O documento descreve o surgimento e características do realismo na literatura portuguesa. O movimento realista surgiu em 1865 com a questão Coimbrã, quando estudantes defendiam uma visão mais objetiva e crítica da sociedade em oposição ao romantismo. Autores como Eça de Queirós e Antero de Quental passaram a retratar de forma realista a vida cotidiana e criticar aspectos da Igreja e burguesia. O realismo refletia as transformações socioeconômicas de Portugal no século XIX.