ESCOLA MUNICIPAL PROFESSOR SEBASTIÃO DE ARAÚJO MACHADO
Rua José de Melo s/n – Centro Luziânia/Go - Cep: 72.800-620 - Fone: 3622-6923
Autorização de Funcionamento: Resolução N° 105/2009 do CMEL CNPJ: 01.253.255/0001-29
PROJETO TRABALHINHOS DE FÉRIAS
Tema:
Leitura e Escrita
Período de execução:
Julho de 2011
Público alvo:
Alunos de 2º ano
Responsável:
Maria Cecília Silva de Amorim
Objetivo Geral:
Desenvolver o processo letramento e alfabetização dos alunos com menor
desempenho no campo da linguagem escrita.
Objetivos Específicos:
• Informar as famílias de necessidade de apoio na aprendizagem;
• Selecionar atividades de reforço para leitura e escrita;
• Explorar os eixos, letra, sílaba, palavra, frase e texto com auxilio da família;
• Compor apostila com atividades que serão realizadas pelo aluno nas férias;
Justificativa:
Tendo em vista que alguns alunos do 2º ano apresentam ainda dificuldades
na leitura e na escrita, faz-se necessária uma intervenção extra classe com apoio e
ciência da família, para possibilitar que os educandos em hipóteses inferiores ao
alfabético possam, por meio de exercícios, aprimorar ainda mais o processo de
alfabetização. Deve-se lembrar que a escola e a família devem agir com vistas a
favorecer a aprendizagem.
Áreas de conhecimento:
Língua Portuguesa
Conteúdos Abordados:
• Leitura de palavras, frases e textos;
• Interpretação textual;
• Formação de palavras e frases;
• Auto ditado;
• Leitura de imagens;
• Texto lacunado
• Caça-palavras;
Contexto teórico
Emília Ferreiro, psicolingüísta argentina, baseada na teoria construtivista de
Piaget trata sobre a aquisição de conhecimento baseada na atividade do sujeito
em interação com o objeto, define como ponto de partida necessário para o
estudo do confronto da criança com o objeto cultural, pelo qual se constitui a
escrita. A criança procura compreender a natureza da linguagem que é falada a
sua volta e quando a compreende, formula hipóteses, busca regularidades,
coloca a prova as suas antecipações e cria sua própria gramática. A criança
adquire as habilidades de escrita à medida que vai desenvolvendo suas
hipóteses infantis. (GUERRA, 2002).
Os estudos realizados por Ferreiro e Teberosky sobre a psicogênese da
língua escrita, mostram que a criança não chega à escola vazia, sem saber nada
sobre a língua escrita. Ela traz consigo conhecimentos prévios adquiridos por
meio da aprendizagem assistemática básica para aquisição da escrita.
De acordo com a psicogênese da língua escrita, traçada por Ferreiro &
Teberosky, toda criança passa por quatro fases até alcançar a alfabetização a
grosso modo (VARGAS, 2001):
• Pré-silábico: não consegue as letras com os sons da língua falada;
• Silábico: interpreta a letra à sua maneira, atribuindo valor de sílaba a cada
letra;
• Silábico-alfabético: mistura a lógica da fase anterior com identificação de
algumas sílabas; e,
• Alfabética: domina, enfim, o valor das letras e sílabas.
Vale exemplificar essas hipóteses de construção da escrita com base
no estudo realizado por Colello (2004, p. 29-31):
• 1 - Escrita pré-silábica unigráfica:
• 2 – Escrita pré-silábica com letras inventadas sem diferenciação intra nem
interfigural:
• 3 - Escrita pré-silábica, com letras inventadas, com diferenciação intrafigural
mas sem diferenciação interfigural:
• 4 – Escrita pré-silábica, com letras convencionais, sem diferenciação inter
nem intrafigural:
• 5 – Escrita pré-silábica, com letras convencionais, com variação intra, mas
sem variação interfigural:
• 6 – Escrita pré-silábica com letras convencionais e variação intra e
interfigural:
• 7 – Escrita silábica com letras inventadas:
• 8 – Escrita silábica com letras convencionais, mas sem o valor sonoro
convencional:
• 9 – Escrita silábica com letras convencionais usadas com seu valor sonoro:
- só consoantes
- só vogais
- vogais e consoantes
• 10 – Escrita silábico alfabética :
O DINOSSAURO ERA GRANDE
• 11 – Escrita alfabética com problemas específicos:
Diagnosticar e analisar que tipo de representação o aluno faz da linguagem é
fundamental para a construção do conhecimento, pois, embora linguagem oral e
escrita sejam diferentes, se complementam.
Desenvolvimento do plano de ação:
• Seleção de atividades de reforço para alunos pré-silabicos e silábico-
alfabéticos;
• Entrega de apostilas no último dia de prova, preferencialmente para cada
responsável;
• Realização de atividade diagnóstica a fim de avaliar a eficácia das atividades.
Cronograma:
Semana
junho Julho Agosto
Elaboração de projeto x x
Confecção de apostila x
Entrega de apostila x
Realização com a família x x x x x
Recebimento das atividades
Relatório final x
Considerações
De maneira geral, o trabalho com esse projeto requer atenção e adesão
especial da família. Sabe-se que a comunidade escolar envolve-se bastante no
processo de ensino e aprendizagem, daí sugerir tal ação, dado o comprometimento
da grande maioria das famílias.
Na reunião realizada com os pais em 28 de junho, dos 21(vinte e um ) responsáveis
convidados para receber o material, compareceram 19 (dezenove), infelizmente não
foi possível o registro fotográfico.
Após o retorno das aulas em agosto, todos os alunos trouxeram as atividades
com grande orgulho por sua realização e falaram sobre a melhora na produção
escrita e na leitura, por isso a escolha das atividades da aluna Ana Júlia (em anexo),
que saíra na hipótese silábica sem valor sonoro (escadinha da leitura), voltando das
férias com hipótese silábico alfabética e leitura com pouca dificuldade.
Referências bibliográficas
GUERRA, Leila Boni. A criança com dificuldades de aprendizagem: considerações
sobre a teoria – modos de fazer. Rio de Janeiro: Enelivros, 2002.
COLELLO, Silvia Mattos Gasparian. Alfabetização em questão. Rio de Janeiro: Paz
e Terra.
VARGAS, Antônio. A vanguada da alfabetização. Nova escola online.
ANEXOS
Foto do convite aos pais
Alunos com o material do projeto
Hipóteses de escrita
Projetos de intervenção - alfabetização férias e folclore.
Projetos de intervenção - alfabetização férias e folclore.
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ESCOLA MUNICIPAL PROFESSOR SEBASTIÃO DE ARAÚJO MACHADO
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MARIA CECÍLIA SILVA DE AMORIM
PROJETO VEM BRINCAR DE FOLCLORE:
“LEITURA E ESCRITA SOB O OLHAR PLURICULTURAL”
LUZIÂNIA-GO, OUTUBRO DE 2011.
PROJETO VEM BRINCAR DE FOLCLORE:
“LEITURA E ESCRITA SOB O OLHAR PLURICULTURAL”
Projeto de intervenção
idealizado pela Professora Maria Cecília Silva
de Amorim (mat.8795), Pedagoga, especialista
em Psicopedagogia, com vistas ao ensino e
aprendizagem de alunos do 2º ano do Ensino
Fundamental de 9 anos da Escola Municipal
Professor Sebastião de Araújo Machado, de
agosto a outubro de 2011.
ESCOLA MUNICIPAL PROFESSOR SEBASTIÃO DE ARAÚJO MACHADO
Rua José de Melo s/n – Centro Luziânia/Go - Cep: 72.800-620 - Fone: 3622-6923
Autorização de Funcionamento: Resolução N° 105/2009 do CMEL CNPJ: 01.253.255/0001-29
Projeto “ Vem brincar de folclore:
Leitura e escrita sob o olhar pluricultural”
TEMA:
Folclore, leitura e escrita.
PÚBLICO ALVO:
Alunos de 2º ano.
RESPONSÁVEL:
Maria Cecília S. de Amorim.
PERÍODO DE EXECUÇÃO:
Agosto a outubro de 2011
JUSTIFICATIVA:
Sabe-se da necessidade de trabalhar Folclore em sala de aula, mais ainda
utilizá-lo como ferramenta em prol da aprendizagem influenciando o processo de
leitura e escrita significativamente. Daí é importante utilizar o tema para ilustrar e
fascinar as crianças.
Os contos folclóricos fazem parte do patrimônio cultural da humanidade, pois
cada povo possui um jeito especial de compreender os fatos. Os textos folclóricos
procuram explicar fenômenos naturais e forças desconhecidas. Estes textos são
lidos e falados por pessoas comuns, de todas as raças e religiões e criam mitos
lendas, danças, músicas, hábitos e tradições. De maneira ampla com essa proposta
ocorrerá ainda valorização da cultura afro e indígena em especial.
OBJETIVO GERAL:
Desenvolver o hábito de leitura e escrita sob o olhar pluricultural contido no
Folclore Brasileiro.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
• Conhecer lendas e personagens folclóricos;
• Ler e interpretar contos, lendas folclóricas em forma de apostila;
• Produzir textos individuais e coletivos;
• Realizar atividades artísticas em forma de oficinas de dobraduras, brinquedos
e brincadeiras folclóricas;
• Estruturar textos não segmentados;
• Organizar varal de leitura em sala e montagem de cartazes sobre, plantas
medicinais;
• Montar baú dos tesouros para desenvolver a leitura;
• Explorar por meio de atividades de escrita parlendas, adivinhas e provérbios
ou ditos populares;
• Realizar duelo de adivinhas entre os alunos;
• Promover apreciação artística com trabalho em argila;
• Montar exposição com atividades e trabalhos confeccionados.
DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE AÇÃO
Por meio deste projeto pode-se apresentar assim o desenvolvimento:
• Apresentação de alguns personagens utilizando filme “Oficina do folclore”;
• Realização de atividades de escrita diversificadas trabalhando leitura
interpretação e escrita em forma de apostila e outras;
• Utilização de técnicas artísticas para confecção de dobraduras e brinquedos
reciclados;
• Organização de varal de leitura e baú dos tesouros do folclore;
• Realização de duelo de adivinhas entre meninos e meninas;
• Montagem de exposição dos materiais confeccionados.
CONTEXTO TEÓRICO
O saber popular mostra-se através dos contos
folclóricos( CARDOSO,CAMPOS,SILVA, 2000), que atravessam gerações. Folclore
é o conjunto de tradições, conhecimentos crenças populares, lendas, musicas,
provérbios, superstições, brincados, jogos, poesias, artesanato, contos enfim, tudo o
que faz parte da cultura e da memória de um povo.
Aprender a ler nas entrelinhas sobre as origens do povo brasileiro e sob a
orientação legal, Lei 11.645/08, que determina a inclusão das temáticas “História e
Cultura Afro-Brasileiras e Indígenas” no currículo oficial da rede de ensino,
explorando amplos aspectos além do conteúdo programático, tais como: preconceito
racial, bulling e outros com vistas a despertar para a valorização da cultura afro e
sua influência na língua e nos costumes brasileiros.
Para o folclorista Luís da Câmara Cascudo ( VASCONCELOS, 2010) “os
mitos brasileiros vêm de três fontes essenciais: Portugal, indígena e África” , nessa
ordem. Esse encontro entre culturas resultou em um dos folclores mais ricos e
diversificados de todo o mundo, que até hoje faz parte da vida e do imaginário de
muitas pessoas e que merece ser resgatado e ampliado desde a mais tenra idade,
principalmente no processo de apropriação da leitura e da escrita.
A necessidade de aliar o conteúdo proposto pela grade curricular do
Município de Luziânia, que neste 3º bimestre favorece a implementação deste
projeto de intervenção no processo de ensino e aprendizagem de maneira lúdica,
dinâmica e sistemática envolvendo os alunos na sala de aula, individual e
coletivamente, bem como contagiando o espaço escolar e a família com sua
motivação para executar com êxito a proposta.
CRONOGRAMA:
Agosto Setembro Outubro
Elaboração do projeto x
Apresentação do tema x
Montagem de apostila de atividades x x
Duelo de adivinhas x
Oficinas de brinquedos x
Exposição (culminância) x
CONSIDERAÇÕES:
O trabalho com projetos é muito válido na escola, pois, movimenta a rotina
escolar estimulando professor e aluno de forma ampla. Tendo em vista que os
elementos que garantem a aprendizagem significativa constam principalmente no
relacionamento aluno-professor e aluno-aluno.
Com certeza o tema proposto poderá incentivar ainda mais o processo de
aquisição da leitura e da escrita proposto pelo 2º ano com vistas ao letramento bem
como o trabalho com temas transversais como pluralidade cultural.
Enfim, o trabalho é flexível e apropriado às necessidades dos alunos também
no que compete ao conteúdo programático.
Os alunos participaram bastante, e conheceram lendas e personagens,
passando a serem mais observadores em relação aos temas folclóricos: cantigas,
brincadeiras e outros. Dada a amplitude do tema gerador , foi necessário delimitá-lo
para ser mais eficaz. As atividades foram realizadas pelas turmas de 2º ano A e C
Culminando com Exposição preparada por eles. A exposição foi a primeira das
turminhas. Os alunos mostraram-se desinibidos e conhecedores do tema na
apresentação oral. Além disso, surgiram propostas como a de trazer para sala
mudas das plantas medicinais e depois plantá-las, plena iniciativa dos alunos. Enfim
a influência do tema já perpassa os conhecimentos em História, Ciências, História
Africana e Indígena, tornando o objetivo mais amplo e ligado à valorização da
cultura, da arte e das origens do povo brasileiro. Também foi muito satisfatório o
trabalho de produção escrita, realizando produções sobre o Curupira me os
fenômenos ambientais, adivinhas sobre as Frutas, registros diversos (gráficos),
receitas de chá, parlendas , lendas, pode-se notar mudanças também nos
momentos de recreio, nos quais os alunos tem valorizado mais as brincadeiras
folclóricas.
Outras propostas podem ser ainda realizadas, pois a abordagem deste
projeto não é restrita, mas ampla e pode ser aproveitada em vários campos além da
Língua Portuguesa.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
VASCONCELOS, Adson. Coleção Oficina do Folclore. São Paulo: Rideel, 2010.
CARDOSO, Gláucia Parreira, CAMPOS, Tathiana e SILVA, Vera M. Lima
Coleção Alfabetização Lúdica. ISBN:857520406-8 Editora: Ciranda Cultural.
ANEXOS
Registro fotográfico
Apresentação de vídeo Baú dos tesouros folclóricos
Duelo de adivinhas de frutas
Montagem de gráfico de frutas Dobradura de Iara
Oficina de brinquedos folclóricos: peteca, bilboquê, aranha, pára-quedas.
Esculturas de argila
Trabalhando cidadania com as figuras típicas das regiões brasileiras
Painel de abertura da Exposição
Stand dos brinquedos folclóricos confeccionados
Stand dos personagens e lendas folclóricas
Stand Plantas medicinais e receitas de Chá
Stand de Esculturas em Argila
Stand Utilidades das plantas medicinais
Stand Parlendas Ilustradas
Stand Fenômenos Ambientais e Curupira
Visitação da Exposição
Atividades de leitura e escrita
Plantio de mudas de Plantas Medicinais como erva cidreira, boldo e outras.
Registro de atividades de produção escrita
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  • 2. • Explorar os eixos, letra, sílaba, palavra, frase e texto com auxilio da família; • Compor apostila com atividades que serão realizadas pelo aluno nas férias; Justificativa: Tendo em vista que alguns alunos do 2º ano apresentam ainda dificuldades na leitura e na escrita, faz-se necessária uma intervenção extra classe com apoio e ciência da família, para possibilitar que os educandos em hipóteses inferiores ao alfabético possam, por meio de exercícios, aprimorar ainda mais o processo de alfabetização. Deve-se lembrar que a escola e a família devem agir com vistas a favorecer a aprendizagem. Áreas de conhecimento: Língua Portuguesa Conteúdos Abordados: • Leitura de palavras, frases e textos; • Interpretação textual; • Formação de palavras e frases; • Auto ditado; • Leitura de imagens; • Texto lacunado • Caça-palavras; Contexto teórico Emília Ferreiro, psicolingüísta argentina, baseada na teoria construtivista de Piaget trata sobre a aquisição de conhecimento baseada na atividade do sujeito
  • 3. em interação com o objeto, define como ponto de partida necessário para o estudo do confronto da criança com o objeto cultural, pelo qual se constitui a escrita. A criança procura compreender a natureza da linguagem que é falada a sua volta e quando a compreende, formula hipóteses, busca regularidades, coloca a prova as suas antecipações e cria sua própria gramática. A criança adquire as habilidades de escrita à medida que vai desenvolvendo suas hipóteses infantis. (GUERRA, 2002). Os estudos realizados por Ferreiro e Teberosky sobre a psicogênese da língua escrita, mostram que a criança não chega à escola vazia, sem saber nada sobre a língua escrita. Ela traz consigo conhecimentos prévios adquiridos por meio da aprendizagem assistemática básica para aquisição da escrita. De acordo com a psicogênese da língua escrita, traçada por Ferreiro & Teberosky, toda criança passa por quatro fases até alcançar a alfabetização a grosso modo (VARGAS, 2001): • Pré-silábico: não consegue as letras com os sons da língua falada; • Silábico: interpreta a letra à sua maneira, atribuindo valor de sílaba a cada letra; • Silábico-alfabético: mistura a lógica da fase anterior com identificação de algumas sílabas; e, • Alfabética: domina, enfim, o valor das letras e sílabas. Vale exemplificar essas hipóteses de construção da escrita com base no estudo realizado por Colello (2004, p. 29-31):
  • 4. • 1 - Escrita pré-silábica unigráfica: • 2 – Escrita pré-silábica com letras inventadas sem diferenciação intra nem interfigural: • 3 - Escrita pré-silábica, com letras inventadas, com diferenciação intrafigural mas sem diferenciação interfigural: • 4 – Escrita pré-silábica, com letras convencionais, sem diferenciação inter nem intrafigural: • 5 – Escrita pré-silábica, com letras convencionais, com variação intra, mas sem variação interfigural: • 6 – Escrita pré-silábica com letras convencionais e variação intra e interfigural: • 7 – Escrita silábica com letras inventadas:
  • 5. • 8 – Escrita silábica com letras convencionais, mas sem o valor sonoro convencional: • 9 – Escrita silábica com letras convencionais usadas com seu valor sonoro: - só consoantes - só vogais - vogais e consoantes • 10 – Escrita silábico alfabética : O DINOSSAURO ERA GRANDE • 11 – Escrita alfabética com problemas específicos: Diagnosticar e analisar que tipo de representação o aluno faz da linguagem é fundamental para a construção do conhecimento, pois, embora linguagem oral e escrita sejam diferentes, se complementam. Desenvolvimento do plano de ação: • Seleção de atividades de reforço para alunos pré-silabicos e silábico- alfabéticos; • Entrega de apostilas no último dia de prova, preferencialmente para cada responsável; • Realização de atividade diagnóstica a fim de avaliar a eficácia das atividades.
  • 6. Cronograma: Semana junho Julho Agosto Elaboração de projeto x x Confecção de apostila x Entrega de apostila x Realização com a família x x x x x Recebimento das atividades Relatório final x Considerações De maneira geral, o trabalho com esse projeto requer atenção e adesão especial da família. Sabe-se que a comunidade escolar envolve-se bastante no processo de ensino e aprendizagem, daí sugerir tal ação, dado o comprometimento da grande maioria das famílias. Na reunião realizada com os pais em 28 de junho, dos 21(vinte e um ) responsáveis convidados para receber o material, compareceram 19 (dezenove), infelizmente não foi possível o registro fotográfico. Após o retorno das aulas em agosto, todos os alunos trouxeram as atividades com grande orgulho por sua realização e falaram sobre a melhora na produção escrita e na leitura, por isso a escolha das atividades da aluna Ana Júlia (em anexo), que saíra na hipótese silábica sem valor sonoro (escadinha da leitura), voltando das férias com hipótese silábico alfabética e leitura com pouca dificuldade.
  • 7. Referências bibliográficas GUERRA, Leila Boni. A criança com dificuldades de aprendizagem: considerações sobre a teoria – modos de fazer. Rio de Janeiro: Enelivros, 2002. COLELLO, Silvia Mattos Gasparian. Alfabetização em questão. Rio de Janeiro: Paz e Terra. VARGAS, Antônio. A vanguada da alfabetização. Nova escola online.
  • 9. Foto do convite aos pais Alunos com o material do projeto
  • 30. ESCOLA MUNICIPAL PROFESSOR SEBASTIÃO DE ARAÚJO MACHADO Rua José de Melo s/n – Centro Luziânia/Go - Cep: 72.800-620 - Fone: 3622-6923 Autorização de Funcionamento: Resolução N° 105/2009 do CMEL CNPJ: 01.253.255/0001-29 MARIA CECÍLIA SILVA DE AMORIM PROJETO VEM BRINCAR DE FOLCLORE: “LEITURA E ESCRITA SOB O OLHAR PLURICULTURAL” LUZIÂNIA-GO, OUTUBRO DE 2011.
  • 31. PROJETO VEM BRINCAR DE FOLCLORE: “LEITURA E ESCRITA SOB O OLHAR PLURICULTURAL” Projeto de intervenção idealizado pela Professora Maria Cecília Silva de Amorim (mat.8795), Pedagoga, especialista em Psicopedagogia, com vistas ao ensino e aprendizagem de alunos do 2º ano do Ensino Fundamental de 9 anos da Escola Municipal Professor Sebastião de Araújo Machado, de agosto a outubro de 2011.
  • 32. ESCOLA MUNICIPAL PROFESSOR SEBASTIÃO DE ARAÚJO MACHADO Rua José de Melo s/n – Centro Luziânia/Go - Cep: 72.800-620 - Fone: 3622-6923 Autorização de Funcionamento: Resolução N° 105/2009 do CMEL CNPJ: 01.253.255/0001-29 Projeto “ Vem brincar de folclore: Leitura e escrita sob o olhar pluricultural” TEMA: Folclore, leitura e escrita. PÚBLICO ALVO: Alunos de 2º ano. RESPONSÁVEL: Maria Cecília S. de Amorim. PERÍODO DE EXECUÇÃO: Agosto a outubro de 2011 JUSTIFICATIVA: Sabe-se da necessidade de trabalhar Folclore em sala de aula, mais ainda utilizá-lo como ferramenta em prol da aprendizagem influenciando o processo de leitura e escrita significativamente. Daí é importante utilizar o tema para ilustrar e fascinar as crianças. Os contos folclóricos fazem parte do patrimônio cultural da humanidade, pois cada povo possui um jeito especial de compreender os fatos. Os textos folclóricos procuram explicar fenômenos naturais e forças desconhecidas. Estes textos são lidos e falados por pessoas comuns, de todas as raças e religiões e criam mitos
  • 33. lendas, danças, músicas, hábitos e tradições. De maneira ampla com essa proposta ocorrerá ainda valorização da cultura afro e indígena em especial. OBJETIVO GERAL: Desenvolver o hábito de leitura e escrita sob o olhar pluricultural contido no Folclore Brasileiro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • Conhecer lendas e personagens folclóricos; • Ler e interpretar contos, lendas folclóricas em forma de apostila; • Produzir textos individuais e coletivos; • Realizar atividades artísticas em forma de oficinas de dobraduras, brinquedos e brincadeiras folclóricas; • Estruturar textos não segmentados; • Organizar varal de leitura em sala e montagem de cartazes sobre, plantas medicinais; • Montar baú dos tesouros para desenvolver a leitura; • Explorar por meio de atividades de escrita parlendas, adivinhas e provérbios ou ditos populares; • Realizar duelo de adivinhas entre os alunos; • Promover apreciação artística com trabalho em argila; • Montar exposição com atividades e trabalhos confeccionados. DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE AÇÃO Por meio deste projeto pode-se apresentar assim o desenvolvimento: • Apresentação de alguns personagens utilizando filme “Oficina do folclore”; • Realização de atividades de escrita diversificadas trabalhando leitura interpretação e escrita em forma de apostila e outras;
  • 34. • Utilização de técnicas artísticas para confecção de dobraduras e brinquedos reciclados; • Organização de varal de leitura e baú dos tesouros do folclore; • Realização de duelo de adivinhas entre meninos e meninas; • Montagem de exposição dos materiais confeccionados. CONTEXTO TEÓRICO O saber popular mostra-se através dos contos folclóricos( CARDOSO,CAMPOS,SILVA, 2000), que atravessam gerações. Folclore é o conjunto de tradições, conhecimentos crenças populares, lendas, musicas, provérbios, superstições, brincados, jogos, poesias, artesanato, contos enfim, tudo o que faz parte da cultura e da memória de um povo. Aprender a ler nas entrelinhas sobre as origens do povo brasileiro e sob a orientação legal, Lei 11.645/08, que determina a inclusão das temáticas “História e Cultura Afro-Brasileiras e Indígenas” no currículo oficial da rede de ensino, explorando amplos aspectos além do conteúdo programático, tais como: preconceito racial, bulling e outros com vistas a despertar para a valorização da cultura afro e sua influência na língua e nos costumes brasileiros. Para o folclorista Luís da Câmara Cascudo ( VASCONCELOS, 2010) “os mitos brasileiros vêm de três fontes essenciais: Portugal, indígena e África” , nessa ordem. Esse encontro entre culturas resultou em um dos folclores mais ricos e diversificados de todo o mundo, que até hoje faz parte da vida e do imaginário de muitas pessoas e que merece ser resgatado e ampliado desde a mais tenra idade, principalmente no processo de apropriação da leitura e da escrita. A necessidade de aliar o conteúdo proposto pela grade curricular do Município de Luziânia, que neste 3º bimestre favorece a implementação deste projeto de intervenção no processo de ensino e aprendizagem de maneira lúdica, dinâmica e sistemática envolvendo os alunos na sala de aula, individual e
  • 35. coletivamente, bem como contagiando o espaço escolar e a família com sua motivação para executar com êxito a proposta. CRONOGRAMA: Agosto Setembro Outubro Elaboração do projeto x Apresentação do tema x Montagem de apostila de atividades x x Duelo de adivinhas x Oficinas de brinquedos x Exposição (culminância) x CONSIDERAÇÕES: O trabalho com projetos é muito válido na escola, pois, movimenta a rotina escolar estimulando professor e aluno de forma ampla. Tendo em vista que os elementos que garantem a aprendizagem significativa constam principalmente no relacionamento aluno-professor e aluno-aluno. Com certeza o tema proposto poderá incentivar ainda mais o processo de aquisição da leitura e da escrita proposto pelo 2º ano com vistas ao letramento bem como o trabalho com temas transversais como pluralidade cultural. Enfim, o trabalho é flexível e apropriado às necessidades dos alunos também no que compete ao conteúdo programático. Os alunos participaram bastante, e conheceram lendas e personagens, passando a serem mais observadores em relação aos temas folclóricos: cantigas, brincadeiras e outros. Dada a amplitude do tema gerador , foi necessário delimitá-lo para ser mais eficaz. As atividades foram realizadas pelas turmas de 2º ano A e C Culminando com Exposição preparada por eles. A exposição foi a primeira das turminhas. Os alunos mostraram-se desinibidos e conhecedores do tema na
  • 36. apresentação oral. Além disso, surgiram propostas como a de trazer para sala mudas das plantas medicinais e depois plantá-las, plena iniciativa dos alunos. Enfim a influência do tema já perpassa os conhecimentos em História, Ciências, História Africana e Indígena, tornando o objetivo mais amplo e ligado à valorização da cultura, da arte e das origens do povo brasileiro. Também foi muito satisfatório o trabalho de produção escrita, realizando produções sobre o Curupira me os fenômenos ambientais, adivinhas sobre as Frutas, registros diversos (gráficos), receitas de chá, parlendas , lendas, pode-se notar mudanças também nos momentos de recreio, nos quais os alunos tem valorizado mais as brincadeiras folclóricas. Outras propostas podem ser ainda realizadas, pois a abordagem deste projeto não é restrita, mas ampla e pode ser aproveitada em vários campos além da Língua Portuguesa. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS VASCONCELOS, Adson. Coleção Oficina do Folclore. São Paulo: Rideel, 2010. CARDOSO, Gláucia Parreira, CAMPOS, Tathiana e SILVA, Vera M. Lima Coleção Alfabetização Lúdica. ISBN:857520406-8 Editora: Ciranda Cultural.
  • 38. Registro fotográfico Apresentação de vídeo Baú dos tesouros folclóricos Duelo de adivinhas de frutas
  • 39. Montagem de gráfico de frutas Dobradura de Iara Oficina de brinquedos folclóricos: peteca, bilboquê, aranha, pára-quedas. Esculturas de argila
  • 40. Trabalhando cidadania com as figuras típicas das regiões brasileiras Painel de abertura da Exposição Stand dos brinquedos folclóricos confeccionados
  • 41. Stand dos personagens e lendas folclóricas Stand Plantas medicinais e receitas de Chá Stand de Esculturas em Argila
  • 42. Stand Utilidades das plantas medicinais Stand Parlendas Ilustradas Stand Fenômenos Ambientais e Curupira
  • 43. Visitação da Exposição Atividades de leitura e escrita Plantio de mudas de Plantas Medicinais como erva cidreira, boldo e outras.
  • 44. Registro de atividades de produção escrita