Aula 02-
Figuras Tridimensionais,
Técnicas de Luz, sombra
e textura
Desenho de Observação
Profº Me. Guilherme Paes
As linhas por si só já constituem boa parte dos desenhos
que encontramos por aí, porém é a partir delas que
trabalharemos com as massas de cor, luz e sombra.
Percebemos que representar objetos sem perspectiva e
sem luz/sombra não nos traz a sensação de que o objeto
é tridimensional. Ele é um desenho plano, entretanto
poderemos acrescentar hachuras para que simulemos
também o efeito de volume.
As escalas tonais, escalas de variação de cinzas. 0% seria o
branco e 100% o preto total. Esta escala feita a lápis serve
para você controlar o traço, a pressão sobre o lápis e
saber modular o sombreamento.
LINHAS
3D TRIDIMENSIONALIDADE
ESCALAS TONAIS
Outra possibilidade de representação da tridimensionalidade
são as hachuras. Hachuras são texturas visuais com a
intenção de indicar visualmente as áreas de luz e sombra,
são diversos os efeitos criados pelas texturas visuais.
Levamos em conta a composição em si, o posicionamento
das peças, as linhas direcionais, a perspectiva e a relação
de tamanho entre as peças, bem como a ação da luz
incidente sobre elas e suas áreas de luz e sombra,
modelando assim a peça em claro e escuro e nos dando a
impressão de tridimensionalidade.
HACHURAS
Algumas áreas desta figueira
possuem um tratamento,
um valor na linha, no traço diferente
dos demais. Perceba que temos
linhas mais próximas, linhas
cruzadas e linhas contínuas.
CLARO / ESCURO,
LINHAS E
HACHURAS
Observe segundo as linhas vermelhas os diferentes
formatos de traço que compõem a figueira.
ESQUEMA DE COMPOSIÇÃO
Perceba aqui os traços iniciais
de dão origem a forma.
Atente ao nível de detalhamento
com os diferentes traços.
Detalhes das hachuras na construção
da árvore e seu plano ampliado.
Aplicação das hachuras com a
caneta Nanquin.
O nível de detalhamento vai se aprofundando e a imagem vai tomando a sua forma final,
neste exemplo fica clara a intenção de demarcar a superfície da figura com as hachuras
para dar a sensação de volumetria na peça.
Segunda Aula 02 - Desenho de Observação-1.pdf
Segunda Aula 02 - Desenho de Observação-1.pdf
As hachuras podem variar de
espessura, inclinação
e sobreposição. Veja também
que algumas partes da catedral
foram preenchidas com hachuras,
o que ajuda a completar esta
modelagem da peça, ora foi usado
claro e escuro e ora foi usado
hachura.
HACHURAS
Perceba a variação na composição das hachuras,
bem como a variação tonal do gradiente da
“escala de cinzas”.
Three Cross Contour Hatching Techniques
https://www.youtube.com/shorts/mcwOz929Ccc
The hatching process
https://www.youtube.com/shorts/eOYNb22p_cU
Além das misturas, as sobreposições
dos traços também possuem um
propósito, ressaltar planos de luz,
profundidades com sombras.
Perceba quais são as informações que
o objeto passa para você, e a partir
disto você ordena o posicionamento
dos traços.
SANGUÍNEA
Perceba a sobreposição e a intensidade das
hachuras sobre o plano, bem como a mistura
do grafite com a sanguínea.
Portrait of Eduardo - Sanguine Drawing on paper
https://www.youtube.com/watch?v=FmYFVyaY2y0
Conté à Paris - Sanguine Comparisons
https://www.youtube.com/watch?v=A9Zx_iLzZBI&t=1s
Segunda Aula 02 - Desenho de Observação-1.pdf
SANGUINE (2021)
Desenho por Mira Chen
Sanguine drawing / Yerevann.
Published:Jun 10, 2023
O volume pode também ser modelado através da relação de
luz e sombra de uma figura, ou seja, demarcar em que parte
da superfície do objeto incide a luz, tornando-a assim mais
clara e observando que em zonas de menor incidência da luz
elas se tornam mais escuras. Esta variação de luminosidade
cria um gradiente, ou degradê, que serve para dar a
impressão de que uma peça plana e bidimensional pode ser
observada e interpretada como uma peça tridimensional.
LUZ E SOMBRA
LUZ E SOMBRA
Estabelece as relações de luz e sombra, primeiro
visualizadas na escala e depois na circunferência.
Circunferência com modelagem 3D, trabalhando a
relação de luz/sombra.
LUZ E SOMBRA
A CHARCOAL PORTRAIT CLASS
Juna Biagioni
Alguns elementos que nos auxiliarão a
perceber a combinação de técnicas de
sombreado e marcação, porém atentem ao
detalhe que o que sobressai são as zonas de
luz e sombra, quase não percebemos as
linhas e marcações mais fortes, é um exemplo
clássico que pode ser produzido com lápis
pastel, tintas, ou mesmo lápis de cor, contanto
que esta variação tonal esteja presente na
composição.
LUZ E SOMBRA
Modelagem com claro e escuro na formatação
do corpo humano.
Profundidade, a volumetria e o jogo de luz
e sombra que envolvem o rosto humano.
Veja as zonas mais claras, de luz, e como
ela configura, em oposição as zonas mais
escuras, as formas do rosto humano.
LUZ E SOMBRA
Modelagem com claro e escuro na formatação
do corpo humano.
FORMAS BIOMÓRFICAS
Esboços pré-biomórficos, apenas
para entender estruturas básicas.
Perceba os volumes e formas
esféricas sendo parte constituinte
do corpo do personagem.
Apesar de ainda ser um sketch, já temos
estudos de troncos e estrutura humana,
estruturadas no referencial geométrico
além de um detalhe de tronco, também
geometrizado.
Agora uma relação mais
próxima com a geometria
e os traços e hachuras, o
corpo humano representado
com o auxílio das formas
geométricas.
Formas mais geométricas e formas orgânicas.
FORMAS BIOMÓRFICAS
Mãos biomórficas,estudos. Mão biomórfica com detalhe do dedo.
Alma Estrutural da figura
polimórfica se assenta nos
sólidos geométricos, você
poderá estabelecer esta
relação com os mais
diversos objetos.
Formas mais geométricas e formas orgânicas.
Todas as estruturas possuem volume interno, eles podem
estar aparentes ou não, mas veja bem: o fato de não estarem
aparentes não significa que não sejam perceptíveis. Uma
folha de papel amassada se torna um grande desafio para
ser representada devido aos seus volumes internos. Uma
lata de refrigerante, possui volume interno, senão seria
plana, mas nós não o vemos. Esta lógica se aplica ao
desenho de objetos (Natureza Morta), Paisagens e Corpo
Humano. Veremos isto inicialmente nesta folha de papel
amassada.
VOLUME INTERNO
VOLUME INTERNO
A figura nos mostra a estrutura inicial do desenho,
detalhes intermediários, e Arte já finalizada.
Folha de papel amassada, estudos iniciais.
VOLUME INTERNO
Papel Amassado
Silvia Meneses
As texturas são parte fundamental do desenho e das artes
visuais como um todo. No desenho as texturas podem ser
variadas e produzidas com diferentes materiais buscando
resultados ímpares.
Texturas podem ser encontradas na pintura, um recurso
importante na pintura é a carga de tinta sobre uma
superfície, e o empastamento possibilita este acúmulo de
material criando assim uma textura visual. No campo da
escultura e tridimensionalidade também percebemos sua
presença. Ressalto aqui que as texturas podem ser tanto
visuais como táteis. Retículas usadas em ilustrações, HQs
e Mangás também podem ser consideradas texturas.
TEXTURAS
Podemos perceber também as texturas
produzidas pelos diferentes materiais de
desenho em relação ao seu suporte. O
depósito de grafite sobre a superfície de um
papel mais áspero produz uma textura visual;
diferentes papéis texturizados produzem
resultados variados, inclusive são produzidos
com esta finalidade
TEXTURAS
Texturas de suporte, papéis.
Papéis especiais com a finalidade de produzir
texturas no desenho.
Algumas texturas produzidas com objetos do cotidiano e
que podem ser empregadas facilmente em seus desenhos.
A maneira mais simples de obtê-las é posicionando a folha
de papel ou suporte desejado sobre a superfície texturizada,
pressionar o suporte contra a base e passar um grafite ou
mesmo carvão sobre sua superfície. Isto pode ser fonte de
muitas referências e inspirações, pois as superfícies com estes
detalhes podem realçar o seu desenho, funcionando inclusive
como uma ferramenta de preenchimento de formas.
TEXTURAS
Texturas produzidas sobre o efeito de diferentes superfícies.
Texturas utilizando lápis ou grafites de
diferentes espessuras e durezas, com as mais
variadas possibilidades de uso, conforme
acharmos necessário, sendo orientados
pela superfície a ser recoberta.
TEXTURAS
Diferentes tipos de texturas produzidas por
diferentes tipos de lápis, quanto à dureza e
espessura.
Segunda Aula 02 - Desenho de Observação-1.pdf

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  • 1. Aula 02- Figuras Tridimensionais, Técnicas de Luz, sombra e textura Desenho de Observação Profº Me. Guilherme Paes
  • 2. As linhas por si só já constituem boa parte dos desenhos que encontramos por aí, porém é a partir delas que trabalharemos com as massas de cor, luz e sombra. Percebemos que representar objetos sem perspectiva e sem luz/sombra não nos traz a sensação de que o objeto é tridimensional. Ele é um desenho plano, entretanto poderemos acrescentar hachuras para que simulemos também o efeito de volume. As escalas tonais, escalas de variação de cinzas. 0% seria o branco e 100% o preto total. Esta escala feita a lápis serve para você controlar o traço, a pressão sobre o lápis e saber modular o sombreamento. LINHAS 3D TRIDIMENSIONALIDADE ESCALAS TONAIS
  • 3. Outra possibilidade de representação da tridimensionalidade são as hachuras. Hachuras são texturas visuais com a intenção de indicar visualmente as áreas de luz e sombra, são diversos os efeitos criados pelas texturas visuais. Levamos em conta a composição em si, o posicionamento das peças, as linhas direcionais, a perspectiva e a relação de tamanho entre as peças, bem como a ação da luz incidente sobre elas e suas áreas de luz e sombra, modelando assim a peça em claro e escuro e nos dando a impressão de tridimensionalidade. HACHURAS
  • 4. Algumas áreas desta figueira possuem um tratamento, um valor na linha, no traço diferente dos demais. Perceba que temos linhas mais próximas, linhas cruzadas e linhas contínuas. CLARO / ESCURO, LINHAS E HACHURAS Observe segundo as linhas vermelhas os diferentes formatos de traço que compõem a figueira.
  • 5. ESQUEMA DE COMPOSIÇÃO Perceba aqui os traços iniciais de dão origem a forma. Atente ao nível de detalhamento com os diferentes traços. Detalhes das hachuras na construção da árvore e seu plano ampliado. Aplicação das hachuras com a caneta Nanquin. O nível de detalhamento vai se aprofundando e a imagem vai tomando a sua forma final, neste exemplo fica clara a intenção de demarcar a superfície da figura com as hachuras para dar a sensação de volumetria na peça.
  • 8. As hachuras podem variar de espessura, inclinação e sobreposição. Veja também que algumas partes da catedral foram preenchidas com hachuras, o que ajuda a completar esta modelagem da peça, ora foi usado claro e escuro e ora foi usado hachura. HACHURAS Perceba a variação na composição das hachuras, bem como a variação tonal do gradiente da “escala de cinzas”. Three Cross Contour Hatching Techniques https://www.youtube.com/shorts/mcwOz929Ccc The hatching process https://www.youtube.com/shorts/eOYNb22p_cU
  • 9. Além das misturas, as sobreposições dos traços também possuem um propósito, ressaltar planos de luz, profundidades com sombras. Perceba quais são as informações que o objeto passa para você, e a partir disto você ordena o posicionamento dos traços. SANGUÍNEA Perceba a sobreposição e a intensidade das hachuras sobre o plano, bem como a mistura do grafite com a sanguínea. Portrait of Eduardo - Sanguine Drawing on paper https://www.youtube.com/watch?v=FmYFVyaY2y0 Conté à Paris - Sanguine Comparisons https://www.youtube.com/watch?v=A9Zx_iLzZBI&t=1s
  • 11. SANGUINE (2021) Desenho por Mira Chen Sanguine drawing / Yerevann. Published:Jun 10, 2023
  • 12. O volume pode também ser modelado através da relação de luz e sombra de uma figura, ou seja, demarcar em que parte da superfície do objeto incide a luz, tornando-a assim mais clara e observando que em zonas de menor incidência da luz elas se tornam mais escuras. Esta variação de luminosidade cria um gradiente, ou degradê, que serve para dar a impressão de que uma peça plana e bidimensional pode ser observada e interpretada como uma peça tridimensional. LUZ E SOMBRA
  • 13. LUZ E SOMBRA Estabelece as relações de luz e sombra, primeiro visualizadas na escala e depois na circunferência. Circunferência com modelagem 3D, trabalhando a relação de luz/sombra.
  • 14. LUZ E SOMBRA A CHARCOAL PORTRAIT CLASS Juna Biagioni
  • 15. Alguns elementos que nos auxiliarão a perceber a combinação de técnicas de sombreado e marcação, porém atentem ao detalhe que o que sobressai são as zonas de luz e sombra, quase não percebemos as linhas e marcações mais fortes, é um exemplo clássico que pode ser produzido com lápis pastel, tintas, ou mesmo lápis de cor, contanto que esta variação tonal esteja presente na composição. LUZ E SOMBRA Modelagem com claro e escuro na formatação do corpo humano.
  • 16. Profundidade, a volumetria e o jogo de luz e sombra que envolvem o rosto humano. Veja as zonas mais claras, de luz, e como ela configura, em oposição as zonas mais escuras, as formas do rosto humano. LUZ E SOMBRA Modelagem com claro e escuro na formatação do corpo humano.
  • 17. FORMAS BIOMÓRFICAS Esboços pré-biomórficos, apenas para entender estruturas básicas. Perceba os volumes e formas esféricas sendo parte constituinte do corpo do personagem. Apesar de ainda ser um sketch, já temos estudos de troncos e estrutura humana, estruturadas no referencial geométrico além de um detalhe de tronco, também geometrizado. Agora uma relação mais próxima com a geometria e os traços e hachuras, o corpo humano representado com o auxílio das formas geométricas. Formas mais geométricas e formas orgânicas.
  • 18. FORMAS BIOMÓRFICAS Mãos biomórficas,estudos. Mão biomórfica com detalhe do dedo. Alma Estrutural da figura polimórfica se assenta nos sólidos geométricos, você poderá estabelecer esta relação com os mais diversos objetos. Formas mais geométricas e formas orgânicas.
  • 19. Todas as estruturas possuem volume interno, eles podem estar aparentes ou não, mas veja bem: o fato de não estarem aparentes não significa que não sejam perceptíveis. Uma folha de papel amassada se torna um grande desafio para ser representada devido aos seus volumes internos. Uma lata de refrigerante, possui volume interno, senão seria plana, mas nós não o vemos. Esta lógica se aplica ao desenho de objetos (Natureza Morta), Paisagens e Corpo Humano. Veremos isto inicialmente nesta folha de papel amassada. VOLUME INTERNO
  • 20. VOLUME INTERNO A figura nos mostra a estrutura inicial do desenho, detalhes intermediários, e Arte já finalizada. Folha de papel amassada, estudos iniciais.
  • 22. As texturas são parte fundamental do desenho e das artes visuais como um todo. No desenho as texturas podem ser variadas e produzidas com diferentes materiais buscando resultados ímpares. Texturas podem ser encontradas na pintura, um recurso importante na pintura é a carga de tinta sobre uma superfície, e o empastamento possibilita este acúmulo de material criando assim uma textura visual. No campo da escultura e tridimensionalidade também percebemos sua presença. Ressalto aqui que as texturas podem ser tanto visuais como táteis. Retículas usadas em ilustrações, HQs e Mangás também podem ser consideradas texturas. TEXTURAS
  • 23. Podemos perceber também as texturas produzidas pelos diferentes materiais de desenho em relação ao seu suporte. O depósito de grafite sobre a superfície de um papel mais áspero produz uma textura visual; diferentes papéis texturizados produzem resultados variados, inclusive são produzidos com esta finalidade TEXTURAS Texturas de suporte, papéis. Papéis especiais com a finalidade de produzir texturas no desenho.
  • 24. Algumas texturas produzidas com objetos do cotidiano e que podem ser empregadas facilmente em seus desenhos. A maneira mais simples de obtê-las é posicionando a folha de papel ou suporte desejado sobre a superfície texturizada, pressionar o suporte contra a base e passar um grafite ou mesmo carvão sobre sua superfície. Isto pode ser fonte de muitas referências e inspirações, pois as superfícies com estes detalhes podem realçar o seu desenho, funcionando inclusive como uma ferramenta de preenchimento de formas. TEXTURAS Texturas produzidas sobre o efeito de diferentes superfícies.
  • 25. Texturas utilizando lápis ou grafites de diferentes espessuras e durezas, com as mais variadas possibilidades de uso, conforme acharmos necessário, sendo orientados pela superfície a ser recoberta. TEXTURAS Diferentes tipos de texturas produzidas por diferentes tipos de lápis, quanto à dureza e espessura.