SIST. NERV. PERIFERICO
PROF. ANATOMIA
SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO
1-COMPOSIÇÃO
Nervos
cranianos
perifericos
Gânglios
Terminações nervosas.
NERVOS
1. CONCEITO- São cordões esbranquiçados, constituídos de feixes
de fibras nervosas, reforçadas por etc. conjuntivo, que unem o
Sistema Nervoso Central aos órgãos periféricos.
a)Envoltórios
- Membrana – neurilema
- Mielina – células de SCHWANN
- Tecido conjuntivo – endoneuro, perineuro e epineuro
a)Divisão anatômica conforme origem
- Espinhais
- Cranianos
b)Origens
- Real – local nasce o nervo do SNC
- Aparente - local onde emerge o nervo do SNC.
CONDUÇÃO DOS IMPULSOS
A - aferentes – sensitivos, se faz da periferia para o SNC
B - eferentes - motores, do sistema nervoso central para a periferia
LESÕES DOS NERVOS PERIFÉRICOS
a) Regenração waleriana – inicio com proliferação do tecido conjuntivo – células de
SCHWANN
TERMINAÇÕES NERVOSAS
SENSITIVAS
MOTORAS
TERMINAÇÕES SENSITIVAS
1 – CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO TIPO DE RECEPTORES
a) Receptores livres – dor e temperatura
b) Receptores encapsulados
- corpúsculos de Meisser – papilas dérmicas ( tato e pressão)
- corpúsculos de Ruffini – papilas dérmicas e regiões pilosas ( tato e pressão)
- corpúsculos de Vater Paccini – distribuição ampla (sensibilidade vibratória)
c) Fusos neuromusculares ânulo espiralados envolvendo os músculos - ligam ao tendão muscular – responsáveis pelos reflexos
miotáticos.
2 – CLASSIFICAÇÃO QUANTO A LOCALIZAÇÃO
Exteroceptores - presentes na superfície do corpo ( calor, frio, dor, pressão , sons tato e luz)
Proprioreceptores – localizam-se profundamente ao corpo ( tendões articulações, músculos e ligamentos)
- os conscientes – atingem o córtex e permitem a percepção do corpo e das partes
- os inconscientes não despertam nenhuma sensação ( regulação da atividade muscular através do reflexo miotático, ou de
vários centros envolvidos na atividade motora em especial o cerebelo
Interoceptores ( visceroceptores) – localização, vísceras ocas e nos vasos – ( sensação de dor, fome, sede, prazer sexual)
3 – CLASSIFICAÇÃO QUANTO A
ESPECIALIZAÇÃO
a)Quimioceptores – seios carotídeos ( olfação e
gustação)
b)Osmoceptores – captam a pressão osmótica
c)Fotoceptores – na retina
d)Termoceptores
e)Nociceptores – dor lesão tecidual
f)Mecanoceptores
Terminações Motoras
1 - TERMINAÇÃO SOMÁTICA
-Placas motoras ( liberação da acetilcolina , um
neurotransmissor despolarizante)
2
2 – TERMINAÇÃO VISCERAL
O neurotransmissor pode ser a acetilcolina ou a
noradrenalina. A parte terminal da fibra
Pode ter ou não dilatações, onde armazena o
neurotransmissor – ( atua no músculo liso dos vasos
sanguíneos e das vísceras)
NERVOS ESPINHAIS
A. CONCEITO – são aqueles que fazem conexão com a
medula, em numero de 31 pares, responsáveis pela
inervação do tronco, parte da cabeça e dos MMSS e MMII
B – DIVISÃO EM PARES
Oito cervicais
Doze torácicos
Cinco lombares
Cinco sacrais
Um cocícgeo
Cada nervo e composto pela união de fibras das raízes
dorsal e ventral ( do sulco lateral posterior e lateral
anterior da medula respectivamente) portanto é um
nervo misto.
COMPONENTES FUNCIONAIS DAS FIBRAS DO
NERVO ESPINHAL
FIBRAS AFERENTES OU SENSITIVAS
somaticas exteroceptivas - dor ,
temperatura, pressão e tato
viscerais Proprioceptiva conscientes e
inconscientes
FIBRAS EFERENTES OU MOTORAS
somaticas para os músculos esqueléticos
Viscerais para os músculo liso(simpático e parassimpático)
Obs: as fibras eferentes ou motoras viscerais compõem o O
SISTEMA NERVOSO AUTONÔMO
D – TRAJETO / DISTRIBUIÇÃO DOS
NERVOS ESPINHAIS
- Os filamentos ventrais e dorsais formam suas
respectivas raízes – estas se unem trocando
fibras em um tronco comum e logo segue
como ramo dorsal e ventral, indo para o dorso
e ventre respectivamente – como nervo misto.
- Os ramos ventrais formam o plexo braqueal e
lombar, após várias anastomoses (
plurissegmentares) os ramos dorsais em geral
não formam plexos ( unissegmentares)
E – TERRITÓRIOS CUTÂNEOS DE
INERVAÇÃO RADICULAR DERMÁTOMO.
- Denomina-se dermátono o território cutâneo, inervado
por uma única raiz dorsal. E importante para localização
das lesões radiculares ou medulares por isso existem
mapas representativo das diversas regiões do corpo.
- Nos membros em virtude do grande crescimento dos
brotos apendiculares, durante o desenvolvimento, a
disposição dos dermátonos, se torna irregular, ou seja
altura do dermátomo, no tronco, não corresponde a
altura de sua inervação no membro
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NERVOS CRANIANOS
NERVOS CRANIANOS
São 12 pares, todos relacionados com encéfalo.As fibras são especiais, podendo ter um tipo ou vários. Podem
ter um ou vários gânglios de associação, ou não possuir nenhum.
Todos, com exceções do olfatório e do óptico, estão relacionados com o tronco cerebral.
II - COMPONENTES FUNCIONAIS DAS
FIBRAS
1. FIBRAS AFERENTES (Sensitivos)
a. Aferentes somáticas: frio, calor tato, dor;
b. Aferentes viscerais gerais (conduzem impulsos dos receptores dos viscerais);
c. Aferentes somáticos especiais - visão;
d. Aferentes viscerais especiais (conduzem impulsões do arco farígeo - o gosto, o olfato por
exemplos).
2. FIBRAS EFERENTES (Motora).
a. Fibras eferentes somáticas - respostas dos músculos esqueléticos;
b. Fibras eferentes viscerais gerais (Sistema nervoso autônomo - ex. musculatura lisa)
c. Fibras eferentes viscerais especiais (músculos da faringe).
CLASSIFICAÇÃO CRÂNIO-FACIAL
1. Olfatório
2. Óptico
3. Oculomotor
4. Troclear
5. Trigêmeo
6. Abducente
7. Facial
8. Vestibulotroclear
9. Glossofaríngeo
10. Vago
11. Acessório
12- Hipoglosso
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1. NERVO OLFATÓRIO ( I - PAR)
As células olfatórias - são neurônios
bipolares - estão na cavidade nasal zona olfatória
(acima da concha nasal superior).
Seus dentritos - chegam a superfície epitelial
colunar pseudo-estratificado e dão origem a pequenos
processos semelhantes os folículos pilosos - Os axônios
dirigem em feixes (amielínicos) com 20 ou mais fibras
atravessam a lâmina crivosa - penetram no bulbo
olfatório e daí seguem para o cérebro.
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2. NERVO ÓPTICO (II - PAR)
- Tem 5 cms de comprimento e relaciona a visão;
- Considerado como um trato de fibras que unem a retina ao
cérebro. Não é de todo um nervo periférico pois nasce na
retina, embriologicamente derivado do sistema nervoso
central;
- Nascem nas células ganglionares ou retina. As fibras, já
como nervo óptico, dentro da órbita relaciona-se com os
músculos reto dos olhos. O nervo termina no quiasma óptico
(as fibras mediais cruzam-se com o lado contralateral) do
quiasma óptico as segue com o trato óptico para o lobo
ociptal visual.
- Relaciona com o corpo geniculado laterais e com
mesencéfalo.
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3. NERVO OCULOMOTOR (III - PAR)
- Nervo eminente motor - inerva a maioria dos músculos
extrínsecos do olho. Emerge do mesencéfalo, medialmente
ao pendículo cerebral, penetra na órbita através da fissura
orbitária superior (osso esfenóide).
- Compõe de fibras somáticas e parassimpáticas que
movimentam o olho e fazem a construção da pupila
respectivamente.
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4. NERVO TROCLEAR (IV - PAR)
- Emerge da ponte (no contorno dorsal da ponte) - penetra
pela fissura orbitária superior;
- Inerva somente o músculo oblíquo superior do bulbo do
olho.
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5. NERVO TRIGÊMEO (V - PAR)
Nasce na ponte na região temporal forma um gânglio de onde partem separados três ramos gêmeos.
RAMOS DO GÂNCLIO TRIGEMIAL
1º Ramo - Oftálmico - é um nervo aferente supre o bulbo, o sacro lacrimal, a fronte, couro cabeludo, nariz externo, etc.
- Sub-ramos - lacrimal, frontal e nasociliar - todos atravessam a fissura orbitária superior.
-
2º Ramo - Nervo Maxilar - passa através do forame redondo - penetra na fossa pterigopalatina, local de injeção anestésica
usada em odontologia (na incisura média, a fossa pterigopalatina, a órbita e a face).
Sub-ramos - nervos meníngeos, ramos para o gânglio pterigopalatino, ramos alveolares supero-posteriores, nervo zigomático,
nervo infra-orbital.
3º Ramo - Nervo Mandibular - penetra na órbita junto com o ramo motor do trigêmeo, pelo forame oral.
Sub-ramos - nervos mengineo, ramo para o piterogódeo medial, ramo bucal (sensibilidade da pele e gengiva), nervo masseter,
piterigódeo lateral, temporais profundos, nervos auriculares, linqual e alvéolos inferior.
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6. NERVO ABDUCENTE (VI - PAR)
- Emerge entre a ponte e a medula oblonga - penetra na órbita
pela fissura orbitária superior;
- Contém fibras motoras e simpaticas;
- Inerva apenas o músculo.
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8. NERVO VESTIBULOCOCLEAR (VIII - PAR)
Emerge entre a ponte e o bulbo, atrás do facial é
constituído pro fibras aferentes do ouvido interno e contém a
parte vestibular relacionado, com o equilíbrio e parte nas células
bipolares do gânglio vestibular no ouvido interno - estas emitem
ramos que o labirinto.
A parte coclear relacionado com a audição nasce das
células cabeludas dos gânglios espiral, penetra junto com a parte
vestibular no meato acústico interno.
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7. NERVO FACIAL (VII - PAR)
Tem um trajeto complicado no osso temporal, relação intima
com a orelha média, emite vários ramos, consiste na maior parte
com a inervação os músculos da expressão facial, e uma parte
mentor chamada de nervo intermédio, inervando os dois terços
anteriores da língua, contém também fibras secietora para as
glândulas lacrimal e
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8. NERVO VESTIBULOCOCLEAR (VIII - PAR)
Emerge entre a ponte e o bulbo, atrás do facial é
constituído pro fibras aferentes do ouvido interno e contém a
parte vestibular relacionado, com o equilíbrio e parte nas células
bipolares do gânglio vestibular no ouvido interno - estas emitem
ramos que o labirinto.
A parte coclear relacionado com a audição nasce das
células cabeludas dos gânglios espiral, penetra junto com a parte
vestibular no meato acústico interno.
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9. GLOSSOFARÍNGEO (IX - PAR)
Emerge da medula oblonga - deixa o encéfalo pelo forame
jugular do osso ociptal. É aferente da língua e da faringe e o
eferente para o estilofaríngeo (palato) e para a glândula
parótida.
Emite vários ramos, o para seio carotídeo, ramo
timpânico, ramo comunicante - entre ele o ramo para o facial.
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10. NERVO VAGO (X - PAR)
É de predomínio aferente, tem uma densa distribuição - na
cabeça, pescoço, tórax e abdome. Emite fibras aferentes e
eferentes para faringe e laringe. Do pescoço para baixo,
comunica-se livremente com gânglios - passa através do forame
jugular. Apresenta dois gânglios o superior e o inferior nodoso.
Ramos - auricular, menígeo, faríngeos, laríngeos,
parotídeos.
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11- NERVO ACESSORIO.(XI-PAR).
Formado por duas porções-uma craniana(bulbar) e
outra medular(espinhal), esta última porção abaixo do nervo
Vago.A porção espinhal chega ao nível do terceiro ao sétimo
nervos espinhais.Ambas as porções saem do encéfalo pelo
forame jugular.O ramo espinhal, inferior, adentra no cérebro
param se juntar ao ramos da porção bulbar, pelo forame
jugular.A porção craniana é de inervação motora aos
constrictores da laringe e da faringe.A porção espinhal inerva o
trapézio e esternocleimastoideo.
11- NERVO ACESSORIO.(XI-PAR).
Formado por duas porções-uma craniana(bulbar) e
outra medular(espinhal), esta última porção abaixo do nervo
Vago.A porção espinhal chega ao nível do terceiro ao sétimo
nervos espinhais.Ambas as porções saem do encéfalo pelo
forame jugular.O ramo espinhal, inferior, adentra no cérebro
param se juntar ao ramos da porção bulbar, pelo forame
jugular.A porção craniana é de inervação motora aos
constrictores da laringe e da faringe.A porção espinhal inerva o
trapézio e esternocleimastoideo.
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12-NERVO HIPOGLOSSO(XII-PAR)
È principalmente motor da língua – as suas raízes emergem da
medula oblonga(bulbo), entre a oliva e pirâmide-após, as fibras
juntarem-se atravessam o forame Hipoglosso, no osso
occiptal.Desce com relação com a artéria carótida interna,com o
nervo glossofaríngeo e o vago.Na sua descida emite os ramos
meníngeos(intra-cranianos),raiz superior da alça cervical(mm.
infra-hioides), ramo tireóide(m.tireeóide), ramos
linguais(musculatura intrínseca e extrínseca da língua)
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SISTEMA NERVOSO
AUTÔNOMO
I. INTRODUÇÃO – funcionalmente
podemos dividir o Sistema Nervoso em SOMÁTICO e
VISCERAl. O somático relaciona-se com a Vida de
Relação, o meio ambiente. Já o visceral relaciona-se com o
equilíbrio interno ( homeostose) a Vida Vegetativa.
O sistema nervoso visceral contém
fibras nervosas aferentes ( sensitivas) e fibras
eferentes ( motoras).
E o sistema visceral eferente (motor) tem
funcionalidade independente de nossa vontade. Por
isso chamado de SISTEMA
NERVOSO AUTÔNOMO.
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1) AFERENTE
SISTEMA NERVOSO VISCERAL
2) EFERENTE-(SIMPÁTICO E
PARASSIMPÁTICO)
SISTEMA NERVOSO VISCERAL
EFERENTE(SISTEMA NERVOSO AUTOMONO
AFERENTE(SENSITIVO) V ISCERAL
- Conduzem impulsos originados em visceroceptores.
-Os impulsos passam pelos gânglios espinhais sensitivos.
- Podem ser consciente ou não
Consciente – dor, fome, cólica, plenitude
Inconsciente – estímulos que informam o teor de 02, ph sanguíneo
etc.
EFERENTE (MOTOR)VISCERAL
-conduzem respostas nervosas para as vísceras
- Os impulsos passam pelas fibras pré e pós-ganglionar
- Não depende de nossa vontade.
DIFERENÇAS ENTRE SISTEMAS NERVOSOS
EFERENTES:SOMATICO E VISCERAL
SOMATICO EFERENTE VISCERAL EFERENTE
1- Inervação muscular esquelética Vísceras ocas,vasos e coração
2-Voluntário Involuntário
3- Presença de apenas um neurônio(interligação) Dois neurônios interligando-o
4-Placas motoras Fibras terminais
Os Neurônios ganglionares dentro da medula são chamados Pré – Ganglionares e os de fora
são chamados de Pós- Ganglionares.
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ORGANIZAÇÃO GERAL DO
SISTEMA NERVOSO AUTONOMO
1 – LOCALIZAÇÃO DOS NEURÔNIOS – PRÉ GANGLIONARES
A – TRONCO ENCEFÁLICO.
B - MEDULA ESPINHAL
A – TRONCO ENCEFÁLICO ( CRÂNIO)
- Núcleos dos nervos cranianos
B – MEDULA
 1º ao 12 º segmento torácico ( T1 – T12)
 2 ao 2º segmento lombar ( L1 – L2)
 2º ao 4º segmento sacral ( S2 S4)
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FORMAÇÃO E DIVISÃO DO SIST.NER.
AUTONOMO SIMPÁTICO /PARASSIMPATICO
A – SIMPÁTICO – Os Neurônios PRÉ –
GANGLIONARES estão de T1 a L2, portando chamado de
TORACO-LOMBAR.
B – PARASSÍMPATICO – Os Neurônios PRÉ-
GANGLIONARES estão na região do crânio e do sacro,
portando chamado de CRÂNIO CAUDAL.
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DIFERENÇAS ANATOFISIOLÓGICA
SIMPÁTICO X PARASSIMPATICO
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TABELA AÇÃO EM ALGUNS
ORGÃOS
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  • 2. SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO 1-COMPOSIÇÃO Nervos cranianos perifericos Gânglios Terminações nervosas. NERVOS 1. CONCEITO- São cordões esbranquiçados, constituídos de feixes de fibras nervosas, reforçadas por etc. conjuntivo, que unem o Sistema Nervoso Central aos órgãos periféricos.
  • 3. a)Envoltórios - Membrana – neurilema - Mielina – células de SCHWANN - Tecido conjuntivo – endoneuro, perineuro e epineuro a)Divisão anatômica conforme origem - Espinhais - Cranianos b)Origens - Real – local nasce o nervo do SNC - Aparente - local onde emerge o nervo do SNC.
  • 4. CONDUÇÃO DOS IMPULSOS A - aferentes – sensitivos, se faz da periferia para o SNC B - eferentes - motores, do sistema nervoso central para a periferia LESÕES DOS NERVOS PERIFÉRICOS a) Regenração waleriana – inicio com proliferação do tecido conjuntivo – células de SCHWANN
  • 6. TERMINAÇÕES SENSITIVAS 1 – CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO TIPO DE RECEPTORES a) Receptores livres – dor e temperatura b) Receptores encapsulados - corpúsculos de Meisser – papilas dérmicas ( tato e pressão) - corpúsculos de Ruffini – papilas dérmicas e regiões pilosas ( tato e pressão) - corpúsculos de Vater Paccini – distribuição ampla (sensibilidade vibratória) c) Fusos neuromusculares ânulo espiralados envolvendo os músculos - ligam ao tendão muscular – responsáveis pelos reflexos miotáticos. 2 – CLASSIFICAÇÃO QUANTO A LOCALIZAÇÃO Exteroceptores - presentes na superfície do corpo ( calor, frio, dor, pressão , sons tato e luz) Proprioreceptores – localizam-se profundamente ao corpo ( tendões articulações, músculos e ligamentos) - os conscientes – atingem o córtex e permitem a percepção do corpo e das partes - os inconscientes não despertam nenhuma sensação ( regulação da atividade muscular através do reflexo miotático, ou de vários centros envolvidos na atividade motora em especial o cerebelo Interoceptores ( visceroceptores) – localização, vísceras ocas e nos vasos – ( sensação de dor, fome, sede, prazer sexual)
  • 7. 3 – CLASSIFICAÇÃO QUANTO A ESPECIALIZAÇÃO a)Quimioceptores – seios carotídeos ( olfação e gustação) b)Osmoceptores – captam a pressão osmótica c)Fotoceptores – na retina d)Termoceptores e)Nociceptores – dor lesão tecidual f)Mecanoceptores
  • 8. Terminações Motoras 1 - TERMINAÇÃO SOMÁTICA -Placas motoras ( liberação da acetilcolina , um neurotransmissor despolarizante) 2 2 – TERMINAÇÃO VISCERAL O neurotransmissor pode ser a acetilcolina ou a noradrenalina. A parte terminal da fibra Pode ter ou não dilatações, onde armazena o neurotransmissor – ( atua no músculo liso dos vasos sanguíneos e das vísceras)
  • 9. NERVOS ESPINHAIS A. CONCEITO – são aqueles que fazem conexão com a medula, em numero de 31 pares, responsáveis pela inervação do tronco, parte da cabeça e dos MMSS e MMII B – DIVISÃO EM PARES Oito cervicais Doze torácicos Cinco lombares Cinco sacrais Um cocícgeo Cada nervo e composto pela união de fibras das raízes dorsal e ventral ( do sulco lateral posterior e lateral anterior da medula respectivamente) portanto é um nervo misto.
  • 10. COMPONENTES FUNCIONAIS DAS FIBRAS DO NERVO ESPINHAL FIBRAS AFERENTES OU SENSITIVAS somaticas exteroceptivas - dor , temperatura, pressão e tato viscerais Proprioceptiva conscientes e inconscientes FIBRAS EFERENTES OU MOTORAS somaticas para os músculos esqueléticos Viscerais para os músculo liso(simpático e parassimpático) Obs: as fibras eferentes ou motoras viscerais compõem o O SISTEMA NERVOSO AUTONÔMO
  • 11. D – TRAJETO / DISTRIBUIÇÃO DOS NERVOS ESPINHAIS - Os filamentos ventrais e dorsais formam suas respectivas raízes – estas se unem trocando fibras em um tronco comum e logo segue como ramo dorsal e ventral, indo para o dorso e ventre respectivamente – como nervo misto. - Os ramos ventrais formam o plexo braqueal e lombar, após várias anastomoses ( plurissegmentares) os ramos dorsais em geral não formam plexos ( unissegmentares)
  • 12. E – TERRITÓRIOS CUTÂNEOS DE INERVAÇÃO RADICULAR DERMÁTOMO. - Denomina-se dermátono o território cutâneo, inervado por uma única raiz dorsal. E importante para localização das lesões radiculares ou medulares por isso existem mapas representativo das diversas regiões do corpo. - Nos membros em virtude do grande crescimento dos brotos apendiculares, durante o desenvolvimento, a disposição dos dermátonos, se torna irregular, ou seja altura do dermátomo, no tronco, não corresponde a altura de sua inervação no membro
  • 51. NERVOS CRANIANOS São 12 pares, todos relacionados com encéfalo.As fibras são especiais, podendo ter um tipo ou vários. Podem ter um ou vários gânglios de associação, ou não possuir nenhum. Todos, com exceções do olfatório e do óptico, estão relacionados com o tronco cerebral. II - COMPONENTES FUNCIONAIS DAS FIBRAS 1. FIBRAS AFERENTES (Sensitivos) a. Aferentes somáticas: frio, calor tato, dor; b. Aferentes viscerais gerais (conduzem impulsos dos receptores dos viscerais); c. Aferentes somáticos especiais - visão; d. Aferentes viscerais especiais (conduzem impulsões do arco farígeo - o gosto, o olfato por exemplos). 2. FIBRAS EFERENTES (Motora). a. Fibras eferentes somáticas - respostas dos músculos esqueléticos; b. Fibras eferentes viscerais gerais (Sistema nervoso autônomo - ex. musculatura lisa) c. Fibras eferentes viscerais especiais (músculos da faringe).
  • 52. CLASSIFICAÇÃO CRÂNIO-FACIAL 1. Olfatório 2. Óptico 3. Oculomotor 4. Troclear 5. Trigêmeo 6. Abducente 7. Facial 8. Vestibulotroclear 9. Glossofaríngeo 10. Vago 11. Acessório 12- Hipoglosso
  • 56. 1. NERVO OLFATÓRIO ( I - PAR) As células olfatórias - são neurônios bipolares - estão na cavidade nasal zona olfatória (acima da concha nasal superior). Seus dentritos - chegam a superfície epitelial colunar pseudo-estratificado e dão origem a pequenos processos semelhantes os folículos pilosos - Os axônios dirigem em feixes (amielínicos) com 20 ou mais fibras atravessam a lâmina crivosa - penetram no bulbo olfatório e daí seguem para o cérebro.
  • 62. 2. NERVO ÓPTICO (II - PAR) - Tem 5 cms de comprimento e relaciona a visão; - Considerado como um trato de fibras que unem a retina ao cérebro. Não é de todo um nervo periférico pois nasce na retina, embriologicamente derivado do sistema nervoso central; - Nascem nas células ganglionares ou retina. As fibras, já como nervo óptico, dentro da órbita relaciona-se com os músculos reto dos olhos. O nervo termina no quiasma óptico (as fibras mediais cruzam-se com o lado contralateral) do quiasma óptico as segue com o trato óptico para o lobo ociptal visual. - Relaciona com o corpo geniculado laterais e com mesencéfalo.
  • 72. 3. NERVO OCULOMOTOR (III - PAR) - Nervo eminente motor - inerva a maioria dos músculos extrínsecos do olho. Emerge do mesencéfalo, medialmente ao pendículo cerebral, penetra na órbita através da fissura orbitária superior (osso esfenóide). - Compõe de fibras somáticas e parassimpáticas que movimentam o olho e fazem a construção da pupila respectivamente.
  • 76. 4. NERVO TROCLEAR (IV - PAR) - Emerge da ponte (no contorno dorsal da ponte) - penetra pela fissura orbitária superior; - Inerva somente o músculo oblíquo superior do bulbo do olho.
  • 79. 5. NERVO TRIGÊMEO (V - PAR) Nasce na ponte na região temporal forma um gânglio de onde partem separados três ramos gêmeos. RAMOS DO GÂNCLIO TRIGEMIAL 1º Ramo - Oftálmico - é um nervo aferente supre o bulbo, o sacro lacrimal, a fronte, couro cabeludo, nariz externo, etc. - Sub-ramos - lacrimal, frontal e nasociliar - todos atravessam a fissura orbitária superior. - 2º Ramo - Nervo Maxilar - passa através do forame redondo - penetra na fossa pterigopalatina, local de injeção anestésica usada em odontologia (na incisura média, a fossa pterigopalatina, a órbita e a face). Sub-ramos - nervos meníngeos, ramos para o gânglio pterigopalatino, ramos alveolares supero-posteriores, nervo zigomático, nervo infra-orbital. 3º Ramo - Nervo Mandibular - penetra na órbita junto com o ramo motor do trigêmeo, pelo forame oral. Sub-ramos - nervos mengineo, ramo para o piterogódeo medial, ramo bucal (sensibilidade da pele e gengiva), nervo masseter, piterigódeo lateral, temporais profundos, nervos auriculares, linqual e alvéolos inferior.
  • 85. 6. NERVO ABDUCENTE (VI - PAR) - Emerge entre a ponte e a medula oblonga - penetra na órbita pela fissura orbitária superior; - Contém fibras motoras e simpaticas; - Inerva apenas o músculo.
  • 87. 8. NERVO VESTIBULOCOCLEAR (VIII - PAR) Emerge entre a ponte e o bulbo, atrás do facial é constituído pro fibras aferentes do ouvido interno e contém a parte vestibular relacionado, com o equilíbrio e parte nas células bipolares do gânglio vestibular no ouvido interno - estas emitem ramos que o labirinto. A parte coclear relacionado com a audição nasce das células cabeludas dos gânglios espiral, penetra junto com a parte vestibular no meato acústico interno.
  • 89. 7. NERVO FACIAL (VII - PAR) Tem um trajeto complicado no osso temporal, relação intima com a orelha média, emite vários ramos, consiste na maior parte com a inervação os músculos da expressão facial, e uma parte mentor chamada de nervo intermédio, inervando os dois terços anteriores da língua, contém também fibras secietora para as glândulas lacrimal e
  • 93. 8. NERVO VESTIBULOCOCLEAR (VIII - PAR) Emerge entre a ponte e o bulbo, atrás do facial é constituído pro fibras aferentes do ouvido interno e contém a parte vestibular relacionado, com o equilíbrio e parte nas células bipolares do gânglio vestibular no ouvido interno - estas emitem ramos que o labirinto. A parte coclear relacionado com a audição nasce das células cabeludas dos gânglios espiral, penetra junto com a parte vestibular no meato acústico interno.
  • 103. 9. GLOSSOFARÍNGEO (IX - PAR) Emerge da medula oblonga - deixa o encéfalo pelo forame jugular do osso ociptal. É aferente da língua e da faringe e o eferente para o estilofaríngeo (palato) e para a glândula parótida. Emite vários ramos, o para seio carotídeo, ramo timpânico, ramo comunicante - entre ele o ramo para o facial.
  • 107. 10. NERVO VAGO (X - PAR) É de predomínio aferente, tem uma densa distribuição - na cabeça, pescoço, tórax e abdome. Emite fibras aferentes e eferentes para faringe e laringe. Do pescoço para baixo, comunica-se livremente com gânglios - passa através do forame jugular. Apresenta dois gânglios o superior e o inferior nodoso. Ramos - auricular, menígeo, faríngeos, laríngeos, parotídeos.
  • 111. 11- NERVO ACESSORIO.(XI-PAR). Formado por duas porções-uma craniana(bulbar) e outra medular(espinhal), esta última porção abaixo do nervo Vago.A porção espinhal chega ao nível do terceiro ao sétimo nervos espinhais.Ambas as porções saem do encéfalo pelo forame jugular.O ramo espinhal, inferior, adentra no cérebro param se juntar ao ramos da porção bulbar, pelo forame jugular.A porção craniana é de inervação motora aos constrictores da laringe e da faringe.A porção espinhal inerva o trapézio e esternocleimastoideo. 11- NERVO ACESSORIO.(XI-PAR). Formado por duas porções-uma craniana(bulbar) e outra medular(espinhal), esta última porção abaixo do nervo Vago.A porção espinhal chega ao nível do terceiro ao sétimo nervos espinhais.Ambas as porções saem do encéfalo pelo forame jugular.O ramo espinhal, inferior, adentra no cérebro param se juntar ao ramos da porção bulbar, pelo forame jugular.A porção craniana é de inervação motora aos constrictores da laringe e da faringe.A porção espinhal inerva o trapézio e esternocleimastoideo.
  • 115. 12-NERVO HIPOGLOSSO(XII-PAR) È principalmente motor da língua – as suas raízes emergem da medula oblonga(bulbo), entre a oliva e pirâmide-após, as fibras juntarem-se atravessam o forame Hipoglosso, no osso occiptal.Desce com relação com a artéria carótida interna,com o nervo glossofaríngeo e o vago.Na sua descida emite os ramos meníngeos(intra-cranianos),raiz superior da alça cervical(mm. infra-hioides), ramo tireóide(m.tireeóide), ramos linguais(musculatura intrínseca e extrínseca da língua)
  • 119. SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO I. INTRODUÇÃO – funcionalmente podemos dividir o Sistema Nervoso em SOMÁTICO e VISCERAl. O somático relaciona-se com a Vida de Relação, o meio ambiente. Já o visceral relaciona-se com o equilíbrio interno ( homeostose) a Vida Vegetativa. O sistema nervoso visceral contém fibras nervosas aferentes ( sensitivas) e fibras eferentes ( motoras). E o sistema visceral eferente (motor) tem funcionalidade independente de nossa vontade. Por isso chamado de SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO.
  • 127. 1) AFERENTE SISTEMA NERVOSO VISCERAL 2) EFERENTE-(SIMPÁTICO E PARASSIMPÁTICO) SISTEMA NERVOSO VISCERAL EFERENTE(SISTEMA NERVOSO AUTOMONO
  • 128. AFERENTE(SENSITIVO) V ISCERAL - Conduzem impulsos originados em visceroceptores. -Os impulsos passam pelos gânglios espinhais sensitivos. - Podem ser consciente ou não Consciente – dor, fome, cólica, plenitude Inconsciente – estímulos que informam o teor de 02, ph sanguíneo etc. EFERENTE (MOTOR)VISCERAL -conduzem respostas nervosas para as vísceras - Os impulsos passam pelas fibras pré e pós-ganglionar - Não depende de nossa vontade.
  • 129. DIFERENÇAS ENTRE SISTEMAS NERVOSOS EFERENTES:SOMATICO E VISCERAL SOMATICO EFERENTE VISCERAL EFERENTE 1- Inervação muscular esquelética Vísceras ocas,vasos e coração 2-Voluntário Involuntário 3- Presença de apenas um neurônio(interligação) Dois neurônios interligando-o 4-Placas motoras Fibras terminais Os Neurônios ganglionares dentro da medula são chamados Pré – Ganglionares e os de fora são chamados de Pós- Ganglionares.
  • 132. ORGANIZAÇÃO GERAL DO SISTEMA NERVOSO AUTONOMO 1 – LOCALIZAÇÃO DOS NEURÔNIOS – PRÉ GANGLIONARES A – TRONCO ENCEFÁLICO. B - MEDULA ESPINHAL A – TRONCO ENCEFÁLICO ( CRÂNIO) - Núcleos dos nervos cranianos B – MEDULA  1º ao 12 º segmento torácico ( T1 – T12)  2 ao 2º segmento lombar ( L1 – L2)  2º ao 4º segmento sacral ( S2 S4)
  • 136. FORMAÇÃO E DIVISÃO DO SIST.NER. AUTONOMO SIMPÁTICO /PARASSIMPATICO A – SIMPÁTICO – Os Neurônios PRÉ – GANGLIONARES estão de T1 a L2, portando chamado de TORACO-LOMBAR. B – PARASSÍMPATICO – Os Neurônios PRÉ- GANGLIONARES estão na região do crânio e do sacro, portando chamado de CRÂNIO CAUDAL.
  • 141. TABELA AÇÃO EM ALGUNS ORGÃOS