8. POR QUE O AÇO ENFERRUJA?
O que restou do Monumento da JANGADA em Fortaleza-CE,
em aço patinável, após 5 anos
5 anos de exposião à forte ação da névoa salina
9. FINALIDADE DA PINTURA INDUSTRIAL
Fabricas, edifícios, equipamentos e produtos bem pintados SÃO
MAIS BONITOS E VENDEM MAIS!
10. PINTURA INDUSTRIAL
Sua finalidade principal é a proteção ANTICORROSIVA.
Apresenta, porém, outras finalidades complementares , tais como:
Finalidade estética;
Auxílio na segurança industrial;
Impermeabilização;
Diminuição da rugosidade de superfícies;
Facilitar a identificação de fluídos em tubulações ou reservatórios;
Permitir uma maior ou menor absorção de calor.
11. Processo de deterioração ou perda de material metálico, por ação
eletroquímica ou química do meio, aliada ou não a esforços mecânicos.
Deterioração de um material devido a uma reação com o ambiente
O Processo é espontâneo devido a liberação de energia.
É o inverso do processo metalúrgico, de fabricação do aço por
exemplo.
DEFINIÇÃO DE CORROSÃO
12. DEFINIÇÃO DE CORROSÃO
O que é?
Reação do metal com o meio ambiente ou agentes corrosivos.
A Causa?
Instabilidade dos metais em sua forma refinada
Como ocorre?
•Presença de água e oxigênio
•Contato com agentes corrosivos
•Formação de pilhas galvânicas (áreas anódicas e catódicas)
14. FERRUGEM
(estável)
MEIO AMBIENTE
(C2; C3; C4; C5I; C5M)
MINÉRIO
(estável)
SIDERURGIA
(muita energia)
ALTO FORNO
(1250ºC)
14
CORROSÃO
(reação espontânea)
PINTURA
(proteção)
AÇO
(instável)
METAL
METALURGIA
CORROSÃO
Mn+
+ ENERGIA
POR QUE PINTARMOS OS METAIS?
15. O AÇO SEMPRE ESTÁ SUJEITO A CORROSÃO
FATGORES AMBIENTAIS QUE INFLUENCIAM NA CORROSÃO
Localização: Combinação de zona industrial, marinha e desértica;
Clima: Sol, umidade, poluentes, vento, temperatura, cloretos, ácidos, dióxido de
enxofre;
Mecânico: Estresse (interno e externo);
Incompatibilidade: Uso de materiais adjacentes;
Uso: Desgaste normal, abusivo, impacto etc...
16. POR QUE PINTARMOS OS
METAIS?
• 7.491 km correspondem ao seu litoral, sendo o
16° pais com maior extensão litorânea;
• Concentração do PIB 95% da economia brasileira
depende da região costeira demarcada;
• Concentração populacional: 70% dos brasileiros
vivem na faixa situada até 200 km /do litoral;
• Zonas litorâneas tem taxa de corrosão maiores
do que as zonas rurais;
• Zonas rurais são classificadas como de alto potencial corrosivo, devido a
aplicação de produtos químicos considerados aceleradores do processo
corrosivo dos equipamentos e maquinas utilizadas nesta indústria.
• O BRASIL é considerado um dos principais produtores agrícolas de todo o
planeta.
19. Os EUA usam mais de 16 bilhões de Kgs de NaCL ( Cloreto de Sódio) por
ano, para derreter a neve e o gelo das ruas.
A taxa de corrosão é muito dependente da localização e ambiente
Condições:
•Umidade;
•Sal;
•Chuva ácida;
•Poluição.
20. Ânodo: área na superfície do aço que corrói (perde elétrons = oxidação)
Cátodo: área na superfície do aço que não corrói (ganha elétrons = redução)
Caminho metálico: ligação elétrica entre o ânodo e o cátodo
Eletrólito: líquido que conduz eletricidade, que vem do ambiente onde o oxigênio está
presente
PROCESSO ELETROQUÍMICO
21. A VELOCIDADE DA CORROSÃO DEPENDE
tempo de molhamento (t)
Período durante o qual a superfície metálica está coberta por uma
película de eletrólito que é capaz de causar corrosão atmosférica.
t = soma das horas durante as quais URA > 80% e T > 0ºC
Chuva, condensação, etc. = Velocidades de corrosão elevadas
Ambientes secos interiores = Velocidade de corrosão baixa
Contaminantes atmosféricos (agentes agressivos)
ion cloreto (Cl-
) = ambiente marítimo
dióxido de enxofre (SO2) = ambiente industrial.
22. COMO EVITAR A CORROSÃO?
Isolando o metal do meio ambiente:
revestimentos metálicos (eletrozincagem, metalização, galvanização)
revestimento por pintura (ISO12944)
Atuando no projeto, evitar:
locais de retenção de água
Cantos vivos, arestas, quinas
Frestas
Cordão de solda não contínuo
Atuando sobre o meio:
abrigos
ventilação e secagem (ambiente interior)
Atuando sobre o metal:
Alteração química da superfície (fosforização)
proteção catódica
24. CONSEQUÊNCIA DA CORROSÃO
A corrosão (oxidação) = Perda de metal (massa)
Perda de metal = Custos de Manutenção
Perda de metal = Vida útil reduzida
Perda de metal = Perda de Receita
Perda de metal = Falha catastrófica
Perda de metal = Perda de vidas?
AÇO
25. FORMAS DA CORROSÃO DO AÇO
EXITEM 4 FORMAS (PRINCIPAIS)DE CORROSÃO DO AÇO:
CORROSÃO GENERALIZADA
CORROSÃO GALVÂNICA
CORROSÃO LOCALIZADA
CORROSÃO EM FRESTAS
OUTRAS:
CORROSÃO SELETIVA (GRÁFICA/DEZINCIFICAÇÃO) – ferros
fundidos
CORROSÃO SOB TENSÃO
CORROSÃO- FADIGA
CORROSÃO COM CAVITAÇÃO
CORROSÃO POR TURBULÊNCIA
27. CORROSÃO GENERALIZADA (uniforme)
Região anódica & Região catódica
Região anódica & Região catódica
provocam perda
provocam perda uniforme
uniforme do metal na
do metal na
superfície
superfície
ELETRÓLITO & OXIGÊNIO
ELETRÓLITO & OXIGÊNIO
FORMAS DE CORROSÃO DO AÇO
Que se processa em toda a extensão da superfície, ocorrendo perda uniforme de
espessura
29. Pilha Galvânica
Surge quando dois metais ou ligas metálicas diferentes são colocados em contato
na presença de um eletrólito, ligados metalicamente.
FORMAS DE CORROSÃO DO AÇO
30. CORROSÃO GALVÂNICA
produção de uma corrente de elétricidade direta
AÇO
(Região anódica) BRONZE
(Região catódica)
ELETRÓLITO & OXIGÊNIO
Dois metais diferentes em contato
O aço é o anodo e o broze é o catodo
O aço protege galvânicamente o bronze
O aço é quem se corrói
FORMAS DE CORROSÃO DO AÇO
31. ANÓDICO
Magnésio
Zinco
Aço Galvanizado
Alumínio e Ligas
Cádmio
Aços Carbono
Aços de baixa liga e Alta resistência
Ferro fundido
Chumbo
Latão
Bronzes
Cobre
Aços Inoxidáveis
Titânio
CATÓDICO
Tabela prática de nobreza
em água do mar (resumida)
Magnésio
Alumínio
Zinco
Cromo
Ferro
Níquel
Hidrogênio
Cobre
Prata
Platina
Ouro
-2,38
-1,66
-0,76
-0,74
-0,44
-0,23
0,00
+0,34
+0,80
+1,20
+1,50
Elementos
metálicos
Potencial
Mais eletropositivo
Menos nobre
Mais nobre
Anódico
Catódico
Tabela de potenciais padrão de
eletrodos (resumida)
Fonte: prof. Vicente Gentil
Mais eletronegativo
FORMAÇÃO DE PAR BIMETÁLICO
FORMAS DE CORROSÃO DO AÇO
32. SÉRIE GALVÂNICA EM ÁGUA DO MAR
Menos nobre, mais tendência a corrosão
Magnésio -1.50
Zinco -1.03
Alumínio -0.79
Aço baixa liga -0.61
Latão -0.30
Cobre -0.28
Bronze -0.23
Prata -0.13
Titânio -0.10
Aço Inoxidável -0.08
Mais nobre, menos tendência a corrosão
Normas gerais:
O menos nobre é o anôdo
Quanto maior for a diferença
de potencial mais rápida será
a taxa de corrosão
Mas o mais nobre é …..
O ouro!
FORMAS DE CORROSÃO DO AÇO
CORROSÃO ELETROQUÍMICA
34. CORROSÃO POR LOCALIZADA (PITE e ALVÉOLO)
ÂNODO CÁTODO
Formação de ‘PIT’
AÇO
ELETRÓLITO & OXIGÊNIO
Corrosão concentrada numa pequena área
A corrosão entra no aço
Muitas vezes visto em pisos tanque de armazenamento
FORMAS DE CORROSÃO DO AÇO
Que ocorre em pequenas áreas localizadas na superfície metálica produzindo pites ou
alvéolos
35. Pite
Pite
Alvéolo
Alvéolo
Pite: tipo de corrosão onde a profundidade é maior do que o diâmetro da base
Alvéolo: tipo de corrosão onde a profundidade é menor do que o diâmetro da base
No grau D de corrosão ocorrem tanto pites como alvéolos
CORROSÃO POR LOCALIZADA
FORMAS DE CORROSÃO DO AÇO
37. AÇO
AÇO
O2 O2
O2 O2
O2
O2
O2
O2 O2
Alta
Alta
concentração
concentração
de oxigênio
de oxigênio
O2
Baixa
Baixa
concentração
concentração
de oxigênio
de oxigênio
Eletrólito
Eletrólito
O2 O2 O2
ARRUELAS
CORROSÃO POR CONCENTRAÇÃO DIFERENCIAL
(FRESTA)
38. ISO 12944 PADRÃO GLOBAL EM
CORROSÃO
Parte 2 - Classificação do Meio Ambiente
Categoria
Corrosividade
C1
Muito Baixa
C2
Baixa
C5-M (Marinho)
Muito Alta
C3
Média
C4
Alta
C5-I (Industrial)
Muito Alta
CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES ATMOSFÉRICOS (<120ºC) – ISO 12944-2
Interiores
Ambientes aquecidos (UR≤60%)
escritórios, lojas, escolas, hotéis
não aquecidos (condensação)
Arena esportiva, depósitos
Condensação + alta poluição
estuários e áreas costeiras
Áreas de produção com umidade
elevada. Laticínios, abate de aves
Indústrias Químicas, Estaleiros,
Piscinas
Condensação + alta poluição
Exteriores
Áreas Rurais, baixa poluição
Costeiras, litorâneas e Offshore*
com alta salinidade (Cl-
)
Áreas Urbanas e Industriais. SO2
moderado e salinidade baixa
Áreas Industriais e Costeiras
Planta de processamento químico
Industriais com alta umidade e
atmosferas agressivas H+
,OH-
,SO2
* A proteção contra corrosão em ambientes ISO 12944 C5-M - Offshore está
sendo tratada pela Norma ISO 20340 dedicada a esse ambiente.
39. ISO 12944 PADRÃO GLOBAL EM
CORROSÃO
Perda de massa*
(g/m2
)
≤ 10
>10 a 200
>650 a 1500
>200 a 400
>400 a 650
>650 a 1500
Categoria
C1
C2
C5-M (Marinho)
C3
C4
C5-I (Industrial)
Perda de espessura*
(µm)
≤ 1,3
>1,3 a 25
>80 a 200
>25 a 50
>50 a 80
>80 a 200
* Média da Perda de massa depois do primeiro ano de exposição
Corrosividade
Muito Baixa
Baixa
Muito Alta
Média
Alta
Muito Alta
Classificação dos ambientes atmosféricos (Aço carbono) ISO 12944-2
40. ISO 12944 PADRÃO GLOBAL EM
CORROSÃO
Critérios básicos no projeto (desenho) para proteção anticorrosiva:
Acessibilidade (aplicação, inspeção e manutenção)
Tratamento de frestas (vedar com produtos apropriado)
Evitar retenção de sedimentos e água e superfícies horizontais
Arestas (arredondadas)
Cordões de Solda (isentas de imperfeições)
Porcas e parafusos (cuidados especiais)
Elementos das caixas e componentes ocos (cuidados especiais)
Entalhes/chanfros (cuidados especiais)
Reforços (concepção adequada)
Prevenção da corrosão galvânica
Manuseamento, transporte e montagem (Danos mecânicos)
41. 41
ISO 12944 PADRÃO GLOBAL EM CORROSÃO
ISO 12944 PADRÃO GLOBAL EM CORROSÃO
Parte 3 - Considerações sobre o Projeto
45. Ruim Bom
O acúmulo de água na região de engaste do
aço no concreto deve ser evitado
Ruim Melhor
Frestas e como evitar corrosão nestes
locais
Difícil para jatear e para
pintar
Fácil para jatear e para
pintar
Fresta
Massa
de
vedação
Ruim Bom
Desenhos que favorecem a retenção de água e
sujeira e como podem ser melhorados
Água e sujeira
Água e sujeira
Sujeira
chanfro
Água
empoçada
corrosão
ISO 12944 PADRÃO GLOBAL EM
CORROSÃO
47. 47
ISO 12944 PADRÃO GLOBAL EM
CORROSÃO
Solda irregular
(ruim)
Superfície da solda alisada
(bom)
Tinta Irregularidades
Solda alisada
Tinta
48. Arestas, quinas, bordas
Arestas vivas
(Ruim)
Arestas chanfradas
(Melhor)
aço
Tinta
d
d
d > 1 mm
aço
Arestas arredondadas
(Ótimo)
r > 2 mm
aço
r
Tinta
ISO 12944 PADRÃO GLOBAL EM
CORROSÃO
por causa da contração
da película e fuga de
borda, a espessura fica
mais baixa
49. ISO 12944 PADRÃO GLOBAL EM CORROSÃO
A pintura de reforço nos pontos críticos tais como
regiões soldadas, porcas e parafusos, cantos
vivos, cavidades e fendas, alvéolos e pites,
flanges e válvulas flangeadas, bordas e quinas de
vigas, deve ser executada obrigatoriamente no
substrato e entre cada demão aplicada (“stripe
coat”), exceto para tintas inorgânicas ricas em
zinco.
50. GRAUS
DE
INTEMPERISMO
AUMENTA GRAU DE LIMPEZA
A
B
C
D
LIMPEZA
MANUAL
/
MECÂNICA
–
St
2
B St 2
C St 2
D St 2
LIMPEZA
MANUAL
/
MECÂNICA
–
St
3
B St 3
C St 3
D St 3
JATO
LIGEIRO
–
Sa
1
B Sa 1
C Sa 1
D Sa 1
JATO
AO
METAL
BRANCO
–
Sa
3
C Sa 3
D Sa 3
B Sa 3
A Sa 3
JATO
COMERCIAL
–
Sa
2
C Sa 2
D Sa 2
B Sa 2
JATO
AO
METAL
QUASE
BRANCO
–
Sa
2
1/2
A Sa 2 ½
B Sa 2 ½
C Sa 2 ½
D Sa 2 ½
50
NÃO TEM PADRÃO DE LIMPEZA
NÃO TEM PADRÃO DE LIMPEZA
NO GRAU “
NO GRAU “A
A”
”
51. REVISÃO
Módulo 01 – Noções de Corrosão
1.O que é corrosão e quais são os principais fatores que a
aceleram?
2.Por que o aço enferruja quando exposto ao ambiente?
3.Por que a preparação da superfície é importante no combate à
corrosão?
4.Cite dois exemplos de ambientes que favorecem a corrosão.
5.Quais são os métodos mais comuns de proteção contra a
corrosão?
53. Monitoramento da UMIDADE E
TEMPERATURAS
Monitorar a Umidade Relativa do Ar e as Temperaturas antes e
durante os serviços de preparação de superfície e aplicação da tinta,
para evitar falhas e defeitos na pintura
54. Umidade: máximo 85%;
Condensação, Ponto de Orvalho: a temperatura da superfície deve
estar sempre, pelo menos, 3ºC acima do ponto de orvalho ;
Vento: condições de vento aumentará o fator de perda e possível
overspray ;
Contaminantes do ar: a superfície deve estar livre de quaisquer
contaminantes antes da aplicação de revestimentos;
57. APARELHOS E INSTRUMENTOS
TERMOMETRO:
Instrumento para medir a temperatura (ºC ; ºF);
HIGRÔMETRO:
Instrumento para medir a umidade relativa (%);
• ANEMÔMETRO:
Instrumento para medir a velocidade vento (km/h ; m/s ; mph).
58. Ponto de Orvalho é Temperatura na qual a umidade do ar, que está na
forma de vapor de água, se condensa na superfície, passando para o estado líquido.
MONITORAMENTO DA UMIDADE E TEMPERATURA
60. Um exemplo prático de ponto de orvalho é um copo de cerveja gelada servido em
um dia de calor. Se a temperatura da cerveja é menor ou igual à temperatura de
ponto de orvalho do ambiente, a fina camada de ar ao redor do copo se resfria e
libera água sobre a superfície, formando gotas.
MONITORAMENTO DA UMIDADE E TEMPERATURAS
61. A determinação do Ponto de Orvalho é obtido através da medida da
Temperatura Ambiente (TA) em ºC e da Umidade Relativa do ar (UR) em %.
Com estes valores entramos em uma tabela para a obtenção do Ponto de
Orvalho (PO).
• Umidade relativa do ar (UR): 68
%
• Temperatura do ar (AR): 33 °C
PO: 25 °C
T cerveja = 25 °C = ÁGUA
MONITORAMENTO DA UMIDADE E TEMPERATURAS
62. Temperatura da superfície baixa, pode afetar:
Secagem / Cura (PINTURA LÍQUIDA)
Descaimento retenção de solvente (empolamento e
crateras)
63. Água sob a demão:
oxidação; crateras; empolamento; descolamento
TS MÍNIMA < TD + 3ºC = condensação de água sob a película
TINTA
SUBSTRATO
CONDENSAÇÃO
64. Temperatura da superfície alta, pode ocorrer:
Secagem rápida
Baixa penetração tinta;
Baixa aderência;
Nivelamento inadequado.
Formação de descontinuidades (fervura)
formação de poros;
formação de crateras;
formação de bolhas.
66. REVISÃO
Módulo 02 – Condições Ambientais
1.Quais condições ambientais devem ser controladas antes e durante
a pintura?
2.Explique a importância do ponto de orvalho no processo de pintura.
3.O que pode ocorrer se a pintura for aplicada em umidade relativa
elevada?
4.Qual a faixa recomendada de temperatura e umidade para
aplicação da tinta líquida?
5.Como a ventilação adequada influencia no resultado final da
pintura?
68. Mistura dos constituintes de uma tinta, de forma a torná-la uniforme.
Toda tinta deve ser homogeneizada antes e durante a aplicação, a
fim de manter o pigmento em suspensão. Nas tintas de 2 ou mais
componentes, estes devem ser homogeneizados separadamente antes
de se fazer a mistura. Após a mistura, não devem ser observados veios
ou faixas de cores diferentes e a aparência deve ser uniforme.
Tinta bem homogeneizada é aquela que não apresenta grumos,
diferentes tons de cor ou sedimentação.
PREPARAÇÃO DAS TINTAS
69. A mistura e a homogeneização devem ser feitas por misturador mecânico, elétrico ou
pneumático
Admitindo-se a mistura manual para recipientes com capacidade de até 3,6 L.
Tintas pigmentadas com alumínio devem ser misturadas manualmente.
Tintas ricas em zinco a mistura deve ser sempre mecânica.
PREPARAÇÃO DAS TINTAS
70. a. (1) Verificar com uma espátula se há presença de sedimentação. Caso positivo, transferir
a parte líquida para uma segunda lata limpa (2)
b. Mexer a sedimentação com espátula (1) e retornar lentamente a parte líquida que está
separada na outra lata (2)
c. Continuar mexendo a sedimentação na lata (1) até que toda a parte líquida que estava
na outra lata (2) seja reincorporada e bem homogeneizada.
PREPARAÇÃO DAS TINTAS
72. 1. Homogeneização do componente A
2. Homogeneização do componente B
3. Mistura dos componentes (A + B): pot life
4. Homogeneização da mistura (A + B)
5. Diluição (se necessário)
6. Homogeneização da mistura diluída
7. Tempo de indução (se necessário)
8. Vida Útil da Mistura
PREPARAÇÃO DAS TINTAS
73. Tempo de espera na embalagem, após a mistura dos componentes da tinta, para que
a reação química irreversível entre as resina do componente A e a resina do
componente B inicie a uma temperatura especificada, antes da aplicação da tinta.
A reação é exotérmica e libera calor
Normalmente este tempo é de 10 a 15 minutos
A
A
A
A
A
B
B
B
B
B
+
Comp. B sobre o A
com agitação constante
B
AB
A
B
A
B
A
B A
Início da reação
A+A+A+A+B+A+B+B+B +B
Após o tempo
de indução AB
AB
AB
AB
AB
Reação uniforme
A+B+A+B+A+B+A+B+A+B
PREPARAÇÃO DAS TINTAS
74. Tempo máximo de aplicação da tinta, após a mistura dos componentes, no qual
a mistura ainda apresenta condição de aplicação sem perda de suas
propriedades;
Após o tempo de vida útil, a tinta gelatiniza (aumenta a viscosidade) e não é
mais possível a sua utilização;
Nunca prepare mais tinta do que pode ser usada.
PREPARAÇÃO DAS TINTAS
75. O que pode afetar a Vida Útil da Mistura ?
Temperatura ambiente: A Vida Útil da Mistura é reduzida quando a temperatura
aumenta e vice-versa (confira o BT do fabricante). Estima-se que um aumento de
10ºC na temperatura pode reduzir a metade o Pot Life;
Tipo do agente de cura: taxa de reação com o componente base a uma
temperatura ambiente;
Volume de tinta: embalagens maiores irá gerar mais calor, tornando a vida útil
mais curta;
Nunca prepare mais tinta do que pode ser usada.
PREPARAÇÃO DAS TINTAS
76. Após o tempo de Vida Útil da Mistura:
Não use
Não diluir
Deixar curar na lata
Descartar de acordo com a legislação local
Falhas de desempenho devido à aplicação após o tempo de Vida Útil da Mistura:
Destacamento devido à fraca adesão com o substrato
Pobre nivelamento e perda do brilho
Resistência química reduzida
Enrugamento
Fendimentos de sistemas à base de água
PREPARAÇÃO DAS TINTAS
77. A A
B B
A
T
i
n
t
a
p
r
o
n
t
a
+
+
C
o
m
p
o
n
e
n
t
e
B
a
s
e C
a
t
a
l
i
s
a
d
o
r M
i
s
t
u
r
a
e
h
o
m
o
g
e
n
e
i
z
a
ç
ã
o
Mistura, Homogeneização e Diluição das Tintas
Toda tinta deve ser homogeneizada antes e durante a aplicação, a fim de manter o pigmento
em suspensão. Nas tintas de 2 ou mais componentes, estes devem ser homogeneizados
separadamente antes de se fazer a mistura. Após a mistura, não devem ser observados
veios ou faixas de cores diferentes e a aparência deve ser uniforme.
PREPARAÇÃO DAS TINTAS
78. COMPONENTE BASE
A
B
AGENTE
DE CURA
A B
+
2) Jogar o comp. B no comp. A
com agitação (POT-LIFE)
1) Homogeneizar o
componente A 3) Homogeneizar a mistura dos
componentes A + B
PREPARAÇÃO DAS TINTAS
79. Proporção mantida
polímero
bem CURADO
Excesso de B
polímero duro
e quebradiço
Excesso de A
polímero mole
e pegajoso
REAÇÃO ENTRE AS RESINAS DOS COMPONENTES
REAÇÃO ENTRE AS RESINAS DOS COMPONENTES
PREPARAÇÃO DAS TINTAS
81. Diluente: Produto adicionado à tinta durante a aplicação .
Solvente: Produto adicionado à tinta durante a fabricação .
COPO GRADUADO: Efetuar a diluição em percentual por volume de tinta, com copos
graduados de polipropileno.
Diluente é chamado de redutor, thinner e afinador
82. Diluir apenas se necessário
Deve ser usado o diluente especificado pelo fabricante da tinta, não sendo permitido
ultrapassar o percentual máximo de diluente especificado no boletim técnico do
produto, em função do método de aplicação a ser utilizado.
Com a diluição consegue-se ajustar a viscosidade da tinta para a aplicação.
O excesso de diluente pode causar:
Retenção de solvente
Escorrimento
Descaimento
Cura inadequada
Reduz o Sólidos por volume e vai reduzir a Espessura de Película Seca
83. Incompatibilidade
o solvente não combina com os solventes ou resinas da tinta
Falta de poder de solvência
coagulação
dificuldade de alastramento
Excesso de poder de solvência
sedimentação rápida do pigmento no fundo da lata
escorrimento em superfícies verticais
Solventes pesados
demora para secar
escorrimento em superfícies verticais
a película apresenta pegajosidade
Solventes leves
secagem muito rápida
casca de laranja
excesso de
empoamento (dry-
spray)
falta de brilho
84. Diluir apenas se necessário
Deve ser usado o diluente especificado pelo fabricante da tinta, não sendo permitido
ultrapassar o percentual máximo de diluente especificado no boletim técnico do
produto, em função do método de aplicação a ser utilizado.
Com a diluição consegue-se ajustar a viscosidade da tinta para a aplicação.
O excesso de diluente pode causar:
Retenção de solvente
Escorrimento
Descaimento
Cura inadequada
Reduz o Sólidos por volume e vai reduzir a Espessura de Película Seca
85. RESINAS – veículo não volátil
Resina Líquida Resina Sólida
São polímeros
São polímeros responsáveis pela aderência,
responsáveis pela aderência, i
impermeabilidade
mpermeabilidade e
e
flexibilidade das tintas. Promovem a união entre os pigmentos e
flexibilidade das tintas. Promovem a união entre os pigmentos e
fazem a ligação da tinta com a base (substrato).
fazem a ligação da tinta com a base (substrato).
87. Principal componente da tinta;
Ligante dos demais componentes e ao substrato;
Estabelece as propriedades químicas e físicas;
Define o tipo genérico da tinta (acrílica, alquídica, epóxi, poliuretano e etc.).
“Veículo não volátil" que se transforma em um "Sólido" após a secagem e/ou cura
RESINAS
88. Revestimentos orgânicos
• A resina é um polímero à base de Carbono
Revestimentos inorgânicos
• A resina não é um polímero à base de Carbono
• A maioria é um ligante a base de Silício - Oxigênio
R – C – C – R
R
–
R
R R
–
–
–
(acrílica, alquídica, epóxi, poliuretano e etc.)
– O – Si – O – Si – O –
R
R
O
–
O
–
–
–
R
O
–
–
R
–
O
–
(Etil Silicato de zinco, Silicone e etc.)
RESINAS
89. Formação do filme: ligar os pigmentos e cargas
Adesão a superfície: matéria prima responsável pela aderência (tinta/substrato
e entre demãos: tinta/tinta)
Resistência / Durabilidade:
Resistir ao meio / barreira: dar impermeabilidade às tintas
Dar flexibilidade às tintas: resistir a dilatação/contração do substrato
Controle da aparência: Brilho (CPV); cor e resistência a UV
principais resinas:
alquídica; acrílica; epoxídica; poliuretânica; silicato de etila; silicone
É o único componente não pode estar ausente (principal componente)
“A Resina é um elemento tão importante que dá seu nome à Tinta”.
FUNÇÃO DAS RESINAS
90. Adesão ao aço
Tinta de fundo (Intergard; Interseal) adequada ao Preparo de Superfície
Resistência à Corrosão
Todas as tintas (Protective Coating):
Resistência Química
Tinta para imersão (Interline): Epóxi; Epóxi Novolac
Resistência Mecânica
Tintas (Interzone) com: Quartzo; Mica; Óxido de Alumínio
Resistência a Alta Temperatura
Tintas (Intertherm): Silicone; Etil Silicato; Epóxi fenólica
Retenção de Cor e Brilho
Tinta de acabamento (Interthane; Interfine): Poliuretano e Polisiloxano
Uma escolha cuidadosa da resina é necessário, a fim de garantir que as
propriedades requeridas sejam alcançadas
PROPRIEDADES DAS RESINAS
91. ALCOOL + ÓLEO VEGETAL + ÁCIDO
Glicerina + óleo de soja + anidrido ftálico
POLIÉSTER FTÁLICO
MODIFICADO COM ÓLEOS
TIPO MATÉRIA PRIMA NATUREZA QUÍMICA
ACRILATOS POLIMERIZADOS ACRÍLICA
A
B
ACRILATOS POLIHIDROXILADOS ou
POLIÉSTERES POLIHIDROXILADOS
ACRÍLICA ou
POLIÉSTER
AGENTE DE CURA
ISOCIANATO ALIFÁTICO ou
ISOCIANATO AROMÁTICO
A
B
ALQUÍDICA
ACRÍLICA
EPÓXI
POLIURETANO
EPÓXI NOVOLAC
ETIL SILICATO
DE ZINCO
RESINAS
92. É uma pistola de pulverização em que o material a ser aplicado entra
sob pressão na pistola e se pulveriza devido ao choque com o ar comprimido.
Pistola Convencional
92
APLICAÇÃO
93. Ajuste de
LEQUE e
AR
Ajuste da
TINTA
Gatilho Guarnição
Entrada de
TINTA
Entrada de
AR
Agulha
Bico de
fluído
Capa de
AR
Componentes Pistola Convencional
APLICAÇÃO
94. Vista em corte do bico e capa de uma pistola convencional.
Ar, tinta, capa de ar e bico
APLICAÇÃO
96. Capa de ar
Agulha/
Eletrodo
Gatilho
Conexão para
entrada de ar Conexão do
cabo de baixa
voltagem
Conexão da
entrada de
tinta
Conexão de
regulagem do
leque
Indicador
nível de
tensão
Pistola Eletrostática
APLICAÇÃO
97. Painel de Controle
Tensão
Botões de
ajuste de
tensão
Botões de seleção
para tensões
predefinidas
Liga/
Desliga
Indicador
de
corrente
Indicador
de erros
97
APLICAÇÃO
99. REVISÃO
Módulo 03 – Pintura com Tinta Líquida
1.Quais são os principais componentes de uma tinta líquida?
2.Explique a função de cada um dos seguintes elementos: resina,
pigmento e solvente.
3.Qual a diferença entre solvente e diluente?
4.O que significa atomização no processo de pintura?
5.Quais parâmetros devem ser observados na regulagem da pistola
de pintura?
100. Ar
Tinta
Camada seca
Camada áspera
Névoa
Deformação do leque
Ar Tinta Excesso de camada
Escorrimento
Casca de laranja
Deformação do leque
Ar Tinta
Camada uniforme
Pintura ideal
TÉCNICAS DE APLICAÇÃO
101. Manter a Pistola perpendicular à superfície a uma distância de 25 cm (10”)
Mover o braço em “passadas” de 50 a 100 cm
Não girar a pistola em arco
Sobrepor as “passadas” 50%
Subdividir áreas grandes em seções menores e pintá-las individualmente
sobrepondo as junções
Usar a técnica de demãos cruzadas para aplicar tintas de alta espessura
103. COMO MOVIMENTAR A PISTOLA PERANTE A PEÇA
Mantenha o pulso flexível
Movimente a pistola perpendicular à peça
Distância adequada a tinta chega líquida na superfície
15 a
20 cm
104. COMO NÃO DEVE SER FEITA A APLICAÇÃO COM A PISTOLA
ERRADO
A cobertura será
leve nesse ponto
A cobertura será
pesada nesse ponto
105. PERTO DEMAIS
TINTA MUITO CARREGADA
TENDE A ESCORRER
LONGE DEMAIS
CASCA DE LARANJA
ACABAMENTO ARENOSO
FORMAÇÃO DE PÓ
109. COMO COBRIR UM PAINEL SOBREPONDO CAMADA
COMEÇO DA
PASSADA
APERTE O
GATILHO
NA PRIMEIRA, PINTE AS BORDAS DO PAINEL
NÃO ESQUECER DE PINTAR A BORDA
INFERIOR NA ÚLTIMA PASSADA
110. COMO COBRIR UM PAINEL SOBREPONDO CAMADA LATERAL
PRIMEIRA SEGUNDA
TERCEIRA
Passada de
45 A 60 cm
10 cm de superposição
112. Superpor as faixas em 50 %
50 % a cada passe. O ideal
é terminar cada painel com repasse cruzado
113. Retornar toda a tinta nas mangueiras ao Tanque de Pressão
Recircular solvente até ficar limpo (leque de ar deve estar fechado)
Secar e guardar as Mangueiras adequadamente
Limpar e secar o Tanque de Pressão com solvente
Limpar Capa de Ar imergindo em solvente e limpando com pano ou
escova macia
NÃO imergir a toda pistola em solvente, isto eliminará o óleo lubrificante
das gaxetas, afetará as vedações e poderá provocar mau funcionamento
114. Recirculação do Solvente
Limpeza
externa da
Mangueira ao
fim do
Expediente
Limpeza o
Tanque de
Pressão
com Solvente
Limpando e
lubrificando os
Componentes da
Pistola
115. Nunca use objeto de metal para
desentupir os orifícios de saída de ar ou
de tinta.
Nunca mergulhe a pistola no solvente.
Nunca mergulhe a pistola no solvente.
Mergulhe a capa e o bico no solvente e
desobstrua os orifícios com um palito de
madeira.
116. Opera com uma caneca acoplada onde se
armazena tinta.
Sua Principal característica é ter o bico de
fluido ligeiramente para fora da capa de ar,
condição necessária para que o líquido seja
succionado.
117. São usadas em trabalhos que não exigem uma grande autonomia de aplicação;
São utilizadas quando há necessidade de frequentes trocas de cores;
Custo do sistema é baixo. Ideal para oficinas;
É recomendada para retoques de acabamento na indústria.
118. Pintando peças grandes com caneca
caneca.
Não consegue espessura e produtividade
PISTOLA CONVENCIONAL
Caneca – para tintas de baixa espessura
Tanque de pressão – Tintas de baixa e de
alta espessura
119. REVISÃO
Módulo 04 – Boas Práticas de Pintura
1.Quais cuidados devem ser tomados com a pistola antes do uso?
2.Por que é importante o uso de equipamentos de proteção individual
(EPIs)?
3.Cite dois exemplos de falhas que podem ocorrer por má regulagem
do equipamento.
4.Explique a importância da homogeneização da tinta antes da
aplicação.
5.O que deve ser feito após a finalização da pintura para garantir a
durabilidade dos equipamentos?
121. 0 µm 25 µm
Superfície lisa Superfície rugosa
Superfície
do
substrato
Superfície
magnética
efetiva
122. Proteção contra a corrosão: Barreira / Isolamento
Espessura total em função da agressividade do meio
Poder de cobertura por demão: Dempenho estético
Baixa espessura
Faixa de espessura do Boletim Técnico do fabricante
Custo de tinta: Econômico
Espessura baixa = retrabalho
Espessura alta = consumo de tinta
123. Habilidade do pintor: Qualificação da mão de obra
Manuseio do equipamento de aplicação
Técnica de aplicação
Controle da Espessura Úmida
125. INSPEÇÃO
ABNT NBR 14847 ABR/2002
Inspeção de serviços de pintura em superfícies metálicas
MÉTODO DE ENSAIO
ABNT NBR 15488: AGO/2007 (1a
emenda)
Determinação do Perfil de Rugosidade
ABNT NBR 10443 DEZ/2008
Determinação da Espessura de Película Seca sobre superfícies rugosas
CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO
PETROBRAS N-13L 03/2016
Requisitos Técnicos para Serviços de Pintura
126. Luva ;
Medidor (calibrado);
Placa de aço lisa;
Película com espessura padrão calibrada;
Pano ou Trincha;
Calculadora (Caso houve necessidade).
127. O Método Magnético baseia-se na força de atração
magnética entre um imã permanente ou magneto indutivo e o
substrato, influenciada pela presença do revestimento (tinta).
e
e
Aço-carbono
128. 50 m
0 µm 50 µm
Quando o sensor está encostado no
metal, o aparelho emite um sinal
magnético e o circuito eletrônico ao
receber de volta o sinal, interpreta que a
leitura é 0 mm
Quando o sensor está afastado do
metal a uma distância de 50 mm, o
circuito eletrônico interpreta que a
leitura é 50 mm
129. AJUSTE DO ZERO
25 mm
AÇO POLIDO
25
m
m
3 mm
O instrumento de medição e a película-padrão devem possuir certificado de calibração emitido
por laboratório credenciado .
131. É importante a calibração com uma placa de metal liso e folhas para calibração de
espessura conhecida
Utilizar uma folha com espessura similar à da pintura a ser medida, pois os campos
magnéticos atenuam a escala logarítmica e, caso sejam medidos revestimentos muito
mais grossos ou finos do que a folha de calibração, estes pequenos erros na calibração
podem produzir grandes erros nas leituras
133. 5m
5m
10%
10% de 25 m² = 2,5 = 3 ensaios
25 m²
15m
20m
10%
10% de 300 m² = 30 = 30 ensaios
300 m²
NÚMERO DE MEDIÇÕES
134. Exercício: Calcular o número de medições de EPS, para 92 m² de estruturas
metálicas pintadas?
No
EPS = (92 x 10) / 100 = 9,2
Exercício: Para pintura de 30 tubos de 12 metros, cada, quantas medidas de
EPS por demão devo realizar?
Número de tubos = 30 30 ensaios
Exercício: Para 360m lineares de tubulação, quantas medidas de EPS por
demão devo realizar?
15 ensaios
tubulação = 360/25 = 14,4
10 ensaios No
teste correspondente:
10% ÁREA
No
teste correspondente:
Uma a cada FRAÇÃO
No
teste correspondente:
Uma a cada 25m
136. ∑ Xn – FR = EPS média da região selecionada
n
FR = Fator de Redução da espessura em função do Perfil de Rugosidade
EPS = Espessura de Película Seca sobre superfície rugosa
n = número de leituras válidas = 12 – 2 = 10
X = Somatória dos Valores obtidos após abandonar o maior e menor valor
Perfil Rugosidade:
N-9F item 6.2.2
50µm – 100µm
A média aritmética obtida representa a medida da
espessura da película seca de tinta da região
selecionada.
ESPESSURA DE PELÍCULA SECA SOBRE SUPERFÍCIES RUGOSAS
137. PERFIL DE RUGOSIDADE FATOR DE REDUÇÃO DA ESPESSURA (FR)
25 a 39 µm 10 µm
40 a 69 µm 25 µm
70 a 100 µm 40µm
OBS: 1. Perfil não conhecido utilizar fator de redução de 25 µm
2. Fator de redução é aplicada para cada demão
Perfil de rugosidade = 84 µm
Fator de Redução = 40 µm
Exercício:
138. 13
40µm
70µm a 100µm
Alto
25µm
40µm a 69µm
Médio
10µm
25µm a 39µm
Baixo
FR
Perfil de Rugosidade
ABNT NBR 15488
120µm N-1661 120 – 40 = 80µm
Espessura Medida - FR
80µm
Espessura Medida - FR
170µm N-1202 170 – 40 – 80 = 50µm
130µm
Espessura Medida - FR
230µm N-2677
190µm
230 – 40 – 130 = 60µm
Espessura de Película Seca
por demão corrigida
139. Ex.: Determinar a EPS média N-2630, na região selecionada, especificada em 100µm e Perfil de
Rugosidade medida de 57µm
30 mm
30 mm
30
cm
30
cm
= 115µm
110
110
105
105 116
116
131
131
120
120 145
145
98
98 95
95
103
103
125
125 92
92
150
150
(X1+X2+X3+X4+X5+X6+X7+X8+X9+X10)
10
EPS =
200
mm
200 mm
FATOR DE REDUÇÃO p/ EPS > 40µm
PERFIL DE RUGOSIDADE FR
25µm a 39µm 10µm
40µm a 69µm 25µm
70µm a 100µm 40µm
Se o Perfil de Rugosidade não for
conhecido, adotar FR = 25µm
- 25µm
EPS = 90µm
140. 1. Espessura elevada, acima da recomendada no Boletim Técnico da tinta ou em
documento fornecido pelo fabricante, podem acarretar:
retenção de solvente (baixa dureza; empolamento)
secagem lenta
escorrimento
enrugamento
craqueamento
consumo elevado de tinta
2. Espessura baixa, abaixo da recomendada no Boletim Técnico da tinta, podem
acarretar:
baixo Poder de Cobertura
redução da Proteção Anticorrosiva
141. REVISÃO
Módulo 05 – Película Seca e Inspeção
1.O que é a película seca e como ela se forma?
2.Quais métodos podem ser utilizados para medir a espessura da
película seca?
3.Qual a importância do controle da espessura da camada aplicada?
4.O que pode ocorrer se a espessura estiver abaixo do
recomendado?
5.O que pode ocorrer se a espessura estiver acima do recomendado?
143. 1.11 marcas de
trincha
1.12 poder de
cobertura
1.4
escorrimen
to
1.3 formação de
nata
1.1 casca de
laranja
1.2 cratera
1.5 espessura
irregular
1.8 fervura
1.9
impregnaçã
o de pêlos
1.10
mancha
1.13 poro 1.14pulverização
seca
1.15
sangrament
o
1.3
enrugamen
to
1.9
impregnaç
ão de
poeira
1.7
fendimento
1.16 secagem
irregular
1.10
sedimentação
1.6
exsudação
1.9
impregnaç
ão de
abrasivo
144. PROVÁVEIS CAUSAS:
• Ajuste incorreto do equipamento de pulverização e técnica incorreta de aplicação
• Espessura elevada (Alta tixotropia)
• Viscosidade elevada da tinta
• Diluição insuficiente da tinta; Diluente muito volátil; diluente não recomendado
PREVENÇÃO:
•Ajuste correto do equipamento de pulverização e usar técnica correta de aplicação
•Uso de diluente adequado
REPARO:
•Onde a estética é uma preocupação: Linpar, lixamento superficial; remoção do pó, aplicar nova
demão
DESCRIÇÃO:
•Defeito estético e superficial de uma película, onde o aspecto é rugoso e similar à casca de
laranja (ABNT NBR 15156)
145. Ar
Tinta
Excesso de camada
Escorrimento
Casca de laranja
Deformação do leque
Técnicas de aplicação por pulverização:
uso de bico errado
aplicação muito próxima a superfície
pressão baixa de ar da pistola
146. Cratera (ABNT NBR 15156) :
Defeito de película seca, caracterizado por uma depressão arredondada sobre a
superfície pintada.
“
“Cratering”
Cratering” “
“Cissing”
Cissing” “
“Fisheye”
Fisheye”
147. DESCRIÇÃO:
•Formação de pequenas depressões em forma de taça na película de tinta, e são formadas de
bolhas que após romperem não mais se nivelam.
PROVÁVEIS CAUSAS:
•Retenção de solvente ou ar na aplicação
Substrato muito quente / secagem rápida
Pintura sobre Over Spray
Pintura sobre superfície porosa
Homogeneização vigorosa da tinta
•Aplicação a rolo com comprimento longo da lã
PREVENÇÃO:
•Aplicar mist coat ou tie coat para selar a porosidade do zinco etil silicato
•Evitar o incorporação de ar na homogeneização da tinta
•Melhorar a técnica de aplicação por pulverização
•Usar diluente recomendado pelo fabricante (compatível e + pesado)
•Utilizar rolo de pêlo curto
REPARO:
•Limpar a área; lixamento superficial e reaplicar
148. DESCRIÇÃO:
•Depressão circular na película de tinta sobre a superfície pintada
PROVÁVEIS CAUSAS:
•Defeito de tensão superficial
Na tinta
Cristalização da resina
Sedimentação dos pigmentos
Dispersão inadequada dos pigmentos
Agente tixotrópico
Contaminação na pulverização
Óleo e Água na linha de ar de atomização
PREVENÇÃO:
•Filtrar a tinta
•Temperatura adequada de armazenamento da tinta
•Dispersão e homogeneização mecanizada da tinta
•Limpeza da superfície para remoção dos contaminantes
•Limpeza do equipamento de pulverização
•Utilização de filtro de ar e óleo na linha de ar comprimido de pulverização
REPARO:
•Limpar a área; lixamento superficial e reaplicar
148
149. PROVÁVEIS CAUSAS:
•Defeito de tensão superficial
Contaminantes da superfície (silicone, cera, óleo, água ou condensação)
Molhamento do substrato (tinta)
Uso excessivo de anti-espumantes
PREVENÇÃO:
•Limpeza da superfície para remoção dos contaminantes
•Formulação/fabricação:
Use menos anti-espumante
Troca de anti-espumante
REPARO:
•Limpar a área; lixamento superficial e reaplicar
DESCRIÇÃO:
•Depressão circular na película de tinta sobre a superfície pintada (
150. DESCRIÇÃO:
•Defeito ocorrido durante a aplicação da pintura, em formas de ondas ou gotas
•Excessiva fluidez da tinta em superfícies verticais, com marcas em alto relevo
PROVÁVEIS CAUSAS:
• Excesso de espessura
• Diluição excessiva da tinta
• Diluente não recomendado (+ pesado)
• Formulação da tinta: não atinge a EPS do BT (agente tixotrópico)
• Falta de agente de cura
• Intervalo curto entre demãos
• Baixa temperatura do ambiente
• Técnica de aplicação: Pressão da tinta alta; Pistola próxima à superfície
REPARO:
•Remover o excesso de tinta ainda úmida com trincha macia
•Após a secagem: Raspar, lixar, remover o pó e retocar a área com escorrimento
PREVENÇÃO:
• Controle da Espessura de Película Úmida
• Diluição adequada ao método de aplicação, usando régua ou copo graduado
• Aplicar a tinta após o intervalo mínimo de repintura informado no Boletim Técnico
• Ajuste correto do equipamento de pulverização e técnica correta de aplicação
• Tintas formuladas adequadamente: Usar aditivo correto (agente tixotrópico)
151. O escorrimento pode ocorrer por excesso de camada de tinta na
aplicação, superando a sua capacidade de se sustentar na vertical (tixotropia)
153. DESCRIÇÃO:
•Defeito de aplicação caracterizado por diferenças de espessuras na área pintada, fora das
tolerâncias médias.
PROVÁVEIS CAUSAS:
•Regiões com baixa Espessura de Película Seca e/ou alta Espessura de Película Seca
•Falta de habilidade do pintor
•Trincha e rolos não adequados
•Diluição incorreta
•Falta de controle da Espessura de Película Úmida
•Superfícies de difícil acesso
•Não aplicação da demão de reforço (quinas, frestas, cordões de solda, etc.)
PREVENÇÃO:
•Controle das Espessuras de Película Úmida e Seca
•Pintores qualificados nos métodos de aplicação
•Aplicação de demão de reforço a trincha ou rolo nas áreas críticas
REPARO:
•Arredondamento de quinas, alisamento de cordões de solda, uso de massa em frestas
•Baixa Espessura: Lixamento superficial e aplicar demão complementar
•Alta Espessura (retenção de solvente): Remoção da tinta
154. Espessura irregular
Algumas falhas de aplicação estão
relacionadas com os defeitos de espessura.
São áreas em que o pintor deixou de aplicar
a tinta em algumas áreas da superfície
(“gatos”) ou deixou pontos com espessura
muito baixa.
Geralmente ocorrem em áreas de difícil
acesso, tais como as partes traseiras de
barras de reforço, recortes, escalopes e ao
longo das soldas.
155. A prevenção deste tipo de defeito normalmente é
feita através de uma cuidadosa aplicação de
“stripe coats” (recortes) e uma inspeção minuciosa,
inclusive com o uso de detectores de falhas de
baixa tensão.
As áreas defeituosas podem ser retificadas através
da aplicação de retoques ou repintura.
Espessura irregular
Espessura irregular
156. DESCRIÇÃO:
•Aparência de lama seca com fendas profundas na película de tinta.
•Revestimentos com Consentração de Pigmentos em Volume – CPV alta (relação
resina/pigmento), tais como etil silicato de zinco
PROVÁVEIS CAUSAS:
•Espessura excessiva
•Aplicação sobre superfície com temperatura elevada (>52°C)
•Tempo de Vida Útil de Armazenamento vencido
•Cuidados em áreas de acúmulo de tinta
•Formulação da Tinta / fabricação:
Nível errado de Hidrólise (tempo rápido de cura)
Distribuição / tamanho de partículas do pó de zinco (alívio de tensão)
PREVENÇÃO:
•Controle da Espessura: Técnica apropriada de aplicação
•No caso de climas quentes, o trabalho de pintura deve ser programado quando a área não está
mais sob a luz direta do sol
•Controle do estoque da tinta
•Formulação/fabricação da tinta: Fornecedor de qualidade
REPARO:
•Não há como corrigir rachaduras, a tinta afetada precisa ser retirada e a pintura refeita
157. PROVÁVEIS CAUSAS:
•Espessura excessiva
•Temperatura elevada do ambiente e/ou da superfície
•Sensibilidade das tintas poliuretano com a umidade (água)
•Formulação da tinta: Agente de cura ou solvente rápido
•Aplicação inadequada de tintas poliuretano a rolo de pêlo longo
•Aplicação de tintas de acabamento brilhantes sobre etil silicato de zinco
Superfície porosa
PREVENÇÃO:
• Controle da Espesura de Película Úmida
• Monitoramento das condições climáticas
• Utilizar filtro de água e óleo na linha de ar comprimido
•Formulação da tinta: Uso correto de tintas (balanciamento dos solventes) e diluentes
• Usar adequado método e técnica de aplicação
• Demão seladora (tie coat ou mist coat) sobre a tinta etil silicato rica em zinco
DESCRIÇÃO:
•Retenção de ar ou solvente no filme. Algumas bolhas estouram e também formam crateras e
poros na superfície da película de tinta após a aplicação.
REPARO:
•Lixar superficialmente a superfície e aplicar uma nova demão
158. Fervura : Formação de microbolhas (0,05 mm a 0,3 mm),
semelhante ao da cabeça de alfinete.
Tinta Poliuretano de dois componentes:
Extrema sensibilidade da tinta poliuretano alifático com a água seja pela linha
de ar da pistola, solvente contaminado ou alta umidade do ar na aplicação.
A reação da tinta com a água resulta em empolamento tipo “fervura”
“fervura”.
Também ocorre com aplicação de espessura excessiva (a reação poliol +
isocianato ligera gás CO2)
160. Impregnação de abrasivos (ABNT NBR 15156) :
Defeito superficial na película devido a exposição da tinta ainda não seca ao toque,
em ambientes com abrasivos carregados pelo ar ou provenientes do jateamento.
ABRASIVO
ABRASIVO
POEIRA
POEIRA
ABRASIVO METÁLICO
ABRASIVO METÁLICO
LIVRE PEGAJOSIDADE
161. PROVÁVEIS CAUSAS:
•Aplicação de tinta sobre superfície contaminada (poeira e abrasivo)
•Contaminação da superfície da tinta ainda úmida pelo abrasivo
•Tinta, rolo ou trincha contaminada por areia, terra, abrasivo, etc.
•Poeira levada pelo vento cobre a tinta fresca
PREVENÇÃO:
•Limpar a superfície, removendo o pó antes de pintar
•Melhorar as condições do canteiro, protegendo a área de pintura contra contaminação
REPARO:
•Lixar ou remover toda a pintura e aplicar outra demão
DESCRIÇÃO:
•A superfície da tinta apresenta-se áspera como uma lixa
162. PROVÁVEIS CAUSAS:
•Limpeza insuficiente das superfícies antes da pintura
•Contaminação da superfície da tinta após a secagem
•Poeira levada pelo vento
PREVENÇÃO:
•Protegendo a área de pintura contra contaminação
REPARO:
•Lixamento superficial e aplicar outra demão
DESCRIÇÃO:
•A película fica suja e encardida, mesmo após rigorosa lavagem
163. Reparo:
•Dependendo da extensão das marcas de pincel, raspe bem a superfície e aplicar novamente a
tinta com à viscosidade adequada
Descrição:
•Saliências
e sulcos indesejáveis que permanecem em uma película de tinta seca após a
aplicação a trincha, onde a tinta não alastra.
Causas prováveis:
•Viscosidade elevada da tinta para aplicação a trincha
•Utilização de diluente não recomendado pelo fabricante
•Técnica de aplicação
•Baixo alastramento da tinta
•Aplicação de tintas bicomponentes com vida útil da mistura excedido
Prevenção:
•Usar trincha de qualidade para aplicar a tinta na espessura adequada
•Diluir a tinta para acertar a viscosidade
•Aplicar dentro da vida útil da mistura (pot-life)
•Passes cruzados melhoram o aspecto
164. Reparo:
•Trocar a tinta
•Lixamento superficial, remoção do pó e reaplicar a tinta
Descrição:
•O poder de cobertura ou opacidade: Capacidade da tinta de esconder a superfície na aplicação
da demão
Causas prováveis:
•Formulação / fabricação da tinta: baixo teor de pigmentos opacificantes (TiO2)
•Espessura baixa
•Diluição excessiva
Prevenção:
•Formulação da tinta: teste de poder de cobertura antes da liberação da tinta (Pfund)
•Controle da Espessura de Película Úmida
•Controle da diluição
165. Poro (ABNT NBR 15156) :
Microfalha estrutural na película, de forma arredondada, que possibilita a
penetração de agentes corrosivos
166. PROVÁVEIS CAUSAS:
•Retenção de ar ou solvente no filme
•Espessura elevada
•Perfil de Rugosidade alto
•Aplicação sobre superfícies porosas
•Temperatura de superfície muito alta
•Falta de habilidade do pintor; “Over Spray”; uso de diluente errado
PREVENÇÃO:
•Respeitar o Intervalo mínimo entre demãos
•Uso correto de técnicas de aplicação
•Controle da Espessura Úmida
•Controle das condições ambientais e temperatura da superfície
•Reduzir a viscosidade
•Selagem adequada das tintas etil silicato de zinco (tie coat ou mist coat)
•Correto balanceamento dos solventes na tinta e diluente (+ pesado)
REPARO:
•Lixar superficial; remoção do pó; aplicar uma nova demão
DESCRIÇÃO:
•Presença de pequenos orifícios no revestimento que são formados durante a aplicação e
secagem, não visíveis a olho nú. Conhecido também como furos de alfinete
•Os poros permitem a penetração do eletrólito no filme de tinta
167. Outra causa dos pinholes é a formulação inadequada da tinta ou desequilíbrio
do solvente.
É o que ocorre quando os pintores adicionam solvente errado
Os pinholes também podem ser criados por substratos porosos, como primers
inorgânicos de zinco.
168. Bolha
Bolha
Cratera
Cratera
Furo de agulha
Furo de agulha
“
“Pinhole”
Pinhole”
A Ç O
A Ç O
DEFEITOS DE PINTURA SOBRE PRIME ETIL SILICATO DE ZINCO
Todos os primers silicato inorgânico de zinco, tem uma tendência a formar “poros"
ao longo do filme durante o processo de cura.
Tie-coat: Tinta epóxi de baixa viscosidade e aplicada em baixa espessura para
selar a porosidade. O Tie-coat penetra e preenche os poros, expulsando o ar.
Devem ser aplicados com pistola convencional.
Mist-coat: Tinta epóxi de alta viscosidade e de altos sólidos, onde é necessário
diluir 30%. Aplicar com pistola convencional para selar os poros.
169. PROVÁVEIS CAUSAS:
•Técnica de aplicação deficiente (distância da pistola / substrato = 30 cm)
• Temperatura de aplicação e ventosfortes:
Vento muito forte durante a pintura, secando as partículas de tinta antes que elas atinjam
a superfície
Temperatura elevada, acelerando a secagem das partículas de tinta
•Tinta de secagem rápida - Formulação da tinta ou diluente: evaporação rápida
PREVENÇÃO: As gotas pulverizadas devem chegar líquidas na superfície
•Aplicação: ângulo de aplicação (perpendicular); distância; tamanho do bico;
pressão alta (excesso de pulverização)
•Formulação da tinta: Balanceamento adequado de solventes (verão e inverno)
•Temperatura de aplicação: Tinta adequada e diluente pesado
REPARO:
•A pulverização seca ou excesso de pulverização podem ser removidos através do lixamento ou,
em alguns casos, por meio de escovamento
DESCRIÇÃO:
•Pulverização deficiente, de modo que as partículas não se aglutinem, resultando espaços
intersticiais ou poros na película, com penetração dos agentes corrosivos.
•As partículas pulverizadas de tinta atingem a superfície quase secas, devido à rápida
evaporação dos solventes, formando uma película áspera e porosa.
170. Rugosidade e aspereza da superfície do filme onde as partículas não
estavam suficientemente fluídas.
DRY SPRAY
A pulverização seca ou “dry spray” é causada pela secagem parcial das
partículas de tinta, aplicadas por pulverização, antes que as mesmas
atinjam o substrato.
A pulverização seca se manifesta
como um acabamento de superfície áspera
e irregular após a pulverização.
171. O excesso de pulverização ou “overspray” em Inglês, ocorre quando as
partículas de tinta são dispersadas para fora de seu curso e pousam em outras
superfícies que não a que está sendo pintada.
“Overspray” causado
por má técnica de
aplicação
Correções:
Após a Secagem: Lixar e aplicar outra demão, corrigindo eventuais ajustes na
pistola e/ou na diluição usando solvente mais lento, tipo retardador, adequado
ao verão.
172. Técnicas de aplicação à pistola
Técnicas de aplicação à pistola
MOVIMENTO
DISTÂNCIA
ERRADO
ERRADO
CERTO
15 a 25 cm
INCLINAÇÃO
173. Ar
Tinta • Camada seca
• Camada áspera
• Névoa
• Deformação do leque
Pistola convencional:
Pistola convencional: Equilíbrio
Equilíbrio Ar
Ar x
x Tinta
Tinta
Pressão de Ar maior que a pressão de tinta
• Técnicas insatisfatórias:
Bico da pistola a uma distância excessiva da superfície
Pistola não forma um ângulo de 90° em relação à superfície
Excesso de pressão de tinta na bomba airless ou da pressão do ar no leque
no caso da pistola convencional
Não soltar o gatilho no final de cada passe
174. REVISÃO
Módulo 06 – Falhas de Pintura
1.Diferencie poro e cratera em uma falha de pintura.
2.Quais são as possíveis causas da presença de bolhas na pintura?
3.O que caracteriza uma falha de descascamento?
4.Explique a formação de escorrimento e como evitá-lo.
5.Cite três falhas de pintura e suas respectivas causas.