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UNIVERSIDADE CEUMA
COORDENAÇÃO GERAL DA AREA DE
SAÚDE
CURSO DE ODONTOLOGIA
Materiais Relacionado a Prótese
Camilla Bringel Rêgo
óXido de zinco e eugenol para moldagem  camilla bringel
Conceitos
 Moldagem ato para obtenção de
um molde.
 Molde reprodução negativa da
área moldada.
 Modelo reprodução positivo da
área moldada.
Materiais para Moldagem
IRREVERSÍVEIS
ANAELÁSTICOS ELÁSTICOS
REVERSÍVEIS
• Gesso
• Pasta de
óxido de zinco
e eugenol
• Godiva
• Alginato
• Elastômeros
• Hidrocolóides
reversíveis
ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL
 Agente de cimentação;
 Cimento cirúrgico;
 Restaurações provisórias;
 Cimento para obturação de canais radiculares;
 Registro de mordida;
 Reembasamento temporário de dentaduras;
 Moldagem funcional em desdentados.
Indicações:
P
A
S
T
A
PÓ
isolamento
térmico
APRESENTAÇ
ÃO
 Oxido de zinco(Zno)-70%
 Oxido de magnesio(Mgo)
 Resina hidrogenada
 Sais de zinco
- Estearato
- Acetato Aceleradores
- Succinato de presa
- Propionato
 Colofônia e mica Resistência
 Eugenol (oleo de cravo-70%)
 Óleo de oliva ou óleo de algodão
 Àcido acético
 Àcido orto-etóxi-benzóico (EBA)
LÍQUIDO
PÓ + LÍQUIDO
PASTA BASE + PASTA CATALIZADORA
Pasta de Óxido de Zinco e Eugenol
para MOLDAGEM
PASTA
+
PASTA
BASE
CATALIZADORA
- Óxido de Zinco
- Óleo de Oliva
- Óleo de Linhaça
- Acetato de Zinco
- Água
- Eugenol
- Cargas
- Colofônia
Caulim
Talco
Ceras
Facilita a velocidade da
reação e produz uma
mistura final mais
homogênea e suave.
Agem como
plastificantes e
mascaram a ação
irritante do
eugenol.
VARIEDADES
 Dois tipos de pastas são também
designados tipo I (duro) e tipo II (mole).
 A diferença entre os dois tipos está
relacionada com a consistência da
pasta após a presa.
PASTA PARA MOLDAGEM
(ÓXIDO DE ZINDO E EUGENOL)
 Finalidade corretiva na moldeira individual
(Para rebordo flácido)
1. Faz-se a moldagem preliminar com alginato;
Obtém-se um modelo de estudo de gesso.
2. Sobre este modelo, constrói-se com resina acrílica
uma moldeira individual bem adaptada.
Após os desgastes necessários, recobrem-se suas bordas
com um fio de godiva plastificada promover o selado periférico.
3. Esta moldeira, assim preparada, é preenchida com a
pasta de óxido de zinco e eugenol e levada à boca do
paciente.
Para obtenção de
uma moldagem
SECUNDÁRIA/
FUNCIONAL
REAÇÃO QUÍMICA
Hidrolise do oxido de zinco
Reação entre o hidroxido
de zinco e o eugenol
Eugenolato de zinco
(Quelato)
 1º Reação Hidrólise do óxido de zinco =
 O que indica que a água é essencial para esta reação.
 O óxido de zinco desidratado não reage com o eugenol desidratado
 A água é provavelmente um dos produtos da reação, sendo esta
autocatalítica.
 2º Presa Reação ácido + Base = Quelato
ZnO + H2O ↔ Zn(OH)2
Zn(OH)2 + 2HE ↔ ZnE2 + 2H2O
 A incorporação de colofônia à pasta de óxido de zinco e eugenol reduz a
cristalização do quelato.
Formação
do hidróxido
de zinco
TEMPO DE PRESA
 Levado à boca na condição plástica > material toma presa em tempo
Uma presa = perda de precisão
inevitável o movimento da moldeira com a pasta ainda mole.
 Relação: tipo/quantidade de acelerador usado;
 O tempo de presa inicial = é o período que vai desde o início da
espatulação até aquele em que o material perde a pegajosidade
(varia entre 3 a 6 minutos)
 A moldagem deve ser realizada antes da presa inicial.
O tempo de presa final = deve ocorrer aos 10 minutos para a pasta tipo
I e os 15 minutos as pastas do tipo II..
O molde pode ser removido da boca.
Controle do Tempo de Presa
 A adição de água
 Resfriamento da espátula e do material
 Tempo de manipulação TEMPO DE PRESA
 Temperatura e umidade
TEMPO
DE
PRESA
DURANTE A PRESA
Pode sofrer menos
de 0,1% de contração
ESTABILIDADE
DIMENSIONAL
Técnica de Espatulação
A manipulação das
duas pastas é
geralmente
realizada sobre uma
folha de papel
impermeável a
óleos.
PROPORÇÃO
1:1
Epatulação continua
por 1 minuto ou pelo
tempo recomendado
pelo fabricante.
Consistência e escoamento
Para escoar
uniformemente sobre os
tecidos que estão sendo
moldados.
Mistura
homogênea
após a
manipulação
ESCOAMENTO
TEMPO
DE
PRESA =
intervalo de tempo
entre a PRESA INICIAL e
FINAL
Considerações Gerais
 A moldeira deve ser mantida firmemente em posição até que a
pasta tome presa.
 A ação aceleradora do calor da boca e da saliva, que se encontra
sobre a superfície dos tecidos, pode provocar o endurecimento
da pasta inicialmente nessas regiões de contato.
Qualquer movimento do molde neste momento causará uma distorção.
 Somente quando o material estiver completamente endurecido, o
molde deve ser removido da boca.
 DESINFECÇÃO DO MOLDE
- Imersão em solução de glutaraldeído a 2% por 10 min
óXido de zinco e eugenol para moldagem  camilla bringel
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Proteção complexo dentino pulpar- camilla bringel

óXido de zinco e eugenol para moldagem camilla bringel

  • 1. UNIVERSIDADE CEUMA COORDENAÇÃO GERAL DA AREA DE SAÚDE CURSO DE ODONTOLOGIA Materiais Relacionado a Prótese Camilla Bringel Rêgo
  • 3. Conceitos  Moldagem ato para obtenção de um molde.  Molde reprodução negativa da área moldada.  Modelo reprodução positivo da área moldada.
  • 4. Materiais para Moldagem IRREVERSÍVEIS ANAELÁSTICOS ELÁSTICOS REVERSÍVEIS • Gesso • Pasta de óxido de zinco e eugenol • Godiva • Alginato • Elastômeros • Hidrocolóides reversíveis
  • 5. ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL  Agente de cimentação;  Cimento cirúrgico;  Restaurações provisórias;  Cimento para obturação de canais radiculares;  Registro de mordida;  Reembasamento temporário de dentaduras;  Moldagem funcional em desdentados. Indicações: P A S T A
  • 6. PÓ isolamento térmico APRESENTAÇ ÃO  Oxido de zinco(Zno)-70%  Oxido de magnesio(Mgo)  Resina hidrogenada  Sais de zinco - Estearato - Acetato Aceleradores - Succinato de presa - Propionato  Colofônia e mica Resistência  Eugenol (oleo de cravo-70%)  Óleo de oliva ou óleo de algodão  Àcido acético  Àcido orto-etóxi-benzóico (EBA) LÍQUIDO PÓ + LÍQUIDO PASTA BASE + PASTA CATALIZADORA
  • 7. Pasta de Óxido de Zinco e Eugenol para MOLDAGEM PASTA + PASTA BASE CATALIZADORA - Óxido de Zinco - Óleo de Oliva - Óleo de Linhaça - Acetato de Zinco - Água - Eugenol - Cargas - Colofônia Caulim Talco Ceras Facilita a velocidade da reação e produz uma mistura final mais homogênea e suave. Agem como plastificantes e mascaram a ação irritante do eugenol.
  • 8. VARIEDADES  Dois tipos de pastas são também designados tipo I (duro) e tipo II (mole).  A diferença entre os dois tipos está relacionada com a consistência da pasta após a presa.
  • 9. PASTA PARA MOLDAGEM (ÓXIDO DE ZINDO E EUGENOL)  Finalidade corretiva na moldeira individual (Para rebordo flácido) 1. Faz-se a moldagem preliminar com alginato; Obtém-se um modelo de estudo de gesso. 2. Sobre este modelo, constrói-se com resina acrílica uma moldeira individual bem adaptada. Após os desgastes necessários, recobrem-se suas bordas com um fio de godiva plastificada promover o selado periférico. 3. Esta moldeira, assim preparada, é preenchida com a pasta de óxido de zinco e eugenol e levada à boca do paciente. Para obtenção de uma moldagem SECUNDÁRIA/ FUNCIONAL
  • 10. REAÇÃO QUÍMICA Hidrolise do oxido de zinco Reação entre o hidroxido de zinco e o eugenol Eugenolato de zinco (Quelato)
  • 11.  1º Reação Hidrólise do óxido de zinco =  O que indica que a água é essencial para esta reação.  O óxido de zinco desidratado não reage com o eugenol desidratado  A água é provavelmente um dos produtos da reação, sendo esta autocatalítica.  2º Presa Reação ácido + Base = Quelato ZnO + H2O ↔ Zn(OH)2 Zn(OH)2 + 2HE ↔ ZnE2 + 2H2O  A incorporação de colofônia à pasta de óxido de zinco e eugenol reduz a cristalização do quelato. Formação do hidróxido de zinco
  • 12. TEMPO DE PRESA  Levado à boca na condição plástica > material toma presa em tempo Uma presa = perda de precisão inevitável o movimento da moldeira com a pasta ainda mole.  Relação: tipo/quantidade de acelerador usado;  O tempo de presa inicial = é o período que vai desde o início da espatulação até aquele em que o material perde a pegajosidade (varia entre 3 a 6 minutos)  A moldagem deve ser realizada antes da presa inicial. O tempo de presa final = deve ocorrer aos 10 minutos para a pasta tipo I e os 15 minutos as pastas do tipo II.. O molde pode ser removido da boca.
  • 13. Controle do Tempo de Presa  A adição de água  Resfriamento da espátula e do material  Tempo de manipulação TEMPO DE PRESA  Temperatura e umidade TEMPO DE PRESA DURANTE A PRESA Pode sofrer menos de 0,1% de contração ESTABILIDADE DIMENSIONAL
  • 14. Técnica de Espatulação A manipulação das duas pastas é geralmente realizada sobre uma folha de papel impermeável a óleos. PROPORÇÃO 1:1
  • 15. Epatulação continua por 1 minuto ou pelo tempo recomendado pelo fabricante.
  • 16. Consistência e escoamento Para escoar uniformemente sobre os tecidos que estão sendo moldados. Mistura homogênea após a manipulação ESCOAMENTO TEMPO DE PRESA = intervalo de tempo entre a PRESA INICIAL e FINAL
  • 17. Considerações Gerais  A moldeira deve ser mantida firmemente em posição até que a pasta tome presa.  A ação aceleradora do calor da boca e da saliva, que se encontra sobre a superfície dos tecidos, pode provocar o endurecimento da pasta inicialmente nessas regiões de contato. Qualquer movimento do molde neste momento causará uma distorção.  Somente quando o material estiver completamente endurecido, o molde deve ser removido da boca.  DESINFECÇÃO DO MOLDE - Imersão em solução de glutaraldeído a 2% por 10 min