O documento explora a importância da meditação na oração cristã, destacando que o erro comum é focar apenas na oração vocal, sem a necessária reflexão e estimulação da inteligência. A meditação deve seguir quatro passos: os sentidos, a imaginação, a inteligência e, finalmente, a vontade, permitindo uma experiência mais profunda do amor a Deus. A falta de meditação pode levar à estagnação espiritual, mesmo com práticas regulares de oração e sacramentos.