Enfº Bezerra
Coren: 400537
OXIGENOTERAPIA
INTRODUÇÃO
Efeitos
Equipe
Multiprofissional
Indicações
Efeitos
Sistema de
Administração
Dosagem
CONCEITO
“Consiste na administração de
oxigênio numa concentração de
pressão superior à encontrada na
atmosfera ambiental para corrigir
e atenuar deficiência de oxigênio
ou hipóxia, aplicada tanto em
situações clínicas agudas quanto
crônicas”. http://gasoxmed.pai.pt/ms/ms
CLASSIFICAÇÃO
• Oxigenoterapia de uso agudo
• Oxigenoterapia de uso prolongado
http://www.mundodastribos.com/oxigenoterapia
• Aumentar a quantidade de oxigênio carreado pelo sangue aos tecidos
OBJETIVO
PRINCIPAL
http://wmnett.com.br/quimica/equilibrio-quimico-e-nosso-organismo/
OUTROS OBJETIVOS
• Aumento da sobrevida
• Aumento da tolerância ao exercício
• Diminuiçãodo tempo de hospitalização
• Diminuiçãoda dispneia
• Diminuiçãoda pressão da artéria pulmonare resistência vascular
pulmonar
• Melhora do desempenho psicomotor
• Melhora da qualidadedevida
INDICAÇÕES
• Situações de hipoxemia;
PaO2 ‹ 60mmHg e SatO2 ‹ 90% em ar ambiente e repouso
SatO2 < 88% durante exercícios ou sono em cardiopatias
ou pneumopatias
INDICAÇÕES
• Parada Cardiorrespiratória
• IAM Reduz sobrecarga cardíaca
• Intoxicação por gases (CO)
• Traumatismos graves
• Angina instável
• Recuperação pós-anestésica (procedimentos cirúrgicos)
• Insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada
• Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)
• Apneia obstrutiva do sono
Hipoxemia
• Diminuição dos níveis de oxigênio existente nos tecidos e órgãos
HIPÓXIATECIDUAL
• Não há oxigênio suficiente para realizar as funções metabólicas
normais.
Hipóxia
Tecidual
Morte
celular
• Manifestações clínicas:
HIPOXEMIA
OXIMETRIA DE PULSO
www.vanguarda.net.br
FORMAS DE
ADMINISTRAÇÃO
Dependem:
• Cavidade oral e nasal
• Fluxo
• Grau de desconfortorespiratório
• Gravidade da hipoxemia
• Necessidadede umidificação
• Tolerânciado paciente
• Posicionamento adequado
FORMAS DE
ADMINISTRAÇÃO
quickmassagepassoapasso.com.
br
Administração de
O2 requer patência
das vias aéreas
www.eins
FORMAS DE
ADMINISTRAÇÃO
NÃO É NECESSÁRIO
Fluxo baixo < 4L/min
Excetoem TQT
www.doctorshealthcare.com.br
Nem sempre é necessário
utilizar água no umid
ficador!
É NECESSÁRIO
Fluxo alto > 4L/min
FORMAS DE
ADMINISTRAÇÃO
Fluxo de O2 X Concentração Ofertada:
- 1 L/min = 24%
- 2 L/min = 28%
- 3 L/min = 32%
- 4 L/min = 36%
- 5 L/min = 40%
- 6 L/min = 44%
FORMAS DE
ADMINISTRAÇÃO
Sistemas de baixo fluxo
• Catéter nasal-44% (6 L)
• Catéter tipo óculos-44% (6L)
• Máscara facial simples-40 à 70 % (6-10 L)
• Máscara com Reservatórionão reinalante-95 à 100 % (10-15 L)
• Máscara com ReservatórioReinalante-60 à 100 % (6-10 L)
• Máscara laríngea
• Pocket Masck- 21 %
Sistema de alto fluxo
• Máscara de Venturi-até 50%
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO
SISTEMADE BAIXOFLUXO
estudianteparamedico.wordpress.com
FORMASDE ADMINISTRAÇÃO
1) Cateter Nasal:
• Introduzido na cavidade nasal (distância = comprimento entre o nariz e
o lóbulo da orelha)
• Removido e substituído a cada 5 horas.
• Fluxo: 1-6 L/min
www.suru.com
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO
2) Cateter tipo óculos:
• Fluxo 1-6L/min
• Não há risco de reinalação deCO2
• Confortável porlongos períodos
• Não impede a alimentaçãoe fala
• Irritação demucosa nasal
www.estaemdomp
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO
3) Máscara facial simples:
• Fluxo de 4 a 15L/min (acima de 8L repensarinterface)
• Abrangenariz e boca
www.engesp.com.br
FORMASDE ADMINISTRAÇÃO
4) Máscara com Reservatório:
• Máscara acopladaa uma bolsa inflável (1 L)
• Fluxo 7 a 10 L/min
• Sistema de Reinalação Parcial ou Sem
Reinalação
www.taiwan-suppliers.org
Máscara com ReinalaçãoParcial
• O fluxo adequado para esvaziar
somente 1/3 do seu conteúdo no
reservatório.
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO
Máscara Sem Reinalação
• O fluxo suficiente para evitar o
colapso do reservatório
• Válvula unidirecional
slideplayer.es
FORMASDE ADMINISTRAÇÃO
5) Máscara de traqueostomia:
• Fluxo de 1 a 15L/min
• Adequare trocar fixação de máscara
• Correta higienização
• Verificarintegridade da pele
• Permite utilizarsistema deVenturi www.medicalexpo.es
SISTEMADE ALTO FLUXO
FORMASDE ADMINISTRAÇÃO
1) Máscara de Venturi
• Entregam um fluxo ≥ demanda ventilatória
• FiO2 fixa: (24-50%)
• 40 a 78L/min
• Reinalação de CO2 não é problema do orifício de saída no corpo da máscara
• Necessidade de umidificação da nasofaringe não umidifica altos fluxos de O2
entregue diretamente na traqueia.
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO
shoppingprohospital.commercesuite.com.br
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO
www.intersurgical.pt
NEBULIZAÇÃO OU AEROSSOLTERAPIA
• Método de administraçãodireta
• Tratamentodas doenças do sistema respiratório
• Rápida ação medicamentosa
• Diminui os efeitos colaterais da toxicidade
sistêmica
• Broncodilatadores
, mucolíticos.
anti-inflamatórios
,
antibióticos
e
www.enciclomedica.com.br
NEBULIZAÇÃO OU AEROSSOLTERAPIA
• A medicação Inalatória utilizada na nebulização é aplicada através da boca, e/ou
cavidade nasal, ou por traqueostomia.
• Realizada através do ar comprimido.
• Fluxo de ar (fluxômetro) suficiente para produzir névoa.
NEBULIZAÇÃO OU AEROSSOLTERAPIA
O sistema de nebulização pode ser acoplado em:
• Máscara de Venturi
• Máscara de TQT
• Aparelho de ventilação não-invasiva (BIPAP)
• Ventiladores mecânicos (final do ramo inspiratório, antes
da conexão em Y)
• Copinho do nebulizador ligado à extensão própria do
ventilador no dispositivo de saída do Ventilador Mecânico
(acionar nebulização no ventilador)
EFEITOS POSITIVOS DO OXIGÊNIO
• Melhora da troca gasosa pulmonar
• Melhora do débito cardíaco
• Diminuiçãoda pressãoarterial
pulmonar
• Diminuiçãoda resistência arte
pulmonar
rial
sculatura
• Diminuiçãodo trabalho da mu
cardíaca
reggaecarros.blogspot.com
Tempoe
Concentração
O2
EFEITOS DELETÉRIOS DO OXIGÊNIO
Administraão
inadequada
Comprometimento
do SNC,
respiratórioe
cardiovascular
EFEITOS DELETÉRIOS DO OXIGÊNIO
• Toxicidadepulmonar e FiO2 > 60% por mais de
48 horas FiO2 = 100% por 12 horas
• Depressão do sistema respiratório
(Hipercapnia)
• Atelectasias por absorção
• Diminuiçãodo surfactante pulmonar
www.adial.com.br
EFEITOS DELETÉRIOS DO OXIGÊNIO
EFEITOS DELETÉRIOS DO OXIGÊNIO
Pacientes com DPOC:
• Ofertar O2 suplementarnaqueles que a saturaçãoformenor que
90%
• DPOC grave o uso de altos fluxos de O2 suplementar pode levar a
retenção de CO2 e piora da acidose respiratória
Titulação do O2 ofertado (Saturação 88-90%)
Recomendado gasometria após 30 a 60 min início
oxigenoterapia
Pulmãoem
desenvolvimento
Sensívelao oxigênio
Retinopatia da
prematuridade
(RPO)
Excessodeoxigênio
suplementar
Danosao organismo
EFEITOS DELETÉRIOS DO OXIGÊNIO
Displasia broncopulmonar
(DBP)
Olhose Pulmão
RN
Prematuro
CUIDADOS
Combustão: Oxigênio + Cigarro
revivare.wordpress.com
www.linde-healthcare.com.br
Manter equipamentos de oxigênio afastado
de qualquer fonte de fogo ou faísca
Rachaduras e armazenamento adequado
CUIDADOS
Inspecionardiariamente a pele
em contato com o cateter de oxigê
io (inclusive atrás das orelhas)
como medida preventiva;
Caso haja irritação local da pele em
contato com o cateter, pode-seusar
protetores atrás das orelhas
(rolinhos de algodãoou gaze)ou
ainda creme à base de água.
e
• Cateter tipo óculos interface mais
utilizada (52%)
• 42% não havia prescrição médica
• 77% monitorização
• 82% acompanhante não
sabe importância do uso
• 29% retirava cateter
• Desconforto
• Falta de ar
• Alimentação
INTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL
É um procedimento que consiste em substituir durante
certo tempo as vias respiratórias superiores do paciente
por um tubo de borracha ou plástico provido de um
balão que se insufla a partir do exterior permitindo o
ajuste do tubo ao trecho que ocupa.
INTUBAÇÃO
ENDOTRAQUEAL
LAMINAS DE LARINGOSCOPIO
INTUBAÇÃO
ENDOTRAQUEAL
BVM/ AMBÚ
INTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL
CANULAS
INTUBAÇÃOENDOTRAQUEAL
INTUBAÇÃOENDOTRAQUEAL
oxigeno 25.pdf treinamento primeiros socorros
MáscaraLaríngea
INDICAÇÕES DAML
• Pacientes inconscientes ou com acentuada depressão do nível de
consciência.
• Quando a ventilação por bolsa-valva-máscara com reservatório e/ou
a IOT não forem possíveis ou a ventilação não reverter os sinais de
hipoxemia;
• Considerar as restriçõesao uso da ML.
ApontadaMLsealojasobreoesfíncteresofagianosuperior.
47
TÉCNICA DE INSERÇÃO DE ML
• Utilizar EPIs.
• Escolher o tamanho da ML considerando o peso aproximado
do paciente.
• Desinflar totalmente o manguito pneumático da ML com
ajuda da uma seringa e uma superfície rígida.
TÉCNICA DE INSERÇÃO DA ML
OBSERVAÇÕES
• Utilizar protetor antimordedura adicional
• (CONFECCIONAR UM PEQUENO ROLO DE GAZE DE DIÂMETRO MAIOR QUE O TUBO DA ML E
COLOCÁ-LO LATERALMENTE ENTRE AS ARCADAS DENTÁRIAS SUPERIOR E INFERIOR PARA EVITAR
QUE O PACIENTE MORDA A ML).
• EXCESSO DE LUBRIFICANTE PODE CAUSAR OBSTRUÇÃO DA FARINGE E LARINGOESPASMO;
• A ML NÃO PROTEGE TOTALMENTE AS VIAS AÉREAS DA REGURGITAÇÃO, HAVENDO POSSIBILIDADE
DE ASPIRAÇÃO;
PROCEDIMENTO
1. Informar o paciente.
2. Lavar as mãos e colocar luvas descartáveis.
3. Verificar a saída de oxigênio.
PROCEDIMENTO
4. Colocar água destilada no reservatório do
manômetro-fluxômetro.
PROCEDIMENTO
5.Ajustar a concentração de oxigênio.
PROCEDIMENTO
6. Colocar máscara no cateter.
7. Colocar o paciente em posição confortável.
PROCEDIMENTO
8. Recolher o material.
9. Lavar as mãos.
10.Registrar na folha de anotações de
enfermagem, aprazar e checar os
horários na prescrição médica.
PROCEDIMENTO
RECOMENDAÇÕES
1. Trocar sistemas de umidificadores,
névoas, cateter nasal a cada 24 horas.
2. Trocar nebulizador a cada 12 horas.
CÁLCULO DO TEMPO DE CONSUMO DE O2 DENTRO DO TORPEDO
• 1º PASSO-SABERAQUANTIDADEDELITROSDOTORPEDO.
EX: TORPEDODE 3 L
• 2º PASSO-VERIFICARAPRESSÃONOMANÔMETRODOTORPEDO.
• EX: PRESSÃO 50 LIBRAS
• 3º PASSO-MULTIPLICARAQUANTIDADEDELITROSPELAPRESSÃODOTORPEDO.
• EX: 3 X 50 = 150
• 4º PASSO-O RESULTADODAMULTIPLICAÇÃODIVIDEPELAOFERTADOPACIENTE.
• EX: OFERTADO PACIENTE: 5 L CÁLCULO:
3 X 50= 150 3L X 90= 270
150 / 5 = 30 MIN 270/ 10 L= 27 MIN
oxigeno 25.pdf treinamento primeiros socorros
O
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
a GUYTON AC; HALL JE. Tratado de fisiologia médica. 9 ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1997
a DAVID M.C; PINHEIRO C.T.S; SILVA N.B, et al. AIMB Associação de Medicina Intensiva Brasileira. São Paulo: Revinter, 2004.
p.400-406.
a MACHADO MGR. Bases da Fisioterapia Respiratória: Terapia Intensiva e Reabilitação. Guanabara Koogan, 2008.
a
a
BAPTISTA ALPA; RAYAL AF; PATTI CC, et al. Diretrizes de Oxigenação Domiciliar Prolongada. 2010
SARMENTO GJV. Fisioterapia respiratória no paciente crítico: rotina clínicas. 3 ed. São Paulo: Manole, 2010. (Cap. 7) a
LAGO AP; INFANTINI RM; RODRIGUES H. Fisioterapia Respiratória Intensiva, 1 ed. São Paulo: CBBE, 2010 (Cap.15) a
WILKINS RL.; STOLLER JK; KACMAREK RM. Egan Fundamentos Da Terapia Respiratória, ELSEVIER BRASIL, 2009.
a KOCK KS, ROCHAPAC, SILVESTREJC et al. Adequações dos dispositivos de oxigenoterapia em enfermaria hospitalar
avaliadas por oximetria de pulso e gasometria arterial. ASSOBRAFIR Ciência. 2014 Abr;5(1):53-64.
a
a
http://www.golddpoc.com.br/arquivos/Protocolo_DP C_diario_oficial_Para.pdf
P
ARENTE AAAI, MAIA PN .Aerossolterapia,Artigo de revisão. Rio de Janeiro, 2013;22(3):14-19.
OBRIGADO!!!

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oxigeno 25.pdf treinamento primeiros socorros

  • 3. CONCEITO “Consiste na administração de oxigênio numa concentração de pressão superior à encontrada na atmosfera ambiental para corrigir e atenuar deficiência de oxigênio ou hipóxia, aplicada tanto em situações clínicas agudas quanto crônicas”. http://gasoxmed.pai.pt/ms/ms
  • 4. CLASSIFICAÇÃO • Oxigenoterapia de uso agudo • Oxigenoterapia de uso prolongado
  • 6. • Aumentar a quantidade de oxigênio carreado pelo sangue aos tecidos OBJETIVO PRINCIPAL http://wmnett.com.br/quimica/equilibrio-quimico-e-nosso-organismo/
  • 7. OUTROS OBJETIVOS • Aumento da sobrevida • Aumento da tolerância ao exercício • Diminuiçãodo tempo de hospitalização • Diminuiçãoda dispneia • Diminuiçãoda pressão da artéria pulmonare resistência vascular pulmonar • Melhora do desempenho psicomotor • Melhora da qualidadedevida
  • 8. INDICAÇÕES • Situações de hipoxemia; PaO2 ‹ 60mmHg e SatO2 ‹ 90% em ar ambiente e repouso SatO2 < 88% durante exercícios ou sono em cardiopatias ou pneumopatias
  • 9. INDICAÇÕES • Parada Cardiorrespiratória • IAM Reduz sobrecarga cardíaca • Intoxicação por gases (CO) • Traumatismos graves • Angina instável • Recuperação pós-anestésica (procedimentos cirúrgicos) • Insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada • Insuficiência cardíaca congestiva (ICC) • Apneia obstrutiva do sono
  • 10. Hipoxemia • Diminuição dos níveis de oxigênio existente nos tecidos e órgãos HIPÓXIATECIDUAL • Não há oxigênio suficiente para realizar as funções metabólicas normais. Hipóxia Tecidual Morte celular
  • 13. FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO Dependem: • Cavidade oral e nasal • Fluxo • Grau de desconfortorespiratório • Gravidade da hipoxemia • Necessidadede umidificação • Tolerânciado paciente
  • 14. • Posicionamento adequado FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO quickmassagepassoapasso.com. br
  • 15. Administração de O2 requer patência das vias aéreas www.eins FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO
  • 16. NÃO É NECESSÁRIO Fluxo baixo < 4L/min Excetoem TQT www.doctorshealthcare.com.br Nem sempre é necessário utilizar água no umid ficador! É NECESSÁRIO Fluxo alto > 4L/min FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO
  • 17. Fluxo de O2 X Concentração Ofertada: - 1 L/min = 24% - 2 L/min = 28% - 3 L/min = 32% - 4 L/min = 36% - 5 L/min = 40% - 6 L/min = 44%
  • 19. Sistemas de baixo fluxo • Catéter nasal-44% (6 L) • Catéter tipo óculos-44% (6L) • Máscara facial simples-40 à 70 % (6-10 L) • Máscara com Reservatórionão reinalante-95 à 100 % (10-15 L) • Máscara com ReservatórioReinalante-60 à 100 % (6-10 L) • Máscara laríngea • Pocket Masck- 21 % Sistema de alto fluxo • Máscara de Venturi-até 50% FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO
  • 21. estudianteparamedico.wordpress.com FORMASDE ADMINISTRAÇÃO 1) Cateter Nasal: • Introduzido na cavidade nasal (distância = comprimento entre o nariz e o lóbulo da orelha) • Removido e substituído a cada 5 horas. • Fluxo: 1-6 L/min www.suru.com
  • 22. FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO 2) Cateter tipo óculos: • Fluxo 1-6L/min • Não há risco de reinalação deCO2 • Confortável porlongos períodos • Não impede a alimentaçãoe fala • Irritação demucosa nasal www.estaemdomp
  • 23. FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO 3) Máscara facial simples: • Fluxo de 4 a 15L/min (acima de 8L repensarinterface) • Abrangenariz e boca www.engesp.com.br
  • 24. FORMASDE ADMINISTRAÇÃO 4) Máscara com Reservatório: • Máscara acopladaa uma bolsa inflável (1 L) • Fluxo 7 a 10 L/min • Sistema de Reinalação Parcial ou Sem Reinalação www.taiwan-suppliers.org
  • 25. Máscara com ReinalaçãoParcial • O fluxo adequado para esvaziar somente 1/3 do seu conteúdo no reservatório. FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO Máscara Sem Reinalação • O fluxo suficiente para evitar o colapso do reservatório • Válvula unidirecional slideplayer.es
  • 26. FORMASDE ADMINISTRAÇÃO 5) Máscara de traqueostomia: • Fluxo de 1 a 15L/min • Adequare trocar fixação de máscara • Correta higienização • Verificarintegridade da pele • Permite utilizarsistema deVenturi www.medicalexpo.es
  • 28. FORMASDE ADMINISTRAÇÃO 1) Máscara de Venturi • Entregam um fluxo ≥ demanda ventilatória • FiO2 fixa: (24-50%) • 40 a 78L/min • Reinalação de CO2 não é problema do orifício de saída no corpo da máscara • Necessidade de umidificação da nasofaringe não umidifica altos fluxos de O2 entregue diretamente na traqueia.
  • 31. NEBULIZAÇÃO OU AEROSSOLTERAPIA • Método de administraçãodireta • Tratamentodas doenças do sistema respiratório • Rápida ação medicamentosa • Diminui os efeitos colaterais da toxicidade sistêmica • Broncodilatadores , mucolíticos. anti-inflamatórios , antibióticos e www.enciclomedica.com.br
  • 32. NEBULIZAÇÃO OU AEROSSOLTERAPIA • A medicação Inalatória utilizada na nebulização é aplicada através da boca, e/ou cavidade nasal, ou por traqueostomia. • Realizada através do ar comprimido. • Fluxo de ar (fluxômetro) suficiente para produzir névoa.
  • 33. NEBULIZAÇÃO OU AEROSSOLTERAPIA O sistema de nebulização pode ser acoplado em: • Máscara de Venturi • Máscara de TQT • Aparelho de ventilação não-invasiva (BIPAP) • Ventiladores mecânicos (final do ramo inspiratório, antes da conexão em Y) • Copinho do nebulizador ligado à extensão própria do ventilador no dispositivo de saída do Ventilador Mecânico (acionar nebulização no ventilador)
  • 34. EFEITOS POSITIVOS DO OXIGÊNIO • Melhora da troca gasosa pulmonar • Melhora do débito cardíaco • Diminuiçãoda pressãoarterial pulmonar • Diminuiçãoda resistência arte pulmonar rial sculatura • Diminuiçãodo trabalho da mu cardíaca reggaecarros.blogspot.com
  • 35. Tempoe Concentração O2 EFEITOS DELETÉRIOS DO OXIGÊNIO Administraão inadequada Comprometimento do SNC, respiratórioe cardiovascular
  • 36. EFEITOS DELETÉRIOS DO OXIGÊNIO • Toxicidadepulmonar e FiO2 > 60% por mais de 48 horas FiO2 = 100% por 12 horas • Depressão do sistema respiratório (Hipercapnia) • Atelectasias por absorção • Diminuiçãodo surfactante pulmonar www.adial.com.br
  • 38. EFEITOS DELETÉRIOS DO OXIGÊNIO Pacientes com DPOC: • Ofertar O2 suplementarnaqueles que a saturaçãoformenor que 90% • DPOC grave o uso de altos fluxos de O2 suplementar pode levar a retenção de CO2 e piora da acidose respiratória Titulação do O2 ofertado (Saturação 88-90%) Recomendado gasometria após 30 a 60 min início oxigenoterapia
  • 39. Pulmãoem desenvolvimento Sensívelao oxigênio Retinopatia da prematuridade (RPO) Excessodeoxigênio suplementar Danosao organismo EFEITOS DELETÉRIOS DO OXIGÊNIO Displasia broncopulmonar (DBP) Olhose Pulmão RN Prematuro
  • 40. CUIDADOS Combustão: Oxigênio + Cigarro revivare.wordpress.com www.linde-healthcare.com.br Manter equipamentos de oxigênio afastado de qualquer fonte de fogo ou faísca Rachaduras e armazenamento adequado
  • 41. CUIDADOS Inspecionardiariamente a pele em contato com o cateter de oxigê io (inclusive atrás das orelhas) como medida preventiva; Caso haja irritação local da pele em contato com o cateter, pode-seusar protetores atrás das orelhas (rolinhos de algodãoou gaze)ou ainda creme à base de água.
  • 42. e • Cateter tipo óculos interface mais utilizada (52%) • 42% não havia prescrição médica • 77% monitorização • 82% acompanhante não sabe importância do uso • 29% retirava cateter • Desconforto • Falta de ar • Alimentação
  • 43. INTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL É um procedimento que consiste em substituir durante certo tempo as vias respiratórias superiores do paciente por um tubo de borracha ou plástico provido de um balão que se insufla a partir do exterior permitindo o ajuste do tubo ao trecho que ocupa.
  • 51. INDICAÇÕES DAML • Pacientes inconscientes ou com acentuada depressão do nível de consciência. • Quando a ventilação por bolsa-valva-máscara com reservatório e/ou a IOT não forem possíveis ou a ventilação não reverter os sinais de hipoxemia; • Considerar as restriçõesao uso da ML.
  • 53. TÉCNICA DE INSERÇÃO DE ML • Utilizar EPIs. • Escolher o tamanho da ML considerando o peso aproximado do paciente. • Desinflar totalmente o manguito pneumático da ML com ajuda da uma seringa e uma superfície rígida.
  • 55. OBSERVAÇÕES • Utilizar protetor antimordedura adicional • (CONFECCIONAR UM PEQUENO ROLO DE GAZE DE DIÂMETRO MAIOR QUE O TUBO DA ML E COLOCÁ-LO LATERALMENTE ENTRE AS ARCADAS DENTÁRIAS SUPERIOR E INFERIOR PARA EVITAR QUE O PACIENTE MORDA A ML). • EXCESSO DE LUBRIFICANTE PODE CAUSAR OBSTRUÇÃO DA FARINGE E LARINGOESPASMO; • A ML NÃO PROTEGE TOTALMENTE AS VIAS AÉREAS DA REGURGITAÇÃO, HAVENDO POSSIBILIDADE DE ASPIRAÇÃO;
  • 56. PROCEDIMENTO 1. Informar o paciente. 2. Lavar as mãos e colocar luvas descartáveis.
  • 57. 3. Verificar a saída de oxigênio. PROCEDIMENTO
  • 58. 4. Colocar água destilada no reservatório do manômetro-fluxômetro. PROCEDIMENTO
  • 59. 5.Ajustar a concentração de oxigênio. PROCEDIMENTO
  • 60. 6. Colocar máscara no cateter. 7. Colocar o paciente em posição confortável. PROCEDIMENTO
  • 61. 8. Recolher o material. 9. Lavar as mãos. 10.Registrar na folha de anotações de enfermagem, aprazar e checar os horários na prescrição médica. PROCEDIMENTO
  • 62. RECOMENDAÇÕES 1. Trocar sistemas de umidificadores, névoas, cateter nasal a cada 24 horas. 2. Trocar nebulizador a cada 12 horas.
  • 63. CÁLCULO DO TEMPO DE CONSUMO DE O2 DENTRO DO TORPEDO • 1º PASSO-SABERAQUANTIDADEDELITROSDOTORPEDO. EX: TORPEDODE 3 L • 2º PASSO-VERIFICARAPRESSÃONOMANÔMETRODOTORPEDO. • EX: PRESSÃO 50 LIBRAS • 3º PASSO-MULTIPLICARAQUANTIDADEDELITROSPELAPRESSÃODOTORPEDO. • EX: 3 X 50 = 150 • 4º PASSO-O RESULTADODAMULTIPLICAÇÃODIVIDEPELAOFERTADOPACIENTE. • EX: OFERTADO PACIENTE: 5 L CÁLCULO: 3 X 50= 150 3L X 90= 270 150 / 5 = 30 MIN 270/ 10 L= 27 MIN
  • 65. O REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a GUYTON AC; HALL JE. Tratado de fisiologia médica. 9 ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1997 a DAVID M.C; PINHEIRO C.T.S; SILVA N.B, et al. AIMB Associação de Medicina Intensiva Brasileira. São Paulo: Revinter, 2004. p.400-406. a MACHADO MGR. Bases da Fisioterapia Respiratória: Terapia Intensiva e Reabilitação. Guanabara Koogan, 2008. a a BAPTISTA ALPA; RAYAL AF; PATTI CC, et al. Diretrizes de Oxigenação Domiciliar Prolongada. 2010 SARMENTO GJV. Fisioterapia respiratória no paciente crítico: rotina clínicas. 3 ed. São Paulo: Manole, 2010. (Cap. 7) a LAGO AP; INFANTINI RM; RODRIGUES H. Fisioterapia Respiratória Intensiva, 1 ed. São Paulo: CBBE, 2010 (Cap.15) a WILKINS RL.; STOLLER JK; KACMAREK RM. Egan Fundamentos Da Terapia Respiratória, ELSEVIER BRASIL, 2009. a KOCK KS, ROCHAPAC, SILVESTREJC et al. Adequações dos dispositivos de oxigenoterapia em enfermaria hospitalar avaliadas por oximetria de pulso e gasometria arterial. ASSOBRAFIR Ciência. 2014 Abr;5(1):53-64. a a http://www.golddpoc.com.br/arquivos/Protocolo_DP C_diario_oficial_Para.pdf P ARENTE AAAI, MAIA PN .Aerossolterapia,Artigo de revisão. Rio de Janeiro, 2013;22(3):14-19.