1. PRECAUÇÕES UNIVERSAIS:
PREVENÇÃO E PROTEÇÃO
A INFECÇÕES
JACIELITON MARTINS TELES DA SILVA MORAIS
PÓS-GRADUANDO EM ENFERMAGEM DO TRABALHO (FAVENI)
ENFERMEIRO (URCA)
SOCORRISTA (CETUE)
TÉCNICO DE ENFERMAGEM (EEEP PADRE JOÃO BOSCO DE LIMA)
28/01/2023
2. NOSSOS TÓPICOS PRINCIPAIS HOJE
Lavagem das mãos;
Equipamentos de proteção individual;
Precauções universais;
Pratica de paramentação/desparamentação
3. LAVAGEM DAS MÃOS
Apesar de ser um hábito básico,
higienizar as mãos é ação importante e
deve ser feita de forma correta, pois
vírus e bactérias presentes em toda a
parte, principalmente nas mãos, são
responsáveis pela transmissão de
doenças, como por exemplo, resfriados,
herpes, conjuntivite, diarreia causada
por falta de higiene
4. HIGIENIZAÇÃO SIMPLES DAS MÃOS
É o simples ato de higienizar as mãos com água e sabão preferencialmente neutro, podendo em
algumas situações utilizar antissépticos.
Finalidade
Remover:
micro-organismos da pele
suor
oleosidade
células mortas
retirar a sujidade
propícia à permanência e à proliferação de microorganismos.
6. HIGIENIZAÇÃO SIMPLES DAS MÃOS
Produtos
i. Sabonetes Tem ação detergente, remove sujidades, detritos e impurezas da pele
ou outras superfícies.
O uso de sabão líquido é obrigatório nos hospitais e nas unidades de saúde.
ii. Álcool gel Podem ser usados para higienização das mãos.
É insuficiente quando as mãos estão sujas e não substitui a lavagem das mãos
7. HIGIENIZAÇÃO SIMPLES DAS MÃOS
Via de transmissão Atenção:
Os profissionais com lesão cutânea ou exsudativas devem evitar o contato direto com
usuários.
a) As mãos constituem a principal via de transmissão de
micro-organismos durante a assistência prestada aos
usuários da saúde;
b) A pele reserva diversos micro-organismos, como:
- Bactérias gram negativas → gastroenterites agudas;
- Bactérias gram positivas → infecções da pele.
16. Importante:
- No caso de torneiras com contato manual para fechamento,
sempre utilize papel-toalha;
- O uso coletivo de toalhas de tecido é contraindicado, pois estas
permanecem úmidas, favorecendo a proliferação bacteriana;
- Deve-se evitar água muito quente ou muito fria na higienização
das mãos, a fim de prevenir o ressecamento da pele.
17. HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS COM ÁLCOOL
Vale ressaltar que:
- Soluções á base de álcool, com ou sem
emoliente, em formulação líquida ou gel
podem ser usadas, porém são ineficientes
quando as mãos estão sujas (RDC 42, de
25/10/2010);
- Preparação alcoólica para higienização
das mãos sob as formas de gel, espuma e
outras preparações contendo álcool, na
concentração mínima de 70%.
18. HIGIENIZAÇÃO SIMPLES DAS MÃOS
Higienizar as mãos ao chegar na unidade de trabalho;
Manter as unhas naturais, limpas e curtas;
Não usar unhas postiças quando entrar em contato com o usuário;
Evitar uso de esmaltes nas unhas;
Dispensar o uso de anéis, pulseiras e outros adornos quando assistir o usuário;
Aplicar creme nas mãos para evitar ressecamento (uso individual);
Não Abrir ou fechar portas com Luvas ou com sujidades nas mãos e não atender
ao telefone com luvas;
Não ficar com a mesma luva por periodo prolongado sem trocá-la e sem lavagem
das mãos.
Hábitos importantes e necessários
20. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
O uso dos (EPI) são essenciais para manter os
profissionais da área de saúde livres de riscos e
ameaças à segurança no ambiente de trabalho. Esse
fator é de extrema importância não só para a saúde dos
enfermeiros, técnicos de enfermagem e cuidadores,
como também para que os pacientes não venham a ter
piora em seu quadro clínico.
21. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
luvas de látex: são feitas de material de borracha natural, podendo ser encontradas com ou sem talco;
luvas de nitrílica: apesar de também serem produzidas com material de borracha, são mais resistentes a óleo, gorduras vegetais e
animais, além de água quente por um curto tempo;
luvas de vinil: composta por um tipo de plástico, com ou sem talco.
Óculos
Os óculos (formados por um plástico rígido ou uma barreira de cilindro) costumam impedir a exposição dos olhos a componentes radioativos,
biológicos e químicos, o que evita que líquidos venham a respigar nos profissionais. Geralmente, são usados em cirurgias hospitalares. Outra
função é proteger contra impactos que possam ocorrer.
Máscara
Já pensou em pegar uma gripe ou alguma doença contagiosa durante as atividades no ambiente de trabalho? Nesse caso, em vez de ajudar
os pacientes, você precisará de cuidados. Por isso, as máscaras são fundamentais, visto que servem para proteção contra bactérias, fungos
e outros agentes contaminantes que possam ser inalados.
Luvas
As luvas impedem que se tenha contato direto com agentes físicos e biológicos. As esterilizadas são fundamentais para realizar algum
procedimento invasivo, entre outras necessidades. Para isso, existem três opções, sendo cada uma apropriada para manipular um tipo de
material:
22. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
Avental e/ou jaleco
Esses EPIs de enfermagem devem ser sempre usados como uma barreira de proteção para as roupas dos profissionais. Para isso, eles devem
ser de mangas curtas, para evitar contaminação, de tecido ou descartáveis, o que vai depender do tipo de material que será manipulado.
Após o uso do avental e/ou jaleco, é preciso colocá-lo em um saco plástico e retirá-lo apenas para lavagem. Não se deve sair do ambiente
de trabalho com avental e/ou jaleco para evitar risco de contaminação de terceiros.
Touca
A touca é um EPI usado para preservar a saúde do profissional de enfermagem contra microrganismos contaminantes e, ao mesmo tempo,
evita que doenças infecciosas afetem os pacientes, devido à queda de cabelos no decorrer da prestação de cuidados, por exemplo. É
bastante usado em blocos cirúrgicos.
Sapatos fechados
O uso de sapatos fechados também é essencial para assegurar a proteção dos profissionais durante a execução de suas atividades. Sendo
assim, os calçados abertos não devem ser usados enquanto os funcionários desempenham suas funções.
24. PRECAUÇÕES UNIVERSAIS:
As precauções universais, também denominadas
básicas ou padrão são procedimentos que devem
ser estabelecidos em uma instituição de saúde, a
todos os pacientes com processo infeccioso ou
com suspeita de contaminação, com o intuito de
minimizar os riscos de contaminação cruzada
entre ambiente, pacientes e profissionais.