.
3.4
Referir
as
formas
de
ascensão
social
no
século
XVIII.
3.5
Sublinhar
o
papel
da
Inquisição
na
perseguição
aos
«cristãos-novos»,
destacando
a
intolerância
religiosa
dessa
época.
4.1
Identificar
as
principais
características
da
arte
Barroca.
4.2
Identificar
alguns
exemplos
de
arte
Barroca
em
Portugal,
especialmente
ao
nível
do
património
edificado.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
16
e
17,
deverá
construir
o
seu
conhecimento
acerca
do
reinado
de
D.
João
V
e
da
vida
na
Corte.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«Monarquia»
e
«Absoluto»,
e
a
atender
ao
Relaciono
as
minhas
aprendizagens,
nas
páginas
16
e
17,
respetivamente.
Propõe-se
que
o
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
18
e
19,
construa
o
seu
conhecimento
acerca
da
sociedade
no
tempo
de
D.
João
V.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«Inquisição»,
«Cristão»
e
«Católico»,
e
a
atender
a
História
e
«Língua
Portuguesa,
Educação
Musical
e
Educação
Física»,
nas
páginas
18
e
19,
respetivamente.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
20
e
21
deverá
construir
o
seu
conhecimento
acerca
da
cultura
e
da
arte
no
tempo
de
D.
João
V.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
22
a
25
(em
casa
ou
na
aula).
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
1.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano 19
5.
Conhecer
e
compreender
a
ação
governativa
do
Marquês
de
Pombal
5.1
Descrever
o
terramoto
de
1755
e
a
ação
imediata
do
Marquês
de
Pombal.
5.2
Identificar
características
urbanísticas
da
Lisboa
Pombalina.
5.3
Identificar
as
principais
medidas
de
desenvolvimento
económico
adotadas
no
reinado
de
D.
José
I.
5.4
Relacionar
a
quebra
das
remessas
de
ouro
do
Brasil
e
as
elevadas
importações
portuguesas
em
meados
do
século
XVIII
com
a
introdução
de
novas
manufaturas.
5.5
Indicar
sucintamente
as
reformas
no
ensino,
o
fim
da
distinção
entre
«cristão-novo»
e
«cristão-velho»
e
a
proibição
da
escravatura
na
metrópole.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
28
e
29,
relativamente
a
Lisboa
Pombalina
e
à
ação
do
marquês
de
Pombal.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
30
a
33,
irá
construir
o
seu
conhecimento
acerca
do
Terramoto
de
1755,
da
reconstrução
de
Lisboa,
da
situação
do
reino
após
a
morte
de
D.
João
V
e
da
ação
do
marquês
de
Pombal.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«Baixa»,
e
a
conhecer
a
Expressão
com
História
«Cair
o
Carmo
e
a
Trindade»,
nas
páginas
30
e
31,
respetivamente.
Sugere-se,
ainda,
a
Leitura
em
Família
de
O
Dia
do
Terramoto,
de
Ana
Maria
Magalhães
e
Isabel
Alçada.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
34
a
37
(em
casa
ou
na
aula).
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos
1.
o
período
20 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
Domínio
–
Portugal
do
século
XVIII
ao
século
XIX
Subdomínio
–
A
Revolução
Francesa
de
1789
e
seus
reflexos
em
Portugal
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Conhecer
e
compreender
a
Revolução
Francesa
e
as
invasões
napoleónicas
2.
Conhecer
e
compreender
a
Revolução
Liberal
de
1820
1.1
Localizar
no
espaço
e
no
tempo
a
grande
revolução
de
1789
e
a
onda
revolucionária
que
provocou
na
Europa
e
na
América.
1.2
Referir
os
princípios
políticos
e
sociais
defendidos
pelos
revolucionários
franceses,
destacando
o
fim
do
absolutismo
e
dos
privilégios
do
clero
e
da
nobreza.
1.3
Reconhecer
a
construção
de
um
Império
na
Europa
por
Napoleão
Bonaparte.
1.4
Identificar
o
«bloqueio
continental»
como
uma
forma
de
enfraquecer
a
Inglaterra.
1.5
Indicar
os
motivos
que
levaram
Napoleão
a
invadir
Portugal.
1.6
Descrever
sucintamente
as
três
invasões
napoleónicas,
salientando
os
seus
episódios
mais
marcantes.
1.7
Referir
a
fuga
da
família
real
e
da
corte
para
o
Brasil
aquando
da
primeira
invasão.
1.8
Referir
a
resistência
popular
e
a
ajuda
militar
inglesa
na
luta
contra
a
ocupação
francesa.
2.1
Relacionar
as
destruições
provocadas
pelas
invasões,
a
permanência
do
rei
no
Brasil
e
o
domínio
inglês
em
Portugal
com
o
descontentamento
generalizado
dos
vários
grupos
sociais.
2.2
Descrever
sucintamente
o
triunfo
de
uma
revolução
liberal
em
Portugal
em
1820,
destacando
os
seus
principais
protagonistas.
2.3
Justificar
o
apoio
dos
burgueses
aos
ideais
revolucionários.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
38
e
39,
relativamente
à
Revolução
Francesa
de
1789
e
aos
seus
reflexos
em
Portugal.
Os
alunos,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
40
a
43,
construirão
o
seu
conhecimento
relativamente
à
Revolução
Francesa,
ao
Bloqueio
Continental
e
a
como
Portugal
foi
ocupado
pelos
franceses.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«Bloqueio»,
e
a
conhecer
as
Expressões
com
História
«Despedir-se
à
Francesa»
e
«À
grande
e
à
francesa»,
nas
páginas
40,
41
e
43,
respetivamente.
Propõe-se
que
o
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
44
a
47,
desenvolva
o
seu
conhecimento
acerca
da
Revolução
Liberal
de
1820
e
da
ação
das
Cortes
Constituintes
–
Constituição
de
1822.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
do
significado
de
«Constituição»
e
«Cortes»,
e
a
atender
a
História
e
«Língua
Portuguesa»,
nas
páginas
46
e
47.
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
1.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano 21
3.
Conhecer
e
compreender
as
consequências
da
Revolução
Liberal
de
1820
4.
Conhecer
o
longo
processo
de
afirmação
da
Monarquia
Liberal
2.4
Referir
a
realização
de
eleições
para
as
Cortes
Constituintes,
cujo
objetivo
era
a
elaboração
de
uma
Constituição.
2.5
Reconhecer
a
Constituição
como
a
Lei
fundamental
de
um
Estado.
3.1
Referir
o
princípio
da
separação
de
poderes,
a
igualdade
perante
a
lei
e
o
princípio
da
soberania
nacional,
por
oposição
ao
absolutismo.
3.2
Reconhecer
o
caráter
«revolucionário»
da
Constituição
de
1822,
salientando,
ainda
assim,
os
seus
limites,
por
referência
ao
voto
verdadeiramente
universal
atual.
3.3
Descrever
sucintamente
o
processo
de
Independência
do
Brasil.
4.1
Justificar
a
oposição
de
largos
setores
da
nobreza
e
do
clero
à
nova
ordem
política
e
social.
4.2
Descrever
a
solução
encontrada
por
D.
Pedro
para
resolver
o
problema
de
sucessão
ao
trono,
após
a
morte
de
D.
João
VI.
4.3
Referir
o
desrespeito
do
regente
D.
Miguel
pela
ordem
liberal
e
a
sua
aclamação
como
rei
absoluto,
em
1828,
salientando
o
período
de
repressão
que
se
seguiu.
4.4
Reconhecer
a
divisão
da
sociedade
portuguesa
entre
absolutistas
(apoiantes
de
D.
Miguel)
e
liberais
(apoiantes
de
D.
Pedro).
4.5
Descrever
sucintamente
a
guerra
civil
de
1832-1834,
salientando
episódios
marcantes
do
triunfo
de
D.
Pedro
e
da
Monarquia
Constitucional.
Propõe-se
que
o
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
das
páginas
48
e
51,
conheça
como
decorreu
a
independência
do
Brasil,
a
sucessão
ao
trono
de
Portugal
e
as
lutas
entre
liberais
e
absolutistas
que
culminou
na
Guerra
Civil.
Convidam-se
os
alunos
a
atender
ao
Relaciono
as
minhas
aprendizagens
e
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
para
clarificar
o
significado
de
«Guerra»,
nas
páginas
49
e
50,
respetivamente.
Sugere-se,
ainda,
a
Leitura
em
Família
de
Um
trono
para
dois
irmãos
de
Ana
Maria
Magalhães
e
Isabel
Alçada.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
52
a
55.
Proposta
de
um
momento
de
avaliação
sumativa.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa/
Sumativa
1.
o
período
22 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
Domínio
–
Portugal
do
século
XVIII
ao
século
XIX
Subdomínio
–
Portugal
na
segunda
metade
do
século
XIX
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Conhecer
e
compreender
o
processo
de
modernização
das
atividades
produtivas
portuguesas
na
segunda
metade
do
século
XIX
2.
Conhecer
o
desenvolvimento
das
vias
de
comunicação
e
dos
meios
de
transporte
operado
pela
Regeneração
e
os
seus
efeitos
1.1
Relacionar
a
dependência
de
Portugal
face
ao
exterior
e
a
estabilidade
política
conseguida
em
meados
do
século
XIX
com
as
tentativas
de
modernização
da
economia
portuguesa.
1.2
Referir
as
principais
medidas
tomadas
pelos
liberais
para
a
modernização
da
agricultura
portuguesa.
1.3
Referir
o
alcance
limitado
do
desenvolvimento
industrial
do
país,
verificado
neste
período,
destacando
as
principais
zonas
industriais
na
segunda
metade
do
século
XIX
num
país
maioritariamente
rural.
2.1
Referir
a
ausência
de
uma
rede
de
transportes
e
comunicação
como
um
entrave
ao
desenvolvimento
do
país
até
meados
do
século
XIX.
2.2
Reconhecer
a
expansão
da
rede
ferroviária,
viária
e
o
desenvolvimento
dos
meios
de
comunicação
na
segunda
metade
do
século
XIX.
2.3
Apontar
o
Estado
como
o
grande
impulsionador
da
rede
de
transportes
e
comunicação
da
segunda
metade
do
século
XIX,
destacando
a
ação
de
Fontes
Pereira
de
Melo.
2.4
Referir
as
consequências
económicas
e
sociais
do
desenvolvimento
das
vias
de
comunicação,
dos
transportes
e
dos
meios
de
comunicação.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
58
e
59,
relativamente
a
Portugal
na
segunda
metade
do
século
XIX.
Ao
longo
das
páginas
60
a
63,
as
propostas
de
trabalho
com
as
fontes
pretendem
que
o
aluno
conheça
o
estado
da
agricultura
e
da
indústria
portuguesa
na
segunda
metade
do
século
XIX.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«Baldio»,
«Pousio»,
«Regeneração»,
«Indústria
Manufatureira»
e
«Indústria
Mecanizada»
nas
páginas
60
e
62,
respetivamente.
Sugere-se,
ainda,
História
e
«EVT»
e
História
e
«Cinema»,
nas
páginas
61
e
63,
respetivamente.
Propõe-se
que
o
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
das
páginas
64
e
65,
conheça
os
transportes
e
comunicações
da
segunda
metade
do
século
XIX.
Convidam-se
os
alunos
a
atender
ao
Relaciono
as
minhas
aprendizagens,
na
página
65.
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
1.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano 23
3.
Conhecer
e
compreender
o
alcance
das
medidas
tomadas
pelos
liberais
na
educação
e
na
justiça
4.
Conhecer
e
compreender
o
aumento
da
população
e
o
êxodo
rural
verificado
na
segunda
metade
do
século
XIX
5.
Conhecer
e
compreender
as
características
da
sociedade
e
a
vida
quotidiana
nas
cidades
e
nos
campos
na
segunda
metade
do
século
XIX
2.5
Estabelecer
uma
relação
entre
os
investimentos
realizados
com
recurso
aos
mercados
internacionais
com
a
grave
crise
financeira
de
1890-92.
3.1
Enumerar
medidas
tomadas
ao
nível
do
ensino,
destacando
os
seus
objetivos
e
limites.
3.2
Indicar
o
pioneirismo
português
na
abolição
da
pena
de
morte,
destacando
a
existência
da
pena
capital
em
vários
países
do
mundo
na
atualidade.
3.3
Relacionar
as
ideias
liberais
com
a
abolição
da
pena
de
morte,
da
escravatura
nas
colónias
e
das
penas
corporais.
4.1
Apontar
as
razões
da
diminuição
da
mortalidade
e
do
consequente
aumento
da
população
verificado
neste
período.
4.2
Relacionar
a
mecanização
da
agricultura,
o
crescimento
da
população
e
a
melhoria
dos
transportes
com
o
êxodo
rural
e
emigração
verificados
neste
período.
4.3
Localizar
os
destinos
do
êxodo
rural
e
da
emigração
neste
período.
5.1
Conhecer
a
organização
social
liberal,
por
oposição
à
sociedade
do
século
XVIII.
5.2
Reconhecer
o
caráter
eminentemente
rural
da
economia
e
sociedade
portuguesa.
5.3
Caracterizar
a
modernização
das
cidades
ocorrida
neste
período,
salientando
preocupações
que
continuam
a
existir
no
urbanismo
atual.
5.4
Referir
o
surgimento
do
proletariado
como
novo
grupo
social,
destacando
as
suas
duras
condições
de
vida
e
de
trabalho.
5.5
Relacionar
as
difíceis
condições
de
vida
do
proletariado
com
a
criação
das
primeiras
associações
de
operários
e
as
primeiras
formas
de
luta.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
66
e
67
irá
construir
o
seu
conhecimento
acerca
do
ensino
e
da
defesa
dos
Direitos
Humanos
em
Portugal
na
segunda
metade
do
século
XIX.
Propõe-se
que
os
alunos
atendam
à
proposta
de
História
e
«Direitos
Humanos»,
na
página
67.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
68
a
71.
Ao
longo
das
páginas
74
a
85,
as
propostas
de
trabalho
com
as
fontes
pretendem
que
o
aluno
conheça
a
organização
social,
a
vida
nos
campos,
a
vida
nas
grandes
cidades,
o
nascimento
do
proletariado
e
a
extração
mineira
em
Portugal
na
segunda
metade
do
século
XIX.
Propõe-se
que
os
alunos
atendam
às
propostas
de
História
e
«EVT»
e
História
e
«Língua
Portuguesa»,
nas
páginas
75
e
79,
respetivamente.
Sugere-se
que
os
alunos
atendam
às
Expressões
com
História,
nomeadamente
«Do
tempo
da
Maria
Cachucha»
e
«Queimar
as
pestanas»,
das
páginas
77
e
83,
respetivamente
Através
da
rubrica
À
descoberta
de
palavras,
os
alunos
poderão
clarificar
o
significado
de
«Proletariado»,
na
página
84.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
1.
o
período
24 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
6.
Conhecer
as
características
da
arte
da
segunda
metade
do
século
XIX
6.1
Reconhecer
a
«Arquitetura
do
Ferro»
como
a
grande
novidade
da
arquitetura
do
século
XIX.
6.2
Identificar
as
principais
construções
da
«Arquitetura
do
Ferro»
em
Portugal.
6.3
Identificar
exemplos
marcantes
da
arquitetura
de
inspiração
em
estilos
do
passado
(revivalista).
6.4
Enumerar
algumas
figuras
da
literatura
do
século
XIX.
Propõe-se
que
os
alunos
conheçam
a
arte
e
a
cultura
portuguesa
na
segunda
metade
do
século
XIX,
ao
longo
das
páginas
86
e
87.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
88
e
91.
Proposta
de
um
momento
de
avaliação
sumativa.
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa/
Sumativa
1.
o
e
2.
o
períodos
Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano 25
Domínio
–
Portugal
do
século
XX
Subdomínio
–
Da
Revolução
Republicana
de
1910
à
Ditadura
Militar
de
1926
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Conhecer
e
compreender
as
razões
da
queda
da
Monarquia
Constitucional
2.
Conhecer
e
compreender
o
funcionamento
do
regime
da
I
República
e
os
seus
símbolos
1.1
Indicar
os
motivos
do
crescente
descrédito
da
instituição
monárquica.
1.2
Relacionar
os
interesses
das
potências
industriais
europeias
em
África
com
a
Conferência
de
Berlim
e
com
o
projeto
português
do
Mapa
Cor-de-Rosa.
1.3
Relacionar
o
projeto
do
Mapa
Cor-de-Rosa
com
o
Ultimato
Inglês.
1.4
Relacionar
a
humilhação
sentida
pelo
povo
português
face
à
cedência
ao
Ultimato
Inglês
com
o
aumento
dos
apoiantes
da
causa
republicana.
1.5
Referir
o
regicídio
de
1908
como
fator
para
a
queda
da
monarquia.
1.6
Descrever
os
principais
episódios
do
5
de
Outubro
de
1910,
salientando
o
apoio
popular
à
insurreição
militar
republicana.
1.7
Localizar
no
tempo
o
período
da
I
República.
2.1
Diferenciar
Monarquia
e
República
quanto
ao
chefe
de
Estado,
à
legitimidade
do
seu
mandato
e
à
duração
do
mesmo.
2.2
Conhecer
os
símbolos
da
República
Portuguesa.
2.3
Caracterizar
o
regime
republicano
a
partir
da
Constituição
de
1911,
salientando
semelhanças
e
diferenças
relativamente
à
Constituição
da
Monarquia
Constitucional.
2.4
Indicar
o
parlamento
como
o
órgão
político
mais
importante
na
I
República.
2.5
Reconhecer
a
manutenção
de
limitações
no
sufrágio
durante
a
I
República,
por
comparação
à
situação
atual.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
102
e
103,
relativamente
à
Revolução
Republicana
de
1910
e
à
I
República.
Ao
longo
das
páginas
104
a
107,
as
propostas
de
trabalho
com
as
fontes
pretendem
que
o
aluno
desenvolva
o
seu
conhecimento
relativamente
aos
motivos
que
levaram
à
queda
da
monarquia
(formação
do
partido
republicano,
ultimato
inglês,
31
de
janeiro
e
regicídio)
e
ao
5
de
outubro
de
1910.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
do
significado
de
«Ultimato»
e
«República»
na
página
104.
Sugerem-se
Expressões
com
História,
nomeadamente
«Meter
uma
lança
em
África»,
na
página
105,
e
ainda
que
ao
aluno
atenda
ao
Relaciono
as
minhas
aprendizagens
da
página
107.
Ao
longo
das
páginas
108
e
109,
as
propostas
de
trabalho
com
as
fontes
pretendem
que
o
aluno
construa
o
seu
conhecimento
acerca
das
primeiras
medidas
republicanas
e
da
Constituição
Republicana
de
1911.
Propõe-se
que
os
alunos
conheçam
as
principais
medidas
republicanas
nas
páginas
110
e
111.
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
2.
o
período
26 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
3.
Conhecer
as
principais
realizações
da
I
República
4.
Conhecer
e
compreender
os
motivos
do
fim
da
I
República
e
a
instauração
da
ditadura
militar
em
1926
3.1
Indicar
as
principais
medidas
de
caráter
social
tomadas
durante
a
I
República.
3.2
Referir
medidas
tomadas
pela
I
República
no
sentido
de
diminuir
a
influência
da
Igreja
junto
da
população.
3.3
Salientar
o
alcance
das
medidas
sociais
e
educativas
tomadas
durante
a
I
República.
4.1
Referir
a
instabilidade
governativa
e
a
crise
económica
e
social
como
fatores
decisivos
para
o
fim
da
I
República.
4.2
Indicar
os
motivos
da
entrada
de
Portugal
na
I
Guerra
Mundial.
4.3
Indicar
os
efeitos
da
participação
de
Portugal
na
I
Guerra
Mundial
e
sua
relação
com
o
golpe
militar
do
«28
de
Maio»
de
1926.
No
À
Descoberta
de
Palavras,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de
«Alfabetizar»
e
«Sindicato»,
na
página
110.
As
propostas
de
trabalho
com
as
fontes
das
páginas
112
e
113
pretendem
que
o
aluno
construa
o
seu
conhecimento
acerca
da
participação
de
Portugal
na
I
Guerra
Mundial
e
acerca
do
crescente
descontentamento
português
com
a
I
República.
No
À
Descoberta
de
Palavras
convidam-se
os
alunos,
nas
páginas
112
e
113,
a
clarificar
o
significado
de
«Guerra»
e
a
atender
à
proposta
de
História
e
«Matemática».
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
114
a
117
(em
casa
ou
na
aula).
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano 27
Domínio
–
Portugal
do
século
XX
Subdomínio
–
O
Estado
Novo
(1933-1974)
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
4.
Conhecer
e
compreender
os
motivos
do
fim
da
I
República
e
a
instauração
da
ditadura
militar
em
1926*
*meta
e
descritores
do
subdomínio
anterior
1.Compreender
a
ascensão
de
Salazar
e
a
construção
do
Estado
Novo
4.4
Justificar
a
grande
adesão
dos
militares
e
da
população
de
Lisboa
ao
movimento
antidemocrático
chefiado
pelo
General
Gomes
da
Costa.*
4.5
Localizar
no
tempo
o
período
da
Ditadura
Militar.*
4.6
Reconhecer
nas
medidas
da
Ditadura
Militar
o
fim
da
liberdade
política
e
o
cercear
de
liberdades
individuais.*
1.1
Referir
o
saldo
positivo
das
contas
públicas
portuguesas
conseguido
pelo
Ministro
das
Finanças
António
de
Oliveira
Salazar.
1.2
Relacionar
o
saldo
positivo
das
contas
públicas
portuguesas
conseguido
pelo
ministro
das
finanças
António
de
Oliveira
Salazar
com
a
sua
rápida
ascensão
no
poder.
1.3
Indicar
as
medidas
tomadas
por
Salazar
para
resolver
o
problema
financeiro
do
país.
1.4
Salientar
na
Constituição
de
1933
a
supremacia
do
poder
executivo
e
a
existência
de
um
partido
único.
1.5
Reconhecer
o
carácter
ditatorial
do
Estado
Novo.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
120
e
121,
relativamente
ao
Estado
Novo.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
122
e
123
construirá
o
seu
conhecimento
acerca
do
golpe
militar
de
28
de
maio
e
da
ditadura
militar.
No
À
Descoberta
de
Palavras,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
«Ditadura»
e
«Censura»,
na
página
122.
Ao
longo
das
páginas
124
e
125,
as
propostas
de
trabalho
com
as
fontes
pretendem
que
o
aluno
construa
o
seu
conhecimento
relativamente
à
ascensão
política
de
Salazar
e
a
Constituição
de
1933.
No
À
Descoberta
de
Palavras,
da
página
124,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
«Finanças
Públicas».
Na
página
125,
propõe-se
que
o
aluno
atenda
a
História
e
«Direitos
Humanos».
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
130
a
133
(em
casa
ou
na
aula).
Proposta
de
um
momento
de
avaliação
sumativa.
Diagnóstica
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa/
Sumativa
2.
o
período
28 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
Domínio
–
Portugal
do
século
XX
Subdomínio
–
O
Estado
Novo
(1933-1974)
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
2.
Conhecer
e
compreender
os
mecanismos
de
difusão
dos
ideais
do
Estado
Novo
e
de
repressão
para
com
os
opositores
3.
Conhecer
e
compreender
os
principais
movimentos
de
resistência
ao
Estado
Novo
2.1
Indicar
os
principais
valores
defendidos
pelo
Estado
Novo,
salientando
a
máxima
«Deus,
Pátria
e
Família»
e
a
obediência.
2.2
Referir
a
utilização
do
ensino,
da
Mocidade
Portuguesa
e
da
propaganda
como
formas
de
difusão
dos
ideais
do
Estado
Novo.
2.3
Enumerar
os
mecanismos
de
repressão
do
Estado
Novo.
2.4
Referir
os
objetivos
e
a
forma
de
atuação
da
polícia
política,
reconhecendo
nos
meios
utilizados
o
desrespeito
pelas
liberdades
e
garantias
fundamentais
dos
cidadãos.
2.5
Referir
a
existência
de
prisões
políticas,
destacando
a
colónia
penal
do
Tarrafal.
2.6
Reconhecer
na
atualidade
a
existência
de
regimes
com
características
ditatoriais
onde
diariamente
são
desrespeitados
os
Direitos
Humanos.
3.1
Comparar
a
imagem
de
prosperidade
e
paz
social
dada
pelo
regime
com
as
difíceis
condições
de
vida
da
grande
maioria
dos
portugueses
e
com
a
opressão.
3.2
Referir
a
oposição
à
ditadura
através
de
ações
clandestinas
e
de
obras
artísticas,
destacando
alguns
dos
autores
mais
marcantes.
3.3
Reconhecer
a
candidatura
do
General
Humberto
Delgado
à
Presidência
da
República
(1958)
como
o
grande
momento
de
oposição
à
ditadura,
descrevendo
o
seu
desfecho.
3.4
Referir
a
manutenção
do
regime
opressivo
após
a
substituição
de
Salazar
por
Marcelo
Caetano,
apesar
das
expectativas
de
«abertura
do
regime».
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
126
e
127,
construirá
o
seu
conhecimento
acerca
dos
meios
de
repressão
usados
no
Estado
Novo.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
126,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
«Liberdade
de
Expressão».
Na
página
127,
convida-se
o
aluno,
através
das
Expressões
com
História,
a
conhecer
o
significado
de
«Dar
a
mão
à
palmatória».
Ao
longo
das
páginas
128
a
131,
as
propostas
de
trabalho
com
as
fontes
pretendem
que
o
aluno
construa
o
seu
conhecimento
relativamente
às
grandes
construções,
à
emigração
e
turismo,
bem
como
à
oposição
ao
regime.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
128
e
130,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de
«Obras»,
«Públicas»
e
«Oposição
política»,
respetivamente.
Na
página
129,
convida-se
o
aluno
a
atender
ao
Relaciono
as
minhas
aprendizagens.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
132
e
133,
construirá
o
seu
conhecimento
acerca
da
recusa
de
Salazar
à
concessão
da
independência
das
colónias
e
acerca
da
Guerra
Colonial.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
134
a
137
(em
casa
ou
na
aula).
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa/
Sumativa
2.
o
/
3.
o
períodos
Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano 29
Domínio
–
Portugal
do
século
XX
Subdomínio
–
O
25
de
Abril
de
1974
e
o
regime
democrático
Espaços
em
que
Portugal
se
Integra*
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Conhecer
e
compreender
as
causas
do
golpe
militar
do
25
de
Abril
de
1974
2.
Conhecer
e
compreender
as
consequências
do
25
de
Abril
de
1974
ao
nível
da
democratização
do
regime
e
da
descolonização
1.1
Relacionar
as
difíceis
condições
de
vida
da
maioria
dos
portugueses,
a
opressão
política
e
a
manutenção
da
Guerra
Colonial
com
a
«grande
debandada»
dos
portugueses
e
com
o
crescente
descontentamento
dos
militares.
1.2
Descrever
sucintamente
os
acontecimentos
da
revolução
militar
e
os
seus
protagonistas.
1.3
Sublinhar
a
forte
adesão
popular
e
o
caráter
não
violento
da
«Revolução
dos
Cravos».
2.1
Reconhecer
no
programa
do
Movimento
das
Forças
Armadas,
o
fim
da
ditadura
e
o
início
da
construção
da
democracia.
2.2
Referir
as
eleições
de
1975
como
um
marco
fundamental
para
a
construção
do
Regime
Democrático.
2.3
Reconhecer
na
Constituição
de
1976
a
consagração
dos
direitos
e
liberdades
fundamentais.
2.4
Relacionar
o
25
de
Abril
com
a
descolonização
e
com
o
fim
do
Império.
2.5
Explicar
os
problemas
verificados
com
a
descolonização
portuguesa,
destacando
a
questão
dos
“retornados”
e
a
questão
timorense.
2.6
Referir
a
transferência
de
soberania
de
Macau
para
a
China
(1999)
e
a
autodeterminação
de
Timor
Lorosae
(2002)
como
marcos
formais
do
fim
do
Império
português.
2.7
Conhecer
a
dimensão
do
território
português
e
os
novos
países
surgidos
após
a
descolonização.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
142
e
143,
relativamente
ao
25
de
abril
de
1974
e
a
consolidação
da
democracia
portuguesa.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
144
e
145
construirá
o
seu
conhecimento
acerca
do
fim
da
ditadura
e
o
regresso
da
liberdade
a
Portugal.
Ao
longo
das
páginas
146
a
153,
as
propostas
de
trabalho
com
as
fontes
pretendem
que
o
aluno
construa
o
seu
conhecimento
relativamente:
à
descolonização,
à
constituição
de
1976,
às
regiões
autónomas
portuguesas
e
ao
poder
local
português.
No
À
Descoberta
de
Palavras
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
«Descolonização»,
“Democracia”,
«Direito
de
voto»,
«Poder
Central»,
«Região
Autónoma»
e
«Poder
local»,
nas
páginas
146,
148,
150
e
152,
respetivamente.
Sugere-se
na
página
147
a
Leitura
em
Família
de
O
25
de
abril
contado
às
crianças
e
aos
outros
de
José
Jorge
Letria.
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos
3.
o
período
30 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
3.
Conhecer
os
órgãos
de
poder
democráticos
4.
Analisar
algumas
conquistas,
dificuldades
e
desafios
que
Portugal
enfrenta
no
nosso
tempo
1*.
Conhecer
a
União
Europeia
(UE)
como
uma
das
organizações
internacionais
em
que
Portugal
se
integra
3.1
Identificar
a
existência
de
poder
central,
regional
e
local.
3.2
Indicar
os
órgãos
de
poder
regional
e
local
e
as
suas
funções.
3.3
Descrever
o
funcionamento
dos
órgãos
de
poder
central
e
as
funções
de
cada
um.
3.4
Destacar
a
efetiva
separação
de
poderes
e
o
sufrágio
livre
e
universal
como
conquistas
de
Abril.
3.5
Identificar
formas
de
participação
cívica
e
democrática.
4.1
Reconhecer
a
democratização
do
país
como
fator
de
prestígio
internacional
para
Portugal.
4.2
Reconhecer
a
entrada
de
Portugal
na
Comunidade
Económica
Europeia
(CEE)
como
um
contributo
para
a
consolidação
da
democracia
portuguesa
e
para
a
modernização
do
país.
4.3
Enumerar
aspetos
que
comprovem
a
modernização
do
país
após
a
adesão
à
CEE.
4.4
Exemplificar
progressos
verificados
nas
condições
de
vida
dos
portugueses,
nomeadamente
no
maior
acesso
à
saúde
e
educação.
4.5
Constatar
a
maior
igualdade
de
géneros
existente
na
atualidade,
apesar
do
caminho
que
ainda
há
a
percorrer.
4.6
Reconhecer
outras
dificuldades
que
Portugal
enfrenta
nos
nossos
dias:
desemprego,
morosidade
da
justiça,
assimetrias
sociais,
abandono
escolar,
fraco
envolvimento
cívico.
1.1Identificar
os
países
que
constituem
a
UE.
1.2
Referir
os
principais
objetivos
que
presidiram
à
criação
da
UE.
1.3
Identificar
os
sucessivos
alargamentos
da
UE.
1.4
Identificar
as
principais
instituições
europeias.
Propõe-se
que
ao
aluno
com
a
resolução
das
tarefas
das
páginas
154
a
157
construa
o
seu
conhecimento
acerca
das
organizações
internacionais
em
que
Portugal
se
integra
e
como
a
democracia
se
consolida
atualmente.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
158
a
161
(em
casa
ou
na
aula).
Proposta
de
um
momento
de
avaliação
sumativa.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos
Formativa/
Sumativa
3.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano 31
Domínio
–
Portugal
Hoje
Subdomínio
–
A
população
Portuguesa
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Compreender
a
importância
dos
recenseamentos
na
recolha
de
informação
sobre
a
população
2.
Conhecer
a
evolução
da
população
em
Portugal
e
compreender
a
sua
relação
com
o
crescimento
natural
3.
Compreender
o
contributo
do
saldo
migratório
na
evolução
da
população
em
Portugal
1.1
Definir
recenseamento
da
população.
1.2
Referir
informações
que
se
podem
consultar
nos
recenseamentos
da
população.
1.3
Localizar
diferentes
divisões
administrativas
do
território
nacional
a
diferentes
escalas
(Distritos,
NUTS
II
e
III,
municípios).
1.4
Inferir
sobre
a
importância
dos
recenseamentos
na
gestão
e
ordenamento
do
território.
2.1
Definir
população
total
ou
absoluta.
2.2
Cracterizar
a
evolução
da
população
portuguesa
desde
o
primeiro
recenseamento
geral
da
população
(1864).
2.3
Identificar
o
crescimento
natural
como
o
principal
fator
responsável
pela
evolução
da
população.
2.4
Distinguir
natalidade
de
taxa
de
natalidade
e
mortalidade
de
taxa
de
mortalidade.
2.5
Definir
crescimento
natural.
2.6
Caraterizar
a
evolução
da
natalidade
em
Portugal.
2.7
Identificar
fatores
responsáveis
pela
diminuição
da
natalidade
em
Portugal
nas
últimas
décadas.
2.8
Caracterizar
a
evolução
da
mortalidade
em
Portugal.
2.9
Identificar
fatores
responsáveis
pela
diminuição
da
mortalidade
em
Portugal
nas
últimas
décadas.
3.1
Distinguir
emigração
de
imigração.
3.2
Definir
saldo
migratório.
3.3
Caracterizar
a
evolução
da
emigração
em
Portugal.
3.4
Localizar
as
principais
áreas
de
destino
da
emigração
portuguesa.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
162
e
163,
relativamente
a
Portugal
hoje:
população
portuguesa
e
os
lugares
onde
vivemos.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
164
e
165
construirá
o
seu
conhecimento
acerca
da
população
portuguesa
na
atualidade
e
da
sua
evolução.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
164
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de
«População
Absoluta»,
«Natalidade»
e
«Mortalidade»,
Propõe-se
que
o
aluno,
com
a
resolução
das
tarefas
das
páginas
166
a
167,
construa
o
seu
conhecimento
acerca
da
mobilidade
da
população
portuguesa.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
166
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
3.
o
período
32 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
4.
Compreender
a
distribuição
da
população
em
Portugal
5.
Conhecer
a
evolução
da
população
portuguesa
por
grupos
etários
6.
Conhecer
e
compreender
as
consequências
do
duplo
envelhecimento
da
população
em
Portugal
3.5
Identificar
as
principais
causas
e
consequências
da
emigração
em
Portugal.
3.6
Descrever
a
evolução
da
imigração
em
Portugal.
3.7
Localizar
os
principais
países
de
origem
da
imigração
em
Portugal.
4.1
Distinguir
densidade
populacional
de
população
total.
4.2
Interpretar
mapas
com
a
distribuição
regional
da
população
total/densidade
populacional
em
meados
do
século
XX
e
na
atualidade.
4.3
Identificar
os
principais
fatores
responsáveis
pelo
acentuar
de
contrastes
na
distribuição
da
população
na
atualidade.
5.1
Identificar
os
3
grupos
etários.
5.2
Caracterizar
a
evolução
recente
da
população
jovem,
da
adulta
e
da
idosa,
tendo
por
base
dados
estatísticos.
5.3
Identificar
fatores
responsáveis
pela
evolução
dos
três
grupos
etários.
6.1
Definir
esperança
média
de
vida
à
nascença.
6.2
Caraterizar
a
evolução
da
esperança
média
de
vida
à
nascença,
identificando
os
principais
fatores
responsáveis
pelo
seu
incremento.
6.3
Referir
os
principais
fatores
que
contribuem
para
o
duplo
envelhecimento
da
população.
6.4
Localizar
as
área
mais
afetadas
pelo
duplo
envelhecimento
da
população
e
as
respetivas
consequências.
6.5
Apresentar
medidas
com
o
objetivo
de
subverter
o
duplo
envelhecimento.
«Emigração»
e
«Imigração».
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
168
e
169,
construirá
o
seu
conhecimento
acerca
das
características
da
população
portuguesa
e
da
sua
repartição
espacial
atualmente.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
168,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de
«Grupo
etário»,
«Densidade
Populacional»,
«Área
Atrativa»,
«Área
Repulsiva»
e
«Esperança
de
vida».
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
3.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano 33
Domínio
–
Portugal
Hoje
Subdomínio
–
Os
lugares
onde
vivemos
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Compreender
as
características
da
população
rural
e
urbana
e
os
seus
modos
de
vida
2.
Compreender
a
desigual
dinâmica
populacional
das
áreas
rurais
e
das
áreas
urbanas
3.
Compreender
a
atratividade
exercida
pelas
áreas
urbanas
1.1
Definir
povoamento.
1.2
Caraterizar
o
povoamento
rural
e
o
urbano.
1.3
Definir
modo
de
vida.
1.4
Caraterizar
os
modos
de
vida
predominantes
no
espaço
rural
e
no
espaço
urbano
1.5
Reconhecer
a
crescente
interpenetração
entre
modos
de
vida
rurais
e
urbanos.
1.6
Reconhecer
a
crescente
complementaridade
e
interdependência
entre
o
espaço
rural
e
o
espaço
urbano.
2.1
Comparar
a
evolução
da
população
rural
e
da
população
urbana
em
Portugal,
nas
últimas
décadas.
2.2
Definir
taxa
de
urbanização.
2.3
Definir
êxodo
rural.
2.4
Relacionar
a
crescente
taxa
de
urbanização
com
o
êxodo
rural.
2.5
Localizar
as
principais
áreas
urbanas
em
Portugal.
2.6
Identificar
os
principais
problemas
das
áreas
urbanas
e
das
áreas
rurais
em
Portugal.
2.7
Apontar
soluções
para
os
problemas
identificados
nas
áreas
urbanas
e
nas
áreas
rurais
em
Portugal.
3.1
Distinguir
área
atrativa
de
área
repulsiva.
3.2
Interpretar
a
distribuição
regional
dos
equipamentos
ligados
à
saúde,
educação,
cultura,
desporto,
audiovisuais
(…).
3.3
Justificar
a
atratividade
das
áreas
urbanas
pela
maior
disponibilidade
na
oferta
de
emprego
e
concentração
de
equipamento
de
saúde,
educação,
lazer
(…).
Ao
longo
das
páginas
170
a
177,
o
aluno
compreenderá
as
formas
de
povoamento,
as
condições
de
vida
no
campo,
os
centros
urbanos
e
os
problemas
quotidianos
portugueses
na
atualidade.
No
À
Descoberta
de
Palavras
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de:
«Povoamento»,
«Espaço
urbano»,
«Espaço
rural»,
na
página
170;
«Taxa
de
urbanização»,
«Centro
urbano»,
«Equipamento
coletivo»
e
«Distância-tempo»,
na
página
174;
e
de
«Saneamento
básico»”
e
«Nível
de
conforto»,
na
página
176.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
178
a
181
(em
casa
ou
na
aula).
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
3.
o
período
34 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
Domínio
–
Portugal
Hoje
Subdomínio
–
Atividades
que
desenvolvemos
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Conhecer
a
repartição
das
atividades
económicas
por
sectores
2.
Compreender
a
evolução
da
distribuição
da
população
por
setores
de
atividade
em
Portugal
3.
Conhecer
e
compreender
as
características
da
agricultura
em
Portugal
1.1
Definir
setor
de
atividade
económica.
1.2
Distinguir
população
ativa
de
população
inativa.
1.3
Distinguir
taxa
de
atividade
de
taxa
de
desemprego.
1.4
Distinguir
atividades
produtivas
de
não
produtivas.
1.5
Comparar
as
atividades
económicas
integradas
nos
setores
primário,
secundário
e
terciário.
2.1
Caraterizar
a
evolução
da
população
ativa
integrada
nos
três
setores
de
atividade.
2.2
Enumerar
fatores
que
explicam
a
diminuição
da
população
ativa
integrada
no
sector
primário
e
no
setor
secundário.
2.3
Identificar
consequências
da
diminuição
da
população
ativa
integrada
no
sector
primário
e
no
setor
secundário.
2.4
Identificar
fatores
que
explicam
o
aumento
da
população
ativa
integrada
no
sector
terciário.
2.5
Identificar
consequências
do
aumento
da
população
ativa
integrada
no
sector
terciário.
2.6
Localizar
as
áreas
onde
predominam
atividades
ligadas
aos
diferentes
setores.
2.7
Identificar
as
atividades
dominantes
na
área
envolvente
à
escola.
3.1
Definir
agricultura.
3.2
Caraterizar
os
principais
tipos
de
agricultura
praticados
em
Portugal.
3.3
Descrever
as
transformações
recentes
ocorridas
na
agricultura
portuguesa.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
182
e
183,
relativamente
a
Portugal
hoje:
atividades
que
desenvolvemos,
o
mundo
mais
perto
de
nós
e
Lazer
e
património.
Propõe-se
que
o
aluno
com
a
resolução
das
tarefas
das
páginas
184
e
185
construa
o
seu
conhecimento
acerca
do
mundo
de
trabalho
em
Portugal,
na
atualidade.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
184,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de
«População
ativa»,
«População
Inativa»,
«Setor
primário»,
«Setor
secundário»
e
«Setor
terciário».
Sugere-se,
ainda,
a
tarefa
Geografia
e
«Matemática»
da
página
185.
Com
as
tarefas
propostas
nas
páginas
186
a
189,
os
alunos
conhecerão
o
setor
primário
português
na
actualidade.
No
À
Descoberta
de
Palavras,
da
página
188,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
«Atividade
Produtiva»»
e
«Atividade
não
produtiva»”.
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
3.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano 35
4.
Compreender
a
importância
da
floresta
em
Portugal
5.
Compreender
a
atividade
piscatória
em
Portugal
6.
Compreender
a
evolução
da
indústria
em
Portugal
7.
Compreender
a
crescente
importância
das
energias
renováveis
em
Portugal
3.4
Localizar
os
principais
tipos
de
agricultura
e
alguns
dos
produtos
cultivados.
3.5
Identificar
os
principais
obstáculos
à
modernização
da
agricultura
portuguesa.
3.6
Identificar
a
atividade
agrícola
praticada
na
área
de
residência.
4.1
Referir
as
principais
funções
das
florestas.
4.2
Localizar
a
distribuição
das
principais
espécies
florestais
a
nível
nacional.
4.3
Identificar
os
principais
problemas
que
afetam
a
floresta.
5.1
Caraterizar
os
principais
tipos
de
pesca
praticados
em
Portugal.
5.2
Identificar
as
principais
áreas
de
pesca
e
os
portos
de
desembarque
do
pescado.
5.3
Referir
alguns
dos
problemas
que
afetam
a
pesca
portuguesa
e
possíveis
soluções.
5.4
Identificar
aspetos
positivos
e
negativos
da
aquacultura.
6.1
Definir
indústria.
6.2
Identificar
diferentes
tipos
de
indústria.
6.3
Caraterizar
a
evolução
da
indústria
em
Portugal.
6.4
Localizar
as
principais
áreas
industriais
em
Portugal.
6.5
Identificar
os
principais
problemas
associados
à
atividade
industrial
e
possíveis
soluções.
7.1
Referir
os
tipos
de
energia
mais
utilizados
em
Portugal.
7.2
Distinguir
energias
renováveis
de
energias
não
renováveis,
dando
ênfase
aos
principais
impactes
da
sua
utilização.
7.3
Localizar
as
principais
áreas
de
produção
de
Propõe-se
que
o
aluno,
com
a
resolução
das
tarefas
das
páginas
190
a
193,
construa
o
seu
conhecimento
acerca
do
setor
secundário
português
na
atualidade.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
188
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
«Indústria».
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
3.
o
período
36 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
8.
Compreender
o
comércio
em
Portugal
9.
Compreender
a
crescente
importância
dos
serviços
entre
as
atividades
económicas
em
Portugal
energia
renovável
em
Portugal.
7.4
Enumerar
os
principais
fatores
responsáveis
pela
crescente
importância
das
energias
renováveis
em
Portugal.
7.5
Identificar
práticas
adequadas
a
uma
racionalização
dos
consumos
energéticos.
8.1
Distinguir
importação
de
exportação.
8.2
Descrever
a
evolução
das
importações
e
das
exportações
em
Portugal.
8.3
Caracterizar
os
tipos
de
produtos
importados/exportados
e
os
parceiros
comerciais.
8.4
Referir
as
consequências
do
desigual
valor
das
importações
e
exportações
em
Portugal.
8.5
Identificar
novas
formas
de
comercializar
produtos
e
de
pagar
serviços.
9.1
Definir
serviços.
9.2
Identificar
os
diferentes
tipos
de
serviços.
9.3
Localizar
as
áreas
de
maior
oferta
de
serviços.
9.4
Explicar
os
contrastes
regionais
na
oferta
de
serviços
(saúde,
educação,
cultura,
desporto…).
9.5
Justificar
a
crescente
importância
do
setor
dos
serviços
na
criação
de
emprego.
Ao
longo
das
páginas
194
a
196,
o
aluno
compreenderá
a
composição
do
setor
terciário
português
na
atualidade.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
196
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de
«Serviços»
e
«Rede
de
telecomunicação».
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
3.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano 37
Domínio
–
Portugal
Hoje
Subdomínio
–
O
mundo
mais
perto
de
nós
Lazer
e
Património*
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Compreender
a
importância
dos
transportes
na
sociedade
atual
2.
Conhecer
e
compreender
a
importância
das
telecomunicações
na
sociedade
atual
1*.
Compreender
a
desigual
distribuição
da
prática
do
lazer
e
do
turismo
a
nível
nacional
1.1
Distinguir
rede
de
transporte
de
modo
de
transporte.
1.2
Referir
a
importância
das
redes
de
transporte
no
mundo
atual.
1.3
Comparar
as
vantagens
e
as
desvantagens
da
utilização
dos
diferentes
modos
de
transporte
(rodoviário,
ferroviário,
marítimo,
aéreo
e
fluvial).
1.4
Caracterizar
a
distribuição
das
diferentes
redes
de
transporte
em
Portugal.
1.5
Relacionar
a
distribuição
das
redes
de
transporte
com
a
distribuição
da
população
e
atividades
económicas.
1.6
Discutir
os
impactes
do
desenvolvimento
da
rede
de
transportes.
2.1
Definir
rede
de
telecomunicação.
2.2
Referir
as
vantagens
da
utilização
dos
serviços
de
telecomunicação.
2.3
Associar
o
desenvolvimento
dos
serviços
de
telecomunicação
com
o
processo
de
globalização
e
aparecimento
do
conceito
de
«aldeia
global».
2.4
Discutir
a
importância
do
desenvolvimento
das
telecomunicações
nas
atividade
humanas
e
qualidade
de
vida.
1.1
Definir
lazer.
1.2
Localizar
as
áreas
com
maior
oferta
de
equipamento
culturais
e
desportivos
diversos
(teatros,
cinemas,
museus,
bibliotecas,
pavilhões
desportivos…)
Ao
longo
das
páginas
197
a
201,
o
aluno
compreenderá
o
papel
das
telecomunicações,
dos
transportes
e
do
lazer
e
património
em
Portugal,
na
atualidade.
No
À
Descoberta
de
Palavras,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de:
«Rede
de
transporte»
e
«Meio
de
transporte»,
na
página
198;
e
«Lazer»,
«Turismo»
e
«Reserva
natural»,
na
página
200.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
202
a
205
(em
casa
ou
na
aula).
Proposta
de
um
momento
de
avaliação
sumativa
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa/
Sumativa
3.
o
período
38 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o
Ano
2.
Compreender
a
importância
da
preservação
do
património
1.3
Justificar
a
desigual
oferta
na
distribuição
de
equipamento
culturais
e
desportivos.
1.4
Identificar
o
turismo
como
uma
atividade
de
lazer.
1.5
Identificar
diferentes
tipos
de
turismo
em
Portugal:
balnear/
de
montanha/religioso/termal/
em
espaço
rural/de
aventura/radical/
histórico-
cultural/
de
natureza
(…).
1.6
Localizar
as
áreas
de
maior
atração/procura
turística
em
Portugal,
destacando
os
fatores
que
justificam
a
sua
atratividade/procura.
1.7
Identificar
atividades
de
lazer
e
turismo
na
região
onde
reside.
2.1
Identificar
diferentes
tipos
de
património.
2.2
Localizar
diferentes
áreas
de
proteção
da
natureza.
2.3
Explicar
a
importância
das
áreas
protegidas
na
preservação
do
património
ambiental.
2.4
Identificar
medidas
de
preservação
do
património.
3.
o
período
39
PLANO DE AULA N.O
1
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 10), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de
competências/metas de aprendizagem selecionadas.
• Exploração das páginas 10 e 11 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de peque-
nas questões (apresentadas na página 11) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da com-
paração das fontes com a reconstituição histórica.
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História, explorando o Recordo, pág. 12.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Bandeirantes.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos das páginas 12 e 13, de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser
respondidas pelos alunos a pares. As questões estão direcionadas para trabalhar diversas movimentações populacionais em diferentes
espaços e as alterações fisionómicas resultantes do encontro de diferentes povos.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Individualmente, os alunos são convidados a refletir acerca dos ganhos e perdas decorrentes da realidade em estudada
(atividade a realizar em aula ou em casa).
• Sugere-se que os alunos repensem o conceito de Bandeirantes de modo a que confrontem as suas primeiras ideias (ideias prévias) com
as novas ideias construídas.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Questão problematizadora: Será que quando um país é rico, toda a sua população beneficia dessa riqueza?
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Conhecer e compreender as características do império português dos séculos
XVII e XVIII
1.1 Conhecer a dimensão geográfica do império português no século XVIII, por
comparação ao império luso do século XVI e aos restantes impérios europeus.
1.2 Referir a colónia do Brasil como o principal território ultramarino português
no século XVII.
1.3 Destacar o açúcar brasileiro como o principal produto de exportação colo-
nial.
1.4 Relacionar a quebra dos lucros do açúcar com a intensificação da procura de
ouro pelos bandeirantes.
1.5 Relacionar as fronteiras atuais do Brasil com as incursões dos bandeirantes a
partir dos finais do século XVII.
1.6 Reconhecer a riqueza proporcionada a Portugal, na primeira metade do
século XVIII, pela descoberta de ouro no Brasil.
• O território e os recursos naturais
• As riquezas do Brasil
• Bandeirantes
Recursos
Manual – págs. 10, 11, 12, 13.
Animação – O Império Português no século XVIII.
Apresentação – o Império Português, o poder absoluto,
a sociedade de ordens e a arte no século XVIII.
PLANO DE AULA N.O
2
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 14.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Tráfico negreiro.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com a interação entre povos, nomeadamente no que respeita
à construção de relações de diálogo / conflito e multiperspetiva.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunossãoconvidadosarefletiracercadasimplicaçõesdoscontactosnocontextoespecíficoeglobal,eaindaacerca
decomoestasrelaçõespodemterinfluenciadoomododeperspetivarasrelaçõeshumanas(atividadearealizaremaulaouemcasa).
•Sugere-sequeosalunosrepensemoconceitodeTráficonegreiro,demodoaqueconfrontemassuasprimeirasideiascomasnovasideias
construídas.
Domínio: Portugal do século XVIII
Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Questão problematizadora: Será que quando um país é rico, toda a sua população beneficia dessa riqueza?
40
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Conhecer e compreender as características do império português dos séculos
XVII e XVIII
1.7 Caracterizar a vida dos escravos, salientando as condições a que eram sub-
metidos (desde o seu resgate e transporte do continente africano até ao seu dia-
a-dia nos engenhos de açúcar).
1.8 Reconhecer nas características étnicas culturais, linguísticas, religiosas do
Brasil atual a miscigenação entre ameríndios, africanos e europeus.
• Os movimentos da população
• O tráfico de escravos
• Tráfico negreiro
Recursos
Manual – págs. 14-15
Atlas – Mapa 1
Caderno de Atividades – Ficha 1, Ficha 1 A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 1
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
3
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 16.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Monarquia absoluta.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com a inferência de informação e no cruzamento de fontes
de suporte diverso.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Individualmente, os alunos são convidados a refletir acerca das relações entre as várias dimensões da realidade histórica e essa reflexão
deve ser comunicada através de formas várias (atividade a realizar em aula ou em casa).
• Sugere-se que os alunos repensem os conceitos de Monarquia e Absoluto, de modo a definirem de forma mais complexa o conceito
de Monarquia absoluta.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Questão problematizadora: Será que quando um país é rico, toda a sua população beneficia dessa riqueza?
41
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
2. Conhecer e compreender as características do poder político no tempo de D.
João V.
2.1 Definir “monarquia absoluta”.
2.2 Referir a concentração de poderes de D. João V.
2.3 Comparar a concentração de poderes de um rei absoluto com a divisão de
poderes existente no atual regime democrático.
2.4 Comparar a justificação divina para o exercício do poder absoluto com a legi-
timidade do poder pelo voto na democracia atual.
2.5 Evidenciar o fausto da corte, as embaixadas, as cerimónias públicas e as
grandes construções como manifestações do poder absoluto.
• D. João V, um rei absoluto
• A vida na Corte
• Monarquia absoluta
Recursos
Manual – págs. 16-17
Animação – A sociedade portuguesa no tempo de
D. João V.
Esquema interativo – O açúcar e o ouro do Brasil
Puzzle – A vida na Corte no século XVIII.
PLANO DE AULA N.O
4
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 18.
• Definição / Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Cristão, Católico, CristãonovoeInquisição.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com o tempo histórico, nomeadamente acerca de mudanças
e continuidades na sociedade.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunossãoconvidadosarefletiracercadomodocomoosprivilégiossemantêmounãoentreosdiferentesgrupos
sociaisaolongodotempo(atividadearealizaremaulaouemcasa).
•Sugere-sequeosalunosrepensemosconceitosdeCristãonovoeInquisição,demodoadefiniremestesconceitosdeformamais
complexa.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Questão problematizadora: Será que quando um país é rico, toda a sua população beneficia dessa riqueza?
42
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
3. Conhecer a sociedade portuguesa no século XVIII
3.1 Reconhecer a manutenção da divisão da sociedade em grupos e dos profun-
dos contrastes sociais existentes.
3.2 Identificar nas cerimónias públicas e na lei o reflexo da forte estratificação
social da época.
3.3 Referir a burguesia como grupo enriquecido pelo comércio internacional
mas mantendo o seu estatuto de não privilegiado.
3.4 Referir as formas de ascensão social no século XVIII.
3.5 Sublinhar o papel da Inquisição na perseguição aos “cristãos-novos”, desta-
cando a intolerância religiosa dessa época.
• A sociedade no tempo de D. João V
• Inquisição
• Cristão novo
Recursos
Manual – págs. 18-19
Áudios ilustrados – Superstições e feitiçarias no século
XVIII. Autos de fé. Uma elegante do século XVIII. Um ele-
gante lisboeta do século XVIII. O namoro no século XVIII.
PLANO DE AULA N.O
5
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História explorando o Recordo, pág. 20.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com a inferência de informação, com base em fontes
históricas de suporte diversificado.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
• Sumativa – no final desta subunidade os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação»,
aferir o seu grau de aprendizagem.
Síntese – Metacognição
• Individualmente, os alunos são convidados a fazer uma síntese, com base num esquema como modo de promoção de comunicação
histórica em formas diversas (atividade a realizar em aula ou em casa). Paralelamente, os alunos poderão realizar um trabalho
de pesquisa traçando a relação entre história nacional e local e comunicar através as TIC.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Questão problematizadora: Será que quando um país é rico, toda a sua população beneficia dessa riqueza?
43
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
4. Conhecer aspetos da arte no tempo de D. João V
4.1 Identificar as principais características da arte Barroca.
4.2 Identificar alguns exemplos de arte Barroca em Portugal, especialmente ao
nível do património edificado.
• A cultura e a arte
• Barroco
Recursos
Manual – págs. 20-21
Caderno de Atividades – Ficha 2, Ficha 2 A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 2
Vídeo – A arquitetura barroca.
Apresentação – A monarquia absoluta no tempo de
D. João V, com suporte musical da época.
Teste global interativo – O império português, o poder
absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
6
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com a inferência de informação, com base em fontes
históricas, e acerca do espaço e do modo como o espaço foi apropriado ao longo do tempo, referindo-se diferenças e continuidades.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunossãoconvidadosafazerumasínteseatravésdaadjetivaçãodaBaixaPombalinaedasmudançasecontinuidades
notempoemtermosdeapropriaçãodoespaço(atividadearealizaremaulaouemcasa).Paralelamente,osalunospoderãorefletiracerca
doconceitodeBaixaPombalina.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Questão problematizadora: Uma catástrofe poderá servir de motivação para vencer dificuldades?
Momento 1
• Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 28), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de
competências/metas de aprendizagem selecionadas.
• Exploração das páginas 28 e 29 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de
pequenas questões (apresentadas na página 29) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da
comparação das fontes com a reconstituição histórica.
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História, explorando o Recordo, pág. 30.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Baixa pombalina.
44
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de
Pombal
5.1 Descrever o terramoto de 1755 e a ação imediata do Marquês de
Pombal.
5.2 Identificar características urbanísticas da Lisboa Pombalina.
• O terramoto de 1755
• A reconstrução de Lisboa
• Baixa Pombalina
Recursos
Manual – págs. 28, 29, 30, 31
Friso cronológico – Atividade 1
Vídeo – O terramoto de 1755.
Puzzle – O terramoto de 1755.
Animação – A ação do marquês de Pombal.
Apresentação – A Lisboa Pombalina e a ação do marquês de
Pombal, com suporte musical da época.
Fazer os pares – Lisboa Pombalina.
Esquema interativo – Lisboa Pombalina.
Áudio ilustrado – A utilização da «gaiola» nas construções pombalinas.
PLANO DE AULA N.O
7
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e novo momento da História explorando o Recordo, pág. 32.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com o modo como as diferentes dimensões da realidade
histórica se vão alterando ao longo do tempo.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
• Sumativa – No final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço
a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunossãoconvidadosafazerumasínteseatravésdeumquadroemquereflitamacercadasalteraçõesobservadas
nasdiferentesdimensõesdarealidadehistórica(atividadearealizaremaulaouemcasa).
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Questão problematizadora: Uma catástrofe poderá servir de motivação para vencer dificuldades?
45
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal.
5.3 Identificar as principais medidas de desenvolvimento económico adotadas
no reinado de D. José I.
5.4 Relacionar a quebra das remessas de ouro do Brasil e as elevadas importa-
ções portuguesas em meados do século XVIII com a introdução de novas manu-
faturas.
5.5 Indicar sucintamente as reformas no ensino, o fim da distinção entre “cris-
tão-novo” e “cristão-velho” e a proibição da escravatura na metrópole.
• A situação do reino
• A ação do marquês de Pombal
Recursos
Manual – págs. 32-33
Atlas – Mapa 2. Ficha de leitura 1
Caderno de Atividades – Ficha 3, Ficha 3 A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 3
Áudio ilustrado – A condenação da família Távora.
Cronologia interativa – O século XVIII em Portugal.
Teste global interativo – Lisboa Pombalina e a ação do
marquês de Pombal.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
8
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a contextualização das situações históricas, suas causas e consequências em várias dimensões
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunossãoconvidadosafazerumasínteseatravésdeumslogan,divulgando-oatravésdasTIC(atividadearealizarem
aulaouemcasa).ParalelamenteosalunossãoconvidadosarefletiracercadoconceitodeBloqueioContinentaldemodoacompreender
comoasuaideiafoiconstruída.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
Questão problematizadora: Será que há diferenças entre a Monarquia absoluta e a Monarquia liberal, no que
respeita à liberdade da população para escolher os seus governantes?
46
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Conhecer e compreender a revolução francesa e as invasões napoleónicas
1.1 Localizar no espaço e no tempo a grande revolução de 1789 e a onda revolu-
cionária que provocou na Europa e na América.
1.2 Referir os princípios políticos e sociais defendidos pelos revolucionários fran-
ceses, destacando o fim do absolutismo e dos privilégios do clero e da nobreza.
1.3 Reconhecer a construção de um Império na Europa por Napoleão Bonaparte.
1.4 Identificar o “bloqueio continental” como uma forma de enfraquecer a
Inglaterra.
1.5 Indicar os motivos que levaram Napoleão a invadir Portugal.
1.7 Referir a fuga da família real e da corte para o Brasil aquando da primeira
invasão.
• A Revolução Francesa
• Bloqueio Continental
Recursos
Manual – págs. 38, 39, 40, 41
Puzzle – A saída da Corte para o Brasil.
Esquema interativo – Da Revolução Francesa à invasão
de Portugal.
Apresentação – A Revolução Francesa de 1789 e os seus
reflexos em Portugal.
Momento 1
• Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 38), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de
competências/metas de aprendizagem selecionadas.
• Exploração das páginas 38 e 39 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de
pequenas questões (apresentadas na página 39) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da
comparação das fontes com a reconstituição histórica.
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 40.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente BloqueioContinental.
PLANO DE AULA N.O
9
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História explorando o Recordo, pág. 42.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para as movimentações e interação com outros povos (Franceses e Ingleses), e que consequências daí
decorreram em diferentes dimensões.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Individualmente, os alunos são convidados a fazer uma síntese acerca dos contactos com outros povos (atividade a realizar em aula ou
em casa).
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
Questão problematizadora: Será que há diferenças entre a Monarquia absoluta e a Monarquia liberal, no que
respeita à liberdade da população para escolher os seus governantes?
47
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Conhecer e compreender a revolução francesa e as invasões napoleónicas
1.6 Descrever sucintamente as três invasões napoleónicas, salientando os seus
episódios mais marcantes.
1.8 Referir a resistência popular e a ajuda militar inglesa na luta contra a ocupa-
ção francesa.
• A primeira invasão
• A segunda invasão
• A terceira invasão
Recursos
Manual – págs. 42-43
Atlas – Mapa 3
Friso Cronológico – Atividade 2
Caderno de Atividades – Ficha 4, Ficha 4 A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 4
Animação – As Invasões Francesas
Teste interativo – As Invasões Francesas.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
10
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História explorando o Recordo, pág. 44.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a inferência de informações acerca da realidade histórica com base em fontes diversas.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunossãoconvidadosafazerumabiografiaacercadopapeldedeterminadosagenteshistóricos(atividadea realizar
emaulaouemcasa).Paralelamenteosalunossãoconvidadosarealizarumtrabalhoextra-aulaemquereflitamacercadopapel
dacomunicaçãosocialecomoestaémaisumafontediversificadaparaaconstruçãodoconhecimentohistórico.
Domínio: Domínio - Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
Questão problematizadora: Será que há diferenças entre a Monarquia absoluta e a Monarquia liberal, no que
respeita à liberdade da população para escolher os seus governantes?
48
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820
2.1 Relacionar as destruições provocadas pelas invasões, a permanência do rei
no Brasil e o domínio inglês em Portugal com o descontentamento generalizado
dos vários grupos sociais.
2.2 Descrever sucintamente o triunfo de uma revolução liberal em Portugal em
1820, destacando os seus principais protagonistas.
2.3 Justificar o apoio dos burgueses aos ideais revolucionários.
• O descontentamento dos Portugueses
• A Revolução de 1820
Recursos
Manual – págs. 44-45
Atlas – Mapa 4
Animação – A Revolução Liberal de 1820.
Pacman – 1820 e o Liberalismo.
Puzzle – A Revolução Liberal de 1820.
Teste interativo — A Revolução Liberal de 1820.
PLANO DE AULA N.O
11
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a reflexão sobre as mudanças/continuidades verificadas em termos políticos e sociais,
trabalhando-se implicitamente progresso e estagnação.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunossãoconvidadosafazerumasíntesecombasenoesquemafacultado.(atividadearealizaremaulaouemcasa).
ParalelamenteosalunossãoconvidadosarefletiracercadosconceitosdeCortesconstituintesedeConstituição.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
Questão problematizadora: Será que há diferenças entre a Monarquia absoluta e a Monarquia liberal, no que
respeita à liberdade da população para escolher os seus governantes?
49
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820
2.4 Referir a realização de eleições para as Cortes Constituintes, cujo objetivo
era a elaboração de uma Constituição.
2.5 Reconhecer a Constituição como a Lei fundamental de um Estado.
3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820
3.1 Referir o princípio da separação de poderes, a igualdade perante a lei e o prin-
cípio da soberania nacional, por oposição ao absolutismo.
3.2 Reconhecer o caráter “revolucionário” da Constituição de 1822, salientando,
ainda assim, os seus limites, por referência ao voto verdadeiramente universal
atual.
• A Constituição de 1822
• Cortes constituintes
• Constituição
Recursos
Manual – págs. 46-47
Caderno de Atividades – Ficha 5, Ficha 5 A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 5
Teste interativo – As Cortes Constituintes
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História explorando o Recordo, pág. 46.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente CortesconstituintesedeConstituição.
PLANO DE AULA N.O
12
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e do novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 48.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a reflexão acerca do papel de diferentes protagonistas individuais em termos políticos,
e de diferentes grupos, nacionais e brasileiros, em termos económicos e culturais.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunossãoconvidadosapartilharasuaopiniãorelativamenteàaçãodeD.Pedro(atividadearealizaremaula
ouemcasa).
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
Questão problematizadora: Será que há diferenças entre a Monarquia absoluta e a Monarquia liberal, no que
respeita à liberdade da população para escolher os seus governantes?
50
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820
3.3 Descrever sucintamente o processo de Independência do Brasil.
4. Conhecer o longo processo de afirmação da Monarquia Liberal
4.1 Justificar a oposição de largos setores da nobreza e do clero à nova ordem
política e social.
4.2 Descrever a solução encontrada por D. Pedro para resolver o problema de
sucessão ao trono, após a morte de D. João VI.
• D. Pedro, imperador do Brasil
• A sucessão ao trono de Portugal
Recursos
Manual – págs. 48-49
Animação – A independência do Brasil.
Teste interativo – A independência do Brasil
Áudio ilustrado – A educação de D. Maria II
Esquema interativo – As invasões francesas e a Revolução
LiberalPortuguesa.
PLANO DE AULA N.O
13
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a descrição dos momentos marcantes da Guerra Civil e para a compreensão das razões apresenta-
das pelos dois grupos em confronto.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
• Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos, podem com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço
a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem.
Síntese – Metacognição
•Propõe-sequeosalunoscomplexifiquemassuasideiasrelativamenteaoconceitodeGuerraCivil,ereflitamacercadasconsequências
destetipodeconflito.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
Questão problematizadora: Será que há diferenças entre a Monarquia absoluta e a Monarquia liberal, no que
respeita à liberdade da população para escolher os seus governantes?
51
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
4. Conhecer o longo processo de afirmação da Monarquia Liberal
4.3 Referir o desrespeito do regente D. Miguel pela ordem liberal e a sua acla-
mação como rei absoluto, em 1828, salientando o período de repressão que se
seguiu.
4.4 Reconhecer a divisão da sociedade portuguesa entre absolutistas (apoiantes
de D. Miguel) e liberais (apoiantes de D. Pedro).
4.5 Descrever sucintamente a guerra civil de 1832-1834, salientando episódios
marcantes do triunfo de D. Pedro e da Monarquia Constitucional.
• Antecedentes da Guerra Civil
• A Guerra Civil
• Guerra Civil
Recursos
Manual – págs. 50-51
Atlas – Mapa 5. Ficha de leitura 2
Friso Cronológico – Atividade 4
Caderno de Atividades – Ficha 6. Ficha 6A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 6
Animação – As Guerras Liberais.
Cronologias interativas – Do tempo de D. João V à
Guerra Civil e A primeira metade do século XIX em
Portugal.
Áudios – Angra do Heroísmo, fortaleza dos liberais.
O desembarque no Mindelo e a ocupação do Porto.
Teste interativo – As lutas entre liberais e absolutistas.
Teste global interativo – A Revolução Francesa de 1789
e os seus reflexos em Portugal.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História explorando o Recordo, pág. 50.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente GuerraCivil.
PLANO DE AULA N.O
14
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 58), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de
competências/metas de aprendizagem selecionadas.
• Exploração das páginas 58 e 59 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de
pequenas questões (apresentadas na página 59) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da
comparação das fontes com a reconstituição histórica.
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História explorando o Recordo, pág. 60.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente BaldioePousio.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a reflexão acerca das mudanças tecnológicas na agricultura.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunosdevemrealizarumasínteseatravésdaatribuiçãodetítulosatextos(atividadearealizaremaulaouemcasa).
•Propõe-sequeosalunoscomplexifiquemassuasideiasrelativamenteaosconceitosdeBaldioePousio.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança
ou de continuidade?
52
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produti-
vas portuguesas na segunda metade do século XIX
1.1 Relacionar a dependência de Portugal face ao exterior e a estabilidade políti-
ca conseguida em meados do século XIX com as tentativas de modernização da
economia portuguesa.
1.2 Referir as principais medidas tomadas pelos liberais para a modernização da
agricultura portuguesa.
• Os recursos naturais
• Baldio
• Pousio
Recursos
Manual – págs. 58, 59, 60, 61
Caderno de Atividades – Ficha 7. Ficha 7A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 7
Esquemas interativos – O atraso da agricultura portu-
guesa. A modernização da agricultura portuguesa.
Animação – Inovações tecnológicas introduzidas em
Portugal no século XIX.
Apresentação – Portugal na segunda metade do século
XIX.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
15
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História explorando o Recordo, pág. 62.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a inferência de informações acerca das realidades históricas em estudo, relativamente às várias
dimensões históricas.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Osalunossãoconvidadosaelaborarumpequenotextoemqueconstemalgumasdasexpressõesfacultadas,eainda,areferirosignificado
deindústriaàluzdaépocaemestudo.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança
ou de continuidade?
53
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produti-
vas portuguesas na segunda metade do século XIX
1.3 Referir o alcance limitado do desenvolvimento industrial do país, verificado
neste período, destacando as principais zonas industriais na segunda metade do
século XIX num país maioritariamente rural.
• A indústria
• Indústria manufatureira
• Indústria mecanizada
Recursos
Manual – págs. 62-63
PLANO DE AULA N.O
16
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 64.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a inferência de informações acerca das realidades históricas em estudo, relativamente às várias
dimensões históricas, nomeadamente o lazer.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
• Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos, podem com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço
a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem.
Síntese – Metacognição
•Osalunossãoconvidadosareferirainovaçãoqueconsiderammaisrelevante;apartilharasuaopiniãoacercadoprogressonomeiosde
transportedasuaregião,eainda,qualmeiodecomunicaçãoconsideramseromaisinovador(atividadearealizaremaulaouemcasa).
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança
ou de continuidade?
54
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
2. Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos meios de trans-
porte operado pela Regeneração e os seus efeitos
2.1 Referir a ausência de uma rede de transportes e comunicação como um
entrave ao desenvolvimento do país até meados do século XIX.
2.2 Reconhecer a expansão da rede ferroviária, viária e o desenvolvimento dos
meios de comunicação na segunda metade do século XIX.
2.3 Apontar o Estado como o grande impulsionador da rede de transportes e
comunicação da segunda metade do século XIX, destacando a ação de Fontes
Pereira de Melo.
2.4 Referir as consequências económicas e sociais do desenvolvimento das vias
de comunicação, dos transportes e dos meios de comunicação.
2.5 Estabelecer uma relação entre os investimentos realizados com recurso aos
mercados internacionais com a grave crise financeira de 1890-92.
• Transportes e comunicações
Recursos
Manual – págs. 64-65
Atlas – Mapa 6
Áudio ilustrado – A inauguração do comboio.
Esquemas interativos – O novo meio de transporte: o
comboio. Transportes e comunicações.
PLANO DE AULA N.O
17
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 66.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a reflexão acerca das mudanças no ensino e nos direitos humanos, nomeadamente, com o fim da
pena de morte e da escravatura.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
• Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos, podem com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a
minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunosdevemrealizarumapesquisanainternetacercadospaísesqueaindahojemantêmapenademorteedepois
debaterestasituação.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança
ou de continuidade?
55
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na
educação e na justiça
3.1 Enumerar medidas tomadas ao nível do ensino, destacando os seus objetivos
e limites.
3.2 Indicar o pioneirismo português na abolição da pena de morte, destacando a
existência da pena capital em vários países do mundo na atualidade.
3.3 Relacionar as ideias liberais com a abolição da pena de morte, da escravatu-
ra nas colónias e das penas corporais.
• O ensino
• A defesa dos Direitos Humanos
Recursos
Manual – págs. 66-67
Caderno de Atividades – Ficha 8. Ficha 8A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 8
Cronologia Interativa – Século XIX – a modernização de
Portugal.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
18
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 72.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Numeramento,RecenseamentoeÊxodorural..
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas a reflexão acerca da importância da contagem da população, do crescimento populacional em meados
do século XIX, e as suas consequências.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunosdeverãoaplicarassuasnovasideiasacercadosconceitosdesenvolvidos:Numeramento,Recenseamentoe
Êxodorural..
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança
ou de continuidade?
56
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
4. Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo rural verificado
na segunda metade do século XIX
4.1 Apontar as razões da diminuição da mortalidade e do consequente aumento
da população verificado neste período.
4.2 Relacionar a mecanização da agricultura, o crescimento da população e a
melhoria dos transportes com o êxodo rural e emigração verificados neste
período.
4.3 Localizar os destinos do êxodo rural e da emigração neste período.
• A demografia
• O êxodo rural e a emigração
• Numeramento
• Recenseamento
• Êxodo Rural
Recursos
Manual – págs. 72-73
Atlas – Mapa 7 e 8
PLANO DE AULA N.O
19
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 74.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a reflexão acerca da nova organização social portuguesa e da vida nos campos.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunosdevemrealizarumasínteseatravésdarespostaàsquestõesfinaiscolocadas(atividadearealizaremaula
ouemcasa).
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança
ou de continuidade?
57
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana
nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX
5.1 Conhecer a organização social liberal, por oposição à sociedade do século
XVIII.
5.2 Reconhecer o caráter eminentemente rural da economia e sociedade portu-
guesa.
• A organização social
• A vida nos campos
Recursos
Manual – págs. 74-75
Áudio ilustrado – A família do Esgueira.
PLANO DE AULA N.O
20
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História explorando o Recordo, pág. 76.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a inferência de informação com base em fontes de suporte diverso, sendo também implicitamente
trabalhadas ideias ao nível da diversidade de estatutos das fontes.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunosdevemimaginarqueeramumcamponêsoucamponesaeelaboraremumtextosobreasuavidaquotidiana.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança
ou de continuidade?
58
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana
nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX
5.2 Reconhecer o caráter eminentemente rural da economia e sociedade portu-
guesa.
• A vida nos campos
Recursos
Manual – págs. 76-77
Puzzle – A vida quotidiana no campo, na segunda meta-
de do século XIX.
Caderno de Atividades – Ficha 9. Ficha 9A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 9
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
21
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 78.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a inferência de informação com base em fontes de suporte diverso, relativamente
a contributos / acontecimentos marcantes em termos de passado nacional que tiveram repercussões mais alargadas em termos
espaciais e temporais.
Síntese – Metacognição
•Osalunossãoconvidadosarefletiracercadequestõesrelacionadascomapenademorteeaescravaturaaolongodasrealidadeshistóricas
(atividadearealizaremaulaouemcasa).
Domínio: C4 – Portugal na segunda metade do século XIX
Subdomínio: 4.2 – O espaço português e a vida quotidiana nas cidades
Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança
ou de continuidade?
59
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana
nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX
5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientan-
do preocupações que continuam a existir no urbanismo atual.
• O ensino
• A defesa dos Direitos Humanos
Recursos
Manual – págs. 78-79
Áudios ilustrados – As boas maneiras em meados do
século XIX. Os pregões no século XIX.
PLANO DE AULA N.O
22
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 80.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a inferência de informações acerca da realidade histórica em estudo, no que à cidade diz respeito.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Osalunossãoconvidadosimaginarqueeramburgueseseviviamnaépocaemestudo;depoisescreveremumtextosobreoseuquotidiano.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança
ou de continuidade?
60
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana
nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX
5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientan-
do preocupações que continuam a existir no urbanismo atual.
• A vida nas grandes cidades
Recursos
Manual – págs. 80-81
Caderno de Atividades – Ficha 10. Ficha 10A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 10
Áudios ilustrados – Os banhos de mar nos finais do sécu-
lo XIX. O namoro no século XIX.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
23
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 82.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões têm, de forma implícita, a intenção de fazer os alunos pensar acerca das alterações e das continuidades que se podem
perscrutar em diferentes contextos históricos.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Osalunossãoconvidadosadarumtítuloúnicoaosdocumentosdecadaumadaspáginas.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança
ou de continuidade?
61
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana
nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX
5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientan-
do preocupações que continuam a existir no urbanismo atual.
• A vida nas grandes cidades (continuação)
Recursos
Manual – págs. 82-83
Puzzle – A vida quotidiana nas cidades, na segunda
metade do século XIX.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
24
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 84.
• Definição/levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Operariado.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas a reflexão acerca do aparecimento do operariado, das questões relacionadas com o trabalho feminino e
infantil e as alterações provocadas em termos físicos pela indústria extrativa.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunosdevemrealizarumasínteseatravésdarealizaçãodeumaentrevistaaumoperário(atividadearealizaremaula
ouemcasa).Paralelamente,propõe-sequeosalunospensemexplicitamenteacercadoconceitodeOperariado.
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança
ou de continuidade?
62
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana
nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX
5.4 Referir o surgimento do proletariado como novo grupo social, destacando as
suas duras condições de vida e de trabalho.
5.5 Relacionar as difíceis condições de vida do proletariado com a criação das
primeiras associações de operários e as primeiras formas de luta.
• O nascimento do proletariado e a extração mineira
• Operariado
Recursos
Manual – págs. 84-85
Atlas – Mapa 9
Caderno de Atividades – Ficha 11. Ficha 11A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 11
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
25
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 86.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Numeramento,RecenseamentoeExôdoRural.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões estão direcionadas para a inferência de informação com base em fontes de suporte diverso, sendo também implicitamente
trabalhadas ideias ao nível da diversidade de estatutos das fontes.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
• Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço
a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem.
Síntese – Metacognição
•Individualmente,osalunosdevemrealizarumasínteseatravésdarealizaçãodeumabiografiadeumagentehistóricodaépoca(atividadea
realizaremaulaouemcasa).
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança
ou de continuidade?
63
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
6. Conhecer as características da arte da segunda metade do século XIX
6.1 Reconhecer a “Arquitetura do Ferro” como a grande novidade da arquitetura
do século XIX.
6.2 Identificar as principais construções da “Arquitetura do Ferro” em Portugal.
6.3 Identificar exemplos marcantes da arquitetura de inspiração em estilos do
passado (revivalista).
6.4 Enumerar algumas figuras da literatura do século XIX.
• A cultura
• A arte
Recursos
Manual – págs. 86-87
Friso Cronológico – Atividade 5
Caderno de Atividades – Ficha 12. Ficha 12A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 12
Missão – Portugal na segunda metade do século XIX.
Pacman – Portugal na segunda metade do século XIX.
Teste interativo – Portugal na segunda metade do sécu-
lo XIX.
Teste global interativo – Portugal na segunda metade
do século XIX.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
26
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 102), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de
competências/metas de aprendizagem selecionadas.
• Exploração das páginas 102 e 103 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de
pequenas questões (apresentadas na página 103) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através
da comparação das fontes com a reconstituição histórica.
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 104.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente UltimatoeRepública.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões têm, de forma implícita, a intenção de fazer os alunos pensar acerca da mudança / continuidade das condições de vida dos
grupos sociais, bem como acerca das alterações propostas em termos de mapa político e emergência de novas ideias políticas.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•OsalunossãoconvidadosaaexplicarsehojevivemosnumaRepúblicaounumaMonarquia,eainda,comqualdosdocumentosdasduas
páginasrelacionamoconceitodeUltimato.
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
Questão problematizadora: Será que há ou não, diferenças entre a Monarquia e a República, no que respeita
à liberdade das pessoas para escolherem os seus governantes?
64
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional
1.1 Indicar os motivos do crescente descrédito da instituição monárquica.
1.2 Relacionar os interesses das potências industriais europeias em África com a
Conferência de Berlim e com o projeto português do Mapa Cor-de-Rosa.
1.3 Relacionar o projeto do Mapa Cor-de-Rosa com o Ultimato Inglês.
1.4 Relacionar a humilhação sentida pelo povo português face à cedência ao
Ultimato Inglês com o aumento dos apoiantes da causa republicana.
2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus
símbolos
2.1 Diferenciar Monarquia e República quanto ao chefe de Estado, à legitimidade
do seu mandato e à duração do mesmo.
• A formação do Partido Republicano
• A disputa por territórios africanos
• Ultimato
• República
Recursos
Manual – págs. 102, 103, 104, 105
Atlas – Mapa 10
Apresentação – Da revolução republicana de 1910 à
ditadura militar de 1926, com suporte musical da época.
PLANO DE AULA N.O
27
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 106.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões têm, de forma implícita, a intenção de trabalhar a inferência de informação com base em fontes de suporte diverso.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Osalunossãoconvidadosarealizarumasínteseatravésdarealizaçãodeumquadroqueabordeastemáticasestudadas
(atividadesarealizaremaulaouemcasa).
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
Questão problematizadora: Será que há ou não, diferenças entre a Monarquia e a República, no que respeita
à liberdade das pessoas para escolherem os seus governantes?
65
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional
1.5 Referir o regicídio de 1908 como fator para a queda da monarquia.
1.6 Descrever os principais episódios do 5 de Outubro de 1910, salientando o
apoio popular à insurreição militar republicana.
1.7 Localizar no tempo o período da I República.
• O 31 de janeiro de 1891 e o regicídio
• 5 de outubro de 1910
Recursos
Manual – págs. 106-107
Caderno de Atividades – Ficha 13. Ficha 13A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 13
Áudio ilustrado – O regicídio visto por João Franco.
Animação – A queda da Monarquia.
Vídeo – O fim da Monarquia em Portugal.
Esquema interativo – O fim da Monarquia em Portugal.
Jogo de Pinball – A queda da Monarquia.
Teste interativo – A Revolução Republicana e a queda
da Monarquia
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
28
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 108.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno seja capaz de selecionar informação relevante e relatar momentos/medidas marcantes para
a História de Portugal.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•OsalunossãoconvidadosarefletiracercadaigualdadededireitodevotocombasenaConstituiçãoRepublicana.
66
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
Questão problematizadora: Será que há ou não, diferenças entre a Monarquia e a República, no que respeita
à liberdade das pessoas para escolherem os seus governantes?
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus
símbolos
2.1 Diferenciar Monarquia e República quanto ao chefe de Estado, à legitimidade
do seu mandato e à duração do mesmo.
2.2 Conhecer os símbolos da República Portuguesa.
2.3 Caracterizar o regime republicano a partir da Constituição de 1911, salientan-
do semelhanças e diferenças relativamente à Constituição da Monarquia
Constitucional.
2.4 Indicar o parlamento como o órgão político mais importante na I República.
2.5 Reconhecer a manutenção de limitações no sufrágio durante a I República,
por comparação à situação atual.
• As primeiras medidas republicanas
• A Constituição Republicana
Recursos
Manual – págs. 108-109
PLANO DE AULA N.O
29
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 110.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Alfabetização,Sindicato e Greve.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno infira informação através da interpretação de fontes de suporte e estatuto diverso.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Osalunossãoconvidadosasintetizaremarealidadehistóricaatravésdaseleçãodemedidasqueconsiderammaisrelevantes.
Paralelamentepropõe-sequeosalunosreflitamacercadeconceitoscomoAlfabetização,Sindicato e Greve.
67
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
Questão problematizadora: Será que há ou não, diferenças entre a Monarquia e a República, no que respeita
à liberdade das pessoas para escolherem os seus governantes?
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
3. Conhecer as principais realizações da I República
3.1 Indicar as principais medidas de caráter social tomadas durante a I
República.
3.2 Referir medidas tomadas pela I República no sentido de diminuir a influência
da Igreja junto da população.
3.3 Salientar o alcance das medidas sociais e educativas tomadas durante a I
República.
• As principais medidas republicanas
• Alfabetização
• Sindicato
• Greve
Recursos
Manual – págs. 110-111
Caderno de Atividades – Ficha 14. Ficha 14A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 14
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
30
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 112.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente GuerraMundial.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes várias, relate as causas e consequências das decisões de Portugal em termos
nacionais e mundiais.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
• Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço
a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem.
Síntese – Metacognição
•Propõe-sequeosalunoscomplexifiquemassuasideiasrelativamenteaoconceitodeGuerraMundial,ereflitamacercadasconsequências
destetipodeconflito.
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
Questão problematizadora: Há ou não diferenças entre a Monarquia e a República, no que respeita
à liberdade das pessoas para escolherem os seus governantes?
68
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da
Ditadura Militar em 1926
4.1 Referir a instabilidade governativa e a crise económica e social como fatores
decisivos para o fim da I República.
4.2 Indicar os motivos da entrada de Portugal na I Guerra Mundial.
4.3 Indicar os efeitos da participação de Portugal na I Guerra Mundial e sua rela-
ção com o golpe militar do “28 de Maio” de 1926.
4.4 Justificar a grande adesão dos militares e da população de Lisboa ao movi-
mento antidemocrático chefiado pelo General Gomes da Costa.
4.5 Localizar no tempo o período da Ditadura Militar.
4.6 Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da liberdade política e o
cercear de liberdades individuais.
• Portugal e a I Guerra Mundial
• O crescente descontentamento
• Guerra Mundial
Recursos
Manual – págs. 112-113
Friso Cronológico – Atividade 6
Caderno de Atividades – Ficha 15. Ficha 15A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 15
Missão – A I República.
Animação – A I República.
Cronologias interativas – A I República. Do século XVIII
ao final da I República.
Pacman – A I República.
Puzzle – O fim da I República.
Teste interativo – A I República.
Teste global interativo – Da revolução republicana de
1910 à Ditadura Militar de 1926
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
31
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 122.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente DitaduraeCensura.
• Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 120), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de
competências/metas de aprendizagem selecionadas.
• Exploração das páginas 120 e 121 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de
pequenas questões (apresentadas na página 121) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através
da comparação das fontes com a reconstituição histórica.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes variadas em termos de suporte e estatuto, infira as informações relevantes
para a realidade em estudo.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Os alunos são convidados a sintetizarem a realidade histórica através da construção de um texto com base num esquema síntese, bem
como a pensarem acerca das características de uma Ditadura, nomeadamente da Censura.
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974)
Questão problematizadora: Será que numa ditadura as pessoas têm liberdade para escolher
os seus governantes?
69
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
4. Conhecer e compreender os motivos do fim da 1.ª República e a instauração
da ditadura militar em 1926
4.1 Referir a instabilidade governativa e a crise económica e social como fatores
decisivos para o fim da 1.ª República.
4.2 Indicar os motivos da entrada de Portugal na 1.ª Guerra Mundial.
4.3 Indicar os efeitos da participação de Portugal na 1.ª Guerra Mundial e sua
relação com o golpe militar do “28 de Maio” de 1926.
4.4 Justificar a grande adesão dos militares e da população de Lisboa ao movi-
mento antidemocrático chefiado pelo General Gomes da Costa.
4.5 Localizar no tempo o período da Ditadura Militar.
4.6 Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da liberdade política e o
cercear de liberdades individuais.*
* Subdomínio «Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926»
• A queda da I República
• A Ditadura Militar
• Ditadura
• Censura
Recursos
Manual – págs. 120, 121, 122, 123
Animação – O golpe militar de 28 de Maio de 1926.
Teste interativo – O golpe militar de 28 de Maio de 1926.
PLANO DE AULA N.O
32
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 124.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Finançaspúblicas.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes variadas em termos de suporte e estatuto, infira as informações relevantes
para a realidade em estudo.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•OsalunossãoconvidadosasintetizaremarealidadehistóricarelativamenteàaçãodeSalazaremtermospolíticoseeconómicos,refletindo
acercadasintençõesdasfontesapresentadas.
•ÉsolicitadoaosalunosaaplicaçãodoconceitodeFinançaspúblicas.
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974)
Questão problematizadora: Será que numa ditadura as pessoas têm liberdade para escolher os seus
governantes?
70
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo
1.1 Referir o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo
Ministro das Finanças António de Oliveira Salazar.
1.2 Relacionar o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo
ministro das finanças António de Oliveira Salazar com a sua rápida ascensão no
poder.
1.3 Indicar as medidas tomadas por Salazar para resolver o problema financeiro
do país.
1.4 Salientar na Constituição de 1933 a supremacia do poder executivo e a exis-
tência de um partido único.
1.5 Reconhecer o carácter ditatorial do Estado Novo.
• Ascensão política de Salazar
• A Constituição de 1933
• Finanças públicas
Recursos
Manual – págs. 124-125
Friso Cronológico – Atividade 7
Caderno de Atividades – Ficha 16. Ficha 16A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 16
Apresentação – O Estado Novo.
Esquema interativo – Salazar, chefe do Governo.
Teste interativo – Salazar e o Estado Novo.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
71
PLANO DE AULA N.O
33
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 126.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Liberdadedeexpressão.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno reflita acerca das medidas de repressão que foram marcantes neste período da História de Portugal.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Osalunossãoconvidadosasintetizararealidadehistórica,criandoemgruponotíciasdejornalqueserãocensuradasemcruzamento.
•ÉsolicitadaaaplicaçãodoconceitodeLiberdadedeexpressão.
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974)
Questão problematizadora: Será que numa ditadura as pessoas têm liberdade para escolher
os seus governantes?
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado
Novo
3.1 Comparar a imagem de prosperidade e paz social dada pelo regime com as
difíceis condições de vida da grande maioria dos portugueses e com a opressão.
• A repressão
• Liberdade de expressão
Recursos
Manual – págs. 126-127
Áudios ilustrados – Testemunho sobre a PIDE. A censu-
ra no Funchal. Greves operárias.
Animação – Estado Novo, as restrições às liberdades.
Teste interativo – As restrições às liberdades.
72
PLANO DE AULA N.O
34
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 128.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Obraspúblicas.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno reflita acerca das alterações verificadas ao nível da realidade portuguesa em várias dimensões,
nomeadamente das obras públicas, da educação e da sociedade.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•OsalunossãoconvidadosasintetizaremarealidadehistóricacomunicandoassuasconclusõesatravésdasTIC.Paralelamentepropõe-se
quecomplexifiquemassuasideias,pensandoacercadoconceitodeObraspúblicas.
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974)
Questão problematizadora: Será que numa ditadura as pessoas têm liberdade para escolher
os seus governantes?
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo
1.4 Salientar na Constituição de 1933 a supremacia do poder executivo e a exis-
tência de um partido único.
2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado
Novo e de repressão para com os opositores
2.1 Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando a
máxima “Deus, Pátria e Família” e a obediência.
2.2 Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa e da propaganda
como formas de difusão dos ideais do Estado Novo.
2.3 Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo.
2.4 Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo
nos meios utilizados o desrespeito pelas liberdades e garantias fundamentais
dos cidadãos.
2.5 Referir a existência de prisões políticas, destacando a colónia penal do
Tarrafal.
2.6 Reconhecer na atualidade a existência de regimes com características dita-
toriais onde diariamente são desrespeitados os Direitos Humanos.
• Grandes construções
• Emigração e turismo
• Obras públicas
Recursos
Manual - págs. 128-129
Caderno de Atividades – Ficha 17. Ficha 17A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 17
Esquema interativo – A política de obras públicas de
Salazar.
Animação – Salazar e as realizações do Estado Novo.
Pinball – As realizações do Estado Novo.
Puzzle – O Estado Novo.
Teste interativo – A política de obras públicas.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
35
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 130.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Oposiçãopolítica.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno infira informações acerca da realidade histórica em estudo, com base em fontes de suporte
e estatuto diversificado.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•OsalunossãoconvidadosapartilharemasuaopiniãosobreasrazõesquepoderãoestarnabasedeHumbertoDelgadoserconhecidocomo
Ogeneralsemmedo,eaindaaidentificarosdocumentosdestasduaspáginasqueestãodeacordocomadefiniçãode Oposiçãopolítica.
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974)
Questão problematizadora: Será que numa ditadura as pessoas têm liberdade para escolher
os seus governantes?
73
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado
Novo
3.2 Referir a oposição à ditadura através de ações clandestinas e de obras artís-
ticas, destacando alguns dos autores mais marcantes.
3.3 Reconhecer a candidatura do General Humberto Delgado à Presidência da
República (1958) como o grande momento de oposição à ditadura, descrevendo
o seu desfecho.
3.4 Referir a manutenção do regime opressivo após a substituição de Salazar
por Marcelo Caetano, apesar das expectativas de “abertura do regime”.
• Acontecimentos e personalidades
• A candidatura de Humberto Delgado
• Oposição política
Recursos
Manual – págs. 130-131
Vídeo – As características do Estado Novo.
Pacman – Repressão e oposição ao regime.
Áudio ilustrado – Exemplo de fraude eleitoral no Estado
Novo.
Animação – Estado Novo: a oposição ao regime.
Teste interativo – A oposição ao regime.
PLANO DE AULA N.O
36
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 132.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente GuerraColonial.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno identifique os locais, modos, reivindicações e consequências desta situação de conflito.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
• Sumativa – No final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço
a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem.
Síntese – Metacognição
•Propõe-secomosíntesearealizaçãodeumaentrevistaaumagentehistóricadarealidade.Paralelamente,sugere-sequepensemacercado
conceitodeGuerraColonial,comparando-ocomoutrosconceitosdeguerra(mundialecivil).
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974)
Questão problematizadora: Será que numa ditadura as pessoas têm liberdade para escolher os seus
governantes?
74
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
4. Conhecer e compreender a manutenção do colonialismo português e a
Guerra Colonial
4.1 Referir a intransigência do Estado Novo relativamente à sua política colonial
num contexto internacional hostil à posse de colónias.
4.2 Relacionar essa intransigência com a perda do Estado Português da Índia
(1960) e com o início da Guerra Colonial em Angola (1961), Guiné (1963) e
Moçambique (1964).
4.3 Caracterizar a guerra colonial, salientando a guerrilha e o apoio das popula-
ções autóctones aos movimentos que lutavam pela independência.
4.4 Reconhecer os efeitos da guerra, salientando o número de soldados mobili-
zados, as vítimas dos dois lados do conflito e os problemas associados à guerra
que persistem ainda hoje.
• Salazar recusa a independência das colónias
• A Guerra Colonial
• Guerra Colonial
Recursos
Manual – págs. 132-133
Atlas – Mapa 11
Friso Cronológico – Atividade 8
Caderno de Atividades – Ficha 18. Ficha 18A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 18
Esquema interativo – A Guerra Colonial.
Vídeo – A Guerra Colonial.
Jogos – A Guerra Colonial. O Estado Novo.
Áudio ilustrado – História da Guerra Colonial
Teste interativo – A Guerra Colonial.
Teste global interativo – O Estado Novo (1933 – 1974)
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
37
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 142), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de
competências/metas de aprendizagem selecionadas.
• Exploração das páginas 142 e 143 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de
pequenas questões (apresentadas na página 143) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através
da comparação das fontes com a reconstituição histórica.
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História explorando o Recordo, pág. 144.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno situe no tempo o processo do fim do Estado Novo bem como os passos tomados de seguida.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se como síntese a realização de uma biografia, bem como de uma banda desenhada, de modo a recriar a situação histórica
estudada, com uso ou não das TIC.
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
Questão problematizadora: Portugal, no século XX, avançou ou recuou no que diz respeito à liberdade
de as pessoas escolheram os seus governantes?
75
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Conhecer e compreender as causas do golpe militar do 25 de Abril de 1974
1.1 Relacionar as difíceis condições de vida da maioria dos portugueses, a opres-
são política e a manutenção da Guerra Colonial com a “grande debandada” dos
portugueses e com o crescente descontentamento dos militares.
1.2 Descrever sucintamente os acontecimentos da revolução militar e os seus
protagonistas.
1.3 Sublinhar a forte adesão popular e o caráter não violento da “Revolução dos
Cravos”.
2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da
democratização do regime e da descolonização
2.1 Reconhecer no programa do Movimento das Forças Armadas, o fim da dita-
dura e o início da construção da democracia.
• O fim da ditadura
• O regresso da liberdade
Recursos
Manual – págs. 142, 143, 144, 145
Apresentação – O 25 de abril de 1974, com suporte
musical da época.
Vídeo – O 25 de abril de 1974.
Áudios ilustrados – A história do cravo do 25 de abril de
1974. Comunicado do MFA à população.
Puzzle – O 25 de abril de 1974.
Cronologia interativa – Do século XVIII ao 25 de abril de
1974.
PLANO DE AULA N.O
38
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 146.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Descolonização.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno tente compreender diferentes formas de dar sentido e significado devido às vivências e experiências,
diversas.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
•Propõe-secomosíntesequeoalunoconstruaslogansadequadosàsespecificidadesculturaisedevivênciasdospovos/culturas/pessoas
envolvidasnasituaçãohistóricaestudada.Bemcomorepenseacercadossignificadosdiferenciadosdarealidadehistóricaestudada.
•Sugere-seaosalunosareflexãosobreoconceitodeDescolonizaçãodeformaaaplicá-lonumanovasituação.
76
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
Questão problematizadora: Portugal, no século XX, avançou ou recuou no que diz respeito à liberdade
de as pessoas escolheram os seus governantes?
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da
democratização do regime e da descolonização
2.4 Relacionar o 25 de Abril com a descolonização e com o fim do Império.
2.5 Explicar os problemas verificados com a descolonização portuguesa, desta-
cando a questão dos “retornados” e a questão timorense.
2.6 Referir a transferência de soberania de Macau para a China (1999) e a auto-
determinação de Timor Lorosae (2002) como marcos formais do fim do Império
português.
2.7 Conhecer a dimensão do território português e os novos países surgidos após
a descolonização.
• A descolonização
• Descolonização
Recursos
Manual – págs. 146-147
Atlas – Mapa 12. Ficha de Leitura 4
Caderno de Atividades – Ficha 19. Ficha 19A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 19
Animação – O 25 de abril de 1974.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
39
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 148.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Democracia, Direitodevoto e PoderCentral.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes históricas, construa um relato acerca das alterações constitucionais e de como
estas foram marcantes para a História de Portugal.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno reflita sobre os conceitos de Democracia, Direitodevoto e PoderCentral, aplicando-os a uma nova situação.
77
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
Questão problematizadora: Portugal, no século XX, avançou ou recuou no que diz respeito à liberdade
de as pessoas escolheram os seus governantes?
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da
democratização do regime e da descolonização
2.2 Referir as eleições de 1975 como um marco fundamental para a construção
do Regime Democrático.
2.3 Reconhecer na Constituição de 1976 a consagração dos direitos e liberdades
fundamentais.
3. Conhecer os órgãos de poder democráticos
3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local.
3.3 Descrever o funcionamento dos órgãos de poder central e as funções de
cada um.
3.4 Destacar a efetiva separação de poderes e o sufrágio livre e universal como
conquistas de Abril.
• A Constituição de 1976
• Democracia
• Direito de voto
• Poder Central (órgãos)
Recursos
Manual – págs. 148-149
Friso Cronológico – Atividade 9
Cronologia interativa – O 25 de abril de 1974.
Esquema interativo – Razões que conduziram ao 25 de
abril de 1974 e principais medidas tomadas.
Animação – A Constituição de 1976.
PLANO DE AULA N.O
40
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 150.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Região Autónoma.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes históricas, construa um relato acerca da organização constitucional
das Regiões Autónomas.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno pense acerca do papel da autonomia da Madeira e dos Açores, utilizando o conceito de Região Autónoma.
78
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
Questão problematizadora: Portugal, no século XX, avançou ou recuou no que diz respeito à liberdade
de as pessoas escolheram os seus governantes?
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
3. Conhecer os órgãos de poder democráticos
3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local.
3.2 Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas funções.
• As regiões autónomas
• Região Autónoma
Recursos
Manual – págs. 150-151
Caderno de Atividades – Ficha 20. Ficha 20A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 20
Fazer pares – O 25 de abril e o regime democrático.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
PLANO DE AULA N.O
41
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 152.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Poder Local.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno com base em fontes históricas construa um relato acerca da organização constitucional das regiões
autónomas.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Individualmente convida-se o aluno a elaborar um cartaz em que reivindica a solução de um problema que esteja a afetar a sua fregue-
sia ou concelho.
79
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
Questão problematizadora: Portugal, no século XX, avançou ou recuou no que diz respeito à liberdade
de as pessoas escolheram os seus governantes?
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
3. Conhecer os órgãos de poder democráticos
3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local.
3.2 Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas funções.
3.5 Identificar formas de participação cívica e democrática além dos atos eleito-
rais.
• O poder local
• Poder Local
Recursos
Manual – págs. 152-153
Caderno de Atividades – Ficha 21. Ficha 21A
Fichas Diferenciadas* – Ficha 21
Teste global interativo – O 25 de abril e a consolidação
da democracia portuguesa.
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
80
PLANO DE AULA N.O
42
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 154.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico e reflita acerca
do modo como Portugal se articula com outros territórios no Mundo.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno como síntese procure notícias de modo a refletir acerca do papel interventivo de várias organizações
em territórios e dimensões diversificadas.
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: Espaços em que Portugal se integra
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Conhecer a União Europeia (UE) como uma das organizações internacionais
em que Portugal se integra
1.1 Identificar os países que constituem a UE.
1.2 Referir os principais objetivos que presidiram à criação da UE.
1.3 Identificar os sucessivos alargamentos da UE.
1.4 Identificar as principais instituições europeias.
2. Conhecer outras organizações internacionais em que Portugal se integra
2.1 Identificar os principais objetivos da criação da ONU.
2.2 Referir alguns dos estados não membros da ONU.
2.3 Identificar algumas das organizações que integram a ONU (UNICEF, FAO,
UNESCO…).
2.4 Localizar os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).
2.5 Localizar os países da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa
(CPLP).
2.6 Referir alguns dos grandes objetivos dos PALOP e da CPLP.
2.7 Localizar países da Organização do Tratado ao Atlântico Norte (NATO).
2.8 Referir os principais objetivos da NATO.
• A União Europeia
• A ONU
• A CPLP
Recursos
Manual – págs. 154-155
Atlas – Mapa 13
Caderno de Atividades – Ficha 22. Ficha 22A
81
PLANO DE AULA N.O
43
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História, explorando o Recordo, pág. 156.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos,
para que estes construam o seu conhecimento acerca dos desafios que Portugal democrático enfrentou após a democratização.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progres-
são de ideias percecionada.
• Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a
minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno debata com os colegas as consequências do 25 de Abril e da adesão de Portugal à CEE/UE.
Domínio: Portugal no século XX
Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
Questão problematizadora: Quais são os desafios de uma nova democracia?
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
4. Analisar algumas conquistas, dificuldades e desafios que Portugal enfrenta
no nosso tempo
4.1 Reconhecer a democratização do país como fator de prestígio internacional
para Portugal.
4.2 Reconhecer a entrada de Portugal na Comunidade Económica Europeia
(CEE) como um contributo para a consolidação da democracia portuguesa e
para a modernização do país.
4.3 Enumerar aspetos que comprovem a modernização do país após a adesão à
CEE.
4.4 Exemplificar progressos verificados nas condições de vida dos portugueses,
nomeadamente no maior acesso à saúde e educação.
4.5 Constatar a maior igualdade de géneros existente na atualidade, apesar do
caminho que ainda há a percorrer.
4.6 Reconhecer outras dificuldades que Portugal enfrenta nos nossos dias:
desemprego, morosidade da justiça, assimetrias sociais, abandono escolar,
fraco envolvimento cívico.
• As mudanças de Portugal democrático
Recursos
Manual – págs. 156-157
Teste interativo – O 25 de abril e a consolidação da
democracia portuguesa.
Teste global interativo – O 25 de abril e a consolidação
da democracia portuguesa.
PLANO DE AULA N.O
44
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 164.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeada-
mente População absoluta, Natalidade e Mortalidade.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno com base em fontes diversas construa o seu pensamento histórico-geográfico num relato acerca
da evolução da população, atendendo à natalidade, mortalidade.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno reflita acerca das alterações verificadas ao nível da natalidade ao longo do tempo, bem como acerca do que
entende por População absoluta, Natalidade e Mortalidade apropriando-se também do conceito para a análise da realidade do seu
distrito.
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: A População Portuguesa
82
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Compreender a importância dos recenseamentos na recolha de informação
sobre a população
1.1 Definir recenseamento da população.
1.2 Referir informações que se podem consultar nos recenseamentos da popu-
lação.
1.3 Localizar diferentes divisões administrativas do território nacional a diferen-
tes escalas (Distritos, NUTS II e III, municípios).
1.4 Inferir sobre a importância dos recenseamentos na gestão e ordenamento do
território.
2. Conhecer a evolução da população em Portugal e compreender a sua relação
com o crescimento natural
2.1 Definir população total ou absoluta.
2.2 Caracterizar a evolução da população portuguesa desde o primeiro recen-
seamento geral da população (1864).
2.3 Identificar o crescimento natural como o principal fator responsável pela
evolução da população.
2.4 Distinguir natalidade de taxa de natalidade e mortalidade de taxa de morta-
lidade.
2.5 Definir crescimento natural.
2.6 Caracterizar a evolução da natalidade em Portugal.
2.7 Identificar fatores responsáveis pela diminuição da natalidade em Portugal
nas últimas décadas.
2.8 Caracterizar a evolução da mortalidade em Portugal.
2.9 Identificar fatores responsáveis pela diminuição da mortalidade em
Portugal nas últimas décadas.
• Quem somos?
• A evolução da população
• População absoluta
• Natalidade
• Mortalidade
Recursos
Manual – págs. 162, 163, 164 e 165
Apresentação – Portugal Hoje I *.
Notas:
* Em alternativa aos planos de aula sugeridos para os conteúdos de Geografia, propomos a exploração do PowerPoint para assegurar o cumprimento do
Programa,
PLANO DE AULA N.O
45
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 166.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeada-
mente Emigração e Imigração.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico acerca da mobilidade
da população, Emigração e Imigração, enquanto respostas a questões associadas às realidades político-económico-sociais.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno reflita acerca dos desafios que têm de ser ultrapassados quer por emigrantes quer por imigrantes, aplicando os
conceitos de Emigração e Imigração.
83
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: A População Portuguesa
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
3. Compreender o contributo do saldo migratório na evolução da população em
Portugal
3.1 Distinguir emigração de imigração.
3.2 Definir saldo migratório.
3.3 Caracterizar a evolução da emigração em Portugal.
3.4 Localizar as principais áreas de destino da emigração portuguesa.
3.5 Identificar as principais causas e consequências da emigração em Portugal.
3.6 Descrever a evolução da imigração em Portugal.
3.7 Localizar os principais países de origem da imigração em Portugal.
• A mobilidade da população
• Emigração
• Imigração
Recursos
Manual – págs. 166-167
Animação – Os movimentos demográficos.
PLANO DE AULA N.O
46
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 168.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeada-
mente Grupo etário, Densidade populacional, Área atrativa, Área repulsiva e Esperança de Vida.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes, diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico acerca
de Grupo etário, Densidade populacional, Área atrativa, Área repulsiva e Esperança de Vida no litoral e interior.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno explique se ele, os seus pais e os seus avós pertencem a grupos etários semelhantes ou diferentes; que procure
saber se a região onde vive faz parte de uma região atrativa ou uma área repulsiva; e ainda, que identifique um documento onde se defina
densidade populacional.
84
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: A População Portuguesa
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
4. Compreender a distribuição da população em Portugal
4.1 Distinguir densidade populacional de população total.
4.2 Interpretar mapas com a distribuição regional da população total/densidade
populacional em meados do século XX e na atualidade.
4.3 Identificar os principais fatores responsáveis pelo acentuar de contrastes na
distribuição da população na atualidade.
5. Conhecer a evolução da população portuguesa por grupos etários
5.1 Identificar os 3 grupos etários.
5.2 Caracterizar a evolução recente da população jovem, da adulta e da idosa,
tendo por base dados estatísticos.
5.3 Identificar fatores responsáveis pela evolução dos três grupos etários.
6. Conhecer e compreender as consequências do duplo envelhecimento da
população em Portugal
6.1 Definir esperança média de vida à nascença.
6.2 Caracterizar a evolução da esperança média de vida à nascença, identifican-
do os principais fatores responsáveis pelo seu incremento.
6.3 Referir os principais fatores que contribuem para o duplo envelhecimento
da população.
6.4 Localizar as área mais afetadas pelo duplo envelhecimento da população e
as respetivas consequências.
6.5 Apresentar medidas com o objetivo de subverter o duplo envelhecimento.
• Características da população
• Repartição espacial da população
• Grupo etário
• Densidade populacional
• Área atrativa
• Área repulsiva
• Esperança de vida
Recursos
Manual – págs. 168-169
Caderno de Atividades – Ficha 23. Ficha 23 A
Teste interativo – Evolução da população e movimentos
demográficos.
PLANO DE AULA N.O
47
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 170.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeada-
mente Povoamento, Espaço urbano e Espaço rural.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico acerca
da distribuição e organização do espaço em termos de povoamento ao nível nacional.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno reflita acerca da sua vivência pessoal em termos de modo de organização e distribuição de espaço, como síntese,
aplicando os conceitos de Povoamento, Espaço urbano e Espaço rural.
85
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: Os lugares onde vivemos
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos
de vida
1.1 Definir povoamento.
1.2 Caraterizar o povoamento rural e o urbano.
• As formas de povoamento
• Povoamento
• Espaço urbano
• Espaço rural
Recursos
Manual – págs. 170-171
Animação – A sociedade rural e a sociedade urbana.
Puzzle – Casas rurais em Portugal.
PLANO DE AULA N.O
48
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 172.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico acerca
dos diferentes tipos de construções e condições de vida no campo.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno, como síntese, reflita acerca da diversidade de habitações rurais nacionais e desenhe uma habitação tradicional,
articulando-se o plano nacional com o local.
86
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: Os lugares onde vivemos
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos
de vida
1.3 Definir modo de vida.
1.4 Caraterizar os modos de vida predominantes no espaço rural e no espaço
urbano
1.5 Reconhecer a crescente interpenetração entre modos de vida rurais e urba-
nos.
1.6 Reconhecer a crescente complementaridade e interdependência entre o
espaço rural e o espaço urbano.
2. Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e das áreas
urbanas
2.6 Identificar os principais problemas das áreas urbanas e das áreas rurais em
Portugal.
2.7 Apontar soluções para os problemas identificados nas áreas urbanas e nas
áreas rurais em Portugal.
• As condições de vida no campo
Recursos
Manual – págs. 172-173
Puzzle – Casas rurais em Portugal.
PLANO DE AULA N.O
49
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 174.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Distância-tempo, Centro urbano e Equipamento urbano.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico pensando
na localização, distribuição e organização dos centros urbanos, bem como acerca das vantagens e desvantagens desse local para viver.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno como síntese escreva um texto em que compare as condições de vida no campo e na Cidade, articulando
as questões de Distância-tempo e Equipamentos coletivos.
87
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: Os lugares onde vivemos
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos
de vida
1.4 Caraterizar os modos de vida predominantes no espaço rural e no espaço
urbano
1.5 Reconhecer a crescente interpenetração entre modos de vida rurais e urba-
nos.
1.6 Reconhecer a crescente complementaridade e interdependência entre o
espaço rural e o espaço urbano.
2. Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e das áreas
urbanas
2.1 Comparar a evolução da população rural e da população urbana em
Portugal, nas últimas décadas.
2.2 Definir taxa de urbanização.
2.3 Definir êxodo rural.
2.4 Relacionar a crescente taxa de urbanização com o êxodo rural.
2.5 Localizar as principais áreas urbanas em Portugal.
3. Compreender a atratividade exercida pelas áreas urbanas
3.1 Distinguir área atrativa de área repulsiva.
3.2 Interpretar a distribuição regional dos equipamentos ligados à saúde, educa-
ção, cultura, desporto, audiovisuais (…).
3.3 Justificar a atratividade das áreas urbanas pela maior disponibilidade na ofer-
tade emprego e concentração de equipamento de saúde, educação, lazer (…).
• Os centros urbanos
• Distância-tempo
• Centro urbano
• Equipamento urbano coletivo
• Taxa de urbanização
Recursos
Manual – págs. 174-175
PLANO DE AULA N.O
50
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada
e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 176.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta,
nomeadamente Saneamento básico e Nível de conforto.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno com base em fontes diversas construa o seu pensamento histórico-geográfico pensando
nas diferenças e semelhanças entre o espaço urbano e rural, interior e litoral, para a vida das populações em termos de conforto.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
• Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a
minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno como síntese reflita sobre o espaço onde vive, aplicando os conceitos de Saneamento básico e Nível de conforto.
88
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
2. Compreender a evolução da distribuição da população por setores de ativida-
de em Portugal
2.6 Localizar as áreas onde predominam atividades ligadas aos diferentes seto-
res.
2.7 Identificar as atividades dominantes na área envolvente à escola.
3. Conhecer e compreender as características da agricultura em Portugal
3.1 Definir agricultura.
• Os problemas da vida quotidiana
• Saneamento básico
• Nível de conforto
Recursos
Manual – págs. 176-177
Atlas – Mapa 14
Caderno de Atividades – Ficha 24. Ficha 24 A
Teste interativo – A sociedade rural e a sociedade urba-
na.
PLANO DE AULA N.O
51
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 184.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeada-
mente População ativa e Setores económicos.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico pensando
na distribuição da população ativa e do desemprego, por setor económico e no território nacional.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno, como síntese, reflita sobre os conceitos de População ativa e Setores económicos aplicando-os ao seu meio
familiar.
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos
89
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Conhecer a repartição das atividades económicas por setores
1.1 Definir setor de atividade económica.
1.2 Distinguir população ativa de população inativa.
1.3 Distinguir taxa de atividade de taxa de desemprego.
1.4 Distinguir atividades produtivas de não produtivas.
1.5 Comparar as atividades económicas integradas nos setores primário, secun-
dário e terciário.
2. Compreender a evolução da distribuição da população por setores de ativida-
de em Portugal
2.1 Caraterizar a evolução da população ativa integrada nos três setores de ativi-
dade.
2.2 Enumerar fatores que explicam a diminuição da população ativa integrada
no sector primário e no setor secundário.
2.3 Identificar consequências da diminuição da população ativa integrada no
setor primário e no setor secundário.
2.4 Identificar fatores que explicam o aumento da população ativa integrada no
setor terciário.
2.5 Identificar consequências do aumento da população ativa integrada no sec-
tor terciário.
2.6 Localizar as áreas onde predominam atividades ligadas aos diferentes setores.
2.7 Identificar as atividades dominantes na área envolvente à escola.
• O mundo do trabalho
• População ativa
• População inativa
• Setores primário, secundário e terciário
Recursos
Manual – págs. 182, 183, 184 e 185
Animação – A organização económica.
Puzzle – População ativa e inativa.
Apresentação – Portugal Hoje II *.
Notas:
*Em alternativa aos planos de aula sugeridos para os conteúdos de Geografia, propomos a exploração deste PowerPoint para assegurar o cumprimento
do Programa.
PLANO DE AULA N.O
52
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 186.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico relativamente
à distribuição e organização da agricultura, pecuária e sivicultura nacional, bem como acerca de consequências de determinadas
ações nocivas ao meio.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno, como síntese, identifique duas melhorias introduzidas na agricultura e na pecuária.
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos
90
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
3. Conhecer e compreender as características da agricultura em Portugal
3.1 Definir agricultura.
3.2 Caraterizar os principais tipos de agricultura praticados em Portugal.
3.3 Descrever as transformações recentes ocorridas na agricultura portuguesa.
3.4 Localizar os principais tipos de agricultura e alguns dos produtos cultivados.
3.5 Identificarosprincipaisobstáculosàmodernizaçãodaagriculturaportuguesa.
3.6 Identificar a atividade agrícola praticada na área de residência.
4. Compreender a importância da floresta em Portugal
4.1 Referir as principais funções das florestas.
4.2 Localizar a distribuição das principais espécies florestais a nível nacional.
4.3 Identificar os principais problemas que afetam a floresta.
• O setor primário: agricultura, pecuária e silvicultura
Recursos
Manual – págs. 186-187
PLANO DE AULA N.O
53
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 188.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta,
nomeadamente Atividade produtiva e Atividade não produtiva.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico relativamente
à distribuição e organização da zona económica portuguesa, em termos de pesca, e o conceito de Atividade produtiva.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno, reflita acerca das suas ideias de Atividade produtiva e Atividade não produtiva.
91
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
5. Compreender a atividade piscatória em Portugal
5.1 Caraterizar os principais tipos de pesca praticados em Portugal.
5.2 Identificar as principais áreas de pesca e os portos de desembarque do pes-
cado.
5.3 Referir alguns dos problemas que afetam a pesca portuguesa e possíveis
soluções.
5.4 Identificar aspetos positivos e negativos da aquacultura.
• O setor primário: pesca
• Atividade produtiva
• Atividade não produtiva
Recursos
Manual – págs. 188-189
PLANO DE AULA N.O
54
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 190.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico relativamente
à distribuição, organização e produção industrial em termos nacionais.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno, como síntese, explique as vantagens e desvantagens da sua região no que respeita às possibilidades de emprego.
92
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
6. Compreender a evolução da indústria em Portugal
6.1 Definir indústria.
6.2 Identificar diferentes tipos de indústria.
6.3 Caraterizar a evolução da indústria em Portugal.
6.4 Localizar as principais áreas industriais em Portugal.
6.5 Identificar os principais problemas associados à atividade industrial e possí-
veis soluções.
• O setor secundário: a indústria
• O desenvolvimento do interior
Recursos
Manual – págs. 190-191
PLANO DE AULA N.O
55
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 192.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico, atendendo
às alterações provocadas no espaço pelos diferentes tipos de energia e pelos usos industriais e habitacionais do espaço / paisagem.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que, como síntese, os alunos debatam as questões relacionadas com a alteração do espaço por ação humana,
nomeadamente ao nível da poluição na sua região.
93
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
7. Compreender a crescente importância das energias renováveis em Portugal
7.1 Referir os tipos de energia mais utilizados em Portugal.
7.2 Distinguir energias renováveis de energias não renováveis, dando ênfase aos
principais impactes da sua utilização.
7.3 Localizar as principais áreas de produção de energia renovável em Portugal.
7.4 Enumerar os principais fatores responsáveis pela crescente importância das
energias renováveis em Portugal.
7.5 Identificar práticas adequadas a uma racionalização dos consumos energé-
ticos.
• O setor secundário: a produção de energia
• O impacto ambiental das atividades do setor secundá-
rio
Recursos
Manual – págs. 192-193
PLANO DE AULA N.O
56
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 194.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico atendendo
às relações de difrenciação, interdependência e complementaridade entre o espaço urbano e rural, bem como no território nacional
e internacional.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno, como síntese, analise a sua realidade pessoal e realize um quadro com os produtos que possui produzidos
em termos nacionais e noutros territórios, explicando se o slogan é ou não seguido pela sua família.
94
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
8. Compreender o comércio em Portugal
8.1 Distinguir importação de exportação.
8.2 Descrever a evolução das importações e das exportações em Portugal.
8.3 Caracterizar os tipos de produtos importados/exportados e os parceiros
comerciais.
8.4 Referir as consequências do desigual valor das importações e exportações
em Portugal.
8.5 Identificar novas formas de comercializar produtos e de pagar serviços.
• O setor terciário: comércio
Recursos
Manual – págs. 194-195
PLANO DE AULA N.O
57
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 196.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta,
nomeadamente Serviços e Redes de telecomunicações.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno com base em fontes diversas construa o seu pensamento histórico-geográfico atendendo
à distribuição de emprego pelos diferentes setores de atividade e especialmente ao setor terciário, bem como reflitam acerca do papel
dos meios de transporte e de comunicação para a formação de identidade em diálogo com vários territórios.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno, indique dois serviços que utiliza regularmente; explique a afirmação «Portugal está mais perto da Europa e do
Mundo»; e, ainda, que identifique os serviços representados em cada um dos documentos das duas páginas do manual.
95
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos e O mundo mais perto de nós
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
9. Compreender a crescente importância dos serviços entre as atividades eco-
nómicas em Portugal
9.1 Definir serviços.
9.2 Identificar os diferentes tipos de serviços.
9.3 Localizar as áreas de maior oferta de serviços.
9.4 Explicar os contrastes regionais na oferta de serviços (saúde, educação, cul-
tura, desporto…).
9.5 Justificar a crescente importância do setor dos serviços na criação de
emprego.
2. Conhecer e compreender a importância das telecomunicações na sociedade
atual
2.1 Definir rede de telecomunicação.
2.2 Referir as vantagens da utilização dos serviços de telecomunicação.
2.3 Associar o desenvolvimento dos serviços de telecomunicação com o proces-
so de globalização e aparecimento do conceito de “aldeia global”.
2.4 Discutir a importância do desenvolvimento das telecomunicações nas ativi-
dade humanas e qualidade de vida.
• O setor terciário: serviços
• Os transportes e comunicações
• Serviços
• Redes de telecomunicações
Recursos
Manual – págs. 196-197
Animação – Transportes e Comunicações.
Puzzle – Setores de Atividade.
96
PLANO DE AULA N.O
58
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História, explorando o Recordo, pág. 198.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos,
para que estes construam o seu conhecimento acerca das vantagens e das desvantagens associadas aos transportes.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progres-
são de ideias percecionada.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno refira uma vantagem e uma desvantagem de transporte.
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: O mundo mais perto de nós
Questão problematizadora: Quais serão as vantagens e as desvantagens dos transportes?
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Compreender a importância dos transportes na sociedade atual
1.1 Distinguir rede de transporte de modo de transporte.
1.2 Referir a importância das redes de transporte no mundo atual.
1.3 Comparar as vantagens e as desvantagens da utilização dos diferentes
modos de transporte (rodoviário, ferroviário, marítimo, aéreo e fluvial).
1.4 Caracterizar a distribuição das diferentes redes de transporte em Portugal.
1.5 Relacionar a distribuição das redes de transporte com a distribuição da
população e atividades económicas.
1.6 Discutir os impactes do desenvolvimento da rede de transportes.
• Os transportes
• Rede de transporte
• Meio de transporte
Recursos
Manual – págs. 198-199
Teste interativo
O mundo mais perto de nós
PLANO DE AULA N.O
59
Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Turma: _________________________ N.O
: ________________________ Lição n.O
: ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo:
Momento 1
• Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo
momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 200.
• Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta,
nomeadamente Lazer, Turismo e Reservas naturais.
Desenvolvimento
• Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos.
As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico relativamente
às diferenças entre as atividades de Lazer no meio rural e urbano, bem como acerca do Turismo e das Reservas naturais para
o desenvolvimento nacional.
Avaliação
• Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
• Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a
minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem.
Síntese – Metacognição
• Propõe-se que o aluno como síntese construa uma frase em que conjugue os diferentes conceitos desenvolvidos.
97
Domínio: Portugal Hoje
Subdomínio: Lazer e Património
Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos
1. Compreender a desigual distribuição da prática do lazer e do turismo a nível
nacional
1.1 Definir lazer.
1.2 Localizar as áreas com maior oferta de equipamento culturais e desportivos
diversos (teatros, cinemas, museus, bibliotecas, pavilhões desportivos…)
1.3 Justificar a desigual oferta na distribuição de equipamento culturais e des-
portivos.
1.4 Identificar o turismo como uma atividade de lazer.
1.5 Identificar diferentes tipos de turismo em Portugal: balnear/ de
montanha/religioso/termal/ em espaço rural/de aventura/radical/ histórico-
cultural/ de natureza (…).
1.6 Localizar as áreas de maior atração/procura turística em Portugal, desta-
cando os fatores que justificam a sua atratividade/procura.
1.7 Identificar atividades de lazer e turismo na região onde reside.
2. Compreender a importância da preservação do património
2.1 Identificar diferentes tipos de património.
2.2 Localizar diferentes áreas de proteção da natureza.
2.3 Explicar a importância das áreas protegidas na preservação do património
ambiental.
2.4 Identificar medidas de preservação do património.
• O lazer e o património
• Lazer
• Turismo
• Reserva natural
Recursos
Manual – págs. 200-201
Caderno de Atividades – Ficha 25. Ficha 25A
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
98
Ficha 1 Páginas 3 e 4
2.
4.1. A frase significa que alguns escravos, apesar de mal alimentados e mal
tratados, conseguiram sobreviver como se fossem de pedra ou de ferro.
4.2. «Os negros são metidos no porão… nada mais têm por onde o ar lhes
possa chegar que a grade da escotilha.»
4.3. Título: O transporte dos escravos.
5. A perda do monopólio do comércio do Oriente levou os portugueses
a interessarem-se pelo Brasil. Lá, passou a produzir-se açúcar em gran-
des quantidades, especialmente no século XVIII. Durante os séculos XVII e
XVIII, os bandeirantes descobriram minas de ouro e de diamantes. O co-
mércio destes produtos deu grandes lucros ao rei, D. João V, que recebia a
quinta parte do ouro e dos diamantes. Parte da população brasileira deixou
o Litoral e dirigiu-se para o Interior, a fim de procurar ouro e diamantes; os
missionários procuravam converter os índios à religião cristã. De Portugal
partiram muitos colonos com destino ao Brasil, à procura de uma vida me-
lhor. De África foram levados milhares de escravos, para trabalharem nos
engenhos de açúcar ou nas minas. Os escravos eram muito mal tratados, o
que provocou a morte a muitos deles.
Ficha 2 Páginas 5 e 6
1. Título: O reinado de D. João V, rei absoluto.
A vida na Corte A sociedade A cultura e a arte
• Três características
do Paço Real
Mobilado luxuosa-
mente e decorado
com azulejos, tape-
çarias e tapetes.
• Novidades da época
Café, chocolate e rapé.
Nobreza
• Moda que seguia
Francesa
Clero
• Responsável pelo
serviço religioso,
pelo ensino e pelo
Tribunal da Inquisição
• Construções
Aqueduto das
Águas Livres,
palácio convento de
Mafra…
• Estilo
de construção
Barroco
A vida na Corte A sociedade A cultura e a arte
• Três divertimentos
Bailes, sessões de
poesia,
representações
teatrais…
• Origem do
dinheiro
Ouro, diamantes
e açúcar do Brasil.
• Função do Tribunal
da Inquisição
Defender a fé
católica
Burguesia
• Constituída por
pequenos
comerciantes e
artesãos (baixa bur-
guesia) e por comer-
ciantes mais ricos
(alta burguesia) que
imitava o modo de
vida da nobreza e
convivia em clubes
e cafés
Povo
• Constituído por:
trabalhadores
domésticos,
vendedores
ambulantes
e carregadores
• Três características
deste estilo
Talha dourada,
azulejo, mármore
e linhas curvas.
• Origem do
dinheiro para a
construção destes
monumentos
As riquezas vindas
do Brasil.
• Uma conclusão: No século XVIII, o rei, a nobreza, alguns membros do
clero e os burgueses mais ricos viviam muito bem, graças às riquezas
brasileiras, enquanto o povo continuava a viver com grandes dificuldades.
2. Da esquerda para a direita, em cima: 1, 4, 2; em baixo: 3, 6, 5.
Ficha 3 Páginas 7 e 8
2.1. As atividades económicas que estavam em crise eram a agricultura, a
indústria e o comércio.
2.2. Sim, foram tomadas medidas, pois criaram-se indústrias, valorizou-se
o comércio e desenvolveu-se a agricultura, com a criação da Companhia
das Vinhas do Alto Douro.
3.
5.
Produto
Açúcar
Movimentos da população
De Portugal para o Brasil
Partiram milhares de
colonos e também
missionários.
Dentro do Brasil
Bandeirantes
procuraram
ouro no Interior.
Missionários
deslocaram-se
para o Interior para
evangelizar os
índios e protegê-los.
De África para o Brasil
Partiram muitos
milhares de
escravos.
Produto
Ouro
Território onde era
produzido
Brasil
Território onde foi
descoberto
Brasil
Atividade em que se
produzia a cana
Agricultura
Quem o descobriu
Bandeirantes
Século em que a
produção foi maior
Século XVIII
Século em que chegou
maior quantidade em
Portugal
Século XVIII
Terramoto de 1755
Ação do futuro
marquês
de Pombal
Elaborar um plano
de reconstrução da cidade
Destruição de parte
da cidade de Lisboa
Enterrar os mortos
e socorrer os feridos
Construção
da atual
praça do
Comércio
Ruas largas, com
traçado geométrico
e passeios calcetados
Rede de
esgotos
Casas construídas
da mesma altura
e com fachadas
iguais
continuação
Económicas
• Criação
de novas
indústrias e
apoio às já
existentes
• Criação de
companhias
de comércio
monopolistas
Ensino
• Criação de escolas
de ensino primário
• Reforma da universidade
de Coimbra
Sociais e políticas
• Perseguição a
elementos da
nobreza
• Expulsão dos
Jesuítas de
Portugal
Reformas do marquês
de Pombal
99
6. A situação económica de Portugal, quando D. João V morreu, era muito
difícil: fraco desenvolvimento da agricultura e da indústria, tendo de se
importar muitos produtos.
O terramoto de 1755 veio agravar ainda mais a situação económica do país,
pois grande parte da cidade de Lisboa foi destruída. O futuro marquês de
Pombal, ministro do rei D. José I, mandou elaborar um plano de reconstru-
ção da cidade.
A Lisboa Pombalina passou a ter ruas largas, casas da mesma altura, passou
a beneficiar de uma rede de esgotos e surgiu a atual praça do Comércio.
A nível industrial, não só criou novas indústrias como apoiou as já existen-
tes. Apoiou também a formação de companhias de comércio. No ensino,
criou escolas de ensino primário e a universidade de Coimbra, para além de
novas disciplinas, passou a ter um ensino mais experimental.
O marquês de Pombal perseguiu membros da nobreza, tendo-lhes retirado
privilégios, expulsou os Jesuítas do país e apoiou a burguesia, que se dedi-
cava ao comércio e à indústria.
Ficha 4 Páginas 9 e 10
2.1. a) Nobreza. b) Clero. c) Povo.
2.2. O documento corresponde ao período anterior à Revolução Francesa,
pois após esta revolução deixou de haver grupos sociais privilegiados.
4.
1. BRASIL 2. JUNOT 3. CONVENÇÃO 4. BANDEIRA 5. ROUBOS
6. REVOLTA 7. INGLESES 8. SOULT 9. FORTIFICAÇÕES 10. PORTO
11. MASSENA 12. DEZANOVE 13. BUÇACO 14. TORRES 15. SINTRA
16. ROLIÇA 17. FRANCESES
5.
1. Descoberta de ouro no Brasil.
2. D. João V torna-se rei de Portugal.
3. Construção do palácio convento de Mafra.
4. D. José I torna-se rei de Portugal.
5. D. José I nomeia para ministro Sebastião José de Carvalho e Melo.
6. Terramoto de 1755.
7. Revolução Francesa.
8. Primeira invasão francesa.
9. Saída da família real para o Brasil.
10. Fim das Invasões Francesas.
Ficha 5 Páginas 11 e 12
2.
4. d), b), a), c).
6. 2, 1, 3.
7.
8. As Invasões Francesas deixaram Portugal destruído e saqueado. Depois
dos franceses, foram os Ingleses que passaram a controlar Portugal.
Por outro lado, D. João VI continuava no Brasil e, em 1808, abrira os por-
tos deste território ao comércio estrangeiro. Os comerciantes portu-
gueses deixaram de ser os únicos a venderem para lá os seus produtos
e a irem lá buscar os produtos brasileiros. Perante toda esta situação,
em 1817, o general Gomes Freire de Andrade organizou uma conspi-
ração para acabar com o domínio inglês em Portugal e obrigar a família
real a regressar do Brasil. A revolta foi descoberta e os revoltosos mor-
tos. Em 1818, foi criado o Sinédrio, organização secreta que preparou
a Revolução Liberal de 1820.
Foi na cidade do Porto que teve início a revolta militar que pôs fim à Mo-
narquia absoluta. Realizaram-se então as primeiras eleições para eleger os
deputados às Cortes Constituintes. Esta assembleia tinha como principal
função elaborar uma Constituição. A Constituição foi aprovada em 1822.
Nela, garantia-se a liberdade, a igualdade de todos os cidadãos perante
a lei e a separação dos poderes. A Monarquia absoluta deu, assim, lugar à
Monarquia constitucional ou liberal.
Ficha 6 Páginas 13 e 14
1.
Com a ajuda dos ingleses, os franceses são derrotados,
abandonando Portugal
Família real parte para
o Brasil
Segunda invasão
Comandante
Soult
Portugal não obedece,
sendo invadido pelos
franceses
Terceira invasão
Comandante
Massena
Primeira invasão
Comandante
Junot
Revolução Francesa
Guerra entre reis absolutos da Europa e a França
Vitória da França, que só não derrota a Inglaterra
Bloqueio Continental
Fim da Monarquia absoluta em França
• Invasões Francesas provocaram a destruição e o empobrecimento de
Portugal.
• Os ingleses, após a expulsão dos franceses, controlavam o Governo de
Portugal.
• A família real continuava no Brasil.
• As ideias de liberdade e de igualdade, vindas de França, tinham cada
vez mais adeptos.
• Descontentamento da população
• Desejo de acabar com a Monarquia absoluta
Título:
Os poderes na Monarquia absoluta
Título:
Os poderes na Monarquia liberal
Poder
legislativo
Poder
executivo
Poder
judicial
Poder
executivo
Poder
legislativo
Poder
judicial
Terminou com
a vitória dos
Liberais.
Guerra
Civil
1832-1834
Os absolutistas, lide-
rados por D. Miguel,
defendiam a Monar-
quia absoluta, em que
o rei detinha todos os
poderes e o clero e a
nobreza eram grupos
sociais privilegiados.
Os liberais, chefiados
por D. Pedro, que,
em 1822, tinha dado
a independência ao
Brasil, defendiam a
Monarquia liberal, em
que eram aplicadas as
ideias de liberdade,
igualdade e separação
de poderes.
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
100
2.1. a) Foi sua mãe. b) Aconselhou-o a recusar a Constituição. c) D. Carlota
Joaquina era apoiante dos absolutistas, pois era contra a Constituição que
garantia a existência da Monarquia liberal.
2.2. a) D. Pedro e D. Maria II. b) D. Pedro era pai de D. Maria II. c) A Cons-
tituição.
2.3. Resposta livre, contudo sugere-se que o aluno reconheça que os con-
flitos devem ser resolvidos através do diálogo e não de lutas.
3.
Ficha 7 Páginas 15 e 16
1.
2.
1. MORGADIO 2. NOBREZA 3. ADUBOS 4. SELEÇÃO 5. TRIGO
6.ALTERNÂNCIA7.MILHO8.MECANIZAÇÃO9.BALDIOS 10.DESCANSAR
11. BATATA
3.
Mais terras
cultivadas
Novas técnicas e
instrumentos agrícolas
Culturas
• Fim do pousio
• Alternância de
culturas
• Fim do direito
de morgadio
• Venda de terras
da nobreza
• Fim de alguns
baldios
• Utilização de
adubos químicos
• Seleção de
sementes
• Utilização de
máquinas agrícolas
• Trigo
• Milho
• Batata
4.
A agricultura em Portugal
Até meados do século XIX
Na segunda metade
do século XIX
• Direito de morgadio
• Técnicas e instrumentos agrícolas
antiquados
• Fraca produção agrícola
• Grande parte das terras
pertencia ao clero e à nobreza
• As Invasões Francesas e a Guerra
Civil entre liberais e absolutistas
prejudicaram a agricultura
• Existência de muitos baldios
e de terras em pousio
• Todos os filhos passaram a
herdar, de forma igual, os bens
paternos
• Utilização de máquinas,
sementes selecionadas e adubos
químicos
• Aumento da produção
agrícola
• Muitas terras do clero
e da nobreza foram
vendidas,
principalmente à
burguesia
• Período de paz
• Fim do pousio e dos baldios:
mais terras passaram a ser
cultivadas
Uma conclusão: Graças ao desenvolvimento da agricultura, Portugal
passou a importar menos produtos agrícolas.
Ficha 8 Páginas 17 e 18
1.1.
Produção
artesanal
Produção
mecanizada
Local de trabalho Oficina Fábrica
Tipo de trabalhador Artesão Operário
Quantidade de trabalhadores Poucos Muitos
Energia utilizada Manual Vapor
Distribuição de tarefas Não há Há
Tempo de produção Elevada Reduzido
Quantidade de produtos Pouca Muita
Preço dos produtos Mais caro Mais barato
2.1.
Melhoramento dos transportes e das comunicações
Meios de
transporte
Vias de
comunicação
Outras
construções
Outros meios de
comunicação
• Barco a vapor
• Comboio
• Mala-posta
• Vias férreas
• Estradas e
pontes
• Portos
• Estações e
túneis
• Telefone
• Telégrafo
• Correios
3.1.
Causas das reformas no ensino Reformas do ensino primário
Preparar pessoas para se
realizarem as mudanças de que o
país precisava.
Construção de novas escolas
e ensino obrigatório nos três
primeiros anos.
Reformas do ensino liceal Reformas do ensino universitário
Criação de liceus e escolas
industriais, comerciais e agrícolas.
Criação de novas escolas ligadas
à marinha, às artes, às técnicas e
ao teatro.
Causas do atraso
da agricultura
• Invasões
Francesas
• Independência
do Brasil
•Guerra Civil
entre liberais
e absolutistas
Situação
agrícola
• Fraca produção
agrícola
• Uso de técnicas
e instrumentos
agrícolas anti-
quados
• Muitas terras não
eram cultivadas
Consequências
para o país
• Portugal
importava
muitos produtos
Revolução Liberal de 1820
Aprovação da Constituição
de 1822
D. Miguel tenta acabar
com a Monarquia liberal
Guerra Civil
Liberais chefiados
por D. Pedro
Absolutistas chefiados
por D. Miguel
Convenção de Evoramonte
A Monarquia liberal
impõe-se em Portugal
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
101
5.
Direitos humanos
1852 Fim da pena de morte para crimes políticos
1867 Fim da pena de morte para crimes civis
1869 Fim da escravatura em todos os territórios portugueses
4.1. O acontecimento do quadro a que se refere o documento 1 é o fim da
pena de morte.
4.1. Resposta livre.
5. 8, 2, 4, 5, 6, 7, 3, 1
6.
Durante a 2.a
metade do século XIX, os governos liberais tomaram várias
medidas para desenvolver a indústria. Com a introdução da máquina a va-
por surgiu a indústria mecanizada. Os produtos passaram a ser feitos em
maior quantidade e em menos tempo, pelos operários que trabalhavam
em fábricas. Lisboa e Porto eram as regiões mais industrializadas.
Os governos liberais preocuparam-se, também, com o desenvolvimento
dos transportes e das comunicações. Surgiram novos meios de transporte
como a mala-posta e o comboio a vapor e novas vias de comunicação
como as estradas e as linhas férreas. Desenvolveram-se outras formas de
comunicação como o selo, o bilhete-postal e o telefone.
Na 2.ª metade do século XIX, os governos tomaram ainda medidas para
melhorar o ensino. Aumentaram o número de escolas primárias, criaram
liceus em todas as capitais de distrito e dois em Lisboa. A nível do ensino
universitário, criaram escolas ligadas à Marinha, às Artes, às técnicas e ao
teatro. Durante este período, aboliu-se a pena de morte e extinguiu-se a
escravatura nos territórios portugueses.
Ficha 9 Páginas 19 e 20
2.1. As condições de vida da população melhoraram graças ao desenvol-
vimento da medicina e à melhor alimentação e higiene.
2.2. Diminuiu a mortalidade e aumentou a natalidade.
2.3. As pessoas abandonavam as suas terras, devido à falta de empregos
e por desejarem uma vida melhor.
2.4. Os emigrantes foram para o Brasil.
3.1 O que mudou – A nobreza e o clero perderam os antigos privilégios.
A burguesia aumentou o seu poder económico e ganhou poder político,
passando a ocupar cargos importantes no governo.
O que se manteve – O povo manteve as suas difíceis condições de vida.
4.1 1, 6, 8, 10, 11, 13.
5.
A vida quotidiana nos campos
Atividades Agricultura e pecuária
Alimentação Simples: pão, azeitonas, sardinhas, sopa, arroz e batata
Vestuário
Variava de acordo com a região, o clima e os trabalhos
que se realizavam
Habitação
Variava de acordo com a localização, o clima e os
materiais existentes na região
Divertimentos Procissões, romarias, feiras, bailes, jogos tradicionais
6.
Na 2.a
metade do século XIX, a população portuguesa aumentou, o que
se deveu, sobretudo, à melhoria da alimentação, ao desenvolvimento da
medicina e às melhores condições de higiene. A região litoral norte era a
que tinha maior concentração populacional. Muitos camponeses partiram
para as grandes cidades – êxodo rural. Outras pessoas emigraram, espe-
cialmente para o Brasil. Com a monarquia liberal, a nobreza e o clero per-
deram privilégios enquanto a burguesia ganhou poder. O povo continuou
a viver pobremente.
Na segunda metade do século XIX, as principais atividades das pessoas
que viviam no campo continuavam a ser a agricultura e a criação de gado.
As condições de vida no campo continuavam a ser difíceis. A alimentação
era muito simples. Comiam, principalmente, pão, carne de porco, sardi-
nhas e azeitonas. O arroz e a batata, agora produzidos em maior quanti-
dade, passaram a fazer parte da alimentação dos camponeses. Doces, só
em dias de festa. Também o vestuário e a habitação eram
muito simples. Os interiores das casas eram pobres, muitas vezes com uma
única divisão, onde se fazia tudo. Os divertimentos estavam muito rela-
cionados com as festas religiosas, como era o caso das feiras, romarias e
procissões. O correio e o almocreve faziam a ligação entre o campo e as
outras regiões.
Ficha 10 Páginas 21 e 22
1. 1, 4, 6, 7, 10
2. Doc. 1 – Frase 1; Doc. 2 – Frase 10; Doc. 3 – Frase 4, corrigida: A nobreza e
a burguesia que viviam nas cidades tinham uma alimentação rica e variada.
Doc. 4 – Frase 6; Doc. 5 – Frase 11, corrigida: No traje masculino, a sobreca-
saca não era a peça principal. Doc. 6 – Frase 4; Doc. 7 - Frase 7.
3.
A vida quotidiana na cidade
Aspetos do
quotidiano
Burguesia Povo/Operariado
Profissões
Comerciantes,
industriais, banqueiros,
médicos…
Operários da
construção civil e da
indústria, empregados
de balcão, criados…
Alimentação Abundante e variada.
Pão, legumes,
toucinho e sardinhas.
Vestuário
Mulheres: saias até
ao chão e com roda,
crinolina, tournure e
chapéu, de acordo
com a moda francesa
e inglesa.
Homens: casaca,
colete, calças,
sobrecasaca, gravata e
chapéu.
Simples e adaptado
aos diferentes
trabalhos realizados.
Divertimentos
Passear nos jardins
públicos, ir à ópera,
aos cafés, clubes,
festas, teatro e
cinema.
Festas religiosas,
feiras e passeios ao
campo.
Uma conclusão: A burguesia e o povo tinham vidas quotidianas muito
diferentes.
4.
Durante a segunda metade do século XIX, as duas principais cidades do
país, Lisboa e Porto, cresceram em habitantes. Nelas predominava a bur-
guesia e o operariado, pois estas duas cidades concentravam o comércio,
a indústria e a atividade bancária do país. Figuras típicas das cidades eram
os vendedores ambulantes, que anunciavam os seus produtos através de
pregões cantados.
A maneira de viver do povo era completamente diferente da dos grupos
mais ricos. Estes, para além de fazerem uma alimentação mais abundante
e variada, vestiam-se seguindo a moda e reuniam-se em festas, bailes ou
cafés. Frequentavam a ópera e o teatro e, no final do século, também o
cinema. No verão, enquanto as pessoas do povo iam a banhos ou faziam
piqueniques, os mais ricos frequentavam também as termas.
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
102
Ficha 11 Páginas 23 e 24
1.1. a) Surgiu o «americano». b) Surgiu o telefone. c) Água canalizada, gás
e eletricidade.
1.2. Lisboa e Porto.
1.3. Porque eram as maiores cidades portuguesas.
1.4. Nem todos beneficiaram destas melhorias, pois os mais pobres viviam
em bairros miseráveis, sem água canalizada, sem luz elétrica e sem gás.
2.1. a) O chão foi pavimentado, o vestuário alterou-se, tal como a paisa-
gem. b) O arco e as casas.
4.
Quando surgiu em Portugal 2.a
metade do século XIX
Quem o constituía Homens, mulheres e crianças
Condições de vida
Más: trabalhavam muitas horas e
recebiam baixos salários
Como conseguiu melhorar
as suas condições de vida
Apareceram as primeiras
associações de trabalhadores, que
recorreram às greves
5. Como a máquina a vapor funcionava a vapor de água, foi necessário
extrair carvão para aquecer as caldeiras. Por outro lado, extraiam-se metais
para serem usados nas fábricas e nos transportes.
6.
Durante a segunda metade do século XIX, as cidades, especialmente, Lis-
boa e o Porto, modernizaram-se. A água passou a ser, em grande parte,
canalizada, as redes de esgotos foram melhoradas e passou a ser feita a
recolha do lixo. A iluminação das ruas deu maior segurança às pessoas.
Os passeios e as praças foram calcetados, ruas e avenidas pavimentadas.
Surgiram os transportes coletivos: o «chora», o americano e o elétrico.
Enquanto os mais ricos viviam em luxuosas residências ou em andares,
os mais pobres viviam em bairros miseráveis sem esgotos nem água ca-
nalizada.
Eram as «ilhas» no Porto e os «pátios» ou «vilas» em Lisboa. O desenvol-
vimento da indústria levou ao aparecimento do proletariado. Este grupo
social vivia em muito más condições, trabalhava muito e recebia baixos
salários. Não tinha proteção nem assistência por parte do governo ou dos
patrões. Para lutar pelos seus direitos uniram-se e recorreram à greve.
A mecanização da indústria alterou a paisagem pois, para se extrair os
minérios necessários, escavaram-se montes, construíram-se estradas e ca-
minhos de ferro e instalações para apoiar esta atividade. Novas povoações
foram, assim, surgindo.
Ficha 12 Páginas 25 e 26
1.1. Os novos materiais utilizados na construção foram o ferro e o vidro.
1.2. O ferro permitia construir grandes espaços e o vidro permitia a entra-
da de luz natural.
1.3. Por exemplo, pavilhões, fábricas e estações de caminho de ferro.
2. Os principais temas são paisagens, retratos e cenas da vida quotidiana.
3.1. Esta caricatura mostra-nos o Zé Povinho (o povo português) a trans-
portar, como um burro, o rei e outras pessoas que viviam à custa dos mais
pobres. Assim, o autor da caricatura pretende mostrar as difíceis condições
de vida do povo e aqueles que viviam à sua custa.
4. 1, 4, 3, 4, 4, 2, 1
5.
Nos finais do século XIX, surgiu um novo tipo de arquitetura conhecida
como a arquitetura do ferro, assim chamada por utilizar este material, que
permitia construir grandes espaços, e o vidro que possibilitava a entrada
de luz natural. Esta nova forma de construção tinha um fim utilitário e esta-
va relacionada com o crescimento das cidades e a construção de grandes
espaços como pavilhões de exposições, teatros, fábricas e estações de
caminhos de ferro.
Na pintura, os artistas deste período pintaram, principalmente, paisagens,
cenas da vida quotidiana e retratos. Destacaram-se pintores como José
Malhoa e Silva Porto. Na escultura, são de realçar os nomes de Soares dos
Reis e Teixeira Lopes. Na cerâmica, destacou-se Rafael Bordalo Pinheiro
pela criação da figura do Zé Povinho.
Durante este período, as pessoas, principalmente das cidades, começaram
a interessar-se mais pela leitura de livros e jornais. No romance, destaca-
ram-se autores como Júlio Dinis, Eça de Queirós, Alexandre Herculano e
Almeida Garrett.
Ficha 13 Páginas 27 e 28
1.
Partido Republicano
• Melhorar as
condições de
vida dos mais
desfavorecidos.
• Substituir a
Monarquia pela
República.
Regícidio
• O rei D. Carlos I e o
herdeiro do trono,
D. Luís Filipe, foram
mortos.
• D. Manuel II foi
aclamado rei.
31 de janeiro de 1891
• Revolta
republicana no
Porto contra a
Monarquia.
• Participaram
populares
e militares.
Ultimato britânico
• A Grã-Bretanha
exigiu que Portugal
abandonasse
os territórios
entre Angola
e Moçambique.
• Portugal cedeu.
Más condições de vida
• Operários e
camponeses.
Revolução
republicana
de 5 de outubro
de 1910
Fim da Monarquia
2. 1. OUTUBRO 2. POPULARES 3. PROVISÓRIO 4. MONARQUIA 5. SÉCU-
LOS 6. MACHADO SANTOS 7. INGLATERRA 8. LISBOA.
3. Título: A revolução republicana e a queda da Monarquia.
Razões do
descontentamento
da população
Quando se deu
a revolta
Quem
participou
na revolta
Regime
• Más condições de
vida de grande parte
da população.
• Ultimato da
Grã-Bretanha.
• O regicídio que
levou D. Manuel II a
ser declarado rei, sem
estar preparado para
governar.
• 5 de outubro
de 1910.
• Militares
e populares
chefiados
por
Machado
Santos.
• que
acabou:
Monarquia
• que se
iniciou.
República
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
103
Elege
Demite
A Constituição de 1911
Pertence:
Congresso ou
Parlamento
formado pelos
deputados,
eleitos pelos
cidadãos
eleitores.
Poder legislativo
Pertence:
Presidente da
República e
ministros.
Pertence:
Juízes nos
tribunais.
Poder executivo Poder judicial
Medidas republicanas
Símbolos
nacionais
• Hino nacional
• Bandeira
nacional
• Escudo
Ensino
• Criação dos
primeiros
jardins-escola
• Criação de
escolas primárias
• Criação das
universidades de
Lisboa e Porto
Trabalho
• Um dia de descanso
semanal e oito horas
de trabalho diário
• Seguro obrigatório
para doença, velhice
a acidentes
de trabalho — Direito
à greve
Combater
o analfabetismo
Melhorar as
condições de vida
dos trabalhadores
Ficha 14 Páginas 29 e 30
1.
2. a) É o Congresso ou Parlamento. b) É o Congresso ou Parlamento. c) É o
presidente da República e os ministros. d) Era o Parlamento, pois, além de
fazer as leis, elegia e podia demitir o presidente da República.
3.
4. As primeiras eleições republicanas destinaram-se a eleger os deputa-
dos para a Assembleia Constituinte.
Esta Assembleia tinha como principal função elaborar uma nova Consti-
tuição. Nela constava que: Portugal deixava de ter um rei e passava a ter
um presidente da República; o Congresso ou Parlamento, para além de
fazer as leis, elegia e podia demitir o presidente da República. O poder
executivo, ou seja, a governação do país, competia ao presidente da Repú-
blica e ao Governo. O poder do Parlamento fez com que vários governos e
presidentes da República se demitissem, ou seja, provocou a instabilidade
governativa.
A principal preocupação dos governos republicanos foi combater o anal-
fabetismo. Assim, criaram mais escolas, quer para as crianças, quer para
os adultos.
Os governos republicanos foram, também, tomando medidas favoráveis
aos trabalhadores, como o direito à greve, um dia de descanso semanal e
oito horas de trabalho diário.
Ficha 15 Páginas 31 e 32
1.
A I Guerra Mundial
Quando se deu
Uma razão
que levou
ao conflito
O que provocou a
entrada de Portugal
no conflito
Vencedores
1914-1918 Disputa por
territórios
africanos.
A apreensão de
navios alemães por
Portugal, a pedido
da Grã-Bretanha.
Grã-Bretanha,
França e seus
aliados.
2.
3. 1, 3, 2, 6, 5, 8, 7, 4
4. A participação de Portugal na I Guerra Mundial contribuiu para agravar
os problemas económicos, sociais e políticos que afetavam o país. A nível
económico, verificou-se o aumento dos preços, que não foi acompanhado
pela subida dos salários; as receitas do Estado continuaram a ser inferiores
às despesas, o que obrigava o país a pedir empréstimos ao estrangeiro. Para
pagar esses empréstimos e os respetivos juros, os Governos aumentavam al-
guns impostos. A nível social, as greves, as revoltas e os atentados eram fre-
quentes. A nível político, as mudanças constantes de Governo e os ataques
dos monárquicos provocaram uma instabilidade governativa que tornou
ainda mais difícil resolver os problemas do país. Assim, muitos portugueses
desejavam um governo forte, que garantisse a paz e a estabilidade do país.
Ficha 16 Páginas 33 e 34
2.
A I República A Ditadura Militar
• Iniciou-se a 5 de outubro de
1910, com uma revolta militar,
apoiada por populares, e
terminou em 1926.
• Os deputados ao Parlamento
eram eleitos pelos cidadãos.
• O Governo era escolhido pelo
presidente da República.
• Foi concedido o direito à greve.
• As mudanças de Governo eram
frequentes.
• O valor das despesas do Estado
era muito superior ao valor das
receitas.
• Iniciou-se a 28 de maio de 1926,
com o golpe militar chefiado
pelo general Gomes da Costa.
• O Parlamento foi encerrado.
• O Governo era escolhido pelos
militares.
• Foi proibido o direito à greve.
• As mudanças de Governo eram
frequentes.
• O valor das despesas do Estado
era muito superior ao valor das
receitas.
Conclusão: A instabilidade governativa e os problemas financeiros
foram comuns à I República e à Ditadura Militar.
Crise da
I República
Políticas
• Mudanças constantes
de Governo.
Económicas
• As despesas do
Estado eram superiores às receitas.
Sociais
• Greves e revoltos
• Aumento dos
preços que não era
acompanhado pelo
aumento dos salários.
• Assaltos a armazéns
de produtos
alimentares e
padarias.
• Grande número de portugueses desejava
um Governo forte que trouxesse a paz e a
estabilidade governativa ao país.
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
104
6. Em 1928, aceitou o cargo de ministro das Finanças. Logo no primeiro
ano do seu mandato, conseguiu que o valor das receitas do Estado fosse
superior ao valor das despesas, através do aumento das receitas e da re-
dução das despesas.
Em 1932, foi nomeado presidente do Conselho de Ministros. Em 1933, foi
aprovada a Constituição do Estado Novo. A sua longa permanência na
chefia do Governo permitiu-lhe ser ele que, na realidade, escolhia o pre-
sidente da República e controlar a ação da Assembleia Nacional, gover-
nando, assim, em ditadura.
7. A revolta de 28 de maio de 1926, chefiada pelo general Gomes da
Costa, pôs fim à I República. Iniciou-se, então, uma Ditadura Militar que
durou até 1933. Durante este período, os Governos foram nomeados pe-
los militares, foi proibido o direito à greve e a imprensa deixou de poder
criticar os governantes. Contudo, os Governos continuaram a mudar fre-
quentemente e o valor das despesas do Estado era superior ao valor das
receitas.
Em 1928, Salazar aceitou o cargo de ministro das Finanças. Através do au-
mento dos impostos conseguiu aumentar as receitas e ao reduzir os gas-
tos, como, por exemplo, com a educação e a saúde, conseguiu diminuir as
despesas. O êxito da sua política financeira contribuiu para que, em 1932,
fosse nomeado presidente do Conselho de Ministros.
Em 1933, foi aprovada uma nova Constituição, iniciando-se um novo perí-
odo que ficou conhecido por Estado Novo. A pouco e pouco, Salazar foi-
-se apoderando dos poderes do presidente da República e da Assembleia
Nacional, ou Parlamento.
Todos o temiam e todos lhe obedeciam. Governou, portanto, em dita-
dura.
Ficha 17 Páginas 35 e 36
1.1. O autor do documento 1 afirma que Salazar realizou as obras públicas
para fazer propaganda.
1.2. Na verdade, os documentos 2 e 3 mostram-nos que Salazar se serviu
das obras públicas para fazer propaganda, através dos cartazes que eram
afixados, por exemplo, nas salas de aula.
1.3. Os suportes do salazarismo referidos no documento 1 são a Censura
e a Polícia Política.
1.4. Os restantes suportes do salazarismo foram a Mocidade Portuguesa, a
Propaganda Nacional, a União Nacional e a Legião Portuguesa.
1.5. a) O entrevistado é Salazar. b) Salazar afirma que construiu obras pú-
blicas para desenvolver a economia portuguesa. c) António Sérgio critica
Salazar porque fez parte da oposição ao salazarismo. Salazar foi chefe do
governo da ditadura, logo a sua opinião é contrária à de António Sérgio.
d) Resposta livre, contudo o aluno deve reconhecer que as obras públicas
contribuíram para o desenvolvimento do país, mas também foram utiliza-
das por Salazar para fazer propaganda.
2.
Título: A ação de Salazar
Saúde Comunicações Eletrificação Ensino
Suportes do
Salazarismo
• Hospitais
e materni-
dades.
• Estradas,
pontes,
caminhos
de ferro,
aeroportos
e portos.
• Barragens. • Escolas e
bibliotecas.
• Polícia
Política,
Censura,
União
Nacional,
Propaganda
Nacional.
Uma conclusão: As obras públicas contribuíram para o
desenvolvimento do país, mas também foram utilizadas por Salazar
para fazer propaganda ao Estado Novo. Por outro lado, Salazar utilizou
a repressão e a propaganda para se manter no poder.
Ficha 18 Páginas 37 e 38
1. 2. LIBERDADE 3. UNIÃO NACIONAL 4. EXILADOS 5. CARNEIRO
6. OPOSIÇÃO 7. ÁLVARO 8. TOMÁS 9. DELGADO 10. MUD 11. MULHERES
12. RESULTADOS 13. PIDE 14. HUMBERTO
Na vertical deve ler-se: GENERAL SEM MEDO.
2.1 O autor da caricatura refere-se às eleições presidenciais de 1958.
2.2 Candidataram-se Américo Tomás, apoiado pela ditadura, e Humberto
Delgado, apoiado pela oposição.
2.3 O autor da caricatura era apoiante de Américo Tomás, pois afirma que
o «General Delgado» tinha «peneiras», ou seja, era vaidoso e viu «a vitória
por um óculo», isto é, perdeu as eleições.
3. Durante a ditadura, muitos portugueses lutaram pela liberdade. To-
dos os que defendiam a democracia formavam a oposição. Os exila-
dos não podiam regressar a Portugal para não serem presos. Após a
II Guerra Mundial, países como os EUA e a Grã-Bretanha pressionaram Sa-
lazar para realizar eleições livres. Ainda em 1945, foram convocadas elei-
ções legislativas. A oposição criou o MUD, para concorrer.
Contudo, acabou por desistir das eleições por não ter acesso livre aos jor-
nais e à rádio, como tinham os candidatos da União Nacional, e por não lhe
ser dado tempo suficiente para se organizar.
A União Nacional, mais uma vez, elegeu todos os seus candidatos.
Em 1958 realizaram-se eleições presidenciais. Candidataram-se Humberto
Delgado, com o apoio da oposição, e Américo Tomás, com o apoio dos
que defendiam a ditadura. Milhares de portugueses apoiaram Humberto
Delgado mas Américo Tomás foi declarado vencedor. Parte dos resulta-
dos da votação foi alterada de modo a beneficiar Américo Tomás. Salazar
não voltou a permitir que se realizassem eleições presidenciais com voto
secreto.
Humberto Delgado acabou por ser assassinado pela PIDE.
Ficha 19 Páginas 39 e 40
2.1. Da esquerda para a direita, em cima: 1, 5, 8, 4; em baixo: 6, 3, 2, 7.
2.2. «O senhor» que mais mandava no país era Marcelo Caetano.
2.3. «O povo vivia triste e na miséria» porque a Guerra Colonial continuava,
não havia liberdade e muitas pessoas tinham más condições de vida.
2.4. No dia 25 de abril de 1974, os militares do MFA revoltaram-se e aca-
baram com a ditadura.
2.5. Acabou a Censura e a Polícia Política. Assim, todos passaram a falar
livremente e a defender as suas ideias sem correrem o risco de serem pre-
sos.
4.
25 de abril de 1974
1974
• Guiné
1975
• Angola
• Moçambique
• Cabo Verde
• São Tomé e Principe
Cinco novos países independentes
Descolonização
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
105
5.
Título: O 25 de abril de 1974
Razões do
descon-
tentamento
da população
Quem se
revoltou/quem
apoiou os
revoltosos
O que se
passou no
Largo do
Carmo, em
Lisboa
Forma de
Governo
Primeiras
medidas
tomadas
pelos
militares
Fim da
Guerra
Colonial:
cinco novos
países
• A Guerra
Colonial.
• Dificeis
condições
de vida.
Revoltaram-se
• Os militares
do MFA.
Apoiaram-nos
• Os populares.
• Salgueiro
Maia
obrigou
Marcelo
Caetano,
chefe do
Governo de
ditadura, a
render-se.
Acabou:
• a ditadura.
Começou:
• a
democracia.
• Libertação
dos presos
políticos.
• Fim da
censura e
da polícia
política.
• Guiné,
Angola,
Moçambique,
Cabo Verde e
São Tomé
e Príncipe
Uma conclusão: Os militares do MFA acabaram com a ditadura
passando os portugueses a viver em democracia.
Ficha 20 Páginas 41 e 42
1.
2. 1. Marcelo substitui Salazar na chefia do Governo; 2. 25 de abril de 1974;
3. Libertação dos presos políticos, fim da Censura e da Polícia Política;
4. Fim da Guerra Colonial / Independência das colónias; 5. Eleições para a
Assembleia Constituinte; 6. Aprovação da Constituição da República Por-
tuguesa.
3. 1. ASSEMBLEIA DA REPUBLICA 2. GOVERNO 3. DEPUTADOS 4. LEIS
5. PRIMEIRO-MINISTRO 6. CINCO 7. EXECUTIVA 8. TRIBUNAIS 9. MINIS-
TROS 10. ELEITORES 11. CIDADÃOS 12. LIBERDADE
4.1. a) a Assembleia da República; b) o presidente da República; c) o Go-
verno.
4.2. Os que não cumprissem a lei podiam ser presos.
5.
As Regiões Autonómas da Madeira e dos Açores
Garante a autonomia. A Constituição
Faz as leis destinadas
apenas à Região Autónoma
da Madeira.
Assembleia Regional da Madeira
Faz as leis destinadas apenas
à Região Autónoma
dos Açores.
Assembleia Regional dos Açores
É responsável pela
aplicação das leis elaboradas
pela Assembleia Regional
dos Açores.
Governo Regional dos Açores
É responsável pela aplicação
das leis elaboradas pela
Assembleia Regional
da Madeira.
Governo Regional da Madeira
6. Em 1975, realizaram-se eleições para a Assembleia Constituinte. Os de-
putados eleitos elaboraram a Constituição da República Portuguesa, que
entrou em vigor a 25 de abril de 1976.
Nela são garantidos direitos e liberdades dos cidadãos, como a liberdade
de expressão e de formar partidos políticos; o direito à greve e de voto,
reconhecido a todos os cidadãos maiores de 18 anos. Em 1976, o general
Ramalho Eanes foi eleito presidente da República, nas primeiras eleições
presidenciais realizadas após a liberdade.
O poder central é o poder exercido em todo o país, pelos órgãos do poder
central ou de soberania que são a Assembleia da República, o Governo,
o presidente da República e os Tribunais. O Presidente da República e a
Assembleia da República são eleitos diretamente pelos cidadãos eleito-
res. Os Tribunais são um órgão de soberania não eleito.
Os arquipélagos da Madeira e dos Açores são Regiões Autónomas.
Ficha 21 Páginas 43 e 44
1.
2. Governo: Construção de uma autoestrada; Construção de um hospital;
Câmara Municipal: Construção de esgotos; Construção de uma escola pri-
mária; Junta de Freguesia: Conservação das árvores existentes nas ruas;
Desratização de uma rua.
3. Para além da organização do poder central e das Regiões Autónomas,
a Constituição da República Portuguesa estabelece também a organização
do poder local. Os órgãos do poder local são, nos concelhos, ou municípios,
a Assembleia Municipal e a Assembleia da República, e, nas freguesias, a
Assembleia de Freguesia e a Junta de Freguesia. A Câmara Municipal é
responsável por cumprir o que for aprovado na Assembleia de Freguesia
e a Junta de Freguesia é responsável por cumprir o que for aprovado na
Assembleia de Freguesia. A Câmara Municipal e a Assembleia Municipal
são eleitas pelos cidadãos eleitores do país e a Assembleia de Freguesia é
eleita pelos cidadãos eleitores do Concelho.
Art.o
26.o
: Fim da perseguição
e prisão por razões políticas.
Art.o
45.o
: Realização de
comícios e manifestações.
Art.o
37.o
: Falar e escrever
livremente.
Art.o
48.o
: Participação de todos
os cidadãos nos atos eleitorais.
• Assembleia Municipal
• Discute e aprova
propostas para
resolver problemas
do Concelho.
• Câmara Municipal
• Põe em prática o
que for aprovado
na Assembleia
Municipal.
• Aprova projetos
para habitação.
Elegem
Cidadãos eleitores do
Concelho ou Município
• Assembleia de
Freguesia
• Discute e aprova
propostas para
resolver problemas
de Freguesia.
• Junta de Freguesia
• Executa as
propostas
aprovadas pela
Assembleia de
Freguesia.
• Manutenção de
jardins, cemitérios...
Cidadãos eleitores
da Freguesia
Elegem
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
106
As Câmaras Municipais são responsáveis, por exemplo, pela construção e
conservação das escolas primárias, pela rede de abastecimento de água
e rede de esgotos. As Juntas de Freguesia são responsáveis, por exemplo,
pela limpeza das ruas e dos jardins. Todos nós devemos colaborar com os
órgãos do Poder Local para termos uma vida melhor e mais saudável.
Ficha 22 Páginas 45 e 46
1. V, V, V, F, F, F,
2. BUDAPESTE ; BERLIM ; LISBOA ; BRATISLAVA ; ATENAS ; MADRID ;
VIENA ; PRAGA ; PARIS ; VARSÓVIA ; VILNIUS ; RIGA ; ROMA ; LONDRES ;
ESTOCOLMO ; AMESTERDÃO ; BRUXELAS
3. Bulgária; Chipre; Dinamarca; Estónia; Finlândia; Irlanda; Luxemburgo;
Roménia; Eslovénia; Malta; Croácia.
4. Resolver pacificamente os conflitos internacionais para manter a paz
no mundo.
Desenvolver a cooperação internacional a nível económico, social, cultural
e humanitário.
Promover o respeito pelos Direitos Humanos em todo o mundo.
5.1. A CPLP, Comunidade de Países da Língua Portuguesa, fundada em
1996, é constituída por países que foram colónias portuguesas.
6. Portugal faz parte de várias organizações internacionais, como a NATO,
criada em 1949, a União Europeia desde 1986; a ONU, desde 1955; e a
CPLP, desde 1996. Atualmente, fazem parte da UE vinte e oito países. A
adoção de uma moeda única facilita as trocas de bens e de capitais entre
os dezanove países onde é utilizada. A ONU tem como missão promover
a paz, a cooperação internacional e o respeito pelos Direitos Humanos. A
CPLP promove a cooperação entre os países lusófonas e a divulgação da
língua portuguesa no mundo.
Ficha 23 Páginas 47 e 48
1. 3, 4, 2, 5, 6, 1, 7
3.
A emigração portuguesa
Três principais
destinos na
atualidade
Razões
Consequência da
emigração para a
população absoluta
• Angola
• França
• Suiça
• Falta de emprego.
• Procura de melhores
condições de vida.
• A emigração fez
diminuir a população
absoluta.
4.
A imigração em Portugal
Três principais
países de origem
dos imigrantes
Porque vêm os
imigrantes para
Portugal
Influência dos imigrantes
na população absoluta
• Brasil
• Ucrânia
• Cabo Verde
• À procura de
emprego de melhores
condições de vida
• Os imigrantes
contribuíram para
aumentar a população
absoluta.
5.2. a) diminuir: é o grupo dos jovens. b) aumentar: é o grupo dos idosos.
6.1. Sintra: 1138 hab/km2
; Estremoz: 30,5 hab/km2
.
6.2. 1. Estremoz; 2. Sintra
6.3. Em Portugal a densidade populacional é maior no Litoral pois é lá que
se localizam as áreas atrativas.
7. O maior crescimento da população absoluta portuguesa registou-se en-
tre 1920 e 1960, devido à acentuada descida da taxa de mortalidade.
Na década de 1960 a forte emigração fez diminuir a população absoluta
portuguesa. Atualmente, a população, em Portugal, aumenta muito pouco,
pois a taxa de natalidade mantém-se baixa.
Na atualidade, a emigração portuguesa tem como principal destino Angola.
Muitos portugueses continuam a emigrar, mas Portugal recebe cada vez
mais imigrantes. O principal país de origem dos imigrantes é o Brasil.
Em Portugal, as áreas de maior densidade populacional localizam-se no
Litoral.
Ficha 24 Páginas 49 e 50
1.
Os centros urbanos
Duas maiores
cidades
portuguesas
e suas
localizações
Três cidades
capitais de
distrito, mais
pequenas
e suas
localizações
Onde há
maior
concentração
urbana
Atividades
a que se
dedica a
população
Três vanta-
gens para a
população
Três
desvantagens
para a
população
• Cidades
Lisboa
Porto
• Localizações
no Litoral
• Cidades
Beja
Portalegre
Guarda
• Localizações
no Interior
• No Litoral • Indústria
• Comércio
• Maior oferta
de bens de
consumo
equipamentos
coletivos em
maior número,
habitações
melhor
equipadas
• Insegurança
• Poluição
• Falta de
espaços
verdes
2.
3.
4. EU, ER, EU, EU
1. O povoamento urbano apresenta maior densidade populacional do que
o rural. Este pode ser disperso ou agrupado.
No espaço rural, a vida quotidiana está ligada à natureza, o que se reflete
Povoamento
Urbano
• Elevada densi-
dade populacional
Rural concentrado
• Casas agrupadas
em aldeias ou vilas
• Fraca densidade
populacional
Rural disperso
• Casas espalhadas
pelos campos
• Fraca densidade
populacional
Características da habitação:
casas baixas com 1 só piso,
pintadas de branco.
Região a que pertence:
Alentejo.
Características da habitação:
Construída com xisto, tem
2 pisos.
Região a que pertence:
Norte de Postugal Continental.
1
Características da habitação:
costrução de granito, tem dois
pisos.
Região a que pertence: Norte
de Portugal Continental.
2
3
Características da habitação:
um só piso pintadas de branco
e com açoteias.
Região a que pertence:
Algarve.
4
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
107
nos materiais de construção das habitações. Os centros urbanos estão em
expansão, pois aí a população encontra mais facilmente emprego e os ser-
viços de que necessita.
Ficha 25 Páginas 51 e 52
1.
2. 1. ANANÁS; 2. PENICHE; 3. CENTEIO; 4. ALENTEJO
1. GASES; 2. PETRÓLEO; 3. GEOTÉRMICA; 4. LITORAL
1. SAÚDE; 2. EXTERNO; 3. CATALOGO; 4. UNIÃO EUROPEIA
3.1. Na figura estão representadas a distância-tempo e a distância-custo
entre Lisboa e o Porto.
4.1. Televisão; Rádio; Telefone; Internet
5. O desenvolvimento dos transportes (marítimo, ferroviário, redoviário e
aéreo), e das telecomunicações (internet, telefone, etc.) reduziu as distân-
cias e aumentou o intercâmbio entre áreas distantes. Portugal está, assim,
mais perto da Europa e do mundo.
Ficha 1A Páginas 53 e 54
1.1.
Constituição do Império português no século XVIII
Ásia • Goa • Macau • Damão • Timor • Diu
África
• Litoral de Angola • São Tomé e Príncipe
• Litoral de Moçambique • Guiné • Cabo Verde
América • Brasil
2.1. Chamavam-se bandeirantes porque levavam uma bandeira para que
as pessoas que os acompanhavam os vissem bem e não tivessem dificul-
dade em segui-los.
2.2. Estas pessoas procuravam o que está referido no documento 5 pois
eles iam à procura de ouro e este documento refere-se às remessas de ouro
brasileiro chegadas a Portugal.
3.
Ouro e diamantes • • Agricultura
Açúcar • • Extração mineira
3.1. O produto que trouxe mais lucros ao rei foi o ouro porque, para alem
de ser um metal muito valioso, o rei recebia como imposto o «quinto», ou
seja, a quinta parte do metal extraído.
4.2. Essas pessoas partiam para o Brasil.
4.3. Essas pessoas procuravam encontrar ouro.
5.1. No documento 2. estão representados escravos a ser transportados
num navio negreiro,
5.2. Essas pessoas estão a ser levadas para o Brasil.
5.3. Vão para outro lugar porque vão trabalhar nas minas de ouro e dia-
mantes e na produção de açúcar.
5.4. Estas pessoas foram obrigadas a partir, pois foram aprisionadas e
vendidas como escravos.
5.5. Não estão a ser bem tratados, pois estão num espaço reduzido, des-
pidos e alguns acorrentados.
6. Apesar de Portugal ter perdido vários territórios do seu império, con-
tinuou, no entanto, a manter colónias na Ásia, em África, e na América.
Neste continente, no Brasil, os portugueses plantaram cana de açúcar e
descobriram minas de ouro e diamantes, o que trouxe muitos lucros ao
rei. Foi, principalmente, esta descoberta que provocou grandes movimen-
tações da população: de Portugal, partiram milhares de colonos à procura
de uma vida melhor e missionários para espalhar o Cristianismo; de África,
milhares de escravos para trabalhar nas plantações de açúcar e nas minas
de ouro. Estes eram transportados em muito más condições e forçados a
trabalhos muito violentos.
Ficha 2A Páginas 55 e 56
1.1. a) Com os lucros do comércio do Brasil, D. João V tornou-se um rei
muito poderoso; b) Durante o seu reinado D. João V não convocou as Cor-
tes; c) O poder legislativo consiste em fazer as leis; d) O poder executivo
consiste em mandar executar as leis; e) O poder judicial é o poder de jul-
gar quem não cumpre as leis; f) D. João V concentrou em si todos os po-
deres, por isso foi um rei absoluto.
2.1. a) Mobiliário – O paço real era mobilado luxuosamente e decorado
com painéis de azulejo, tapeçarias e tapetes.
b) Alimentação – Eram feitos grandes banquetes nos quais eram servidos
sete a oito pratos, nos mais simples, a sessenta, nos mais importantes. As
novidades da época eram o café e o chocolate, bem como o rapé (tabaco
moído), que se inalava suavemente no final da refeição.
c) Divertimentos – Na Corte, para além de banquetes e de bailes, onde se
dançava o minuete ou a pavana, também se jogava às cartas, às damas e
aos dados, assistia-se a sessões de poesia e de música, e a representações
teatrais, muitas vezes feitas por artistas estrangeiros, que D. João V contra-
tava. Os espetáculos públicos, como as touradas, no Terreiro do Paço, e a
ida à ópera eram também muito do agrado do rei.
2.2. D. João V pode ter uma Corte tão luxuosa graças às riquezas vindas
do Brasil.
3.1. Doc. 2: Grupo social – Nobreza
Vestuário - Usava trajes muito ricos e enfeitados com ouro e diamantes,
vindos do Brasil. Damas e cavalheiros usavam cabeleiras postiças, a cara
empoada de branco e enfeitada com sinais postiços de cetim preto.
Divertimentos – Imitava a Corte fazendo festas e grandes banquetes, onde
se exibiam riquíssimos serviços de prata ou de louça da melhor qualidade.
Doc. 3: Grupo social – Clero
Atividades – Tinha a seu cargo o serviço religioso (missas, funerais, bati-
zados...), continuava a ser o principal responsável pelo ensino e prestava
assistência aos pobres, orfãos e doentes. Tinha também a seu cargo o Tri-
bunal da Inquisição, o que lhe dava muito poder. Este tribunal, tinha como
objetivo defender a fé católica, perseguindo, entre outros, todos os que a
criticavam ou eram acusados de seguir outras religiões.
Doc. 4: Grupo social – Povo
Atividades – Nas cidades, as pessoas mais pobres eram, por exemplo, tra-
balhadores domésticos, vendedores ambulantes ou carregadores.
Divertimentos – Os seus principais divertimentos eram os espetáculos de
fantoches e saltimbancos, as touradas, as procissões e as romarias.
Doc. 5: Grupo social – Burguesia
Actividades – Eram comerciantes e artesãos.
Divertimentos – Embora não se misturassem com os nobres, tentavam imi-
tar o seu modo de viver. Conviviam em clubes e cafés.
4.1. 1. BIBLIOTECA 2.AZULEJO 3. MÁRMORE 4. MAFRA 5. OURO 6. CUR-
VAS 7. AQUEDUTO
Exemplos de
atividades
• Agricultura
• Pecuária
• Pesca
• Silvicultura
Exemplos de
atividades
• Comércio
• Saúde
• Educação
• Transportes e
comunicações
Exemplos de
atividades
• Construção civil e
obras públicas
• Indústria
• Produção de
energia
Setor
Primário
(atividades de
exploração dos
recursos
materiais)
Setor
Secundário
(atividades que
transformam as
matérias-primas)
Setor
Terciário
(atividades que
representam
serviços de
população)
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
108
4.2. As características são o uso de linhas curvas, o revestimento a talha
dourada, azulejo e mármore.
5. D. João V governou como rei absoluto, pois nunca convocou as Cortes
e concentrou em si os poderes legislativo (fazer as leis), executivo (man-
dar executá-las) e judicial (julgar quem não cumpre as leis). Vivia numa
Corte muito luxuosa e dava grandes festas e banquetes. Os nobres imi-
tavam a vida da Corte, vestindo-se de uma forma muito luxuosa e tendo
divertimentos semelhantes aos do rei. O clero, para além de outras ativida-
des, era responsável pelo Tribunal da Inquisição que julgava todos os que
fossem considerados perigosos para a Igreja Católica e para o rei.
Da burguesia faziam parte os artesãos e os pequenos e grandes comer-
ciantes. O povo continuava a viver com grandes dificuldades.
Ficha 3A Páginas 57 e 58
1.1. a) Neste dia aconteceu um terramoto, seguido de um maremoto; b) O
rei era D. José I
2.1. 1. LARGAS 2. IGUAIS 3. ESGOTOS 4. POMBAL 5. COMERCIO
2.2. A expressão refere-se à Baixa Pombalina, ou seja, à parte de Lisboa
que foi mandada reconstruir pelo marquês de Pombal depois do terramoto
e do maremoto.
3.1. A situação era má pois vivia-se uma crise económica muito grave,
visto que chegava menos ouro do Brasil e a agricultura e a indústria produ-
ziam pouco, Portugal importava quase tudo ao estrangeiro e grande parte
do comércio dos produtos do Império Português era controlado por mer-
cadores estrangeiros, especialmente ingleses.
4.1. Perseguiu a nobreza e apoiou a burguesia. – 3; Criou novas escolas.
– 1; Apoiou as fábricas já existentes e mandou criar novas. – 4; Os co-
merciantes portugueses foram beneficiados. – 2; Expulsou os Jesuítas.
– 3; Reformou a Universidade de Coimbra. – 1.
5. Descoberta de ouro no Brasil.; D. João V torna-se rei de Portugal.; Cons-
trução do palácio e convento de Mafra.; D. José I torna-se rei de Portugal.;
O futuro marquês de Pombal é nomeado ministro; Terramoto de 1755.
6.
Ficha 4A Páginas 59 e 60
1.1.
2.1. O Bloqueio Continental foi a ordem dada por Napoleão aos países
europeus para fecharem os seus portos aos navios ingleses.
2.2. A Grã-Bretanha.
2.3. Portugal hesitou em obedecer às ordens de Napoleão, não só porque
existia uma velha aliança entre Portugal e a Grã-Bretanha, mas também
porque o encerramento dos portos portugueses aos navios ingleses preju-
dicaria a economia portuguesa, visto que o comércio externo português se
fazia principalmente com aquele país.
2.4. Napoleão mandou invadir Portugal.
3.2. a) Junot foi o comandante da 1. a
invasão francesa; b) Junot veio inva-
dir Portugal a mando de Napoleão; c) A família real refugiou-se no Brasil.
3.3. 1807-1808.
3.4. A população não lhe ofereceu resistência; uns porque tinham medo e
queriam evitar a guerra com França; outros porque acreditavam que Junot
lhes trazia justiça e progresso.
3.5. Junot não cumpriu as promessas feitas e, pelo contrario, lançou no-
vos impostos, retirou os bens aos que tinham ido para o Brasil e mandou
os seus soldados roubar objetos de prata e ouro nas igrejas e palácios de
Portugal.
3.6. Os ingleses.
4.1. Doc. 2 General Soult
Comandou a 2.a
invasão francesa.
Entrou em Portugal em 1809.
Ocupou a cidade do Porto.
Derrotado, retirou-se para Espanha.
Doc. 3 General Massena
Comandou a 3. a
invasão francesa.
Entrou em Portugal em 1810
Foi derrotado na batalha do Buçaco.
Foi derrotado nas Linhas de Torres Vedras
5. Alguns reis absolutos, sentindo o seu poder ameaçado com a revolu-
ção francesa, uniram-se e lutaram contra a França. Foram derrotados pelo
general Napoleão Bonaparte. Só a Inglaterra continuou a oferecer resis-
tência. Para prejudicar o seu comércio, Napoleão impôs o Bloqueio Con-
tinental. Portugal, por ter demorado a aderir a esta imposição, sofreu três
invasões. Para garantir a independência do reino, D. João VI retirou-se para
o Brasil. Portugal recebeu ajuda militar da Inglaterra. Derrotados, os Fran-
ceses acabaram por desistir frente às Linhas de Torres Vedras construídas
à volta de Lisboa.
Recons-
trução da
cidade de
Lisboa
• Reformou
a univer-
sidade de
Coimbra
• Criou
escolas
primárias
• Criou
companhias
de
comercio
• Criou
novas
indústrias
e apoiou
as já
existentes
• Expulsou
os Jesuítas
• Perseguiu
a nobreza
Ruas largas
Casas da
mesma altura
Passeios
calcetados
Rede
de esgotos
Económicas
Ensino
Medidas tomadas pelo marquês de Pombal
Depois do
terramoto
Sociais e
políticas
Uma revolução
Pretendiam
Fizeram
Revoltosos
(Burguesia e povo )
Liberdade Separação
de poderes
Igualdade
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
109
Ficha 5A Páginas 61 e 62
1.1. V As invasões francesas deixaram Portugal destruído e saqueado;
F Depois da saída dos Franceses ficaram os Ingleses a governar Portu-
gal; F A família real continuava no Brasil; F Os comerciantes portugueses
ficaram prejudicados com a abertura dos portos brasileiros ao comércio
estrangeiro.
2.1. 1817 – Tentativa descoberta de expulsar os Ingleses de Portugal. As-
sassinato do general Gomes Freire de Andrade e de outros conspiradores.
1818 – Criação do Sinédrio, organização secreta que preparou a Revolu-
ção de 1820.
Agosto de 1820 – Revolta militar, no Porto, contra a Monarquia absoluta e
a presença dos Ingleses em Portugal.
Outubro de 1820 – Os revolucionários do Porto e de Lisboa unem-se –
triunfo da Revolução Liberal.
3.1. 1. ELEIÇOES 2. JOAO 3. CONSTITUINTES 4. DEPUTADOS 5. LEGISLA-
TIVO 6. JUDICIAL 7. EXECUTIVO 8. ABSOLUTA 9. LIBERAL 10. CONSTI-
TUIÇÃO 11.IGUAIS 12. VOTO
4.
4.1. Posso, então, concluir que numa Monarquia absoluta os poderes estão
concentrados no rei e numa Monarquia liberal os poderes estão separados.
5. A abertura dos portos do Brasil ao comércio com outros países, a con-
tinuação de D. João VI no Brasil, a destruição provocada pelas invasões
francesas e o governo de Portugal pelos ingleses provocaram o desconten-
tamento dos portugueses. Em 1820, os militares revoltaram-se e puseram
fim à Monarquia absoluta.
As Cortes Constituintes elaboraram a Constituição de 1822. Os poderes
passaram, então, a estar separados: o poder legislativo pertencia aos de-
putados, nas Cortes; o poder executivo pertencia ao rei e seus ministros; o
poder judicial pertencia aos juízes, nos tribunais.
Ficha 6A Páginas 63 e 64
1.1. a) D. João VI desenvolveu o Brasil, mandando construir estradas, esco-
las, hospitais, teatros e bibliotecas. b) O Rio de Janeiro tornou-se a sede do
Governo. c) A burguesia brasileira aumentou os seus lucros ao come çar a
fazer comércio com outros países. d) As Cortes Constituintes exigiram que
o Brasil voltasse à sua antiga situação de colónia. e) D. Pedro declarou a
independência do Brasil, em 1822.
2.1. Doc. 1 – D. João VI
Pai de D. Pedro e de D. Miguel e casado com D. Carlota Joaquina.
Doc. 2 – D. Carlota Joaquina
Mãe de D. Pedro e D. Miguel.
Casada com o rei D. João VI.
Doc. 3 – D. Pedro
Rei de Portugal e imperador do Brasil.
Doc. 4 – D. M. Glória
Filha de D. Pedro, foi prometida em casamento a seu tio, D. Miguel.
Doc. 5 – D. Miguel
Era o segundo filho de D. João VI e revoltou-se contra seu pai.
3.1. Defensor da Monarquia liberal – D. Pedro IV.
Apoiado pelo clero, pela nobreza e por alguns populares – D. Miguel.
Defensor da Monarquia absoluta – D. Miguel.
Fez-se aclamar rei e dissolveu as Cortes. – D. Miguel.
Os seus apoiantes foram perseguidos. – D. Pedro IV.
4.1 1. Miguel 2. Absolutistas 3. Almoster 4. Porto 5. Evoramonte 6. Libe-
rais
5. Em 1822, D. Pedro declarou a independência do Brasil. Em Portugal,
D. Miguel, com o apoio do clero, da nobreza e de alguns comerciantes
descontentes com a perda do Brasil, tentou pôr fim à Monarquia liberal.
Dissolveu as Cortes e fez-se aclamar rei absoluto, passando a perseguir
os liberais. D. Pedro regressou, então, a Portugal. Nos Açores, organizou
as tropas liberais e daí saiu para ocupar a cidade do Porto. Iniciou-se,
então, uma Guerra Civil que opôs os absolutistas aos liberais. Em 1834,
D. Miguel, derrotado, assinou a Convenção de Evoramonte e partiu para
o exílio.
Ficha 7A Páginas 65 e 66
1.1. a) Em meados do século XIX, a maioria dos portugueses trabalhava na
agricultura.
b) Como grande parte das terras não era cultivada e os conhecimentos e os
instrumentos eram reduzidos e antiquados, a produção era pouca
c) Em relação ao estrangeiro, Portugal comprava mais produtos do que
vendia.
2.1. A utilização dos adubos e a rotação de culturas.
A máquina usada na agricultura.
2.2
Medidas tomadas pelos governos liberais
para desenvolver a agricultura
Aumento das áreas de
cultivo
Novas técnicas /
instrumentos
Culturas
• Foi vendida parte das
terras pertencentes aos
nobres e aos mosteiros.
• Acabou-se com o direito
de morgadio.
• Muitos baldios passaram a
ser cultivados.
• Passou a fazer-se
a alternância de
culturas.
• Utilização de
máquinas agrícolas.
• Introdução dos
adubos químicos.
• Batata
• Arroz
• Milho
• Vinha
Conclusão: A produção aumentou e tornou-se mais variada.
Poderes
Pertencem
Monarquia absoluta
Judicial
Legislativo Executivo
Rei
Poderes
Pertencem
Monarquia liberal
Judicial
Legislativo Executivo
Rei e ministros
Deputados Juízes
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
110
3. Em meados do século XIX, grande parte da população trabalhava na
agricultura, embora muitas terras não fossem cultivadas. Como a produ-
ção era fraca, Portugal tinha de importar muitos produtos de outros países,
gastando muito dinheiro, em grande parte pedido ao estrangeiro.
Os governos liberais da segunda metade do século XIX tomaram várias
medidas para melhorar e aumentar a produção agrícola. Parte das proprie-
dades da nobreza e do clero foram vendidas; acabou o direito de morga-
dio; foram cultivados alguns baldios e diminuiu-se o sistema de pousio.
Fertilizaram-se os terrenos com adubos e desenvolveram-se culturas como
a batata e o arroz. A mecanização da agricultura foi, também, muito im-
portante. Todas estas medidas permitiram aumentar a produção.
Ficha 8A Páginas 67 e 68
1.1
Doc. 1 – Produção artesanal. Doc. 2 – Produção mecanizada
O trabalho é realizado em casa
ou em pequenas oficinas
O trabalho é realizado em
fábricas
Os trabalhadores participam em
todas as fases da produção
Os trabalhadores são
especializados
Poucos trabalhadores Muitos trabalhadores
A produção é pequena e
demorada.
A produção é elevada e feita
em menos tempo
Os produtos são todos
diferentes
Os produtos são todos iguais
O preço dos produtos é mais
caro.
O preço dos produtos é mais
baixo
1.2
Esta localização devia-se ao facto de aquelas zonas serem muito populo-
sas (forneciam não só mão de obra barata, mas também um maior número
de consumidores) e disporem de portos marítimos, que permitiam o abas-
tecimento mais fácil de matérias-primas e o escoamento mais rápido dos
produtos fabricados.
2.1 A encontrar na sopa de letras : túneis, estradas, faróis, comboio, ma-
laposta, barco, telefone, correio.
2.2
Melhoramento dos transportes e comunicações
Vias Construções Transportes
Outros
meios de
comunicação
• Ferroviária
• Rodoviária
• Marítima
• Pontes e
Túneis
• Estradas
• Portos e
Faróis
• Comboio
• Malaposta e
automóvel
• Barco
• Telefone
• Correio
3.1 Por exemplo: Ensino Primário – Aumento do número de escolas; Ensino
liceal – Criação de mais liceus; Ensino Universitário – Criação de novas es-
colas ligadas à Marinha, às Artes, às Técnicas e ao Teatro.
3.2 Diminuiu um pouco, pois em 1878, cerca de 82% da população era
analfabeta e em 1900 era cerca de 78%.
4.1 A abolição da pena de morte para crimes civis e políticos e da escrava-
tura em todos os territórios portugueses.
4.2 Resposta livre.
5.
Até ao século XIX predominou, em Portugal, a produção artesanal. Com
a introdução da máquina a vapor na indústria tudo se alterou. Muitas ofi-
cinas foram substituídas por fábricas onde se produzia muitos produtos
em pouco tempo. As principais indústrias concentravam-se nas zonas de
Lisboa e do Porto.
Na segunda metade do século XIX, os governos iniciaram uma política de
desenvolvimento dos transportes e comunicações, sendo um dos princi-
pais responsáveis o ministro Fontes Pereira de Melo. Construíram-se vias
de comunicação como estradas, pontes e caminhos de ferro. Surgiram no-
vos meios de transporte como o barco a vapor, o comboio e o automóvel.
As informações começaram a circular mais depressa graças ao telefone e
ao correio.
Os governos liberais também tomaram medidas para desenvolver o ensino,
por exemplo, com a construção de mais escolas e para defender os Direitos
Humanos, por exemplo, com o fim da pena de morte.
Ficha 9A Páginas 69 e 70
1.1
Numeramento • Contagem rigorosa da população
Recenseamento • Contagem pouco rigorosa da população.
1.2
Crescimento da população
Até ao século XIX A partir de meados do século XIX
• Guerras e fomes
• Não houve guerras em Portugal
• Melhores condições de higiene nas cidades
• Melhor alimentação
• Desenvolvimento da medicina
2.1
Êxodo rural • Pessoas que abandonam o seu país e vão viver para
outro à procura de uma vida melhor.
Emigração • Pessoas que abandonam os campos e vão viver para
as cidades à procura de uma vida melhor.
3.1 O grupo social foi a burguesia, pois para além de ter aumentado o seu
poder económico, passou também a ter poder político, ocupando cargos
importantes no Governo.
4.1 As principais actividades das pessoas que viviam nos campos eram a
agricultura e a criação de gado.
4.2 Estas pessoas tinham uma vida difícil pois trabalhavam muito, em ter-
ras que não lhes pertenciam e a produção era pouca.
4.3 abundante; doces; carne de vaca
4.4 Doc. 1 – A taberna era o local de encontro dos homens
Doc.2 – O rio, onde as mulheres lavavam a roupa, era um local de convívio.
Doc. 3 – O povo divertia-se com jogos típicos da sua região.
Doc. 4 – O almocreve fazia a ligação entre as diversas regiões levando
produtos e notícias.
Doc. 5 – Durante as festas do santo padroeiro de cada povoação faziam-se
procissões.
5.
A vida no campo no século XIX
Atividades Habitação Alimentação Vestuário Divertimentos
Condições de
vida
• Agricultura
• Criação de
gado
• Variava
conforme
os
mate-riais
existentes
na região
• Sopa
• Pão
• Arroz
• Batata
• Sardinhas
• Simples
• Variava
conforme
a região
e os
trabalhos
• Relacionados
com as festas
religiosas
e com os
trabalhos
agrícolas
• Jogos
típicos
• Bailes
• Procissões
• más
• êxodo rural
• emigração
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
111
Ficha 10A Páginas 71 e 72
1.1 1. CRESCEU. 2. LISBO,A. 3. MÉDICO. 4. BURGUESIA 5. VENDEDORES.
6. OPERÁRIOS
2.1 Das pessoas mais ricas o bife, o puré, o souflé, a omolete e o pudim.
2.2 Doc. 1 – Os grandes jardins, como o Passeio Público, em Lisboa e o
jardim de S. Lázaro, no Porto, eram locais onde se convivia e
se passeava.
Doc. 2 – O povo das cidades gostava de fazer passeios ao campo.
Doc. 3 – Os homens e as mulheres gostavam de praticar desporto ao ar
livre.
Doc. 4 – Os burgueses e os nobres encontravam-se em festas, bailes, cafés
e jantares.
Doc. 5 – No século XIX surgiu o gosto pela praia e pelas termas.
3.1 Por exemplo: «O vestuário das pessoas mais ricas era luxuoso e foi va-
riando conforme a moda que vinha da França ou da Grã-Bretanha.
O vestuário das pessoas mais pobres adaptava-se aos trabalhos que de-
sempenhavam.»
4. Na 2.a
metade do século XIX, Lisboa e Porto eram as maiores cidades
portuguesas. Para estas cidades dirigiam-se muitas pessoas para traba-
lharem principalmente nas fábricas. Também lá viviam muitos burgueses
como comerciantes, industriais e médicos. Os vendedores ambulantes
abasteciam a cidade dos mais variados produtos. A burguesia e a nobreza
faziam uma alimentação variada e conviviam em espetáculos, cafés e fes-
tas. Vestiam-se de acordo com a moda francesa ou inglesa. O povo fazia
uma alimentação mais simples e tinha divertimentos semelhantes aos das
pessoas do campo. O seu vestuário era adaptado ao trabalho que fazia.
Ficha 11A Páginas 73 e 74
1.1 1 – ILUMINAÇÃO 2 – LIXO 3 – ELETRICIDADE 4 – ESGOTOS 5 – PORTO
6 – AMERICANO 7 – CANALIZADA 8 – CALCETADOS 9 – CARRIS 10 –
CHORA 11 – DOENÇAS
2.
Água canalizada Menos assaltos, mais segurança
Iluminação das ruas Deslocações mais fáceis
Transportes colectivos Mais higiene, menos doenças
3.1
Doc. 1 – Bairro operário onde viviam as pessoas mais pobres
Doc. 2 – Casa luxuosa que pertencia às pessoas mais ricas.
4.1 Só trabalhavam os homens; Tinham proteção na doença.
4.2 Por exemplo: «Homens, mulheres e crianças trabalhavam nas fábricas
com horários de trabalho muito longos e recebiam baixos salários. Não
tinham qualquer espécie de proteção na doença ou de assistência contra
acidentes.
A pouco e pouco, os operários começaram a unir-se e a fazer as primeiras
greves para lutarem por melhores condições de trabalho.»
5. Primeiro parágrafo – O carvão, a principal fonte de energia
Segundo parágrafo – A extração mineira
Terceiro parágrafo – As novas povoações
Quarto parágrafo – A poluição
6.
Na 2.a
metade do século XIX as cidades modernizaram-se. A água passou,
em grande parte, a ser canalizada, as ruas passaram a ter iluminação e a
ser calcetadas. Apareceram, também, os primeiros transportes colectivos,
como o chora, o americano e o carro elétrico este no Porto.
As pessoas mais ricas viviam em luxuosas residências, a classe média em
andares e os pobres em bairros miseráveis, chamados ilhas no Porto e pá-
tios em Lisboa, sem esgotos nem higiene. Muitos donos de fábricas man-
daram construir bairros próprios para os trabalhadores, conhecidos como
as vilas operárias
Com o desenvolvimento da indústria, surgiu um novo grupo social – o pro-
letariado. Os operários tinham horários muito longos e salários muito bai-
xos; surgiram, então, as primeiras greves. As máquinas funcionavam com
a utilização de uma nova energia – o vapor. Para aquecer as caldeiras das
máquinas utilizava-se o carvão, que era extraído das minas. A exploração
das minas. Deu, por vezes, lugar ao aparecimento de novas povoações.
Ficha 12A Páginas 75 e 76
1.1
Cerâmica – D
Utilização do ferro e do vidro – A
José Malhoa e Silva Porto – B
Pintura – B
Escultura – C
Paisagens, retratos e cenas da vida quotidiana – B
Arquitetura – A
Rafael Bordalo Pinheiro – D
Soares dos Reis – C
Zé Povinho – D
Construção de estações de caminho de ferro, pontes, fábricas e teatros – A
1.2. O ferro permitia construir grandes espaços e o vidro permitia a entra-
da de luz natural.
1.3 A nobreza.
2.
1. SECULO 2. HERCU LANO 3. JULIO 4. NOTICIAS 5. QUEIROS 6. TEATROS
7. BURGUESIA
3.
A necessidade de construir grandes espaços levou à utilização de novos
materiais como o ferro e o vidro. Na pintura, artistas como José Malhoa e
Columbano Bordalo Pinheiro pintaram cenas da vida quotidiana, retratos
e paisagens.
Na escultura, salientou-se Soares dos Reis e na cerâmica, distinguiu-se Ra-
fael Bordalo Pinheiro que criou a figura do Zé Povinho.
O maior interesse pela cultura e pela leitura, principalmente de pessoas das
cidades, provocou o aparecimento de muitos jornais, escritores, teatros e
salas de espectáculos.
No romance, destacaram-se autores como Júlio Dinis, Eça de Queirós e
Almeida Garrett.
Ficha 13A Páginas 77 e 78
1.1.
O Partido Republicano
Quando
foi criado
O que propunha fazer em relação
ao tipo de Governo
Outras propostas
• 1876 • Substituir a Monarquia pela
República. O país deixaria de ser
governado por um rei, que her-
dava o poder, e passaria a ter um
presidente, eleito por um tempo
determinado.
• Modernizar
Portugal e melhorar
as condições de vida
dos mais pobres.
2.1. a) A Grã-Bretanha, a França e a Alemanha pretendiam ocupar terri-
tórios em África para se apoderarem de riquezas, como cobre, diaman-
tes, ouro, marfim. b) Em 1884-85, realizou-se a Conferência de Berlim,
tendo ficado decidido que os territórios eram de quem os ocupasse efe-
tivamente, não importando quem os tivesse descoberto. c) Esta decisão
prejudicou Portugal que procurou ocupar alguns territórios entre Angola e
Moçambique. O governo português apresentou o Mapa cor-de-rosa, onde
assinalava os territórios a que se achava com direito. d) A Grã-Bretanha,
que também pretendia alguns desses territórios, enviou um ultimato ao
governo português. Portugal acabou por ceder.
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
112
2.3. O senhor que está em primeiro plano, com a arma, representa a
Grã-Bretanha, pois está a disparar o ultimato. O senhor velhote que está
à frente, representa Portugal porque está a receber o ultimato. Quem,
está por trás de Portugal é o rei, que se agarra à coroa com medo de a
perder.
3.1.
O 31 de janeiro de 1891
O que
aconteceu
neste dia
Principal razão do
descontentamento de
muitos portugueses
Duas outras
acusações feitas
à Monarquia
Como
terminou
• Aconteceu
uma revolta
contra a Mo-
narquia, feita
pelos repu-
blicanos, no
Porto
• O rei ter cedido ao
ultimato da
Grã-Bretanha.
• A elevada
dívida do país ao
estrangeiro e a
grande miséria
em que viviam
os mais pobres.
• As
tropas fiéis
à Monarquia
derrotaram
os
revoltosos.
3.3. O nome dado ao acontecimento referido é regícidio.
3.4. a) a cidade onde se deu este acontecimento – Lisboa; b) o rei que foi
morto – D. Carlos. c) o rei que lhe sucedeu. – D. Manuel II.
4.1. 1. OUTUBRO; 2. POPULARES; 3. VITORIOSA; 4. ROTUNDA; 5. MA-
NUEL; 6. SECULOS; 7. INGLATERRA; 8. MONARQUIA
5. No final do século XIX, Portugal enfrentou vários problemas que o rei e
os seus governos tiveram dificuldade em resolver. Um desses problemas foi
a questão do Mapa cor-de-rosa.
Quando Portugal recebeu um ultimato da Grã-Bretanha exigindo a reti-
rada dos Portugueses dos territórios entre Angola e Moçambique, o rei
e o seu governo cederam. O descontentamento em relação à Monarquia
foi aproveitado pelo Partido Republicano que organizou uma revolta no
Porto, em 1891. Nesta revolta participaram, também, militares e populares.
Em 1908, deu-se o regicídio, tendo morrido também o herdeiro do trono
D. Luís Filipe. D. Manuel II foi aclamado rei de Portugal.
Ficha 14A Páginas 79 e 80
1.1. a) os novos símbolos de Portugal – A nova bandeira e o hino nacional.;
b) o outro novo símbolo que não se encontra no documento – A nova
moeda, o escudo, que substituiu o real.
2.1.
Monarquia República
Chefe do Estado Rei Presidente
Duração do cargo Até morrer Eleições
Forma de acesso Hereditário Pelo tempo determi-
nado na Constituição
2.2.
Poderes Órgãos de poder Atribuições
Legislativo • • Tribunais • • Escolhe e pode
demitir o presidente
da República
Executivo • • Congresso • • Julgam quem não
cumpre as leis
Judicial • • Presidente •
da República
• Manda executar as
leis
• Governo • • Escolhe o Governo
• Faz as leis
• Fiscaliza a ação do
Governo
2.3. O Congresso era o órgão com mais poder, pois era ele que elegia e
podia demitir o presidente da República.
3.1. Para combater o analfabetismo e melhorar a educação dos Portugue-
ses, os governos republicanos tomaram várias medidas na educação, como
a construção de escolas primárias, um novo liceu e a criação das universi-
dades de Lisboa e do Porto.
3.2. – há mais escolas: 1925; – há menos analfabetos: 1930
3.3. A construção de mais escolas primárias contribuiu para a diminuição
do analfabetismo.
4. Os sindicatos organizaram greves para pressionarem o Governo e os
patrões a cederem às suas reivindicações.
As greves foram em elevado número após a implantação da República,
porque os trabalhadores consideravam que os republicanos deviam cum-
prir as promessas feitas.
O direito à greve; o direito a oito horas de trabalho diário e a um dia de
descanso semanal; a criação de um seguro obrigatório para doença, ve-
lhice e acidentes de trabalho.
5. Com a revolução de 5 de Outubro de 1910, Portugal passou a ter uma
República. O governo provisório, presidido por Teófilo Braga, preparou as
eleições para a Assembleia Constituinte, que tinha como principal função
elaborar a Constituição. Com a aprovação da Constituição, o poder legisla-
tivo passou a ser exercido pelo Congresso ou Parlamento, o poder execu-
tivo pelo presidente da República e seus ministros e o poder judicial pelos
juízes nos tribunais. Entre as várias medidas tomadas por este governo, sa-
lientam-se a adopção de uma nova bandeira, de uma nova moeda e de um
hino nacional, chamado A Portuguesa. Os governos da I República fizeram
várias reformas no ensino como a criação de novas escolas primárias, um
novo liceu e as universidades de Lisboa e Porto. Tomaram também várias
medidas favoráveis aos trabalhadores como o direito à greve, a um dia de
descanso semanal, a oito horas de trabalho diário e também a criação de
um seguro para acidentes de trabalho e velhice.
Ficha 15A Páginas 81 e 82
1.1.
A. B.
Principal razão que •
conduziu à guerra
• Grã-Bretanha e Alemanha
Dois países que •
se enfrentaram
• Disputa pelos territórios
africanos
O que levou •
a Alemanha a declarar
guerra a Portugal
• A pedido da Grã-Bretanha,
Portugal aprisionou os
navios alemães que
estavam refugiados nos
portos portugueses
Territórios portugueses •
que os alemães cobiçavam
• Grã-Bretanha, França e os
seus aliados
País europeu onde •
lutou o exército português
• França
Vencedores da guerra • • Angola e Moçambique
2.1.
Crise da
I República
Políticas
• Mudanças cons-
tantes
de Governo.
Económicas
• As despesas do Estado eram
superiores às receitas.
Sociais
• Greves e revoltas.
• Atentados à bomba.
• Aumento dos
preços, que não
era acompanhado
pelo aumento dos
salários.
• Grande número de portugueses dese-
java um Governo forte, que trouxesse a
paz e a estabilidade governativa ao país.
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
113
3. 1. Ultimato; 2. Regicídio; 3. Revolução de 5 de Outubro; 4. Aprovação da
Constituição Republicana; 5. Entrada de Portugal na 1.a
Guerra; 6. Final da
I Guerra Mundial
3.1. Os motivos do descontentamento da população eram as constantes
greves que faziam com que nada funcionasse, os alimentos estarem cada
vez mais caros, os governos estarem sempre a mudar e Portugal ter en-
trado na I Guerra Mundial.
4. Na I Guerra Mundial defrontaram-se dois grupos de países. Um foi lide-
rado pela Grã-Bretanha e pela França e o outro pela Alemanha . Uma das
razões que levou à guerra foi a disputa entre os países europeus pela ocu-
pação de territórios em África. Quando o governo português, a pedido da
Grã-Bretanha, aprisionou os navios alemães que estavam refugiados nos
portos portugueses, a Alemanha declarou guerra a Portugal. O exército
português foi combater para França. A guerra terminou com a vitória do
grupo de países liderado pela Grã-Bretanha e pela França. A participação
de Portugal na guerra contribuiu para agravar os problemas que afetavam
o país. Os preços dos produtos subiram muito não acompanhando os sa-
lários essa subida; as despesas do Estado continuavam a ser superiores às
receitas; para pagar os empréstimos de dinheiro pedidos aos outros países,
o governo português tinha de aumentar alguns impostos. As greves, as
revoltas e os atentados à bomba eram frequentes. Os governos republica-
nos sentiam grandes dificuldades para resolver estes problemas porque os
Governos estavam sempre a mudar.
Ficha 16A Páginas 83 e 84
1.1. Durante a I República, a instabilidade política, a subida dos preços dos
produtos alimentares, o aumento da dívida externa, o elevado número de
greves todos eles agravados pela entrada de Portugal na 1.a
Guerra Mundial
provocaram o descontentamento de grande parte da população.
2. No dia 28 de maio de 1926, o general Gomes da Costa revoltou-se e,
com o seu exército, marchou da cidade de Braga para Lisboa. O então Pre-
sidente da República, Bernardino Machado, entregou o poder aos militares
revoltosos. Terminava, assim, a I República.
3.1.
A I República A Ditadura
• Iniciou-se a 5 de outubro de 1910
e terminou em 1926
• O Governo era escolhido pelo
presidente da República
• As mudanças de Governo eram
frequentes.
• Foi concedido o direito à greve
• Os deputados ao Parlamento
eram eleitos pelos cidadãos.
• O valor das despesas do Estado era
muito superior ao valor das receitas
• Iniciou-se a 28 de maio de 1926
• O Governo era escolhido pelos
militares.
• As mudanças de Governo eram
frequentes
• Foi proibido o direito à greve
• O Parlamento foi encerrado
• O valor dos despesas do Estado
era muito superior ao valor das
receitas.
Conclusão: Da I República para a Ditadura foram retirados alguns di-
reitos, como o direito à greve, e a instabilidade política e os problemas
financeiros continuaram.
4.1.
Salazar
1.o
cargo que
exerceu
no Governo
Como conseguiu
reorganizar
as finanças públicas
Cargo para o
qual foi
nomeado em 1932
Ministro
das Finanças.
• Aumentou os impostos, para
aumentar as receitas;
• Reduziu os gastos, sobretudo
com a saúde, a educação e os
salários
dos funcionários públicos, para
diminuir as despesas.
Presidente
do Conselho
de Ministros.
5.1.
A. B.
De acordo com a Constitui- •
ção, elegiam os deputados
e o presidente da República.
• Cidadãos eleitores.
A pouco e pouco foi contro- •
lando os poderes do
presidente da República
• Constituição de 1933.
Governou em ditadura • • Salazar.
Praticamente só aprovava •
as leis elaboradas de acordo
com a vontade de Salazar
• Assembleia Nacional.
Estavam dependentes •
de leis especiais que muitas
vezes não respeitavam a
Constituição.
• Liberdades dos cidadãos.
6. Em 28 de Maio de 1926, o general Gomes da Costa revoltou-se em
Braga e dirigiu-se para Lisboa. O presidente da República, Bernardino
Machado, demitiu-se terminando, assim, a I República. Teve, então, início
a Ditadura militar. O Parlamento foi encerrado, os governos e os chefes
de Estado passaram a ser escolhidos pelos militares, foram proibidas as
greves e foi instaurada a censura aos jornais. Em 1928, o general Óscar Car-
mona convidou Salazar para ministro das Finanças. Este conseguiu reorga-
nizar as finanças públicas e, em 1932, foi nomeado Presidente do Conselho
de Ministros. Em 1933, foi aprovada uma nova Constituição. O presidente
da República e os deputados da Assembleia Nacional eram eleitos pelos
cidadãos eleitores. Apesar de a Constituição garantir as liberdades dos
cidadãos, nem todas foram respeitadas. A pouco e pouco, Salazar foi con-
trolando os poderes do presidente da República, governando, assim, em
ditadura.
Ficha 17A Páginas 85 e 86
1.1. 1. Estádio Nacional (Lisboa) – Desporto; 2. Hospital de S. João (Porto) –
Saúde; 3. Antiga ponte Salazar sobre o Tejo – Comunicações; 4. Barragem
de Castelo de Bode – Produção de energia; 5. Instituto Superior Técnico
(Lisboa) – Ensino
1.2. A política financeira seguida por Salazar permitiu que o país fosse
acumulando algum dinheiro. Também o facto de Portugal não ter partici-
pado na II Guerra Mundial e ter vendido alguns produtos aos países em
guerra, contribuiu para aumentar as receitas.
2.1. 1. Organização política apoiante de Salazar – Doc. 8; 2. Organiza-
ção juvenil que desenvolvia o culto do chefe e o espírito militar. – Doc. 9;
3. Evitava críticas ao Estado Novo «cortando» o que não deveria ser di-
vulgado.– Doc. 7; 4. Polícia que prendia e torturava os que se atreviam a
criticar a política de Salazar.– Doc. 6
2.2. Proibiu o direito à greve, passando os sindicatos a ser controlados
pelo Governo; criou a Legião Portuguesa, organização armada criada para
defender o Estado Novo e combater o comunismo.
3. Salazar mandou construir muitas obras públicas, como estradas e pon-
tes, melhorou os portos, alargando docas e cais, barragens para produzir
eletricidade e irrigar os campos, bairros para trabalhadores, escolas e hos-
pitais.
Como Salazar considerava que os partidos políticos, os sindicatos e a
liberdade de expressão tinham sido responsáveis pelos problemas que
afetaram a I República, tomou várias medidas: proibiu a existência de
partidos políticos, com exceção da União Nacional, os trabalhadores
deixaram de poder fazer greve, reorganizou a comissão de censura para
controlar os jornais, os filmes, teatro e outros espetáculos e criou a PIDE,
polícia política que perseguia, prendia e torturava os que criticassem Sa-
lazar.
Quer a Mocidade Portuguesa, organização juvenil, quer a Legião Portu-
guesa, organização militar, também apoiavam a ditadura salazarista.
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
114
Ficha 18A Páginas 87 e 88
1.1. a) Todos os que se opunham à ditadura salazarista formavam a opo-
sição. – V;
b) Os exilados políticos podiam voltar a Portugal sem ser presos. – F.
Os exilados políticos não podiam voltar a Portugal pois eram presos;
c) A Alemanha e a Itália pressionaram Salazar para realizar eleições livres. – F.
Os Estados Unidos da América, a França e a Grã-Bretanha pressionaram
Salazar para realizar eleições livres;
d) Em 1945, Salazar dissolveu a Assembleia Nacional e convocou eleições
presidenciais. – F. Em 1945, Salazar dissolveu a Assembleia Nacional e
convocou eleições legislativas.;
e) A oposição criou o MUD para concorrer às eleições. – V;
f) A União Nacional retirou as candidaturas e o MUD elegeu todos os seus
deputados. – F. O MUD retirou as candidaturas e a União Nacional elegeu
todos os seus deputados.
2.1. Doc.1 Humberto Delgado era apoiado pelo MUD e perdeu oficialmente
as eleições.; Doc.2 Américo Tomás era apoiado pela União Nacional e foi
declarado vencedor.
3.1.
A Guerra Colonial
Razão que
levou
à guerra
Onde
surgiu
o 1.o
conflito
Colónias
africanas
que se
revoltaram
Tempo que
durou
a guerra
Duas
consequências
Salazar
recusou
reconhecer o
direito à in-
dependência
das colónias
Portuguesas.
Angola, • Angola
em 1961.
• Guiné
em 1963.
•Moçam-
bique
em 1964.
13 anos. Morreram ou
foram feridos
milhares de
militares
portugueses e
gastaram-se
enormes
quantias de
dinheiro.
4. 1. Revolta militar do general Gomes da Costa 2. Salazar é convidado
para ministro das Finanças 3.Salazar é nomeado presidente do Conselho
de Ministros 4. Aprovação da Constituição do Estado Novo 5. Humberto
Delgado candidata-se às eleições presidenciais 6 - Início da Guerra Colonial
5. Todos os que eram contra a ditadura salazarista formavam a oposição.
Os exilados políticos viviam no estrangeiro e não podiam voltar a Portugal
para não serem presos. Quando terminou a II Guerra Mundial, alguns países
pressionaram Salazar para realizar eleições livres. Em 1945, Salazar dissol-
veu a assembleia nacional e marcou eleições legislativas. Para participar
nas eleições a oposição criou o MUD. Porém, o governo de Salazar não
permitiu que a oposição fizesse campanha livremente e fiscalizasse a con-
tagem dos votos. O Mud retirou as candidaturas e a União Nacional elegeu
todos os deputados.
Em 1958, realizaram-se eleições presidenciais. Humberto Delgado foi o
candidato apoiado pela oposição, enquanto Américo Tomás foi apoiado
pela União Nacional. Apesar do grande apoio popular que Humberto Del-
gado conseguiu, Américo Tomás foi declarado vencedor. Muitos resultados
das votações foram alterados a favor de Américo Tomás. Em 1965 Hum-
berto Delgado foi assassinado pela PIDE .
Ficha 19A Páginas 89 e 90
1.1. Doc. 1 Marcelo Caetano – Substituiu Salazar como presidente do Con-
selho de Ministros.
Doc. 2 General António Spínola – Marcelo Caetano rendeu-se a este general.
Doc. 3 Capitão Salgueiro Maia – Cercou o quartel da GNR e exigiu a rendi-
ção de Marcelo Caetano.
Doc. 4 No dia 25 de Abril de 1974, os militares revoltaram-se e puseram fim
à ditadura.
Doc. 5 Para o êxito dos militares foi muito importante o apoio dos populares.
2.1.
3.1. ANGOLA, MOÇAMBIQUE, GUINÉ, CABO VERDE, S. TOMÉ E PRÍNCIPE
4.1. a) Os dois territórios foram Macau e Timor; b) Macau passou a perten-
cer à China em Dezembro de 1999 e Timor-Leste tornou-se independente
em 2002.
5. Quando Marcelo Caetano substituiu Salazar como presidente do Con-
selho de Ministros muitos portugueses continuaram descontentes. A DGS
(polícia política) manteve-se e a Guerra Colonial continuou. No dia 25 de
abril de 1974, o Movimento das Forças Armadas pôs fim à ditadura. Para
o êxito dos militares foi muito importante o apoio dos populares. O 25 de
abril de 1974 permitiu a extinção da DGS e da censura, a libertação dos pre-
sos políticos, o lançamento de uma política para pôr fim à Guerra Colonial
e o regresso dos exilados. Com a descolonização portuguesa surgiram
em África cinco novos países: Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde e
São Tomé e Príncipe. Macau e Timor-Leste foram as únicas colónias que con-
tinuaram sob administração de Portugal. Macau passou a pertencer à China
em Dezembro de 1999 e Timor-Leste tornou-se independente em 2002.
Ficha 20A Páginas 91 e 92
1.1. 1. IGUALDADE; 2. GREVE; 3. MULHERES; 4. VOTO; 5. CONSTITUIÇÃO;
6. TORTURA; 7. EXPRESSÃO; 8. SECRETO; 9. REUNIÃO; 10. UNIVERSAL
1.2. Democracia é uma forma de governo em que os cidadãos têm todos
os mesmos direitos como, por exemplo, votar para eleger os seus gover-
nantes. Também têm liberdade de decisão e expressão.
2.1. Nomeia o primeiro-Ministro • • Juiz
Escolhe os ministros e os secretários • • Presidente da República
de Estado.
Julga quem não cumpre a lei • • Primeiro-Ministro
2.2. O poder central é o poder exercido pelos órgãos de soberania em
todo o território.
3.1. 1. Ultimato; 2. Regícidio; 3. Revolução de 5 de outubro, 4. Aprovação
da Constituição Republicana; 5. Entrada de Portugal na Guerra; 6. Final da
I Guerra Mundial.
4. Em 25 de abril de 1975, realizaram-se eleições livres para a Assembleia
Constituinte. Os deputados elaboraram uma nova Constituição que garantiu
aos Portugueses o direito de voto, de expressão, de reunião e a igualdade
perante a lei. Voltou, também, a garantir o direito à greve. A democracia foi,
assim, restabelecida em Portugal. A Constituição de 1976 estabeleceu tam-
bém regras de funcionamento do poder central e do poder local. O poder
central é exercido pelos órgãos de soberania em todo o território. Os órgãos
de soberania são a Assembleia da República que faz as leis, o Governo, res-
ponsável pela sua execução, o presidente da República que aprova e manda
publicar as leis e os Tribunais que julgam quem não as cumpre.
Ficha 21A Páginas 93 e 94
1.1. Poder local é o poder exercido pelos orgãos do poder local nos conce-
lhos e freguesias.
1.2. Os orgãos do poder local são a Câmara Municipal, a Assembleia Muni-
cipal, a Junta de Freguesia e a Assembleia de Freguesia.
Programa do MFA
• Fim da
Censura
• Libertação dos
Presos
políticos
• Dissolução da
Assembleia
Nacional
• Extinção da
PIDE/DGS
• Início de uma
política que levasse
à paz nas colónias
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
115
2.
Doc. 1 Órgão de Poder Central
Doc. 2 Órgão de Poder de Região Autónoma
Doc. 3 Órgão de Poder Local
3.
A. B.
Construção de esgotos • • Governo
Construção de uma escola primária •
Construção de uma autoestrada • • Câmara Municipal
Conservação de um jardim •
Construção de um hospital •
Tapar os buracos de uma rua • • Junta de Freguesia
4.
Órgãos de poder central Órgãos de poder local
• Presidente da República
• Assembleia da República
• Governo
• Tribunais
• Câmara Municipal
• Assembleia de Freguesia
• Assembleia Municipal
• Junta de Freguesia
5. A Constituição de 1976 garantiu os direitos e deveres dos cidadãos e
define como funcionam os órgãos de soberania, ou seja, o presidente da
República, a Assembleia da República, o Governo e os Tribunais. Como es-
tes órgãos exercem o seu poder em todo o território nacional, constituem o
poder central. A Constituição define, igualmente, a existência das regiões
autónomas da Madeira e dos Açores e como funcionam os órgãos do Po-
der local, ou seja, a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia, a Assembleia
de Freguesia e a Assembleia Municipal.
As Câmaras Municipais são responsáveis, por exemplo, pela construção e
conservação de escolas primárias, pela rede de abastecimento de águas
e rede de esgotos. As Juntas de Freguesia são responsáveis, por exemplo,
pela limpeza das ruas e dos jardins. A Câmara Municipal e a Assembleia
Municipal são eleitas pelos cidadãos eleitores do concelho e a Assembleia
de Freguesia é eleita pelos cidadãos eleitores da freguesia.
Ficha 22A Páginas 95 e 96
11.1. A União Europeia (UE) foi fundada por um grupo de seis países, em
1957. Foi-se, posteriormente, alargando com a adesão de outros países.
Portugal aderiu em 1986. O último país que aderiu à UE foi a Croácia.
Atualmente, fazem parte da UE vinte e oito países, dos quais dezanove
decidiram adotar uma moeda única – o euro.
2. ROMA; PARIS; BRUXELAS, AMESTERDAO, BERLIM, LUXEMBURGO, LIS-
BOA, MADRID.
3.1. Azul – União Europeia; Vermelho – CPLP
3.2. a) • livre circulação de pessoas e mercadorias e a criação de uma
moeda única — o euro; • criação de políticas económicas comuns; • ajuda
aos países em dificuldades, como, por exemplo, subsídios e apoios técnicos
para se modernizarem.; • programas de intercâmbio de estudantes (Eras-
mus e Sócrates); • defesa da liberdade.
b) Reforçar a cooperação entre os países onde se fala português.
c) Unir as forças armadas dos países-membros e defendê-los de possíveis
ataques externos.
4.1 A ONU, que procura resolver pacificamente os conflitos internacionais,
de forma a manter a paz no mundo; desenvolver a cooperação internacio-
nal a nível económico, social, cultural e humanitário; promover o respeito
pelos Direitos Humanos.
5. Portugal faz parte de várias organizações internacionais, como a NATO,
desde 1949, a Organização das Nações Unidas, desde 1955, a União Eu-
ropeia, desde 1986 e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
(CPLP) desde 1996. Atualmente, fazem parte da UE vinte e oito países.
A adoção de uma moeda única, facilita as trocas de bens e capitais entre
os dezanove países onde ela circula. A ONU tem como missão promover
a paz, a cooperação internacional e o respeito pelos Direitos Humanos.
A CPLP promove a cooperação entre os países lusófonos e a divulgação da
língua portuguesa no mundo.
Ficha 23A Páginas 97 e 99
1.1.
2.1. V. Entre 1960 e 1970, a emigração portuguesa registou valores elevados.
F. O principal destino dos emigrantes portugueses, actualmente, é o Brasil.
O principal destino dos emigrantes portugueses, actualmente, é Angola.
V. Nas últimas décadas tem-se verificado um crescimento acentuado da
emigração.
F. Portugal é um país pouco atractivo para a população de outros países.
Portugal é um país atractivo para a população de outros países.
V. A grande maioria dos imigrantes vem do Brasil, dos Países Africanos de
Língua Oficial Portuguesa (PALOP), e de países europeus, sobretudo da
União Europeia e da Europa de Leste.
3.1. Existem mais mulheres pois o lado das mulheres no gráfico tem maior
quantidade de população.
3.2. Está a envelhecer porque houve uma diminuição do grupo dos jovens
e um aumento do grupo dos idosos. Assim, a população portuguesa tem
vindo a envelhecer, pois a esperança de vida tem vindo a aumentar.
4.1. É Aveiro pois tem maior densidade populacional.
4.2. Não, Faro tem uma maior densidade populacional.
4.3 Localizam-se no Litoral, onde se encontram as grandes cidades.
4.4. A população é atraída pelas regiões que oferecem melhores condições
de vida e maior oferta de emprego (regiões atrativas), abandonando as que
não oferecem essas condições, ou seja, as do Interior (regiões repulsivas).
5. A população portuguesa aumentou ao longo do século XX.
Na década de 60, a forte emigração fez diminuir a população absoluta por-
tuguesa. Atualmente, a população absoluta, em Portugal, aumenta muito
pouco, pois a taxa de natalidade mantém-se baixa.
A emigração portuguesa teve como principal destino, na última década, An-
gola. Muitos portugueses continuam a emigrar, mas Portugal recebe cada
vez mais imigrantes, cujo principal país de origem é o Brasil.
Em Portugal, as áreas de maior densidade populacional localizam-se no Litoral.
Ficha 24A Páginas 99 e 100
1.1.
Causas da diminuição
da mortalidade
Causas da diminuição
da natalidade
• A melhoria da alimentação;
• Melhores serviços de saúde
e novos medicamentos;
• A melhoria da habitação, da
higiene e do conforto.
• O facto de grande parte da
população viver no espaço ur-
bano, onde a habitação é mais
cara e menos espaçosa;
• O aumento do número de
mulheres que trabalham fora
de casa, que obriga a despesas
com amas e infantários;
• O desenvolvimento de
métodos contracetivos, que
permitem decidir o número de
filhos que se quer ter.
Povoamento
urbano
Região onde
predomina
Povoamento
rural
Região onde
predomina
• Características:
• Grande
concentração
de habitações,
geralmente em
prédios com
vários pisos.
• Elevada
densidade
populacional.
• Nas cidades • Tipo:
Concentrado
• Características:
pequenos
conjuntos
populacionais:
aldeias ou vilas.
• Baixa densidade
populacional.
Exemplo:
Predomina em
todo o Interior
do país.
• Tipo:
Disperso.
• Características:
• Casas
espalhadas pelos
campos.
• Baixa densidade
populacional.
Exemplo
No Noroeste de
Portugal
Continental, em
algumas planícies
do Interior, no
Litoral Alentejano
e na parte
ocidental da serra
Algarvia.
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
116
2.1 a) São construídas com os materiais existentes em cada região e de
acordo com o clima. b) Embora mantendo a arquitetura tradicional das ca-
sas, têm sido permitidas adaptações para melhorar o conforto.
3.1. a) A construção é constituída por edifícios de vários pisos, por vezes
com dezenas de metros de altura, permitindo uma elevada densidade popu-
lacional. b) No território continental, existe uma forte concentração urbana
no Litoral entre Setúbal e Viana do Castelo.
3.3. Nos centros urbanos existe não só uma maior oferta de emprego como
o acesso a serviços de saúde, educação, lazer, etc. é bastante mais fácil do
que no espaço rural.
4.1.
Vida nos espaços rurais Vida nos centros urbanos
Vantagens Desvantagens Vantagens Desvantagens
• Maior ligação
à Natureza no
trabalho e na
habitação.
• Menor
poluição.
• Maior
segurança.
• Dificuldade
em arranjar
emprego
• Maior
dificuldade no
acesso à saúde
e educação.
• Menor oferta
de bens de
consumo.
• Maior
facilidade
em arranjar
emprego.
• Acesso mais
fácil à saúde e
educação.
• Grande
oferta de bens
de consumo.
• Poluição
atmosférica e
sonora.
• Produção
de grande
quantidade de
resíduos — lixo.
• Insegurança.
5. Ecopontos para recolha seletiva do lixo, de modo que os resíduos reci-
cláveis possam ser reaproveitados; aterros sanitários, onde são armazena-
dos os resíduos sólidos (lixo); estações de tratamentos de águas residuais
(ETAR), que purificam as águas dos esgotos antes de serem lançadas nos
cursos de água; • incineradoras que queimam os resíduos urbanos e indus-
triais e podem produzir energia elétrica.
6. O povoamento urbano apresenta maior densidade populacional do que o
rural. Este pode ser disperso quando as casas se encontram dispersas pelos
campos, ou agrupado, quando as casas se agrupam em aldeias ou vilas. No
espaço rural, a vida quotidiana está mais ligada à Natureza, o que se reflecte
nos materiais de construção das habitações. Os centros urbanos estão em
expansão pois neles a população encontra mais facilmente emprego e me-
lhores condições de vida. As cidades, no entanto, apresentam graves proble-
mas como o tráfego intenso, a existência de bairros pobres, a insegurança,
a falta de espaços verdes e a poluição do ambiente. Para defender o am-
biente, os governos têm-se preocupado com a construção de ecopontos,
para recolha selectiva do lixo, de aterros sanitários, onde são armazenados
os resíduos sólidos, de estações de tratamentos de águas residuais que lim-
pam as águas dos esgotos e de incineradoras que queimam os resíduos e
podem produzir energia eléctrica.
Ficha 25A Páginas 101 a 104
1.1. Doc. 1 População ativa; Doc. 2 População não ativa; Doc. 3 População
não ativa; Doc. 4 População ativa
1.2. Nas figuras 1 e 4 estão representadas atividades em que os trabalhado-
res exercem uma atividade e são pagos por isso. Nas restantes figuras, estão
representadas atividades que não são pagas.
2.1.
Profissões Atividades Setores
de atividades
Médico •
Professor •
Comerciante •
Operário •
Pescador •
Agricultor •
Mineiro •
Bancário •
• Agricultura •
• Comércio •
• Indústria •
• Extração mineira •
• Serviços •
• Pecuária •
• Pesca •
• PRIMÁRIO
• SECUNDÁRIO
• TERCIÁRIO
2.2. É o setor terciário que ocupa a maioria da população.
3.1. a) O uso de estufas e de novos processos de adubação e rega; b) O
recurso a instalações próprias em que os animais são alimentados a ração e
criados em boas condições de humidade e temperatura,
4.1. A redução da quantidade de pescado é um dos problemas que poderia
ser evitado com a definição de quotas de pesca — quantidade máxima de
pesca permitida e a publicação de leis que controlem o tamanho das espé-
cies que podem ser capturadas e desembarcadas.
5.1. A atividade mais importante é a indústria transformadora.
5.2. É nas regiões do Litoral que se localiza a maior parte das indústrias
transformadoras, principalmente na Grande Lisboa e no Grande Porto de-
vido, principalmente, à disponibilidade de mão de obra, tanto pouco qua-
lificada como especializada, e à acessibilidade aos mercados nacional e
internacional.
6.1. a) Energia eólica, hidroelétrica e fotovoltaica; b) A poluição e a destrui-
ção dos espaços naturais.
7.1. a) É uma actividade não produtiva porque não produz bens materiais.;
b) Importação é a compra de produtos a outros países e exportação é a
venda de produtos a outros países.
8.1. Na saúde, o aumento do número de médicos e de hospitais; na educa-
ção, o melhor equipamento das escolas.
8.2. O mundo está cada vez «mais perto de nós» porque mais rapidamente nos
deslocamos para qualquer parte do mundo e mais rapidamente comunicamos
com outras pessoas, graças aos novos meios de transporte e de comunicação.
9.1. a) O turismo permite a entrada de dinheiro estrangeiro, o desenvolvimento
de muitas regiões e o aumento do emprego; b) Preservar o equilíbrio da Na-
tureza, recuperar a paisagem e preservar os animais e as plantas aí existentes.
10. A distribuição da população ativa pelos três setores de atividade foi-se
alterando ao longo do século XX. O setor primário foi o que perdeu maior
número de trabalhadores e o setor terciário foi o que mais cresceu. Em todas
as atividades do setor primário se tem verificado uma modernização como,
por exemplo, o recurso a estufas e a novos processos de rega na agricultura
e o uso de instalações próprias para o gado na pecuária. A diminuição das
espécies pescadas tem levado a medidas como a definição das quotas de
pesca ou a proibição de pescar peixes muito pequenos. Também no sector
secundário, não só a indústria tem vindo a ser modernizada como se tem
tentado diminuir a poluição ambiental por ela causada.
Ao sector terciário pertencem actividades como o comércio, a saúde, a edu-
cação, os transportes, o turismo e as comunicações. A modernização e de-
senvolvimento dos transportes e comunicações permitiu aproximar Portugal
da Europa e do Mundo.
SOLUÇÕESFICHASDIFERENCIADAS
117
Ficha 1 Páginas 4 e 5
1.1.
Territórios do Império Português
no século XVIII
África
Cabo Verde
São Tomé e Príncipe
Angola
Moçambique
América Brasil
Ásia
Goa
Damão
Diu
Macau
Timor
2.1. O território representado no mapa é o Brasil.
2.2. a) As setas indicam o percurso seguido pelos bandeirantes.
b) A cor amarela indica as regiões onde foram encontradas minas.
2.3. Sim, os bandeirantes conseguiram encontrar ouro, pois o gráfico mos-
tra o ouro vindo do Brasil para Portugal.
2.4. Os portugueses também trouxeram açúcar do Brasil.
3.1.
Movimentos de pessoas provocados pelo açúcar
e pelo ouro do Brasil
De Portugal
Partiram colonos para o Brasil
De África
Partiram escravos para o Brasil
Dentro do Brasil
Partiram colonos e missionários
para procurarem ouro, os colonos, e converter os índios ao
cristianismo e protegê-los dos bandeirantes, os missionários.
4. Nos séculos XVII e XVIII, Portugal perdeu alguns territórios do seu impé-
rio. Os portugueses procuraram, então, encontrar produtos no Brasil que
lhes pudessem dar lucros. Produziu-se açúcar e os bandeirantes descobri-
ram minas de ouro e pedras preciosas. De Portugal, partiram para o Brasil
muitos colonos à procura de uma vida melhor; de África, foram milhares
de escravos para trabalharem principalmente na produção de açucar e nas
minas; do Litoral para o Interior do Brasil, partiram bandeirantes à procura
de ouro e de índios para trabalharem como escravos. Também os missio-
nários foram para o Interior para converterem os índios ao cristianismo e
protegerem-nos dos colonos.
Ficha 2 Páginas 6 e 7
1.1. A forma de governo de D. João V foi a Monarquia absoluta.
1.2. D. João V não convocou Cortes porque decidia tudo sozinho.
1.3. É um rei que tem todos os poderes.
1.4. A riqueza de D. João V vinha do Brasil.
2.1.
A vida da nobreza
Vestuário Habitação Alimentação Divertimentos
Mulheres
Cabeleira
postiça e
vestidos
muito
longos
Palácios
chamados
solares
Dezenas
de pratos e
sobremesas
Festas,
teatro,
sessões de
poesia,
bailes, jogos…
Homens
Cabeleira
postiça,
casaca e
calções
2.2. Foi possível gastar muito dinheiro graças às riquezas vindas do Brasil.
3.1. O clero tinha a seu cargo a vida religiosa, o ensino e a assistência aos
mais pobres e aos doentes.
4.1.
A burguesia e o povo
Atividades Divertimentos
Burguesia: Comércio e artesanato Clubes e cafés
Povo, nas
cidades:
Trabalhadores
domésticos, vendedores
ambulantes
Procissões e romarias
Povo,
no campo:
Agricultura Procissões e romarias
5. O rei D. João V foi um rei absoluto, pois tinha todos os poderes. Assim, a
forma de governar chamou-se Monarquia absoluta. Graças às riquezas que
vinham do Brasil, o rei organizava grandes festas. Nos banquetes, além de
dezenas de pratos e de sobremesas variadas, servia-se chá, café e choco-
late em louça de prata e porcelana.
Os nobres vestiam-se de acordo com a moda francesa. Usavam joias de
ouro e pedras preciosas. Viviam em palácios chamados solares.
O clero continuava a ter a seu cargo as cerimónias religiosas, o ensino e o
apoio aos mais pobres e aos doentes.
Os burgueses continuavam a dedicar-se ao comércio e ao artesanato e
conviviam em clubes e cafés.
As pessoas do povo, nas cidades, eram trabalhadores domésticos ou ven-
dedores ambulantes. Nos campos, continuavam a dedicar-se à agricultura
e à criação de gado.
Ficha 3 Páginas 8 e 9
1.1. Na imagem observo o terramoto de 1755.
1.2. Aconteceu em 1755, em Lisboa.
1.3. A nova Lisboa passou a ter ruas largas e direitas, e passeios calceta-
dos. As casas foram construídas todas da mesma altura. Passou a haver
uma grande praça, a praça do Comércio.
2.1. Para desenvolver o reino, o marquês de Pombal criou novas indústrias
e apoiou as existentes. As duas indústrias que existiam em maior quantida-
de eram as de lã e de têxteis.
2.3. As pessoas que foram mortas pertenciam à nobreza.
2.4. O marquês pretendia mostrar o que podia acontecer a quem criti-
casse o rei.
3.1. O marquês de Pombal criou escolas primárias e laboratórios na uni-
versidade de Coimbra. Expulsou os Jesuítas porque estes se opunham à
modernização.
SOLUÇÕESFICHASDIFERENCIADAS
118
4. Em 1755, um terramoto destruiu parte da cidade de Lisboa. O marquês
de Pombal mandou reconstruí-la passando Lisboa a ter ruas largas, pas-
seios calcetados, uma rede de esgotos e uma grande praça – o Terreiro do
Paço. O marquês de Pombal tomou também medidas para desenvolver o
país – criou novas indústrias e apoiou as já existentes e mandou matar a
família Távora, que pertencia à nobreza, para servir de exemplo a todos
os que se atrevessem a criticar o rei. No ensino, criou escolas primárias
para aprender a ler, escrever e contar e laboratórios na universidade de
Coimbra. Expulsou os jesuitas por se oporem à modernização do ensino.
Ficha 4 Páginas 10 e 11
1.1. O povo carrega o clero e a nobreza porque era o povo que pagava im-
postos para sustentar estes dois grupos sociais.
1.2. Em 1789, aconteceu uma revolução em França.
1.3. A partir daí, a lei passou a ser igual para todos e os que faziam as leis
passaram a ser eleitos.
2.1. Os reis absolutos uniram-se contra a França, com receio de que nos
seus reinos também houvesse uma revolução.
2.2. Foi a França.
2.3. Foi a Inglaterra.
2.4. Napoleão Bonaparte mandou que todos os países fechassem os seus
portos aos navios ingleses.
2.5. O navio vem da Grã-Bretanha.
2.6. O navio dirige-se para Portugal.
2.7. Porque Portugal não aderiu ao Bloqueio Continental.
3.1. Portugal foi invadido.
3.2. É o exército francês.
3.3. A família real foi para o Brasil.
4.1. Os franceses invadiram Portugal três vezes.
4.2. A primeira invasão, foi comandada por Junot. A segunda por Soult.
E a terceira por Massena.
4.3. Foram os ingleses.
4.4. Foi o exército inglês e português.
5. Em 1789, uma revolução em França pôs fim à Monarquia absoluta.
A lei passou a ser igual para todos e passou a haver liberdade para esco-
lher os que iam fazer as leis. Vários reis absolutistas da Europa uniram-
-se contra a França, com medo de que a revolução chegasse aos seus
países. Napoleão derrotou-os a todos com exceção da Inglaterra. Para
tentar derrotar este país, Napoleão mandou que todos os países fe-
chassem os seus portos aos navios ingleses. A esta medida chama-se
Bloqueio Continental. Como Portugal não obedeceu, foi invadido por
três vezes. A família real foi para o Brasil. O exército inglês veio ajudar os
Portugueses e juntos derrotaram os franceses.
Ficha 5 Páginas 12 e 13
1.1.
a) Os portugueses estavam descontentes porque os ingleses estavam a
mandar em Portugal e a família real continuava no Brasil.
b) No Porto, aconteceu uma revolução que pôs fim à Monarquia absoluta.
c) Em 1828.
d) O clero e a nobreza não apoiavam a revolução, pois não queriam perder
os seus privilégios.
2.1.
a) O poder legislativo, o poder executivo e o poder judicial.
b) Na Monarquia absoluta, era o rei que detinha os três poderes.
c) O poder legislativo pertencia aos deputados nas Cortes, o poder exe-
cutivo pertencia ao rei e os ministros e o poder judicial aos juízes.
d) A Constituição é o conjunto de leis que todos têm de cumprir.
3. Depois de os Franceses terem sido expulsos, ficaram os ingleses a go-
vernar Portugal. A família real continuava no Brasil. Tudo isto provocou
o descontentamento dos Portugueses. Assim, em 1820, deu-se a revolu-
ção liberal no Porto. Os liberais exigiram que o rei regressasse a Portugal.
Após o seu regresso, D. João VI assinou a Constituição de 1822. Os pode-
res passaram a estar separados: o poder legislativo passou a pertencer
aos deputados nas Cortes; o poder executivo ao rei e seus ministros; o
poder judicial, aos juízes nos tribunais. Os Portugueses passaram a ter
liberdade para escolher aqueles que queriam para fazer as leis nas Cortes.
Em Portugal passou, assim, a haver uma Monarquia liberal ou constitu-
cional.
Ficha 6 Páginas 14 a 17
1.1. Quando D. João VI regressou a Portugal, ficou D. Pedro a governar o
Brasil.
1.2. Em 1822, D. Pedro declarou a independência do Brasil.
1.3. Foi D. Miguel, irmão de D. Pedro.
1.4. D. Miguel foi apoiado pelo clero, pela nobreza e por alguns burgueses.
1.5. O clero e a nobreza não queriam perder os seus privilégios e os bur-
gueses estavam descontentes por o Brasil se ter tornado independente.
2.1. Era D. Pedro porque era o filho mais velho do rei.
2.2. D. Pedro decidiu desistir de ser rei de Portugal.
2.3. D. Pedro e D. Miguel eram irmãos.
2.4. D. Pedro impôs que D. Miguel casasse com a sobrinha, D. Maria, e
governasse Portugal, até a sua mulher ser adulta. Teria de respeitar a Mo-
narquia liberal.
3.1. D. Miguel, não cumpriu as condições impostas por D. Pedro, pois foi
aclamado rei absoluto. Assim, não respeitou a Monarquia liberal.
3.2. Os liberais foram perseguidos pelos absolutistas.
4.1. A cidade do Porto foi ocupada pelos liberais.
4.2. A cidade foi cercada pelos absolutistas.
4.3. Iniciou-se a Guerra Civil.
4.4. A Guerra Civil foi ganha pelos liberais.
5. Em 1822, D. Pedro declarou a independência do Brasil. D. Miguel orga-
nizou revoltas contra a Monarquia liberal. D. Miguel foi apoiado pelo clero,
pela nobreza e por comerciantes.
Para evitar a guerra, D. Pedro decidiu desistir de ser rei de Portugal e pro-
pôs um acordo a D. Miguel. Este não cumpriu o acordo e em 1832, teve
início a Guerra Civil. D. Pedro comandou o exército liberal e D. Miguel co-
mandou o exército absolutista. D. Pedro derrotou D. Miguel.
Ficha 7 Páginas 18 e 19
1.1. Portugal vivia em período de crise porque as Invasões Francesas e
a Guerra Civil deixaram campos e culturas destruídos e tinham morrido
muitas pessoas. A independência do Brasil também contribuiu para a crise
portuguesa.
1.2. A agricultura estava pouco desenvolvida, pois os instrumentos e as
técnicas agrícolas utilizados eram muito antiquados.
1.3. Portugal tinha de comprar os produtos ao estrangeiro.
2.1. Passou a fazer-se a alternância de culturas, ou seja, no terreno que
antigamente ficava a descansar passou a semear-se batatas.
2.2. Sim, a nova técnica contribuiu para aumentar a produção, pois mais
terras passaram a ser cultivadas.
2.3. Sim, o uso de adubos químicos também contribuiu para aumentar a
produção.
2.4. As máquinas também contribuíram para aumentar a produção.
SOLUÇÕESFICHASDIFERENCIADAS
119
3. No início da segunda metade do século XIX, Portugal atravessava um
período de crise. As Invasões Francesas e a Guerra Civil tinham deixado
o país destruído. A independência do Brasil agravou esta situação, pois
Portugal perdeu a vantagem que tinha em relação ao comércio com este
território. A agricultura pouco se tinha alterado, continuando-se a utilizar
técnicas e instrumentos antiquados. Assim, as terras não produziam os
produtos necessários para alimentar os portugueses, tendo de se importar
muitos produtos do estrangeiro. Na segunda metade do século XIX, os Go-
vernos liberais decidiram modernizar o país, tomando, para isso, várias me-
didas. Assim, as terras deixaram de estar em pousio, ou seja, a descansar
e sem produzir, passando-se a fazer a alternância das culturas. Acabou-se
com alguns baldios – terras que nunca eram cultivadas. As terras passaram,
então, a produzir mais. Introduziram-se, também, os adubos e as máqui-
nas, aumentando, a pouco e pouco, a produção.
Ficha 8 Páginas 20 e 21
1.1.
Produção
artesanal
Produção
mecanizada
Nome do trabalhador Artesão Operários
Nome do local de trabalho Oficina Fábrica
Tempo gasto na produção Muito Pouco
Tipo de produtos Todos diferentes Todos iguais
Quantidade de produtos produzidos Pouca Muita
Preço dos produtos Mais alto Mais baixo
1.2. Graças à utilização da máquina a vapor, passou-se a produzir mais
produtos, em menos tempo e os preços passaram ser mais baixos.
2.1. As principais zonas industriais eram o Porto e Lisboa.
2.2. Lisboa e Porto eram as cidades com mais população e tinham bons
portos, o que facilitava o abastecimento de matérias-primas às fábricas e o
transporte de produtos para outras regiões.
3.1. O responsável foi Fontes Pereira de Melo.
3.2. A fonte de energia é o carvão.
3.3. Os novos meios de transporte, ao possibilitarem o transporte de mais
produtos em menos tempo, favoreceram o desenvolvimento da agricultura,
do comércio e da indústria.
4.1. a) Aumentou-se o número de escolas primárias, foram criados mais
liceus e novas escolas industriais, comerciais e agrícolas.
b) O fim da escravatura em todos os territórios portugueses e o fim da
pena de morte para a maioria dos crimes.
5. Com a utilização da máquina a vapor na indústria, os produtos passa-
ram a ser feitos mais rapidamente e em maior quantidade. Por isso, o seu
preço ficou mais baixo. Os trabalhadores, chamados operários, passaram
a trabalhar em fábricas e especializaram-se numa só parte da transforma-
ção da matéria-prima em produtos. As principais zonas industriais locali-
zavam-se no litoral, junto às cidades de Lisboa e do Porto, não só porque
estas zonas tinham mais habitantes mas também porque possuíam portos
marítimos que permitiam um mais fácil abastecimento de matérias-primas
e o transporte mais rápido dos produtos fabricados para outros locais. Na
segunda metade do século XIX, os governos preocuparam-se, também,
com o desenvolvimento dos transportes e comunicações. A máquina a
vapor foi aplicada aos transportes e foram construídos caminhos de ferro,
estradas, pontes e túneis. Surgiram também os primeiros selos, marcos de
correio e o telefone. Os governos tomaram ainda importantes medidas no
ensino e na defesa dos direitos humanos.
Ficha 9 Páginas 22 e 23
1.1. A população portuguesa aumentou.
1.2. O aumento esteve relacionado com a melhoria na alimentação, o de-
senvolvimento da medicina, as melhores condições de higiene e o facto de
não ter havido guerras em Portugal.
1.3. A zona litoral a norte do Tejo.
2.1. Uns saíram dos campos para as cidades, outros emigraram, principal-
mente para o Brasil.
3.1. As principais atividades das pessoas que viviam no campo eram a
agricultura e a criação de gado.
3.2. Alimentavam-se de pão, arroz, batata e carne de porco.
4.1. As pessoas da imagem não se dedicavam todas ao mesmo trabalho,
pois o vestuário era diferente.
5.1. As pessoas do campo divertiam-se nas procissões, nas feiras, nos bai-
les e com jogos tradicionais.
5.2. Muitos dos seus divertimentos estavam relacionados com as festas
dos santos de cada região.
6. Durante este período, a população portuguesa aumentou muito, como resultado
de uma melhor alimentação, do desenvolvimento da medicina, de melhores
condições de higiene e por não terem ocorrido guerras em Portugal.
Este aumento populacional, bem como as más condições de vida em que
muitos portugueses viviam, originaram a saída de muitos camponeses para
as cidades – êxodo rural – e uma grande emigração, principalmente para
o Brasil. Durante este período, o clero e a nobreza perderam privilégios,
a burguesia tornou-se mais importante e o povo continuou a viver mal.
As principais atividades das pessoas do campo continuavam a ser a agri-
cultura e a criação de gado. Embora tivesse havido muitas melhorias na
agricultura, a vida destas pessoas continuava a ser difícil. Alimentavam-se
com os produtos que produziam como, por exemplo, pão, arroz, batata e
carne de porco. O seu vestuário era simples e variava conforme a região,
o clima e os trabalhos que realizavam. Os divertimentos das pessoas do
campo estavam muito ligados aos trabalhos agrícolas e às festas religio-
sas, como era o caso das procissões. Feiras e bailes eram outra forma de
se divertirem.
Ficha 10 Páginas 24 e 25
1.1. A população destas cidades aumentou.
1.2. Porque aí existiam as principais indústrias e as pessoas iam para lá à
procura de emprego.
2.1. A alimentação era diferente, pois a dos mais ricos era variada e abun-
dante, ao contrário da alimentação dos mais pobres. Também os diverti-
mentos eram diferentes, embora o circo e a praia fossem gostos comuns.
3.1. Não, porque as pessoas do povo vestiam roupas simples e adaptadas
aos trabalhos que faziam.
4. A população de Portugal aumentou muito durante a segunda metade
do século XIX. Lisboa e Porto foram as cidades que mais cresceram, pois
como tinham muitas indústrias para aí se deslocavam muitas pessoas à
procura de emprego.
A alimentação das pessoas das cidades variava conforme a sua riqueza,
tal como o vestuário. As pessoas mais ricas vestiam-se de uma forma mui-
to complicada enquanto o povo se vestia de uma forma simples. Para se
divertirem, as pessoas, mais ricas, das cidades iam à ópera, ao teatro ou
ao circo. No verão iam a banhos. Os mais pobres iam à praia ou faziam
piqueniques.
SOLUÇÕESFICHASDIFERENCIADAS
120
Ficha 11 Páginas 26 e 27
1.1. A novidade é o «americano», transporte coletivo puxado por cavalos.
1.2. A água passou a ser canalizada, aumentou a rede de esgotos, passou
a haver iluminação pública e as ruas e praças passaram a ser calcetadas.
1.3. Não, estas melhorias só aconteceram em Lisboa e no Porto, as cidades
mais populosas.
2.1. a) Habitações dos mais pobres, sem luz, nem água canalizada.
b) Habitação dos mais ricos, com todas as condições.
3.1. Não, pois trabalhavam muitas horas e recebiam baixos salários.
3.2. Porque o salário do pai não era suficiente para alimentar toda a fa-
mília.
3.3. A nova energia utilizada era o vapor de água. Para a obter era neces-
sário o carvão.
4. Durante a segunda metade do século XIX, as principais cidades portu-
guesas, Lisboa e Porto, modernizaram-se. Passou a haver água canalizada,
serviços de recolha de lixo, iluminação pública, aumentaram as redes de
esgotos, as ruas passaram a ser calcetadas e surgiram os primeiros trans-
portes públicos como o «americano» e o «chora».
Apareceram novos bairros e prédios. Os mais ricos mandavam construir lu-
xuosas residências. Os mais pobres habitavam em bairros miseráveis sem
higiene. Assim, nem todos beneficiaram da modernização.
As pessoas que trabalhavam nestas fábricas – o operariado – viviam em
más condições, pois trabalhavam muitas horas e recebiam baixos salários.
O desenvolvimento da indústria e a extração de minérios como o carvão,
para aquecer as caldeiras de água que davam o vapor, provocaram altera-
ções na paisagem.
Ficha 12 Páginas 28 e 29
1.1. Novas construções – Uso do ferro e do vidro.
Pintura – José Malhoa, Columbano Bordalo Pinheiro, paisagens, retratos e
cenas do dia-a-dia.
Escultura – Soares dos Reis.
Cerâmica – Rafael Bordalo Pinheiro.
2.1. O desenvolvimento dos meios de comunicação que trouxe notícias
da Europa.
2.2. Surgiram o gosto pelo teatro e pelo romance.
3. Na arquitetura, a necessidade de construir grandes espaços levou à
utilização de novos materiais como o ferro e o vidro. Na pintura, artistas
como José Malhoa e Columbano Bordalo Pinheiro pintaram cenas da vida
quotidiana, retratos e paisagens.
Na escultura, salientou-se Soares dos Reis e, na cerâmica, distinguiu-se
Rafael Bordalo Pinheiro, que criou a figura do Zé Povinho.
O maior interesse pela cultura e pela leitura, principalmente de pessoas das
cidades, provocou o aparecimento de muitos jornais, escritores, teatros e
salas de espetáculos.
No romance, destacaram-se autores como Júlio Dinis, Eça de Queirós e
Almeida Garrett.
Ficha 13 Páginas 30 e 31
1.1. Os europeus tinham interesse em África porque este continente pos-
suía muitas matérias-primas necessárias às fábricas europeias e era ainda
em África que alguns países europeus vendiam os seus produtos.
1.2. Reuniram-se na conferência de Berlim.
1.3. Portugal quis ligar os territórios entre Angola e Moçambique.
1.4. Não, porque a Inglaterra também pretendia os mesmos territórios.
2.1. A cedência do rei D. Carlos à Inglaterra e o facto de o novo rei, D. Ma-
nuel II, não governar bem, pois não estava preparado para isso.
2.2. a) O rei e o príncipe foram assassinados.
b) A revolta republicana.
2.3. a) Monarquia.
b) República.
2.4. A Monarquia tem um rei e a República tem um presidente.
3.1. As primeiras medidas foram a adoção de uma nova bandeira, uma
nova moeda e o hino nacional que passou a ser A Portuguesa.
4. A cedência do rei português ao ultimato inglês, na questão do Mapa
cor-de-rosa, provocou o descontentamento de muitos portugueses.
Em 1908, o rei D. Carlos e o seu filho, o príncipe herdeiro, foram assassi-
nados. O novo rei D. Manuel II, não tinha sido preparado para governar.
O descontentamento da população aumentava. No dia 5 de outubro de
1910 implantou-se a República. Portugal deixou de ter um rei e passou a ter
um presidente da República. Com o primeiro Governo republicano passou
a haver uma nova moeda, uma nova bandeira e o hino nacional passou a
ser A Portuguesa.
Ficha 14 Páginas 32 e 33
1.1. Poder legislativo, exercido pelo Congresso da República ou Parlamen-
to; poder executivo, exercido pelo presidente da República e pelo Governo;
e poder judicial, exercido pelos tribunais.
1.2. Não, porque hoje em dia o presidente da República é eleito pelos
cidadãos eleitores e não pelo Parlamento.
1.3. Era o Congresso da República ou Parlamento, porque elegia e podia
destituir o presidente da República.
2.1. As duas preocupações foram a melhoria das condições de vida dos
trabalhadores e a diminuição do analfabetismo.
2.2. Foram tomadas medidas para melhorar a educação nos ensinos in-
fantil, primário, secundário e universitário.
2.3. As medidas tiveram bons resultados porque, por exemplo, o analfa-
betismo diminuiu.
3.1. As medidas foram o direito à greve, a um dia de descanso semanal, a
oito horas de trabalho diário e a um seguro na doença, velhice e acidentes
de trabalho.
3.2. Resposta livre.
3.3. É o direito à greve, porque o jornal é um boletim de greve.
4. Logo que a República foi implantada, realizaram-se eleições para eleger
os deputados que iriam elaborar a nova Constituição, que foi aprovada em
agosto de 1911. Portugal deixou, assim, de ter como chefe do Estado um
rei e passou a ter um presidente da República. Com a nova Constituição,
o Parlamento passou a ser o órgão com mais poder, pois, além de fazer as
leis, elegia e demitia o presidente da República. Este, por sua vez, escolhia
o Governo.
Os Governos republicanos preocuparam-se em melhorar o ensino e as con-
dições de vida dos trabalhadores. No ensino tomaram importantes medi-
das como, por exemplo, tornar o ensino primário obrigatório dos sete aos
dez anos de idade, a criação de escolas primárias e das universidades de
Lisboa e do Porto. O analfabetismo foi, assim, diminuindo, ou seja, cada
vez havia mais pessoas a saber ler e escrever. No trabalho, reconheceram
o direito à greve, a um dia de descanso semanal, a oito horas de trabalho
diário e a um seguro para doença, velhice e invalidez.
Ficha 15 Páginas 34 e 35
1.1. a) Iniciou-se em 1914.
b) Terminou em 1918.
c) Portugal entrou na guerra em 1917.
d) A razão principal foi a disputa pelos territórios em África.
SOLUÇÕESFICHASDIFERENCIADAS
121
e) Um grupo era chefiado pela Inglaterra e pela França, e o outro pela
Alemanha.
f) Venceu o grupo chefiado pela Inglaterra e pela França.
2.1. As pessoas estão descontentes.
2.2. Os alimentos cada vez mais caros e as muitas greves e mudanças de
governo, os atentados à bomba, os assaltos aos armazéns de alimentos,
os ataques dos monárquicos e a entrada de Portugal na I Guerra Mundial.
2.3. O balão de fala é o que se refere à mudança dos governos.
2.4. Instabilidade política é a constante mudança de governos.
3. Apesar de os Governos republicanos terem tomado algumas medidas
favoráveis aos trabalhadores, o descontentamento popular era cada vez
maior. Muitos motivos contribuíram para este descontentamento: o eleva-
do número de greves que fazia com que nada funcionasse no país e que os
produtos faltassem; as revoltas dos monárquicos que não desistiam de res-
taurar a monarquia; os ataques à bomba; a instabilidade política, ou seja,
a frequente mudança de governo e a participação de Portugal na I Guerra
Mundial contribuiu para agravar os problemas: para além dos muitos sol-
dados que morreram ou ficaram feridos, originou uma falta de produtos
alimentares e, assim, o seu aumento de preço. Para pagar a importação dos
produtos que faltavam e as despesas de guerra, o Governo teve de pedir
empréstimos ao estrangeiro. Para pagar estes empréstimos foi necessário
aumentar os impostos. Os portugueses começaram, então, a desejar um
Governo forte que trouxesse a paz e a estabilidade política ao país.
Ficha 16 Páginas 36 e 37
1.1. Os preços dos produtos subiram muito durante a I República; Houve
muitas mudanças de governo; Fizeram-se muitas greves.
2.
O golpe militar
Quando se
revoltaram
os
militares
Quem
chefiou
os
militares
Quem pas-
sou a esco-
lher os
Governos e
a fazer as
leis
O que
aconteceu
com os
jornais
O que
aconteceu
com as gre-
ves e as
manifesta-
ções
Como pas-
sou Portu-
gal a ser
governado
A 28 de
maio de
1926.
O
general
Gomes
da
Costa.
Os
militares.
Passaram
a ser
censura-
dos.
Foram
proibidas.
Em
Ditadura
Militar.
3.1. Nos sacos está dinheiro.
3.2. As barras foram feitas de ouro.
3.3. Salazar aumentou os impostos para aumentar as receitas.
3.4. Reduziu as despesas com a educação e com a saúde, para redu-
zir as despesas.
4.1.
O que estava escrito
na Constituição
Como era na realidade
O chefe do Governo prestava
contas da governação ao
presidente da Repúbica.
As leis eram feitas pelos deputados
na Assembleia Nacional.
Salazar que era chefe do Go-
verno escolhia o presidente da
República.
As leis mais importantes eram
feitas pelo Governo, chefiado
por Salazar.
Assim, Salazar governou em ditadura.
5. Durante a I República houve muitas mudanças de governo, greves e
os preços dos produtos alimentares subiram muito. Tudo isto levou ao
descontentamento da população. Em 1926, o general Gomes da Costa
revoltou-se e pôs fim à I República. Portugal passou a ser governado em
ditadura, pois eram os militares que escolhiam os Governos e faziam as
leis e deixou de haver liberdade. Como os Governos da ditadura militar não
conseguiram resolver o problema da falta de dinheiro, em 1928 convida-
ram Salazar para ministro das Finanças. Este conseguiu que as despesas do
Estado passassem a ser inferiores às receitas. Em 1932, Salazar passou a ser
o chefe do Governo. Em 1933, foi aprovada uma nova Constituição. Salazar
não respeitou a Constituição, pois era o seu Governo que fazia as leis mais
importantes e era ele que, na realidade, escolhia o presidente da República.
Assim, Salazar governou em ditadura.
Ficha 17 Páginas 38 e 39
1.1. Abriram-se novas estradas e repararam-se as que já existiam.
Devido à emigração, muitas aldeias ficaram desertas.
Construíram-se cerca de 2500 salas de aula.
Construíram-se hospitais.
Fizeram-se barragens para produzir eletricidade e dar água para regar os
campos.
2.1. Criou a PIDE, uma polícia política que perseguia, prendia e torturava
todos os que se atrevessem a criticar Salazar.
Mandou que a censura cortasse todas as notícias dos jornais, da rádio ou
da televisão que criticassem o seu governo.
Proibiu a existência de todos os partidos políticos, com exceção da União
Nacional, que era o seu partido.
Proibiu o direito à greve. Se os trabalhadores fizessem greve, eram espan-
cados e presos.
3. Salazar mandou construir muitas obras públicas como: estradas, pon-
tes, hospitais, barragens e escolas. Apesar de as obras públicas terem con-
tribuído para o desenvolvimento do país, muitas pessoas continuaram a
viver com muitas dificuldades, especialmente nos campos. Assim muitos
portugueses tiveram de emigrar, à procura de uma vida melhor.
Ficha 18 Páginas 40 e 41
1.1. Realizaram-se eleições para a Assembleia Nacional.
1.2. Concorreram a União Nacional e o MUD.
1.3. Porque os candidatos do MUD não puderam fazer campanha livre-
mente nem fiscalizar a contagem dos votos.
1.4. O autor da imagem era apoiante do MUD, pois no cartaz afirma-se
que as eleições não eram livres, logo, está-se a criticar Salazar e a União
Nacional.
2.1. Realizaram-se eleições presidenciais.
2.2. Candidataram-se Américo Tomás e Humberto Delgado.
2.3. Américo Tomás foi declarado vencedor.
2.4. O candidato prejudicado foi Humberto Delgado.
3.1. Surgiram conflitos armados em Angola, Moçambique e Guiné.
3.2. A Guerra Colonial começou em África, em 1961.
3.3. A Guerra Colonial terminou em 1974.
3.4. Portugal perdeu muitos homens e gastou-se muito dinheiro com a
guerra.
4. Em 1945, realizaram-se eleições para eleger os deputados para a As-
sembleia Nacional .
SOLUÇÕESFICHASDIFERENCIADAS
122
Caderno
de
Apoio
ao
Professor
HGP6
Concorreram a União Nacional, partido de Salazar, e o MUD, apoiado pela
oposição. O MUD desistiu das eleições por os seus candidatos não pode-
rem fazer campanha livremente e não poderem fiscalizar a contagem dos
votos. Em 1958, realizaram-se eleições para eleger o presidente da Repú-
blica. Candidataram-se Américo Tomás, apoiado por Salazar, e Humberto
Delgado, apoiado pela oposição. Américo Tomás foi declarado vencedor.
Contudo, os resultados das eleições foram falseados, prejudicando Hum-
berto Delgado. Como Salazar recusou dar a independência às colónias
portuguesas, em 1961 iniciou-se a Guerra Colonial, tendo morrido milhares
de pessoas e muitas outras ficado feridas.
Ficha 19 Páginas 42 e 43
1.1. Os portugueses estavam descontentes com a ditadura por causa
da Guerra Colonial e da falta de liberdade.
1.2. A 25 de abril de 1974, os militares do MFA revoltaram-se e acabaram
com a ditadura.
1.3. Sim, o povo apoiou os militares: «O povo está com o MFA».
1.4. Os presos políticos foram libertados.
1.5. Os dois exilados políticos referidos que regressaram a Portugal foram
Mário Soares e Álvaro Cunhal.
1.6. Acabou a censura e a polícia política.
2.1. Os novos países são Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde e São
Tomé e Príncipe.
2.2. Esses países localizam-se em África.
2.3. a) Oceano Atlântico.
b) Oceano Índico.
3.1. Portugal mantinha Macau e Timor.
3.2. a) Foi ocupado pela Indonésia.
b) Tornou-se independente.
3.1. Passou a fazer parte da China.
4. No dia 25 de abril de 1974, o MFA revoltou-se e pôs fim à ditadura. Os
exilados políticos puderam regressar a Portugal, os presos políticos foram
libertados, acabou a censura e a polícia política, foram permitidas as ma-
nifestações. Depois do 25 de abril, Portugal reconheceu a independência
das suas colónias africanas. Acabou, assim a Guerra Colonial. Timor foi
ocupado pela Indonésia, só se tornando independente em 2002. Macau
voltou a ser território chinês, conforme foi combinado entre Portugal e a
China.
Ficha 20 Páginas 44 e 45
1.1. É o conjunto das leis mais importantes de um país.
1.2. A Constituição foi aprovada em 1976.
1.3. a) Direito de voto.
b) Liberdade de expressão.
1.4. Votar para eleger aqueles que nos vão governar.
1.5. Resposta livre.
2.1. A Assembleia da República.
2.2. É o presidente da República.
2.3. É o Governo.
2.4. Os juízes, nos Tribunais.
2.5. Os órgãos do poder central são a Assembleia da República, o presi-
dente da República, o Governo e os Tribunais.
3. Em 1976 foi aprovada uma nova Constituição. Lá estão escritos os di-
reitos e liberdades dos Portugueses. Todos temos também deveres, como
votar para eleger aqueles que nos governam. Na Constituição também
constam os órgãos do poder central, que são: a Assembleia da República;
o presidente da República; o Governo e os Tribunais. A Assembleia da
República faz as leis; o presidente da República assina as leis para que
possam entrar em vigor; os Tribunais julgam os que não cumprem as leis e
o Governo toma as medidas necessárias para que tudo possa funcionar em
condições, ou seja, é responsável pela execução das leis.
Ficha 21 Páginas 46 e 47
1.1. São os arquipélagos da Madeira e dos Açores.
1.2. O oceano que rodeia o arquipélago é o Atlântico.
1.3. a) Os Açores.
b) A Madeira.
1.4. Porque só tem poder na respetiva região.
1.5. a) A Assembleia Regional da Madeira e a Assembleia Regional dos
Açores.
b) O Governo Regional da Madeira e o Governo Regional dos Açores.
2.1. Os órgãos do poder central tomam decisões para toda a população
portuguesa e os órgãos do poder local tomam decisões destinadas apenas
à população do Concelho ou Freguesia.
2.2. São a Assembleia Municipal, a Câmara Municipal, a Assembleia de
Freguesia e a Junta de Freguesia.
2.3. a) Os cidadãos eleitores do Concelho.
b) Os cidadãos eleitores da Freguesia.
2.4. Limpeza das ruas, construção de estradas e de jardins.
3. Os arquipélagos da Madeira e dos Açores são regiões autónomas, pois
têm órgãos de governo próprios para fazer e executar as leis de cada região.
O poder local toma decisões que se destinam apenas às populações do
concelho ou da freguesia. Os órgãos do poder local são: a Assembleia
Municipal, a Câmara Municipal, a Assembleia de Freguesia e a Junta de
Freguesia.
O poder local está mais próximo das populações, logo é mais fácil resolver
os seus problemas. Compete ao poder local, por exemplo, construir e ga-
rantir a manutenção de estradas, jardins, escolas do 1.o
ciclo e garantir a
limpeza das ruas.
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  • 1. CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR –6.oANO HistóriaeGeografiadePortugal ANA OLIVEIRA • FRANCISCO CANTANHEDE • MARÍLIA GAGO Planificações a longo e a médio prazo Planos de aula Soluções do caderno de atividades e do livro de fichas diferenciadas
  • 2. Editávelefotocopiável©Texto|HGP6. o Ano Introdução........................................................................................................... 3 ConstruiroPensamentoHistórico .................................................................. 4 Pensarhistoricamente ........................................................................................ 4 Metasnohorizonte ............................................................................................ 4 MetasCurriculares ....................................................................................................... 5 PlanificaçãoaLongoPrazo...................................................................................... 16 PlanificaçãoaMédioPrazo..................................................................................... 17 PlanosdeAula ............................................................................................................. 39 SoluçõesdoCadernodeAtividades..................................................................... 98 SoluçõesdoLivrodeFichasDiferenciadas ...................................................... 117 Índice
  • 3. 2 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano
  • 4. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 3 Introdução Caros colegas, Educar é com certeza um dos desafios mais fascinantes da Humanidade. Perspetivando este desafio, propomos neste Caderno de Apoio ao Professor alguns materiais norteadores do processo de ensino-aprendizagem e partilhamos convosco algumas ideias que consideramos relevantes. Como forma de desenvolver as competências dos alunos propomos um plano anual de estruturação das experiências de aprendizagem baseado em competências, conteúdos e metas. Para um olhar mais aprofundado, partilhamos convosco planos de aula para que as nossas intencio- nalidades educativas sejam o mais explícitas possível. Finalmente, disponibilizamos ainda as soluções do Caderno de Atividades e do Livro de Fichas Diferen- ciadas. Desejamos que este percurso conjunto promova o sucesso dos nossos alunos. É essa a nossa meta. Bom trabalho, Os autores
  • 5. 4 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano Construir o Pensamento Histórico O processo de ensino-aprendizagem, à luz dos diplomas orientadores para o 2. o ciclo, encontra-se numa linha que promove a construção do conhecimento pelos alunos através das aprendizagens que consideram significativas, promovidas e orientadas pelo professor que se afirma como um investigador social. Quando os alunos chegam às salas de aula e se deparam com as novas realidades propostas para estudo pelos professores, trazem consigo uma panóplia de vivências e experiências que formam e enformam o modo como entendem o mundo e, nomeadamente, o mundo escolar. Este conjunto de ideias que os alunos transportam consigo e que tem origem em vários meios (família, meios de comunicação, experiências com os colegas…) deve ser reconstruído de forma contínua para se promover a sua clarificação, adequação e complexificação. Assim, as ideias prévias dos alunos podem e devem ser explicitadas para que, de forma clara, se possa confrontá-las com outras mais sofisticadas, promovendo mudanças conceptuais. O aluno é assim agente do seu próprio conhecimento e monitoriza o modo como aprende e faz sentido da realidade, numa lógica de metacognição. Este modo de conceber o processo de ensino-aprendizagem comunga dos princípios do construtivismo social. Pensar historicamente A realidade histórica é construída com base em questões colocadas às fontes históricas para a inferência de evidências que permitam compreender as realidades em estudo. Deste modo, para que a realidade faça sentido é fulcral que se compreenda como se constrói o conhecimento histórico, utilizando de forma adequada e adaptada a própria metodologia da ciência histórica. O trabalho do historiador baseia-se na tentativa de resolução de problemas, colocando perguntas às realidades que pretende compreender. Para a resolução desses problemas/perguntas, o historiador mune-se de fontes históricas, diversas em suporte e em estatuto, para obter evidências que lhe permitam tecer a teia histórica. A construção da História por parte dos alunos, orientada por testes princípios metodológicos basilares, permitirá que estes façam sentido do tempo e possam usar o pensamento histórico que desenvolvem nas suas tomadas de decisão e orientação temporal. Metas no horizonte A disciplina de História e Geografia de Portugal conjuga duas ciências sociais, a História e a Geografia, e pretende desenvolver competências nos alunos ao nível da compreensão histórica e geográfica, focalizadas fundamentalmente no contexto nacional. Nas páginas seguintes apresentam-se as Metas Curriculares de História e Geografia de Portugal para o 6. o ano.
  • 6. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 5 Metas Curriculares Metas Curriculares de História e Geografia 2.o Ciclo do Ensino Básico 6. o Ano Portugal do século XVIII ao século XIX O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII 1. Conhecer e compreender as características do império português dos séculos XVII e XVIII 1. Conhecer a dimensão geográfica do império português no século XVIII, por comparação ao império luso do século XVI e aos restantes impérios europeus. 2. Referir a colónia do Brasil como o principal território ultramarino português no século XVII. 3. Destacar o açúcar brasileiro como o principal produto de exportação colonial. 4. Relacionar a quebra dos lucros do açúcar com a intensificação da procura de ouro pelos bandeirantes. 5. Relacionar as fronteiras atuais do Brasil com as incursões dos bandeirantes a partir dos finais do século XVII. 6. Reconhecer a riqueza proporcionada a Portugal, na primeira metade do século XVIII, pela descoberta de ouro no Brasil. 7. Caracterizar a vida dos escravos, salientando as condições a que eram submetidos (desde o seu resgate e transporte do continente africano até ao seu dia-a-dia nos engenhos de açúcar). 8. Reconhecer nas características étnicas culturais, linguísticas, religiosas do Brasil atual a miscigenação entre ameríndios, africanos e europeus. 2. Conhecer e compreender as características do poder político no tempo de D. João V 1. Definir «monarquia absoluta». 2. Referir a concentração de poderes de D. João V. 3. Comparar a concentração de poderes de um rei absoluto com a divisão de poderes existente no atual regime democrático. 4. Comparar a justificação divina para o exercício do poder absoluto com a legitimidade do poder pelo voto na democracia atual. 5. Evidenciar o fausto da corte, as embaixadas, as cerimónias públicas e as grandes construções como manifestações do poder absoluto. 3. Conhecer a sociedade portuguesa no século XVIII 1. Reconhecer a manutenção da divisão da sociedade em grupos e dos profundos contrastes sociais existentes. 2. Identificar nas cerimónias públicas e na lei o reflexo da forte estratificação social da época. 3. Referir a burguesia como grupo enriquecido pelo comércio internacional mas mantendo o seu estatuto de não privilegiado. 4. Referir as formas de ascensão social no século XVIII. 5. Sublinhar o papel da Inquisição na perseguição aos «cristãos-novos», destacando a intolerância religiosa dessa época.
  • 7. 6 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 4. Conhecer aspetos da arte no tempo de D. João V 1. Identificar as principais características da arte Barroca. 2. Identificar alguns exemplos de arte Barroca em Portugal, especialmente ao nível do património edificado. 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal 1. Descrever o terramoto de 1755 e a ação imediata do Marquês de Pombal. 2. Identificar características urbanísticas da Lisboa Pombalina. 3. Identificar as principais medidas de desenvolvimento económico adotadas no reinado de D. José I. 4. Relacionar a quebra das remessas de ouro do Brasil e as elevadas importações portuguesas em meados do século XVIII com a introdução de novas manufaturas. 5. Indicar sucintamente as reformas no ensino, o fim da distinção entre «cristão-novo» e «cristão-velho» e a proibição da escravatura na metrópole. A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal 1. Conhecer e compreender a revolução francesa e as invasões napoleónicas 1. Localizar no espaço e no tempo a grande revolução de 1789 e a onda revolucionária que provocou na Europa e na América. 2. Referir os princípios políticos e sociais defendidos pelos revolucionários franceses, destacando o fim do absolutismo e dos privilégios do clero e da nobreza. 3. Reconhecer a construção de um Império na Europa por Napoleão Bonaparte. 4. Identificar o «bloqueio continental» como uma forma de enfraquecer a Inglaterra. 5. Indicar os motivos que levaram Napoleão a invadir Portugal. 6. Descrever sucintamente as três invasões napoleónicas, salientando os seus episódios mais marcantes. 7. Referir a fuga da família real e da corte para o Brasil aquando da primeira invasão. 8. Referir a resistência popular e a ajuda militar inglesa na luta contra a ocupação francesa. 2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820 1. Relacionar as destruições provocadas pelas invasões, a permanência do rei no Brasil e o domínio inglês em Portugal com o descontentamento generalizado dos vários grupos sociais. 2. Descrever sucintamente o triunfo de uma revolução liberal em Portugal em 1820, destacando os seus principais protagonistas. 3. Justificar o apoio dos burgueses aos ideais revolucionários. 4. Referir a realização de eleições para as Cortes Constituintes, cujo objetivo era a elaboração de uma Constituição. 5. Reconhecer a Constituição como a Lei fundamental de um Estado. 3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820 1. Referir o princípio da separação de poderes, a igualdade perante a lei e o princípio da soberania nacional, por oposição ao absolutismo. 2. Reconhecer o caráter «revolucionário» da Constituição de 1822, salientando, ainda assim, os seus limites, por referência ao voto verdadeiramente universal atual. 3. Descrever sucintamente o processo de Independência do Brasil.
  • 8. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 7 4. Conhecer o longo processo de afirmação da Monarquia Liberal 1. Justificar a oposição de largos setores da nobreza e do clero à nova ordem política e social. 2. Descrever a solução encontrada por D. Pedro para resolver o problema de sucessão ao trono, após a morte de D. João VI. 3. Referir o desrespeito do regente D. Miguel pela ordem liberal e a sua aclamação como rei absoluto, em 1828, salientando o período de repressão que se seguiu. 4. Reconhecer a divisão da sociedade portuguesa entre absolutistas (apoiantes de D. Miguel) e liberais (apoiantes de D. Pedro). 5. Descrever sucintamente a guerra civil de 1832-1834, salientando episódios marcantes do triunfo de D. Pedro e da Monarquia Constitucional. Portugal na segunda metade do século XIX 1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produtivas portuguesas na segunda metade do século XIX 1. Relacionar a dependência de Portugal face ao exterior e a estabilidade política conseguida em meados do século XIX com as tentativas de modernização da economia portuguesa. 2. Referir as principais medidas tomadas pelos liberais para a modernização da agricultura portuguesa. 3. Referir o alcance limitado do desenvolvimento industrial do país, verificado neste período, destacando as principais zonas industriais na segunda metade do século XIX num país maioritariamente rural. 2. Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos meios de transporte operado pela Regeneração e os seus efeitos 1. Referir a ausência de uma rede de transportes e comunicação como um entrave ao desenvolvimento do país até meados do século XIX. 2. Reconhecer a expansão da rede ferroviária, viária e o desenvolvimento dos meios de comunicação na segunda metade do século XIX. 3. Apontar o Estado como o grande impulsionador da rede de transportes e comunicação da segunda metade do século XIX, destacando a ação de Fontes Pereira de Melo. 4. Referir as consequências económicas e sociais do desenvolvimento das vias de comunicação, dos transportes e dos meios de comunicação. 5. Estabelecer uma relação entre os investimentos realizados com recurso aos mercados internacionais com a grave crise financeira de 1890-92. 3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça 1. Enumerar medidas tomadas ao nível do ensino, destacando os seus objetivos e limites. 2. Indicar o pioneirismo português na abolição da pena de morte, destacando a existência da pena capital em vários países do mundo na atualidade. 3. Relacionar as ideias liberais com a abolição da pena de morte, da escravatura nas colónias e das penas corporais. 4. Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo rural verificado na segunda metade do século XIX 1. Apontar as razões da diminuição da mortalidade e do consequente aumento da população verificado neste período. 2. Relacionar a mecanização da agricultura, o crescimento da população e a melhoria dos transportes com o êxodo rural e emigração verificados neste período. 3. Localizar os destinos do êxodo rural e da emigração neste período.
  • 9. 8 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX 1. Conhecer a organização social liberal, por oposição à sociedade do século XVIII. 2. Reconhecer o caráter eminentemente rural da economia e sociedade portuguesa. 3. Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientando preocupações que continuam a existir no urbanismo atual. 4. Referir o surgimento do proletariado como novo grupo social, destacando as suas duras condições de vida e de trabalho. 5. Relacionar as difíceis condições de vida do proletariado com a criação das primeiras associações de operários e as primeiras formas de luta. 6. Conhecer as características da arte da segunda metade do século XIX 1. Reconhecer a «Arquitetura do Ferro» como a grande novidade da arquitetura do século XIX. 2. Identificar as principais construções da «Arquitetura do Ferro» em Portugal. 3. Identificar exemplos marcantes da arquitetura de inspiração em estilos do passado (revivalista). 4. Enumerar algumas figuras da literatura do século XIX. Portugal do século XX Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional 1. Indicar os motivos do crescente descrédito da instituição monárquica. 2. Relacionar os interesses das potências industriais europeias em África com a Conferência de Berlim e com o projeto português do Mapa Cor-de-Rosa. 3. Relacionar o projeto do Mapa Cor-de-Rosa com o Ultimato Inglês. 4. Relacionar a humilhação sentida pelo povo português face à cedência ao Ultimato Inglês com o aumento dos apoiantes da causa republicana. 5. Referir o regicídio de 1908 como fator para a queda da monarquia. 6. Descrever os principais episódios do 5 de Outubro de 1910, salientando o apoio popular à insurreição militar republicana. 7. Localizar no tempo o período da I República. 2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus símbolos 1. Diferenciar Monarquia e República quanto ao chefe de Estado, à legitimidade do seu mandato e à duração do mesmo. 2. Conhecer os símbolos da República Portuguesa. 3. Caracterizar o regime republicano a partir da Constituição de 1911, salientando semelhanças e diferenças relativamente à Constituição da Monarquia Constitucional. 4. Indicar o parlamento como o órgão político mais importante na I República. 5. Reconhecer a manutenção de limitações no sufrágio durante a I República, por comparação à situação atual. 3. Conhecer as principais realizações da I República 1. Indicar as principais medidas de caráter social tomadas durante a I República. 2. Referir medidas tomadas pela I República no sentido de diminuir a influência da Igreja junto da população. 3. Salientar o alcance das medidas sociais e educativas tomadas durante a I República.
  • 10. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 9 4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da ditadura militar em 1926 1. Referir a instabilidade governativa e a crise económica e social como fatores decisivos para o fim da I República. 2. Indicar os motivos da entrada de Portugal na I Guerra Mundial. 3. Indicar os efeitos da participação de Portugal na I Guerra Mundial e sua relação com o golpe militar do «28 de Maio» de 1926. 4. Justificar a grande adesão dos militares e da população de Lisboa ao movimento antidemocrático chefiado pelo General Gomes da Costa. 5. Localizar no tempo o período da Ditadura Militar. 6. Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da liberdade política e o cercear de liberdades individuais. O Estado Novo (1933-1974) 1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo 1. Referir o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo Ministro das Finanças António de Oliveira Salazar. 2. Relacionar o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo ministro das finanças António de Oliveira Salazar com a sua rápida ascensão no poder. 3. Indicar as medidas tomadas por Salazar para resolver o problema financeiro do país. 4. Salientar na Constituição de 1933 a supremacia do poder executivo e a existência de um partido único. 5. Reconhecer o carácter ditatorial do Estado Novo. 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão para com os opositores 1. Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando a máxima «Deus, Pátria e Família» e a obediência. 2. Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa e da propaganda como formas de difusão dos ideais do Estado Novo. 3. Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo. 4. Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo nos meios utilizados o desrespeito pelas liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos. 5. Referir a existência de prisões políticas, destacando a colónia penal do Tarrafal. 6. Reconhecer na atualidade a existência de regimes com características ditatoriais onde diariamente são desrespeitados os Direitos Humanos. 3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo 1. Comparar a imagem de prosperidade e paz social dada pelo regime com as difíceis condições de vida da grande maioria dos portugueses e com a opressão. 2. Referir a oposição à ditadura através de ações clandestinas e de obras artísticas, destacando alguns dos autores mais marcantes. 3. Reconhecer a candidatura do General Humberto Delgado à Presidência da República (1958) como o grande momento de oposição à ditadura, descrevendo o seu desfecho. 4. Referir a manutenção do regime opressivo após a substituição de Salazar por Marcelo Caetano, apesar das expectativas de «abertura do regime».
  • 11. 10 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 4. Conhecer e compreender a manutenção do colonialismo português e a Guerra Colonial 1. Referir a intransigência do Estado Novo relativamente à sua política colonial num contexto internacional hostil à posse de colónias. 2. Relacionar essa intransigência com a perda do Estado Português da Índia (1960) e com o início da Guerra Colonial em Angola (1961), Guiné (1963) e Moçambique (1964). 3. Caracterizar a guerra colonial, salientando a guerrilha e o apoio das populações autóctones aos movimentos que lutavam pela independência. 4. Reconhecer os efeitos da guerra, salientando o número de soldados mobilizados, as vítimas dos dois lados do conflito e os problemas associados à guerra que persistem ainda hoje. O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático 1. Conhecer e compreender as causas do golpe militar do 25 de Abril de 1974 1. Relacionar as difíceis condições de vida da maioria dos portugueses, a opressão política e a manutenção da Guerra Colonial com a «grande debandada» dos portugueses e com o crescente descontentamento dos militares. 2. Descrever sucintamente os acontecimentos da revolução militar e os seus protagonistas. 3. Sublinhar a forte adesão popular e o caráter não violento da «revolução dos Cravos». 2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime e da descolonização 1. Reconhecer no programa do Movimento das Forças Armadas, o fim da ditadura e o início da construção da democracia. 2. Referir as eleições de 1975 como um marco fundamental para a construção do Regime Democrático. 3. Reconhecer na Constituição de 1976 a consagração dos direitos e liberdades fundamentais. 4. Relacionar o 25 de Abril com a descolonização e com o fim do Império. 5. Explicar os problemas verificados com a descolonização portuguesa, destacando a questão dos «retornados» e a questão timorense. 6. Referir a transferência de soberania de Macau para a China (1999) e a autodeterminação de Timor Lorosae (2002) como marcos formais do fim do Império português. 7. Conhecer a dimensão do território português e os novos países surgidos após a descolonização. 3. Conhecer os órgãos de poder democráticos 1. Identificar a existência de poder central, regional e local. 2. Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas funções. 3. Descrever o funcionamento dos órgãos de poder central e as funções de cada um. 4. Destacar a efetiva separação de poderes e o sufrágio livre e universal como conquistas de Abril. 5. Identificar formas de participação cívica e democrática além dos atos eleitorais. 4. Analisar algumas conquistas, dificuldades e desafios que Portugal enfrenta no nosso tempo 1. Reconhecer a democratização do país como fator de prestígio internacional para Portugal. 2. Reconhecer a entrada de Portugal na Comunidade Económica Europeia (CEE) como um contributo para a consolidação da democracia portuguesa e para a modernização do país. 3. Enumerar aspetos que comprovem a modernização do país após a adesão à CEE. 4. Exemplificar progressos verificados nas condições de vida dos portugueses, nomeadamente no maior acesso à saúde e educação. 5. Constatar a maior igualdade de géneros existente na atualidade, apesar do caminho que ainda há a percorrer. 6. Reconhecer outras dificuldades que Portugal enfrenta nos nossos dias: desemprego, morosidade da justiça, assimetrias sociais, abandono escolar, fraco envolvimento cívico.
  • 12. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 11 Espaços em que Portugal se Integra 1. Conhecer a União Europeia (UE) como uma das organizações internacionais em que Portugal se integra 1. Identificar os países que constituem a UE. 2. Referir os principais objetivos que presidiram à criação da UE. 3. Identificar os sucessivos alargamentos da UE. 4. Identificar as principais instituições europeias. 2. Conhecer outras organizações internacionais em que Portugal se integra 1. Identificar os principais objetivos da criação da ONU. 2. Referir alguns dos estados não membros da ONU. 1. 3. Identificar algumas das organizações que integram a ONU (UNICEF, FAO, UNESCO…). 3. Localizar os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). 4. Localizar os países da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP). 5. Referir alguns dos grandes objetivos dos PALOP e da CPLP. 6. Localizar países da Organização do Tratado ao Atlântico Norte (NATO). 7. Referir os principais objetivos da NATO. Portugal Hoje A População Portuguesa 1. Compreender a importância dos recenseamentos na recolha de informação sobre a população 1. Definir recenseamento da população. 2. Referir informações que se podem consultar nos recenseamentos da população. 3. Localizar diferentes divisões administrativas do território nacional a diferentes escalas (Distritos, NUTS II e III, municípios). 4. Inferir sobre a importância dos recenseamentos na gestão e ordenamento do território. 2. Conhecer a evolução da população em Portugal e compreender a sua relação com o crescimento natural 1. Definir população total ou absoluta. 2. Caracterizar a evolução da população portuguesa desde o primeiro recenseamento geral da população (1864). 3. Identificar o crescimento natural como o principal fator responsável pela evolução da população. 4. Distinguir natalidade de taxa de natalidade e mortalidade de taxa de mortalidade. 5. Definir crescimento natural. 6. Caraterizar a evolução da natalidade em Portugal. 7. Identificar fatores responsáveis pela diminuição da natalidade em Portugal nas últimas décadas. 8. Caracterizar a evolução da mortalidade em Portugal. 9. Identificar fatores responsáveis pela diminuição da mortalidade em Portugal nas últimas décadas. 3. Compreender o contributo do saldo migratório na evolução da população em Portugal 1. Distinguir emigração de imigração. 2. Definir saldo migratório. 3. Caracterizar a evolução da emigração em Portugal. 4. Localizar as principais áreas de destino da emigração portuguesa. 5. Identificar as principais causas e consequências da emigração em Portugal. 6. Descrever a evolução da imigração em Portugal. 7. Localizar os principais países de origem da imigração em Portugal.
  • 13. 12 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 4. Compreender a distribuição da população em Portugal 1. Distinguir densidade populacional de população total. 2. Interpretar mapas com a distribuição regional da população total/densidade populacional em meados do século XX e na atualidade. 3. Identificar os principais fatores responsáveis pelo acentuar de contrastes na distribuição da população na atualidade. 5. Conhecer a evolução da população portuguesa por grupos etários 1. Identificar os 3 grupos etários. 2. Caracterizar a evolução recente da população jovem, da adulta e da idosa, tendo por base dados estatísticos. 3. Identificar fatores responsáveis pela evolução dos três grupos etários. 6. Conhecer e compreender as consequências do duplo envelhecimento da população em Portugal 1. Definir esperança média de vida à nascença. 2. Caraterizar a evolução da esperança média de vida à nascença, identificando os principais fatores responsáveis pelo seu incremento. 3. Referir os principais fatores que contribuem para o duplo envelhecimento da população. 4. Localizar as área mais afetadas pelo duplo envelhecimento da população e as respetivas consequências. 5. Apresentar medidas com o objetivo de subverter o duplo envelhecimento. Os lugares onde vivemos 1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos de vida 1. Definir povoamento. 2. Caraterizar o povoamento rural e o urbano. 3. Definir modo de vida. 4. Caraterizar os modos de vida predominantes no espaço rural e no espaço urbano 5. Reconhecer a crescente interpenetração entre modos de vida rurais e urbanos. 6. Reconhecer a crescente complementaridade e interdependência entre o espaço rural e o espaço urbano. 2. Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e das áreas urbanas 1. Comparar a evolução da população rural e da população urbana em Portugal, nas últimas décadas. 2. Definir taxa de urbanização. 3. Definir êxodo rural. 4. Relacionar a crescente taxa de urbanização com o êxodo rural. 5. Localizar as principais áreas urbanas em Portugal. 6. Identificar os principais problemas das áreas urbanas e das áreas rurais em Portugal. 7. Apontar soluções para os problemas identificados nas áreas urbanas e nas áreas rurais em Portugal. 3. Compreender a atratividade exercida pelas áreas urbanas 1. Distinguir área atrativa de área repulsiva. 2. Interpretar a distribuição regional dos equipamentos ligados à saúde, educação, cultura, desporto, audiovisuais (…). 3. Justificar a atratividade das áreas urbanas pela maior disponibilidade na oferta de emprego e concentração de equipamento de saúde, educação, lazer (…).
  • 14. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 13 Atividades que desenvolvemos 1. Conhecer a repartição das atividades económicas por sectores 1. Definir setor de atividade económica. 2. Distinguir população ativa de população inativa. 3. Distinguir taxa de atividade de taxa de desemprego. 4. Distinguir atividades produtivas de não produtivas. 5. Comparar as atividades económicas integradas nos setores primário, secundário e terciário. 2. Compreender a evolução da distribuição da população por setores de atividade em Portugal 1. Caraterizar a evolução da população ativa integrada nos três setores de atividade. 2. Enumerar fatores que explicam a diminuição da população ativa integrada no sector primário e no setor secundário. 3. Identificar consequências da diminuição da população ativa integrada no sector primário e no setor secundário. 4. Identificar fatores que explicam o aumento da população ativa integrada no sector terciário. 5. Identificar consequências do aumento da população ativa integrada no sector terciário. 6. Localizar as áreas onde predominam atividades ligadas aos diferentes setores. 7. Identificar as atividades dominantes na área envolvente à escola. 3. Conhecer e compreender as características da agricultura em Portugal 1. Definir agricultura. 2. Caraterizar os principais tipos de agricultura praticados em Portugal. 3. Descrever as transformações recentes ocorridas na agricultura portuguesa. 4. Localizar os principais tipos de agricultura e alguns dos produtos cultivados. 5. Identificar os principais obstáculos à modernização da agricultura portuguesa. 6. Identificar a atividade agrícola praticada na área de residência. 4. Compreender a importância da floresta em Portugal 1. Referir as principais funções das florestas. 2. Localizar a distribuição das principais espécies florestais a nível nacional. 3. Identificar os principais problemas que afetam a floresta. 5. Compreender a atividade piscatória em Portugal 1. Caraterizar os principais tipos de pesca praticados em Portugal. 2. Identificar as principais áreas de pesca e os portos de desembarque do pescado. 3. Referir alguns dos problemas que afetam a pesca portuguesa e possíveis soluções. 4. Identificar aspetos positivos e negativos da aquacultura. 6. Compreender a evolução da indústria em Portugal 1. Definir indústria. 2. Identificar diferentes tipos de indústria. 3. Caraterizar a evolução da indústria em Portugal. 4. Localizar as principais áreas industriais em Portugal. 5. Identificar os principais problemas associados à atividade industrial e possíveis soluções.
  • 15. 14 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 7. Compreender a crescente importância das energias renováveis em Portugal 1. Referir os tipos de energia mais utilizados em Portugal. 2. Distinguir energias renováveis de energias não renováveis, dando ênfase aos principais impactes da sua utilização. 3. Localizar as principais áreas de produção de energia renovável em Portugal. 4. Enumerar os principais fatores responsáveis pela crescente importância das energias renováveis em Portugal. 5. Identificar práticas adequadas a uma racionalização dos consumos energéticos. 8. Compreender o comércio em Portugal 1. Distinguir importação de exportação. 2. Descrever a evolução das importações e das exportações em Portugal. 3. Caracterizar os tipos de produtos importados/exportados e os parceiros comerciais. 4. Referir as consequências do desigual valor das importações e exportações em Portugal. 5. Identificar novas formas de comercializar produtos e de pagar serviços. 9. Compreender a crescente importância dos serviços entre as atividades económicas em Portugal 1. Definir serviços. 2. Identificar os diferentes tipos de serviços. 3. Localizar as áreas de maior oferta de serviços. 4. Explicar os contrastes regionais na oferta de serviços (saúde, educação, cultura, desporto…). 5. Justificar a crescente importância do setor dos serviços na criação de emprego. O mundo mais perto de nós 1. Compreender a importância dos transportes na sociedade atual 1. Distinguir rede de transporte de modo de transporte. 2. Referir a importância das redes de transporte no mundo atual. 3. Comparar as vantagens e as desvantagens da utilização dos diferentes modos de transporte (rodoviário, ferroviário, marítimo, aéreo e fluvial). 4. Caracterizar a distribuição das diferentes redes de transporte em Portugal. 5. Relacionar a distribuição das redes de transporte com a distribuição da população e atividades económicas. 6. Discutir os impactes do desenvolvimento da rede de transportes. 2. Conhecer e compreender a importância das telecomunicações na sociedade atual 1. Definir rede de telecomunicação. 2. Referir as vantagens da utilização dos serviços de telecomunicação. 3. Associar o desenvolvimento dos serviços de telecomunicação com o processo de globalização e aparecimento do conceito de «aldeia global». 4. Discutir a importância do desenvolvimento das telecomunicações nas atividade humanas e qualidade de vida.
  • 16. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 15 Lazer e Património 1. Compreender a desigual distribuição da prática do lazer e do turismo a nível nacional 1. Definir lazer. 2. Localizar as áreas com maior oferta de equipamento culturais e desportivos diversos (teatros, cinemas, museus, bibliotecas, pavilhões desportivos…) 3. Justificar a desigual oferta na distribuição de equipamento culturais e desportivos. 4. Identificar o turismo como uma atividade de lazer. 5. 5. Identificar diferentes tipos de turismo em Portugal: balnear/ de montanha/religioso/termal/ em espaço rural/de aventura/radical/ histórico-cultural/ de natureza (…). 6. Localizar as áreas de maior atração/procura turística em Portugal, destacando os fatores que justificam a sua atratividade/procura. 7. Identificar atividades de lazer e turismo na região onde reside. 2. Compreender a importância da preservação do património 1. Identificar diferentes tipos de património. 2. Localizar diferentes áreas de proteção da natureza. 3. Explicar a importância das áreas protegidas na preservação do património ambiental. 4. Identificar medidas de preservação do património.
  • 17. 16 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano Planificação a Longo Prazo Número de aulas previstas (3 x 45 minutos / semana) 1. o Período c. 13 semanas 2. o Período c. 10 semanas 3. o Período c. 10 semanas TOTAIS Aulas previstas (ano letivo 2015/2016) 39 30 30 99 Aulas (de desenvolvimento dos conteúdos, de acordo com a organização do manual) 25 18 16 59 Aulas de preparação e correção de avaliação 2 2 2 6 Avaliação sumativa* 4 4 4 12 Domínios e subdomínios Aulas previstas (45 minutos) D. Portugal do século XVIII ao século XIX 1. O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII 2. A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal 3. Portugal na segunda metade do século XIX 7 6 12 1. o Período E. Portugal do século XX 1. Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 2. O Estado Novo (1933-1974) 3. O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático 4. Espaços em que Portugal se integra 5 6 5 2 2. o Período F. Portugal Hoje 1.1 A População Portuguesa 1.2 Os lugares onde vivemos 1.3 Atividades que desenvolvemos 1.4 O mundo mais perto de nós 1.5 Lazer e Património 3 4 7 1 1 3. o Período
  • 18. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 17 Planificação a Médio Prazo Domínio – Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio – O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Conhecer e compreender as características do império português dos séculos XVII e XVIII 1.1 Conhecer a dimensão geográfica do império português no século XVIII, por comparação ao império luso do século XVI e aos restantes impérios europeus. 1.2 Referir a colónia do Brasil como o principal território ultramarino português no século XVII. 1.3 Destacar o açúcar brasileiro como o principal produto de exportação colonial. 1.4 Relacionar a quebra dos lucros do açúcar com a intensificação da procura de ouro pelos bandeirantes. 1.5 Relacionar as fronteiras atuais do Brasil com as incursões dos bandeirantes a partir dos finais do século XVII. 1.6 Reconhecer a riqueza proporcionada a Portugal, na primeira metade do século XVIII, pela descoberta de ouro no Brasil. 1.7 Caracterizar a vida dos escravos, salientando as condições a que eram submetidos (desde o seu resgate e transporte do continente africano até ao seu dia-a-dia nos engenhos de açúcar). 1.8 Reconhecer nas características étnicas culturais, linguísticas, religiosas do Brasil atual a miscigenação entre ameríndios, africanos e europeus. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 10 e 11, relativamente ao império português e à sociedade de ordens. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 12 e 13, deverá construir o seu conhecimento acerca do território e dos recursos do Império Português no século XVIII, e das riquezas do Brasil. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «bandeirantes», e a conhecer a Expressão com História «Ir para o quinto dos Infernos», nas páginas 12 e 13, respetivamente. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 14 e 15, irá construir o seu conhecimento acerca dos movimentos da população e do tráfico de escravos. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «tráfico de pessoas» e «tráfico negreiro», e a conhecer História e «Direitos Humanos», nas páginas 14 e 15, respetivamente. Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos 1. o período
  • 19. 18 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 2. Conhecer e compreender as características do poder político no tempo de D. João V 3. Conhecer a sociedade portuguesa no século XVIII 4. Conhecer aspetos da arte no tempo de D. João V 2.1 Definir «monarquia absoluta». 2.2 Referir a concentração de poderes de D. João V. 2.3 Comparar a concentração de poderes de um rei absoluto com a divisão de poderes existente no atual regime democrático. 2.4 Comparar a justificação divina para o exercício do poder absoluto com a legitimidade do poder pelo voto na democracia atual. 2.5 Evidenciar o fausto da corte, as embaixadas, as cerimónias públicas e as grandes construções como manifestações do poder absoluto. 3.1 Reconhecer a manutenção da divisão da sociedade em grupos e dos profundos contrastes sociais existentes. 3.2 Identificar nas cerimónias públicas e na lei o reflexo da forte estratificação social da época. 3.3 Referir a burguesia como grupo enriquecido pelo comércio internacional mas mantendo o seu estatuto de não privilegiado. 3.4 Referir as formas de ascensão social no século XVIII. 3.5 Sublinhar o papel da Inquisição na perseguição aos «cristãos-novos», destacando a intolerância religiosa dessa época. 4.1 Identificar as principais características da arte Barroca. 4.2 Identificar alguns exemplos de arte Barroca em Portugal, especialmente ao nível do património edificado. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 16 e 17, deverá construir o seu conhecimento acerca do reinado de D. João V e da vida na Corte. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «Monarquia» e «Absoluto», e a atender ao Relaciono as minhas aprendizagens, nas páginas 16 e 17, respetivamente. Propõe-se que o aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 18 e 19, construa o seu conhecimento acerca da sociedade no tempo de D. João V. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «Inquisição», «Cristão» e «Católico», e a atender a História e «Língua Portuguesa, Educação Musical e Educação Física», nas páginas 18 e 19, respetivamente. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 20 e 21 deverá construir o seu conhecimento acerca da cultura e da arte no tempo de D. João V. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 22 a 25 (em casa ou na aula). Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 1. o período
  • 20. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 19 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal 5.1 Descrever o terramoto de 1755 e a ação imediata do Marquês de Pombal. 5.2 Identificar características urbanísticas da Lisboa Pombalina. 5.3 Identificar as principais medidas de desenvolvimento económico adotadas no reinado de D. José I. 5.4 Relacionar a quebra das remessas de ouro do Brasil e as elevadas importações portuguesas em meados do século XVIII com a introdução de novas manufaturas. 5.5 Indicar sucintamente as reformas no ensino, o fim da distinção entre «cristão-novo» e «cristão-velho» e a proibição da escravatura na metrópole. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 28 e 29, relativamente a Lisboa Pombalina e à ação do marquês de Pombal. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 30 a 33, irá construir o seu conhecimento acerca do Terramoto de 1755, da reconstrução de Lisboa, da situação do reino após a morte de D. João V e da ação do marquês de Pombal. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «Baixa», e a conhecer a Expressão com História «Cair o Carmo e a Trindade», nas páginas 30 e 31, respetivamente. Sugere-se, ainda, a Leitura em Família de O Dia do Terramoto, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 34 a 37 (em casa ou na aula). Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos 1. o período
  • 21. 20 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano Domínio – Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio – A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Conhecer e compreender a Revolução Francesa e as invasões napoleónicas 2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820 1.1 Localizar no espaço e no tempo a grande revolução de 1789 e a onda revolucionária que provocou na Europa e na América. 1.2 Referir os princípios políticos e sociais defendidos pelos revolucionários franceses, destacando o fim do absolutismo e dos privilégios do clero e da nobreza. 1.3 Reconhecer a construção de um Império na Europa por Napoleão Bonaparte. 1.4 Identificar o «bloqueio continental» como uma forma de enfraquecer a Inglaterra. 1.5 Indicar os motivos que levaram Napoleão a invadir Portugal. 1.6 Descrever sucintamente as três invasões napoleónicas, salientando os seus episódios mais marcantes. 1.7 Referir a fuga da família real e da corte para o Brasil aquando da primeira invasão. 1.8 Referir a resistência popular e a ajuda militar inglesa na luta contra a ocupação francesa. 2.1 Relacionar as destruições provocadas pelas invasões, a permanência do rei no Brasil e o domínio inglês em Portugal com o descontentamento generalizado dos vários grupos sociais. 2.2 Descrever sucintamente o triunfo de uma revolução liberal em Portugal em 1820, destacando os seus principais protagonistas. 2.3 Justificar o apoio dos burgueses aos ideais revolucionários. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 38 e 39, relativamente à Revolução Francesa de 1789 e aos seus reflexos em Portugal. Os alunos, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 40 a 43, construirão o seu conhecimento relativamente à Revolução Francesa, ao Bloqueio Continental e a como Portugal foi ocupado pelos franceses. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «Bloqueio», e a conhecer as Expressões com História «Despedir-se à Francesa» e «À grande e à francesa», nas páginas 40, 41 e 43, respetivamente. Propõe-se que o aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 44 a 47, desenvolva o seu conhecimento acerca da Revolução Liberal de 1820 e da ação das Cortes Constituintes – Constituição de 1822. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente do significado de «Constituição» e «Cortes», e a atender a História e «Língua Portuguesa», nas páginas 46 e 47. Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 1. o período
  • 22. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 21 3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820 4. Conhecer o longo processo de afirmação da Monarquia Liberal 2.4 Referir a realização de eleições para as Cortes Constituintes, cujo objetivo era a elaboração de uma Constituição. 2.5 Reconhecer a Constituição como a Lei fundamental de um Estado. 3.1 Referir o princípio da separação de poderes, a igualdade perante a lei e o princípio da soberania nacional, por oposição ao absolutismo. 3.2 Reconhecer o caráter «revolucionário» da Constituição de 1822, salientando, ainda assim, os seus limites, por referência ao voto verdadeiramente universal atual. 3.3 Descrever sucintamente o processo de Independência do Brasil. 4.1 Justificar a oposição de largos setores da nobreza e do clero à nova ordem política e social. 4.2 Descrever a solução encontrada por D. Pedro para resolver o problema de sucessão ao trono, após a morte de D. João VI. 4.3 Referir o desrespeito do regente D. Miguel pela ordem liberal e a sua aclamação como rei absoluto, em 1828, salientando o período de repressão que se seguiu. 4.4 Reconhecer a divisão da sociedade portuguesa entre absolutistas (apoiantes de D. Miguel) e liberais (apoiantes de D. Pedro). 4.5 Descrever sucintamente a guerra civil de 1832-1834, salientando episódios marcantes do triunfo de D. Pedro e da Monarquia Constitucional. Propõe-se que o aluno, através da resolução das tarefas das páginas 48 e 51, conheça como decorreu a independência do Brasil, a sucessão ao trono de Portugal e as lutas entre liberais e absolutistas que culminou na Guerra Civil. Convidam-se os alunos a atender ao Relaciono as minhas aprendizagens e À descoberta de palavras, nomeadamente para clarificar o significado de «Guerra», nas páginas 49 e 50, respetivamente. Sugere-se, ainda, a Leitura em Família de Um trono para dois irmãos de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 52 a 55. Proposta de um momento de avaliação sumativa. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa/ Sumativa 1. o período
  • 23. 22 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano Domínio – Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio – Portugal na segunda metade do século XIX Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produtivas portuguesas na segunda metade do século XIX 2. Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos meios de transporte operado pela Regeneração e os seus efeitos 1.1 Relacionar a dependência de Portugal face ao exterior e a estabilidade política conseguida em meados do século XIX com as tentativas de modernização da economia portuguesa. 1.2 Referir as principais medidas tomadas pelos liberais para a modernização da agricultura portuguesa. 1.3 Referir o alcance limitado do desenvolvimento industrial do país, verificado neste período, destacando as principais zonas industriais na segunda metade do século XIX num país maioritariamente rural. 2.1 Referir a ausência de uma rede de transportes e comunicação como um entrave ao desenvolvimento do país até meados do século XIX. 2.2 Reconhecer a expansão da rede ferroviária, viária e o desenvolvimento dos meios de comunicação na segunda metade do século XIX. 2.3 Apontar o Estado como o grande impulsionador da rede de transportes e comunicação da segunda metade do século XIX, destacando a ação de Fontes Pereira de Melo. 2.4 Referir as consequências económicas e sociais do desenvolvimento das vias de comunicação, dos transportes e dos meios de comunicação. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 58 e 59, relativamente a Portugal na segunda metade do século XIX. Ao longo das páginas 60 a 63, as propostas de trabalho com as fontes pretendem que o aluno conheça o estado da agricultura e da indústria portuguesa na segunda metade do século XIX. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «Baldio», «Pousio», «Regeneração», «Indústria Manufatureira» e «Indústria Mecanizada» nas páginas 60 e 62, respetivamente. Sugere-se, ainda, História e «EVT» e História e «Cinema», nas páginas 61 e 63, respetivamente. Propõe-se que o aluno, através da resolução das tarefas das páginas 64 e 65, conheça os transportes e comunicações da segunda metade do século XIX. Convidam-se os alunos a atender ao Relaciono as minhas aprendizagens, na página 65. Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 1. o período
  • 24. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 23 3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça 4. Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo rural verificado na segunda metade do século XIX 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX 2.5 Estabelecer uma relação entre os investimentos realizados com recurso aos mercados internacionais com a grave crise financeira de 1890-92. 3.1 Enumerar medidas tomadas ao nível do ensino, destacando os seus objetivos e limites. 3.2 Indicar o pioneirismo português na abolição da pena de morte, destacando a existência da pena capital em vários países do mundo na atualidade. 3.3 Relacionar as ideias liberais com a abolição da pena de morte, da escravatura nas colónias e das penas corporais. 4.1 Apontar as razões da diminuição da mortalidade e do consequente aumento da população verificado neste período. 4.2 Relacionar a mecanização da agricultura, o crescimento da população e a melhoria dos transportes com o êxodo rural e emigração verificados neste período. 4.3 Localizar os destinos do êxodo rural e da emigração neste período. 5.1 Conhecer a organização social liberal, por oposição à sociedade do século XVIII. 5.2 Reconhecer o caráter eminentemente rural da economia e sociedade portuguesa. 5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientando preocupações que continuam a existir no urbanismo atual. 5.4 Referir o surgimento do proletariado como novo grupo social, destacando as suas duras condições de vida e de trabalho. 5.5 Relacionar as difíceis condições de vida do proletariado com a criação das primeiras associações de operários e as primeiras formas de luta. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 66 e 67 irá construir o seu conhecimento acerca do ensino e da defesa dos Direitos Humanos em Portugal na segunda metade do século XIX. Propõe-se que os alunos atendam à proposta de História e «Direitos Humanos», na página 67. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 68 a 71. Ao longo das páginas 74 a 85, as propostas de trabalho com as fontes pretendem que o aluno conheça a organização social, a vida nos campos, a vida nas grandes cidades, o nascimento do proletariado e a extração mineira em Portugal na segunda metade do século XIX. Propõe-se que os alunos atendam às propostas de História e «EVT» e História e «Língua Portuguesa», nas páginas 75 e 79, respetivamente. Sugere-se que os alunos atendam às Expressões com História, nomeadamente «Do tempo da Maria Cachucha» e «Queimar as pestanas», das páginas 77 e 83, respetivamente Através da rubrica À descoberta de palavras, os alunos poderão clarificar o significado de «Proletariado», na página 84. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 1. o período
  • 25. 24 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 6. Conhecer as características da arte da segunda metade do século XIX 6.1 Reconhecer a «Arquitetura do Ferro» como a grande novidade da arquitetura do século XIX. 6.2 Identificar as principais construções da «Arquitetura do Ferro» em Portugal. 6.3 Identificar exemplos marcantes da arquitetura de inspiração em estilos do passado (revivalista). 6.4 Enumerar algumas figuras da literatura do século XIX. Propõe-se que os alunos conheçam a arte e a cultura portuguesa na segunda metade do século XIX, ao longo das páginas 86 e 87. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 88 e 91. Proposta de um momento de avaliação sumativa. Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa/ Sumativa 1. o e 2. o períodos
  • 26. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 25 Domínio – Portugal do século XX Subdomínio – Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Conhecer e compreender as razões da queda da Monarquia Constitucional 2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus símbolos 1.1 Indicar os motivos do crescente descrédito da instituição monárquica. 1.2 Relacionar os interesses das potências industriais europeias em África com a Conferência de Berlim e com o projeto português do Mapa Cor-de-Rosa. 1.3 Relacionar o projeto do Mapa Cor-de-Rosa com o Ultimato Inglês. 1.4 Relacionar a humilhação sentida pelo povo português face à cedência ao Ultimato Inglês com o aumento dos apoiantes da causa republicana. 1.5 Referir o regicídio de 1908 como fator para a queda da monarquia. 1.6 Descrever os principais episódios do 5 de Outubro de 1910, salientando o apoio popular à insurreição militar republicana. 1.7 Localizar no tempo o período da I República. 2.1 Diferenciar Monarquia e República quanto ao chefe de Estado, à legitimidade do seu mandato e à duração do mesmo. 2.2 Conhecer os símbolos da República Portuguesa. 2.3 Caracterizar o regime republicano a partir da Constituição de 1911, salientando semelhanças e diferenças relativamente à Constituição da Monarquia Constitucional. 2.4 Indicar o parlamento como o órgão político mais importante na I República. 2.5 Reconhecer a manutenção de limitações no sufrágio durante a I República, por comparação à situação atual. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 102 e 103, relativamente à Revolução Republicana de 1910 e à I República. Ao longo das páginas 104 a 107, as propostas de trabalho com as fontes pretendem que o aluno desenvolva o seu conhecimento relativamente aos motivos que levaram à queda da monarquia (formação do partido republicano, ultimato inglês, 31 de janeiro e regicídio) e ao 5 de outubro de 1910. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente do significado de «Ultimato» e «República» na página 104. Sugerem-se Expressões com História, nomeadamente «Meter uma lança em África», na página 105, e ainda que ao aluno atenda ao Relaciono as minhas aprendizagens da página 107. Ao longo das páginas 108 e 109, as propostas de trabalho com as fontes pretendem que o aluno construa o seu conhecimento acerca das primeiras medidas republicanas e da Constituição Republicana de 1911. Propõe-se que os alunos conheçam as principais medidas republicanas nas páginas 110 e 111. Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 2. o período
  • 27. 26 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 3. Conhecer as principais realizações da I República 4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da ditadura militar em 1926 3.1 Indicar as principais medidas de caráter social tomadas durante a I República. 3.2 Referir medidas tomadas pela I República no sentido de diminuir a influência da Igreja junto da população. 3.3 Salientar o alcance das medidas sociais e educativas tomadas durante a I República. 4.1 Referir a instabilidade governativa e a crise económica e social como fatores decisivos para o fim da I República. 4.2 Indicar os motivos da entrada de Portugal na I Guerra Mundial. 4.3 Indicar os efeitos da participação de Portugal na I Guerra Mundial e sua relação com o golpe militar do «28 de Maio» de 1926. No À Descoberta de Palavras, convidam-se os alunos a clarificar os significados de «Alfabetizar» e «Sindicato», na página 110. As propostas de trabalho com as fontes das páginas 112 e 113 pretendem que o aluno construa o seu conhecimento acerca da participação de Portugal na I Guerra Mundial e acerca do crescente descontentamento português com a I República. No À Descoberta de Palavras convidam-se os alunos, nas páginas 112 e 113, a clarificar o significado de «Guerra» e a atender à proposta de História e «Matemática». Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 114 a 117 (em casa ou na aula). Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos.
  • 28. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 27 Domínio – Portugal do século XX Subdomínio – O Estado Novo (1933-1974) Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da ditadura militar em 1926* *meta e descritores do subdomínio anterior 1.Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo 4.4 Justificar a grande adesão dos militares e da população de Lisboa ao movimento antidemocrático chefiado pelo General Gomes da Costa.* 4.5 Localizar no tempo o período da Ditadura Militar.* 4.6 Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da liberdade política e o cercear de liberdades individuais.* 1.1 Referir o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo Ministro das Finanças António de Oliveira Salazar. 1.2 Relacionar o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo ministro das finanças António de Oliveira Salazar com a sua rápida ascensão no poder. 1.3 Indicar as medidas tomadas por Salazar para resolver o problema financeiro do país. 1.4 Salientar na Constituição de 1933 a supremacia do poder executivo e a existência de um partido único. 1.5 Reconhecer o carácter ditatorial do Estado Novo. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 120 e 121, relativamente ao Estado Novo. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 122 e 123 construirá o seu conhecimento acerca do golpe militar de 28 de maio e da ditadura militar. No À Descoberta de Palavras, convidam-se os alunos a clarificar o significado de «Ditadura» e «Censura», na página 122. Ao longo das páginas 124 e 125, as propostas de trabalho com as fontes pretendem que o aluno construa o seu conhecimento relativamente à ascensão política de Salazar e a Constituição de 1933. No À Descoberta de Palavras, da página 124, convidam-se os alunos a clarificar o significado de «Finanças Públicas». Na página 125, propõe-se que o aluno atenda a História e «Direitos Humanos». Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 130 a 133 (em casa ou na aula). Proposta de um momento de avaliação sumativa. Diagnóstica Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa/ Sumativa 2. o período
  • 29. 28 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano Domínio – Portugal do século XX Subdomínio – O Estado Novo (1933-1974) Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão para com os opositores 3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo 2.1 Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando a máxima «Deus, Pátria e Família» e a obediência. 2.2 Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa e da propaganda como formas de difusão dos ideais do Estado Novo. 2.3 Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo. 2.4 Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo nos meios utilizados o desrespeito pelas liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos. 2.5 Referir a existência de prisões políticas, destacando a colónia penal do Tarrafal. 2.6 Reconhecer na atualidade a existência de regimes com características ditatoriais onde diariamente são desrespeitados os Direitos Humanos. 3.1 Comparar a imagem de prosperidade e paz social dada pelo regime com as difíceis condições de vida da grande maioria dos portugueses e com a opressão. 3.2 Referir a oposição à ditadura através de ações clandestinas e de obras artísticas, destacando alguns dos autores mais marcantes. 3.3 Reconhecer a candidatura do General Humberto Delgado à Presidência da República (1958) como o grande momento de oposição à ditadura, descrevendo o seu desfecho. 3.4 Referir a manutenção do regime opressivo após a substituição de Salazar por Marcelo Caetano, apesar das expectativas de «abertura do regime». O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 126 e 127, construirá o seu conhecimento acerca dos meios de repressão usados no Estado Novo. No À Descoberta de Palavras da página 126, convidam-se os alunos a clarificar o significado de «Liberdade de Expressão». Na página 127, convida-se o aluno, através das Expressões com História, a conhecer o significado de «Dar a mão à palmatória». Ao longo das páginas 128 a 131, as propostas de trabalho com as fontes pretendem que o aluno construa o seu conhecimento relativamente às grandes construções, à emigração e turismo, bem como à oposição ao regime. No À Descoberta de Palavras da página 128 e 130, convidam-se os alunos a clarificar os significados de «Obras», «Públicas» e «Oposição política», respetivamente. Na página 129, convida-se o aluno a atender ao Relaciono as minhas aprendizagens. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 132 e 133, construirá o seu conhecimento acerca da recusa de Salazar à concessão da independência das colónias e acerca da Guerra Colonial. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 134 a 137 (em casa ou na aula). Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa/ Sumativa 2. o / 3. o períodos
  • 30. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 29 Domínio – Portugal do século XX Subdomínio – O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Espaços em que Portugal se Integra* Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Conhecer e compreender as causas do golpe militar do 25 de Abril de 1974 2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime e da descolonização 1.1 Relacionar as difíceis condições de vida da maioria dos portugueses, a opressão política e a manutenção da Guerra Colonial com a «grande debandada» dos portugueses e com o crescente descontentamento dos militares. 1.2 Descrever sucintamente os acontecimentos da revolução militar e os seus protagonistas. 1.3 Sublinhar a forte adesão popular e o caráter não violento da «Revolução dos Cravos». 2.1 Reconhecer no programa do Movimento das Forças Armadas, o fim da ditadura e o início da construção da democracia. 2.2 Referir as eleições de 1975 como um marco fundamental para a construção do Regime Democrático. 2.3 Reconhecer na Constituição de 1976 a consagração dos direitos e liberdades fundamentais. 2.4 Relacionar o 25 de Abril com a descolonização e com o fim do Império. 2.5 Explicar os problemas verificados com a descolonização portuguesa, destacando a questão dos “retornados” e a questão timorense. 2.6 Referir a transferência de soberania de Macau para a China (1999) e a autodeterminação de Timor Lorosae (2002) como marcos formais do fim do Império português. 2.7 Conhecer a dimensão do território português e os novos países surgidos após a descolonização. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 142 e 143, relativamente ao 25 de abril de 1974 e a consolidação da democracia portuguesa. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 144 e 145 construirá o seu conhecimento acerca do fim da ditadura e o regresso da liberdade a Portugal. Ao longo das páginas 146 a 153, as propostas de trabalho com as fontes pretendem que o aluno construa o seu conhecimento relativamente: à descolonização, à constituição de 1976, às regiões autónomas portuguesas e ao poder local português. No À Descoberta de Palavras convidam-se os alunos a clarificar o significado de «Descolonização», “Democracia”, «Direito de voto», «Poder Central», «Região Autónoma» e «Poder local», nas páginas 146, 148, 150 e 152, respetivamente. Sugere-se na página 147 a Leitura em Família de O 25 de abril contado às crianças e aos outros de José Jorge Letria. Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos 3. o período
  • 31. 30 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 3. Conhecer os órgãos de poder democráticos 4. Analisar algumas conquistas, dificuldades e desafios que Portugal enfrenta no nosso tempo 1*. Conhecer a União Europeia (UE) como uma das organizações internacionais em que Portugal se integra 3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local. 3.2 Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas funções. 3.3 Descrever o funcionamento dos órgãos de poder central e as funções de cada um. 3.4 Destacar a efetiva separação de poderes e o sufrágio livre e universal como conquistas de Abril. 3.5 Identificar formas de participação cívica e democrática. 4.1 Reconhecer a democratização do país como fator de prestígio internacional para Portugal. 4.2 Reconhecer a entrada de Portugal na Comunidade Económica Europeia (CEE) como um contributo para a consolidação da democracia portuguesa e para a modernização do país. 4.3 Enumerar aspetos que comprovem a modernização do país após a adesão à CEE. 4.4 Exemplificar progressos verificados nas condições de vida dos portugueses, nomeadamente no maior acesso à saúde e educação. 4.5 Constatar a maior igualdade de géneros existente na atualidade, apesar do caminho que ainda há a percorrer. 4.6 Reconhecer outras dificuldades que Portugal enfrenta nos nossos dias: desemprego, morosidade da justiça, assimetrias sociais, abandono escolar, fraco envolvimento cívico. 1.1Identificar os países que constituem a UE. 1.2 Referir os principais objetivos que presidiram à criação da UE. 1.3 Identificar os sucessivos alargamentos da UE. 1.4 Identificar as principais instituições europeias. Propõe-se que ao aluno com a resolução das tarefas das páginas 154 a 157 construa o seu conhecimento acerca das organizações internacionais em que Portugal se integra e como a democracia se consolida atualmente. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 158 a 161 (em casa ou na aula). Proposta de um momento de avaliação sumativa. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos Formativa/ Sumativa 3. o período
  • 32. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 31 Domínio – Portugal Hoje Subdomínio – A população Portuguesa Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Compreender a importância dos recenseamentos na recolha de informação sobre a população 2. Conhecer a evolução da população em Portugal e compreender a sua relação com o crescimento natural 3. Compreender o contributo do saldo migratório na evolução da população em Portugal 1.1 Definir recenseamento da população. 1.2 Referir informações que se podem consultar nos recenseamentos da população. 1.3 Localizar diferentes divisões administrativas do território nacional a diferentes escalas (Distritos, NUTS II e III, municípios). 1.4 Inferir sobre a importância dos recenseamentos na gestão e ordenamento do território. 2.1 Definir população total ou absoluta. 2.2 Cracterizar a evolução da população portuguesa desde o primeiro recenseamento geral da população (1864). 2.3 Identificar o crescimento natural como o principal fator responsável pela evolução da população. 2.4 Distinguir natalidade de taxa de natalidade e mortalidade de taxa de mortalidade. 2.5 Definir crescimento natural. 2.6 Caraterizar a evolução da natalidade em Portugal. 2.7 Identificar fatores responsáveis pela diminuição da natalidade em Portugal nas últimas décadas. 2.8 Caracterizar a evolução da mortalidade em Portugal. 2.9 Identificar fatores responsáveis pela diminuição da mortalidade em Portugal nas últimas décadas. 3.1 Distinguir emigração de imigração. 3.2 Definir saldo migratório. 3.3 Caracterizar a evolução da emigração em Portugal. 3.4 Localizar as principais áreas de destino da emigração portuguesa. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 162 e 163, relativamente a Portugal hoje: população portuguesa e os lugares onde vivemos. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 164 e 165 construirá o seu conhecimento acerca da população portuguesa na atualidade e da sua evolução. No À Descoberta de Palavras da página 164 convidam-se os alunos a clarificar os significados de «População Absoluta», «Natalidade» e «Mortalidade», Propõe-se que o aluno, com a resolução das tarefas das páginas 166 a 167, construa o seu conhecimento acerca da mobilidade da população portuguesa. No À Descoberta de Palavras da página 166 convidam-se os alunos a clarificar o significado de Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 3. o período
  • 33. 32 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 4. Compreender a distribuição da população em Portugal 5. Conhecer a evolução da população portuguesa por grupos etários 6. Conhecer e compreender as consequências do duplo envelhecimento da população em Portugal 3.5 Identificar as principais causas e consequências da emigração em Portugal. 3.6 Descrever a evolução da imigração em Portugal. 3.7 Localizar os principais países de origem da imigração em Portugal. 4.1 Distinguir densidade populacional de população total. 4.2 Interpretar mapas com a distribuição regional da população total/densidade populacional em meados do século XX e na atualidade. 4.3 Identificar os principais fatores responsáveis pelo acentuar de contrastes na distribuição da população na atualidade. 5.1 Identificar os 3 grupos etários. 5.2 Caracterizar a evolução recente da população jovem, da adulta e da idosa, tendo por base dados estatísticos. 5.3 Identificar fatores responsáveis pela evolução dos três grupos etários. 6.1 Definir esperança média de vida à nascença. 6.2 Caraterizar a evolução da esperança média de vida à nascença, identificando os principais fatores responsáveis pelo seu incremento. 6.3 Referir os principais fatores que contribuem para o duplo envelhecimento da população. 6.4 Localizar as área mais afetadas pelo duplo envelhecimento da população e as respetivas consequências. 6.5 Apresentar medidas com o objetivo de subverter o duplo envelhecimento. «Emigração» e «Imigração». O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 168 e 169, construirá o seu conhecimento acerca das características da população portuguesa e da sua repartição espacial atualmente. No À Descoberta de Palavras da página 168, convidam-se os alunos a clarificar os significados de «Grupo etário», «Densidade Populacional», «Área Atrativa», «Área Repulsiva» e «Esperança de vida». Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 3. o período
  • 34. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 33 Domínio – Portugal Hoje Subdomínio – Os lugares onde vivemos Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos de vida 2. Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e das áreas urbanas 3. Compreender a atratividade exercida pelas áreas urbanas 1.1 Definir povoamento. 1.2 Caraterizar o povoamento rural e o urbano. 1.3 Definir modo de vida. 1.4 Caraterizar os modos de vida predominantes no espaço rural e no espaço urbano 1.5 Reconhecer a crescente interpenetração entre modos de vida rurais e urbanos. 1.6 Reconhecer a crescente complementaridade e interdependência entre o espaço rural e o espaço urbano. 2.1 Comparar a evolução da população rural e da população urbana em Portugal, nas últimas décadas. 2.2 Definir taxa de urbanização. 2.3 Definir êxodo rural. 2.4 Relacionar a crescente taxa de urbanização com o êxodo rural. 2.5 Localizar as principais áreas urbanas em Portugal. 2.6 Identificar os principais problemas das áreas urbanas e das áreas rurais em Portugal. 2.7 Apontar soluções para os problemas identificados nas áreas urbanas e nas áreas rurais em Portugal. 3.1 Distinguir área atrativa de área repulsiva. 3.2 Interpretar a distribuição regional dos equipamentos ligados à saúde, educação, cultura, desporto, audiovisuais (…). 3.3 Justificar a atratividade das áreas urbanas pela maior disponibilidade na oferta de emprego e concentração de equipamento de saúde, educação, lazer (…). Ao longo das páginas 170 a 177, o aluno compreenderá as formas de povoamento, as condições de vida no campo, os centros urbanos e os problemas quotidianos portugueses na atualidade. No À Descoberta de Palavras convidam-se os alunos a clarificar o significado de: «Povoamento», «Espaço urbano», «Espaço rural», na página 170; «Taxa de urbanização», «Centro urbano», «Equipamento coletivo» e «Distância-tempo», na página 174; e de «Saneamento básico»” e «Nível de conforto», na página 176. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 178 a 181 (em casa ou na aula). Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 3. o período
  • 35. 34 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano Domínio – Portugal Hoje Subdomínio – Atividades que desenvolvemos Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Conhecer a repartição das atividades económicas por sectores 2. Compreender a evolução da distribuição da população por setores de atividade em Portugal 3. Conhecer e compreender as características da agricultura em Portugal 1.1 Definir setor de atividade económica. 1.2 Distinguir população ativa de população inativa. 1.3 Distinguir taxa de atividade de taxa de desemprego. 1.4 Distinguir atividades produtivas de não produtivas. 1.5 Comparar as atividades económicas integradas nos setores primário, secundário e terciário. 2.1 Caraterizar a evolução da população ativa integrada nos três setores de atividade. 2.2 Enumerar fatores que explicam a diminuição da população ativa integrada no sector primário e no setor secundário. 2.3 Identificar consequências da diminuição da população ativa integrada no sector primário e no setor secundário. 2.4 Identificar fatores que explicam o aumento da população ativa integrada no sector terciário. 2.5 Identificar consequências do aumento da população ativa integrada no sector terciário. 2.6 Localizar as áreas onde predominam atividades ligadas aos diferentes setores. 2.7 Identificar as atividades dominantes na área envolvente à escola. 3.1 Definir agricultura. 3.2 Caraterizar os principais tipos de agricultura praticados em Portugal. 3.3 Descrever as transformações recentes ocorridas na agricultura portuguesa. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 182 e 183, relativamente a Portugal hoje: atividades que desenvolvemos, o mundo mais perto de nós e Lazer e património. Propõe-se que o aluno com a resolução das tarefas das páginas 184 e 185 construa o seu conhecimento acerca do mundo de trabalho em Portugal, na atualidade. No À Descoberta de Palavras da página 184, convidam-se os alunos a clarificar os significados de «População ativa», «População Inativa», «Setor primário», «Setor secundário» e «Setor terciário». Sugere-se, ainda, a tarefa Geografia e «Matemática» da página 185. Com as tarefas propostas nas páginas 186 a 189, os alunos conhecerão o setor primário português na actualidade. No À Descoberta de Palavras, da página 188, convidam-se os alunos a clarificar o significado de «Atividade Produtiva»» e «Atividade não produtiva»”. Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 3. o período
  • 36. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 35 4. Compreender a importância da floresta em Portugal 5. Compreender a atividade piscatória em Portugal 6. Compreender a evolução da indústria em Portugal 7. Compreender a crescente importância das energias renováveis em Portugal 3.4 Localizar os principais tipos de agricultura e alguns dos produtos cultivados. 3.5 Identificar os principais obstáculos à modernização da agricultura portuguesa. 3.6 Identificar a atividade agrícola praticada na área de residência. 4.1 Referir as principais funções das florestas. 4.2 Localizar a distribuição das principais espécies florestais a nível nacional. 4.3 Identificar os principais problemas que afetam a floresta. 5.1 Caraterizar os principais tipos de pesca praticados em Portugal. 5.2 Identificar as principais áreas de pesca e os portos de desembarque do pescado. 5.3 Referir alguns dos problemas que afetam a pesca portuguesa e possíveis soluções. 5.4 Identificar aspetos positivos e negativos da aquacultura. 6.1 Definir indústria. 6.2 Identificar diferentes tipos de indústria. 6.3 Caraterizar a evolução da indústria em Portugal. 6.4 Localizar as principais áreas industriais em Portugal. 6.5 Identificar os principais problemas associados à atividade industrial e possíveis soluções. 7.1 Referir os tipos de energia mais utilizados em Portugal. 7.2 Distinguir energias renováveis de energias não renováveis, dando ênfase aos principais impactes da sua utilização. 7.3 Localizar as principais áreas de produção de Propõe-se que o aluno, com a resolução das tarefas das páginas 190 a 193, construa o seu conhecimento acerca do setor secundário português na atualidade. No À Descoberta de Palavras da página 188 convidam-se os alunos a clarificar o significado de «Indústria». Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 3. o período
  • 37. 36 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 8. Compreender o comércio em Portugal 9. Compreender a crescente importância dos serviços entre as atividades económicas em Portugal energia renovável em Portugal. 7.4 Enumerar os principais fatores responsáveis pela crescente importância das energias renováveis em Portugal. 7.5 Identificar práticas adequadas a uma racionalização dos consumos energéticos. 8.1 Distinguir importação de exportação. 8.2 Descrever a evolução das importações e das exportações em Portugal. 8.3 Caracterizar os tipos de produtos importados/exportados e os parceiros comerciais. 8.4 Referir as consequências do desigual valor das importações e exportações em Portugal. 8.5 Identificar novas formas de comercializar produtos e de pagar serviços. 9.1 Definir serviços. 9.2 Identificar os diferentes tipos de serviços. 9.3 Localizar as áreas de maior oferta de serviços. 9.4 Explicar os contrastes regionais na oferta de serviços (saúde, educação, cultura, desporto…). 9.5 Justificar a crescente importância do setor dos serviços na criação de emprego. Ao longo das páginas 194 a 196, o aluno compreenderá a composição do setor terciário português na atualidade. No À Descoberta de Palavras da página 196 convidam-se os alunos a clarificar os significados de «Serviços» e «Rede de telecomunicação». Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 3. o período
  • 38. Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 37 Domínio – Portugal Hoje Subdomínio – O mundo mais perto de nós Lazer e Património* Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Compreender a importância dos transportes na sociedade atual 2. Conhecer e compreender a importância das telecomunicações na sociedade atual 1*. Compreender a desigual distribuição da prática do lazer e do turismo a nível nacional 1.1 Distinguir rede de transporte de modo de transporte. 1.2 Referir a importância das redes de transporte no mundo atual. 1.3 Comparar as vantagens e as desvantagens da utilização dos diferentes modos de transporte (rodoviário, ferroviário, marítimo, aéreo e fluvial). 1.4 Caracterizar a distribuição das diferentes redes de transporte em Portugal. 1.5 Relacionar a distribuição das redes de transporte com a distribuição da população e atividades económicas. 1.6 Discutir os impactes do desenvolvimento da rede de transportes. 2.1 Definir rede de telecomunicação. 2.2 Referir as vantagens da utilização dos serviços de telecomunicação. 2.3 Associar o desenvolvimento dos serviços de telecomunicação com o processo de globalização e aparecimento do conceito de «aldeia global». 2.4 Discutir a importância do desenvolvimento das telecomunicações nas atividade humanas e qualidade de vida. 1.1 Definir lazer. 1.2 Localizar as áreas com maior oferta de equipamento culturais e desportivos diversos (teatros, cinemas, museus, bibliotecas, pavilhões desportivos…) Ao longo das páginas 197 a 201, o aluno compreenderá o papel das telecomunicações, dos transportes e do lazer e património em Portugal, na atualidade. No À Descoberta de Palavras, convidam-se os alunos a clarificar os significados de: «Rede de transporte» e «Meio de transporte», na página 198; e «Lazer», «Turismo» e «Reserva natural», na página 200. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 202 a 205 (em casa ou na aula). Proposta de um momento de avaliação sumativa Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa/ Sumativa 3. o período
  • 39. 38 Editável e fotocopiável © Texto | HGP 6.o Ano 2. Compreender a importância da preservação do património 1.3 Justificar a desigual oferta na distribuição de equipamento culturais e desportivos. 1.4 Identificar o turismo como uma atividade de lazer. 1.5 Identificar diferentes tipos de turismo em Portugal: balnear/ de montanha/religioso/termal/ em espaço rural/de aventura/radical/ histórico- cultural/ de natureza (…). 1.6 Localizar as áreas de maior atração/procura turística em Portugal, destacando os fatores que justificam a sua atratividade/procura. 1.7 Identificar atividades de lazer e turismo na região onde reside. 2.1 Identificar diferentes tipos de património. 2.2 Localizar diferentes áreas de proteção da natureza. 2.3 Explicar a importância das áreas protegidas na preservação do património ambiental. 2.4 Identificar medidas de preservação do património. 3. o período
  • 40. 39 PLANO DE AULA N.O 1 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 10), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de competências/metas de aprendizagem selecionadas. • Exploração das páginas 10 e 11 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de peque- nas questões (apresentadas na página 11) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da com- paração das fontes com a reconstituição histórica. • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 12. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Bandeirantes. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos das páginas 12 e 13, de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos a pares. As questões estão direcionadas para trabalhar diversas movimentações populacionais em diferentes espaços e as alterações fisionómicas resultantes do encontro de diferentes povos. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Individualmente, os alunos são convidados a refletir acerca dos ganhos e perdas decorrentes da realidade em estudada (atividade a realizar em aula ou em casa). • Sugere-se que os alunos repensem o conceito de Bandeirantes de modo a que confrontem as suas primeiras ideias (ideias prévias) com as novas ideias construídas. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Questão problematizadora: Será que quando um país é rico, toda a sua população beneficia dessa riqueza? Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Conhecer e compreender as características do império português dos séculos XVII e XVIII 1.1 Conhecer a dimensão geográfica do império português no século XVIII, por comparação ao império luso do século XVI e aos restantes impérios europeus. 1.2 Referir a colónia do Brasil como o principal território ultramarino português no século XVII. 1.3 Destacar o açúcar brasileiro como o principal produto de exportação colo- nial. 1.4 Relacionar a quebra dos lucros do açúcar com a intensificação da procura de ouro pelos bandeirantes. 1.5 Relacionar as fronteiras atuais do Brasil com as incursões dos bandeirantes a partir dos finais do século XVII. 1.6 Reconhecer a riqueza proporcionada a Portugal, na primeira metade do século XVIII, pela descoberta de ouro no Brasil. • O território e os recursos naturais • As riquezas do Brasil • Bandeirantes Recursos Manual – págs. 10, 11, 12, 13. Animação – O Império Português no século XVIII. Apresentação – o Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII.
  • 41. PLANO DE AULA N.O 2 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 14. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Tráfico negreiro. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com a interação entre povos, nomeadamente no que respeita à construção de relações de diálogo / conflito e multiperspetiva. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunossãoconvidadosarefletiracercadasimplicaçõesdoscontactosnocontextoespecíficoeglobal,eaindaacerca decomoestasrelaçõespodemterinfluenciadoomododeperspetivarasrelaçõeshumanas(atividadearealizaremaulaouemcasa). •Sugere-sequeosalunosrepensemoconceitodeTráficonegreiro,demodoaqueconfrontemassuasprimeirasideiascomasnovasideias construídas. Domínio: Portugal do século XVIII Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Questão problematizadora: Será que quando um país é rico, toda a sua população beneficia dessa riqueza? 40 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Conhecer e compreender as características do império português dos séculos XVII e XVIII 1.7 Caracterizar a vida dos escravos, salientando as condições a que eram sub- metidos (desde o seu resgate e transporte do continente africano até ao seu dia- a-dia nos engenhos de açúcar). 1.8 Reconhecer nas características étnicas culturais, linguísticas, religiosas do Brasil atual a miscigenação entre ameríndios, africanos e europeus. • Os movimentos da população • O tráfico de escravos • Tráfico negreiro Recursos Manual – págs. 14-15 Atlas – Mapa 1 Caderno de Atividades – Ficha 1, Ficha 1 A Fichas Diferenciadas* – Ficha 1 * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 42. PLANO DE AULA N.O 3 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 16. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Monarquia absoluta. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com a inferência de informação e no cruzamento de fontes de suporte diverso. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Individualmente, os alunos são convidados a refletir acerca das relações entre as várias dimensões da realidade histórica e essa reflexão deve ser comunicada através de formas várias (atividade a realizar em aula ou em casa). • Sugere-se que os alunos repensem os conceitos de Monarquia e Absoluto, de modo a definirem de forma mais complexa o conceito de Monarquia absoluta. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Questão problematizadora: Será que quando um país é rico, toda a sua população beneficia dessa riqueza? 41 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 2. Conhecer e compreender as características do poder político no tempo de D. João V. 2.1 Definir “monarquia absoluta”. 2.2 Referir a concentração de poderes de D. João V. 2.3 Comparar a concentração de poderes de um rei absoluto com a divisão de poderes existente no atual regime democrático. 2.4 Comparar a justificação divina para o exercício do poder absoluto com a legi- timidade do poder pelo voto na democracia atual. 2.5 Evidenciar o fausto da corte, as embaixadas, as cerimónias públicas e as grandes construções como manifestações do poder absoluto. • D. João V, um rei absoluto • A vida na Corte • Monarquia absoluta Recursos Manual – págs. 16-17 Animação – A sociedade portuguesa no tempo de D. João V. Esquema interativo – O açúcar e o ouro do Brasil Puzzle – A vida na Corte no século XVIII.
  • 43. PLANO DE AULA N.O 4 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 18. • Definição / Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Cristão, Católico, CristãonovoeInquisição. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com o tempo histórico, nomeadamente acerca de mudanças e continuidades na sociedade. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunossãoconvidadosarefletiracercadomodocomoosprivilégiossemantêmounãoentreosdiferentesgrupos sociaisaolongodotempo(atividadearealizaremaulaouemcasa). •Sugere-sequeosalunosrepensemosconceitosdeCristãonovoeInquisição,demodoadefiniremestesconceitosdeformamais complexa. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Questão problematizadora: Será que quando um país é rico, toda a sua população beneficia dessa riqueza? 42 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 3. Conhecer a sociedade portuguesa no século XVIII 3.1 Reconhecer a manutenção da divisão da sociedade em grupos e dos profun- dos contrastes sociais existentes. 3.2 Identificar nas cerimónias públicas e na lei o reflexo da forte estratificação social da época. 3.3 Referir a burguesia como grupo enriquecido pelo comércio internacional mas mantendo o seu estatuto de não privilegiado. 3.4 Referir as formas de ascensão social no século XVIII. 3.5 Sublinhar o papel da Inquisição na perseguição aos “cristãos-novos”, desta- cando a intolerância religiosa dessa época. • A sociedade no tempo de D. João V • Inquisição • Cristão novo Recursos Manual – págs. 18-19 Áudios ilustrados – Superstições e feitiçarias no século XVIII. Autos de fé. Uma elegante do século XVIII. Um ele- gante lisboeta do século XVIII. O namoro no século XVIII.
  • 44. PLANO DE AULA N.O 5 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 20. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com a inferência de informação, com base em fontes históricas de suporte diversificado. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. • Sumativa – no final desta subunidade os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem. Síntese – Metacognição • Individualmente, os alunos são convidados a fazer uma síntese, com base num esquema como modo de promoção de comunicação histórica em formas diversas (atividade a realizar em aula ou em casa). Paralelamente, os alunos poderão realizar um trabalho de pesquisa traçando a relação entre história nacional e local e comunicar através as TIC. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Questão problematizadora: Será que quando um país é rico, toda a sua população beneficia dessa riqueza? 43 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 4. Conhecer aspetos da arte no tempo de D. João V 4.1 Identificar as principais características da arte Barroca. 4.2 Identificar alguns exemplos de arte Barroca em Portugal, especialmente ao nível do património edificado. • A cultura e a arte • Barroco Recursos Manual – págs. 20-21 Caderno de Atividades – Ficha 2, Ficha 2 A Fichas Diferenciadas* – Ficha 2 Vídeo – A arquitetura barroca. Apresentação – A monarquia absoluta no tempo de D. João V, com suporte musical da época. Teste global interativo – O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 45. PLANO DE AULA N.O 6 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com a inferência de informação, com base em fontes históricas, e acerca do espaço e do modo como o espaço foi apropriado ao longo do tempo, referindo-se diferenças e continuidades. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunossãoconvidadosafazerumasínteseatravésdaadjetivaçãodaBaixaPombalinaedasmudançasecontinuidades notempoemtermosdeapropriaçãodoespaço(atividadearealizaremaulaouemcasa).Paralelamente,osalunospoderãorefletiracerca doconceitodeBaixaPombalina. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Questão problematizadora: Uma catástrofe poderá servir de motivação para vencer dificuldades? Momento 1 • Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 28), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de competências/metas de aprendizagem selecionadas. • Exploração das páginas 28 e 29 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de pequenas questões (apresentadas na página 29) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica. • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 30. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Baixa pombalina. 44 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal 5.1 Descrever o terramoto de 1755 e a ação imediata do Marquês de Pombal. 5.2 Identificar características urbanísticas da Lisboa Pombalina. • O terramoto de 1755 • A reconstrução de Lisboa • Baixa Pombalina Recursos Manual – págs. 28, 29, 30, 31 Friso cronológico – Atividade 1 Vídeo – O terramoto de 1755. Puzzle – O terramoto de 1755. Animação – A ação do marquês de Pombal. Apresentação – A Lisboa Pombalina e a ação do marquês de Pombal, com suporte musical da época. Fazer os pares – Lisboa Pombalina. Esquema interativo – Lisboa Pombalina. Áudio ilustrado – A utilização da «gaiola» nas construções pombalinas.
  • 46. PLANO DE AULA N.O 7 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e novo momento da História explorando o Recordo, pág. 32. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com o modo como as diferentes dimensões da realidade histórica se vão alterando ao longo do tempo. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. • Sumativa – No final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunossãoconvidadosafazerumasínteseatravésdeumquadroemquereflitamacercadasalteraçõesobservadas nasdiferentesdimensõesdarealidadehistórica(atividadearealizaremaulaouemcasa). Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: O império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Questão problematizadora: Uma catástrofe poderá servir de motivação para vencer dificuldades? 45 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal. 5.3 Identificar as principais medidas de desenvolvimento económico adotadas no reinado de D. José I. 5.4 Relacionar a quebra das remessas de ouro do Brasil e as elevadas importa- ções portuguesas em meados do século XVIII com a introdução de novas manu- faturas. 5.5 Indicar sucintamente as reformas no ensino, o fim da distinção entre “cris- tão-novo” e “cristão-velho” e a proibição da escravatura na metrópole. • A situação do reino • A ação do marquês de Pombal Recursos Manual – págs. 32-33 Atlas – Mapa 2. Ficha de leitura 1 Caderno de Atividades – Ficha 3, Ficha 3 A Fichas Diferenciadas* – Ficha 3 Áudio ilustrado – A condenação da família Távora. Cronologia interativa – O século XVIII em Portugal. Teste global interativo – Lisboa Pombalina e a ação do marquês de Pombal. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 47. PLANO DE AULA N.O 8 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a contextualização das situações históricas, suas causas e consequências em várias dimensões Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunossãoconvidadosafazerumasínteseatravésdeumslogan,divulgando-oatravésdasTIC(atividadearealizarem aulaouemcasa).ParalelamenteosalunossãoconvidadosarefletiracercadoconceitodeBloqueioContinentaldemodoacompreender comoasuaideiafoiconstruída. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Questão problematizadora: Será que há diferenças entre a Monarquia absoluta e a Monarquia liberal, no que respeita à liberdade da população para escolher os seus governantes? 46 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Conhecer e compreender a revolução francesa e as invasões napoleónicas 1.1 Localizar no espaço e no tempo a grande revolução de 1789 e a onda revolu- cionária que provocou na Europa e na América. 1.2 Referir os princípios políticos e sociais defendidos pelos revolucionários fran- ceses, destacando o fim do absolutismo e dos privilégios do clero e da nobreza. 1.3 Reconhecer a construção de um Império na Europa por Napoleão Bonaparte. 1.4 Identificar o “bloqueio continental” como uma forma de enfraquecer a Inglaterra. 1.5 Indicar os motivos que levaram Napoleão a invadir Portugal. 1.7 Referir a fuga da família real e da corte para o Brasil aquando da primeira invasão. • A Revolução Francesa • Bloqueio Continental Recursos Manual – págs. 38, 39, 40, 41 Puzzle – A saída da Corte para o Brasil. Esquema interativo – Da Revolução Francesa à invasão de Portugal. Apresentação – A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal. Momento 1 • Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 38), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de competências/metas de aprendizagem selecionadas. • Exploração das páginas 38 e 39 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de pequenas questões (apresentadas na página 39) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica. • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 40. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente BloqueioContinental.
  • 48. PLANO DE AULA N.O 9 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 42. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para as movimentações e interação com outros povos (Franceses e Ingleses), e que consequências daí decorreram em diferentes dimensões. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Individualmente, os alunos são convidados a fazer uma síntese acerca dos contactos com outros povos (atividade a realizar em aula ou em casa). Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Questão problematizadora: Será que há diferenças entre a Monarquia absoluta e a Monarquia liberal, no que respeita à liberdade da população para escolher os seus governantes? 47 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Conhecer e compreender a revolução francesa e as invasões napoleónicas 1.6 Descrever sucintamente as três invasões napoleónicas, salientando os seus episódios mais marcantes. 1.8 Referir a resistência popular e a ajuda militar inglesa na luta contra a ocupa- ção francesa. • A primeira invasão • A segunda invasão • A terceira invasão Recursos Manual – págs. 42-43 Atlas – Mapa 3 Friso Cronológico – Atividade 2 Caderno de Atividades – Ficha 4, Ficha 4 A Fichas Diferenciadas* – Ficha 4 Animação – As Invasões Francesas Teste interativo – As Invasões Francesas. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 49. PLANO DE AULA N.O 10 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 44. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a inferência de informações acerca da realidade histórica com base em fontes diversas. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunossãoconvidadosafazerumabiografiaacercadopapeldedeterminadosagenteshistóricos(atividadea realizar emaulaouemcasa).Paralelamenteosalunossãoconvidadosarealizarumtrabalhoextra-aulaemquereflitamacercadopapel dacomunicaçãosocialecomoestaémaisumafontediversificadaparaaconstruçãodoconhecimentohistórico. Domínio: Domínio - Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Questão problematizadora: Será que há diferenças entre a Monarquia absoluta e a Monarquia liberal, no que respeita à liberdade da população para escolher os seus governantes? 48 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820 2.1 Relacionar as destruições provocadas pelas invasões, a permanência do rei no Brasil e o domínio inglês em Portugal com o descontentamento generalizado dos vários grupos sociais. 2.2 Descrever sucintamente o triunfo de uma revolução liberal em Portugal em 1820, destacando os seus principais protagonistas. 2.3 Justificar o apoio dos burgueses aos ideais revolucionários. • O descontentamento dos Portugueses • A Revolução de 1820 Recursos Manual – págs. 44-45 Atlas – Mapa 4 Animação – A Revolução Liberal de 1820. Pacman – 1820 e o Liberalismo. Puzzle – A Revolução Liberal de 1820. Teste interativo — A Revolução Liberal de 1820.
  • 50. PLANO DE AULA N.O 11 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a reflexão sobre as mudanças/continuidades verificadas em termos políticos e sociais, trabalhando-se implicitamente progresso e estagnação. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunossãoconvidadosafazerumasíntesecombasenoesquemafacultado.(atividadearealizaremaulaouemcasa). ParalelamenteosalunossãoconvidadosarefletiracercadosconceitosdeCortesconstituintesedeConstituição. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Questão problematizadora: Será que há diferenças entre a Monarquia absoluta e a Monarquia liberal, no que respeita à liberdade da população para escolher os seus governantes? 49 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820 2.4 Referir a realização de eleições para as Cortes Constituintes, cujo objetivo era a elaboração de uma Constituição. 2.5 Reconhecer a Constituição como a Lei fundamental de um Estado. 3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820 3.1 Referir o princípio da separação de poderes, a igualdade perante a lei e o prin- cípio da soberania nacional, por oposição ao absolutismo. 3.2 Reconhecer o caráter “revolucionário” da Constituição de 1822, salientando, ainda assim, os seus limites, por referência ao voto verdadeiramente universal atual. • A Constituição de 1822 • Cortes constituintes • Constituição Recursos Manual – págs. 46-47 Caderno de Atividades – Ficha 5, Ficha 5 A Fichas Diferenciadas* – Ficha 5 Teste interativo – As Cortes Constituintes * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE. Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 46. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente CortesconstituintesedeConstituição.
  • 51. PLANO DE AULA N.O 12 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e do novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 48. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a reflexão acerca do papel de diferentes protagonistas individuais em termos políticos, e de diferentes grupos, nacionais e brasileiros, em termos económicos e culturais. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunossãoconvidadosapartilharasuaopiniãorelativamenteàaçãodeD.Pedro(atividadearealizaremaula ouemcasa). Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Questão problematizadora: Será que há diferenças entre a Monarquia absoluta e a Monarquia liberal, no que respeita à liberdade da população para escolher os seus governantes? 50 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820 3.3 Descrever sucintamente o processo de Independência do Brasil. 4. Conhecer o longo processo de afirmação da Monarquia Liberal 4.1 Justificar a oposição de largos setores da nobreza e do clero à nova ordem política e social. 4.2 Descrever a solução encontrada por D. Pedro para resolver o problema de sucessão ao trono, após a morte de D. João VI. • D. Pedro, imperador do Brasil • A sucessão ao trono de Portugal Recursos Manual – págs. 48-49 Animação – A independência do Brasil. Teste interativo – A independência do Brasil Áudio ilustrado – A educação de D. Maria II Esquema interativo – As invasões francesas e a Revolução LiberalPortuguesa.
  • 52. PLANO DE AULA N.O 13 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a descrição dos momentos marcantes da Guerra Civil e para a compreensão das razões apresenta- das pelos dois grupos em confronto. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. • Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos, podem com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem. Síntese – Metacognição •Propõe-sequeosalunoscomplexifiquemassuasideiasrelativamenteaoconceitodeGuerraCivil,ereflitamacercadasconsequências destetipodeconflito. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Questão problematizadora: Será que há diferenças entre a Monarquia absoluta e a Monarquia liberal, no que respeita à liberdade da população para escolher os seus governantes? 51 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 4. Conhecer o longo processo de afirmação da Monarquia Liberal 4.3 Referir o desrespeito do regente D. Miguel pela ordem liberal e a sua acla- mação como rei absoluto, em 1828, salientando o período de repressão que se seguiu. 4.4 Reconhecer a divisão da sociedade portuguesa entre absolutistas (apoiantes de D. Miguel) e liberais (apoiantes de D. Pedro). 4.5 Descrever sucintamente a guerra civil de 1832-1834, salientando episódios marcantes do triunfo de D. Pedro e da Monarquia Constitucional. • Antecedentes da Guerra Civil • A Guerra Civil • Guerra Civil Recursos Manual – págs. 50-51 Atlas – Mapa 5. Ficha de leitura 2 Friso Cronológico – Atividade 4 Caderno de Atividades – Ficha 6. Ficha 6A Fichas Diferenciadas* – Ficha 6 Animação – As Guerras Liberais. Cronologias interativas – Do tempo de D. João V à Guerra Civil e A primeira metade do século XIX em Portugal. Áudios – Angra do Heroísmo, fortaleza dos liberais. O desembarque no Mindelo e a ocupação do Porto. Teste interativo – As lutas entre liberais e absolutistas. Teste global interativo – A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE. Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 50. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente GuerraCivil.
  • 53. PLANO DE AULA N.O 14 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 58), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de competências/metas de aprendizagem selecionadas. • Exploração das páginas 58 e 59 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de pequenas questões (apresentadas na página 59) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica. • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 60. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente BaldioePousio. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a reflexão acerca das mudanças tecnológicas na agricultura. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunosdevemrealizarumasínteseatravésdaatribuiçãodetítulosatextos(atividadearealizaremaulaouemcasa). •Propõe-sequeosalunoscomplexifiquemassuasideiasrelativamenteaosconceitosdeBaldioePousio. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança ou de continuidade? 52 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produti- vas portuguesas na segunda metade do século XIX 1.1 Relacionar a dependência de Portugal face ao exterior e a estabilidade políti- ca conseguida em meados do século XIX com as tentativas de modernização da economia portuguesa. 1.2 Referir as principais medidas tomadas pelos liberais para a modernização da agricultura portuguesa. • Os recursos naturais • Baldio • Pousio Recursos Manual – págs. 58, 59, 60, 61 Caderno de Atividades – Ficha 7. Ficha 7A Fichas Diferenciadas* – Ficha 7 Esquemas interativos – O atraso da agricultura portu- guesa. A modernização da agricultura portuguesa. Animação – Inovações tecnológicas introduzidas em Portugal no século XIX. Apresentação – Portugal na segunda metade do século XIX. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 54. PLANO DE AULA N.O 15 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 62. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a inferência de informações acerca das realidades históricas em estudo, relativamente às várias dimensões históricas. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Osalunossãoconvidadosaelaborarumpequenotextoemqueconstemalgumasdasexpressõesfacultadas,eainda,areferirosignificado deindústriaàluzdaépocaemestudo. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança ou de continuidade? 53 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produti- vas portuguesas na segunda metade do século XIX 1.3 Referir o alcance limitado do desenvolvimento industrial do país, verificado neste período, destacando as principais zonas industriais na segunda metade do século XIX num país maioritariamente rural. • A indústria • Indústria manufatureira • Indústria mecanizada Recursos Manual – págs. 62-63
  • 55. PLANO DE AULA N.O 16 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 64. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a inferência de informações acerca das realidades históricas em estudo, relativamente às várias dimensões históricas, nomeadamente o lazer. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. • Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos, podem com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem. Síntese – Metacognição •Osalunossãoconvidadosareferirainovaçãoqueconsiderammaisrelevante;apartilharasuaopiniãoacercadoprogressonomeiosde transportedasuaregião,eainda,qualmeiodecomunicaçãoconsideramseromaisinovador(atividadearealizaremaulaouemcasa). Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança ou de continuidade? 54 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 2. Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos meios de trans- porte operado pela Regeneração e os seus efeitos 2.1 Referir a ausência de uma rede de transportes e comunicação como um entrave ao desenvolvimento do país até meados do século XIX. 2.2 Reconhecer a expansão da rede ferroviária, viária e o desenvolvimento dos meios de comunicação na segunda metade do século XIX. 2.3 Apontar o Estado como o grande impulsionador da rede de transportes e comunicação da segunda metade do século XIX, destacando a ação de Fontes Pereira de Melo. 2.4 Referir as consequências económicas e sociais do desenvolvimento das vias de comunicação, dos transportes e dos meios de comunicação. 2.5 Estabelecer uma relação entre os investimentos realizados com recurso aos mercados internacionais com a grave crise financeira de 1890-92. • Transportes e comunicações Recursos Manual – págs. 64-65 Atlas – Mapa 6 Áudio ilustrado – A inauguração do comboio. Esquemas interativos – O novo meio de transporte: o comboio. Transportes e comunicações.
  • 56. PLANO DE AULA N.O 17 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 66. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a reflexão acerca das mudanças no ensino e nos direitos humanos, nomeadamente, com o fim da pena de morte e da escravatura. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. • Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos, podem com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunosdevemrealizarumapesquisanainternetacercadospaísesqueaindahojemantêmapenademorteedepois debaterestasituação. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança ou de continuidade? 55 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça 3.1 Enumerar medidas tomadas ao nível do ensino, destacando os seus objetivos e limites. 3.2 Indicar o pioneirismo português na abolição da pena de morte, destacando a existência da pena capital em vários países do mundo na atualidade. 3.3 Relacionar as ideias liberais com a abolição da pena de morte, da escravatu- ra nas colónias e das penas corporais. • O ensino • A defesa dos Direitos Humanos Recursos Manual – págs. 66-67 Caderno de Atividades – Ficha 8. Ficha 8A Fichas Diferenciadas* – Ficha 8 Cronologia Interativa – Século XIX – a modernização de Portugal. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 57. PLANO DE AULA N.O 18 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 72. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Numeramento,RecenseamentoeÊxodorural.. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas a reflexão acerca da importância da contagem da população, do crescimento populacional em meados do século XIX, e as suas consequências. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunosdeverãoaplicarassuasnovasideiasacercadosconceitosdesenvolvidos:Numeramento,Recenseamentoe Êxodorural.. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança ou de continuidade? 56 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 4. Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo rural verificado na segunda metade do século XIX 4.1 Apontar as razões da diminuição da mortalidade e do consequente aumento da população verificado neste período. 4.2 Relacionar a mecanização da agricultura, o crescimento da população e a melhoria dos transportes com o êxodo rural e emigração verificados neste período. 4.3 Localizar os destinos do êxodo rural e da emigração neste período. • A demografia • O êxodo rural e a emigração • Numeramento • Recenseamento • Êxodo Rural Recursos Manual – págs. 72-73 Atlas – Mapa 7 e 8
  • 58. PLANO DE AULA N.O 19 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 74. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a reflexão acerca da nova organização social portuguesa e da vida nos campos. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunosdevemrealizarumasínteseatravésdarespostaàsquestõesfinaiscolocadas(atividadearealizaremaula ouemcasa). Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança ou de continuidade? 57 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX 5.1 Conhecer a organização social liberal, por oposição à sociedade do século XVIII. 5.2 Reconhecer o caráter eminentemente rural da economia e sociedade portu- guesa. • A organização social • A vida nos campos Recursos Manual – págs. 74-75 Áudio ilustrado – A família do Esgueira.
  • 59. PLANO DE AULA N.O 20 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 76. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a inferência de informação com base em fontes de suporte diverso, sendo também implicitamente trabalhadas ideias ao nível da diversidade de estatutos das fontes. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunosdevemimaginarqueeramumcamponêsoucamponesaeelaboraremumtextosobreasuavidaquotidiana. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança ou de continuidade? 58 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX 5.2 Reconhecer o caráter eminentemente rural da economia e sociedade portu- guesa. • A vida nos campos Recursos Manual – págs. 76-77 Puzzle – A vida quotidiana no campo, na segunda meta- de do século XIX. Caderno de Atividades – Ficha 9. Ficha 9A Fichas Diferenciadas* – Ficha 9 * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 60. PLANO DE AULA N.O 21 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 78. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a inferência de informação com base em fontes de suporte diverso, relativamente a contributos / acontecimentos marcantes em termos de passado nacional que tiveram repercussões mais alargadas em termos espaciais e temporais. Síntese – Metacognição •Osalunossãoconvidadosarefletiracercadequestõesrelacionadascomapenademorteeaescravaturaaolongodasrealidadeshistóricas (atividadearealizaremaulaouemcasa). Domínio: C4 – Portugal na segunda metade do século XIX Subdomínio: 4.2 – O espaço português e a vida quotidiana nas cidades Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança ou de continuidade? 59 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX 5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientan- do preocupações que continuam a existir no urbanismo atual. • O ensino • A defesa dos Direitos Humanos Recursos Manual – págs. 78-79 Áudios ilustrados – As boas maneiras em meados do século XIX. Os pregões no século XIX.
  • 61. PLANO DE AULA N.O 22 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 80. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a inferência de informações acerca da realidade histórica em estudo, no que à cidade diz respeito. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Osalunossãoconvidadosimaginarqueeramburgueseseviviamnaépocaemestudo;depoisescreveremumtextosobreoseuquotidiano. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança ou de continuidade? 60 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX 5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientan- do preocupações que continuam a existir no urbanismo atual. • A vida nas grandes cidades Recursos Manual – págs. 80-81 Caderno de Atividades – Ficha 10. Ficha 10A Fichas Diferenciadas* – Ficha 10 Áudios ilustrados – Os banhos de mar nos finais do sécu- lo XIX. O namoro no século XIX. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 62. PLANO DE AULA N.O 23 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 82. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões têm, de forma implícita, a intenção de fazer os alunos pensar acerca das alterações e das continuidades que se podem perscrutar em diferentes contextos históricos. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Osalunossãoconvidadosadarumtítuloúnicoaosdocumentosdecadaumadaspáginas. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança ou de continuidade? 61 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX 5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientan- do preocupações que continuam a existir no urbanismo atual. • A vida nas grandes cidades (continuação) Recursos Manual – págs. 82-83 Puzzle – A vida quotidiana nas cidades, na segunda metade do século XIX. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 63. PLANO DE AULA N.O 24 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 84. • Definição/levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Operariado. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas a reflexão acerca do aparecimento do operariado, das questões relacionadas com o trabalho feminino e infantil e as alterações provocadas em termos físicos pela indústria extrativa. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunosdevemrealizarumasínteseatravésdarealizaçãodeumaentrevistaaumoperário(atividadearealizaremaula ouemcasa).Paralelamente,propõe-sequeosalunospensemexplicitamenteacercadoconceitodeOperariado. Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança ou de continuidade? 62 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX 5.4 Referir o surgimento do proletariado como novo grupo social, destacando as suas duras condições de vida e de trabalho. 5.5 Relacionar as difíceis condições de vida do proletariado com a criação das primeiras associações de operários e as primeiras formas de luta. • O nascimento do proletariado e a extração mineira • Operariado Recursos Manual – págs. 84-85 Atlas – Mapa 9 Caderno de Atividades – Ficha 11. Ficha 11A Fichas Diferenciadas* – Ficha 11 * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 64. PLANO DE AULA N.O 25 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 86. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Numeramento,RecenseamentoeExôdoRural. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões estão direcionadas para a inferência de informação com base em fontes de suporte diverso, sendo também implicitamente trabalhadas ideias ao nível da diversidade de estatutos das fontes. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. • Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem. Síntese – Metacognição •Individualmente,osalunosdevemrealizarumasínteseatravésdarealizaçãodeumabiografiadeumagentehistóricodaépoca(atividadea realizaremaulaouemcasa). Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Questão problematizadora: A segunda metade do século XIX terá sido um período de mudança ou de continuidade? 63 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 6. Conhecer as características da arte da segunda metade do século XIX 6.1 Reconhecer a “Arquitetura do Ferro” como a grande novidade da arquitetura do século XIX. 6.2 Identificar as principais construções da “Arquitetura do Ferro” em Portugal. 6.3 Identificar exemplos marcantes da arquitetura de inspiração em estilos do passado (revivalista). 6.4 Enumerar algumas figuras da literatura do século XIX. • A cultura • A arte Recursos Manual – págs. 86-87 Friso Cronológico – Atividade 5 Caderno de Atividades – Ficha 12. Ficha 12A Fichas Diferenciadas* – Ficha 12 Missão – Portugal na segunda metade do século XIX. Pacman – Portugal na segunda metade do século XIX. Teste interativo – Portugal na segunda metade do sécu- lo XIX. Teste global interativo – Portugal na segunda metade do século XIX. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 65. PLANO DE AULA N.O 26 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 102), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de competências/metas de aprendizagem selecionadas. • Exploração das páginas 102 e 103 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de pequenas questões (apresentadas na página 103) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica. • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 104. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente UltimatoeRepública. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões têm, de forma implícita, a intenção de fazer os alunos pensar acerca da mudança / continuidade das condições de vida dos grupos sociais, bem como acerca das alterações propostas em termos de mapa político e emergência de novas ideias políticas. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •OsalunossãoconvidadosaaexplicarsehojevivemosnumaRepúblicaounumaMonarquia,eainda,comqualdosdocumentosdasduas páginasrelacionamoconceitodeUltimato. Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Questão problematizadora: Será que há ou não, diferenças entre a Monarquia e a República, no que respeita à liberdade das pessoas para escolherem os seus governantes? 64 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional 1.1 Indicar os motivos do crescente descrédito da instituição monárquica. 1.2 Relacionar os interesses das potências industriais europeias em África com a Conferência de Berlim e com o projeto português do Mapa Cor-de-Rosa. 1.3 Relacionar o projeto do Mapa Cor-de-Rosa com o Ultimato Inglês. 1.4 Relacionar a humilhação sentida pelo povo português face à cedência ao Ultimato Inglês com o aumento dos apoiantes da causa republicana. 2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus símbolos 2.1 Diferenciar Monarquia e República quanto ao chefe de Estado, à legitimidade do seu mandato e à duração do mesmo. • A formação do Partido Republicano • A disputa por territórios africanos • Ultimato • República Recursos Manual – págs. 102, 103, 104, 105 Atlas – Mapa 10 Apresentação – Da revolução republicana de 1910 à ditadura militar de 1926, com suporte musical da época.
  • 66. PLANO DE AULA N.O 27 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 106. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões têm, de forma implícita, a intenção de trabalhar a inferência de informação com base em fontes de suporte diverso. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Osalunossãoconvidadosarealizarumasínteseatravésdarealizaçãodeumquadroqueabordeastemáticasestudadas (atividadesarealizaremaulaouemcasa). Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Questão problematizadora: Será que há ou não, diferenças entre a Monarquia e a República, no que respeita à liberdade das pessoas para escolherem os seus governantes? 65 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional 1.5 Referir o regicídio de 1908 como fator para a queda da monarquia. 1.6 Descrever os principais episódios do 5 de Outubro de 1910, salientando o apoio popular à insurreição militar republicana. 1.7 Localizar no tempo o período da I República. • O 31 de janeiro de 1891 e o regicídio • 5 de outubro de 1910 Recursos Manual – págs. 106-107 Caderno de Atividades – Ficha 13. Ficha 13A Fichas Diferenciadas* – Ficha 13 Áudio ilustrado – O regicídio visto por João Franco. Animação – A queda da Monarquia. Vídeo – O fim da Monarquia em Portugal. Esquema interativo – O fim da Monarquia em Portugal. Jogo de Pinball – A queda da Monarquia. Teste interativo – A Revolução Republicana e a queda da Monarquia * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 67. PLANO DE AULA N.O 28 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 108. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno seja capaz de selecionar informação relevante e relatar momentos/medidas marcantes para a História de Portugal. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •OsalunossãoconvidadosarefletiracercadaigualdadededireitodevotocombasenaConstituiçãoRepublicana. 66 Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Questão problematizadora: Será que há ou não, diferenças entre a Monarquia e a República, no que respeita à liberdade das pessoas para escolherem os seus governantes? Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus símbolos 2.1 Diferenciar Monarquia e República quanto ao chefe de Estado, à legitimidade do seu mandato e à duração do mesmo. 2.2 Conhecer os símbolos da República Portuguesa. 2.3 Caracterizar o regime republicano a partir da Constituição de 1911, salientan- do semelhanças e diferenças relativamente à Constituição da Monarquia Constitucional. 2.4 Indicar o parlamento como o órgão político mais importante na I República. 2.5 Reconhecer a manutenção de limitações no sufrágio durante a I República, por comparação à situação atual. • As primeiras medidas republicanas • A Constituição Republicana Recursos Manual – págs. 108-109
  • 68. PLANO DE AULA N.O 29 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 110. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Alfabetização,Sindicato e Greve. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno infira informação através da interpretação de fontes de suporte e estatuto diverso. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Osalunossãoconvidadosasintetizaremarealidadehistóricaatravésdaseleçãodemedidasqueconsiderammaisrelevantes. Paralelamentepropõe-sequeosalunosreflitamacercadeconceitoscomoAlfabetização,Sindicato e Greve. 67 Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Questão problematizadora: Será que há ou não, diferenças entre a Monarquia e a República, no que respeita à liberdade das pessoas para escolherem os seus governantes? Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 3. Conhecer as principais realizações da I República 3.1 Indicar as principais medidas de caráter social tomadas durante a I República. 3.2 Referir medidas tomadas pela I República no sentido de diminuir a influência da Igreja junto da população. 3.3 Salientar o alcance das medidas sociais e educativas tomadas durante a I República. • As principais medidas republicanas • Alfabetização • Sindicato • Greve Recursos Manual – págs. 110-111 Caderno de Atividades – Ficha 14. Ficha 14A Fichas Diferenciadas* – Ficha 14 * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 69. PLANO DE AULA N.O 30 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 112. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente GuerraMundial. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes várias, relate as causas e consequências das decisões de Portugal em termos nacionais e mundiais. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. • Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem. Síntese – Metacognição •Propõe-sequeosalunoscomplexifiquemassuasideiasrelativamenteaoconceitodeGuerraMundial,ereflitamacercadasconsequências destetipodeconflito. Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Questão problematizadora: Há ou não diferenças entre a Monarquia e a República, no que respeita à liberdade das pessoas para escolherem os seus governantes? 68 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da Ditadura Militar em 1926 4.1 Referir a instabilidade governativa e a crise económica e social como fatores decisivos para o fim da I República. 4.2 Indicar os motivos da entrada de Portugal na I Guerra Mundial. 4.3 Indicar os efeitos da participação de Portugal na I Guerra Mundial e sua rela- ção com o golpe militar do “28 de Maio” de 1926. 4.4 Justificar a grande adesão dos militares e da população de Lisboa ao movi- mento antidemocrático chefiado pelo General Gomes da Costa. 4.5 Localizar no tempo o período da Ditadura Militar. 4.6 Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da liberdade política e o cercear de liberdades individuais. • Portugal e a I Guerra Mundial • O crescente descontentamento • Guerra Mundial Recursos Manual – págs. 112-113 Friso Cronológico – Atividade 6 Caderno de Atividades – Ficha 15. Ficha 15A Fichas Diferenciadas* – Ficha 15 Missão – A I República. Animação – A I República. Cronologias interativas – A I República. Do século XVIII ao final da I República. Pacman – A I República. Puzzle – O fim da I República. Teste interativo – A I República. Teste global interativo – Da revolução republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 70. PLANO DE AULA N.O 31 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 122. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente DitaduraeCensura. • Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 120), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de competências/metas de aprendizagem selecionadas. • Exploração das páginas 120 e 121 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de pequenas questões (apresentadas na página 121) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes variadas em termos de suporte e estatuto, infira as informações relevantes para a realidade em estudo. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Os alunos são convidados a sintetizarem a realidade histórica através da construção de um texto com base num esquema síntese, bem como a pensarem acerca das características de uma Ditadura, nomeadamente da Censura. Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974) Questão problematizadora: Será que numa ditadura as pessoas têm liberdade para escolher os seus governantes? 69 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 4. Conhecer e compreender os motivos do fim da 1.ª República e a instauração da ditadura militar em 1926 4.1 Referir a instabilidade governativa e a crise económica e social como fatores decisivos para o fim da 1.ª República. 4.2 Indicar os motivos da entrada de Portugal na 1.ª Guerra Mundial. 4.3 Indicar os efeitos da participação de Portugal na 1.ª Guerra Mundial e sua relação com o golpe militar do “28 de Maio” de 1926. 4.4 Justificar a grande adesão dos militares e da população de Lisboa ao movi- mento antidemocrático chefiado pelo General Gomes da Costa. 4.5 Localizar no tempo o período da Ditadura Militar. 4.6 Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da liberdade política e o cercear de liberdades individuais.* * Subdomínio «Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926» • A queda da I República • A Ditadura Militar • Ditadura • Censura Recursos Manual – págs. 120, 121, 122, 123 Animação – O golpe militar de 28 de Maio de 1926. Teste interativo – O golpe militar de 28 de Maio de 1926.
  • 71. PLANO DE AULA N.O 32 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 124. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Finançaspúblicas. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes variadas em termos de suporte e estatuto, infira as informações relevantes para a realidade em estudo. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •OsalunossãoconvidadosasintetizaremarealidadehistóricarelativamenteàaçãodeSalazaremtermospolíticoseeconómicos,refletindo acercadasintençõesdasfontesapresentadas. •ÉsolicitadoaosalunosaaplicaçãodoconceitodeFinançaspúblicas. Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974) Questão problematizadora: Será que numa ditadura as pessoas têm liberdade para escolher os seus governantes? 70 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo 1.1 Referir o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo Ministro das Finanças António de Oliveira Salazar. 1.2 Relacionar o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo ministro das finanças António de Oliveira Salazar com a sua rápida ascensão no poder. 1.3 Indicar as medidas tomadas por Salazar para resolver o problema financeiro do país. 1.4 Salientar na Constituição de 1933 a supremacia do poder executivo e a exis- tência de um partido único. 1.5 Reconhecer o carácter ditatorial do Estado Novo. • Ascensão política de Salazar • A Constituição de 1933 • Finanças públicas Recursos Manual – págs. 124-125 Friso Cronológico – Atividade 7 Caderno de Atividades – Ficha 16. Ficha 16A Fichas Diferenciadas* – Ficha 16 Apresentação – O Estado Novo. Esquema interativo – Salazar, chefe do Governo. Teste interativo – Salazar e o Estado Novo. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 72. 71 PLANO DE AULA N.O 33 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 126. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Liberdadedeexpressão. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno reflita acerca das medidas de repressão que foram marcantes neste período da História de Portugal. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Osalunossãoconvidadosasintetizararealidadehistórica,criandoemgruponotíciasdejornalqueserãocensuradasemcruzamento. •ÉsolicitadaaaplicaçãodoconceitodeLiberdadedeexpressão. Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974) Questão problematizadora: Será que numa ditadura as pessoas têm liberdade para escolher os seus governantes? Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo 3.1 Comparar a imagem de prosperidade e paz social dada pelo regime com as difíceis condições de vida da grande maioria dos portugueses e com a opressão. • A repressão • Liberdade de expressão Recursos Manual – págs. 126-127 Áudios ilustrados – Testemunho sobre a PIDE. A censu- ra no Funchal. Greves operárias. Animação – Estado Novo, as restrições às liberdades. Teste interativo – As restrições às liberdades.
  • 73. 72 PLANO DE AULA N.O 34 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 128. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Obraspúblicas. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno reflita acerca das alterações verificadas ao nível da realidade portuguesa em várias dimensões, nomeadamente das obras públicas, da educação e da sociedade. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •OsalunossãoconvidadosasintetizaremarealidadehistóricacomunicandoassuasconclusõesatravésdasTIC.Paralelamentepropõe-se quecomplexifiquemassuasideias,pensandoacercadoconceitodeObraspúblicas. Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974) Questão problematizadora: Será que numa ditadura as pessoas têm liberdade para escolher os seus governantes? Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo 1.4 Salientar na Constituição de 1933 a supremacia do poder executivo e a exis- tência de um partido único. 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão para com os opositores 2.1 Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando a máxima “Deus, Pátria e Família” e a obediência. 2.2 Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa e da propaganda como formas de difusão dos ideais do Estado Novo. 2.3 Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo. 2.4 Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo nos meios utilizados o desrespeito pelas liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos. 2.5 Referir a existência de prisões políticas, destacando a colónia penal do Tarrafal. 2.6 Reconhecer na atualidade a existência de regimes com características dita- toriais onde diariamente são desrespeitados os Direitos Humanos. • Grandes construções • Emigração e turismo • Obras públicas Recursos Manual - págs. 128-129 Caderno de Atividades – Ficha 17. Ficha 17A Fichas Diferenciadas* – Ficha 17 Esquema interativo – A política de obras públicas de Salazar. Animação – Salazar e as realizações do Estado Novo. Pinball – As realizações do Estado Novo. Puzzle – O Estado Novo. Teste interativo – A política de obras públicas. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 74. PLANO DE AULA N.O 35 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 130. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Oposiçãopolítica. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno infira informações acerca da realidade histórica em estudo, com base em fontes de suporte e estatuto diversificado. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •OsalunossãoconvidadosapartilharemasuaopiniãosobreasrazõesquepoderãoestarnabasedeHumbertoDelgadoserconhecidocomo Ogeneralsemmedo,eaindaaidentificarosdocumentosdestasduaspáginasqueestãodeacordocomadefiniçãode Oposiçãopolítica. Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974) Questão problematizadora: Será que numa ditadura as pessoas têm liberdade para escolher os seus governantes? 73 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo 3.2 Referir a oposição à ditadura através de ações clandestinas e de obras artís- ticas, destacando alguns dos autores mais marcantes. 3.3 Reconhecer a candidatura do General Humberto Delgado à Presidência da República (1958) como o grande momento de oposição à ditadura, descrevendo o seu desfecho. 3.4 Referir a manutenção do regime opressivo após a substituição de Salazar por Marcelo Caetano, apesar das expectativas de “abertura do regime”. • Acontecimentos e personalidades • A candidatura de Humberto Delgado • Oposição política Recursos Manual – págs. 130-131 Vídeo – As características do Estado Novo. Pacman – Repressão e oposição ao regime. Áudio ilustrado – Exemplo de fraude eleitoral no Estado Novo. Animação – Estado Novo: a oposição ao regime. Teste interativo – A oposição ao regime.
  • 75. PLANO DE AULA N.O 36 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 132. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente GuerraColonial. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno identifique os locais, modos, reivindicações e consequências desta situação de conflito. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. • Sumativa – No final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem. Síntese – Metacognição •Propõe-secomosíntesearealizaçãodeumaentrevistaaumagentehistóricadarealidade.Paralelamente,sugere-sequepensemacercado conceitodeGuerraColonial,comparando-ocomoutrosconceitosdeguerra(mundialecivil). Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974) Questão problematizadora: Será que numa ditadura as pessoas têm liberdade para escolher os seus governantes? 74 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 4. Conhecer e compreender a manutenção do colonialismo português e a Guerra Colonial 4.1 Referir a intransigência do Estado Novo relativamente à sua política colonial num contexto internacional hostil à posse de colónias. 4.2 Relacionar essa intransigência com a perda do Estado Português da Índia (1960) e com o início da Guerra Colonial em Angola (1961), Guiné (1963) e Moçambique (1964). 4.3 Caracterizar a guerra colonial, salientando a guerrilha e o apoio das popula- ções autóctones aos movimentos que lutavam pela independência. 4.4 Reconhecer os efeitos da guerra, salientando o número de soldados mobili- zados, as vítimas dos dois lados do conflito e os problemas associados à guerra que persistem ainda hoje. • Salazar recusa a independência das colónias • A Guerra Colonial • Guerra Colonial Recursos Manual – págs. 132-133 Atlas – Mapa 11 Friso Cronológico – Atividade 8 Caderno de Atividades – Ficha 18. Ficha 18A Fichas Diferenciadas* – Ficha 18 Esquema interativo – A Guerra Colonial. Vídeo – A Guerra Colonial. Jogos – A Guerra Colonial. O Estado Novo. Áudio ilustrado – História da Guerra Colonial Teste interativo – A Guerra Colonial. Teste global interativo – O Estado Novo (1933 – 1974) * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 76. PLANO DE AULA N.O 37 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Levantamento da questão problematizadora do subtema (página 142), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de competências/metas de aprendizagem selecionadas. • Exploração das páginas 142 e 143 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de pequenas questões (apresentadas na página 143) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica. • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 144. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno situe no tempo o processo do fim do Estado Novo bem como os passos tomados de seguida. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se como síntese a realização de uma biografia, bem como de uma banda desenhada, de modo a recriar a situação histórica estudada, com uso ou não das TIC. Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Questão problematizadora: Portugal, no século XX, avançou ou recuou no que diz respeito à liberdade de as pessoas escolheram os seus governantes? 75 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Conhecer e compreender as causas do golpe militar do 25 de Abril de 1974 1.1 Relacionar as difíceis condições de vida da maioria dos portugueses, a opres- são política e a manutenção da Guerra Colonial com a “grande debandada” dos portugueses e com o crescente descontentamento dos militares. 1.2 Descrever sucintamente os acontecimentos da revolução militar e os seus protagonistas. 1.3 Sublinhar a forte adesão popular e o caráter não violento da “Revolução dos Cravos”. 2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime e da descolonização 2.1 Reconhecer no programa do Movimento das Forças Armadas, o fim da dita- dura e o início da construção da democracia. • O fim da ditadura • O regresso da liberdade Recursos Manual – págs. 142, 143, 144, 145 Apresentação – O 25 de abril de 1974, com suporte musical da época. Vídeo – O 25 de abril de 1974. Áudios ilustrados – A história do cravo do 25 de abril de 1974. Comunicado do MFA à população. Puzzle – O 25 de abril de 1974. Cronologia interativa – Do século XVIII ao 25 de abril de 1974.
  • 77. PLANO DE AULA N.O 38 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o Recordo, pág. 146. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Descolonização. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno tente compreender diferentes formas de dar sentido e significado devido às vivências e experiências, diversas. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição •Propõe-secomosíntesequeoalunoconstruaslogansadequadosàsespecificidadesculturaisedevivênciasdospovos/culturas/pessoas envolvidasnasituaçãohistóricaestudada.Bemcomorepenseacercadossignificadosdiferenciadosdarealidadehistóricaestudada. •Sugere-seaosalunosareflexãosobreoconceitodeDescolonizaçãodeformaaaplicá-lonumanovasituação. 76 Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Questão problematizadora: Portugal, no século XX, avançou ou recuou no que diz respeito à liberdade de as pessoas escolheram os seus governantes? Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime e da descolonização 2.4 Relacionar o 25 de Abril com a descolonização e com o fim do Império. 2.5 Explicar os problemas verificados com a descolonização portuguesa, desta- cando a questão dos “retornados” e a questão timorense. 2.6 Referir a transferência de soberania de Macau para a China (1999) e a auto- determinação de Timor Lorosae (2002) como marcos formais do fim do Império português. 2.7 Conhecer a dimensão do território português e os novos países surgidos após a descolonização. • A descolonização • Descolonização Recursos Manual – págs. 146-147 Atlas – Mapa 12. Ficha de Leitura 4 Caderno de Atividades – Ficha 19. Ficha 19A Fichas Diferenciadas* – Ficha 19 Animação – O 25 de abril de 1974. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 78. PLANO DE AULA N.O 39 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 148. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Democracia, Direitodevoto e PoderCentral. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes históricas, construa um relato acerca das alterações constitucionais e de como estas foram marcantes para a História de Portugal. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno reflita sobre os conceitos de Democracia, Direitodevoto e PoderCentral, aplicando-os a uma nova situação. 77 Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Questão problematizadora: Portugal, no século XX, avançou ou recuou no que diz respeito à liberdade de as pessoas escolheram os seus governantes? Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime e da descolonização 2.2 Referir as eleições de 1975 como um marco fundamental para a construção do Regime Democrático. 2.3 Reconhecer na Constituição de 1976 a consagração dos direitos e liberdades fundamentais. 3. Conhecer os órgãos de poder democráticos 3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local. 3.3 Descrever o funcionamento dos órgãos de poder central e as funções de cada um. 3.4 Destacar a efetiva separação de poderes e o sufrágio livre e universal como conquistas de Abril. • A Constituição de 1976 • Democracia • Direito de voto • Poder Central (órgãos) Recursos Manual – págs. 148-149 Friso Cronológico – Atividade 9 Cronologia interativa – O 25 de abril de 1974. Esquema interativo – Razões que conduziram ao 25 de abril de 1974 e principais medidas tomadas. Animação – A Constituição de 1976.
  • 79. PLANO DE AULA N.O 40 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 150. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Região Autónoma. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes históricas, construa um relato acerca da organização constitucional das Regiões Autónomas. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno pense acerca do papel da autonomia da Madeira e dos Açores, utilizando o conceito de Região Autónoma. 78 Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Questão problematizadora: Portugal, no século XX, avançou ou recuou no que diz respeito à liberdade de as pessoas escolheram os seus governantes? Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 3. Conhecer os órgãos de poder democráticos 3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local. 3.2 Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas funções. • As regiões autónomas • Região Autónoma Recursos Manual – págs. 150-151 Caderno de Atividades – Ficha 20. Ficha 20A Fichas Diferenciadas* – Ficha 20 Fazer pares – O 25 de abril e o regime democrático. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 80. PLANO DE AULA N.O 41 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 152. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Poder Local. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno com base em fontes históricas construa um relato acerca da organização constitucional das regiões autónomas. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Individualmente convida-se o aluno a elaborar um cartaz em que reivindica a solução de um problema que esteja a afetar a sua fregue- sia ou concelho. 79 Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Questão problematizadora: Portugal, no século XX, avançou ou recuou no que diz respeito à liberdade de as pessoas escolheram os seus governantes? Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 3. Conhecer os órgãos de poder democráticos 3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local. 3.2 Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas funções. 3.5 Identificar formas de participação cívica e democrática além dos atos eleito- rais. • O poder local • Poder Local Recursos Manual – págs. 152-153 Caderno de Atividades – Ficha 21. Ficha 21A Fichas Diferenciadas* – Ficha 21 Teste global interativo – O 25 de abril e a consolidação da democracia portuguesa. * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou NEE.
  • 81. 80 PLANO DE AULA N.O 42 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 154. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico e reflita acerca do modo como Portugal se articula com outros territórios no Mundo. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno como síntese procure notícias de modo a refletir acerca do papel interventivo de várias organizações em territórios e dimensões diversificadas. Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: Espaços em que Portugal se integra Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Conhecer a União Europeia (UE) como uma das organizações internacionais em que Portugal se integra 1.1 Identificar os países que constituem a UE. 1.2 Referir os principais objetivos que presidiram à criação da UE. 1.3 Identificar os sucessivos alargamentos da UE. 1.4 Identificar as principais instituições europeias. 2. Conhecer outras organizações internacionais em que Portugal se integra 2.1 Identificar os principais objetivos da criação da ONU. 2.2 Referir alguns dos estados não membros da ONU. 2.3 Identificar algumas das organizações que integram a ONU (UNICEF, FAO, UNESCO…). 2.4 Localizar os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). 2.5 Localizar os países da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP). 2.6 Referir alguns dos grandes objetivos dos PALOP e da CPLP. 2.7 Localizar países da Organização do Tratado ao Atlântico Norte (NATO). 2.8 Referir os principais objetivos da NATO. • A União Europeia • A ONU • A CPLP Recursos Manual – págs. 154-155 Atlas – Mapa 13 Caderno de Atividades – Ficha 22. Ficha 22A
  • 82. 81 PLANO DE AULA N.O 43 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 156. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos, para que estes construam o seu conhecimento acerca dos desafios que Portugal democrático enfrentou após a democratização. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progres- são de ideias percecionada. • Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno debata com os colegas as consequências do 25 de Abril e da adesão de Portugal à CEE/UE. Domínio: Portugal no século XX Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Questão problematizadora: Quais são os desafios de uma nova democracia? Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 4. Analisar algumas conquistas, dificuldades e desafios que Portugal enfrenta no nosso tempo 4.1 Reconhecer a democratização do país como fator de prestígio internacional para Portugal. 4.2 Reconhecer a entrada de Portugal na Comunidade Económica Europeia (CEE) como um contributo para a consolidação da democracia portuguesa e para a modernização do país. 4.3 Enumerar aspetos que comprovem a modernização do país após a adesão à CEE. 4.4 Exemplificar progressos verificados nas condições de vida dos portugueses, nomeadamente no maior acesso à saúde e educação. 4.5 Constatar a maior igualdade de géneros existente na atualidade, apesar do caminho que ainda há a percorrer. 4.6 Reconhecer outras dificuldades que Portugal enfrenta nos nossos dias: desemprego, morosidade da justiça, assimetrias sociais, abandono escolar, fraco envolvimento cívico. • As mudanças de Portugal democrático Recursos Manual – págs. 156-157 Teste interativo – O 25 de abril e a consolidação da democracia portuguesa. Teste global interativo – O 25 de abril e a consolidação da democracia portuguesa.
  • 83. PLANO DE AULA N.O 44 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 164. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeada- mente População absoluta, Natalidade e Mortalidade. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno com base em fontes diversas construa o seu pensamento histórico-geográfico num relato acerca da evolução da população, atendendo à natalidade, mortalidade. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno reflita acerca das alterações verificadas ao nível da natalidade ao longo do tempo, bem como acerca do que entende por População absoluta, Natalidade e Mortalidade apropriando-se também do conceito para a análise da realidade do seu distrito. Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: A População Portuguesa 82 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Compreender a importância dos recenseamentos na recolha de informação sobre a população 1.1 Definir recenseamento da população. 1.2 Referir informações que se podem consultar nos recenseamentos da popu- lação. 1.3 Localizar diferentes divisões administrativas do território nacional a diferen- tes escalas (Distritos, NUTS II e III, municípios). 1.4 Inferir sobre a importância dos recenseamentos na gestão e ordenamento do território. 2. Conhecer a evolução da população em Portugal e compreender a sua relação com o crescimento natural 2.1 Definir população total ou absoluta. 2.2 Caracterizar a evolução da população portuguesa desde o primeiro recen- seamento geral da população (1864). 2.3 Identificar o crescimento natural como o principal fator responsável pela evolução da população. 2.4 Distinguir natalidade de taxa de natalidade e mortalidade de taxa de morta- lidade. 2.5 Definir crescimento natural. 2.6 Caracterizar a evolução da natalidade em Portugal. 2.7 Identificar fatores responsáveis pela diminuição da natalidade em Portugal nas últimas décadas. 2.8 Caracterizar a evolução da mortalidade em Portugal. 2.9 Identificar fatores responsáveis pela diminuição da mortalidade em Portugal nas últimas décadas. • Quem somos? • A evolução da população • População absoluta • Natalidade • Mortalidade Recursos Manual – págs. 162, 163, 164 e 165 Apresentação – Portugal Hoje I *. Notas: * Em alternativa aos planos de aula sugeridos para os conteúdos de Geografia, propomos a exploração do PowerPoint para assegurar o cumprimento do Programa,
  • 84. PLANO DE AULA N.O 45 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 166. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeada- mente Emigração e Imigração. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico acerca da mobilidade da população, Emigração e Imigração, enquanto respostas a questões associadas às realidades político-económico-sociais. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno reflita acerca dos desafios que têm de ser ultrapassados quer por emigrantes quer por imigrantes, aplicando os conceitos de Emigração e Imigração. 83 Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: A População Portuguesa Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 3. Compreender o contributo do saldo migratório na evolução da população em Portugal 3.1 Distinguir emigração de imigração. 3.2 Definir saldo migratório. 3.3 Caracterizar a evolução da emigração em Portugal. 3.4 Localizar as principais áreas de destino da emigração portuguesa. 3.5 Identificar as principais causas e consequências da emigração em Portugal. 3.6 Descrever a evolução da imigração em Portugal. 3.7 Localizar os principais países de origem da imigração em Portugal. • A mobilidade da população • Emigração • Imigração Recursos Manual – págs. 166-167 Animação – Os movimentos demográficos.
  • 85. PLANO DE AULA N.O 46 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 168. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeada- mente Grupo etário, Densidade populacional, Área atrativa, Área repulsiva e Esperança de Vida. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes, diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico acerca de Grupo etário, Densidade populacional, Área atrativa, Área repulsiva e Esperança de Vida no litoral e interior. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno explique se ele, os seus pais e os seus avós pertencem a grupos etários semelhantes ou diferentes; que procure saber se a região onde vive faz parte de uma região atrativa ou uma área repulsiva; e ainda, que identifique um documento onde se defina densidade populacional. 84 Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: A População Portuguesa Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 4. Compreender a distribuição da população em Portugal 4.1 Distinguir densidade populacional de população total. 4.2 Interpretar mapas com a distribuição regional da população total/densidade populacional em meados do século XX e na atualidade. 4.3 Identificar os principais fatores responsáveis pelo acentuar de contrastes na distribuição da população na atualidade. 5. Conhecer a evolução da população portuguesa por grupos etários 5.1 Identificar os 3 grupos etários. 5.2 Caracterizar a evolução recente da população jovem, da adulta e da idosa, tendo por base dados estatísticos. 5.3 Identificar fatores responsáveis pela evolução dos três grupos etários. 6. Conhecer e compreender as consequências do duplo envelhecimento da população em Portugal 6.1 Definir esperança média de vida à nascença. 6.2 Caracterizar a evolução da esperança média de vida à nascença, identifican- do os principais fatores responsáveis pelo seu incremento. 6.3 Referir os principais fatores que contribuem para o duplo envelhecimento da população. 6.4 Localizar as área mais afetadas pelo duplo envelhecimento da população e as respetivas consequências. 6.5 Apresentar medidas com o objetivo de subverter o duplo envelhecimento. • Características da população • Repartição espacial da população • Grupo etário • Densidade populacional • Área atrativa • Área repulsiva • Esperança de vida Recursos Manual – págs. 168-169 Caderno de Atividades – Ficha 23. Ficha 23 A Teste interativo – Evolução da população e movimentos demográficos.
  • 86. PLANO DE AULA N.O 47 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 170. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeada- mente Povoamento, Espaço urbano e Espaço rural. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico acerca da distribuição e organização do espaço em termos de povoamento ao nível nacional. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno reflita acerca da sua vivência pessoal em termos de modo de organização e distribuição de espaço, como síntese, aplicando os conceitos de Povoamento, Espaço urbano e Espaço rural. 85 Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: Os lugares onde vivemos Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos de vida 1.1 Definir povoamento. 1.2 Caraterizar o povoamento rural e o urbano. • As formas de povoamento • Povoamento • Espaço urbano • Espaço rural Recursos Manual – págs. 170-171 Animação – A sociedade rural e a sociedade urbana. Puzzle – Casas rurais em Portugal.
  • 87. PLANO DE AULA N.O 48 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 172. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico acerca dos diferentes tipos de construções e condições de vida no campo. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno, como síntese, reflita acerca da diversidade de habitações rurais nacionais e desenhe uma habitação tradicional, articulando-se o plano nacional com o local. 86 Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: Os lugares onde vivemos Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos de vida 1.3 Definir modo de vida. 1.4 Caraterizar os modos de vida predominantes no espaço rural e no espaço urbano 1.5 Reconhecer a crescente interpenetração entre modos de vida rurais e urba- nos. 1.6 Reconhecer a crescente complementaridade e interdependência entre o espaço rural e o espaço urbano. 2. Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e das áreas urbanas 2.6 Identificar os principais problemas das áreas urbanas e das áreas rurais em Portugal. 2.7 Apontar soluções para os problemas identificados nas áreas urbanas e nas áreas rurais em Portugal. • As condições de vida no campo Recursos Manual – págs. 172-173 Puzzle – Casas rurais em Portugal.
  • 88. PLANO DE AULA N.O 49 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 174. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Distância-tempo, Centro urbano e Equipamento urbano. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico pensando na localização, distribuição e organização dos centros urbanos, bem como acerca das vantagens e desvantagens desse local para viver. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno como síntese escreva um texto em que compare as condições de vida no campo e na Cidade, articulando as questões de Distância-tempo e Equipamentos coletivos. 87 Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: Os lugares onde vivemos Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos de vida 1.4 Caraterizar os modos de vida predominantes no espaço rural e no espaço urbano 1.5 Reconhecer a crescente interpenetração entre modos de vida rurais e urba- nos. 1.6 Reconhecer a crescente complementaridade e interdependência entre o espaço rural e o espaço urbano. 2. Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e das áreas urbanas 2.1 Comparar a evolução da população rural e da população urbana em Portugal, nas últimas décadas. 2.2 Definir taxa de urbanização. 2.3 Definir êxodo rural. 2.4 Relacionar a crescente taxa de urbanização com o êxodo rural. 2.5 Localizar as principais áreas urbanas em Portugal. 3. Compreender a atratividade exercida pelas áreas urbanas 3.1 Distinguir área atrativa de área repulsiva. 3.2 Interpretar a distribuição regional dos equipamentos ligados à saúde, educa- ção, cultura, desporto, audiovisuais (…). 3.3 Justificar a atratividade das áreas urbanas pela maior disponibilidade na ofer- tade emprego e concentração de equipamento de saúde, educação, lazer (…). • Os centros urbanos • Distância-tempo • Centro urbano • Equipamento urbano coletivo • Taxa de urbanização Recursos Manual – págs. 174-175
  • 89. PLANO DE AULA N.O 50 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 176. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeadamente Saneamento básico e Nível de conforto. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno com base em fontes diversas construa o seu pensamento histórico-geográfico pensando nas diferenças e semelhanças entre o espaço urbano e rural, interior e litoral, para a vida das populações em termos de conforto. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. • Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno como síntese reflita sobre o espaço onde vive, aplicando os conceitos de Saneamento básico e Nível de conforto. 88 Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 2. Compreender a evolução da distribuição da população por setores de ativida- de em Portugal 2.6 Localizar as áreas onde predominam atividades ligadas aos diferentes seto- res. 2.7 Identificar as atividades dominantes na área envolvente à escola. 3. Conhecer e compreender as características da agricultura em Portugal 3.1 Definir agricultura. • Os problemas da vida quotidiana • Saneamento básico • Nível de conforto Recursos Manual – págs. 176-177 Atlas – Mapa 14 Caderno de Atividades – Ficha 24. Ficha 24 A Teste interativo – A sociedade rural e a sociedade urba- na.
  • 90. PLANO DE AULA N.O 51 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 184. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeada- mente População ativa e Setores económicos. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico pensando na distribuição da população ativa e do desemprego, por setor económico e no território nacional. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno, como síntese, reflita sobre os conceitos de População ativa e Setores económicos aplicando-os ao seu meio familiar. Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos 89 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Conhecer a repartição das atividades económicas por setores 1.1 Definir setor de atividade económica. 1.2 Distinguir população ativa de população inativa. 1.3 Distinguir taxa de atividade de taxa de desemprego. 1.4 Distinguir atividades produtivas de não produtivas. 1.5 Comparar as atividades económicas integradas nos setores primário, secun- dário e terciário. 2. Compreender a evolução da distribuição da população por setores de ativida- de em Portugal 2.1 Caraterizar a evolução da população ativa integrada nos três setores de ativi- dade. 2.2 Enumerar fatores que explicam a diminuição da população ativa integrada no sector primário e no setor secundário. 2.3 Identificar consequências da diminuição da população ativa integrada no setor primário e no setor secundário. 2.4 Identificar fatores que explicam o aumento da população ativa integrada no setor terciário. 2.5 Identificar consequências do aumento da população ativa integrada no sec- tor terciário. 2.6 Localizar as áreas onde predominam atividades ligadas aos diferentes setores. 2.7 Identificar as atividades dominantes na área envolvente à escola. • O mundo do trabalho • População ativa • População inativa • Setores primário, secundário e terciário Recursos Manual – págs. 182, 183, 184 e 185 Animação – A organização económica. Puzzle – População ativa e inativa. Apresentação – Portugal Hoje II *. Notas: *Em alternativa aos planos de aula sugeridos para os conteúdos de Geografia, propomos a exploração deste PowerPoint para assegurar o cumprimento do Programa.
  • 91. PLANO DE AULA N.O 52 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 186. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico relativamente à distribuição e organização da agricultura, pecuária e sivicultura nacional, bem como acerca de consequências de determinadas ações nocivas ao meio. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno, como síntese, identifique duas melhorias introduzidas na agricultura e na pecuária. Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos 90 Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 3. Conhecer e compreender as características da agricultura em Portugal 3.1 Definir agricultura. 3.2 Caraterizar os principais tipos de agricultura praticados em Portugal. 3.3 Descrever as transformações recentes ocorridas na agricultura portuguesa. 3.4 Localizar os principais tipos de agricultura e alguns dos produtos cultivados. 3.5 Identificarosprincipaisobstáculosàmodernizaçãodaagriculturaportuguesa. 3.6 Identificar a atividade agrícola praticada na área de residência. 4. Compreender a importância da floresta em Portugal 4.1 Referir as principais funções das florestas. 4.2 Localizar a distribuição das principais espécies florestais a nível nacional. 4.3 Identificar os principais problemas que afetam a floresta. • O setor primário: agricultura, pecuária e silvicultura Recursos Manual – págs. 186-187
  • 92. PLANO DE AULA N.O 53 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 188. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeadamente Atividade produtiva e Atividade não produtiva. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico relativamente à distribuição e organização da zona económica portuguesa, em termos de pesca, e o conceito de Atividade produtiva. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno, reflita acerca das suas ideias de Atividade produtiva e Atividade não produtiva. 91 Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 5. Compreender a atividade piscatória em Portugal 5.1 Caraterizar os principais tipos de pesca praticados em Portugal. 5.2 Identificar as principais áreas de pesca e os portos de desembarque do pes- cado. 5.3 Referir alguns dos problemas que afetam a pesca portuguesa e possíveis soluções. 5.4 Identificar aspetos positivos e negativos da aquacultura. • O setor primário: pesca • Atividade produtiva • Atividade não produtiva Recursos Manual – págs. 188-189
  • 93. PLANO DE AULA N.O 54 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 190. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico relativamente à distribuição, organização e produção industrial em termos nacionais. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno, como síntese, explique as vantagens e desvantagens da sua região no que respeita às possibilidades de emprego. 92 Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 6. Compreender a evolução da indústria em Portugal 6.1 Definir indústria. 6.2 Identificar diferentes tipos de indústria. 6.3 Caraterizar a evolução da indústria em Portugal. 6.4 Localizar as principais áreas industriais em Portugal. 6.5 Identificar os principais problemas associados à atividade industrial e possí- veis soluções. • O setor secundário: a indústria • O desenvolvimento do interior Recursos Manual – págs. 190-191
  • 94. PLANO DE AULA N.O 55 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 192. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico, atendendo às alterações provocadas no espaço pelos diferentes tipos de energia e pelos usos industriais e habitacionais do espaço / paisagem. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que, como síntese, os alunos debatam as questões relacionadas com a alteração do espaço por ação humana, nomeadamente ao nível da poluição na sua região. 93 Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 7. Compreender a crescente importância das energias renováveis em Portugal 7.1 Referir os tipos de energia mais utilizados em Portugal. 7.2 Distinguir energias renováveis de energias não renováveis, dando ênfase aos principais impactes da sua utilização. 7.3 Localizar as principais áreas de produção de energia renovável em Portugal. 7.4 Enumerar os principais fatores responsáveis pela crescente importância das energias renováveis em Portugal. 7.5 Identificar práticas adequadas a uma racionalização dos consumos energé- ticos. • O setor secundário: a produção de energia • O impacto ambiental das atividades do setor secundá- rio Recursos Manual – págs. 192-193
  • 95. PLANO DE AULA N.O 56 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 194. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico atendendo às relações de difrenciação, interdependência e complementaridade entre o espaço urbano e rural, bem como no território nacional e internacional. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno, como síntese, analise a sua realidade pessoal e realize um quadro com os produtos que possui produzidos em termos nacionais e noutros territórios, explicando se o slogan é ou não seguido pela sua família. 94 Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 8. Compreender o comércio em Portugal 8.1 Distinguir importação de exportação. 8.2 Descrever a evolução das importações e das exportações em Portugal. 8.3 Caracterizar os tipos de produtos importados/exportados e os parceiros comerciais. 8.4 Referir as consequências do desigual valor das importações e exportações em Portugal. 8.5 Identificar novas formas de comercializar produtos e de pagar serviços. • O setor terciário: comércio Recursos Manual – págs. 194-195
  • 96. PLANO DE AULA N.O 57 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 196. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeadamente Serviços e Redes de telecomunicações. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno com base em fontes diversas construa o seu pensamento histórico-geográfico atendendo à distribuição de emprego pelos diferentes setores de atividade e especialmente ao setor terciário, bem como reflitam acerca do papel dos meios de transporte e de comunicação para a formação de identidade em diálogo com vários territórios. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno, indique dois serviços que utiliza regularmente; explique a afirmação «Portugal está mais perto da Europa e do Mundo»; e, ainda, que identifique os serviços representados em cada um dos documentos das duas páginas do manual. 95 Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos e O mundo mais perto de nós Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 9. Compreender a crescente importância dos serviços entre as atividades eco- nómicas em Portugal 9.1 Definir serviços. 9.2 Identificar os diferentes tipos de serviços. 9.3 Localizar as áreas de maior oferta de serviços. 9.4 Explicar os contrastes regionais na oferta de serviços (saúde, educação, cul- tura, desporto…). 9.5 Justificar a crescente importância do setor dos serviços na criação de emprego. 2. Conhecer e compreender a importância das telecomunicações na sociedade atual 2.1 Definir rede de telecomunicação. 2.2 Referir as vantagens da utilização dos serviços de telecomunicação. 2.3 Associar o desenvolvimento dos serviços de telecomunicação com o proces- so de globalização e aparecimento do conceito de “aldeia global”. 2.4 Discutir a importância do desenvolvimento das telecomunicações nas ativi- dade humanas e qualidade de vida. • O setor terciário: serviços • Os transportes e comunicações • Serviços • Redes de telecomunicações Recursos Manual – págs. 196-197 Animação – Transportes e Comunicações. Puzzle – Setores de Atividade.
  • 97. 96 PLANO DE AULA N.O 58 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História, explorando o Recordo, pág. 198. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos, para que estes construam o seu conhecimento acerca das vantagens e das desvantagens associadas aos transportes. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progres- são de ideias percecionada. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno refira uma vantagem e uma desvantagem de transporte. Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: O mundo mais perto de nós Questão problematizadora: Quais serão as vantagens e as desvantagens dos transportes? Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Compreender a importância dos transportes na sociedade atual 1.1 Distinguir rede de transporte de modo de transporte. 1.2 Referir a importância das redes de transporte no mundo atual. 1.3 Comparar as vantagens e as desvantagens da utilização dos diferentes modos de transporte (rodoviário, ferroviário, marítimo, aéreo e fluvial). 1.4 Caracterizar a distribuição das diferentes redes de transporte em Portugal. 1.5 Relacionar a distribuição das redes de transporte com a distribuição da população e atividades económicas. 1.6 Discutir os impactes do desenvolvimento da rede de transportes. • Os transportes • Rede de transporte • Meio de transporte Recursos Manual – págs. 198-199 Teste interativo O mundo mais perto de nós
  • 98. PLANO DE AULA N.O 59 Escola: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Turma: _________________________ N.O : ________________________ Lição n.O : ________________________ Data: _____________/_____________/_____________ Tempo: Momento 1 • Contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia, explorando o Recordo, pág. 200. • Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta, nomeadamente Lazer, Turismo e Reservas naturais. Desenvolvimento • Trabalhar os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos. As questões pretendem que o aluno, com base em fontes diversas, construa o seu pensamento histórico-geográfico relativamente às diferenças entre as atividades de Lazer no meio rural e urbano, bem como acerca do Turismo e das Reservas naturais para o desenvolvimento nacional. Avaliação • Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. • Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação», aferir o seu grau de aprendizagem. Síntese – Metacognição • Propõe-se que o aluno como síntese construa uma frase em que conjugue os diferentes conceitos desenvolvidos. 97 Domínio: Portugal Hoje Subdomínio: Lazer e Património Objetivos gerais e descritores Conteúdos / Conceitos 1. Compreender a desigual distribuição da prática do lazer e do turismo a nível nacional 1.1 Definir lazer. 1.2 Localizar as áreas com maior oferta de equipamento culturais e desportivos diversos (teatros, cinemas, museus, bibliotecas, pavilhões desportivos…) 1.3 Justificar a desigual oferta na distribuição de equipamento culturais e des- portivos. 1.4 Identificar o turismo como uma atividade de lazer. 1.5 Identificar diferentes tipos de turismo em Portugal: balnear/ de montanha/religioso/termal/ em espaço rural/de aventura/radical/ histórico- cultural/ de natureza (…). 1.6 Localizar as áreas de maior atração/procura turística em Portugal, desta- cando os fatores que justificam a sua atratividade/procura. 1.7 Identificar atividades de lazer e turismo na região onde reside. 2. Compreender a importância da preservação do património 2.1 Identificar diferentes tipos de património. 2.2 Localizar diferentes áreas de proteção da natureza. 2.3 Explicar a importância das áreas protegidas na preservação do património ambiental. 2.4 Identificar medidas de preservação do património. • O lazer e o património • Lazer • Turismo • Reserva natural Recursos Manual – págs. 200-201 Caderno de Atividades – Ficha 25. Ficha 25A
  • 99. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 98 Ficha 1 Páginas 3 e 4 2. 4.1. A frase significa que alguns escravos, apesar de mal alimentados e mal tratados, conseguiram sobreviver como se fossem de pedra ou de ferro. 4.2. «Os negros são metidos no porão… nada mais têm por onde o ar lhes possa chegar que a grade da escotilha.» 4.3. Título: O transporte dos escravos. 5. A perda do monopólio do comércio do Oriente levou os portugueses a interessarem-se pelo Brasil. Lá, passou a produzir-se açúcar em gran- des quantidades, especialmente no século XVIII. Durante os séculos XVII e XVIII, os bandeirantes descobriram minas de ouro e de diamantes. O co- mércio destes produtos deu grandes lucros ao rei, D. João V, que recebia a quinta parte do ouro e dos diamantes. Parte da população brasileira deixou o Litoral e dirigiu-se para o Interior, a fim de procurar ouro e diamantes; os missionários procuravam converter os índios à religião cristã. De Portugal partiram muitos colonos com destino ao Brasil, à procura de uma vida me- lhor. De África foram levados milhares de escravos, para trabalharem nos engenhos de açúcar ou nas minas. Os escravos eram muito mal tratados, o que provocou a morte a muitos deles. Ficha 2 Páginas 5 e 6 1. Título: O reinado de D. João V, rei absoluto. A vida na Corte A sociedade A cultura e a arte • Três características do Paço Real Mobilado luxuosa- mente e decorado com azulejos, tape- çarias e tapetes. • Novidades da época Café, chocolate e rapé. Nobreza • Moda que seguia Francesa Clero • Responsável pelo serviço religioso, pelo ensino e pelo Tribunal da Inquisição • Construções Aqueduto das Águas Livres, palácio convento de Mafra… • Estilo de construção Barroco A vida na Corte A sociedade A cultura e a arte • Três divertimentos Bailes, sessões de poesia, representações teatrais… • Origem do dinheiro Ouro, diamantes e açúcar do Brasil. • Função do Tribunal da Inquisição Defender a fé católica Burguesia • Constituída por pequenos comerciantes e artesãos (baixa bur- guesia) e por comer- ciantes mais ricos (alta burguesia) que imitava o modo de vida da nobreza e convivia em clubes e cafés Povo • Constituído por: trabalhadores domésticos, vendedores ambulantes e carregadores • Três características deste estilo Talha dourada, azulejo, mármore e linhas curvas. • Origem do dinheiro para a construção destes monumentos As riquezas vindas do Brasil. • Uma conclusão: No século XVIII, o rei, a nobreza, alguns membros do clero e os burgueses mais ricos viviam muito bem, graças às riquezas brasileiras, enquanto o povo continuava a viver com grandes dificuldades. 2. Da esquerda para a direita, em cima: 1, 4, 2; em baixo: 3, 6, 5. Ficha 3 Páginas 7 e 8 2.1. As atividades económicas que estavam em crise eram a agricultura, a indústria e o comércio. 2.2. Sim, foram tomadas medidas, pois criaram-se indústrias, valorizou-se o comércio e desenvolveu-se a agricultura, com a criação da Companhia das Vinhas do Alto Douro. 3. 5. Produto Açúcar Movimentos da população De Portugal para o Brasil Partiram milhares de colonos e também missionários. Dentro do Brasil Bandeirantes procuraram ouro no Interior. Missionários deslocaram-se para o Interior para evangelizar os índios e protegê-los. De África para o Brasil Partiram muitos milhares de escravos. Produto Ouro Território onde era produzido Brasil Território onde foi descoberto Brasil Atividade em que se produzia a cana Agricultura Quem o descobriu Bandeirantes Século em que a produção foi maior Século XVIII Século em que chegou maior quantidade em Portugal Século XVIII Terramoto de 1755 Ação do futuro marquês de Pombal Elaborar um plano de reconstrução da cidade Destruição de parte da cidade de Lisboa Enterrar os mortos e socorrer os feridos Construção da atual praça do Comércio Ruas largas, com traçado geométrico e passeios calcetados Rede de esgotos Casas construídas da mesma altura e com fachadas iguais continuação Económicas • Criação de novas indústrias e apoio às já existentes • Criação de companhias de comércio monopolistas Ensino • Criação de escolas de ensino primário • Reforma da universidade de Coimbra Sociais e políticas • Perseguição a elementos da nobreza • Expulsão dos Jesuítas de Portugal Reformas do marquês de Pombal
  • 100. 99 6. A situação económica de Portugal, quando D. João V morreu, era muito difícil: fraco desenvolvimento da agricultura e da indústria, tendo de se importar muitos produtos. O terramoto de 1755 veio agravar ainda mais a situação económica do país, pois grande parte da cidade de Lisboa foi destruída. O futuro marquês de Pombal, ministro do rei D. José I, mandou elaborar um plano de reconstru- ção da cidade. A Lisboa Pombalina passou a ter ruas largas, casas da mesma altura, passou a beneficiar de uma rede de esgotos e surgiu a atual praça do Comércio. A nível industrial, não só criou novas indústrias como apoiou as já existen- tes. Apoiou também a formação de companhias de comércio. No ensino, criou escolas de ensino primário e a universidade de Coimbra, para além de novas disciplinas, passou a ter um ensino mais experimental. O marquês de Pombal perseguiu membros da nobreza, tendo-lhes retirado privilégios, expulsou os Jesuítas do país e apoiou a burguesia, que se dedi- cava ao comércio e à indústria. Ficha 4 Páginas 9 e 10 2.1. a) Nobreza. b) Clero. c) Povo. 2.2. O documento corresponde ao período anterior à Revolução Francesa, pois após esta revolução deixou de haver grupos sociais privilegiados. 4. 1. BRASIL 2. JUNOT 3. CONVENÇÃO 4. BANDEIRA 5. ROUBOS 6. REVOLTA 7. INGLESES 8. SOULT 9. FORTIFICAÇÕES 10. PORTO 11. MASSENA 12. DEZANOVE 13. BUÇACO 14. TORRES 15. SINTRA 16. ROLIÇA 17. FRANCESES 5. 1. Descoberta de ouro no Brasil. 2. D. João V torna-se rei de Portugal. 3. Construção do palácio convento de Mafra. 4. D. José I torna-se rei de Portugal. 5. D. José I nomeia para ministro Sebastião José de Carvalho e Melo. 6. Terramoto de 1755. 7. Revolução Francesa. 8. Primeira invasão francesa. 9. Saída da família real para o Brasil. 10. Fim das Invasões Francesas. Ficha 5 Páginas 11 e 12 2. 4. d), b), a), c). 6. 2, 1, 3. 7. 8. As Invasões Francesas deixaram Portugal destruído e saqueado. Depois dos franceses, foram os Ingleses que passaram a controlar Portugal. Por outro lado, D. João VI continuava no Brasil e, em 1808, abrira os por- tos deste território ao comércio estrangeiro. Os comerciantes portu- gueses deixaram de ser os únicos a venderem para lá os seus produtos e a irem lá buscar os produtos brasileiros. Perante toda esta situação, em 1817, o general Gomes Freire de Andrade organizou uma conspi- ração para acabar com o domínio inglês em Portugal e obrigar a família real a regressar do Brasil. A revolta foi descoberta e os revoltosos mor- tos. Em 1818, foi criado o Sinédrio, organização secreta que preparou a Revolução Liberal de 1820. Foi na cidade do Porto que teve início a revolta militar que pôs fim à Mo- narquia absoluta. Realizaram-se então as primeiras eleições para eleger os deputados às Cortes Constituintes. Esta assembleia tinha como principal função elaborar uma Constituição. A Constituição foi aprovada em 1822. Nela, garantia-se a liberdade, a igualdade de todos os cidadãos perante a lei e a separação dos poderes. A Monarquia absoluta deu, assim, lugar à Monarquia constitucional ou liberal. Ficha 6 Páginas 13 e 14 1. Com a ajuda dos ingleses, os franceses são derrotados, abandonando Portugal Família real parte para o Brasil Segunda invasão Comandante Soult Portugal não obedece, sendo invadido pelos franceses Terceira invasão Comandante Massena Primeira invasão Comandante Junot Revolução Francesa Guerra entre reis absolutos da Europa e a França Vitória da França, que só não derrota a Inglaterra Bloqueio Continental Fim da Monarquia absoluta em França • Invasões Francesas provocaram a destruição e o empobrecimento de Portugal. • Os ingleses, após a expulsão dos franceses, controlavam o Governo de Portugal. • A família real continuava no Brasil. • As ideias de liberdade e de igualdade, vindas de França, tinham cada vez mais adeptos. • Descontentamento da população • Desejo de acabar com a Monarquia absoluta Título: Os poderes na Monarquia absoluta Título: Os poderes na Monarquia liberal Poder legislativo Poder executivo Poder judicial Poder executivo Poder legislativo Poder judicial Terminou com a vitória dos Liberais. Guerra Civil 1832-1834 Os absolutistas, lide- rados por D. Miguel, defendiam a Monar- quia absoluta, em que o rei detinha todos os poderes e o clero e a nobreza eram grupos sociais privilegiados. Os liberais, chefiados por D. Pedro, que, em 1822, tinha dado a independência ao Brasil, defendiam a Monarquia liberal, em que eram aplicadas as ideias de liberdade, igualdade e separação de poderes. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES
  • 101. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 100 2.1. a) Foi sua mãe. b) Aconselhou-o a recusar a Constituição. c) D. Carlota Joaquina era apoiante dos absolutistas, pois era contra a Constituição que garantia a existência da Monarquia liberal. 2.2. a) D. Pedro e D. Maria II. b) D. Pedro era pai de D. Maria II. c) A Cons- tituição. 2.3. Resposta livre, contudo sugere-se que o aluno reconheça que os con- flitos devem ser resolvidos através do diálogo e não de lutas. 3. Ficha 7 Páginas 15 e 16 1. 2. 1. MORGADIO 2. NOBREZA 3. ADUBOS 4. SELEÇÃO 5. TRIGO 6.ALTERNÂNCIA7.MILHO8.MECANIZAÇÃO9.BALDIOS 10.DESCANSAR 11. BATATA 3. Mais terras cultivadas Novas técnicas e instrumentos agrícolas Culturas • Fim do pousio • Alternância de culturas • Fim do direito de morgadio • Venda de terras da nobreza • Fim de alguns baldios • Utilização de adubos químicos • Seleção de sementes • Utilização de máquinas agrícolas • Trigo • Milho • Batata 4. A agricultura em Portugal Até meados do século XIX Na segunda metade do século XIX • Direito de morgadio • Técnicas e instrumentos agrícolas antiquados • Fraca produção agrícola • Grande parte das terras pertencia ao clero e à nobreza • As Invasões Francesas e a Guerra Civil entre liberais e absolutistas prejudicaram a agricultura • Existência de muitos baldios e de terras em pousio • Todos os filhos passaram a herdar, de forma igual, os bens paternos • Utilização de máquinas, sementes selecionadas e adubos químicos • Aumento da produção agrícola • Muitas terras do clero e da nobreza foram vendidas, principalmente à burguesia • Período de paz • Fim do pousio e dos baldios: mais terras passaram a ser cultivadas Uma conclusão: Graças ao desenvolvimento da agricultura, Portugal passou a importar menos produtos agrícolas. Ficha 8 Páginas 17 e 18 1.1. Produção artesanal Produção mecanizada Local de trabalho Oficina Fábrica Tipo de trabalhador Artesão Operário Quantidade de trabalhadores Poucos Muitos Energia utilizada Manual Vapor Distribuição de tarefas Não há Há Tempo de produção Elevada Reduzido Quantidade de produtos Pouca Muita Preço dos produtos Mais caro Mais barato 2.1. Melhoramento dos transportes e das comunicações Meios de transporte Vias de comunicação Outras construções Outros meios de comunicação • Barco a vapor • Comboio • Mala-posta • Vias férreas • Estradas e pontes • Portos • Estações e túneis • Telefone • Telégrafo • Correios 3.1. Causas das reformas no ensino Reformas do ensino primário Preparar pessoas para se realizarem as mudanças de que o país precisava. Construção de novas escolas e ensino obrigatório nos três primeiros anos. Reformas do ensino liceal Reformas do ensino universitário Criação de liceus e escolas industriais, comerciais e agrícolas. Criação de novas escolas ligadas à marinha, às artes, às técnicas e ao teatro. Causas do atraso da agricultura • Invasões Francesas • Independência do Brasil •Guerra Civil entre liberais e absolutistas Situação agrícola • Fraca produção agrícola • Uso de técnicas e instrumentos agrícolas anti- quados • Muitas terras não eram cultivadas Consequências para o país • Portugal importava muitos produtos Revolução Liberal de 1820 Aprovação da Constituição de 1822 D. Miguel tenta acabar com a Monarquia liberal Guerra Civil Liberais chefiados por D. Pedro Absolutistas chefiados por D. Miguel Convenção de Evoramonte A Monarquia liberal impõe-se em Portugal
  • 102. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 101 5. Direitos humanos 1852 Fim da pena de morte para crimes políticos 1867 Fim da pena de morte para crimes civis 1869 Fim da escravatura em todos os territórios portugueses 4.1. O acontecimento do quadro a que se refere o documento 1 é o fim da pena de morte. 4.1. Resposta livre. 5. 8, 2, 4, 5, 6, 7, 3, 1 6. Durante a 2.a metade do século XIX, os governos liberais tomaram várias medidas para desenvolver a indústria. Com a introdução da máquina a va- por surgiu a indústria mecanizada. Os produtos passaram a ser feitos em maior quantidade e em menos tempo, pelos operários que trabalhavam em fábricas. Lisboa e Porto eram as regiões mais industrializadas. Os governos liberais preocuparam-se, também, com o desenvolvimento dos transportes e das comunicações. Surgiram novos meios de transporte como a mala-posta e o comboio a vapor e novas vias de comunicação como as estradas e as linhas férreas. Desenvolveram-se outras formas de comunicação como o selo, o bilhete-postal e o telefone. Na 2.ª metade do século XIX, os governos tomaram ainda medidas para melhorar o ensino. Aumentaram o número de escolas primárias, criaram liceus em todas as capitais de distrito e dois em Lisboa. A nível do ensino universitário, criaram escolas ligadas à Marinha, às Artes, às técnicas e ao teatro. Durante este período, aboliu-se a pena de morte e extinguiu-se a escravatura nos territórios portugueses. Ficha 9 Páginas 19 e 20 2.1. As condições de vida da população melhoraram graças ao desenvol- vimento da medicina e à melhor alimentação e higiene. 2.2. Diminuiu a mortalidade e aumentou a natalidade. 2.3. As pessoas abandonavam as suas terras, devido à falta de empregos e por desejarem uma vida melhor. 2.4. Os emigrantes foram para o Brasil. 3.1 O que mudou – A nobreza e o clero perderam os antigos privilégios. A burguesia aumentou o seu poder económico e ganhou poder político, passando a ocupar cargos importantes no governo. O que se manteve – O povo manteve as suas difíceis condições de vida. 4.1 1, 6, 8, 10, 11, 13. 5. A vida quotidiana nos campos Atividades Agricultura e pecuária Alimentação Simples: pão, azeitonas, sardinhas, sopa, arroz e batata Vestuário Variava de acordo com a região, o clima e os trabalhos que se realizavam Habitação Variava de acordo com a localização, o clima e os materiais existentes na região Divertimentos Procissões, romarias, feiras, bailes, jogos tradicionais 6. Na 2.a metade do século XIX, a população portuguesa aumentou, o que se deveu, sobretudo, à melhoria da alimentação, ao desenvolvimento da medicina e às melhores condições de higiene. A região litoral norte era a que tinha maior concentração populacional. Muitos camponeses partiram para as grandes cidades – êxodo rural. Outras pessoas emigraram, espe- cialmente para o Brasil. Com a monarquia liberal, a nobreza e o clero per- deram privilégios enquanto a burguesia ganhou poder. O povo continuou a viver pobremente. Na segunda metade do século XIX, as principais atividades das pessoas que viviam no campo continuavam a ser a agricultura e a criação de gado. As condições de vida no campo continuavam a ser difíceis. A alimentação era muito simples. Comiam, principalmente, pão, carne de porco, sardi- nhas e azeitonas. O arroz e a batata, agora produzidos em maior quanti- dade, passaram a fazer parte da alimentação dos camponeses. Doces, só em dias de festa. Também o vestuário e a habitação eram muito simples. Os interiores das casas eram pobres, muitas vezes com uma única divisão, onde se fazia tudo. Os divertimentos estavam muito rela- cionados com as festas religiosas, como era o caso das feiras, romarias e procissões. O correio e o almocreve faziam a ligação entre o campo e as outras regiões. Ficha 10 Páginas 21 e 22 1. 1, 4, 6, 7, 10 2. Doc. 1 – Frase 1; Doc. 2 – Frase 10; Doc. 3 – Frase 4, corrigida: A nobreza e a burguesia que viviam nas cidades tinham uma alimentação rica e variada. Doc. 4 – Frase 6; Doc. 5 – Frase 11, corrigida: No traje masculino, a sobreca- saca não era a peça principal. Doc. 6 – Frase 4; Doc. 7 - Frase 7. 3. A vida quotidiana na cidade Aspetos do quotidiano Burguesia Povo/Operariado Profissões Comerciantes, industriais, banqueiros, médicos… Operários da construção civil e da indústria, empregados de balcão, criados… Alimentação Abundante e variada. Pão, legumes, toucinho e sardinhas. Vestuário Mulheres: saias até ao chão e com roda, crinolina, tournure e chapéu, de acordo com a moda francesa e inglesa. Homens: casaca, colete, calças, sobrecasaca, gravata e chapéu. Simples e adaptado aos diferentes trabalhos realizados. Divertimentos Passear nos jardins públicos, ir à ópera, aos cafés, clubes, festas, teatro e cinema. Festas religiosas, feiras e passeios ao campo. Uma conclusão: A burguesia e o povo tinham vidas quotidianas muito diferentes. 4. Durante a segunda metade do século XIX, as duas principais cidades do país, Lisboa e Porto, cresceram em habitantes. Nelas predominava a bur- guesia e o operariado, pois estas duas cidades concentravam o comércio, a indústria e a atividade bancária do país. Figuras típicas das cidades eram os vendedores ambulantes, que anunciavam os seus produtos através de pregões cantados. A maneira de viver do povo era completamente diferente da dos grupos mais ricos. Estes, para além de fazerem uma alimentação mais abundante e variada, vestiam-se seguindo a moda e reuniam-se em festas, bailes ou cafés. Frequentavam a ópera e o teatro e, no final do século, também o cinema. No verão, enquanto as pessoas do povo iam a banhos ou faziam piqueniques, os mais ricos frequentavam também as termas.
  • 103. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 102 Ficha 11 Páginas 23 e 24 1.1. a) Surgiu o «americano». b) Surgiu o telefone. c) Água canalizada, gás e eletricidade. 1.2. Lisboa e Porto. 1.3. Porque eram as maiores cidades portuguesas. 1.4. Nem todos beneficiaram destas melhorias, pois os mais pobres viviam em bairros miseráveis, sem água canalizada, sem luz elétrica e sem gás. 2.1. a) O chão foi pavimentado, o vestuário alterou-se, tal como a paisa- gem. b) O arco e as casas. 4. Quando surgiu em Portugal 2.a metade do século XIX Quem o constituía Homens, mulheres e crianças Condições de vida Más: trabalhavam muitas horas e recebiam baixos salários Como conseguiu melhorar as suas condições de vida Apareceram as primeiras associações de trabalhadores, que recorreram às greves 5. Como a máquina a vapor funcionava a vapor de água, foi necessário extrair carvão para aquecer as caldeiras. Por outro lado, extraiam-se metais para serem usados nas fábricas e nos transportes. 6. Durante a segunda metade do século XIX, as cidades, especialmente, Lis- boa e o Porto, modernizaram-se. A água passou a ser, em grande parte, canalizada, as redes de esgotos foram melhoradas e passou a ser feita a recolha do lixo. A iluminação das ruas deu maior segurança às pessoas. Os passeios e as praças foram calcetados, ruas e avenidas pavimentadas. Surgiram os transportes coletivos: o «chora», o americano e o elétrico. Enquanto os mais ricos viviam em luxuosas residências ou em andares, os mais pobres viviam em bairros miseráveis sem esgotos nem água ca- nalizada. Eram as «ilhas» no Porto e os «pátios» ou «vilas» em Lisboa. O desenvol- vimento da indústria levou ao aparecimento do proletariado. Este grupo social vivia em muito más condições, trabalhava muito e recebia baixos salários. Não tinha proteção nem assistência por parte do governo ou dos patrões. Para lutar pelos seus direitos uniram-se e recorreram à greve. A mecanização da indústria alterou a paisagem pois, para se extrair os minérios necessários, escavaram-se montes, construíram-se estradas e ca- minhos de ferro e instalações para apoiar esta atividade. Novas povoações foram, assim, surgindo. Ficha 12 Páginas 25 e 26 1.1. Os novos materiais utilizados na construção foram o ferro e o vidro. 1.2. O ferro permitia construir grandes espaços e o vidro permitia a entra- da de luz natural. 1.3. Por exemplo, pavilhões, fábricas e estações de caminho de ferro. 2. Os principais temas são paisagens, retratos e cenas da vida quotidiana. 3.1. Esta caricatura mostra-nos o Zé Povinho (o povo português) a trans- portar, como um burro, o rei e outras pessoas que viviam à custa dos mais pobres. Assim, o autor da caricatura pretende mostrar as difíceis condições de vida do povo e aqueles que viviam à sua custa. 4. 1, 4, 3, 4, 4, 2, 1 5. Nos finais do século XIX, surgiu um novo tipo de arquitetura conhecida como a arquitetura do ferro, assim chamada por utilizar este material, que permitia construir grandes espaços, e o vidro que possibilitava a entrada de luz natural. Esta nova forma de construção tinha um fim utilitário e esta- va relacionada com o crescimento das cidades e a construção de grandes espaços como pavilhões de exposições, teatros, fábricas e estações de caminhos de ferro. Na pintura, os artistas deste período pintaram, principalmente, paisagens, cenas da vida quotidiana e retratos. Destacaram-se pintores como José Malhoa e Silva Porto. Na escultura, são de realçar os nomes de Soares dos Reis e Teixeira Lopes. Na cerâmica, destacou-se Rafael Bordalo Pinheiro pela criação da figura do Zé Povinho. Durante este período, as pessoas, principalmente das cidades, começaram a interessar-se mais pela leitura de livros e jornais. No romance, destaca- ram-se autores como Júlio Dinis, Eça de Queirós, Alexandre Herculano e Almeida Garrett. Ficha 13 Páginas 27 e 28 1. Partido Republicano • Melhorar as condições de vida dos mais desfavorecidos. • Substituir a Monarquia pela República. Regícidio • O rei D. Carlos I e o herdeiro do trono, D. Luís Filipe, foram mortos. • D. Manuel II foi aclamado rei. 31 de janeiro de 1891 • Revolta republicana no Porto contra a Monarquia. • Participaram populares e militares. Ultimato britânico • A Grã-Bretanha exigiu que Portugal abandonasse os territórios entre Angola e Moçambique. • Portugal cedeu. Más condições de vida • Operários e camponeses. Revolução republicana de 5 de outubro de 1910 Fim da Monarquia 2. 1. OUTUBRO 2. POPULARES 3. PROVISÓRIO 4. MONARQUIA 5. SÉCU- LOS 6. MACHADO SANTOS 7. INGLATERRA 8. LISBOA. 3. Título: A revolução republicana e a queda da Monarquia. Razões do descontentamento da população Quando se deu a revolta Quem participou na revolta Regime • Más condições de vida de grande parte da população. • Ultimato da Grã-Bretanha. • O regicídio que levou D. Manuel II a ser declarado rei, sem estar preparado para governar. • 5 de outubro de 1910. • Militares e populares chefiados por Machado Santos. • que acabou: Monarquia • que se iniciou. República
  • 104. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 103 Elege Demite A Constituição de 1911 Pertence: Congresso ou Parlamento formado pelos deputados, eleitos pelos cidadãos eleitores. Poder legislativo Pertence: Presidente da República e ministros. Pertence: Juízes nos tribunais. Poder executivo Poder judicial Medidas republicanas Símbolos nacionais • Hino nacional • Bandeira nacional • Escudo Ensino • Criação dos primeiros jardins-escola • Criação de escolas primárias • Criação das universidades de Lisboa e Porto Trabalho • Um dia de descanso semanal e oito horas de trabalho diário • Seguro obrigatório para doença, velhice a acidentes de trabalho — Direito à greve Combater o analfabetismo Melhorar as condições de vida dos trabalhadores Ficha 14 Páginas 29 e 30 1. 2. a) É o Congresso ou Parlamento. b) É o Congresso ou Parlamento. c) É o presidente da República e os ministros. d) Era o Parlamento, pois, além de fazer as leis, elegia e podia demitir o presidente da República. 3. 4. As primeiras eleições republicanas destinaram-se a eleger os deputa- dos para a Assembleia Constituinte. Esta Assembleia tinha como principal função elaborar uma nova Consti- tuição. Nela constava que: Portugal deixava de ter um rei e passava a ter um presidente da República; o Congresso ou Parlamento, para além de fazer as leis, elegia e podia demitir o presidente da República. O poder executivo, ou seja, a governação do país, competia ao presidente da Repú- blica e ao Governo. O poder do Parlamento fez com que vários governos e presidentes da República se demitissem, ou seja, provocou a instabilidade governativa. A principal preocupação dos governos republicanos foi combater o anal- fabetismo. Assim, criaram mais escolas, quer para as crianças, quer para os adultos. Os governos republicanos foram, também, tomando medidas favoráveis aos trabalhadores, como o direito à greve, um dia de descanso semanal e oito horas de trabalho diário. Ficha 15 Páginas 31 e 32 1. A I Guerra Mundial Quando se deu Uma razão que levou ao conflito O que provocou a entrada de Portugal no conflito Vencedores 1914-1918 Disputa por territórios africanos. A apreensão de navios alemães por Portugal, a pedido da Grã-Bretanha. Grã-Bretanha, França e seus aliados. 2. 3. 1, 3, 2, 6, 5, 8, 7, 4 4. A participação de Portugal na I Guerra Mundial contribuiu para agravar os problemas económicos, sociais e políticos que afetavam o país. A nível económico, verificou-se o aumento dos preços, que não foi acompanhado pela subida dos salários; as receitas do Estado continuaram a ser inferiores às despesas, o que obrigava o país a pedir empréstimos ao estrangeiro. Para pagar esses empréstimos e os respetivos juros, os Governos aumentavam al- guns impostos. A nível social, as greves, as revoltas e os atentados eram fre- quentes. A nível político, as mudanças constantes de Governo e os ataques dos monárquicos provocaram uma instabilidade governativa que tornou ainda mais difícil resolver os problemas do país. Assim, muitos portugueses desejavam um governo forte, que garantisse a paz e a estabilidade do país. Ficha 16 Páginas 33 e 34 2. A I República A Ditadura Militar • Iniciou-se a 5 de outubro de 1910, com uma revolta militar, apoiada por populares, e terminou em 1926. • Os deputados ao Parlamento eram eleitos pelos cidadãos. • O Governo era escolhido pelo presidente da República. • Foi concedido o direito à greve. • As mudanças de Governo eram frequentes. • O valor das despesas do Estado era muito superior ao valor das receitas. • Iniciou-se a 28 de maio de 1926, com o golpe militar chefiado pelo general Gomes da Costa. • O Parlamento foi encerrado. • O Governo era escolhido pelos militares. • Foi proibido o direito à greve. • As mudanças de Governo eram frequentes. • O valor das despesas do Estado era muito superior ao valor das receitas. Conclusão: A instabilidade governativa e os problemas financeiros foram comuns à I República e à Ditadura Militar. Crise da I República Políticas • Mudanças constantes de Governo. Económicas • As despesas do Estado eram superiores às receitas. Sociais • Greves e revoltos • Aumento dos preços que não era acompanhado pelo aumento dos salários. • Assaltos a armazéns de produtos alimentares e padarias. • Grande número de portugueses desejava um Governo forte que trouxesse a paz e a estabilidade governativa ao país.
  • 105. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 104 6. Em 1928, aceitou o cargo de ministro das Finanças. Logo no primeiro ano do seu mandato, conseguiu que o valor das receitas do Estado fosse superior ao valor das despesas, através do aumento das receitas e da re- dução das despesas. Em 1932, foi nomeado presidente do Conselho de Ministros. Em 1933, foi aprovada a Constituição do Estado Novo. A sua longa permanência na chefia do Governo permitiu-lhe ser ele que, na realidade, escolhia o pre- sidente da República e controlar a ação da Assembleia Nacional, gover- nando, assim, em ditadura. 7. A revolta de 28 de maio de 1926, chefiada pelo general Gomes da Costa, pôs fim à I República. Iniciou-se, então, uma Ditadura Militar que durou até 1933. Durante este período, os Governos foram nomeados pe- los militares, foi proibido o direito à greve e a imprensa deixou de poder criticar os governantes. Contudo, os Governos continuaram a mudar fre- quentemente e o valor das despesas do Estado era superior ao valor das receitas. Em 1928, Salazar aceitou o cargo de ministro das Finanças. Através do au- mento dos impostos conseguiu aumentar as receitas e ao reduzir os gas- tos, como, por exemplo, com a educação e a saúde, conseguiu diminuir as despesas. O êxito da sua política financeira contribuiu para que, em 1932, fosse nomeado presidente do Conselho de Ministros. Em 1933, foi aprovada uma nova Constituição, iniciando-se um novo perí- odo que ficou conhecido por Estado Novo. A pouco e pouco, Salazar foi- -se apoderando dos poderes do presidente da República e da Assembleia Nacional, ou Parlamento. Todos o temiam e todos lhe obedeciam. Governou, portanto, em dita- dura. Ficha 17 Páginas 35 e 36 1.1. O autor do documento 1 afirma que Salazar realizou as obras públicas para fazer propaganda. 1.2. Na verdade, os documentos 2 e 3 mostram-nos que Salazar se serviu das obras públicas para fazer propaganda, através dos cartazes que eram afixados, por exemplo, nas salas de aula. 1.3. Os suportes do salazarismo referidos no documento 1 são a Censura e a Polícia Política. 1.4. Os restantes suportes do salazarismo foram a Mocidade Portuguesa, a Propaganda Nacional, a União Nacional e a Legião Portuguesa. 1.5. a) O entrevistado é Salazar. b) Salazar afirma que construiu obras pú- blicas para desenvolver a economia portuguesa. c) António Sérgio critica Salazar porque fez parte da oposição ao salazarismo. Salazar foi chefe do governo da ditadura, logo a sua opinião é contrária à de António Sérgio. d) Resposta livre, contudo o aluno deve reconhecer que as obras públicas contribuíram para o desenvolvimento do país, mas também foram utiliza- das por Salazar para fazer propaganda. 2. Título: A ação de Salazar Saúde Comunicações Eletrificação Ensino Suportes do Salazarismo • Hospitais e materni- dades. • Estradas, pontes, caminhos de ferro, aeroportos e portos. • Barragens. • Escolas e bibliotecas. • Polícia Política, Censura, União Nacional, Propaganda Nacional. Uma conclusão: As obras públicas contribuíram para o desenvolvimento do país, mas também foram utilizadas por Salazar para fazer propaganda ao Estado Novo. Por outro lado, Salazar utilizou a repressão e a propaganda para se manter no poder. Ficha 18 Páginas 37 e 38 1. 2. LIBERDADE 3. UNIÃO NACIONAL 4. EXILADOS 5. CARNEIRO 6. OPOSIÇÃO 7. ÁLVARO 8. TOMÁS 9. DELGADO 10. MUD 11. MULHERES 12. RESULTADOS 13. PIDE 14. HUMBERTO Na vertical deve ler-se: GENERAL SEM MEDO. 2.1 O autor da caricatura refere-se às eleições presidenciais de 1958. 2.2 Candidataram-se Américo Tomás, apoiado pela ditadura, e Humberto Delgado, apoiado pela oposição. 2.3 O autor da caricatura era apoiante de Américo Tomás, pois afirma que o «General Delgado» tinha «peneiras», ou seja, era vaidoso e viu «a vitória por um óculo», isto é, perdeu as eleições. 3. Durante a ditadura, muitos portugueses lutaram pela liberdade. To- dos os que defendiam a democracia formavam a oposição. Os exila- dos não podiam regressar a Portugal para não serem presos. Após a II Guerra Mundial, países como os EUA e a Grã-Bretanha pressionaram Sa- lazar para realizar eleições livres. Ainda em 1945, foram convocadas elei- ções legislativas. A oposição criou o MUD, para concorrer. Contudo, acabou por desistir das eleições por não ter acesso livre aos jor- nais e à rádio, como tinham os candidatos da União Nacional, e por não lhe ser dado tempo suficiente para se organizar. A União Nacional, mais uma vez, elegeu todos os seus candidatos. Em 1958 realizaram-se eleições presidenciais. Candidataram-se Humberto Delgado, com o apoio da oposição, e Américo Tomás, com o apoio dos que defendiam a ditadura. Milhares de portugueses apoiaram Humberto Delgado mas Américo Tomás foi declarado vencedor. Parte dos resulta- dos da votação foi alterada de modo a beneficiar Américo Tomás. Salazar não voltou a permitir que se realizassem eleições presidenciais com voto secreto. Humberto Delgado acabou por ser assassinado pela PIDE. Ficha 19 Páginas 39 e 40 2.1. Da esquerda para a direita, em cima: 1, 5, 8, 4; em baixo: 6, 3, 2, 7. 2.2. «O senhor» que mais mandava no país era Marcelo Caetano. 2.3. «O povo vivia triste e na miséria» porque a Guerra Colonial continuava, não havia liberdade e muitas pessoas tinham más condições de vida. 2.4. No dia 25 de abril de 1974, os militares do MFA revoltaram-se e aca- baram com a ditadura. 2.5. Acabou a Censura e a Polícia Política. Assim, todos passaram a falar livremente e a defender as suas ideias sem correrem o risco de serem pre- sos. 4. 25 de abril de 1974 1974 • Guiné 1975 • Angola • Moçambique • Cabo Verde • São Tomé e Principe Cinco novos países independentes Descolonização
  • 106. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 105 5. Título: O 25 de abril de 1974 Razões do descon- tentamento da população Quem se revoltou/quem apoiou os revoltosos O que se passou no Largo do Carmo, em Lisboa Forma de Governo Primeiras medidas tomadas pelos militares Fim da Guerra Colonial: cinco novos países • A Guerra Colonial. • Dificeis condições de vida. Revoltaram-se • Os militares do MFA. Apoiaram-nos • Os populares. • Salgueiro Maia obrigou Marcelo Caetano, chefe do Governo de ditadura, a render-se. Acabou: • a ditadura. Começou: • a democracia. • Libertação dos presos políticos. • Fim da censura e da polícia política. • Guiné, Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe Uma conclusão: Os militares do MFA acabaram com a ditadura passando os portugueses a viver em democracia. Ficha 20 Páginas 41 e 42 1. 2. 1. Marcelo substitui Salazar na chefia do Governo; 2. 25 de abril de 1974; 3. Libertação dos presos políticos, fim da Censura e da Polícia Política; 4. Fim da Guerra Colonial / Independência das colónias; 5. Eleições para a Assembleia Constituinte; 6. Aprovação da Constituição da República Por- tuguesa. 3. 1. ASSEMBLEIA DA REPUBLICA 2. GOVERNO 3. DEPUTADOS 4. LEIS 5. PRIMEIRO-MINISTRO 6. CINCO 7. EXECUTIVA 8. TRIBUNAIS 9. MINIS- TROS 10. ELEITORES 11. CIDADÃOS 12. LIBERDADE 4.1. a) a Assembleia da República; b) o presidente da República; c) o Go- verno. 4.2. Os que não cumprissem a lei podiam ser presos. 5. As Regiões Autonómas da Madeira e dos Açores Garante a autonomia. A Constituição Faz as leis destinadas apenas à Região Autónoma da Madeira. Assembleia Regional da Madeira Faz as leis destinadas apenas à Região Autónoma dos Açores. Assembleia Regional dos Açores É responsável pela aplicação das leis elaboradas pela Assembleia Regional dos Açores. Governo Regional dos Açores É responsável pela aplicação das leis elaboradas pela Assembleia Regional da Madeira. Governo Regional da Madeira 6. Em 1975, realizaram-se eleições para a Assembleia Constituinte. Os de- putados eleitos elaboraram a Constituição da República Portuguesa, que entrou em vigor a 25 de abril de 1976. Nela são garantidos direitos e liberdades dos cidadãos, como a liberdade de expressão e de formar partidos políticos; o direito à greve e de voto, reconhecido a todos os cidadãos maiores de 18 anos. Em 1976, o general Ramalho Eanes foi eleito presidente da República, nas primeiras eleições presidenciais realizadas após a liberdade. O poder central é o poder exercido em todo o país, pelos órgãos do poder central ou de soberania que são a Assembleia da República, o Governo, o presidente da República e os Tribunais. O Presidente da República e a Assembleia da República são eleitos diretamente pelos cidadãos eleito- res. Os Tribunais são um órgão de soberania não eleito. Os arquipélagos da Madeira e dos Açores são Regiões Autónomas. Ficha 21 Páginas 43 e 44 1. 2. Governo: Construção de uma autoestrada; Construção de um hospital; Câmara Municipal: Construção de esgotos; Construção de uma escola pri- mária; Junta de Freguesia: Conservação das árvores existentes nas ruas; Desratização de uma rua. 3. Para além da organização do poder central e das Regiões Autónomas, a Constituição da República Portuguesa estabelece também a organização do poder local. Os órgãos do poder local são, nos concelhos, ou municípios, a Assembleia Municipal e a Assembleia da República, e, nas freguesias, a Assembleia de Freguesia e a Junta de Freguesia. A Câmara Municipal é responsável por cumprir o que for aprovado na Assembleia de Freguesia e a Junta de Freguesia é responsável por cumprir o que for aprovado na Assembleia de Freguesia. A Câmara Municipal e a Assembleia Municipal são eleitas pelos cidadãos eleitores do país e a Assembleia de Freguesia é eleita pelos cidadãos eleitores do Concelho. Art.o 26.o : Fim da perseguição e prisão por razões políticas. Art.o 45.o : Realização de comícios e manifestações. Art.o 37.o : Falar e escrever livremente. Art.o 48.o : Participação de todos os cidadãos nos atos eleitorais. • Assembleia Municipal • Discute e aprova propostas para resolver problemas do Concelho. • Câmara Municipal • Põe em prática o que for aprovado na Assembleia Municipal. • Aprova projetos para habitação. Elegem Cidadãos eleitores do Concelho ou Município • Assembleia de Freguesia • Discute e aprova propostas para resolver problemas de Freguesia. • Junta de Freguesia • Executa as propostas aprovadas pela Assembleia de Freguesia. • Manutenção de jardins, cemitérios... Cidadãos eleitores da Freguesia Elegem
  • 107. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 106 As Câmaras Municipais são responsáveis, por exemplo, pela construção e conservação das escolas primárias, pela rede de abastecimento de água e rede de esgotos. As Juntas de Freguesia são responsáveis, por exemplo, pela limpeza das ruas e dos jardins. Todos nós devemos colaborar com os órgãos do Poder Local para termos uma vida melhor e mais saudável. Ficha 22 Páginas 45 e 46 1. V, V, V, F, F, F, 2. BUDAPESTE ; BERLIM ; LISBOA ; BRATISLAVA ; ATENAS ; MADRID ; VIENA ; PRAGA ; PARIS ; VARSÓVIA ; VILNIUS ; RIGA ; ROMA ; LONDRES ; ESTOCOLMO ; AMESTERDÃO ; BRUXELAS 3. Bulgária; Chipre; Dinamarca; Estónia; Finlândia; Irlanda; Luxemburgo; Roménia; Eslovénia; Malta; Croácia. 4. Resolver pacificamente os conflitos internacionais para manter a paz no mundo. Desenvolver a cooperação internacional a nível económico, social, cultural e humanitário. Promover o respeito pelos Direitos Humanos em todo o mundo. 5.1. A CPLP, Comunidade de Países da Língua Portuguesa, fundada em 1996, é constituída por países que foram colónias portuguesas. 6. Portugal faz parte de várias organizações internacionais, como a NATO, criada em 1949, a União Europeia desde 1986; a ONU, desde 1955; e a CPLP, desde 1996. Atualmente, fazem parte da UE vinte e oito países. A adoção de uma moeda única facilita as trocas de bens e de capitais entre os dezanove países onde é utilizada. A ONU tem como missão promover a paz, a cooperação internacional e o respeito pelos Direitos Humanos. A CPLP promove a cooperação entre os países lusófonas e a divulgação da língua portuguesa no mundo. Ficha 23 Páginas 47 e 48 1. 3, 4, 2, 5, 6, 1, 7 3. A emigração portuguesa Três principais destinos na atualidade Razões Consequência da emigração para a população absoluta • Angola • França • Suiça • Falta de emprego. • Procura de melhores condições de vida. • A emigração fez diminuir a população absoluta. 4. A imigração em Portugal Três principais países de origem dos imigrantes Porque vêm os imigrantes para Portugal Influência dos imigrantes na população absoluta • Brasil • Ucrânia • Cabo Verde • À procura de emprego de melhores condições de vida • Os imigrantes contribuíram para aumentar a população absoluta. 5.2. a) diminuir: é o grupo dos jovens. b) aumentar: é o grupo dos idosos. 6.1. Sintra: 1138 hab/km2 ; Estremoz: 30,5 hab/km2 . 6.2. 1. Estremoz; 2. Sintra 6.3. Em Portugal a densidade populacional é maior no Litoral pois é lá que se localizam as áreas atrativas. 7. O maior crescimento da população absoluta portuguesa registou-se en- tre 1920 e 1960, devido à acentuada descida da taxa de mortalidade. Na década de 1960 a forte emigração fez diminuir a população absoluta portuguesa. Atualmente, a população, em Portugal, aumenta muito pouco, pois a taxa de natalidade mantém-se baixa. Na atualidade, a emigração portuguesa tem como principal destino Angola. Muitos portugueses continuam a emigrar, mas Portugal recebe cada vez mais imigrantes. O principal país de origem dos imigrantes é o Brasil. Em Portugal, as áreas de maior densidade populacional localizam-se no Litoral. Ficha 24 Páginas 49 e 50 1. Os centros urbanos Duas maiores cidades portuguesas e suas localizações Três cidades capitais de distrito, mais pequenas e suas localizações Onde há maior concentração urbana Atividades a que se dedica a população Três vanta- gens para a população Três desvantagens para a população • Cidades Lisboa Porto • Localizações no Litoral • Cidades Beja Portalegre Guarda • Localizações no Interior • No Litoral • Indústria • Comércio • Maior oferta de bens de consumo equipamentos coletivos em maior número, habitações melhor equipadas • Insegurança • Poluição • Falta de espaços verdes 2. 3. 4. EU, ER, EU, EU 1. O povoamento urbano apresenta maior densidade populacional do que o rural. Este pode ser disperso ou agrupado. No espaço rural, a vida quotidiana está ligada à natureza, o que se reflete Povoamento Urbano • Elevada densi- dade populacional Rural concentrado • Casas agrupadas em aldeias ou vilas • Fraca densidade populacional Rural disperso • Casas espalhadas pelos campos • Fraca densidade populacional Características da habitação: casas baixas com 1 só piso, pintadas de branco. Região a que pertence: Alentejo. Características da habitação: Construída com xisto, tem 2 pisos. Região a que pertence: Norte de Postugal Continental. 1 Características da habitação: costrução de granito, tem dois pisos. Região a que pertence: Norte de Portugal Continental. 2 3 Características da habitação: um só piso pintadas de branco e com açoteias. Região a que pertence: Algarve. 4
  • 108. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 107 nos materiais de construção das habitações. Os centros urbanos estão em expansão, pois aí a população encontra mais facilmente emprego e os ser- viços de que necessita. Ficha 25 Páginas 51 e 52 1. 2. 1. ANANÁS; 2. PENICHE; 3. CENTEIO; 4. ALENTEJO 1. GASES; 2. PETRÓLEO; 3. GEOTÉRMICA; 4. LITORAL 1. SAÚDE; 2. EXTERNO; 3. CATALOGO; 4. UNIÃO EUROPEIA 3.1. Na figura estão representadas a distância-tempo e a distância-custo entre Lisboa e o Porto. 4.1. Televisão; Rádio; Telefone; Internet 5. O desenvolvimento dos transportes (marítimo, ferroviário, redoviário e aéreo), e das telecomunicações (internet, telefone, etc.) reduziu as distân- cias e aumentou o intercâmbio entre áreas distantes. Portugal está, assim, mais perto da Europa e do mundo. Ficha 1A Páginas 53 e 54 1.1. Constituição do Império português no século XVIII Ásia • Goa • Macau • Damão • Timor • Diu África • Litoral de Angola • São Tomé e Príncipe • Litoral de Moçambique • Guiné • Cabo Verde América • Brasil 2.1. Chamavam-se bandeirantes porque levavam uma bandeira para que as pessoas que os acompanhavam os vissem bem e não tivessem dificul- dade em segui-los. 2.2. Estas pessoas procuravam o que está referido no documento 5 pois eles iam à procura de ouro e este documento refere-se às remessas de ouro brasileiro chegadas a Portugal. 3. Ouro e diamantes • • Agricultura Açúcar • • Extração mineira 3.1. O produto que trouxe mais lucros ao rei foi o ouro porque, para alem de ser um metal muito valioso, o rei recebia como imposto o «quinto», ou seja, a quinta parte do metal extraído. 4.2. Essas pessoas partiam para o Brasil. 4.3. Essas pessoas procuravam encontrar ouro. 5.1. No documento 2. estão representados escravos a ser transportados num navio negreiro, 5.2. Essas pessoas estão a ser levadas para o Brasil. 5.3. Vão para outro lugar porque vão trabalhar nas minas de ouro e dia- mantes e na produção de açúcar. 5.4. Estas pessoas foram obrigadas a partir, pois foram aprisionadas e vendidas como escravos. 5.5. Não estão a ser bem tratados, pois estão num espaço reduzido, des- pidos e alguns acorrentados. 6. Apesar de Portugal ter perdido vários territórios do seu império, con- tinuou, no entanto, a manter colónias na Ásia, em África, e na América. Neste continente, no Brasil, os portugueses plantaram cana de açúcar e descobriram minas de ouro e diamantes, o que trouxe muitos lucros ao rei. Foi, principalmente, esta descoberta que provocou grandes movimen- tações da população: de Portugal, partiram milhares de colonos à procura de uma vida melhor e missionários para espalhar o Cristianismo; de África, milhares de escravos para trabalhar nas plantações de açúcar e nas minas de ouro. Estes eram transportados em muito más condições e forçados a trabalhos muito violentos. Ficha 2A Páginas 55 e 56 1.1. a) Com os lucros do comércio do Brasil, D. João V tornou-se um rei muito poderoso; b) Durante o seu reinado D. João V não convocou as Cor- tes; c) O poder legislativo consiste em fazer as leis; d) O poder executivo consiste em mandar executar as leis; e) O poder judicial é o poder de jul- gar quem não cumpre as leis; f) D. João V concentrou em si todos os po- deres, por isso foi um rei absoluto. 2.1. a) Mobiliário – O paço real era mobilado luxuosamente e decorado com painéis de azulejo, tapeçarias e tapetes. b) Alimentação – Eram feitos grandes banquetes nos quais eram servidos sete a oito pratos, nos mais simples, a sessenta, nos mais importantes. As novidades da época eram o café e o chocolate, bem como o rapé (tabaco moído), que se inalava suavemente no final da refeição. c) Divertimentos – Na Corte, para além de banquetes e de bailes, onde se dançava o minuete ou a pavana, também se jogava às cartas, às damas e aos dados, assistia-se a sessões de poesia e de música, e a representações teatrais, muitas vezes feitas por artistas estrangeiros, que D. João V contra- tava. Os espetáculos públicos, como as touradas, no Terreiro do Paço, e a ida à ópera eram também muito do agrado do rei. 2.2. D. João V pode ter uma Corte tão luxuosa graças às riquezas vindas do Brasil. 3.1. Doc. 2: Grupo social – Nobreza Vestuário - Usava trajes muito ricos e enfeitados com ouro e diamantes, vindos do Brasil. Damas e cavalheiros usavam cabeleiras postiças, a cara empoada de branco e enfeitada com sinais postiços de cetim preto. Divertimentos – Imitava a Corte fazendo festas e grandes banquetes, onde se exibiam riquíssimos serviços de prata ou de louça da melhor qualidade. Doc. 3: Grupo social – Clero Atividades – Tinha a seu cargo o serviço religioso (missas, funerais, bati- zados...), continuava a ser o principal responsável pelo ensino e prestava assistência aos pobres, orfãos e doentes. Tinha também a seu cargo o Tri- bunal da Inquisição, o que lhe dava muito poder. Este tribunal, tinha como objetivo defender a fé católica, perseguindo, entre outros, todos os que a criticavam ou eram acusados de seguir outras religiões. Doc. 4: Grupo social – Povo Atividades – Nas cidades, as pessoas mais pobres eram, por exemplo, tra- balhadores domésticos, vendedores ambulantes ou carregadores. Divertimentos – Os seus principais divertimentos eram os espetáculos de fantoches e saltimbancos, as touradas, as procissões e as romarias. Doc. 5: Grupo social – Burguesia Actividades – Eram comerciantes e artesãos. Divertimentos – Embora não se misturassem com os nobres, tentavam imi- tar o seu modo de viver. Conviviam em clubes e cafés. 4.1. 1. BIBLIOTECA 2.AZULEJO 3. MÁRMORE 4. MAFRA 5. OURO 6. CUR- VAS 7. AQUEDUTO Exemplos de atividades • Agricultura • Pecuária • Pesca • Silvicultura Exemplos de atividades • Comércio • Saúde • Educação • Transportes e comunicações Exemplos de atividades • Construção civil e obras públicas • Indústria • Produção de energia Setor Primário (atividades de exploração dos recursos materiais) Setor Secundário (atividades que transformam as matérias-primas) Setor Terciário (atividades que representam serviços de população)
  • 109. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 108 4.2. As características são o uso de linhas curvas, o revestimento a talha dourada, azulejo e mármore. 5. D. João V governou como rei absoluto, pois nunca convocou as Cortes e concentrou em si os poderes legislativo (fazer as leis), executivo (man- dar executá-las) e judicial (julgar quem não cumpre as leis). Vivia numa Corte muito luxuosa e dava grandes festas e banquetes. Os nobres imi- tavam a vida da Corte, vestindo-se de uma forma muito luxuosa e tendo divertimentos semelhantes aos do rei. O clero, para além de outras ativida- des, era responsável pelo Tribunal da Inquisição que julgava todos os que fossem considerados perigosos para a Igreja Católica e para o rei. Da burguesia faziam parte os artesãos e os pequenos e grandes comer- ciantes. O povo continuava a viver com grandes dificuldades. Ficha 3A Páginas 57 e 58 1.1. a) Neste dia aconteceu um terramoto, seguido de um maremoto; b) O rei era D. José I 2.1. 1. LARGAS 2. IGUAIS 3. ESGOTOS 4. POMBAL 5. COMERCIO 2.2. A expressão refere-se à Baixa Pombalina, ou seja, à parte de Lisboa que foi mandada reconstruir pelo marquês de Pombal depois do terramoto e do maremoto. 3.1. A situação era má pois vivia-se uma crise económica muito grave, visto que chegava menos ouro do Brasil e a agricultura e a indústria produ- ziam pouco, Portugal importava quase tudo ao estrangeiro e grande parte do comércio dos produtos do Império Português era controlado por mer- cadores estrangeiros, especialmente ingleses. 4.1. Perseguiu a nobreza e apoiou a burguesia. – 3; Criou novas escolas. – 1; Apoiou as fábricas já existentes e mandou criar novas. – 4; Os co- merciantes portugueses foram beneficiados. – 2; Expulsou os Jesuítas. – 3; Reformou a Universidade de Coimbra. – 1. 5. Descoberta de ouro no Brasil.; D. João V torna-se rei de Portugal.; Cons- trução do palácio e convento de Mafra.; D. José I torna-se rei de Portugal.; O futuro marquês de Pombal é nomeado ministro; Terramoto de 1755. 6. Ficha 4A Páginas 59 e 60 1.1. 2.1. O Bloqueio Continental foi a ordem dada por Napoleão aos países europeus para fecharem os seus portos aos navios ingleses. 2.2. A Grã-Bretanha. 2.3. Portugal hesitou em obedecer às ordens de Napoleão, não só porque existia uma velha aliança entre Portugal e a Grã-Bretanha, mas também porque o encerramento dos portos portugueses aos navios ingleses preju- dicaria a economia portuguesa, visto que o comércio externo português se fazia principalmente com aquele país. 2.4. Napoleão mandou invadir Portugal. 3.2. a) Junot foi o comandante da 1. a invasão francesa; b) Junot veio inva- dir Portugal a mando de Napoleão; c) A família real refugiou-se no Brasil. 3.3. 1807-1808. 3.4. A população não lhe ofereceu resistência; uns porque tinham medo e queriam evitar a guerra com França; outros porque acreditavam que Junot lhes trazia justiça e progresso. 3.5. Junot não cumpriu as promessas feitas e, pelo contrario, lançou no- vos impostos, retirou os bens aos que tinham ido para o Brasil e mandou os seus soldados roubar objetos de prata e ouro nas igrejas e palácios de Portugal. 3.6. Os ingleses. 4.1. Doc. 2 General Soult Comandou a 2.a invasão francesa. Entrou em Portugal em 1809. Ocupou a cidade do Porto. Derrotado, retirou-se para Espanha. Doc. 3 General Massena Comandou a 3. a invasão francesa. Entrou em Portugal em 1810 Foi derrotado na batalha do Buçaco. Foi derrotado nas Linhas de Torres Vedras 5. Alguns reis absolutos, sentindo o seu poder ameaçado com a revolu- ção francesa, uniram-se e lutaram contra a França. Foram derrotados pelo general Napoleão Bonaparte. Só a Inglaterra continuou a oferecer resis- tência. Para prejudicar o seu comércio, Napoleão impôs o Bloqueio Con- tinental. Portugal, por ter demorado a aderir a esta imposição, sofreu três invasões. Para garantir a independência do reino, D. João VI retirou-se para o Brasil. Portugal recebeu ajuda militar da Inglaterra. Derrotados, os Fran- ceses acabaram por desistir frente às Linhas de Torres Vedras construídas à volta de Lisboa. Recons- trução da cidade de Lisboa • Reformou a univer- sidade de Coimbra • Criou escolas primárias • Criou companhias de comercio • Criou novas indústrias e apoiou as já existentes • Expulsou os Jesuítas • Perseguiu a nobreza Ruas largas Casas da mesma altura Passeios calcetados Rede de esgotos Económicas Ensino Medidas tomadas pelo marquês de Pombal Depois do terramoto Sociais e políticas Uma revolução Pretendiam Fizeram Revoltosos (Burguesia e povo ) Liberdade Separação de poderes Igualdade
  • 110. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 109 Ficha 5A Páginas 61 e 62 1.1. V As invasões francesas deixaram Portugal destruído e saqueado; F Depois da saída dos Franceses ficaram os Ingleses a governar Portu- gal; F A família real continuava no Brasil; F Os comerciantes portugueses ficaram prejudicados com a abertura dos portos brasileiros ao comércio estrangeiro. 2.1. 1817 – Tentativa descoberta de expulsar os Ingleses de Portugal. As- sassinato do general Gomes Freire de Andrade e de outros conspiradores. 1818 – Criação do Sinédrio, organização secreta que preparou a Revolu- ção de 1820. Agosto de 1820 – Revolta militar, no Porto, contra a Monarquia absoluta e a presença dos Ingleses em Portugal. Outubro de 1820 – Os revolucionários do Porto e de Lisboa unem-se – triunfo da Revolução Liberal. 3.1. 1. ELEIÇOES 2. JOAO 3. CONSTITUINTES 4. DEPUTADOS 5. LEGISLA- TIVO 6. JUDICIAL 7. EXECUTIVO 8. ABSOLUTA 9. LIBERAL 10. CONSTI- TUIÇÃO 11.IGUAIS 12. VOTO 4. 4.1. Posso, então, concluir que numa Monarquia absoluta os poderes estão concentrados no rei e numa Monarquia liberal os poderes estão separados. 5. A abertura dos portos do Brasil ao comércio com outros países, a con- tinuação de D. João VI no Brasil, a destruição provocada pelas invasões francesas e o governo de Portugal pelos ingleses provocaram o desconten- tamento dos portugueses. Em 1820, os militares revoltaram-se e puseram fim à Monarquia absoluta. As Cortes Constituintes elaboraram a Constituição de 1822. Os poderes passaram, então, a estar separados: o poder legislativo pertencia aos de- putados, nas Cortes; o poder executivo pertencia ao rei e seus ministros; o poder judicial pertencia aos juízes, nos tribunais. Ficha 6A Páginas 63 e 64 1.1. a) D. João VI desenvolveu o Brasil, mandando construir estradas, esco- las, hospitais, teatros e bibliotecas. b) O Rio de Janeiro tornou-se a sede do Governo. c) A burguesia brasileira aumentou os seus lucros ao come çar a fazer comércio com outros países. d) As Cortes Constituintes exigiram que o Brasil voltasse à sua antiga situação de colónia. e) D. Pedro declarou a independência do Brasil, em 1822. 2.1. Doc. 1 – D. João VI Pai de D. Pedro e de D. Miguel e casado com D. Carlota Joaquina. Doc. 2 – D. Carlota Joaquina Mãe de D. Pedro e D. Miguel. Casada com o rei D. João VI. Doc. 3 – D. Pedro Rei de Portugal e imperador do Brasil. Doc. 4 – D. M. Glória Filha de D. Pedro, foi prometida em casamento a seu tio, D. Miguel. Doc. 5 – D. Miguel Era o segundo filho de D. João VI e revoltou-se contra seu pai. 3.1. Defensor da Monarquia liberal – D. Pedro IV. Apoiado pelo clero, pela nobreza e por alguns populares – D. Miguel. Defensor da Monarquia absoluta – D. Miguel. Fez-se aclamar rei e dissolveu as Cortes. – D. Miguel. Os seus apoiantes foram perseguidos. – D. Pedro IV. 4.1 1. Miguel 2. Absolutistas 3. Almoster 4. Porto 5. Evoramonte 6. Libe- rais 5. Em 1822, D. Pedro declarou a independência do Brasil. Em Portugal, D. Miguel, com o apoio do clero, da nobreza e de alguns comerciantes descontentes com a perda do Brasil, tentou pôr fim à Monarquia liberal. Dissolveu as Cortes e fez-se aclamar rei absoluto, passando a perseguir os liberais. D. Pedro regressou, então, a Portugal. Nos Açores, organizou as tropas liberais e daí saiu para ocupar a cidade do Porto. Iniciou-se, então, uma Guerra Civil que opôs os absolutistas aos liberais. Em 1834, D. Miguel, derrotado, assinou a Convenção de Evoramonte e partiu para o exílio. Ficha 7A Páginas 65 e 66 1.1. a) Em meados do século XIX, a maioria dos portugueses trabalhava na agricultura. b) Como grande parte das terras não era cultivada e os conhecimentos e os instrumentos eram reduzidos e antiquados, a produção era pouca c) Em relação ao estrangeiro, Portugal comprava mais produtos do que vendia. 2.1. A utilização dos adubos e a rotação de culturas. A máquina usada na agricultura. 2.2 Medidas tomadas pelos governos liberais para desenvolver a agricultura Aumento das áreas de cultivo Novas técnicas / instrumentos Culturas • Foi vendida parte das terras pertencentes aos nobres e aos mosteiros. • Acabou-se com o direito de morgadio. • Muitos baldios passaram a ser cultivados. • Passou a fazer-se a alternância de culturas. • Utilização de máquinas agrícolas. • Introdução dos adubos químicos. • Batata • Arroz • Milho • Vinha Conclusão: A produção aumentou e tornou-se mais variada. Poderes Pertencem Monarquia absoluta Judicial Legislativo Executivo Rei Poderes Pertencem Monarquia liberal Judicial Legislativo Executivo Rei e ministros Deputados Juízes
  • 111. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 110 3. Em meados do século XIX, grande parte da população trabalhava na agricultura, embora muitas terras não fossem cultivadas. Como a produ- ção era fraca, Portugal tinha de importar muitos produtos de outros países, gastando muito dinheiro, em grande parte pedido ao estrangeiro. Os governos liberais da segunda metade do século XIX tomaram várias medidas para melhorar e aumentar a produção agrícola. Parte das proprie- dades da nobreza e do clero foram vendidas; acabou o direito de morga- dio; foram cultivados alguns baldios e diminuiu-se o sistema de pousio. Fertilizaram-se os terrenos com adubos e desenvolveram-se culturas como a batata e o arroz. A mecanização da agricultura foi, também, muito im- portante. Todas estas medidas permitiram aumentar a produção. Ficha 8A Páginas 67 e 68 1.1 Doc. 1 – Produção artesanal. Doc. 2 – Produção mecanizada O trabalho é realizado em casa ou em pequenas oficinas O trabalho é realizado em fábricas Os trabalhadores participam em todas as fases da produção Os trabalhadores são especializados Poucos trabalhadores Muitos trabalhadores A produção é pequena e demorada. A produção é elevada e feita em menos tempo Os produtos são todos diferentes Os produtos são todos iguais O preço dos produtos é mais caro. O preço dos produtos é mais baixo 1.2 Esta localização devia-se ao facto de aquelas zonas serem muito populo- sas (forneciam não só mão de obra barata, mas também um maior número de consumidores) e disporem de portos marítimos, que permitiam o abas- tecimento mais fácil de matérias-primas e o escoamento mais rápido dos produtos fabricados. 2.1 A encontrar na sopa de letras : túneis, estradas, faróis, comboio, ma- laposta, barco, telefone, correio. 2.2 Melhoramento dos transportes e comunicações Vias Construções Transportes Outros meios de comunicação • Ferroviária • Rodoviária • Marítima • Pontes e Túneis • Estradas • Portos e Faróis • Comboio • Malaposta e automóvel • Barco • Telefone • Correio 3.1 Por exemplo: Ensino Primário – Aumento do número de escolas; Ensino liceal – Criação de mais liceus; Ensino Universitário – Criação de novas es- colas ligadas à Marinha, às Artes, às Técnicas e ao Teatro. 3.2 Diminuiu um pouco, pois em 1878, cerca de 82% da população era analfabeta e em 1900 era cerca de 78%. 4.1 A abolição da pena de morte para crimes civis e políticos e da escrava- tura em todos os territórios portugueses. 4.2 Resposta livre. 5. Até ao século XIX predominou, em Portugal, a produção artesanal. Com a introdução da máquina a vapor na indústria tudo se alterou. Muitas ofi- cinas foram substituídas por fábricas onde se produzia muitos produtos em pouco tempo. As principais indústrias concentravam-se nas zonas de Lisboa e do Porto. Na segunda metade do século XIX, os governos iniciaram uma política de desenvolvimento dos transportes e comunicações, sendo um dos princi- pais responsáveis o ministro Fontes Pereira de Melo. Construíram-se vias de comunicação como estradas, pontes e caminhos de ferro. Surgiram no- vos meios de transporte como o barco a vapor, o comboio e o automóvel. As informações começaram a circular mais depressa graças ao telefone e ao correio. Os governos liberais também tomaram medidas para desenvolver o ensino, por exemplo, com a construção de mais escolas e para defender os Direitos Humanos, por exemplo, com o fim da pena de morte. Ficha 9A Páginas 69 e 70 1.1 Numeramento • Contagem rigorosa da população Recenseamento • Contagem pouco rigorosa da população. 1.2 Crescimento da população Até ao século XIX A partir de meados do século XIX • Guerras e fomes • Não houve guerras em Portugal • Melhores condições de higiene nas cidades • Melhor alimentação • Desenvolvimento da medicina 2.1 Êxodo rural • Pessoas que abandonam o seu país e vão viver para outro à procura de uma vida melhor. Emigração • Pessoas que abandonam os campos e vão viver para as cidades à procura de uma vida melhor. 3.1 O grupo social foi a burguesia, pois para além de ter aumentado o seu poder económico, passou também a ter poder político, ocupando cargos importantes no Governo. 4.1 As principais actividades das pessoas que viviam nos campos eram a agricultura e a criação de gado. 4.2 Estas pessoas tinham uma vida difícil pois trabalhavam muito, em ter- ras que não lhes pertenciam e a produção era pouca. 4.3 abundante; doces; carne de vaca 4.4 Doc. 1 – A taberna era o local de encontro dos homens Doc.2 – O rio, onde as mulheres lavavam a roupa, era um local de convívio. Doc. 3 – O povo divertia-se com jogos típicos da sua região. Doc. 4 – O almocreve fazia a ligação entre as diversas regiões levando produtos e notícias. Doc. 5 – Durante as festas do santo padroeiro de cada povoação faziam-se procissões. 5. A vida no campo no século XIX Atividades Habitação Alimentação Vestuário Divertimentos Condições de vida • Agricultura • Criação de gado • Variava conforme os mate-riais existentes na região • Sopa • Pão • Arroz • Batata • Sardinhas • Simples • Variava conforme a região e os trabalhos • Relacionados com as festas religiosas e com os trabalhos agrícolas • Jogos típicos • Bailes • Procissões • más • êxodo rural • emigração
  • 112. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 111 Ficha 10A Páginas 71 e 72 1.1 1. CRESCEU. 2. LISBO,A. 3. MÉDICO. 4. BURGUESIA 5. VENDEDORES. 6. OPERÁRIOS 2.1 Das pessoas mais ricas o bife, o puré, o souflé, a omolete e o pudim. 2.2 Doc. 1 – Os grandes jardins, como o Passeio Público, em Lisboa e o jardim de S. Lázaro, no Porto, eram locais onde se convivia e se passeava. Doc. 2 – O povo das cidades gostava de fazer passeios ao campo. Doc. 3 – Os homens e as mulheres gostavam de praticar desporto ao ar livre. Doc. 4 – Os burgueses e os nobres encontravam-se em festas, bailes, cafés e jantares. Doc. 5 – No século XIX surgiu o gosto pela praia e pelas termas. 3.1 Por exemplo: «O vestuário das pessoas mais ricas era luxuoso e foi va- riando conforme a moda que vinha da França ou da Grã-Bretanha. O vestuário das pessoas mais pobres adaptava-se aos trabalhos que de- sempenhavam.» 4. Na 2.a metade do século XIX, Lisboa e Porto eram as maiores cidades portuguesas. Para estas cidades dirigiam-se muitas pessoas para traba- lharem principalmente nas fábricas. Também lá viviam muitos burgueses como comerciantes, industriais e médicos. Os vendedores ambulantes abasteciam a cidade dos mais variados produtos. A burguesia e a nobreza faziam uma alimentação variada e conviviam em espetáculos, cafés e fes- tas. Vestiam-se de acordo com a moda francesa ou inglesa. O povo fazia uma alimentação mais simples e tinha divertimentos semelhantes aos das pessoas do campo. O seu vestuário era adaptado ao trabalho que fazia. Ficha 11A Páginas 73 e 74 1.1 1 – ILUMINAÇÃO 2 – LIXO 3 – ELETRICIDADE 4 – ESGOTOS 5 – PORTO 6 – AMERICANO 7 – CANALIZADA 8 – CALCETADOS 9 – CARRIS 10 – CHORA 11 – DOENÇAS 2. Água canalizada Menos assaltos, mais segurança Iluminação das ruas Deslocações mais fáceis Transportes colectivos Mais higiene, menos doenças 3.1 Doc. 1 – Bairro operário onde viviam as pessoas mais pobres Doc. 2 – Casa luxuosa que pertencia às pessoas mais ricas. 4.1 Só trabalhavam os homens; Tinham proteção na doença. 4.2 Por exemplo: «Homens, mulheres e crianças trabalhavam nas fábricas com horários de trabalho muito longos e recebiam baixos salários. Não tinham qualquer espécie de proteção na doença ou de assistência contra acidentes. A pouco e pouco, os operários começaram a unir-se e a fazer as primeiras greves para lutarem por melhores condições de trabalho.» 5. Primeiro parágrafo – O carvão, a principal fonte de energia Segundo parágrafo – A extração mineira Terceiro parágrafo – As novas povoações Quarto parágrafo – A poluição 6. Na 2.a metade do século XIX as cidades modernizaram-se. A água passou, em grande parte, a ser canalizada, as ruas passaram a ter iluminação e a ser calcetadas. Apareceram, também, os primeiros transportes colectivos, como o chora, o americano e o carro elétrico este no Porto. As pessoas mais ricas viviam em luxuosas residências, a classe média em andares e os pobres em bairros miseráveis, chamados ilhas no Porto e pá- tios em Lisboa, sem esgotos nem higiene. Muitos donos de fábricas man- daram construir bairros próprios para os trabalhadores, conhecidos como as vilas operárias Com o desenvolvimento da indústria, surgiu um novo grupo social – o pro- letariado. Os operários tinham horários muito longos e salários muito bai- xos; surgiram, então, as primeiras greves. As máquinas funcionavam com a utilização de uma nova energia – o vapor. Para aquecer as caldeiras das máquinas utilizava-se o carvão, que era extraído das minas. A exploração das minas. Deu, por vezes, lugar ao aparecimento de novas povoações. Ficha 12A Páginas 75 e 76 1.1 Cerâmica – D Utilização do ferro e do vidro – A José Malhoa e Silva Porto – B Pintura – B Escultura – C Paisagens, retratos e cenas da vida quotidiana – B Arquitetura – A Rafael Bordalo Pinheiro – D Soares dos Reis – C Zé Povinho – D Construção de estações de caminho de ferro, pontes, fábricas e teatros – A 1.2. O ferro permitia construir grandes espaços e o vidro permitia a entra- da de luz natural. 1.3 A nobreza. 2. 1. SECULO 2. HERCU LANO 3. JULIO 4. NOTICIAS 5. QUEIROS 6. TEATROS 7. BURGUESIA 3. A necessidade de construir grandes espaços levou à utilização de novos materiais como o ferro e o vidro. Na pintura, artistas como José Malhoa e Columbano Bordalo Pinheiro pintaram cenas da vida quotidiana, retratos e paisagens. Na escultura, salientou-se Soares dos Reis e na cerâmica, distinguiu-se Ra- fael Bordalo Pinheiro que criou a figura do Zé Povinho. O maior interesse pela cultura e pela leitura, principalmente de pessoas das cidades, provocou o aparecimento de muitos jornais, escritores, teatros e salas de espectáculos. No romance, destacaram-se autores como Júlio Dinis, Eça de Queirós e Almeida Garrett. Ficha 13A Páginas 77 e 78 1.1. O Partido Republicano Quando foi criado O que propunha fazer em relação ao tipo de Governo Outras propostas • 1876 • Substituir a Monarquia pela República. O país deixaria de ser governado por um rei, que her- dava o poder, e passaria a ter um presidente, eleito por um tempo determinado. • Modernizar Portugal e melhorar as condições de vida dos mais pobres. 2.1. a) A Grã-Bretanha, a França e a Alemanha pretendiam ocupar terri- tórios em África para se apoderarem de riquezas, como cobre, diaman- tes, ouro, marfim. b) Em 1884-85, realizou-se a Conferência de Berlim, tendo ficado decidido que os territórios eram de quem os ocupasse efe- tivamente, não importando quem os tivesse descoberto. c) Esta decisão prejudicou Portugal que procurou ocupar alguns territórios entre Angola e Moçambique. O governo português apresentou o Mapa cor-de-rosa, onde assinalava os territórios a que se achava com direito. d) A Grã-Bretanha, que também pretendia alguns desses territórios, enviou um ultimato ao governo português. Portugal acabou por ceder.
  • 113. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 112 2.3. O senhor que está em primeiro plano, com a arma, representa a Grã-Bretanha, pois está a disparar o ultimato. O senhor velhote que está à frente, representa Portugal porque está a receber o ultimato. Quem, está por trás de Portugal é o rei, que se agarra à coroa com medo de a perder. 3.1. O 31 de janeiro de 1891 O que aconteceu neste dia Principal razão do descontentamento de muitos portugueses Duas outras acusações feitas à Monarquia Como terminou • Aconteceu uma revolta contra a Mo- narquia, feita pelos repu- blicanos, no Porto • O rei ter cedido ao ultimato da Grã-Bretanha. • A elevada dívida do país ao estrangeiro e a grande miséria em que viviam os mais pobres. • As tropas fiéis à Monarquia derrotaram os revoltosos. 3.3. O nome dado ao acontecimento referido é regícidio. 3.4. a) a cidade onde se deu este acontecimento – Lisboa; b) o rei que foi morto – D. Carlos. c) o rei que lhe sucedeu. – D. Manuel II. 4.1. 1. OUTUBRO; 2. POPULARES; 3. VITORIOSA; 4. ROTUNDA; 5. MA- NUEL; 6. SECULOS; 7. INGLATERRA; 8. MONARQUIA 5. No final do século XIX, Portugal enfrentou vários problemas que o rei e os seus governos tiveram dificuldade em resolver. Um desses problemas foi a questão do Mapa cor-de-rosa. Quando Portugal recebeu um ultimato da Grã-Bretanha exigindo a reti- rada dos Portugueses dos territórios entre Angola e Moçambique, o rei e o seu governo cederam. O descontentamento em relação à Monarquia foi aproveitado pelo Partido Republicano que organizou uma revolta no Porto, em 1891. Nesta revolta participaram, também, militares e populares. Em 1908, deu-se o regicídio, tendo morrido também o herdeiro do trono D. Luís Filipe. D. Manuel II foi aclamado rei de Portugal. Ficha 14A Páginas 79 e 80 1.1. a) os novos símbolos de Portugal – A nova bandeira e o hino nacional.; b) o outro novo símbolo que não se encontra no documento – A nova moeda, o escudo, que substituiu o real. 2.1. Monarquia República Chefe do Estado Rei Presidente Duração do cargo Até morrer Eleições Forma de acesso Hereditário Pelo tempo determi- nado na Constituição 2.2. Poderes Órgãos de poder Atribuições Legislativo • • Tribunais • • Escolhe e pode demitir o presidente da República Executivo • • Congresso • • Julgam quem não cumpre as leis Judicial • • Presidente • da República • Manda executar as leis • Governo • • Escolhe o Governo • Faz as leis • Fiscaliza a ação do Governo 2.3. O Congresso era o órgão com mais poder, pois era ele que elegia e podia demitir o presidente da República. 3.1. Para combater o analfabetismo e melhorar a educação dos Portugue- ses, os governos republicanos tomaram várias medidas na educação, como a construção de escolas primárias, um novo liceu e a criação das universi- dades de Lisboa e do Porto. 3.2. – há mais escolas: 1925; – há menos analfabetos: 1930 3.3. A construção de mais escolas primárias contribuiu para a diminuição do analfabetismo. 4. Os sindicatos organizaram greves para pressionarem o Governo e os patrões a cederem às suas reivindicações. As greves foram em elevado número após a implantação da República, porque os trabalhadores consideravam que os republicanos deviam cum- prir as promessas feitas. O direito à greve; o direito a oito horas de trabalho diário e a um dia de descanso semanal; a criação de um seguro obrigatório para doença, ve- lhice e acidentes de trabalho. 5. Com a revolução de 5 de Outubro de 1910, Portugal passou a ter uma República. O governo provisório, presidido por Teófilo Braga, preparou as eleições para a Assembleia Constituinte, que tinha como principal função elaborar a Constituição. Com a aprovação da Constituição, o poder legisla- tivo passou a ser exercido pelo Congresso ou Parlamento, o poder execu- tivo pelo presidente da República e seus ministros e o poder judicial pelos juízes nos tribunais. Entre as várias medidas tomadas por este governo, sa- lientam-se a adopção de uma nova bandeira, de uma nova moeda e de um hino nacional, chamado A Portuguesa. Os governos da I República fizeram várias reformas no ensino como a criação de novas escolas primárias, um novo liceu e as universidades de Lisboa e Porto. Tomaram também várias medidas favoráveis aos trabalhadores como o direito à greve, a um dia de descanso semanal, a oito horas de trabalho diário e também a criação de um seguro para acidentes de trabalho e velhice. Ficha 15A Páginas 81 e 82 1.1. A. B. Principal razão que • conduziu à guerra • Grã-Bretanha e Alemanha Dois países que • se enfrentaram • Disputa pelos territórios africanos O que levou • a Alemanha a declarar guerra a Portugal • A pedido da Grã-Bretanha, Portugal aprisionou os navios alemães que estavam refugiados nos portos portugueses Territórios portugueses • que os alemães cobiçavam • Grã-Bretanha, França e os seus aliados País europeu onde • lutou o exército português • França Vencedores da guerra • • Angola e Moçambique 2.1. Crise da I República Políticas • Mudanças cons- tantes de Governo. Económicas • As despesas do Estado eram superiores às receitas. Sociais • Greves e revoltas. • Atentados à bomba. • Aumento dos preços, que não era acompanhado pelo aumento dos salários. • Grande número de portugueses dese- java um Governo forte, que trouxesse a paz e a estabilidade governativa ao país.
  • 114. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 113 3. 1. Ultimato; 2. Regicídio; 3. Revolução de 5 de Outubro; 4. Aprovação da Constituição Republicana; 5. Entrada de Portugal na 1.a Guerra; 6. Final da I Guerra Mundial 3.1. Os motivos do descontentamento da população eram as constantes greves que faziam com que nada funcionasse, os alimentos estarem cada vez mais caros, os governos estarem sempre a mudar e Portugal ter en- trado na I Guerra Mundial. 4. Na I Guerra Mundial defrontaram-se dois grupos de países. Um foi lide- rado pela Grã-Bretanha e pela França e o outro pela Alemanha . Uma das razões que levou à guerra foi a disputa entre os países europeus pela ocu- pação de territórios em África. Quando o governo português, a pedido da Grã-Bretanha, aprisionou os navios alemães que estavam refugiados nos portos portugueses, a Alemanha declarou guerra a Portugal. O exército português foi combater para França. A guerra terminou com a vitória do grupo de países liderado pela Grã-Bretanha e pela França. A participação de Portugal na guerra contribuiu para agravar os problemas que afetavam o país. Os preços dos produtos subiram muito não acompanhando os sa- lários essa subida; as despesas do Estado continuavam a ser superiores às receitas; para pagar os empréstimos de dinheiro pedidos aos outros países, o governo português tinha de aumentar alguns impostos. As greves, as revoltas e os atentados à bomba eram frequentes. Os governos republica- nos sentiam grandes dificuldades para resolver estes problemas porque os Governos estavam sempre a mudar. Ficha 16A Páginas 83 e 84 1.1. Durante a I República, a instabilidade política, a subida dos preços dos produtos alimentares, o aumento da dívida externa, o elevado número de greves todos eles agravados pela entrada de Portugal na 1.a Guerra Mundial provocaram o descontentamento de grande parte da população. 2. No dia 28 de maio de 1926, o general Gomes da Costa revoltou-se e, com o seu exército, marchou da cidade de Braga para Lisboa. O então Pre- sidente da República, Bernardino Machado, entregou o poder aos militares revoltosos. Terminava, assim, a I República. 3.1. A I República A Ditadura • Iniciou-se a 5 de outubro de 1910 e terminou em 1926 • O Governo era escolhido pelo presidente da República • As mudanças de Governo eram frequentes. • Foi concedido o direito à greve • Os deputados ao Parlamento eram eleitos pelos cidadãos. • O valor das despesas do Estado era muito superior ao valor das receitas • Iniciou-se a 28 de maio de 1926 • O Governo era escolhido pelos militares. • As mudanças de Governo eram frequentes • Foi proibido o direito à greve • O Parlamento foi encerrado • O valor dos despesas do Estado era muito superior ao valor das receitas. Conclusão: Da I República para a Ditadura foram retirados alguns di- reitos, como o direito à greve, e a instabilidade política e os problemas financeiros continuaram. 4.1. Salazar 1.o cargo que exerceu no Governo Como conseguiu reorganizar as finanças públicas Cargo para o qual foi nomeado em 1932 Ministro das Finanças. • Aumentou os impostos, para aumentar as receitas; • Reduziu os gastos, sobretudo com a saúde, a educação e os salários dos funcionários públicos, para diminuir as despesas. Presidente do Conselho de Ministros. 5.1. A. B. De acordo com a Constitui- • ção, elegiam os deputados e o presidente da República. • Cidadãos eleitores. A pouco e pouco foi contro- • lando os poderes do presidente da República • Constituição de 1933. Governou em ditadura • • Salazar. Praticamente só aprovava • as leis elaboradas de acordo com a vontade de Salazar • Assembleia Nacional. Estavam dependentes • de leis especiais que muitas vezes não respeitavam a Constituição. • Liberdades dos cidadãos. 6. Em 28 de Maio de 1926, o general Gomes da Costa revoltou-se em Braga e dirigiu-se para Lisboa. O presidente da República, Bernardino Machado, demitiu-se terminando, assim, a I República. Teve, então, início a Ditadura militar. O Parlamento foi encerrado, os governos e os chefes de Estado passaram a ser escolhidos pelos militares, foram proibidas as greves e foi instaurada a censura aos jornais. Em 1928, o general Óscar Car- mona convidou Salazar para ministro das Finanças. Este conseguiu reorga- nizar as finanças públicas e, em 1932, foi nomeado Presidente do Conselho de Ministros. Em 1933, foi aprovada uma nova Constituição. O presidente da República e os deputados da Assembleia Nacional eram eleitos pelos cidadãos eleitores. Apesar de a Constituição garantir as liberdades dos cidadãos, nem todas foram respeitadas. A pouco e pouco, Salazar foi con- trolando os poderes do presidente da República, governando, assim, em ditadura. Ficha 17A Páginas 85 e 86 1.1. 1. Estádio Nacional (Lisboa) – Desporto; 2. Hospital de S. João (Porto) – Saúde; 3. Antiga ponte Salazar sobre o Tejo – Comunicações; 4. Barragem de Castelo de Bode – Produção de energia; 5. Instituto Superior Técnico (Lisboa) – Ensino 1.2. A política financeira seguida por Salazar permitiu que o país fosse acumulando algum dinheiro. Também o facto de Portugal não ter partici- pado na II Guerra Mundial e ter vendido alguns produtos aos países em guerra, contribuiu para aumentar as receitas. 2.1. 1. Organização política apoiante de Salazar – Doc. 8; 2. Organiza- ção juvenil que desenvolvia o culto do chefe e o espírito militar. – Doc. 9; 3. Evitava críticas ao Estado Novo «cortando» o que não deveria ser di- vulgado.– Doc. 7; 4. Polícia que prendia e torturava os que se atreviam a criticar a política de Salazar.– Doc. 6 2.2. Proibiu o direito à greve, passando os sindicatos a ser controlados pelo Governo; criou a Legião Portuguesa, organização armada criada para defender o Estado Novo e combater o comunismo. 3. Salazar mandou construir muitas obras públicas, como estradas e pon- tes, melhorou os portos, alargando docas e cais, barragens para produzir eletricidade e irrigar os campos, bairros para trabalhadores, escolas e hos- pitais. Como Salazar considerava que os partidos políticos, os sindicatos e a liberdade de expressão tinham sido responsáveis pelos problemas que afetaram a I República, tomou várias medidas: proibiu a existência de partidos políticos, com exceção da União Nacional, os trabalhadores deixaram de poder fazer greve, reorganizou a comissão de censura para controlar os jornais, os filmes, teatro e outros espetáculos e criou a PIDE, polícia política que perseguia, prendia e torturava os que criticassem Sa- lazar. Quer a Mocidade Portuguesa, organização juvenil, quer a Legião Portu- guesa, organização militar, também apoiavam a ditadura salazarista.
  • 115. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 114 Ficha 18A Páginas 87 e 88 1.1. a) Todos os que se opunham à ditadura salazarista formavam a opo- sição. – V; b) Os exilados políticos podiam voltar a Portugal sem ser presos. – F. Os exilados políticos não podiam voltar a Portugal pois eram presos; c) A Alemanha e a Itália pressionaram Salazar para realizar eleições livres. – F. Os Estados Unidos da América, a França e a Grã-Bretanha pressionaram Salazar para realizar eleições livres; d) Em 1945, Salazar dissolveu a Assembleia Nacional e convocou eleições presidenciais. – F. Em 1945, Salazar dissolveu a Assembleia Nacional e convocou eleições legislativas.; e) A oposição criou o MUD para concorrer às eleições. – V; f) A União Nacional retirou as candidaturas e o MUD elegeu todos os seus deputados. – F. O MUD retirou as candidaturas e a União Nacional elegeu todos os seus deputados. 2.1. Doc.1 Humberto Delgado era apoiado pelo MUD e perdeu oficialmente as eleições.; Doc.2 Américo Tomás era apoiado pela União Nacional e foi declarado vencedor. 3.1. A Guerra Colonial Razão que levou à guerra Onde surgiu o 1.o conflito Colónias africanas que se revoltaram Tempo que durou a guerra Duas consequências Salazar recusou reconhecer o direito à in- dependência das colónias Portuguesas. Angola, • Angola em 1961. • Guiné em 1963. •Moçam- bique em 1964. 13 anos. Morreram ou foram feridos milhares de militares portugueses e gastaram-se enormes quantias de dinheiro. 4. 1. Revolta militar do general Gomes da Costa 2. Salazar é convidado para ministro das Finanças 3.Salazar é nomeado presidente do Conselho de Ministros 4. Aprovação da Constituição do Estado Novo 5. Humberto Delgado candidata-se às eleições presidenciais 6 - Início da Guerra Colonial 5. Todos os que eram contra a ditadura salazarista formavam a oposição. Os exilados políticos viviam no estrangeiro e não podiam voltar a Portugal para não serem presos. Quando terminou a II Guerra Mundial, alguns países pressionaram Salazar para realizar eleições livres. Em 1945, Salazar dissol- veu a assembleia nacional e marcou eleições legislativas. Para participar nas eleições a oposição criou o MUD. Porém, o governo de Salazar não permitiu que a oposição fizesse campanha livremente e fiscalizasse a con- tagem dos votos. O Mud retirou as candidaturas e a União Nacional elegeu todos os deputados. Em 1958, realizaram-se eleições presidenciais. Humberto Delgado foi o candidato apoiado pela oposição, enquanto Américo Tomás foi apoiado pela União Nacional. Apesar do grande apoio popular que Humberto Del- gado conseguiu, Américo Tomás foi declarado vencedor. Muitos resultados das votações foram alterados a favor de Américo Tomás. Em 1965 Hum- berto Delgado foi assassinado pela PIDE . Ficha 19A Páginas 89 e 90 1.1. Doc. 1 Marcelo Caetano – Substituiu Salazar como presidente do Con- selho de Ministros. Doc. 2 General António Spínola – Marcelo Caetano rendeu-se a este general. Doc. 3 Capitão Salgueiro Maia – Cercou o quartel da GNR e exigiu a rendi- ção de Marcelo Caetano. Doc. 4 No dia 25 de Abril de 1974, os militares revoltaram-se e puseram fim à ditadura. Doc. 5 Para o êxito dos militares foi muito importante o apoio dos populares. 2.1. 3.1. ANGOLA, MOÇAMBIQUE, GUINÉ, CABO VERDE, S. TOMÉ E PRÍNCIPE 4.1. a) Os dois territórios foram Macau e Timor; b) Macau passou a perten- cer à China em Dezembro de 1999 e Timor-Leste tornou-se independente em 2002. 5. Quando Marcelo Caetano substituiu Salazar como presidente do Con- selho de Ministros muitos portugueses continuaram descontentes. A DGS (polícia política) manteve-se e a Guerra Colonial continuou. No dia 25 de abril de 1974, o Movimento das Forças Armadas pôs fim à ditadura. Para o êxito dos militares foi muito importante o apoio dos populares. O 25 de abril de 1974 permitiu a extinção da DGS e da censura, a libertação dos pre- sos políticos, o lançamento de uma política para pôr fim à Guerra Colonial e o regresso dos exilados. Com a descolonização portuguesa surgiram em África cinco novos países: Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Macau e Timor-Leste foram as únicas colónias que con- tinuaram sob administração de Portugal. Macau passou a pertencer à China em Dezembro de 1999 e Timor-Leste tornou-se independente em 2002. Ficha 20A Páginas 91 e 92 1.1. 1. IGUALDADE; 2. GREVE; 3. MULHERES; 4. VOTO; 5. CONSTITUIÇÃO; 6. TORTURA; 7. EXPRESSÃO; 8. SECRETO; 9. REUNIÃO; 10. UNIVERSAL 1.2. Democracia é uma forma de governo em que os cidadãos têm todos os mesmos direitos como, por exemplo, votar para eleger os seus gover- nantes. Também têm liberdade de decisão e expressão. 2.1. Nomeia o primeiro-Ministro • • Juiz Escolhe os ministros e os secretários • • Presidente da República de Estado. Julga quem não cumpre a lei • • Primeiro-Ministro 2.2. O poder central é o poder exercido pelos órgãos de soberania em todo o território. 3.1. 1. Ultimato; 2. Regícidio; 3. Revolução de 5 de outubro, 4. Aprovação da Constituição Republicana; 5. Entrada de Portugal na Guerra; 6. Final da I Guerra Mundial. 4. Em 25 de abril de 1975, realizaram-se eleições livres para a Assembleia Constituinte. Os deputados elaboraram uma nova Constituição que garantiu aos Portugueses o direito de voto, de expressão, de reunião e a igualdade perante a lei. Voltou, também, a garantir o direito à greve. A democracia foi, assim, restabelecida em Portugal. A Constituição de 1976 estabeleceu tam- bém regras de funcionamento do poder central e do poder local. O poder central é exercido pelos órgãos de soberania em todo o território. Os órgãos de soberania são a Assembleia da República que faz as leis, o Governo, res- ponsável pela sua execução, o presidente da República que aprova e manda publicar as leis e os Tribunais que julgam quem não as cumpre. Ficha 21A Páginas 93 e 94 1.1. Poder local é o poder exercido pelos orgãos do poder local nos conce- lhos e freguesias. 1.2. Os orgãos do poder local são a Câmara Municipal, a Assembleia Muni- cipal, a Junta de Freguesia e a Assembleia de Freguesia. Programa do MFA • Fim da Censura • Libertação dos Presos políticos • Dissolução da Assembleia Nacional • Extinção da PIDE/DGS • Início de uma política que levasse à paz nas colónias
  • 116. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 115 2. Doc. 1 Órgão de Poder Central Doc. 2 Órgão de Poder de Região Autónoma Doc. 3 Órgão de Poder Local 3. A. B. Construção de esgotos • • Governo Construção de uma escola primária • Construção de uma autoestrada • • Câmara Municipal Conservação de um jardim • Construção de um hospital • Tapar os buracos de uma rua • • Junta de Freguesia 4. Órgãos de poder central Órgãos de poder local • Presidente da República • Assembleia da República • Governo • Tribunais • Câmara Municipal • Assembleia de Freguesia • Assembleia Municipal • Junta de Freguesia 5. A Constituição de 1976 garantiu os direitos e deveres dos cidadãos e define como funcionam os órgãos de soberania, ou seja, o presidente da República, a Assembleia da República, o Governo e os Tribunais. Como es- tes órgãos exercem o seu poder em todo o território nacional, constituem o poder central. A Constituição define, igualmente, a existência das regiões autónomas da Madeira e dos Açores e como funcionam os órgãos do Po- der local, ou seja, a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia, a Assembleia de Freguesia e a Assembleia Municipal. As Câmaras Municipais são responsáveis, por exemplo, pela construção e conservação de escolas primárias, pela rede de abastecimento de águas e rede de esgotos. As Juntas de Freguesia são responsáveis, por exemplo, pela limpeza das ruas e dos jardins. A Câmara Municipal e a Assembleia Municipal são eleitas pelos cidadãos eleitores do concelho e a Assembleia de Freguesia é eleita pelos cidadãos eleitores da freguesia. Ficha 22A Páginas 95 e 96 11.1. A União Europeia (UE) foi fundada por um grupo de seis países, em 1957. Foi-se, posteriormente, alargando com a adesão de outros países. Portugal aderiu em 1986. O último país que aderiu à UE foi a Croácia. Atualmente, fazem parte da UE vinte e oito países, dos quais dezanove decidiram adotar uma moeda única – o euro. 2. ROMA; PARIS; BRUXELAS, AMESTERDAO, BERLIM, LUXEMBURGO, LIS- BOA, MADRID. 3.1. Azul – União Europeia; Vermelho – CPLP 3.2. a) • livre circulação de pessoas e mercadorias e a criação de uma moeda única — o euro; • criação de políticas económicas comuns; • ajuda aos países em dificuldades, como, por exemplo, subsídios e apoios técnicos para se modernizarem.; • programas de intercâmbio de estudantes (Eras- mus e Sócrates); • defesa da liberdade. b) Reforçar a cooperação entre os países onde se fala português. c) Unir as forças armadas dos países-membros e defendê-los de possíveis ataques externos. 4.1 A ONU, que procura resolver pacificamente os conflitos internacionais, de forma a manter a paz no mundo; desenvolver a cooperação internacio- nal a nível económico, social, cultural e humanitário; promover o respeito pelos Direitos Humanos. 5. Portugal faz parte de várias organizações internacionais, como a NATO, desde 1949, a Organização das Nações Unidas, desde 1955, a União Eu- ropeia, desde 1986 e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) desde 1996. Atualmente, fazem parte da UE vinte e oito países. A adoção de uma moeda única, facilita as trocas de bens e capitais entre os dezanove países onde ela circula. A ONU tem como missão promover a paz, a cooperação internacional e o respeito pelos Direitos Humanos. A CPLP promove a cooperação entre os países lusófonos e a divulgação da língua portuguesa no mundo. Ficha 23A Páginas 97 e 99 1.1. 2.1. V. Entre 1960 e 1970, a emigração portuguesa registou valores elevados. F. O principal destino dos emigrantes portugueses, actualmente, é o Brasil. O principal destino dos emigrantes portugueses, actualmente, é Angola. V. Nas últimas décadas tem-se verificado um crescimento acentuado da emigração. F. Portugal é um país pouco atractivo para a população de outros países. Portugal é um país atractivo para a população de outros países. V. A grande maioria dos imigrantes vem do Brasil, dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), e de países europeus, sobretudo da União Europeia e da Europa de Leste. 3.1. Existem mais mulheres pois o lado das mulheres no gráfico tem maior quantidade de população. 3.2. Está a envelhecer porque houve uma diminuição do grupo dos jovens e um aumento do grupo dos idosos. Assim, a população portuguesa tem vindo a envelhecer, pois a esperança de vida tem vindo a aumentar. 4.1. É Aveiro pois tem maior densidade populacional. 4.2. Não, Faro tem uma maior densidade populacional. 4.3 Localizam-se no Litoral, onde se encontram as grandes cidades. 4.4. A população é atraída pelas regiões que oferecem melhores condições de vida e maior oferta de emprego (regiões atrativas), abandonando as que não oferecem essas condições, ou seja, as do Interior (regiões repulsivas). 5. A população portuguesa aumentou ao longo do século XX. Na década de 60, a forte emigração fez diminuir a população absoluta por- tuguesa. Atualmente, a população absoluta, em Portugal, aumenta muito pouco, pois a taxa de natalidade mantém-se baixa. A emigração portuguesa teve como principal destino, na última década, An- gola. Muitos portugueses continuam a emigrar, mas Portugal recebe cada vez mais imigrantes, cujo principal país de origem é o Brasil. Em Portugal, as áreas de maior densidade populacional localizam-se no Litoral. Ficha 24A Páginas 99 e 100 1.1. Causas da diminuição da mortalidade Causas da diminuição da natalidade • A melhoria da alimentação; • Melhores serviços de saúde e novos medicamentos; • A melhoria da habitação, da higiene e do conforto. • O facto de grande parte da população viver no espaço ur- bano, onde a habitação é mais cara e menos espaçosa; • O aumento do número de mulheres que trabalham fora de casa, que obriga a despesas com amas e infantários; • O desenvolvimento de métodos contracetivos, que permitem decidir o número de filhos que se quer ter. Povoamento urbano Região onde predomina Povoamento rural Região onde predomina • Características: • Grande concentração de habitações, geralmente em prédios com vários pisos. • Elevada densidade populacional. • Nas cidades • Tipo: Concentrado • Características: pequenos conjuntos populacionais: aldeias ou vilas. • Baixa densidade populacional. Exemplo: Predomina em todo o Interior do país. • Tipo: Disperso. • Características: • Casas espalhadas pelos campos. • Baixa densidade populacional. Exemplo No Noroeste de Portugal Continental, em algumas planícies do Interior, no Litoral Alentejano e na parte ocidental da serra Algarvia.
  • 117. SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES SOLUÇÕESCADERNODEATIVIDADES 116 2.1 a) São construídas com os materiais existentes em cada região e de acordo com o clima. b) Embora mantendo a arquitetura tradicional das ca- sas, têm sido permitidas adaptações para melhorar o conforto. 3.1. a) A construção é constituída por edifícios de vários pisos, por vezes com dezenas de metros de altura, permitindo uma elevada densidade popu- lacional. b) No território continental, existe uma forte concentração urbana no Litoral entre Setúbal e Viana do Castelo. 3.3. Nos centros urbanos existe não só uma maior oferta de emprego como o acesso a serviços de saúde, educação, lazer, etc. é bastante mais fácil do que no espaço rural. 4.1. Vida nos espaços rurais Vida nos centros urbanos Vantagens Desvantagens Vantagens Desvantagens • Maior ligação à Natureza no trabalho e na habitação. • Menor poluição. • Maior segurança. • Dificuldade em arranjar emprego • Maior dificuldade no acesso à saúde e educação. • Menor oferta de bens de consumo. • Maior facilidade em arranjar emprego. • Acesso mais fácil à saúde e educação. • Grande oferta de bens de consumo. • Poluição atmosférica e sonora. • Produção de grande quantidade de resíduos — lixo. • Insegurança. 5. Ecopontos para recolha seletiva do lixo, de modo que os resíduos reci- cláveis possam ser reaproveitados; aterros sanitários, onde são armazena- dos os resíduos sólidos (lixo); estações de tratamentos de águas residuais (ETAR), que purificam as águas dos esgotos antes de serem lançadas nos cursos de água; • incineradoras que queimam os resíduos urbanos e indus- triais e podem produzir energia elétrica. 6. O povoamento urbano apresenta maior densidade populacional do que o rural. Este pode ser disperso quando as casas se encontram dispersas pelos campos, ou agrupado, quando as casas se agrupam em aldeias ou vilas. No espaço rural, a vida quotidiana está mais ligada à Natureza, o que se reflecte nos materiais de construção das habitações. Os centros urbanos estão em expansão pois neles a população encontra mais facilmente emprego e me- lhores condições de vida. As cidades, no entanto, apresentam graves proble- mas como o tráfego intenso, a existência de bairros pobres, a insegurança, a falta de espaços verdes e a poluição do ambiente. Para defender o am- biente, os governos têm-se preocupado com a construção de ecopontos, para recolha selectiva do lixo, de aterros sanitários, onde são armazenados os resíduos sólidos, de estações de tratamentos de águas residuais que lim- pam as águas dos esgotos e de incineradoras que queimam os resíduos e podem produzir energia eléctrica. Ficha 25A Páginas 101 a 104 1.1. Doc. 1 População ativa; Doc. 2 População não ativa; Doc. 3 População não ativa; Doc. 4 População ativa 1.2. Nas figuras 1 e 4 estão representadas atividades em que os trabalhado- res exercem uma atividade e são pagos por isso. Nas restantes figuras, estão representadas atividades que não são pagas. 2.1. Profissões Atividades Setores de atividades Médico • Professor • Comerciante • Operário • Pescador • Agricultor • Mineiro • Bancário • • Agricultura • • Comércio • • Indústria • • Extração mineira • • Serviços • • Pecuária • • Pesca • • PRIMÁRIO • SECUNDÁRIO • TERCIÁRIO 2.2. É o setor terciário que ocupa a maioria da população. 3.1. a) O uso de estufas e de novos processos de adubação e rega; b) O recurso a instalações próprias em que os animais são alimentados a ração e criados em boas condições de humidade e temperatura, 4.1. A redução da quantidade de pescado é um dos problemas que poderia ser evitado com a definição de quotas de pesca — quantidade máxima de pesca permitida e a publicação de leis que controlem o tamanho das espé- cies que podem ser capturadas e desembarcadas. 5.1. A atividade mais importante é a indústria transformadora. 5.2. É nas regiões do Litoral que se localiza a maior parte das indústrias transformadoras, principalmente na Grande Lisboa e no Grande Porto de- vido, principalmente, à disponibilidade de mão de obra, tanto pouco qua- lificada como especializada, e à acessibilidade aos mercados nacional e internacional. 6.1. a) Energia eólica, hidroelétrica e fotovoltaica; b) A poluição e a destrui- ção dos espaços naturais. 7.1. a) É uma actividade não produtiva porque não produz bens materiais.; b) Importação é a compra de produtos a outros países e exportação é a venda de produtos a outros países. 8.1. Na saúde, o aumento do número de médicos e de hospitais; na educa- ção, o melhor equipamento das escolas. 8.2. O mundo está cada vez «mais perto de nós» porque mais rapidamente nos deslocamos para qualquer parte do mundo e mais rapidamente comunicamos com outras pessoas, graças aos novos meios de transporte e de comunicação. 9.1. a) O turismo permite a entrada de dinheiro estrangeiro, o desenvolvimento de muitas regiões e o aumento do emprego; b) Preservar o equilíbrio da Na- tureza, recuperar a paisagem e preservar os animais e as plantas aí existentes. 10. A distribuição da população ativa pelos três setores de atividade foi-se alterando ao longo do século XX. O setor primário foi o que perdeu maior número de trabalhadores e o setor terciário foi o que mais cresceu. Em todas as atividades do setor primário se tem verificado uma modernização como, por exemplo, o recurso a estufas e a novos processos de rega na agricultura e o uso de instalações próprias para o gado na pecuária. A diminuição das espécies pescadas tem levado a medidas como a definição das quotas de pesca ou a proibição de pescar peixes muito pequenos. Também no sector secundário, não só a indústria tem vindo a ser modernizada como se tem tentado diminuir a poluição ambiental por ela causada. Ao sector terciário pertencem actividades como o comércio, a saúde, a edu- cação, os transportes, o turismo e as comunicações. A modernização e de- senvolvimento dos transportes e comunicações permitiu aproximar Portugal da Europa e do Mundo.
  • 118. SOLUÇÕESFICHASDIFERENCIADAS 117 Ficha 1 Páginas 4 e 5 1.1. Territórios do Império Português no século XVIII África Cabo Verde São Tomé e Príncipe Angola Moçambique América Brasil Ásia Goa Damão Diu Macau Timor 2.1. O território representado no mapa é o Brasil. 2.2. a) As setas indicam o percurso seguido pelos bandeirantes. b) A cor amarela indica as regiões onde foram encontradas minas. 2.3. Sim, os bandeirantes conseguiram encontrar ouro, pois o gráfico mos- tra o ouro vindo do Brasil para Portugal. 2.4. Os portugueses também trouxeram açúcar do Brasil. 3.1. Movimentos de pessoas provocados pelo açúcar e pelo ouro do Brasil De Portugal Partiram colonos para o Brasil De África Partiram escravos para o Brasil Dentro do Brasil Partiram colonos e missionários para procurarem ouro, os colonos, e converter os índios ao cristianismo e protegê-los dos bandeirantes, os missionários. 4. Nos séculos XVII e XVIII, Portugal perdeu alguns territórios do seu impé- rio. Os portugueses procuraram, então, encontrar produtos no Brasil que lhes pudessem dar lucros. Produziu-se açúcar e os bandeirantes descobri- ram minas de ouro e pedras preciosas. De Portugal, partiram para o Brasil muitos colonos à procura de uma vida melhor; de África, foram milhares de escravos para trabalharem principalmente na produção de açucar e nas minas; do Litoral para o Interior do Brasil, partiram bandeirantes à procura de ouro e de índios para trabalharem como escravos. Também os missio- nários foram para o Interior para converterem os índios ao cristianismo e protegerem-nos dos colonos. Ficha 2 Páginas 6 e 7 1.1. A forma de governo de D. João V foi a Monarquia absoluta. 1.2. D. João V não convocou Cortes porque decidia tudo sozinho. 1.3. É um rei que tem todos os poderes. 1.4. A riqueza de D. João V vinha do Brasil. 2.1. A vida da nobreza Vestuário Habitação Alimentação Divertimentos Mulheres Cabeleira postiça e vestidos muito longos Palácios chamados solares Dezenas de pratos e sobremesas Festas, teatro, sessões de poesia, bailes, jogos… Homens Cabeleira postiça, casaca e calções 2.2. Foi possível gastar muito dinheiro graças às riquezas vindas do Brasil. 3.1. O clero tinha a seu cargo a vida religiosa, o ensino e a assistência aos mais pobres e aos doentes. 4.1. A burguesia e o povo Atividades Divertimentos Burguesia: Comércio e artesanato Clubes e cafés Povo, nas cidades: Trabalhadores domésticos, vendedores ambulantes Procissões e romarias Povo, no campo: Agricultura Procissões e romarias 5. O rei D. João V foi um rei absoluto, pois tinha todos os poderes. Assim, a forma de governar chamou-se Monarquia absoluta. Graças às riquezas que vinham do Brasil, o rei organizava grandes festas. Nos banquetes, além de dezenas de pratos e de sobremesas variadas, servia-se chá, café e choco- late em louça de prata e porcelana. Os nobres vestiam-se de acordo com a moda francesa. Usavam joias de ouro e pedras preciosas. Viviam em palácios chamados solares. O clero continuava a ter a seu cargo as cerimónias religiosas, o ensino e o apoio aos mais pobres e aos doentes. Os burgueses continuavam a dedicar-se ao comércio e ao artesanato e conviviam em clubes e cafés. As pessoas do povo, nas cidades, eram trabalhadores domésticos ou ven- dedores ambulantes. Nos campos, continuavam a dedicar-se à agricultura e à criação de gado. Ficha 3 Páginas 8 e 9 1.1. Na imagem observo o terramoto de 1755. 1.2. Aconteceu em 1755, em Lisboa. 1.3. A nova Lisboa passou a ter ruas largas e direitas, e passeios calceta- dos. As casas foram construídas todas da mesma altura. Passou a haver uma grande praça, a praça do Comércio. 2.1. Para desenvolver o reino, o marquês de Pombal criou novas indústrias e apoiou as existentes. As duas indústrias que existiam em maior quantida- de eram as de lã e de têxteis. 2.3. As pessoas que foram mortas pertenciam à nobreza. 2.4. O marquês pretendia mostrar o que podia acontecer a quem criti- casse o rei. 3.1. O marquês de Pombal criou escolas primárias e laboratórios na uni- versidade de Coimbra. Expulsou os Jesuítas porque estes se opunham à modernização.
  • 119. SOLUÇÕESFICHASDIFERENCIADAS 118 4. Em 1755, um terramoto destruiu parte da cidade de Lisboa. O marquês de Pombal mandou reconstruí-la passando Lisboa a ter ruas largas, pas- seios calcetados, uma rede de esgotos e uma grande praça – o Terreiro do Paço. O marquês de Pombal tomou também medidas para desenvolver o país – criou novas indústrias e apoiou as já existentes e mandou matar a família Távora, que pertencia à nobreza, para servir de exemplo a todos os que se atrevessem a criticar o rei. No ensino, criou escolas primárias para aprender a ler, escrever e contar e laboratórios na universidade de Coimbra. Expulsou os jesuitas por se oporem à modernização do ensino. Ficha 4 Páginas 10 e 11 1.1. O povo carrega o clero e a nobreza porque era o povo que pagava im- postos para sustentar estes dois grupos sociais. 1.2. Em 1789, aconteceu uma revolução em França. 1.3. A partir daí, a lei passou a ser igual para todos e os que faziam as leis passaram a ser eleitos. 2.1. Os reis absolutos uniram-se contra a França, com receio de que nos seus reinos também houvesse uma revolução. 2.2. Foi a França. 2.3. Foi a Inglaterra. 2.4. Napoleão Bonaparte mandou que todos os países fechassem os seus portos aos navios ingleses. 2.5. O navio vem da Grã-Bretanha. 2.6. O navio dirige-se para Portugal. 2.7. Porque Portugal não aderiu ao Bloqueio Continental. 3.1. Portugal foi invadido. 3.2. É o exército francês. 3.3. A família real foi para o Brasil. 4.1. Os franceses invadiram Portugal três vezes. 4.2. A primeira invasão, foi comandada por Junot. A segunda por Soult. E a terceira por Massena. 4.3. Foram os ingleses. 4.4. Foi o exército inglês e português. 5. Em 1789, uma revolução em França pôs fim à Monarquia absoluta. A lei passou a ser igual para todos e passou a haver liberdade para esco- lher os que iam fazer as leis. Vários reis absolutistas da Europa uniram- -se contra a França, com medo de que a revolução chegasse aos seus países. Napoleão derrotou-os a todos com exceção da Inglaterra. Para tentar derrotar este país, Napoleão mandou que todos os países fe- chassem os seus portos aos navios ingleses. A esta medida chama-se Bloqueio Continental. Como Portugal não obedeceu, foi invadido por três vezes. A família real foi para o Brasil. O exército inglês veio ajudar os Portugueses e juntos derrotaram os franceses. Ficha 5 Páginas 12 e 13 1.1. a) Os portugueses estavam descontentes porque os ingleses estavam a mandar em Portugal e a família real continuava no Brasil. b) No Porto, aconteceu uma revolução que pôs fim à Monarquia absoluta. c) Em 1828. d) O clero e a nobreza não apoiavam a revolução, pois não queriam perder os seus privilégios. 2.1. a) O poder legislativo, o poder executivo e o poder judicial. b) Na Monarquia absoluta, era o rei que detinha os três poderes. c) O poder legislativo pertencia aos deputados nas Cortes, o poder exe- cutivo pertencia ao rei e os ministros e o poder judicial aos juízes. d) A Constituição é o conjunto de leis que todos têm de cumprir. 3. Depois de os Franceses terem sido expulsos, ficaram os ingleses a go- vernar Portugal. A família real continuava no Brasil. Tudo isto provocou o descontentamento dos Portugueses. Assim, em 1820, deu-se a revolu- ção liberal no Porto. Os liberais exigiram que o rei regressasse a Portugal. Após o seu regresso, D. João VI assinou a Constituição de 1822. Os pode- res passaram a estar separados: o poder legislativo passou a pertencer aos deputados nas Cortes; o poder executivo ao rei e seus ministros; o poder judicial, aos juízes nos tribunais. Os Portugueses passaram a ter liberdade para escolher aqueles que queriam para fazer as leis nas Cortes. Em Portugal passou, assim, a haver uma Monarquia liberal ou constitu- cional. Ficha 6 Páginas 14 a 17 1.1. Quando D. João VI regressou a Portugal, ficou D. Pedro a governar o Brasil. 1.2. Em 1822, D. Pedro declarou a independência do Brasil. 1.3. Foi D. Miguel, irmão de D. Pedro. 1.4. D. Miguel foi apoiado pelo clero, pela nobreza e por alguns burgueses. 1.5. O clero e a nobreza não queriam perder os seus privilégios e os bur- gueses estavam descontentes por o Brasil se ter tornado independente. 2.1. Era D. Pedro porque era o filho mais velho do rei. 2.2. D. Pedro decidiu desistir de ser rei de Portugal. 2.3. D. Pedro e D. Miguel eram irmãos. 2.4. D. Pedro impôs que D. Miguel casasse com a sobrinha, D. Maria, e governasse Portugal, até a sua mulher ser adulta. Teria de respeitar a Mo- narquia liberal. 3.1. D. Miguel, não cumpriu as condições impostas por D. Pedro, pois foi aclamado rei absoluto. Assim, não respeitou a Monarquia liberal. 3.2. Os liberais foram perseguidos pelos absolutistas. 4.1. A cidade do Porto foi ocupada pelos liberais. 4.2. A cidade foi cercada pelos absolutistas. 4.3. Iniciou-se a Guerra Civil. 4.4. A Guerra Civil foi ganha pelos liberais. 5. Em 1822, D. Pedro declarou a independência do Brasil. D. Miguel orga- nizou revoltas contra a Monarquia liberal. D. Miguel foi apoiado pelo clero, pela nobreza e por comerciantes. Para evitar a guerra, D. Pedro decidiu desistir de ser rei de Portugal e pro- pôs um acordo a D. Miguel. Este não cumpriu o acordo e em 1832, teve início a Guerra Civil. D. Pedro comandou o exército liberal e D. Miguel co- mandou o exército absolutista. D. Pedro derrotou D. Miguel. Ficha 7 Páginas 18 e 19 1.1. Portugal vivia em período de crise porque as Invasões Francesas e a Guerra Civil deixaram campos e culturas destruídos e tinham morrido muitas pessoas. A independência do Brasil também contribuiu para a crise portuguesa. 1.2. A agricultura estava pouco desenvolvida, pois os instrumentos e as técnicas agrícolas utilizados eram muito antiquados. 1.3. Portugal tinha de comprar os produtos ao estrangeiro. 2.1. Passou a fazer-se a alternância de culturas, ou seja, no terreno que antigamente ficava a descansar passou a semear-se batatas. 2.2. Sim, a nova técnica contribuiu para aumentar a produção, pois mais terras passaram a ser cultivadas. 2.3. Sim, o uso de adubos químicos também contribuiu para aumentar a produção. 2.4. As máquinas também contribuíram para aumentar a produção.
  • 120. SOLUÇÕESFICHASDIFERENCIADAS 119 3. No início da segunda metade do século XIX, Portugal atravessava um período de crise. As Invasões Francesas e a Guerra Civil tinham deixado o país destruído. A independência do Brasil agravou esta situação, pois Portugal perdeu a vantagem que tinha em relação ao comércio com este território. A agricultura pouco se tinha alterado, continuando-se a utilizar técnicas e instrumentos antiquados. Assim, as terras não produziam os produtos necessários para alimentar os portugueses, tendo de se importar muitos produtos do estrangeiro. Na segunda metade do século XIX, os Go- vernos liberais decidiram modernizar o país, tomando, para isso, várias me- didas. Assim, as terras deixaram de estar em pousio, ou seja, a descansar e sem produzir, passando-se a fazer a alternância das culturas. Acabou-se com alguns baldios – terras que nunca eram cultivadas. As terras passaram, então, a produzir mais. Introduziram-se, também, os adubos e as máqui- nas, aumentando, a pouco e pouco, a produção. Ficha 8 Páginas 20 e 21 1.1. Produção artesanal Produção mecanizada Nome do trabalhador Artesão Operários Nome do local de trabalho Oficina Fábrica Tempo gasto na produção Muito Pouco Tipo de produtos Todos diferentes Todos iguais Quantidade de produtos produzidos Pouca Muita Preço dos produtos Mais alto Mais baixo 1.2. Graças à utilização da máquina a vapor, passou-se a produzir mais produtos, em menos tempo e os preços passaram ser mais baixos. 2.1. As principais zonas industriais eram o Porto e Lisboa. 2.2. Lisboa e Porto eram as cidades com mais população e tinham bons portos, o que facilitava o abastecimento de matérias-primas às fábricas e o transporte de produtos para outras regiões. 3.1. O responsável foi Fontes Pereira de Melo. 3.2. A fonte de energia é o carvão. 3.3. Os novos meios de transporte, ao possibilitarem o transporte de mais produtos em menos tempo, favoreceram o desenvolvimento da agricultura, do comércio e da indústria. 4.1. a) Aumentou-se o número de escolas primárias, foram criados mais liceus e novas escolas industriais, comerciais e agrícolas. b) O fim da escravatura em todos os territórios portugueses e o fim da pena de morte para a maioria dos crimes. 5. Com a utilização da máquina a vapor na indústria, os produtos passa- ram a ser feitos mais rapidamente e em maior quantidade. Por isso, o seu preço ficou mais baixo. Os trabalhadores, chamados operários, passaram a trabalhar em fábricas e especializaram-se numa só parte da transforma- ção da matéria-prima em produtos. As principais zonas industriais locali- zavam-se no litoral, junto às cidades de Lisboa e do Porto, não só porque estas zonas tinham mais habitantes mas também porque possuíam portos marítimos que permitiam um mais fácil abastecimento de matérias-primas e o transporte mais rápido dos produtos fabricados para outros locais. Na segunda metade do século XIX, os governos preocuparam-se, também, com o desenvolvimento dos transportes e comunicações. A máquina a vapor foi aplicada aos transportes e foram construídos caminhos de ferro, estradas, pontes e túneis. Surgiram também os primeiros selos, marcos de correio e o telefone. Os governos tomaram ainda importantes medidas no ensino e na defesa dos direitos humanos. Ficha 9 Páginas 22 e 23 1.1. A população portuguesa aumentou. 1.2. O aumento esteve relacionado com a melhoria na alimentação, o de- senvolvimento da medicina, as melhores condições de higiene e o facto de não ter havido guerras em Portugal. 1.3. A zona litoral a norte do Tejo. 2.1. Uns saíram dos campos para as cidades, outros emigraram, principal- mente para o Brasil. 3.1. As principais atividades das pessoas que viviam no campo eram a agricultura e a criação de gado. 3.2. Alimentavam-se de pão, arroz, batata e carne de porco. 4.1. As pessoas da imagem não se dedicavam todas ao mesmo trabalho, pois o vestuário era diferente. 5.1. As pessoas do campo divertiam-se nas procissões, nas feiras, nos bai- les e com jogos tradicionais. 5.2. Muitos dos seus divertimentos estavam relacionados com as festas dos santos de cada região. 6. Durante este período, a população portuguesa aumentou muito, como resultado de uma melhor alimentação, do desenvolvimento da medicina, de melhores condições de higiene e por não terem ocorrido guerras em Portugal. Este aumento populacional, bem como as más condições de vida em que muitos portugueses viviam, originaram a saída de muitos camponeses para as cidades – êxodo rural – e uma grande emigração, principalmente para o Brasil. Durante este período, o clero e a nobreza perderam privilégios, a burguesia tornou-se mais importante e o povo continuou a viver mal. As principais atividades das pessoas do campo continuavam a ser a agri- cultura e a criação de gado. Embora tivesse havido muitas melhorias na agricultura, a vida destas pessoas continuava a ser difícil. Alimentavam-se com os produtos que produziam como, por exemplo, pão, arroz, batata e carne de porco. O seu vestuário era simples e variava conforme a região, o clima e os trabalhos que realizavam. Os divertimentos das pessoas do campo estavam muito ligados aos trabalhos agrícolas e às festas religio- sas, como era o caso das procissões. Feiras e bailes eram outra forma de se divertirem. Ficha 10 Páginas 24 e 25 1.1. A população destas cidades aumentou. 1.2. Porque aí existiam as principais indústrias e as pessoas iam para lá à procura de emprego. 2.1. A alimentação era diferente, pois a dos mais ricos era variada e abun- dante, ao contrário da alimentação dos mais pobres. Também os diverti- mentos eram diferentes, embora o circo e a praia fossem gostos comuns. 3.1. Não, porque as pessoas do povo vestiam roupas simples e adaptadas aos trabalhos que faziam. 4. A população de Portugal aumentou muito durante a segunda metade do século XIX. Lisboa e Porto foram as cidades que mais cresceram, pois como tinham muitas indústrias para aí se deslocavam muitas pessoas à procura de emprego. A alimentação das pessoas das cidades variava conforme a sua riqueza, tal como o vestuário. As pessoas mais ricas vestiam-se de uma forma mui- to complicada enquanto o povo se vestia de uma forma simples. Para se divertirem, as pessoas, mais ricas, das cidades iam à ópera, ao teatro ou ao circo. No verão iam a banhos. Os mais pobres iam à praia ou faziam piqueniques.
  • 121. SOLUÇÕESFICHASDIFERENCIADAS 120 Ficha 11 Páginas 26 e 27 1.1. A novidade é o «americano», transporte coletivo puxado por cavalos. 1.2. A água passou a ser canalizada, aumentou a rede de esgotos, passou a haver iluminação pública e as ruas e praças passaram a ser calcetadas. 1.3. Não, estas melhorias só aconteceram em Lisboa e no Porto, as cidades mais populosas. 2.1. a) Habitações dos mais pobres, sem luz, nem água canalizada. b) Habitação dos mais ricos, com todas as condições. 3.1. Não, pois trabalhavam muitas horas e recebiam baixos salários. 3.2. Porque o salário do pai não era suficiente para alimentar toda a fa- mília. 3.3. A nova energia utilizada era o vapor de água. Para a obter era neces- sário o carvão. 4. Durante a segunda metade do século XIX, as principais cidades portu- guesas, Lisboa e Porto, modernizaram-se. Passou a haver água canalizada, serviços de recolha de lixo, iluminação pública, aumentaram as redes de esgotos, as ruas passaram a ser calcetadas e surgiram os primeiros trans- portes públicos como o «americano» e o «chora». Apareceram novos bairros e prédios. Os mais ricos mandavam construir lu- xuosas residências. Os mais pobres habitavam em bairros miseráveis sem higiene. Assim, nem todos beneficiaram da modernização. As pessoas que trabalhavam nestas fábricas – o operariado – viviam em más condições, pois trabalhavam muitas horas e recebiam baixos salários. O desenvolvimento da indústria e a extração de minérios como o carvão, para aquecer as caldeiras de água que davam o vapor, provocaram altera- ções na paisagem. Ficha 12 Páginas 28 e 29 1.1. Novas construções – Uso do ferro e do vidro. Pintura – José Malhoa, Columbano Bordalo Pinheiro, paisagens, retratos e cenas do dia-a-dia. Escultura – Soares dos Reis. Cerâmica – Rafael Bordalo Pinheiro. 2.1. O desenvolvimento dos meios de comunicação que trouxe notícias da Europa. 2.2. Surgiram o gosto pelo teatro e pelo romance. 3. Na arquitetura, a necessidade de construir grandes espaços levou à utilização de novos materiais como o ferro e o vidro. Na pintura, artistas como José Malhoa e Columbano Bordalo Pinheiro pintaram cenas da vida quotidiana, retratos e paisagens. Na escultura, salientou-se Soares dos Reis e, na cerâmica, distinguiu-se Rafael Bordalo Pinheiro, que criou a figura do Zé Povinho. O maior interesse pela cultura e pela leitura, principalmente de pessoas das cidades, provocou o aparecimento de muitos jornais, escritores, teatros e salas de espetáculos. No romance, destacaram-se autores como Júlio Dinis, Eça de Queirós e Almeida Garrett. Ficha 13 Páginas 30 e 31 1.1. Os europeus tinham interesse em África porque este continente pos- suía muitas matérias-primas necessárias às fábricas europeias e era ainda em África que alguns países europeus vendiam os seus produtos. 1.2. Reuniram-se na conferência de Berlim. 1.3. Portugal quis ligar os territórios entre Angola e Moçambique. 1.4. Não, porque a Inglaterra também pretendia os mesmos territórios. 2.1. A cedência do rei D. Carlos à Inglaterra e o facto de o novo rei, D. Ma- nuel II, não governar bem, pois não estava preparado para isso. 2.2. a) O rei e o príncipe foram assassinados. b) A revolta republicana. 2.3. a) Monarquia. b) República. 2.4. A Monarquia tem um rei e a República tem um presidente. 3.1. As primeiras medidas foram a adoção de uma nova bandeira, uma nova moeda e o hino nacional que passou a ser A Portuguesa. 4. A cedência do rei português ao ultimato inglês, na questão do Mapa cor-de-rosa, provocou o descontentamento de muitos portugueses. Em 1908, o rei D. Carlos e o seu filho, o príncipe herdeiro, foram assassi- nados. O novo rei D. Manuel II, não tinha sido preparado para governar. O descontentamento da população aumentava. No dia 5 de outubro de 1910 implantou-se a República. Portugal deixou de ter um rei e passou a ter um presidente da República. Com o primeiro Governo republicano passou a haver uma nova moeda, uma nova bandeira e o hino nacional passou a ser A Portuguesa. Ficha 14 Páginas 32 e 33 1.1. Poder legislativo, exercido pelo Congresso da República ou Parlamen- to; poder executivo, exercido pelo presidente da República e pelo Governo; e poder judicial, exercido pelos tribunais. 1.2. Não, porque hoje em dia o presidente da República é eleito pelos cidadãos eleitores e não pelo Parlamento. 1.3. Era o Congresso da República ou Parlamento, porque elegia e podia destituir o presidente da República. 2.1. As duas preocupações foram a melhoria das condições de vida dos trabalhadores e a diminuição do analfabetismo. 2.2. Foram tomadas medidas para melhorar a educação nos ensinos in- fantil, primário, secundário e universitário. 2.3. As medidas tiveram bons resultados porque, por exemplo, o analfa- betismo diminuiu. 3.1. As medidas foram o direito à greve, a um dia de descanso semanal, a oito horas de trabalho diário e a um seguro na doença, velhice e acidentes de trabalho. 3.2. Resposta livre. 3.3. É o direito à greve, porque o jornal é um boletim de greve. 4. Logo que a República foi implantada, realizaram-se eleições para eleger os deputados que iriam elaborar a nova Constituição, que foi aprovada em agosto de 1911. Portugal deixou, assim, de ter como chefe do Estado um rei e passou a ter um presidente da República. Com a nova Constituição, o Parlamento passou a ser o órgão com mais poder, pois, além de fazer as leis, elegia e demitia o presidente da República. Este, por sua vez, escolhia o Governo. Os Governos republicanos preocuparam-se em melhorar o ensino e as con- dições de vida dos trabalhadores. No ensino tomaram importantes medi- das como, por exemplo, tornar o ensino primário obrigatório dos sete aos dez anos de idade, a criação de escolas primárias e das universidades de Lisboa e do Porto. O analfabetismo foi, assim, diminuindo, ou seja, cada vez havia mais pessoas a saber ler e escrever. No trabalho, reconheceram o direito à greve, a um dia de descanso semanal, a oito horas de trabalho diário e a um seguro para doença, velhice e invalidez. Ficha 15 Páginas 34 e 35 1.1. a) Iniciou-se em 1914. b) Terminou em 1918. c) Portugal entrou na guerra em 1917. d) A razão principal foi a disputa pelos territórios em África.
  • 122. SOLUÇÕESFICHASDIFERENCIADAS 121 e) Um grupo era chefiado pela Inglaterra e pela França, e o outro pela Alemanha. f) Venceu o grupo chefiado pela Inglaterra e pela França. 2.1. As pessoas estão descontentes. 2.2. Os alimentos cada vez mais caros e as muitas greves e mudanças de governo, os atentados à bomba, os assaltos aos armazéns de alimentos, os ataques dos monárquicos e a entrada de Portugal na I Guerra Mundial. 2.3. O balão de fala é o que se refere à mudança dos governos. 2.4. Instabilidade política é a constante mudança de governos. 3. Apesar de os Governos republicanos terem tomado algumas medidas favoráveis aos trabalhadores, o descontentamento popular era cada vez maior. Muitos motivos contribuíram para este descontentamento: o eleva- do número de greves que fazia com que nada funcionasse no país e que os produtos faltassem; as revoltas dos monárquicos que não desistiam de res- taurar a monarquia; os ataques à bomba; a instabilidade política, ou seja, a frequente mudança de governo e a participação de Portugal na I Guerra Mundial contribuiu para agravar os problemas: para além dos muitos sol- dados que morreram ou ficaram feridos, originou uma falta de produtos alimentares e, assim, o seu aumento de preço. Para pagar a importação dos produtos que faltavam e as despesas de guerra, o Governo teve de pedir empréstimos ao estrangeiro. Para pagar estes empréstimos foi necessário aumentar os impostos. Os portugueses começaram, então, a desejar um Governo forte que trouxesse a paz e a estabilidade política ao país. Ficha 16 Páginas 36 e 37 1.1. Os preços dos produtos subiram muito durante a I República; Houve muitas mudanças de governo; Fizeram-se muitas greves. 2. O golpe militar Quando se revoltaram os militares Quem chefiou os militares Quem pas- sou a esco- lher os Governos e a fazer as leis O que aconteceu com os jornais O que aconteceu com as gre- ves e as manifesta- ções Como pas- sou Portu- gal a ser governado A 28 de maio de 1926. O general Gomes da Costa. Os militares. Passaram a ser censura- dos. Foram proibidas. Em Ditadura Militar. 3.1. Nos sacos está dinheiro. 3.2. As barras foram feitas de ouro. 3.3. Salazar aumentou os impostos para aumentar as receitas. 3.4. Reduziu as despesas com a educação e com a saúde, para redu- zir as despesas. 4.1. O que estava escrito na Constituição Como era na realidade O chefe do Governo prestava contas da governação ao presidente da Repúbica. As leis eram feitas pelos deputados na Assembleia Nacional. Salazar que era chefe do Go- verno escolhia o presidente da República. As leis mais importantes eram feitas pelo Governo, chefiado por Salazar. Assim, Salazar governou em ditadura. 5. Durante a I República houve muitas mudanças de governo, greves e os preços dos produtos alimentares subiram muito. Tudo isto levou ao descontentamento da população. Em 1926, o general Gomes da Costa revoltou-se e pôs fim à I República. Portugal passou a ser governado em ditadura, pois eram os militares que escolhiam os Governos e faziam as leis e deixou de haver liberdade. Como os Governos da ditadura militar não conseguiram resolver o problema da falta de dinheiro, em 1928 convida- ram Salazar para ministro das Finanças. Este conseguiu que as despesas do Estado passassem a ser inferiores às receitas. Em 1932, Salazar passou a ser o chefe do Governo. Em 1933, foi aprovada uma nova Constituição. Salazar não respeitou a Constituição, pois era o seu Governo que fazia as leis mais importantes e era ele que, na realidade, escolhia o presidente da República. Assim, Salazar governou em ditadura. Ficha 17 Páginas 38 e 39 1.1. Abriram-se novas estradas e repararam-se as que já existiam. Devido à emigração, muitas aldeias ficaram desertas. Construíram-se cerca de 2500 salas de aula. Construíram-se hospitais. Fizeram-se barragens para produzir eletricidade e dar água para regar os campos. 2.1. Criou a PIDE, uma polícia política que perseguia, prendia e torturava todos os que se atrevessem a criticar Salazar. Mandou que a censura cortasse todas as notícias dos jornais, da rádio ou da televisão que criticassem o seu governo. Proibiu a existência de todos os partidos políticos, com exceção da União Nacional, que era o seu partido. Proibiu o direito à greve. Se os trabalhadores fizessem greve, eram espan- cados e presos. 3. Salazar mandou construir muitas obras públicas como: estradas, pon- tes, hospitais, barragens e escolas. Apesar de as obras públicas terem con- tribuído para o desenvolvimento do país, muitas pessoas continuaram a viver com muitas dificuldades, especialmente nos campos. Assim muitos portugueses tiveram de emigrar, à procura de uma vida melhor. Ficha 18 Páginas 40 e 41 1.1. Realizaram-se eleições para a Assembleia Nacional. 1.2. Concorreram a União Nacional e o MUD. 1.3. Porque os candidatos do MUD não puderam fazer campanha livre- mente nem fiscalizar a contagem dos votos. 1.4. O autor da imagem era apoiante do MUD, pois no cartaz afirma-se que as eleições não eram livres, logo, está-se a criticar Salazar e a União Nacional. 2.1. Realizaram-se eleições presidenciais. 2.2. Candidataram-se Américo Tomás e Humberto Delgado. 2.3. Américo Tomás foi declarado vencedor. 2.4. O candidato prejudicado foi Humberto Delgado. 3.1. Surgiram conflitos armados em Angola, Moçambique e Guiné. 3.2. A Guerra Colonial começou em África, em 1961. 3.3. A Guerra Colonial terminou em 1974. 3.4. Portugal perdeu muitos homens e gastou-se muito dinheiro com a guerra. 4. Em 1945, realizaram-se eleições para eleger os deputados para a As- sembleia Nacional .
  • 123. SOLUÇÕESFICHASDIFERENCIADAS 122 Caderno de Apoio ao Professor HGP6 Concorreram a União Nacional, partido de Salazar, e o MUD, apoiado pela oposição. O MUD desistiu das eleições por os seus candidatos não pode- rem fazer campanha livremente e não poderem fiscalizar a contagem dos votos. Em 1958, realizaram-se eleições para eleger o presidente da Repú- blica. Candidataram-se Américo Tomás, apoiado por Salazar, e Humberto Delgado, apoiado pela oposição. Américo Tomás foi declarado vencedor. Contudo, os resultados das eleições foram falseados, prejudicando Hum- berto Delgado. Como Salazar recusou dar a independência às colónias portuguesas, em 1961 iniciou-se a Guerra Colonial, tendo morrido milhares de pessoas e muitas outras ficado feridas. Ficha 19 Páginas 42 e 43 1.1. Os portugueses estavam descontentes com a ditadura por causa da Guerra Colonial e da falta de liberdade. 1.2. A 25 de abril de 1974, os militares do MFA revoltaram-se e acabaram com a ditadura. 1.3. Sim, o povo apoiou os militares: «O povo está com o MFA». 1.4. Os presos políticos foram libertados. 1.5. Os dois exilados políticos referidos que regressaram a Portugal foram Mário Soares e Álvaro Cunhal. 1.6. Acabou a censura e a polícia política. 2.1. Os novos países são Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. 2.2. Esses países localizam-se em África. 2.3. a) Oceano Atlântico. b) Oceano Índico. 3.1. Portugal mantinha Macau e Timor. 3.2. a) Foi ocupado pela Indonésia. b) Tornou-se independente. 3.1. Passou a fazer parte da China. 4. No dia 25 de abril de 1974, o MFA revoltou-se e pôs fim à ditadura. Os exilados políticos puderam regressar a Portugal, os presos políticos foram libertados, acabou a censura e a polícia política, foram permitidas as ma- nifestações. Depois do 25 de abril, Portugal reconheceu a independência das suas colónias africanas. Acabou, assim a Guerra Colonial. Timor foi ocupado pela Indonésia, só se tornando independente em 2002. Macau voltou a ser território chinês, conforme foi combinado entre Portugal e a China. Ficha 20 Páginas 44 e 45 1.1. É o conjunto das leis mais importantes de um país. 1.2. A Constituição foi aprovada em 1976. 1.3. a) Direito de voto. b) Liberdade de expressão. 1.4. Votar para eleger aqueles que nos vão governar. 1.5. Resposta livre. 2.1. A Assembleia da República. 2.2. É o presidente da República. 2.3. É o Governo. 2.4. Os juízes, nos Tribunais. 2.5. Os órgãos do poder central são a Assembleia da República, o presi- dente da República, o Governo e os Tribunais. 3. Em 1976 foi aprovada uma nova Constituição. Lá estão escritos os di- reitos e liberdades dos Portugueses. Todos temos também deveres, como votar para eleger aqueles que nos governam. Na Constituição também constam os órgãos do poder central, que são: a Assembleia da República; o presidente da República; o Governo e os Tribunais. A Assembleia da República faz as leis; o presidente da República assina as leis para que possam entrar em vigor; os Tribunais julgam os que não cumprem as leis e o Governo toma as medidas necessárias para que tudo possa funcionar em condições, ou seja, é responsável pela execução das leis. Ficha 21 Páginas 46 e 47 1.1. São os arquipélagos da Madeira e dos Açores. 1.2. O oceano que rodeia o arquipélago é o Atlântico. 1.3. a) Os Açores. b) A Madeira. 1.4. Porque só tem poder na respetiva região. 1.5. a) A Assembleia Regional da Madeira e a Assembleia Regional dos Açores. b) O Governo Regional da Madeira e o Governo Regional dos Açores. 2.1. Os órgãos do poder central tomam decisões para toda a população portuguesa e os órgãos do poder local tomam decisões destinadas apenas à população do Concelho ou Freguesia. 2.2. São a Assembleia Municipal, a Câmara Municipal, a Assembleia de Freguesia e a Junta de Freguesia. 2.3. a) Os cidadãos eleitores do Concelho. b) Os cidadãos eleitores da Freguesia. 2.4. Limpeza das ruas, construção de estradas e de jardins. 3. Os arquipélagos da Madeira e dos Açores são regiões autónomas, pois têm órgãos de governo próprios para fazer e executar as leis de cada região. O poder local toma decisões que se destinam apenas às populações do concelho ou da freguesia. Os órgãos do poder local são: a Assembleia Municipal, a Câmara Municipal, a Assembleia de Freguesia e a Junta de Freguesia. O poder local está mais próximo das populações, logo é mais fácil resolver os seus problemas. Compete ao poder local, por exemplo, construir e ga- rantir a manutenção de estradas, jardins, escolas do 1.o ciclo e garantir a limpeza das ruas.
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