TV ANALÓGICA x TV DIGITAL Tecnologia
Padrões de TV Analógicas NTSC – National Television Systems Committee Primeiro padrão de TV (53/54) Adotaram também Canadá, Japão e países com frequência igual a 60Hz Problema: Apresentação das cores nunca duas vezes iguais.  N ever  T wice the  S ame  C olor 60Hz – 30fps – 525 linhas PAL – Phase Alternating Line Desenvolvedor Telefunken Alemanha (déc.60) Corrigia a distorção das cores do NTSC Problema: 25 quadros por segundo pode flickar na tela 50Hz – 25fps – 625 linhas
Padrões de TV Analógicas SECAM – Sequential Couleur Avec Memoir Padrão francês (déc.60) Adotado em países do leste europeu Problema:  Decisão política optando não receber transmissões de outros países. Não mantém compatibilidade. 60Hz – 30fps – 525 linhas PAL-M – Phase Alternating Line - Modificado Adaptado pelo Brasil Adotado em 1967 Problema:  Não havia, no Brasil, aparelho capaz de captar o sinal. Foram desenvolvidos aparelhos específicos para o PAL-M brasileiro. 60Hz – 30fps – 525 linhas
Padrão da TV Digital SBTVD-T – Sistema brasileiro de TV digital Terrestre Adaptação do ISDB-T japonês Prevê mobilidade e portabilidade Modulação do sinal em MPEG-4 diferente do MPEG-2 japonês Definição de 1920x1080 pixels Permite multiprogramação Sistema de interatividade ( Middleware )
TV Analógica / TV Digital Semelhanças na Transição Primeiros testes foram realizados pelas emissoras Governo assume o debate Cria núcleo de pesquisa Define o padrão e a adaptação a ser realizada no modelo Inaugura Oficialmente/Comercialmente
Televisão Digital Interativa Mercado
Televisão e software: Uma união promissora TV Digital  sem  software Apenas converte o sinal analógico para o digital Portabilidade do sinal TV Digital  com  software Adiciona à imagem o poder da interatividade Conectividade através de canal de retorno
Benefícios da Interatividade na TV A grande mudança é comportamental Aumenta a qualidade e a quantidade dos serviços oferecidos pelos broadcasters. Surge uma nova forma de “assistir TV”: Interagir com a televisão, utilizando serviços, consultando informações, ou se divertindo com jogos e entretenimento. Integração entre 2 indústrias do entretenimento (Broadcasting e Software)
ETV (Enhanced TV): Fórmula 1 (TV3, Catalonia´s Television) - O usuário pode explorar informações extras ou mais detalhes sobre o Grande Prêmio, sem perder nenhum lance da corrida.
Interatividade na TV TV individualizada MTV Hits (Sky Digital – UK)   :  adaptação total da TV ao gosto do telespectador, que pode personalizar a interface. O usuário também pode checar notícias, fofocas e até participar de um quiz do mundo da música, através do canal de retorno.
Interatividade na TV Walled garden:  portal com guia das aplicações interativas. Esclarece ao usuário o que é possível fazer, o que está disponível e serve de canal de entrada para tais aplicações.
Interatividade na TV -  Console de jogos:   usar a TV para jogar, só, com a TV, ou em rede, com outros usuários – através do controle remoto ou de outros dispositivos e tecnologias (Wii; Bluetooth).
Eletronic program guide (EPG):  portal com um guia de programação, descartando o zapping, o usuário escolhe o programa que quer assistir pelo guia, sabendo que horas começou, até que horas vai e qual o próximo programa a ser apresentado.
Interatividade na TV Serviços de Teletexto:  informações fornecidas pelos transmissores em forma de texto, podendo se sobrepor às imagens, com informações adicionais à programação, ou cobrindo a tela inteira (informações de economia, clima, notícias etc.)
Serviços Interativos para TV T-commerce T-banking T-government T-learning Outros serviços (gravação em disco; internet no set top box; rede de relacionamento – chat on TV)
Interatividade na TV
 
 
 
Interatividade na TV
Desafios da TV Interativa Não há respostas prontas! Uma mídia nova, com características próprias. Busca por formatos inovadores, a partir da união da TV com o software. Quebrar paradigmas: unidirecionalidade da programação Passividade do telespectador
Características da TV Digital Convergência Personalização Interatividade Sob-demanda Mobilidade Comunidades Multi-task
Convergência Digital Multiplataforma
Convergência Digital O MELHOR  CONTEÚDO,  QUALQUER HORA  –  LUGAR  –  PLATAFORMA  “ Novas formas de mídia são adicionadas e não irão substituir a televisão… No curto prazo, mudar a forma de como as pessoas assistem TV vai ser difícil”  (MILTON NETO – Turner)
Convergência Digital Alcançar o consumidor durante todo o dia Em casa: manhã, almoço e noite (primetime) Durante seu deslocamento No trabalho Na hora do lazer Mesmo com as mudanças tecnológicas, a maior publicidade ainda é orientada pela criatividade. O negócio é saber como chamar a atenção e contar uma história convincente.
Convergência Digital Diferentes produtos para diferentes plataformas TV video on demand TV interativa  COMPUTADOR video on demand IPTV CELULAR Personalização Interatividade mobile TV
Convergência Digital Consumidor convergente O  DIGITAL USER  é bem mais jovem que o  TV VIEWER Abre mão da qualidade para chegar ao conteúdo que quer, quando e onde estiver. Escolhe e seleciona o que quer assistir e como quer participar (TV - controle remoto; celular – SMS, bluetooth; computador - internet) Acessa múltiplas plataformas simultaneamente e/ou de maneira complementar (“ Two-Screen Programs ”).
Convergência Digital Conteúdo audiovisual convergente Independente do modelo de negócios utilizado, diferentes plataformas exigem produtos diferenciados, formatados para destacar as melhores características de cada meio. Diferentes produtos Live Simulcast Clip Service Mobisodes Full episodes Loops
Convergência Digital Considerações para o mercado da convergência Marcas facilmente reconhecidas fazem com que a adoção de novas tecnologias seja mais rápida PLANETA TERRA “Nesse momento de proliferação de novas plataformas, de novos jeitos de se relacionar com o conteúdo, que se percebe o quão poderoso é o efeito da mídia de massa… A mídia de massa que agrega valor à multiplataforma, e não a multiplataforma que agrega valor à mídia de massa” (Paulo César Queiroz – vice-presidente de mídia da DM9DDB)
Convergência Digital Considerações para o mercado da convergência Tendência de re-empacotamento de conteúdo originalmente produzido Novos formatos requerem tempo para apresentar resultados De forma gradual, os hábitos de consumo de mídia estão mudando O consumidor não vê tecnologia, mas sim experiências e sensações NESCAU 2.0 – “Os clientes podem utilizar os meios de maior alcance para promover a interação entre as diferentes plataformas de comunicação.” (Izael Sinem – diretor de comunicação e serviços de marketing - Nestlé)

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TV analogica x TV digital

  • 1. TV ANALÓGICA x TV DIGITAL Tecnologia
  • 2. Padrões de TV Analógicas NTSC – National Television Systems Committee Primeiro padrão de TV (53/54) Adotaram também Canadá, Japão e países com frequência igual a 60Hz Problema: Apresentação das cores nunca duas vezes iguais. N ever T wice the S ame C olor 60Hz – 30fps – 525 linhas PAL – Phase Alternating Line Desenvolvedor Telefunken Alemanha (déc.60) Corrigia a distorção das cores do NTSC Problema: 25 quadros por segundo pode flickar na tela 50Hz – 25fps – 625 linhas
  • 3. Padrões de TV Analógicas SECAM – Sequential Couleur Avec Memoir Padrão francês (déc.60) Adotado em países do leste europeu Problema: Decisão política optando não receber transmissões de outros países. Não mantém compatibilidade. 60Hz – 30fps – 525 linhas PAL-M – Phase Alternating Line - Modificado Adaptado pelo Brasil Adotado em 1967 Problema: Não havia, no Brasil, aparelho capaz de captar o sinal. Foram desenvolvidos aparelhos específicos para o PAL-M brasileiro. 60Hz – 30fps – 525 linhas
  • 4. Padrão da TV Digital SBTVD-T – Sistema brasileiro de TV digital Terrestre Adaptação do ISDB-T japonês Prevê mobilidade e portabilidade Modulação do sinal em MPEG-4 diferente do MPEG-2 japonês Definição de 1920x1080 pixels Permite multiprogramação Sistema de interatividade ( Middleware )
  • 5. TV Analógica / TV Digital Semelhanças na Transição Primeiros testes foram realizados pelas emissoras Governo assume o debate Cria núcleo de pesquisa Define o padrão e a adaptação a ser realizada no modelo Inaugura Oficialmente/Comercialmente
  • 7. Televisão e software: Uma união promissora TV Digital sem software Apenas converte o sinal analógico para o digital Portabilidade do sinal TV Digital com software Adiciona à imagem o poder da interatividade Conectividade através de canal de retorno
  • 8. Benefícios da Interatividade na TV A grande mudança é comportamental Aumenta a qualidade e a quantidade dos serviços oferecidos pelos broadcasters. Surge uma nova forma de “assistir TV”: Interagir com a televisão, utilizando serviços, consultando informações, ou se divertindo com jogos e entretenimento. Integração entre 2 indústrias do entretenimento (Broadcasting e Software)
  • 9. ETV (Enhanced TV): Fórmula 1 (TV3, Catalonia´s Television) - O usuário pode explorar informações extras ou mais detalhes sobre o Grande Prêmio, sem perder nenhum lance da corrida.
  • 10. Interatividade na TV TV individualizada MTV Hits (Sky Digital – UK) : adaptação total da TV ao gosto do telespectador, que pode personalizar a interface. O usuário também pode checar notícias, fofocas e até participar de um quiz do mundo da música, através do canal de retorno.
  • 11. Interatividade na TV Walled garden: portal com guia das aplicações interativas. Esclarece ao usuário o que é possível fazer, o que está disponível e serve de canal de entrada para tais aplicações.
  • 12. Interatividade na TV - Console de jogos: usar a TV para jogar, só, com a TV, ou em rede, com outros usuários – através do controle remoto ou de outros dispositivos e tecnologias (Wii; Bluetooth).
  • 13. Eletronic program guide (EPG): portal com um guia de programação, descartando o zapping, o usuário escolhe o programa que quer assistir pelo guia, sabendo que horas começou, até que horas vai e qual o próximo programa a ser apresentado.
  • 14. Interatividade na TV Serviços de Teletexto: informações fornecidas pelos transmissores em forma de texto, podendo se sobrepor às imagens, com informações adicionais à programação, ou cobrindo a tela inteira (informações de economia, clima, notícias etc.)
  • 15. Serviços Interativos para TV T-commerce T-banking T-government T-learning Outros serviços (gravação em disco; internet no set top box; rede de relacionamento – chat on TV)
  • 17.  
  • 18.  
  • 19.  
  • 21. Desafios da TV Interativa Não há respostas prontas! Uma mídia nova, com características próprias. Busca por formatos inovadores, a partir da união da TV com o software. Quebrar paradigmas: unidirecionalidade da programação Passividade do telespectador
  • 22. Características da TV Digital Convergência Personalização Interatividade Sob-demanda Mobilidade Comunidades Multi-task
  • 24. Convergência Digital O MELHOR CONTEÚDO, QUALQUER HORA – LUGAR – PLATAFORMA “ Novas formas de mídia são adicionadas e não irão substituir a televisão… No curto prazo, mudar a forma de como as pessoas assistem TV vai ser difícil” (MILTON NETO – Turner)
  • 25. Convergência Digital Alcançar o consumidor durante todo o dia Em casa: manhã, almoço e noite (primetime) Durante seu deslocamento No trabalho Na hora do lazer Mesmo com as mudanças tecnológicas, a maior publicidade ainda é orientada pela criatividade. O negócio é saber como chamar a atenção e contar uma história convincente.
  • 26. Convergência Digital Diferentes produtos para diferentes plataformas TV video on demand TV interativa COMPUTADOR video on demand IPTV CELULAR Personalização Interatividade mobile TV
  • 27. Convergência Digital Consumidor convergente O DIGITAL USER é bem mais jovem que o TV VIEWER Abre mão da qualidade para chegar ao conteúdo que quer, quando e onde estiver. Escolhe e seleciona o que quer assistir e como quer participar (TV - controle remoto; celular – SMS, bluetooth; computador - internet) Acessa múltiplas plataformas simultaneamente e/ou de maneira complementar (“ Two-Screen Programs ”).
  • 28. Convergência Digital Conteúdo audiovisual convergente Independente do modelo de negócios utilizado, diferentes plataformas exigem produtos diferenciados, formatados para destacar as melhores características de cada meio. Diferentes produtos Live Simulcast Clip Service Mobisodes Full episodes Loops
  • 29. Convergência Digital Considerações para o mercado da convergência Marcas facilmente reconhecidas fazem com que a adoção de novas tecnologias seja mais rápida PLANETA TERRA “Nesse momento de proliferação de novas plataformas, de novos jeitos de se relacionar com o conteúdo, que se percebe o quão poderoso é o efeito da mídia de massa… A mídia de massa que agrega valor à multiplataforma, e não a multiplataforma que agrega valor à mídia de massa” (Paulo César Queiroz – vice-presidente de mídia da DM9DDB)
  • 30. Convergência Digital Considerações para o mercado da convergência Tendência de re-empacotamento de conteúdo originalmente produzido Novos formatos requerem tempo para apresentar resultados De forma gradual, os hábitos de consumo de mídia estão mudando O consumidor não vê tecnologia, mas sim experiências e sensações NESCAU 2.0 – “Os clientes podem utilizar os meios de maior alcance para promover a interação entre as diferentes plataformas de comunicação.” (Izael Sinem – diretor de comunicação e serviços de marketing - Nestlé)