2. O que significa um trabalho com QVT?
Você trabalhar com
disposição, alegria,
sentindo que e útil e
que o seu trabalho e
valorizado pela
chefia.
Acordar pela
manha e não ter
vontade de chorar
só de pensar em
vir para o
trabalho.
Sentir muito prazer e
pouco incômodo em
trabalhar, sendo
reconhecido e
valorizado.
Poder vir trabalhar com
prazer. Se sentir bem
mesmo tendo que fazer o
que não esta com
vontade.
3. É o equilíbrio nas
atividades
desenvolvidas,
ambiente físico
adequado e um bom
relacionamento entre
chefias, subordinados
e colegas.
Ter as condições básicas
de trabalho satisfeitas:
bom ambiente, limpeza,
iluminação, equipamentos
adequados, salário
condizente, possibilidade
de inovar, perspectiva de
carreira.
Ambiente de trabalho: limpo,
mobiliário adequado, privacidade,
sem ruídos. Relações no trabalho:
bom relacionamento entre os
diversos níveis, comunicação clara e
objetiva, respeito as desigualdades,
incentivo das chefias, elaboração
de metas realistas.
4. O que é um trabalho sem QVT?
O volume de trabalho é
muito grande e muitas
vezes a pressão é grande.
Isto faz com que alguns
trabalhem bem mais do que
outros.
Distribuição desigual de
trabalho. Quem não quer
trabalhar não trabalha, se
encosta, deixa o trabalho
para os outros, sobrecarrega
quem quer trabalhar e fica
por isso mesmo, ganha seu
salário integral e tudo bem.
Insuficiência de
funcionários para o número
de processos.
5. A individualidade
exagerada de
alguns colegas no
ambiente de
trabalho.
Há uma
enorme
disputa de
poder e, não
raro, muita
deslealdade
Funcionários são divididos em
castas para distribuição de
serviços, cursos e privilégios.
Alguns colegas
não tem espírito
coletivo e não
cumprem o
horário de
trabalho.
6. Falta de comunicação e
sensibilidade da diretoria
com os problemas da
instituição.
Falta de envolvimento do
mais alto escalão da casa com
o corpo de servidores.
Falta comunicação
entre as equipes do
departamento. Ruídos
na comunicação e falta
de autonomia.
A comunicação dos
objetivos é
deficiente; não
sabemos nosso papel
adequadamente;
muitos da chefia não
possuem
conhecimentos
gerenciais.
7. Efeitos sobre a organização
Aumento do absentismo e dos acidentes
no trabalho
Diminuição da eficácia, da eficiência, da
produtividade
Déficit da qualidade dos produtos e
serviços
Deterioração da imagem da empresa
Despesas com os afastamentos por
problemas de saúde
8. Efeitos sobre a saúde
Disfunções físicas,
psicológicas e sociais
essencialmente
provocadas pelo
confronto com
determinados contextos
de trabalho.
Danos Psicológicos
sentimentos negativos em relação
a si mesmo e à vida em geral.
Danos Sociais
isolamento e dificuldades nas
relações familiares e sociais.
Danos Físicos
dores no corpo e distúrbios
biológicos
9. Efeitos sobre a saúde
Doenças cardiovasculares, osteomusculares,
distúrbios do sono, distúrbios digestivos,
obesidade, diabetes, afecções
dermatológicas, outras
Depressão
Fobias
Síndrome do pânico
Neuroses traumáticas
Alcoolismo
12. Vivências de prazer-sofrimento
O Prazer é uma vivência de realização profissional
e de liberdade de expressão, originado na ressonância
simbólica e/ou no uso da mobilização coletiva.
O Sofrimento é uma vivência de esgotamento
profissional e falta de reconhecimento, originado
angústia, medo e insegurança proveniente das
contradições entre desejo/necessidades do
trabalhador e realidade da produção.
13. Estratégias para mediar o sofrimento
no trabalho
São modos individuais e/ou coletivas de
pensar, sentir e agir, utilizados pelos
trabalhadores, para dar conta das
adversidades do contexto de trabalho
Defensivas – proteção, adaptação,
patológicas
Mobilização subjetiva
Inteligência prática
Reconhecimento
Coletivo de trabalho = cooperação, espaço
público da fala
14. Pressupostos para implantar um
programa de QVT
A superação de ações
localizadas, dispersas e
isoladas em qualidade de
vida impõe a formulação
de uma política de
qualidade de vida no
trabalho - QVT
As ações em QVT
são uma
responsabilidade
institucional e tarefas
de todos
O modelo de gestão
organizacional deve
primar pela
compatibilidade entre
bem-estar dos
servidores, desempenho
funcional e missão
institucional.
Os contextos de
trabalho refletem modos
de produtividade
perversa
e saudável, favoráveis
ou não a QVT.
15. Importância de um programa de QVT
Clientes
Fator de exercício de cidadania,
reduzindo indicadores negativos como
queixas, reclamações e insatisfação.
Empregados
Satisfação no trabalho e
impulsionadores de auto-estima,
contribuindo para reduzir indicadores
negativos como absenteísmo,
acidentes, doenças do trabalho,
licenças-saúde e aposentadorias
precoces
Empresas
Fator de efetividade
organizacional, contribuindo
para reduzir indicadores
negativos como erros,
retrabalho, perda de material,
danificação de equipamentos,
queda de produtividade e
perda de qualidade nos
serviços prestados
17. Responsabilidades, comprometimento,
parcerias e participação
Um programa de QVT
precisar envolver
responsabilidade
institucional,
responsabilidade social, de
comprometimento de
dirigentes em todos níveis
hierárquicos, de parcerias
intersetoriais e da
participação efetiva dos
empregados.
18. Cultura organizacional do bem-estar
coletivo
Desenvolvimento de uma cultura
organizacional do bem-estar
coletivo ancorada na prevenção
de riscos para a saúde,
segurança e conforto dos
empregados, no
desenvolvimento profissional e
na valorização da função social
da empresa
19. Gestão organizacional voltada para
integração entre produtividade e bem-estar
As concepções e as práticas de
gestão organizacional devem
primar pela edificação de um
ambiente de trabalho que
promova a produtividade,
realização profissional,
motivação e o prazer dos
empregados, bem como um clima
de satisfação na convivência com
os chefes, colegas e clientes.
20. As concepções e as práticas
de gestão do trabalho
devem se orientar pelo
exercício responsável da
autonomia, cooperação,
flexibilidade do processo de
trabalho e valorização das
competências e saber fazer
dos empregados.
Gestão do trabalho
21. O planejamento de
tarefas, os critérios
de produtividade e a
avaliação de
desempenho dos
empregados devem
ser concebidos em
sintonia com a
política de QVT.
Tarefas, produtividade e avaliação de
desempenho
22. A disponibilização de suporte
organizacional aos empregados
deve pautar-se por uma
adequabilidade dos meios de
trabalho que busque a
compatibilidade entre as
exigências do trabalho, as
características dos ambientes e as
necessidades / expectativas de
servidores e clientes,
contemplando, inclusive, as pessoas
com necessidades especiais.
Suporte organizacional
23. A política e ações de
educação corporativa,
em especial todas as
iniciativas de
desenvolvimento de
competências individuais
e coletivas, devem ser
compatíveis com a
concepção de qualidade
de vida no trabalho –
QVT.
Educação corporativa
24. O monitoramento da incidência
de doenças e a prevenção de
riscos à saúde e à segurança
dos empregados devem se apoiar
em pesquisas científicas, na
clinica do trabalho,ações de
controle médico – com ênfase na
realização sistemática de
“Exames Médicos Periódicos
EMP” – e nas ações de
engenharia de segurança do
trabalho no âmbito dos riscos
físico-ambientais.
Prevenção de riscos
25. Extensão das ações e parcerias
A implementação de ações
de qualidade de vida no
trabalho - QVT deve
abranger toda a comunidade,
incluindo trabalhadores
terceirizados, estagiários e
aprendizes, em parceria com
as empresas contratadas,
com base nos princípios de
eqüidade e co-
responsabilidade e na
legislação vigente.
26. As ações
complementares de
natureza assistencial,
voltadas para atividades
de combate à fadiga ou
atenuação do desgaste
proveniente da
desmotivação e do
ambiente de trabalho,
devem ser consideradas
nos programas de QVT.
Desenvolvimento de ações assistenciais
compensatórias
27. Exemplos de ações de QVT
Oficina com representantes dos
diversos setores para debater a
pesquisa e definir ações;
Palestra para os servidores sobre
QVT e temas de saúde
Levantamento da organização do
trabalho dos setores, a fim de
subsidiar a estruturação dos
processos de trabalho
Organização da semana de saúde e
de ações para divulgar e integrar
as atribuições dos diferentes
setores (interdependência de
competências)