MANEJO BÁSICO DAS
VIAS AÉREAS
Dr Gustavo de Melo Rebuglio
CET - Clínica de Anestesia
Via Aérea
• Anatomia
• Avaliação Via Aérea
• Algoritmos
• Técnicas para Controle das Vias Aéreas
Via Aérea
• OBJETIVO:
GARANTIR ADEQUADA TROCA DE GASES EM TODAS
AS CIRCUNSTÂNCIAS
Via Aérea
• Manejo apropriado é essencial
• Dentre as complicações com a anestesia: falha no manejo da
via aérea
• Lesão cerebral e Morte
• EUA 30% das mortes ocorridas durante a anestesia
• Ventilação Inadequada
• Intubação esofágica
• Intubação difícil
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
ANATOMIA VIA AÉREA
• INTRODUÇÃO:
• Principais responsabilidades do anestesiologista
• Requer pronta resolução em caso de obstrução
durante ato anestésico
• Conhecer anatomia é FUNDAMENTAL
ANATOMIA VIA AÉREA
• Boca
• Nariz
• Cavidades nasais
• Faringe
• Laringe
• Traqueia
• Brônquios
• Pulmões
+ Diafragma
+ Cavidade torácica
+ Centro controle
neurológico
Sistema Respiratório
Vias Aéreas
Superiores
Vias Aéreas
Inferiores
ANATOMIA VIA AÉREA
• VIAS AÉREAS SUPERIORES X INFERIORES
• LIMITE ANATÔMICO:
• CARTILAGEM CRICÓIDE
NARIZ E CAVIDADES NASAIS
• Trajeto principal do
fl
uxo de ar inspirado e expirado
• Resistência passagem do ar 2x > boca
• 2/3 resistência total das VA
• Constituída arcabouço osteocartilaginoso, com
septo central que divide em 02 câmaras simétricas
NARIZ E CAVIDADES NASAIS
• Septo nasal é composto pela cartilagem septal
anteriormente, e pelos ossos etmoide
(superiormente) e vômer (inferiormente)
• Parede lateral: 03 turbinas (conchas) dividindo a
cavidade em 03 meatos
• Teto: região cribriforme
NARIZ E CAVIDADES NASAIS
NARIZ E CAVIDADES NASAIS
Porção Olfatória: região acima da turbina superior
IMPORTÂNCIA: PASSAGEM SONDA E CÂNULAS
NARIZ E CAVIDADES NASAIS
NARIZ E CAVIDADES NASAIS
• Suprimento arterial:
• Ramos da carótida interna (artérias etimoidais anterior e
posterior, provenientes da artéria oftalmica)
• Ramos da carótida externa (artéria esfenopalatina, grande
palatina, labial superior e angular)
• Porção interna das cavidades nasais:
• Irrigada pela art esfenopalatinas e etmoidais
• Contribuição adicional arterias labial superior e grande
palatina na região septal
NARIZ E CAVIDADES NASAIS
• Retorno venoso:
• Segue padrão suprimento arterial
• Comunicação avalvular com seios cavernosos
intracranianos
NARIZ E CAVIDADES NASAIS
NARIZ E CAVIDADES NASAIS
• Inervação:
• Nervo nasociliar (ramo oftálmico): sensibilidade da
pele e mucosa da cavidade nasal anterior através
dos sub ramos etmoidais anterior e posterior
• Nervo nasopalatino (proveniente do gânglio
esfenopalatino): inerva porção posterior
NARIZ E CAVIDADES NASAIS
NARIZ E CAVIDADES NASAIS
BOCA
• LIMITES:
• Anterior: LÁBIOS
• Posterior: VÉU PALATINO OU PALATO MOLE
(separa a orofaringe)
• Superior: palato duro
• Inferior: língua
• Resistência ao Ar 1/2 Nariz
BOCA
PILARES AMIGDALIANOS
• Pilar Palatoglosso: palato mole em direção à
língua
• Pilar Palatofaríngeo: palato mole à orofaringe
LÍNGUA
• ESSENCIALMENTE MUSCULAR, CONSTITUÍDA POR
PARES EXTRÍNSECOS E INTRÍNSECOS
EXTRÍNSECOS:
Inserção direta no arcabouço da mandíbula e do hióide
GENIOGLOSSO
HIOGLOSSO
ESTILOGLOSSO
CONDROGLOSSO
PALATOGLOSSO
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
• Músculos Extrínsecos:
LÍNGUA
• ESSENCIALMENTE MUSCULAR, CONSTITUÍDA POR
PARES EXTRÍNSECOS E INTRÍNSECOS
INTRÍNSECOS:
Formam o corpo da língua sem inserção óssea direta
LONGITUDINAL SUPERIOR
LONGITUDINAL INFERIOR
TRANSVERSO
VERTICAL
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
LÍNGUA
• INERVAÇÃO
SENSITIVA:
NERVO LINGUAL
RAMO NERVO MANDIBULAR
2/3 ANTERIORES
1/3 POSTERIOR NERVO GLOSSOFARÍNGEO
MOTORA
NERVO
HIPOGLOSSO
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
HIPOGLOSSO
Vago
Veia Jugular interna
–Jaime Silveira
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PALATO
• Dividido:
• Palato Duro: formação óssea da base da maxila
revestida por mucosa. Inervado: ramos do nervo
maxilar
• Palato Mole: formação
fi
bro muscular na região
posterior. Inervado: ramos faríngeos do nervo
glossofaríngeo e ramos do nervo maxilar
(trigêmeo)
ÚVULA
• Localizada na borda posterior do palato mole em
porção cônica mediana na orofaringe
FARINGE
• Direciona o alimento ao esôfago durante a deglutição
• Tubo músculo membranoso medindo em torno 12,5cm de
comprimento
• Base do crânio à cartilagem cricóide
• Inervação (sensitivo-motora)
• porção superior: nervo glossofaríngeo
• porção inferior: nervo laringeo externo e nervo
recorrente
FARINGE
• Vascularização: ramos das artérias carótidas
• Divisão em 3 partes:
• Nasofaringe
• Orofaringe
• Laringofaringe
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
NASOFARINGE
• Limites: base do crânio até palato mole
• Tonsila faríngea ou ADENÓIDE:
• Acúmulo de tecido linfático
• Localizada na parede posterior
• Infância: hipertro
fi
a e obstrução parcial ou total
• Adulta: processos patológicos podem levar
crescimento e obstrução
NASOFARINGE
OROFARINGE
• Continuação da nasofaringe após palato mole até
osso hióde
• Limite anterior: face posterior da língua
• Decúbito dorsal: comum colabamento da língua e
tecido sublingual contra parede posterior
• Importância MÚSCULO GENIOGLOSSO: TRACIONA
LÍNGUA ANTERIORMENTE, em direção face interna
do mento
OROFARINGE
LARINGOFARINGE
• Ou Hipofaringe
• Entrada para o esôfago
• Parte da Faringe localizada atrás da laringe
• Formada por cartilagens, ligamentos e músculos
• Funções:
• Fonatória
• Respiratória
• Proteção vias aéreas
• Limite superior: Epiglote
• Limite inferior: cartilagem cricóide
LARINGE
• "Caixa de voz"
• Faringe até a traqueia
• Composto por cartilagens revestidas por uma
membrana mucosa que
fi
ca dobrada, formando as
pregas vocais, membranas, músculos e ligamentos
• Função: controlar a entrada e saída de ar do sistema
respiratório e evitar que partículas de alimentos
entrem no sistema respiratório; e fonação
LARINGE
• Osso hióide: forma de U, não se articula com nenhum
outro osso, mas SUSTENTA a laringe durante fonação e
respiração
• CARTILAGENS: 9
• 3 ímpares: TIREOIDE, CRICOIDE, EPIGLOTE
• 3 pares: ARITENOIDE, CUNEIFORME E CORNICULADA
• Membrana Cricotireoidea
• Cricotireoidostomia: pouco vascularizada
–Jaime Silveira
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Cartilagens Impares
–Jaime Silveira
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Cartilagens Pares
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
–Jaime Silveira
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Cartilagem Cricóide
• Limite inferior da laringe
• Formato de anel
• Ponto de compressão manual para ocluir tubo
digestivo sem obstruir via aérea na tentativa de
evitar regurgitação
Manobra de Sellick
• Homenagem ao anestesista britânico Brian Arthur Sellick
(1918-1996)
• Procedimento em 1961
• Método de prevenir a regurgitação em paciente anestesiado
durante a IOT.
• Aplicação de pressão sobre a cartilagem cricóide, causando
oclusão esofagianas proximal
• Pneumonite por aspiração: alta taxa de mortalidade
• PODE diminuir ocorrência
Manobra de Sellick
55 cmH2O
Manobra de Sellick
• Observações:
• Exige conhecimento da anatomia
• Força correta a ser aplicada (30 newtons)
• Alguns estudos têm colocado em questão a
utilidade técnica
• Não garante proteção para todos pacientes,
principalmente quando técnica aplicada
incorretamente
Manobra de BURP
• Primeiro relato em 1993 por Knill
Manobra de BURP
• Deslocamento da laringe por pressão da cartilagem
tireóide em três sentidos:
• Posteriormente contra vértebras cervicais
• Cefalicamente até encontrar resistência
• Lateralmente para direita (máximo 2cm)
LARINGE - Inervação
Ramo Interno Nervo
Laringeo Superior
SENSORIAL: parte
inferior da epiglote até
pregas vocais
Ramo Externo Nervo
Laringeo Superior
MOTORA: músculo
CRICOTIREOIDEO
Nervo Laringeo
Recorrente
SENSORIAL: desde pregas
vocais até traqueia
MOTORA: todos músculos
laringe exceto músculo
CRICOTIREOIDEO
LARINGE
LARINGE
Nervo Laringeo
Recorrente
Nervo Vago
TRAQUEIA
• Inicia-se na cartilagem cricóide no
nível da 6ªvértebra cervical e
continua até a carina 5ª vértebra
torácica
• Possui 10 -13 cm de comprimento
por 1,55 cm diâmetro
• Possui 18-24 cartilagens em
forma ferradura na porção anterior
e tecido
fi
broelástico posterior
• Ao nível do 6 anel traqueal se
torna intra-torácica
• Após Carina, bifurca-se em 2
brônquios, direito e esquerdo
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
• ANÁLISE CONJUNTA: HISTÓRIA CLÍNICA + EXAME FÍSICO
• Objetivo: PREVER VIA AÉREA DIFÍCIL (VAD)
• Resolução CFM nº 1802/2006: Avaliação Pré-anestésica,
incluindo a VA, registrada em
fi
cha própria
Trauma Cervical e/
ou Face
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
Alterações Congênitas
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
Tumores
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
–Jaime Silveira
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AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
–Jaime Silveira
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AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
Corpo Estranho
–Jaime Silveira
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AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
Corpo Estranho
–Jaime Silveira
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AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
Fraturas
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
Queimaduras
–Jaime Silveira
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AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
–Jaime Silveira
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AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
–Jaime Silveira
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AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
Lábio Leporino e Fenda Palatina
–Jaime Silveira
“Digite uma citação aqui.”
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
–Jaime Silveira
“Digite uma citação aqui.”
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
–Jaime Silveira
“Digite uma citação aqui.”
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
–Jaime Silveira
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AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
Distância Mento-External
–Jaime Silveira
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AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
• História de Apnéia Obstrutiva do Sono
• Perguntas simples ao paciente e/ou cônjuge
• Alto Risco se 3 ou + respostas “sim"
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
Escore > ou = 3 é preditor de ITD
CLASSIFICAÇÃO DE
MALLAMPATTI
• Proposta po Mallampatti e cols em 1985
• Modi
fi
cado Samsoon e Young em 1987
• Analise da abertura da boca e a interrelação das estruturas
orofaríngeas
• Predizer o possível grau de di
fi
culdade na laringoscopia direta
• Paciente posição sentada + observador em frente e com o
olhar ao nível dos olhos + protusão da língua
• Classi
fi
cação de Mallampati:
• Isoladamente tem acurácia limitada se usado
isoladamente
AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
–Jaime Silveira
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AVALIAÇÃO DA VIA AÉREA
Algoritmos
Algoritmos
• Estão presentes no nosso dia a dia:
• Origem matemática, caracterizado por um conjunto
de etapas a seguir para chegar a um resultado
• Representado: Fluxograma, diagramas, narrativas,…
Algoritmos
• Desa
fi
o diário do anestesiologista:
GARANTIR OXIGENAÇÃO SANGUÍNEA
Algoritmos
VIA AÉREA DIFÍCIL (VAD)
Anestesiologista treinado, experimenta di
fi
culdades
para ventilar sob MÁSCARA FACIAL, INTUBAR A
TRAQUEIA OU AMBOS
Algoritmos
• Condução de forma individualizada
• Habilidade
• Experiência
• Destreza
• Criatividade
Algoritmos
• 1993 ASA publicou o primeiro algoritmo para
controle VAD, revisado 2003 e 2013
• 1996 Sociedade Francesa de Anestesia e Terapia
Intensiva (SFAR) publicou um documento preliminar
sob o controle da via aérea
• 1998 Canadá e Itália
• 2004 Reino Unido e Alemanha
Algoritmos
• Após Avaliação Clínica: PLANEJAR e IDENTIFICAR
• Paciente colabora?
• Ventilação sob máscara difícil?
• DEG
• Laringoscopia difícil?
• Intubação difícil?
• Acesso Cirúrgico di
fi
cil?
Algoritmos
• DECISÕES
Intubação Acordado x Após Indução Anestésica
Ventilação Preservar x Abolir
Técnicas Não Invasivas x Invasivas
Videolaringoscopia?
Algoritmos
• Existem diversos algoritmos para a via aérea:
• Fluxo racional de condutas
• Não existe um método infalível
• Qual o ideal? Qual o melhor?
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
Técnicas para Abordagem
da Via Aérea
• Intubação Traqueal
• Oral
• Nasal
• Intubação Retrógrada e Intubação às cegas
• Fibroscopia Flexível
• Abordagem cirúrgica
Técnicas para Abordagem
da Via Aérea
Intubação Traqueal
Via Oral
POSICIONAMENTO
• POSIÇÃO OLFATIVA
• Magill 1930
• Alinha eixos ORAL, FARÍNGEO e LARÍNGEO
• Melhor visão das pregas vocais, abertura de boca,
desloca epiglote e diminui resistência à passagem
do ar
POSICIONAMENTO
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
POSICIONAMENTO
POSICIONAMENTO
POSICIONAMENTO
POSICIONAMENTO
Preparo para Manipulação
da Via Aérea
ADMINISTRAR OXIGÊNIO
Administrar Oxigênio
• Meios de administração:
• Cateter nasal
• Máscaras de oxigênio
• Máscara simples
• Hudson simples
• Hudson com reservatório
• Venturi
Administrar Oxigênio
Administrar Oxigênio
Máscara de Hudson
Administrar Oxigênio
• Intubação Traqueal
• Intubação paciente acordado
• Após indução anestésica
Preparo para Manipulação
da Via Aérea
Preparo para Manipulação
da Via Aérea
ANESTESIA DA VIA AÉREA
Anestesia da Via Aérea
• Intubação acordado: preditores de VAD
• Sedação consciente: paciente é capaz de obedecer a
comandos e manter a ventilação espontânea
• Titulação progressiva e cuidadosa de opióides,
agonistas alfa2 e benzodiazepínicos de modo
individualizado
• Associar anestesia tópica e/ou loco regional da VA:
através atomização, nebulização ou bloqueios
regionais dos nervos glossofaríngeo, laringe sup e inf
Anestesia da Via Aérea
Anestesia da Via Aérea
Anestesia da Via Aérea
Indução Anestésica para IOT
• Opióide: fentanil, alfentanil, sufentanil
• Hipnótico: diazepam, dormonid, propodol, etomidato
• Bloqueador neuromuscular: succinilcolina, atracúrio,
cisatracúrio, pancurônio, vecurônio ou rocurônio
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
• Acesso avançado a via aérea:
• Tubo endotraqueal (oral)
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
16 + idade
4
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
Dispositivos e Técnicas para
Controle da Via Aérea
C-MAC Storz
C-MAC Storz
C-MAC Storz
Airtrack
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
McGrath
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
Intubação Traqueal
Via Nasal
• Anestésico Local + Vasoconstritor
• Cabidade mais patente
• Ciudado com balonete
• Aquecer tubo pode torná-lo mais
fl
exível
• Pré oxigenar
• Introduzir 90°, direção posterior e caudal
• Pinça de Magill
Intubação Traqueal
Via Nasal
• Contra indicações:
• COGULOPATIA
• FRATURA BASE CRÂNIO
• CIRURGIA NASAL RECENTE
• PISTAXE
• ALTERAÇÕES ANATÔMICAS DA CAVIDADE NASAL
Intubação Traqueal
Via Nasal
• Complicações
• Sangramento
• Lesão concha nasal
• Abcesso da cavidade
• Necrose super
fi
cial da asa do nariz
Intubação Traqueal
Via Nasal
Intubação Retrógrada e
intubação às cegas
Intubação Retrógrada e
intubação às cegas
Intubação Retrógrada e
intubação às cegas
Intubação Retrógrada e
intubação às cegas
Intubação Retrógrada e
intubação às cegas
Fibroscopia Flexível
• Padrão Ouro para IOT Difícil
• Indicações:
• Tumorações via aérea
• Abertura Bucal restrita
• Contra indicações relativas aos
videolaringoscópios
Fibroscopia Flexível
• Contra indicações:
• HIPOXIA
• SECREÇÃO OU SANGUE ABUNDANTE
• ALERGIA AO ANESTÉSICO LOCAL
• PACIENTE NÃO COOPERATIVO
Fibroscopia Flexível
• Limitações:
• ALTO CUSTO
• FRAGILIDADE DO APARELHO
• CURVA DE APRENDIZADO
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
Abordagem Cirúrgica
Via Aérea anestesiologia matéria de estudo
• COVID-19 INTUBAÇÃO:
• Usar 2 luvas, máscara N95, óculos e capote
• Pré oxigenação com O2 100%
• EVITAR VENTILAÇÃO MANUAL
• INDUÇÃO EM SEQUÊNCIA RÁPIDA
• Preferir intubação à mascara laringea
• Preferir videolaringoscópia à
fi
broscopia
• Encapar imediatamente o laringoscópio com a luva
VIA AÉREA
• Usar
fi
ltro de barreira nos circuitos, caso pediatria
usar ramo expiratório
• TROCAR CAL SODADA A CADA CASO
VIA AÉREA
–Jaime Silveira
“Digite uma citação aqui.”

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