A promulgação da Lei Áurea em 1888 no Brasil proibiu a escravidão, mas não criou políticas públicas para integrar os libertos à sociedade, resultando em exclusão racial e social que persiste até hoje, simbolizada pelas favelas. Gilberto Freyre e Florestan Fernandes abordam as relações raciais no Brasil; Freyre é criticado por suposições otimistas sobre a miscigenação, enquanto Fernandes destaca o racismo estrutural e a segregação persistente da população negra. A marginalização dos negros e indígenas tem raízes históricas profundas e continua a gerar violência e desigualdade.
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