Formadora: Deyse Silva
INTEGRAÇÃO CURRICULAR E
TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO:
Material tecnologias educacionais,concurso professor estadual sp 2024
Ensino Híbrido: abordagem que considera que o aluno
aprende pelo menos, em parte, por meio de ambiente online
Dentro ou Fora do Espaço Escolar
Por meio de tecnologias digitais e internet
Presencial
+
Online
A aprendizagem está integrada ao uso de tecnologias digitais, oferecendo
ao estudante a oportunidade de se mover, gradativamente, para:
• o papel de protagonista no processo de construção de conhecimento e;
• promoção da autonomia e da responsabilidade do estudante no ensino híbrido.
Rotação por estações: alunos distribuídos em grupos, em cada
grupo se trabalha um tema.
Laboratório rotacional: alunos distribuídos em dois grupos,
que se revezam entre fazer atividades pré-determinadas
pelo professor.
Um grupo em sala de aula;
Outro grupo no laboratório de informática.
Sala de aula invertida: onde o aluno estuda os conteúdos
em casa e realiza as atividades em sala de aula.
Movimenta o aluno a construir novos conhecimentos;
Aprendizagem é integrada ao uso de tecnologias
Então o papel do professor é:
1. a valorização da autonomia do aluno;
2. a organização do espaço escolar para o uso integrado das tecnologias
digitais;
3. a reflexão sobre qual a melhor forma de avaliar nesse processo;
4. o envolvimento da gestão para propiciar uma mudança gradativa na cultura
escolar;
Impacta nos resultados esperados em relação ao desempenho dos alunos
Importância de movimentar o aluno do papel de mero espectador para
o de protagonista e a construção de conhecimentos por meio da
autonomia e da valorização das relações interpessoais.
São os principais benefícios da personalização que
possibilita, também, o uso das tecnologias digitais nos mais
diferentes espaços escolares.
a motivação;
a maximização do aprendizado;
O professor do Ensino híbrido:
Assume um papel de articulador
Atende às demandas reais da sala de aula
Utiliza de todos os recursos para que os alunos realmente aprendam,
compreendendo que os alunos não aprendem todos da mesma forma
Personalização
Possibilita o uso das tecnologias em diversos espaços
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MORAN, José. BACICH, Lilian. Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma
abordagem teóricoprática. Porto Alegre: Penso, 2018.
Pós-doutoranda no Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP), Doutora em Psicologia
Escolar e do Desenvolvimento Humano (IP-USP), Mestre em Educação: Psicologia da
Educação pela PUC/SP, graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Presbiteriana
Mackenzie e em Pedagogia pela Universidade de São Paulo, com especialização em
orientação, administração e supervisão escolar. Experiência na Educação Básica, atuando
como coordenadora de Pós-graduação e em formação de professores. Organizadora dos
livros: Ensino Híbrido: personalização e tecnologia na educação; Metodologias ativas para
uma educação inovadora e STEAM em sala de aula.
professor, pesquisador,conferencista e mentor de
projetos de transformação na Educação, com
ênfase em metodologias ativas, modelos híbridos,
tecnologias digitais e projeto de vida.
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Professora Associada da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Livre docente em
Educação e Tecnologia (PUC-SP, 2019), Doutora em Educação: Currículo (PUC-SP, 2000),mestre em
Educação: Supervisão e Currículo (PUC-SP, 1996), bacharel e licenciada em Matemática (Universidade
Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, 1973). Foi membro do Comitê Assessor da área de Educação
do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq, 2014 a julho, 2017),
pesquisador produtividade PQ 1C do CNPq, parecerista ad hoc do CNPq, CAPES, FAPESP, líder do
grupo de pesquisa Formação de educadores com suporte em meio digital, certificado em 2003.
Coordenou o Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da PUC-SP (2009-2013), foi vice
coordenadora desse Programa (2020- 07.2023). É vice editora chefe e membro do comitê editorial da
Revista e-Curriculum (Qualis A2). Participa de redes de pesquisa nacionais e internacionais. Tem
experiência em Educação e Tecnologias, com pesquisas e publicações sobre currículo e tecnologias,
educação a distância, tecnologias e formação de professores, web currículo, cultura digital e
educação, narrativa digital, educação híbrida.http://orcid.org/0000-0001-5793-2878
Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia de São Carlos USP (1970), Mestre em
Ciência da Computação pelo Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da
Computação da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp (1974), Mestre pelo
Programa Interdisciplinar de Ciência e Educação do Massachusetts Institute of
Technology MIT (1979), Doutor pelo Departamento de Engenharia Mecânica e Divisão
para o Estudo e Pesquisa em Educação do Massachusetts Institute of Technology MIT
(1983) e Livre Docente pelo Departamento de Multimeios, Mídia e Comunicação do
Instituto de Artes da Unicamp (2005). Pesquisador Colaborador do Núcleo de Informática
Aplicada à Educação (NIED), UNICAMP e do Programa de Pós-graduação Metodologias
para o Ensino de Linguagens e suas Tecnologias da UNOPAR. Atualmente pesquisando a
cultura maker em contextos formais de educação e não formais, como parte do Projeto
Maker Culture da Columbia University.
INTEGRAÇÃO CURRÍCULO E TECNOLOGIAS E A PRODUÇÃO DE NARRATIVAS DIGITAIS
De um modo geral, é possível constatar que as Tecnologias Digitais de Informação
e Comunicação (TDIC) e as mídias digitais têm causado grande impacto em
praticamente todos os segmentos da nossa sociedade, da nossa vida e, sobretudo,
no desenvolvimento do conhecimento científico e nos avanços da ciência. No entanto,
na Educação, a presença destas tecnologias é muito pouco significativa e seu potencial
é pouco explorado. Ainda não observamos nos processos de ensino e de
aprendizagem, em distintos níveis, do Básico ao Superior, os mesmos impactos e
transformações visivelmente identificados em outros segmentos, tais como no sistema
bancário, nos processos administrativos, nos serviços e nas empresas em geral.
Diversos estudos, experiências e pesquisas têm sido
realizados sobre a produção de narrativas digitais,
enfatizando, sobretudo, os usos das TDIC; a
motivação dos alunos; o desenvolvimento da
capacidade de expressar, organizar e comunicar
ideias próprias, com o uso das características da
hipermodalidade, bem como de memorização das
histórias e a versatilidade do trabalho, com narrativas
em distintas áreas de conhecimento.
refletir sobre as
contribuições das
TDIC integradas com o
currículo, por meio da
produção de narrativas
digitais com foco nos
processos de
construção do
conhecimento, e com o
uso de diferentes
recursos e múltiplos
letramentos propiciados
pelas TDIC.
Contudo, é importante salientar
que o domínio das TDIC não se
constitui como pré requisito para
a produção de narrativas, e que
cabe aos agentes de formação
prover condições para que os
alunos possam desenvolver os
diferentes letramentos digitais
O próprio conceito de letramento alfabético possui diferentes níveis, abrangendo desde as
competências necessárias para que o indivíduo funcione adequadamente em um
contexto social, até níveis de letramento mais sofisticados de usar a leitura e a escrita
como um meio de tomar consciência da realidade e de transformá-la, como propôs Paulo
Freire (1987).
Na ótica de Freire, transposta para o contexto de uso das TDIC, o sujeito passa a ser autor,
produtor de suas obras, mobilizando letramentos na leitura e construção de conhecimento,
com o uso de linguagens midiáticas em práticas multimodais ou hipermodais; participando
criticamente do mundo digital como leitor ativo, produtor e emissor de informações
provenientes de textos construídos com palavras, gráficos, sons e imagens dispostos em
um mesmo plano; dominando as regras que regem a prática social da comunicação
midiatizada pelos instrumentos e símbolos da sociedade digital (BUZATO, 2009).
Assim, a capacidade de uso dessas tecnologias no
desenvolvimento de narrativas digitais passa a ser
intimamente relacionada com determinadas competências
que devem ser desenvolvidas pelas pessoas. Como parte dos
letramentos, é necessário o domínio de como navegar e saber
utilizar os hiperlinks. Santaella (2004) observou que usuários de
hipermídia utilizam habilidades distintas daquele que lê um texto
impresso, que são distintas daquelas empregadas quando
recebem imagens, como no cinema ou na televisão.
Isso significa que os processos de ensino e de aprendizagem
devem incorporar cada vez mais o uso de instrumentos,
interfaces e signos das tecnologias digitais, para que os alunos e
os educadores possam manipular e aprender a ler, escrever e se
expressar usando essas novas modalidades e meios de
comunicação, procurando atingir níveis mais sofisticados de
letramentos e participando da sociedade digital, uma das
condições atuais para a inclusão social e a vivência democrática.
A produção de narrativas educacionais pode ser bastante útil nesta
empreitada.
Assim, é essencial uma educação que ofereça condições de
aprendizagem em contextos de incertezas, desenvolvimento de
múltiplos letramentos, questionamento da informação,
autonomia para resolução de problemas complexos,
convivência com a diversidade, trabalho em grupo, participação
ativa nas redes e compartilhamento de tarefas. Por isomorfismo, a
formação do professor também deve se pautar pela atividade
criadora, reflexiva, crítica, compartilhada e de convivência com as
diferenças, usando as mídias e as tecnologias como linguagem e
instrumento da cultura, estruturantes do pensamento, do currículo,
das metodologias e das relações pedagógicas.
É preciso reinventar a educação, analisar as contribuições, os riscos e as
mudanças advindas da interação com a cultura digital, da integração das TDIC, dos
recursos, das interfaces e das linguagens midiáticas à prática pedagógica, explorar o
potencial de integração entre espaços profissionais, culturais e educativos para a criação
de contextos autênticos de aprendizagem midiatizados pelas tecnologias. Para
impulsionar o engajamento dos estudantes nos processos de ensino e aprendizagem é
premente recontextualizar as metodologias de ensino diante das suas práticas sociais
inerentes à cultura digital, ou seja, integrar as mídias e as TDIC no desenvolvimento e
na recriação de metodologias ativas.
Os estudantes do século XXI, inseridos em uma sociedade do
conhecimento, demandam um olhar do educador focado na
compreensão dos processos de aprendizagem e na promoção
desses processos por meio de uma nova concepção de como
eles ocorrem, independentemente de quem é o sujeito e das
suas condições circundantes. No mundo atual, marcado pela
aceleração e pela transitoriedade das informações, o centro das
atenções passa a ser o sujeito que aprende, a despeito da
diversidade e da multiplicidade dos elementos envolvidos nesse
processo.
Formadora: Deyse Silva
INTEGRAÇÃO CURRICULAR E
TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO:
29/06
Material tecnologias educacionais,concurso professor estadual sp 2024
O ritmo contínuo do progresso tecnológico traz
consigo inovações capazes de beneficiar diversas
áreas da sociedade, como o meio corporativo, o
comércio e até mesmo a educação. Com esses
avanços, as necessidades sociopedagógicas se
alteram a fim de se adaptar às novas demandas da
sociedade, o que requer mudanças na educação.
Por esse motivo, a BNCC (Base Nacional Comum
Curricular) está passando por alterações a fim de
incluir competências e habilidades que
correspondam a essas demandas e também as do
mercado de trabalho.
Tais atualizações visam maior integração entre as
novidades tecnológicas e o ensino, baseando-se
na eficácia comprovada do uso de tecnologia na
educação, que se tornou tendência mundial.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que regulamenta quais são as
aprendizagens essenciais a ser trabalhadas nas escolas brasileiras públicas e particulares de
todos os segmentos.
A principal mudança na BNCC diz respeito à necessidade de uma educação inovadora, capaz
de levar o aluno a desenvolver senso crítico e raciocínio lógico.
Segundo o documento, essa alteração visa “exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à
abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a
imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e
resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das
diferentes áreas”.
Em outro trecho, é citado que a educação básica
também deve “compreender, utilizar e criar
tecnologias digitais de informação e comunicação de
forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas
diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para
se comunicar, acessar e disseminar informações,
produzir conhecimentos, resolver problemas e
exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e
coletiva”.
Tanto a capacidade de pensamento crítico (e seu
decorrente uso em soluções criativas para problemas
cotidianos) quanto a aptidão no uso das novidades
tecnológicas são poderosos diferenciais no mercado
de trabalho, justificando as alterações feitas na
BNCC.
Pôr em prática todas as exigências feitas pelo
documento parece incrivelmente complicado, porém
existe uma forma muito simples de aplicar todas elas
de uma só vez: por meio da inserção da tecnologia na
Tendo em mente a importância da BNCC e a
necessidade de se adequar às suas normas, muitos
profissionais da educação se perguntam como fazer
tais adaptações, ainda mais com os inúmeros
desafios do ambiente escolar, tais como o
desinteresse dos alunos pelos conteúdos ensinados.
A resposta vem por meio da inserção da
tecnologia na sala de aula, pois essa tendência se
alinha perfeitamente à BNCC ao cumprir com todos
os seus requisitos ao mesmo tempo!
Isso se dá pelo fato de que a tecnologia na
educação, por meio da Robótica Educacional ou da
locação de equipamentos de TI como Chromebooks
e lousas digitais, obedece diretamente ao trecho que
se refere ao uso de tecnologias digitais de
informação e comunicação de forma crítica. Com a
orientação do professor, é possível realizar
pesquisas, apresentar slides e vídeos educativos,
trazer trechos de livros e notícias para discussão em
sala de aula e muito mais, tudo enquanto se ensina o
jovem a utilizar essas tecnologias, conhecimento que
lhe será muito útil posteriormente, no momento de
buscar um emprego, por exemplo.
Considerando a importância da tecnologia na educação, em especial com as novas exigências
da BNCC, saber como aplicar essas tecnologias em sala de aula de forma eficaz é essencial
para que sua influência na educação seja benéfica. Confira a seguir alguns métodos de
aplicação da tecnologia nas escolas:
1 – Robótica Educacional: por meio do uso de robôs na escola, os alunos aprendem de forma
divertida conceitos de diversas matérias relacionadas à STEAM (Ciências, Tecnologia, Artes,
Engenharia e Matemática), além do ensino de conceitos próprios à Robótica, como Mecânica,
Elétrica, Eletrônica e Programação, trabalhando assim a interdisciplinaridade!
Competências como empatia, espírito de liderança, respeito às diferenças, gerenciamento de
tempo, recursos e emoções, colaboração e, principalmente, a capacidade de pensar em
soluções criativas para problemas cotidianos também são trabalhadas pela Robótica
Educacional, coincidindo com as competências e capacitações requisitadas pela atualização
da BNCC!
2 – Lousa digital: funciona como um tablet gigante em que é possível
exibir os conteúdos de seu notebook ou Chromebook. Aqui, é possível
interagir com slides, vídeos, gráficos e muito mais, tudo sem ter de ficar
indo ao computador diversas vezes!
3 – Chromebooks: é um tipo de notebook feito para uso na nuvem. Seu
sistema operacional, o Chrome OS, é inspirado no Linux e no navegador
Google Chrome, o que o torna quase imune a vírus e malwares!
Por seu armazenamento ser feito na nuvem, o Chromebook não fica
pesado e lento com o passar do tempo, prolongando sua eficácia
consideravelmente!
4 – Google for Education: o G Suite for Education é um poderoso kit de
ferramentas do Google que promete aprimorar os resultados obtidos por
meio da locação de equipamentos de TI, como tablets e Chromebooks,
por exemplo. Com ele, é possível enviar planilhas, criar aulas, distribuir
tarefas e muito mais, tudo com alta facilidade, precisão e, é claro, sem as
terríveis pilhas de papel!
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TICs é a sigla para Tecnologias da Informação e da Comunicação e diz
respeito às máquinas e programas que geram o acesso ao conhecimento. Elas
consistem no tratamento da informação, articulado com os processos de
transmissão e de comunicação.
A escola representa o espaço de
formação de todas as pessoas,
possibilitando o domínio de
conhecimentos necessários para uma
melhor qualidade de vida das pessoas
Antigamente
Desde tempos antigos, o homem
já utilizava as tecnologias de sua
época, garantindo um processo
crescente de inovação
Atualidade
Investimento em
pesquisas e inovações
para garantir sua
hegemonia.
Educação
LDB: forma de alfabetização digital em todos os níveis de
ensino
Fundamental
Médio
Superior
- Melhoria dos meios de comunicação e informações;
- Professor garante a diversidade e qualidade do ensino;
- Na educação é voltado para uso didático-pedagógico;
TICs
Inovação e socialização
Tecnologia + Educação
As mídias, seja TV ou Internet, provocam novas mediações
entre a abordagem do professor e compreensão do aluno.
A imagem e o som disponíveis na mídia torna mais realista as
informações.
Educação Espaço de formação.
Tecnologias Espaço que transmite muitas informações.
As tecnologias induzem profundas mudanças na maneira de
organizar o ensino.
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Surgiu nos EUA: quando os professores notaram que as
metodologias tradicionais eram incompatíveis com o estilo
de vida e o processo de aprendizagem de certos estudantes.
Sala de Aula Invertida: quatro pilares
1- Ambiente flexível;
2- Cultura da aprendizagem (BNCC);
3- Conteúdo intencional;
4- Educador
O que não pode faltar:
- Vídeos explicativos;
- Podcasts;
- Blogs de referências sobre
o assunto;
Avaliação
Acontece na aproximação com os estudantes e
observação de sua atuação em face dos conteúdos
ofertados.
Estudante protagonista
Sala de aula invertida
A sociedade está passando por um momento de transformações históricas,
decorrentes da globalização e da era digital. Na educação não é diferente.
As metodologias ativas de aprendizagem figuram entre as principais forças
para a modernização do ensino. Entre essas metodologias destaca-se a
sala de aula invertida, ou flipped classroom.
Conceitos da Sala de Aula Invertida
Na sala de aula invertida “o que tradicionalmente é feito em sala de aula, agora é
executado em casa, e o que tradicionalmente é feito como trabalho de casa, agora é
realizado em sala de aula” (Bergmann & Sams, 2018, p. 33).
Na Sala de Aula Invertida tem-se uma mudança na forma tradicional de ensinar. O
conteúdo passa a ser estudado em casa e as atividades, realizadas em sala de aula.
Aula síncrona
Acontece em tempo
real, interação virtual
com o professor.
Aula assíncrona
Acontece sem a
necessidade de uma
interação em tempo real.
EX: aulas gravadas
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Atividade na Sala de Aula Invertida
★ Os educandos recebem feedback imediatamente após a efetivação das atividades
presenciais.
★ Os alunos são incentivados a participar das atividades on-line e das presenciais, sendo
que elas são computadas na avaliação formal do aluno, ou seja, valem nota.
★ Tanto o material a ser usado on-line quanto os ambientes de aprendizagem em sala de
aula são bem estruturados e planejados.
QUAIS AS VANTAGENS PARA O PROFESSOR?
O professor deixa de ser o centro
das atenções e passa a auxiliar o
estudante no processo de
aprendizagem como um mentor,
um especialista no assunto;
Possui mais liberdade para
desenvolver e utilizar recursos
didáticos diferenciados para o
aprendizado do estudante;
QUAIS AS VANTAGENS PARA OS ALUNOS?
❏ O aluno se torna mais autônomo;
❏ Possui mais liberdade para programar seus estudos;
❏ Há melhoria no desempenho dos alunos e autoestima;
❏ Intensifica a interação aluno-professor, e aluno/aluno;
❏ Ajuda alunos com diferentes habilidades a se superarem;
❏ O aluno assume a responsabilidade pela própria aprendizagem;
❏ A Sala de aula invertida auxilia os estudantes que enfrentam dificuldades;
❏ Menos tarefa de casa, uma vez que muitos exercícios são feitos em sala de
aula em equipe.
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Sala de Aula invertida
Vem para modernizar o ensino;
Articulação dos espaços de estudos do estudante;
Conhecimentos.
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Paulo Freire a teoria da prática e colocar o aprendiz como responsável por sua
própria formação.
Utilização das metodologias ativas permite ao aluno atuar com autonomia e protagonismo
planejamento do tema da aula
contato com um problema real
“aplicativos na educação”
análise, comparação, debate em dupla
brainstorm com post-its:
realizar o debate e a discussão de ideias
sobre determinado tema ou problema construção de situações-
problema
“ensino híbrido”
“mapas mentais”
“narração de história (storytelling)”
Resolução de problemas;
Construção de situações-problemas;
Contato com o problemas a ser solucionado;
Ensino híbrido;
Paulo Freire: teoria + prática
Aluno responsável por sua própria aprendizagem
Autonomia e Protagonismo
● Pesquisa e busca de conhecimento em seguida compartilhada com
todos;
● Atividades baseadas no interesse dos alunos;
● Valoriza os conhecimentos prévios dos alunos;
● Aprendizagem significativa;
● Mudança nos padrões tradicionais;
● Aprendizado interativo; ligado a situações reais;
● Educação Inovadora: metodologia sativas que desenvolva uma formação
crítica através da autonomia;
● Proporciona ao aluno por mais tempo, o conhecimento internalizado.
• Sujeito crítico, reflexivo, transformador, humanizado que faz melhorar sua
capacidade em resolver problemas;
• Pedagogia centrada na criatividade e protagonismo do aluno;
• Profissionais da educação qualificados para trabalhar metodologias ativas
inovadoras;
• Aproxima a teoria da prática;
• Teoria libertadora, problematizadora e conscientizadora (Paulo Freire);
• Experiências dos aprendizes para gerar novos conhecimentos capazes de
transformar a realidade social que está inserido;
• Transdisciplinaridade: procura transbordar as disciplinas e considerar outras
dimensões além da cognitiva ao trabalhar conhecimentos.
A escola vira espaço para:
● Intuição;
● Emoções;
● Integrador;
● Sentimentos;
● Expressões
Melhora o processo de ensino;
Torna as aulas atraentes
Engloba no contexto escolar em
todas as disciplinas.
Por que usar as Metodologias Ativas?
Tecnologias
Prevê mudanças na
educação em relação aos
métodos utilizados nas
escolas
Alunos
São desmotivados
no ensino
tradicional
O aluno aprende de modo
colaborativo e
interdisciplinar.
Estratégias pedagógicas
Atividade de contato de aprendizagem: aluno responsável de
aprendizagem.
Análise de todos os fatores ou ideias: planejamento da aula
ou do tema a ser trabalhado.
Aplicabilidade de um conceito por representação visual
com envolvimento do estudo de caso: problema.
Estratégias pedagógicas
Aplicativos na educação: potencializa e amplia a capacidade
de concentração e participação do aprendiz.
Árvore de problemas: identificar causa e consequências;
Debate inteligente: os alunos preparam argumentos e
constroem argumentos.
Debate dois, quatro e todos: reflexão sobre o conteúdo.
Estratégias pedagógicas
Construção de situação-problema.
Construir um muro: os alunos apontam o que é relevante para
resolução de problema
● Priorizar ideias;
● Informações;
● Discutir e justificar suas escolhas.
Brainwriting: consiste em realizar o debate e a discussão de
ideias sobre determinado tema ou problema.
Estratégias pedagógicas
Corrida intelectual gamificada: jogo em grupo competitivo.
Estudo de caso: confrontar realidades que possibilitem
desafios e propostas de soluções.
Construção de um estudo de caso.
Ensino híbrido : Online + Presencial
GEEK: Avaliação diagnóstica.
Estratégias pedagógicas
Giro colaborativo: coleta de ideias e compartilhamento de
opiniões.
Intercâmbio: diálogo que acontece entre o autor e leitor.
Reflexão + Relação com o texto.
Mapeamento das causa: Causas do problema e suas soluções
Jogo de cartas: aprendem com um conjunto de cartas sobre o
tema estudado.
Estratégias pedagógicas
Diagrama dos cincos porquês: estabelece o problema e
pergunta como o problema ocorreu.
Disputa argumentativa com Flashcards: debate
argumentativo com auditório e plateia.
Diferentes perspectivas de um texto:
● Ampliação de sua visão pessoal do texto + a visão do outro
sobre o texto;
● Vários pontos de vista diferentes.
Estratégias pedagógicas
Diagrama dos cincos porquês: estabelece o problema e
pergunta como o problema ocorreu.
Disputa argumentativa com Flashcards: debate
argumentativo com auditório e plateia.
Diferentes perspectivas de um texto:
● Ampliação de sua visão pessoal do texto + a visão do outro
sobre o texto;
● Vários pontos de vista diferentes.
Estratégias pedagógicas
Jogo do verdadeiro ou falso ou discussão: situação ensino-
aprendizagem desenvolvendo ação ativa motivadora.
Mapeamento de causas: pensar em causa diretas ou indiretas,
sobre um problema.
Para Moran, há inúmeros grupos interessantes nas redes sociais – Facebook, LinkedIn,
WhatsApp – em que é possível ampliarmos nossos horizontes e nos motivarmos a ser proativos,
corresponsáveis por múltiplas aprendizagens. Nesse sentido, utilizando esses grupos nas redes
sociais, é correto afirmar que acabamos nos tornando:
A) Coadjuvantes e figurantes.
B) Autores e participantes.
C) Imprevisíveis e individualistas.
D) Coautores, coparticipantes e coaprendentes.
E) Coaprendentes, imprevisíveis e figurinistas.
Vários livros que abordam o conceito de sala de aula invertida.
Considere as afirmações sobre a metodologia proposta por esse modelo.
I. Os estudantes atuam como transmissores de informações obtidas em plataformas digitais e o professor é mero observador.
II. Os estudantes são dispensados da aula presencial e todo conteúdo programático é transmitido e avaliado via internet.
III. Os estudantes e os professores utilizam o tempo da mesma forma que nas metodologias tradicionais.
IV. Os estudantes têm acesso prévio ao conteúdo da aula e estudam no tempo, no ritmo e em qualquer lugar que desejarem.
V. A sala de aula se torna o lugar onde os estudantes tiram suas dúvidas, fazem exercícios e participam de atividades em
grupo.
Estão corretos, apenas, os itens:
A-I e IV.
B-I e III.
C-II e V.
D-II e III.
E-IV e V.

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Material tecnologias educacionais,concurso professor estadual sp 2024

  • 1. Formadora: Deyse Silva INTEGRAÇÃO CURRICULAR E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO:
  • 3. Ensino Híbrido: abordagem que considera que o aluno aprende pelo menos, em parte, por meio de ambiente online Dentro ou Fora do Espaço Escolar Por meio de tecnologias digitais e internet Presencial + Online
  • 4. A aprendizagem está integrada ao uso de tecnologias digitais, oferecendo ao estudante a oportunidade de se mover, gradativamente, para: • o papel de protagonista no processo de construção de conhecimento e; • promoção da autonomia e da responsabilidade do estudante no ensino híbrido.
  • 5. Rotação por estações: alunos distribuídos em grupos, em cada grupo se trabalha um tema. Laboratório rotacional: alunos distribuídos em dois grupos, que se revezam entre fazer atividades pré-determinadas pelo professor. Um grupo em sala de aula; Outro grupo no laboratório de informática.
  • 6. Sala de aula invertida: onde o aluno estuda os conteúdos em casa e realiza as atividades em sala de aula.
  • 7. Movimenta o aluno a construir novos conhecimentos; Aprendizagem é integrada ao uso de tecnologias
  • 8. Então o papel do professor é: 1. a valorização da autonomia do aluno; 2. a organização do espaço escolar para o uso integrado das tecnologias digitais; 3. a reflexão sobre qual a melhor forma de avaliar nesse processo; 4. o envolvimento da gestão para propiciar uma mudança gradativa na cultura escolar; Impacta nos resultados esperados em relação ao desempenho dos alunos
  • 9. Importância de movimentar o aluno do papel de mero espectador para o de protagonista e a construção de conhecimentos por meio da autonomia e da valorização das relações interpessoais. São os principais benefícios da personalização que possibilita, também, o uso das tecnologias digitais nos mais diferentes espaços escolares. a motivação; a maximização do aprendizado;
  • 10. O professor do Ensino híbrido: Assume um papel de articulador Atende às demandas reais da sala de aula Utiliza de todos os recursos para que os alunos realmente aprendam, compreendendo que os alunos não aprendem todos da mesma forma
  • 11. Personalização Possibilita o uso das tecnologias em diversos espaços
  • 13. MORAN, José. BACICH, Lilian. Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teóricoprática. Porto Alegre: Penso, 2018. Pós-doutoranda no Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP), Doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano (IP-USP), Mestre em Educação: Psicologia da Educação pela PUC/SP, graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Pedagogia pela Universidade de São Paulo, com especialização em orientação, administração e supervisão escolar. Experiência na Educação Básica, atuando como coordenadora de Pós-graduação e em formação de professores. Organizadora dos livros: Ensino Híbrido: personalização e tecnologia na educação; Metodologias ativas para uma educação inovadora e STEAM em sala de aula. professor, pesquisador,conferencista e mentor de projetos de transformação na Educação, com ênfase em metodologias ativas, modelos híbridos, tecnologias digitais e projeto de vida.
  • 40. Professora Associada da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Livre docente em Educação e Tecnologia (PUC-SP, 2019), Doutora em Educação: Currículo (PUC-SP, 2000),mestre em Educação: Supervisão e Currículo (PUC-SP, 1996), bacharel e licenciada em Matemática (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, 1973). Foi membro do Comitê Assessor da área de Educação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq, 2014 a julho, 2017), pesquisador produtividade PQ 1C do CNPq, parecerista ad hoc do CNPq, CAPES, FAPESP, líder do grupo de pesquisa Formação de educadores com suporte em meio digital, certificado em 2003. Coordenou o Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da PUC-SP (2009-2013), foi vice coordenadora desse Programa (2020- 07.2023). É vice editora chefe e membro do comitê editorial da Revista e-Curriculum (Qualis A2). Participa de redes de pesquisa nacionais e internacionais. Tem experiência em Educação e Tecnologias, com pesquisas e publicações sobre currículo e tecnologias, educação a distância, tecnologias e formação de professores, web currículo, cultura digital e educação, narrativa digital, educação híbrida.http://orcid.org/0000-0001-5793-2878 Engenheiro Mecânico pela Escola de Engenharia de São Carlos USP (1970), Mestre em Ciência da Computação pelo Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp (1974), Mestre pelo Programa Interdisciplinar de Ciência e Educação do Massachusetts Institute of Technology MIT (1979), Doutor pelo Departamento de Engenharia Mecânica e Divisão para o Estudo e Pesquisa em Educação do Massachusetts Institute of Technology MIT (1983) e Livre Docente pelo Departamento de Multimeios, Mídia e Comunicação do Instituto de Artes da Unicamp (2005). Pesquisador Colaborador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED), UNICAMP e do Programa de Pós-graduação Metodologias para o Ensino de Linguagens e suas Tecnologias da UNOPAR. Atualmente pesquisando a cultura maker em contextos formais de educação e não formais, como parte do Projeto Maker Culture da Columbia University. INTEGRAÇÃO CURRÍCULO E TECNOLOGIAS E A PRODUÇÃO DE NARRATIVAS DIGITAIS
  • 41. De um modo geral, é possível constatar que as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) e as mídias digitais têm causado grande impacto em praticamente todos os segmentos da nossa sociedade, da nossa vida e, sobretudo, no desenvolvimento do conhecimento científico e nos avanços da ciência. No entanto, na Educação, a presença destas tecnologias é muito pouco significativa e seu potencial é pouco explorado. Ainda não observamos nos processos de ensino e de aprendizagem, em distintos níveis, do Básico ao Superior, os mesmos impactos e transformações visivelmente identificados em outros segmentos, tais como no sistema bancário, nos processos administrativos, nos serviços e nas empresas em geral.
  • 42. Diversos estudos, experiências e pesquisas têm sido realizados sobre a produção de narrativas digitais, enfatizando, sobretudo, os usos das TDIC; a motivação dos alunos; o desenvolvimento da capacidade de expressar, organizar e comunicar ideias próprias, com o uso das características da hipermodalidade, bem como de memorização das histórias e a versatilidade do trabalho, com narrativas em distintas áreas de conhecimento.
  • 43. refletir sobre as contribuições das TDIC integradas com o currículo, por meio da produção de narrativas digitais com foco nos processos de construção do conhecimento, e com o uso de diferentes recursos e múltiplos letramentos propiciados pelas TDIC. Contudo, é importante salientar que o domínio das TDIC não se constitui como pré requisito para a produção de narrativas, e que cabe aos agentes de formação prover condições para que os alunos possam desenvolver os diferentes letramentos digitais
  • 44. O próprio conceito de letramento alfabético possui diferentes níveis, abrangendo desde as competências necessárias para que o indivíduo funcione adequadamente em um contexto social, até níveis de letramento mais sofisticados de usar a leitura e a escrita como um meio de tomar consciência da realidade e de transformá-la, como propôs Paulo Freire (1987). Na ótica de Freire, transposta para o contexto de uso das TDIC, o sujeito passa a ser autor, produtor de suas obras, mobilizando letramentos na leitura e construção de conhecimento, com o uso de linguagens midiáticas em práticas multimodais ou hipermodais; participando criticamente do mundo digital como leitor ativo, produtor e emissor de informações provenientes de textos construídos com palavras, gráficos, sons e imagens dispostos em um mesmo plano; dominando as regras que regem a prática social da comunicação midiatizada pelos instrumentos e símbolos da sociedade digital (BUZATO, 2009).
  • 45. Assim, a capacidade de uso dessas tecnologias no desenvolvimento de narrativas digitais passa a ser intimamente relacionada com determinadas competências que devem ser desenvolvidas pelas pessoas. Como parte dos letramentos, é necessário o domínio de como navegar e saber utilizar os hiperlinks. Santaella (2004) observou que usuários de hipermídia utilizam habilidades distintas daquele que lê um texto impresso, que são distintas daquelas empregadas quando recebem imagens, como no cinema ou na televisão.
  • 46. Isso significa que os processos de ensino e de aprendizagem devem incorporar cada vez mais o uso de instrumentos, interfaces e signos das tecnologias digitais, para que os alunos e os educadores possam manipular e aprender a ler, escrever e se expressar usando essas novas modalidades e meios de comunicação, procurando atingir níveis mais sofisticados de letramentos e participando da sociedade digital, uma das condições atuais para a inclusão social e a vivência democrática. A produção de narrativas educacionais pode ser bastante útil nesta empreitada.
  • 47. Assim, é essencial uma educação que ofereça condições de aprendizagem em contextos de incertezas, desenvolvimento de múltiplos letramentos, questionamento da informação, autonomia para resolução de problemas complexos, convivência com a diversidade, trabalho em grupo, participação ativa nas redes e compartilhamento de tarefas. Por isomorfismo, a formação do professor também deve se pautar pela atividade criadora, reflexiva, crítica, compartilhada e de convivência com as diferenças, usando as mídias e as tecnologias como linguagem e instrumento da cultura, estruturantes do pensamento, do currículo, das metodologias e das relações pedagógicas.
  • 48. É preciso reinventar a educação, analisar as contribuições, os riscos e as mudanças advindas da interação com a cultura digital, da integração das TDIC, dos recursos, das interfaces e das linguagens midiáticas à prática pedagógica, explorar o potencial de integração entre espaços profissionais, culturais e educativos para a criação de contextos autênticos de aprendizagem midiatizados pelas tecnologias. Para impulsionar o engajamento dos estudantes nos processos de ensino e aprendizagem é premente recontextualizar as metodologias de ensino diante das suas práticas sociais inerentes à cultura digital, ou seja, integrar as mídias e as TDIC no desenvolvimento e na recriação de metodologias ativas.
  • 49. Os estudantes do século XXI, inseridos em uma sociedade do conhecimento, demandam um olhar do educador focado na compreensão dos processos de aprendizagem e na promoção desses processos por meio de uma nova concepção de como eles ocorrem, independentemente de quem é o sujeito e das suas condições circundantes. No mundo atual, marcado pela aceleração e pela transitoriedade das informações, o centro das atenções passa a ser o sujeito que aprende, a despeito da diversidade e da multiplicidade dos elementos envolvidos nesse processo.
  • 50. Formadora: Deyse Silva INTEGRAÇÃO CURRICULAR E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: 29/06
  • 52. O ritmo contínuo do progresso tecnológico traz consigo inovações capazes de beneficiar diversas áreas da sociedade, como o meio corporativo, o comércio e até mesmo a educação. Com esses avanços, as necessidades sociopedagógicas se alteram a fim de se adaptar às novas demandas da sociedade, o que requer mudanças na educação. Por esse motivo, a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) está passando por alterações a fim de incluir competências e habilidades que correspondam a essas demandas e também as do mercado de trabalho. Tais atualizações visam maior integração entre as novidades tecnológicas e o ensino, baseando-se na eficácia comprovada do uso de tecnologia na educação, que se tornou tendência mundial.
  • 53. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que regulamenta quais são as aprendizagens essenciais a ser trabalhadas nas escolas brasileiras públicas e particulares de todos os segmentos. A principal mudança na BNCC diz respeito à necessidade de uma educação inovadora, capaz de levar o aluno a desenvolver senso crítico e raciocínio lógico. Segundo o documento, essa alteração visa “exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas”.
  • 54. Em outro trecho, é citado que a educação básica também deve “compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva”. Tanto a capacidade de pensamento crítico (e seu decorrente uso em soluções criativas para problemas cotidianos) quanto a aptidão no uso das novidades tecnológicas são poderosos diferenciais no mercado de trabalho, justificando as alterações feitas na BNCC. Pôr em prática todas as exigências feitas pelo documento parece incrivelmente complicado, porém existe uma forma muito simples de aplicar todas elas de uma só vez: por meio da inserção da tecnologia na
  • 55. Tendo em mente a importância da BNCC e a necessidade de se adequar às suas normas, muitos profissionais da educação se perguntam como fazer tais adaptações, ainda mais com os inúmeros desafios do ambiente escolar, tais como o desinteresse dos alunos pelos conteúdos ensinados. A resposta vem por meio da inserção da tecnologia na sala de aula, pois essa tendência se alinha perfeitamente à BNCC ao cumprir com todos os seus requisitos ao mesmo tempo! Isso se dá pelo fato de que a tecnologia na educação, por meio da Robótica Educacional ou da locação de equipamentos de TI como Chromebooks e lousas digitais, obedece diretamente ao trecho que se refere ao uso de tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica. Com a orientação do professor, é possível realizar pesquisas, apresentar slides e vídeos educativos, trazer trechos de livros e notícias para discussão em sala de aula e muito mais, tudo enquanto se ensina o jovem a utilizar essas tecnologias, conhecimento que lhe será muito útil posteriormente, no momento de buscar um emprego, por exemplo.
  • 56. Considerando a importância da tecnologia na educação, em especial com as novas exigências da BNCC, saber como aplicar essas tecnologias em sala de aula de forma eficaz é essencial para que sua influência na educação seja benéfica. Confira a seguir alguns métodos de aplicação da tecnologia nas escolas: 1 – Robótica Educacional: por meio do uso de robôs na escola, os alunos aprendem de forma divertida conceitos de diversas matérias relacionadas à STEAM (Ciências, Tecnologia, Artes, Engenharia e Matemática), além do ensino de conceitos próprios à Robótica, como Mecânica, Elétrica, Eletrônica e Programação, trabalhando assim a interdisciplinaridade! Competências como empatia, espírito de liderança, respeito às diferenças, gerenciamento de tempo, recursos e emoções, colaboração e, principalmente, a capacidade de pensar em soluções criativas para problemas cotidianos também são trabalhadas pela Robótica Educacional, coincidindo com as competências e capacitações requisitadas pela atualização da BNCC!
  • 57. 2 – Lousa digital: funciona como um tablet gigante em que é possível exibir os conteúdos de seu notebook ou Chromebook. Aqui, é possível interagir com slides, vídeos, gráficos e muito mais, tudo sem ter de ficar indo ao computador diversas vezes! 3 – Chromebooks: é um tipo de notebook feito para uso na nuvem. Seu sistema operacional, o Chrome OS, é inspirado no Linux e no navegador Google Chrome, o que o torna quase imune a vírus e malwares! Por seu armazenamento ser feito na nuvem, o Chromebook não fica pesado e lento com o passar do tempo, prolongando sua eficácia consideravelmente! 4 – Google for Education: o G Suite for Education é um poderoso kit de ferramentas do Google que promete aprimorar os resultados obtidos por meio da locação de equipamentos de TI, como tablets e Chromebooks, por exemplo. Com ele, é possível enviar planilhas, criar aulas, distribuir tarefas e muito mais, tudo com alta facilidade, precisão e, é claro, sem as terríveis pilhas de papel!
  • 66. TICs é a sigla para Tecnologias da Informação e da Comunicação e diz respeito às máquinas e programas que geram o acesso ao conhecimento. Elas consistem no tratamento da informação, articulado com os processos de transmissão e de comunicação. A escola representa o espaço de formação de todas as pessoas, possibilitando o domínio de conhecimentos necessários para uma melhor qualidade de vida das pessoas Antigamente Desde tempos antigos, o homem já utilizava as tecnologias de sua época, garantindo um processo crescente de inovação Atualidade Investimento em pesquisas e inovações para garantir sua hegemonia. Educação
  • 67. LDB: forma de alfabetização digital em todos os níveis de ensino Fundamental Médio Superior
  • 68. - Melhoria dos meios de comunicação e informações; - Professor garante a diversidade e qualidade do ensino; - Na educação é voltado para uso didático-pedagógico; TICs
  • 69. Inovação e socialização Tecnologia + Educação As mídias, seja TV ou Internet, provocam novas mediações entre a abordagem do professor e compreensão do aluno. A imagem e o som disponíveis na mídia torna mais realista as informações.
  • 70. Educação Espaço de formação. Tecnologias Espaço que transmite muitas informações. As tecnologias induzem profundas mudanças na maneira de organizar o ensino.
  • 73. Surgiu nos EUA: quando os professores notaram que as metodologias tradicionais eram incompatíveis com o estilo de vida e o processo de aprendizagem de certos estudantes.
  • 74. Sala de Aula Invertida: quatro pilares 1- Ambiente flexível; 2- Cultura da aprendizagem (BNCC); 3- Conteúdo intencional; 4- Educador O que não pode faltar: - Vídeos explicativos; - Podcasts; - Blogs de referências sobre o assunto;
  • 75. Avaliação Acontece na aproximação com os estudantes e observação de sua atuação em face dos conteúdos ofertados. Estudante protagonista
  • 76. Sala de aula invertida A sociedade está passando por um momento de transformações históricas, decorrentes da globalização e da era digital. Na educação não é diferente. As metodologias ativas de aprendizagem figuram entre as principais forças para a modernização do ensino. Entre essas metodologias destaca-se a sala de aula invertida, ou flipped classroom.
  • 77. Conceitos da Sala de Aula Invertida Na sala de aula invertida “o que tradicionalmente é feito em sala de aula, agora é executado em casa, e o que tradicionalmente é feito como trabalho de casa, agora é realizado em sala de aula” (Bergmann & Sams, 2018, p. 33). Na Sala de Aula Invertida tem-se uma mudança na forma tradicional de ensinar. O conteúdo passa a ser estudado em casa e as atividades, realizadas em sala de aula.
  • 78. Aula síncrona Acontece em tempo real, interação virtual com o professor. Aula assíncrona Acontece sem a necessidade de uma interação em tempo real. EX: aulas gravadas
  • 80. Atividade na Sala de Aula Invertida ★ Os educandos recebem feedback imediatamente após a efetivação das atividades presenciais. ★ Os alunos são incentivados a participar das atividades on-line e das presenciais, sendo que elas são computadas na avaliação formal do aluno, ou seja, valem nota. ★ Tanto o material a ser usado on-line quanto os ambientes de aprendizagem em sala de aula são bem estruturados e planejados.
  • 81. QUAIS AS VANTAGENS PARA O PROFESSOR? O professor deixa de ser o centro das atenções e passa a auxiliar o estudante no processo de aprendizagem como um mentor, um especialista no assunto; Possui mais liberdade para desenvolver e utilizar recursos didáticos diferenciados para o aprendizado do estudante;
  • 82. QUAIS AS VANTAGENS PARA OS ALUNOS? ❏ O aluno se torna mais autônomo; ❏ Possui mais liberdade para programar seus estudos; ❏ Há melhoria no desempenho dos alunos e autoestima; ❏ Intensifica a interação aluno-professor, e aluno/aluno; ❏ Ajuda alunos com diferentes habilidades a se superarem; ❏ O aluno assume a responsabilidade pela própria aprendizagem; ❏ A Sala de aula invertida auxilia os estudantes que enfrentam dificuldades; ❏ Menos tarefa de casa, uma vez que muitos exercícios são feitos em sala de aula em equipe.
  • 85. Sala de Aula invertida Vem para modernizar o ensino; Articulação dos espaços de estudos do estudante; Conhecimentos.
  • 87. Paulo Freire a teoria da prática e colocar o aprendiz como responsável por sua própria formação. Utilização das metodologias ativas permite ao aluno atuar com autonomia e protagonismo planejamento do tema da aula contato com um problema real “aplicativos na educação” análise, comparação, debate em dupla brainstorm com post-its: realizar o debate e a discussão de ideias sobre determinado tema ou problema construção de situações- problema “ensino híbrido” “mapas mentais” “narração de história (storytelling)”
  • 88. Resolução de problemas; Construção de situações-problemas; Contato com o problemas a ser solucionado; Ensino híbrido;
  • 89. Paulo Freire: teoria + prática Aluno responsável por sua própria aprendizagem Autonomia e Protagonismo
  • 90. ● Pesquisa e busca de conhecimento em seguida compartilhada com todos; ● Atividades baseadas no interesse dos alunos; ● Valoriza os conhecimentos prévios dos alunos; ● Aprendizagem significativa; ● Mudança nos padrões tradicionais; ● Aprendizado interativo; ligado a situações reais; ● Educação Inovadora: metodologia sativas que desenvolva uma formação crítica através da autonomia; ● Proporciona ao aluno por mais tempo, o conhecimento internalizado.
  • 91. • Sujeito crítico, reflexivo, transformador, humanizado que faz melhorar sua capacidade em resolver problemas; • Pedagogia centrada na criatividade e protagonismo do aluno; • Profissionais da educação qualificados para trabalhar metodologias ativas inovadoras; • Aproxima a teoria da prática; • Teoria libertadora, problematizadora e conscientizadora (Paulo Freire); • Experiências dos aprendizes para gerar novos conhecimentos capazes de transformar a realidade social que está inserido; • Transdisciplinaridade: procura transbordar as disciplinas e considerar outras dimensões além da cognitiva ao trabalhar conhecimentos.
  • 92. A escola vira espaço para: ● Intuição; ● Emoções; ● Integrador; ● Sentimentos; ● Expressões Melhora o processo de ensino; Torna as aulas atraentes Engloba no contexto escolar em todas as disciplinas.
  • 93. Por que usar as Metodologias Ativas? Tecnologias Prevê mudanças na educação em relação aos métodos utilizados nas escolas Alunos São desmotivados no ensino tradicional O aluno aprende de modo colaborativo e interdisciplinar.
  • 94. Estratégias pedagógicas Atividade de contato de aprendizagem: aluno responsável de aprendizagem. Análise de todos os fatores ou ideias: planejamento da aula ou do tema a ser trabalhado. Aplicabilidade de um conceito por representação visual com envolvimento do estudo de caso: problema.
  • 95. Estratégias pedagógicas Aplicativos na educação: potencializa e amplia a capacidade de concentração e participação do aprendiz. Árvore de problemas: identificar causa e consequências; Debate inteligente: os alunos preparam argumentos e constroem argumentos. Debate dois, quatro e todos: reflexão sobre o conteúdo.
  • 96. Estratégias pedagógicas Construção de situação-problema. Construir um muro: os alunos apontam o que é relevante para resolução de problema ● Priorizar ideias; ● Informações; ● Discutir e justificar suas escolhas. Brainwriting: consiste em realizar o debate e a discussão de ideias sobre determinado tema ou problema.
  • 97. Estratégias pedagógicas Corrida intelectual gamificada: jogo em grupo competitivo. Estudo de caso: confrontar realidades que possibilitem desafios e propostas de soluções. Construção de um estudo de caso. Ensino híbrido : Online + Presencial GEEK: Avaliação diagnóstica.
  • 98. Estratégias pedagógicas Giro colaborativo: coleta de ideias e compartilhamento de opiniões. Intercâmbio: diálogo que acontece entre o autor e leitor. Reflexão + Relação com o texto. Mapeamento das causa: Causas do problema e suas soluções Jogo de cartas: aprendem com um conjunto de cartas sobre o tema estudado.
  • 99. Estratégias pedagógicas Diagrama dos cincos porquês: estabelece o problema e pergunta como o problema ocorreu. Disputa argumentativa com Flashcards: debate argumentativo com auditório e plateia. Diferentes perspectivas de um texto: ● Ampliação de sua visão pessoal do texto + a visão do outro sobre o texto; ● Vários pontos de vista diferentes.
  • 100. Estratégias pedagógicas Diagrama dos cincos porquês: estabelece o problema e pergunta como o problema ocorreu. Disputa argumentativa com Flashcards: debate argumentativo com auditório e plateia. Diferentes perspectivas de um texto: ● Ampliação de sua visão pessoal do texto + a visão do outro sobre o texto; ● Vários pontos de vista diferentes.
  • 101. Estratégias pedagógicas Jogo do verdadeiro ou falso ou discussão: situação ensino- aprendizagem desenvolvendo ação ativa motivadora. Mapeamento de causas: pensar em causa diretas ou indiretas, sobre um problema.
  • 102. Para Moran, há inúmeros grupos interessantes nas redes sociais – Facebook, LinkedIn, WhatsApp – em que é possível ampliarmos nossos horizontes e nos motivarmos a ser proativos, corresponsáveis por múltiplas aprendizagens. Nesse sentido, utilizando esses grupos nas redes sociais, é correto afirmar que acabamos nos tornando: A) Coadjuvantes e figurantes. B) Autores e participantes. C) Imprevisíveis e individualistas. D) Coautores, coparticipantes e coaprendentes. E) Coaprendentes, imprevisíveis e figurinistas.
  • 103. Vários livros que abordam o conceito de sala de aula invertida. Considere as afirmações sobre a metodologia proposta por esse modelo. I. Os estudantes atuam como transmissores de informações obtidas em plataformas digitais e o professor é mero observador. II. Os estudantes são dispensados da aula presencial e todo conteúdo programático é transmitido e avaliado via internet. III. Os estudantes e os professores utilizam o tempo da mesma forma que nas metodologias tradicionais. IV. Os estudantes têm acesso prévio ao conteúdo da aula e estudam no tempo, no ritmo e em qualquer lugar que desejarem. V. A sala de aula se torna o lugar onde os estudantes tiram suas dúvidas, fazem exercícios e participam de atividades em grupo. Estão corretos, apenas, os itens: A-I e IV. B-I e III. C-II e V. D-II e III. E-IV e V.

Notas do Editor

  • #42: Hipermodalidade : Sistemas de hipermídia são híbridos e permitem ao usuário interagir com textos e gêneros digitais de forma hipermodal. que o diferencia de um organismo multimodal.